Em 2006, no ano passado, o antropólogo Luiz Eduardo Soares, o policial militar André Batista e o ex-PM Rodrigo Pimentel, agora pós-graduado em Sociologia, escreveram um livro no qual contam as aventuras e desventuras dos policiais que “arriscam a vida no cumprimento de seu dever constitucional, com dignidade e coragem”. No entanto, parecem reconhecer os “casos sucessivos de corrupção e brutalidade [que] feriram de morte, no Rio, a confiança da sociedade em suas polícias”. O livro é cruel, como o primeiro texto faz questão de definir. Chama-se “A Elite da Tropa”.
No prefácio, há um conceito interessante que, por si só, pode justificar a edição do livro: para que um objetivo como o da reconciliação entre sociedade e polícia seja possível, “é preciso olhar nos olhos a verdade e reconhecê-la, sem meias palavras e subterfúgios, sem hipocrisia e retórica política”. Muito bom. A mensagem é clara: ao invés de tentar provocar o ódio, a denúncia das atrocidades eméritas do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro (BOPE), se busca o luto, a conscientização da perda, da desgraça que ronda os participantes da “guerra muito particular” entre policiais e pobres no Rio.
O que os autores pretenderam, então, é fazer o que Fausto Wolff propõe na epígrafe do livro “O Campo de Batalha sou Eu”: É arrasador rasgar a realidade e suportar a verdade que ela encobre. A surpresa pode ser fatal, entretanto é preciso tentar; decidir entre o exercício da morte ou o aprendizado da vida. Belas palavras, fulgurante proposta. Não é possível saber se os autores conseguiram o que propuseram, ainda. No entanto, é elogiável a intenção.
Tomando essa intenção no seu sentido mais radical, propondo que, se é para suportar a cruel realidade, é preciso dizer outras coisas ainda sobre a polícia, escrevo este texto. Já se falou, como exposto, da Elite da Tropa e, num filme lançado recentemente, se falou também numa Tropa de Elite – referida ao mesmo BOPE. Não se falou, ainda, em uma Tropa da Elite. Os enfoques são diversos, vértices diferentes de observar o mesmo fato ou fenômeno.
Tropas insanas.
A “tropa de elite” remete a um destacamento da polícia militar que se destaca pelo nível de especialização em suas ações. Especialização, de acordo com os relatos do livro, em, principalmente, agressividade e crueldade. Mas, não somente isso. São especialistas em guerra. Guerra contra pobres.
De acordo com o filme, são policiais honestos. Honestidade não inclui, nesse caso, o matar e torturar. Tudo em nome da lei. O problema pode estar na ilusão de que a lei atende à sociedade. Problema maior é estar a serviço daqueles que lucram com a lei.
A “elite da tropa” remete a algo semelhante: os que se destacam na elite por tornar pública a vida e os sentimentos da “tropa de elite”. Nessa perspectiva se valida a proposta do livro. Não se valida, porém, acreditar que a guerra é contra o comerciante de drogas no morro. Será que alguém ainda acredita que os US$ 500 bilhões/ano que são movimentados no mundo pelo movimento de venda de drogas vão para as mãos dos pobres?
A posição da polícia no Rio de Janeiro é das mais delicadas. É muito difícil justificar suas ações. Menos complicado é entender o porquê da sua existência e o sentido de suas práticas.
Tanto o filme, quanto o livro, nos dão versões localizadas, internas à “tropa”. De forma transversa, podem nos dar indícios, também, de sentidos singulares de subjetividades. Os soldados de elite parecem ter um “amor pelo Brasil” e uma convicção de que são predestinados a combater o crime acima da média. Há uma crença obsessiva de que se a realidade puder ser controlada pela polícia, o crime cessará. Uma idealização algo infantil do poder organizativo e democrático da lei e, principalmente, de seu sentido sócio-político. Como indivíduos, o pessoal do BOPE seria idealista: o crime é um câncer e eles a cura. Só que ninguém lhes explicou que extirpar o sintoma não acaba com a doença. É muita insanidade acreditar nisso.
Uma elite a serviço da elite?
Por esses singelos motivos, o “homem da roupa preta” (o BOPE se veste assim) que se julga “elite”, não é mais do que bucha de canhão da verdadeira elite. É, levando em conta o treinamento animalesco descrito no livro e encenado no filme, uma fera que a elite treina e envia para as comunidades pobres. Em vez de “tropa de elite”, são, fundamentalmente, a “tropa da elite”. E nem mesmo os que o livro considera a “elite da tropa” parecem entender isso com a devida seriedade.
Pode-se argumentar que os “traficantes” (por que os vendedores de bebida não são também assim chamados?) são também “feras”, cruéis etc. E o são. Não é, como muitos argumentam, adequado dizer que simplesmente são “vítimas da sociedade”. São, isso sim, como já disse em meu trabalho “O charme do crime midiatizado: desconstruindo uma guerra a Beira-Mar”, bons alunos.
