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A Destruição da Cultura Sexual Brasileira

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bebeto_maya · Olinda, PE
5/9/2008 · 31 · 13
 

Antigamente, a iniciação sexual dos rapazes dava-se em bordéis com prostitutas aptas e de procedência duvidosa, maltratadas pelas circunstâncias da vida. Doenças sexualmente transmissíveis, como HPV e Gonorréia, borbulhavam nesses ambientes. Entretanto, essa realidade, regada a sexo desprotegido e promíscuo, nunca fez parte da cultura do brasileiro, sempre foi condenada por sacerdotes (de qualquer credo) e pelas famílias de "bem". Era algo clandestino, que praticava-se escondido e que, portanto, não contemplava toda a sociedade como acontece hoje, momento em que os bordéis foram substituídos pelas escolas primárias.

Evidentemente, moças que se atrevessem a tal intento aventureiro, eram cingidas com o estigma de "putas", num claro sexismo típico das atrasadas épocas anteriores. Os prostíbulos foram entrando em decadência com o surgimento da AIDS, e as pessoas passaram a tomar uma atitude sexual mais ponderada, como a redução do número de parceiros, algo que se tornou meio que uma política cultural não imposta e benéfica. Obviamente, não estou falando da postura radical do vaticano, em condenar o ato sexual, do qual eu mesmo desfruto, porém em encontrar a si próprio com uma alma por quem se nutra um mínimo de afeto, sem aquela ânsia de transar com 30 personas/mês. São assim condenáveis as duas faces de radicalismos opostos. Nesse contexto, o uso do preservativo só tende a acrescentar segurança, como uma arma, que para o bem fazer, deverá ser utilizada nos momentos certos.

Como nunca fez parte de nossa cultura familiar oficial, a promiscuidade sexual, nenhum governo ousou homologá-la. As campanhas de prevenção contra a AIDS e DSTs eram focadas no ato sexual, independente da postura individual, havendo uma certa neutralidade na indução a isto ou àquilo. Até hoje: O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, homologa uma campanha que não só não respeita a sexualidade alheia, como impõe valores sexuais de todos os tipos, como se a moral fosse um lixo desprezível sem qualquer valor. Nunca a desvalorização do próprio corpo diante do ato sexual, foi levada à conseqüências tão hedonistas na história desse país (parafraseando um ilustre líder). O sexo, a expressão de amor e paixão entre duas pessoas (de qualquer orientação sexual), é vendido como moeda barata, mesquinha e fútil, sem qualquer valor. Não bastasse o sem fim de doenças sexualmente transmissíveis que estão grassando na população, ainda há um estímulo para que os adolescentes tenham múltiplos parceiros de qualquer idade ( conforme você poderá ver no texto “À caça dos rapazes virgens”, publicado em http://sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=60036 ), o que já caracteriza prevaricação por indução à pedofilia, não só da fonte oficial ( “Foi uma veterana quem iniciou a vida sexual do ator Arthur Tadeu Curado, há nove anos. Na época, ela tinha 28 anos e era universitária. Ele era um garoto de 15 anos, que fazia a 8ª série.”) como também do próprio governo. Não preciso dizer que a inspiração filosófica do Ministério da Saúde, resume-se ao mote: "Com camisinha pode tudo!" cuja melhor sinonímia poderia ser "Com camisinha vai até o braço!".

A política oficial do Governo fica evidente na distribuição de preservativos em escolas públicas, as populares máquinas de camisinha. Tais aparelhos fornecem-nas para o aluno que digitar sua matrícula. Além desse cuidado, o Governo entrega um caderninho onde os discentes contam sua vidinha sexual. Obviamente, espera-se que seja muito agitada. Espera-se que um garoto de 14 anos, segundo o manual dos sexólogo moderno, cujo maior prazer é gozar ao som mudo dos relatos sádicos de Alfred Kinsey, não tenha tido menos de 5 parceiros em sua vida, com os quais já devam ter praticado, no mínimo, sexo anal. O único detalhe que está faltando nessa história toda, e que o governo não subsidiou, incompetente como sempre nos assuntos da educação fundamental, é o Centro para o Exercício da Cidadania Sexual do Adolescente (CECSA, leia-se SEXA), um lugar onde, respaldado por toda a indumentária oficial do petismo politicamente correto, o aluno, na própria escola, poderia pôr em pratica suas necessidades fisiológicas básicas, algo como um POF (Puteiro Oficial Federal). Interessante para os alunos mais novos, seria também a presença de um palhaço, munido de um falo artificial, ensinando a gurizada a pôr a “borrachuda”, segundo o linguajar juvenil postiço da pedagoga e psicóloga Rosely Sayão (http://teensexo.uol.com.br/sexocabeca/sexosemgravidez/7.jhtm), a esse palhaço caberia uma denominação tão interessante e singela quanto “Palhaço Surubinha”. O que acham?

