Parque Municipal Américo Renné Gianneti

Guinard - todos direitos reservados
Parque Municipal - Guignard - Coleçao Particular
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Sérgio Rosa e Marcus Assunção · Belo Horizonte, MG
26/5/2007 · 126 · 2
 

O Parque Municipal Américo Renné Gianneti, ou apenas Parque Municipal, foi criado em 1897 e é o primeiro jardim público da capital mineira. Era ali, ainda na época da Belo Horizonte arraial, que se localizava a “Chácara do Sapo”. Assim como outras obras da cidade mineiras, o parque tomou forma e cor tendo a arquitetura francesa como referência principal.

Idealizado pelo engenheiro Aarão Reis e projetado pelo arquiteto francês Paul Villon, o projeto é uma mistura de elementos locais e europeus. O coreto, por exemplo, foi trazido da Bélgica, já a sua flora – a qual conta hoje com mais de 400 espécies – foi recolhida de diversos quintais de Belo Horizonte.

Com a construção de hospitais à sede de clube de futebol (que depois virou supermercado), o verde foi cedendo para o concreto. Planejado para ser um dos maiores parques urbanos da América do Sul, a sua área inicial era de quase 600 mil metros quadrados. Atualmente ele está reduzido a menos de um terço desse tamanho.

O local conta com um pequeno parque de diversões – com brinquedos tradicionais, nada de muito radical – e com um belo espaço para apresentação de shows musicais e teatrais, o Teatro Francisco Nunes. Há ainda uma quantidade de pipoqueiros e baleiros suficiente para dar conta de todos os casais de namorados e de pais e avós com crianças a tiracolo.



- Fotos de Annekathrin Knigge, Universidade Bauhaus de Weimar, Alemanha.



Esse texto faz parte da série percurso dos escritores

onde fica
No miolo das Avenidas Afonso Pena, Carandaí, Andradas, da Alameda Ezequiel Dias e da Rua da Bahia.
por que ir
Além da beleza do parque: o coreto próximo à rua da Bahia com Afonso Pena e no qual havia-há um bar era ponto de escritores. É o cenário da esplêndida cena inicial do romance "O amanuense Belmiro", de Cyro dos Anjos. Ademais, o parque abrigou as aulas de pintura do mestre Guignard, chamado em 1942 por JK para conduzir um curso de pintura e desenho livre na cidade, que revelou inúmeros talentos.
quando ir
De terça a domingo, de 6h às 18h.
quem vai
Varia de acordo com o dia e com o horário. Esportistas, durante a semana, na parte da manhã. No resto do dia, estudantes e pessoas em busca de um descanso rápido no centro da capital. Nos finais de semana, toma conta o público dos pipoqueiros e baleiros.
quanto custa
A entrada é gratuita.
contato
31 3273-2001

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Guilherme Mattoso
 

ótima dica, galera! as fotos estão legais e o texto bem bonito!

Guilherme Mattoso · Niterói, RJ 26/5/2007 11:00
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Mi [de Camila] Cortielha
 

Também tem passeio nos burrinhos, de "trenzinho" e de canoa!

Mi [de Camila] Cortielha · Belo Horizonte, MG 30/5/2007 11:34
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