O mundo corporativo, o das grandes empresas psicopáticas (o filme Corporation é bem ilustrativo para entender isso), ensina todos a ser comerciantes sem escrúpulos, a não considerar o outro, a fazer tudo o que for possível para obter vantagens, a destruir o que for se isso resultar em lucro. Depois, com uma razão cínica pernóstica, solta as feras fardadas para “conter” as feras faveladas de short e sandálias.
Os policiais do BOPE retratados no filme, com seus ideais de conduta e ferocidade na defesa da legalidade, bem poderiam ser considerados os mais sãos da história, não fosse o delírio presente nesses ideais. Enquanto acreditam piamente na força da lei e que matar é a solução para as feras pobres, agem de forma a preservar e perpetuar não apenas a injustiça, mas de modo a perpetuar a violência e insuflar mais ódio. As elites agradecem à “elite da tropa” e à “tropa de elite”.
Exercício da morte.
Os tais “traficantes” são o correlato dos terroristas do Jihad ou da Al Qaeda. São o “eles” do “choque entre civilizações”, a versão tupiniquim do “império do mal”. E, para combatê-los, há essa “tropa da elite” chamada BOPE, uma versão nossa dos “marines”. A tal “classe média”, no meio do fogo, geralmente julga que essa tropa está a seu serviço. Tola ilusão. Ela apenas acirra o problema que, como sabemos, tem estourado nessa camada social e, tudo indica, continuará a estourar com cada vez maior ódio.
Mesmo que se levem em conta as boas intenções dos autores do livro, não nos parece que a verdade esteja sendo olhada nos olhos, sem meias palavras. Também é um tanto duvidosa a intenção do diretor do filme de, segundo palavras dele no canal Brasil (Globosat), de acirrar o debate. Faltou algo, o mais importante.
Parece ter ficado de fora a surpresa quase fatal que Fausto Wolff citou. No fim da história, fica a dúvida se não se decidiu pelo exercício da morte ao invés do aprendizado da vida.
Estes comentários do Everton, meu amigo de orkut, sobre o filme, corroboram a tese do Luiz Geremias e ainda trazem uma origem histórica desta perversidade:
Lamentável o filme "Tropa de Elite", construído sobre ideologias reacionárias e violentas, não tem profundidade na análise do dilema social brasileiro e tão somente reforça todo o mecanismo de exclusão que é o fundamento do problema.
Quando surgiu a primeira polícia militar no Brasil?
Foi em 1809. Por que em 1808 a Coroa Portuguesa se transferiu para cá e desenvolveu o processo de formação de uma elite e aristocracia brasileiras. Um ano depois, essa elite reuniu seus melhores "capitães-do mato" e fundou a PM do RJ, para proteger seus interesses do populacho. Muita coisa mudou. Mas isso continua igual: nossa elite não se identifica com nosso povo e, apesar de sermos um país rico, mantêm milhões de compatriotas na maior miséria.
Miséria é violência.
A Miséria é a maior violência brasileira e não o tráfico.
O tráfico surge da miséria. Da miséria social de nosso povo e da miséria espiritual de nossa elite.
Miséria é a violência histórica do Brasil.
Muito bom texto! A violência pela violência nunca foi tão justificada. Mas de forma insana, com certeza, pois violência não é causa e sim consequência. Enfim, parabéns. E a foto ficou ótima!
Abraço!
Ô Luiz, agora que vi que é você (o cara do texto sobre cultura underground). Putz, tu tem umas idéias muito legais, vou ficar de olho em você, vamos trocar umas idéias.
Abraço!
Concordo com o Cícero:"A Miséria é a maior violência brasileira".
Acabo de assistir a uma notícia da TV, onde revelaram que existe uma fila de 30 consumidoras brasileiras esperando a vez de comprar uma bolsa que custa USD15.000! Vamos combinar que não é bem esse o poder de compra dos 90% de brasileiros, ne?
E, convenhamos, veicular uma notícia destas já é uma violência, além de ser um acinte aos miseráveis e pobres deste país...
Edu Cezimbra · Porto Alegre, RS 3/10/2007 14:27
Concordo que a polícia é utilizada como instrumento de opressão. Ótimas informações.
Abraço,
Luis,
É isto mesmo. Mas tem duas coisas a serem inclusas nessas
temáticas da violência/pobreza:
a) equacionar o débito secular para com o negro brasileiro
b) denunciar-se para podermos, (o Brasil), extinguir a experiência engenística que estás em marcha desdo logo
(antes ou depois) o nascimento da República.
Que são os presidios de menores amparadas no ECA, se não o laboratório eugenístico com louvores da ONU.
um abraço, andre.