O mais interessante dessa gente é que criticam a iniciação sexual precoce do adolescente, condenada em todos os países do mundo, mas a estimulam desmedidamente com quantos e como quiserem, ainda criticando os "reacionários", gente velha e preconceituosa, como Olavo de Carvallho e Reinaldo Azevedo e, como todo bom hipócrita, ficam chocados quando deparam-se com cenas familiares, como as que vejo nos transportes públicos, meninas de 11 anos dizendo umas as outras "vou comer teu pai!", isso sim uma grande revolução sexual. Eles parecem não saber que para o HPV, um perigoso vírus de transmissão por via sexual, a proteção da camisinha chega a no máximo a 70% (Eficácia do preservativo na redução de doenças sexualmente transmissíveis, WHO 2004), exatamente devido ao fato de que o preservativo somente protege a área coberta do pênis e as lesões da doença podem estar ao redor, na virilha. Esta pode ser uma boa conjectura para explicar o porquê da epidemia de HPV que assola mulheres, mais vulneráveis a doença, atualmente.

Entretanto, não tenham dúvida, o governo culpará a maldita Igreja por ser contra o preservativo (como se alguém desse ouvidos), afinal, que bode expiatório poderia ser mais cômodo que uma instituição passiva sobre quem recaem todos os crimes da humanidade? Estão simplesmente expondo adolescentes a esse risco sem alertá-los. Mas tudo bem, eu sou reacionário, e estou aqui movido por causas pessoais, pois, como já disse o Ministério da Saúde, com camisinha "pode tudo", ou melhor, com camisinha "vai até o braço".

Fonte: http://sognarelucido.wordpress.com


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Ilhandarilha
 

Bebeto, se reparar bem, a matéria que vc lincou aqui é do Correio Braziliense, e não é posição oficial do governo e do programa de combate à AIDS e DSTs. Aliás, vc esqueceu de mencionar no seu texto, esse programa do governo é um dos mais eficientes e copiados do mundo.

Respeito sua opinião, mas não acho que o governo esteja estimulando o sexo promíscuo ao distribuir camisinha entre adolescentes. O número alarmante de meninas grávidas e adolescentes com DSTs e AIDS é a maior prova de que a atitude é correta. O mapa mundial da AIDS está ai pra nos lembrar que a hora agora é de concentrar no combate à doença. Agir como o governo americano, que proibe propagandas sobre a camisinha como elemento no combate à doença é enfiar a cabeça na areia.

abraços

Ilhandarilha · Vitória, ES 5/9/2008 15:59
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bebeto_maya
 

Caro Ilhandarilha ,

A matéria do Correio Braziliense foi respaldada pelo Governo, visto que foi reproduzida. O programa do Governo é um fiasco: O brasil detém 60% dos casos de AIDS da América Latina e continua assim. O programa é elogiado pela ONU, porém esta falhou em combater a AIDS na África, o único lugar onde se obteve êxito, foi em Uganda, onde reduziu-se a incidência de HIV em 3 vezes e não foi adotada a política da ONU. Gasta-se uma fortuna em medicamentos no Brasil e esse gasto não pode ser exportado para países pobres da África. Foi essa a razão do "elogiado" programa brasilero ter virado água nos pobres países africanos: O PIB baixo.

O número alarmante de meninas grávidas e adolescentes com DSTs e AIDS é a maior prova de que a atitude é correta


Você inverteu o racíocionio 180°. A distribuição massissa de preservativos, associada a uma propaganda animalesca do sexo, coincide com o número de adolescentes grávidas. O que, no mínimo, leva-nos a suspeitar da eficácia da medida.

O mapa da AIDS prova o inverso do que você disse: Na América do Norte a incidência da doença é menor em valor absoluto e em percentual, maior ainda. Em tempo, o governo americano não proíbe as propagandas.

