O gado vai para o matadouro municipal. Choque e um lâmina penetra seu corpo meio inerte. O couro é retirado. As vÃsceras, idem. Do lado de fora, dezenas de pessoas esperam tratar, de forma precária, os rejeitos que não irão para as butiques de carne e similares.
De posse das vÃsceras, repassadores levam à s barracas dos restaurantes "de-costas-para-a-rua" - como são conhecidos e reconhecidos em toda a cidade - para que a panelada se efetive em iguaria a ser consumida por todas as classes sociais.
Ela é servida quente ou requentada, variando o horário do preparo. Vem com guarnição de arroz branco, rodelas de tomate verde, feijão ou fava, macarrão no extrato de tomate e corante. À parte, muita farinha e pimenta "ardilosa".
Algumas barracas também têm peixe, frango ensopado, assado de panela (carne cozida na panela de pressão), bode ao leite de coco.
E eu perdi? Quase fui para Imperatriz, em 1999. Terei oportunidade.
Rynaldo Papoy · Guarulhos, SP 1/9/2007 02:01
Oxen ! Vou batê lá.. !.. haha.. Parabéns pela dica..
Edmundo Nascimento · João Pessoa, PB 3/9/2007 13:01É engraçado como um povo se confraterniza sempre à mesa... Tenho evitado comer panelada, mas, inevitavelmente, as noites se iniciam e as madrugadas terminam em uma mesa... de panelada.
Marconcine · São LuÃs, MA 4/9/2007 08:32
Meu irmão!
Sou piauiense, e no Piauà a panelada come solta em lugares como esses citados na matéria.
E garanto que não tem coisa melhor pra matar nas madrugas e manhãs dos fins de semanas. Depois das muitas baladas noturnas.
Muito bom véio!
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