Bom texto Geremias.
Não me refiro a ti, mas estudo da violência, que encontra caldo de cultura também na pobreza extrema e na miséria, não pode deixar de encontrar a essência dela no modo em que a sociedade reproduz suas relações, que advém da divisão social de classes entre a minoria proprietária dos meios de produção e do capital financeiro e a maioria produtora ou empregada em serviços ou desempegrada, a quem só resta a força de trabalho para vender no mercado.
Muito bom texto, informativo de primeira...
A miseria está na cabeça dos que comandam os Países, o mundo
Votado...
Caro André Pessego,
Mandou bem. Assino em baixo. Esses aspectos são pouco falados e merecem ser lembrados e ressaltados.
Abraço
O texto está bem escrito, mas descordo de seu ponto de vista...
A polícia tem a função de cuprir com a lei, sei que nao é isso que acontece, mas tbm o que queremos? Os polícia não podem agir com violência mas os bandidos podem chegar roubar o carro da sua esposa e matar ela e seu filho que estava no banco de tras??
Sabendo que grande parte da violência provém sim do tráfico de drogas, eles não são tão pobres como pensa, e o vendedor de bebida alcoolica não é traficante pq a bebida é infelizmente, uma droga lícita no Brasil.
Espero que respeite minha opinião!
Abraço!
Nely,
Claro que respeito teu pensamento. Só me permita ponderar:
- a quem atende a lei? Digo em nossa realidade, não num mundo ideal. É uma pergunta que precisa ser repondida com reflexão.
- não é que a polícia não possa ou deva agir com violência. O problema é que ela seleciona o alvo da violência, que geralmente é só um. A rota paulista, por exemplo, ficou conhecida como assassina apenas depois que fuzilou uns meninos de classe média. Pobre, ela podia matar e ninguém ligava. E matou os meninos sem qualquer motivo aparente. Tá no livro Rota 66 do Caco Barcelos.
E mais, ainda neste tópico, a raiz do problema da droga não está nas favelas. Eles podiam procurar em outros lugares, que achariam os patrocinadores dessa guerra.
E, o mais importante: eles podem ser violentos, mas do jeito como ocorre - conforme disse logo acima - não resolvem nada assim, só pioram a situação. É o modelo estadunidense de repressão, fogo e cadeia para pobre e preto e louros para fábricas de drogas legais (bebidas e barbitúricos) e banqueiros. Isso só piora as coisas. E tome ódio, e tome investimentos em polícia, e tome policial na rua, e tome corrupção policial. O final do livro citado no texto fala sobre isso.
- a violência não provém, não, do tráfico de drogas. Não importa tanto, neste item, se eles (quem?) são pobres ou se querem ascender socialmente pela via do comércio de drogas. É possível pensar que a atual violência urbana carioca - e vivi quase toda a minha vida no Rio - tem raízes muito mais antigas e profundas do que a detectada nos telejornais e análises de "especialistas". Veja a história do Rio de Janeiro. Fiz uma pesquisa meio obsessiva para escrever sobre esse tema em uma dissertação de mestrado. Se você conhecer a história do Rio, periga compreender, como o eu e o Paulo Lins, que tem pouco bandido na cidade maravilhosa. Se a gente estuda a história brasileira então...
Obrigado pela expressão de sua opinião e um abraço.
PS: acho que você entendeu mal o Adroaldo lá nos comentários do texto tropa deleite. Ele falava em extirpar a burguesia, creio eu, os proprietários dos meios de produção.
Nely, até que ponto esta é a TUA opinião?
Olha bem o que as TVs e os jornais dizem todo dia...e vais ver que esta opinião é a que eles querem que tu, eu, nós tenhamos.
Simples assim? Não!É que eles conhecem como funcionam a mente e as emoções humanas, em outra palavras estudam e não querem que nós estudemos neuropsicologia, cibernética, inconsciente coletivo,etc....
Seria um bom começo se todos começassem a estudar estes temas.
Com carinho,
Edu Cezimbra
Bem colocados os argumentos. Do texto e dos demais colaboradores. Ressalto ainda que este filme - ao lado de Cidade de Deus - tem seu sucesso garantido pela supra-proclamada escalada de violência que assola a todos. Neste sentido, creio que até mesmo um filme que cujo discurso não encontra eco no que penso, seja de fundamental importância para manter a discussão em pauta. Abraços.
Thiago Perpétuo · Brasília, DF 5/10/2007 21:28
Luiz Geremias,
Boa reflexão. Precisa em vários aspectos. Acho contudo que o filme (para mim apenas um fantástico, um excelente filme de guerra) contribui numa boa medida para estimular o debate.