Atenciosamente
bebeto_maya

bebeto_maya · Olinda, PE 5/9/2008 16:14
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Ilhandarilha
 

Sobre a posição do governo americano, confira a matéria do JB on line, da qual destaco um trecho aqui:
"A posição reflete as políticas conservadoras da Casa Branca que se preocupou, por exemplo, em retirar a palavra ''camisinha'' de todos os sites do governo federal. A mesma filosofia que aloca recursos para organizações americanas de combate à Aids que atuam fora dos EUA e pregam a abstinência e a fidelidade como remédios fundamentais na prevenção da doença. "

Sobre o número de adolescentes grávidas e com DSTs, é importante lembrar que o mais importante é barrar o avanço da doença e diminuir a gravidez indesejada entre as meninas. Tentar frear a libido, vamos e venhamos, é muito mais complicado que distribuir camisinhas...



Ilhandarilha · Vitória, ES 5/9/2008 17:15
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Ize
 

Olá Bebeto, como a Ilha respeito sua interpretação de que a campanha governamental contra a Aids está induzindo crianças e adolescentes à banalização do ato sexual, mas discordo do tratamento um tanto ou qunto apocalíptico que vc confere a ela. Sei por fontes fidedignas (o que não é privilégio meu) que enqto a política de prevenção da Aids no Brasil tem controlado a epidemia, concorrendo para que a taxa de contaminação não supere 0,5% da população, nos paises do sul da África a contaminação chega aos 25% da população, levando a expectativa de vida desse continente a cair de 60 para 45 anos.
Além da falta de vontade política dos governos africanos para conterem a Aids, outro fator que incide sobre o alastramento da doença é o tabu que a Aids representa para a maioria das culturas africanas. A maioria das pessoas ignoram o que seja Aids, atribuindo-a a mitos ancestrais que levam doentes e seus familiares a manterem-na em absoluto segredo por receio do preconceito e do isolamento. Graças a Deus, que se existe não tem nada a ver com a maneira pela qual a Igreja controla o sexo dos fiéis, aqui no Brasil isso não ocorre. Além da política de fabricação dos medicamentos, que passa por cima da guerra das patentes européias e americanas, e de distribuição dos mesmos para as pessoas contaminadas (fato que pode ser largamente comprovado), o investimento na divulgação maciça do que é a Aids, e de como prevení-la pelo uso da camisinha, entre crianças e adolescentes nas escolas, tem surtido efeito.
Também sou absolutamente contrária à erotização precoce desses sujeitos - que estimula a prostituição e a pedofilia, mas que também os impede de viver em plenitude a infância e a adolescência. No entanto, não há como escamotear que a responsabilidade maior por essa barbárie não é a política de prevenção da Aids. Entre outros fatores, que não caberia aqui enunciar porque eu gastaria todos os caracteres disponíveis para o comentário, é só ligar a TV nos programas de auditório que estimulam semanalmente a glamourização de crianças de 6, 7 anos, para compreender a tendência lamentável à sexualização precoce das mesmas. Ou dar um pulinho nos abrigos, que supostamente deveriam se responsabilizar por atender as necessidades sociais das crianças e adolescentes pobres, para verificar o que acontece lá em termos de promiscuidade sexual. Aqui sim o Estado falha em não formular políticas condizentes com os direitos sociais dos "menores" brasileiros. Imagine a catástrofe que seria se aliado a isso não tivéssemos o cuidado do governo com a não proliferação da Aids. Penso que seria cabível colocar em questão os motivos pelos quais o Brasil investe na prevenção tão eficiente da doença e não consegue investir em políticas de prevenção da miséria, do fracasso escolar etc, etc. Mas isso é outra história.
Desculpe-me a extensão do comentário. É que sou professora de uma universidade pública e lido diariamente com professores do município e do Estado que me trazem frequentemente notícias, (nem sempre alvissareiras, é certo) da eficácia das campanhas de prevenção da Aids nas escolas em que trabalham. Além disso, por acaso, minha irmã e o marido estão morando na Africa, para onde foram acerca de um ano, entre outros motivos, para tratarem da questão aqui em pauta.
Abraço

Ize · Rio de Janeiro, RJ 6/9/2008 02:15
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bebeto_maya
 

Ok. Vamos as constatações: O JB mentiu descaradamente ao afirmar que a palavra camisinha foi retirada das políticas públicas do governo. Uma rápida olhadela na USAIDS lhe permitirá achar centenas de artigos referentes ao uso do preservativo (http://www.usaid.gov/zm/press_releases/usgovt_condom_donation_pressrelease_%20nov1_%202007.htm). A imprensa brasileira não é Deus, é das piores do mundo (75º), segundo o Repórteres Sem Fronteira (http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%B3rteres_Sem_Fronteiras#Relat.C3.B3rio_anual). A USAIDS é uma agência federal americana filiada ao governo.

