Comemorações e lançamentos homenageiam autor
O Ano Nacional Machado de Assis promete um aumento de vendas da obra do escritor. Apesar da imortalidade, Machado não vende muito e é ofuscado pelos constantes lançamentos estrangeiros. Entretanto, cem anos após a morte do Bruxo (como ficou conhecido), oito novas obras serão lançadas, trazendo novidade para quem já conhece o universo machadiano; além de vários relançamentos, incluindo edições populares, para quem quer conhecer.
As homenagens serão muitas, em inúmeros ciclos de palestras. Ao longo do ano, a Academia Brasileira de Letras discutirá seu fundador em seminários, palestras e mostra de filmes. Em Paraty, a Flip também homenageia o autor. Para completar, A Casa de Rui Barbosa presenteou os estudiosos do maior escritor brasileiro com um banco de dados, disponível em www.machadodeassis.net. Nele são encontradas informações sobre as alusões a diferentes temas feitas por Machado de Assis, em seus romances e contos.
Quem lê Machado
O perfil do leitor de Machado continua inalterado há tempos. O estudante obrigado a ler os clássicos para a escola ou vestibular é quem mais compra do autor. Fora ele, apenas quem percebe a importância de ler e reler os clássicos. Para o gerente de livros da livraria Da Conde, Adriano Kneipp, a facilidade em traduzir livros estrangeiros é responsável pela preferência do consumidor pelos lançamentos internacionais. Uma pena, afinal, ler Machado de Assis é “essencial para entender a alma brasileira no momento da virada de século”. Logo é importante para todo brasileiro.
Releituras e novas coletâneas vêm saciar a fome do consumidor por lançamentos. Entretanto, a grande responsável por levar Machado ao grande público é uma parceria firmada entre a ABL e o Ministério da Cultura. Todos os livros do autor serão publicados por preços populares, entre três e cinco reais. Assim vai ficar fácil, e barato, conhecer melhor o nosso eterno Bruxo do Cosme Velho e, por consequência, a alma brasileira e a língua portuguesa.
Belo, Bruno.
O que muito se diga de Machado de Assis será pouco.
E dizes mais um pouco do que há pouco já se disse aqui e vamos dizer muito mais de aqui em frente. E essa boa nova de que teremos edições populares. Viva!
Bravo!
Minha frase de apresentação é do grande M. Assis:
"O pecado em comum iguala por instantes a condição das pessoas".
Juliaura e Sinvaline:
Muito obrigado pelos comentários calorosos!
Abs
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