Ize, na África, conforme citei extenuantemente, o único país que obteve êxito razoável no combate ao HIV foi Uganda. Cuja política do ABC reduziu em três vezes a incidência do HIV (http://www.heritage.org/Research/Africa/BG1692es.cfm). Os países que importaram o modelo brasileiro, incluindo a África do Sul, estão numa situação péssima.

Acho que não ficou claro, minha intenção é mostrar que o uso do preservativo (não sua exclusão), atrelado a uma redução de parceiros, contribui enormemente para sanar o problema da AIDS, conforme mostra um estudo do British Medical Journal conduzido por David Wilson (http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2004/04/040409_aidsdtl.shtml):

"O argumento de que a redução no número de parceiros seja a peça central dessa política significa bom senso."

É bastante óbvio que quem transa com meio-mundo, tem mais chance de se contaminar, porque entre uma e outra, o preservativo pode falhar, a pessoa pode esquecer etc.

Falar que a campanha de prevenção da AIDS brasileira não incentiva a promiscuidade é, desculpe-me, dá murro em ponta de faca, basta ver os cartazes, onde gés lubrificantes ao lado de "garotos" semi-nús são mostrados publicamente, com a singela expressão ao lado: "Faça o que quiser, mas faça com camisinha" (http://life-from-inside.blogspot.com/2008/04/com-camisinha.html e http://bp0.blogger.com/_qMJg8fxfkHE/R1KYeJ7s_KI/AAAAAAAABwY/c6rhURYAlQM/s1600-R/CARTAZ+GGAL.CDR_ALTERADOOK.jpg) que basicamente significa o que citei "com camsinha vai até o braço, apenas ponha o gel" , e propagandas onde homens encontram garotas, nunca dantes vistas, e já vão dá umazinha, com as exibidas no Carnaval... Não preciso dizer que essas publicidades são coladas em locais públicos e transmitidas pela TV, assim como também não preciso dizer que, por incentivarem a promiscuidade, saturam a taxa de eficiência do preservativo, especialmente para gonorréia e HPV, doenças para as quais a camisinha pode falhar em até 50% dos casos (http://www.bibliomed.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=12839&ReturnCatID=499).

Bom, as fontes estão aí. Continuar com essa campanha sem alertar para as eventuais falhas do preservativo, que deve ser complementado com uma postura sexual que não inclua o estímulo a prostituição, amara tarefa preconizada pelo Sr. Lula da Silva (http://www.mtecbo.gov.br/busca/competencias.asp?codigo=5198), é uma atitude, ao meu ver, criminosa. Talvez seja a razão pela qual, não consiguimos ainda reduzir a incidência do HIV para menos dos 0,6%. Vale dizer que na administração Lula a incidência de casos de HIV, controlada por FHC, apenas aumentou com a propaganda da camisinha atrelada ao sexo promíscuo.

bebeto_maya · Olinda, PE 6/9/2008 03:14
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bebeto_maya
 

Por favor,

copiem e colem no navegador os links citados, porque não coloquei as tags.

Grato.

bebeto_maya · Olinda, PE 6/9/2008 03:15
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phe
 

ACREDITO QUE ESTÁS FAZENDO UMA AVALIAÇÃO ERRADA DO PROCESSO AO MENOS NO PRIMEIRO PARÁGRAFO. POIS SE É ALGO DIFUNDIDO, MESMO QUE CLANDESTINO, FAZ PARTE DA CULTURA DO BRASILEIRO. Bem, material indicado para comprovação da indução à pedofilia, tbm atesta que, antes do "ESTADO" dar visibilidade o fenômeno, ele acontece e se alguém o impulsiona é a própria sociedade. Pois bem, ainda não li tudo como se pode perceber(rsrs) mas deixo meu voto e volto depois, pois este assunto deve ser publicado devido sua grande importância. Sucesso

phe · São Gonçalo, RJ 7/9/2008 12:48
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alcanu
 

Um grito de alerta válido pra todos nós, sejamos pais de adolescentes ou não !
Muito bom esse artigo !
Um abraço !

alcanu · São Paulo, SP 7/9/2008 20:48
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Yusseff Abrahim
 

Acho que o texto tem motivações religiosas, respeito. Mas, bem... distribuição de preservativos é um caso de saúde pública.
Entendo que as religiões podem se manifestar e pregar o que quiserem em seus templos, mas estamos em um estado laico onde executivo e legislativo devem administrar o país com mecanismos eficientes, e, nesse caso da política de distribuição de preservativos, o Brasil está na vanguarda mundial. Somos exemplo.

Outra coisa que detectei no artigo é colocar sexo e pedofilia no mesmo patamar. Pedofilia é hediondo: indiscutível. Mas sexo é uma necessidade do ser humano, cabe a todos que possuem sua glândula pineal em ordem (parte do cérebro que a medicina atribiu o controle da razão), estebelecer a melhor forma de relacionar entre seus parceiros, com respeito mútuo e sob comum acordo. Sejam do sexo oposto, do mesmo sexo, a dois três ou vinte. Cada um sabe o que faz e o que sua religião ou princípios permitem.

Mas TEM que ser com camisinha. Para o bem e saúde de todos.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 11/9/2008 14:13
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bebeto_maya
 

Yusself,

Entendo a sua colocação, muito comum, ou totalmente igual ao establishment. Estou cansado de repetir: Essa distribuição massissa de preservativos, propagandeada pelo governo Lula, atrelada a uma sexualidade promíscua, foi concomitante com um ligeiro aumento na incidência de HIV e uma brutal aumento da incidência de HPV entre as mulheres. Ponto.

Mas sexo é uma necessidade do ser humano,

Por favor, copie e cole onde digo que NÃO é.

Outra coisa que detectei no artigo é colocar sexo e pedofilia no mesmo patamar.

Por favor, copie e cole onde digo que "É".; pelo contrário, pontuei: "Obviamente, não estou falando da postura radical do vaticano, em condenar o ato sexual, do qual eu mesmo desfruto, [...]"

Afirmar que meu texto é religioso, é bobagem pré-fabricada de quem vive de argumentos prontos para todas as formas de debate. Nem a Igreja freqüento...


Sejam do sexo oposto, do mesmo sexo, a dois três ou vinte


Boa Sorte, entre no site da OMS (www.who.org) e verá estudos em que o preservativo diminui a incidência de gonorréia e HPV (). Mas não resolve...Fique a vontade para brincar de roleta russa.

bebeto_maya · Olinda, PE 11/9/2008 15:16
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Yusseff Abrahim
 

Bebeto... argumentar é tão bom quanto o respeito.
Rotular o ponto de vista de alguém como "estabilishment" ou "senso comum" não somente me soa como preguiça de argumentar, como um meio de se colocar como superior.

Uma pena, a discussão podia ser saudável, ma acho que você vai se sentir mais à vontade com pessoas que só concordem com o que você escreve... bem, não é o caso deste ambiente.

Felicidades.


P.S. : Não tenho o hábito de falar só baseado no que faço, mas gosto de expor o que respeito, até essa idéia exótica de monogamia.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 12/9/2008 01:20
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bebeto_maya
 

Caro, Yussef,

Primeiro, Yussef. Você considerou que meu texto tem motivações religiosas, e não tem. Depois emendou uma conclusão baseada na mesma premissa que não existe:
Entendo que as religiões podem se manifestar e pregar o que quiserem em seus templos

Terceiro e pior, acostumado com a cantinela progressista de colocar tudo no mesmo balaio de gato, me acusou, com um instrumento de detecção muito mal calibrado, de ter misturado pedofilia com sexo. Uma calunia total.

Ou seja, deturpou tudo com um interpretação incoerente. Fora essa cantinela de estado laicista, que não é o mesmo de democrácia representativa pois estado laico é uma pseudo- democrácia de minorias iluminadas e a indução a um conduta promíscua.

Sejam do sexo oposto, do mesmo sexo, a dois três ou vinte. Cada um sabe o que faz e o que sua religião ou princípios permitem.

Mas TEM que ser com camisinha. Para o bem e saúde de todos.


Como está claro nos estudos cieníficos, a camisinha não é salvo conduto para sexo a 20. No final você ainda apela para o típico coitadismo do "você me desrespeitou", mas não rechaçou nenhum dos dados.

att.
bebeto_maya

bebeto_maya · Olinda, PE 7/3/2009 17:44
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Yusseff Abrahim
 

Existe um lenda entre listas de discussão na web de que o importante em uma argumentação é colocar o último post, ou seja, ter a última palavra.

Mas esperar 6 meses pra isso, como podemos ver na data deste último comentário é demais pra mim. Particularmente não sei o que argumentar já que o tempo passou e muito pouco (ou nada) ficou deste texto. Também não vou ler de novo não.

Vai fundo bebeto, coloca logo um embaixo deste pra vc ter o último post e encerrar a discussão com a sensação da vitória. Não precisa esperar tanto dessa vez. Fui!

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 9/3/2009 23:05
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