Sou também muito mais pessimista porque, acompanho o surgimento aqui no Rio de um pesadelo bem pior (mas, muito pior mesmo) do que o Bope(para mim, já uma representação do passado) que é o crescimento da ditadura das Milícias.
Elas, as milícias, vicejam no bojo da mesma hipocrisia do 'fingir que não vê' desta mesma classe média 'cheiradora', que justificou o crescimento do Bope torturador e desta Al Kaida maltrapilha que nos ataca e mata. Elas, as Milícias, grassam, tomam, submetem, rapidamente, tudo ao seu jugo conservador, fascista, já dominam grande parte das favelas. Logo tomarão toda a cidade.
Lamentavelmente, vai piorar demais e não vamos ter mais nem mesmo um anti-herói para nos salvar, anotem aí.
Deus que nos proteja.
Ola a todos!!
Agradeço as colaborações!!
Sim, quanto ao que estamos tratando, em meu comentário a cima quis somente tentar ver o outro lado da moeda... Nao discordo quanto a violencia da polícia, porém acredito também que não devemos ver os traficantes como vítimas desse caos! Quanto ao tráfico, não disse que era nas favelas que vinha a violencia, mas sim do tráfico, agora te pergunto, se a violencia vem de tanto tempo assim, porque só hoje sofremos tanto com isto? Porque que só ouço dizerem que antigamente tudo era melhor, a vida era melhor, podia sair a hora que bem entendesse, mas hoje não temos mas esse luxo!? Sera que não seria mesmo pelo tráfico que vem crescendo sim e isso não podemos negar...
Quanto as leis, nós que deveríamos cumprir, mas não é assim que fazemos...
Quanto a TV penso que o importante não o que eles querem, ou pensam em fazer com a gente, mas sim o que nós fazemos com o que ela faz com a gente!
Obrigada pela atenção!
Abraços!
A essência do que disse nom outro postado, que motivou a citação de Geremias a mim na conversa que faz com Nely é a sguinte, mas pode ser lida na íntegra no debate que fizemos no postado de Mauro Tropa Deleite.
"O tráfico de drogas é a produção em série do dano social.
O tratamento dele é a repressão... do burguês traficante...
patrãozinho ou pé-de-chinelo... Não tem bandido bom... A sociedade não está doente. É podre no cerne, que impõe a exploração, no que continuo em acordo com K. Marx..."
...
"Se destituimos o poder político da burguesia, proprietária inclusive da indústria do tráfico, que é doença social, e não sintoma, estaremos destituindo também o poder político dos traficantes. E se o fizemos é porque valores outros, republicanos, humanistas, socialistas se alevantaram mais alto.
E a polícia cuidará da nova ordem.
Pra mim, de preferência, desarmada.
Agora, com certeza, há sociedades que não têm traficante de drogas com poder político e ainda continuam holandesas, digo, capitalistas."
o PIB per capita brasileiro é de apenas US$ 4.333, o que coloca o Brasil em 72º lugar no ranking dos maiores do mundo, atrás de países como Argentina (71º), Panamá (70º) e Costa Rica (69º).
Ou seja se vc ganha mais de 8000 e poucos reais por ano (722 por mês)!!! vc faz parte da elite suja que tira dinheiro dos pobres, distribui mal a renda e achata a sociedade.
A violencia é pessimo, combater a dor e não o sintoma é lamentável... mais é isso que ainda permite vc rodar com seu carro!!!
A realidade é que sem nossos "cães de quarda", todos que postaram até agora, teriam que viver com 400 e poucos reais (tem que deduzir impostos do PIB)... para uma sociedade justa!
Odeio hipocrisia!
Caro Bolo,
Inconsistente você. Não é verdade isso que você afirma categoricamente: "Ou seja se vc ganha mais de 8000 e poucos reais por ano (722 por mês)!!! vc faz parte da elite suja que tira dinheiro dos pobres, distribui mal a renda e achata a sociedade". Essa é a elite? Acho complicado pensar assim. Veja, no mundo, aproximadamente 500 pessoas controlam algo em torno de 60% do dinheiro circulante. Eles não ganham R$ 722. No Brasil, você pode ter acesso a um trabalho interessante chamado "Os Ricos no Brasil", de autoria do Marcio Pochman e outros autores.
Também não é verdade que "sem nossos "cães de quarda", todos que postaram até agora, teriam que viver com 400 e poucos reais (tem que deduzir impostos do PIB)... para uma sociedade justa!".
Nesse sentido, indico o debate que eu e o Adroaldo travamos no texto "Tropa deleite". O Adroaldo pode te dizer coisas importantes sobre as raízes do problema. Me parece que você está vendo a realidade invertida, salvo melhor definição.
Abraços sem hipocrisia.
Muito bom texto, forte, sólido, bem estruturado e belíssimo (pelo implícito de humanidade além de muito bem escrito, numa linguagem simples, enxuta e agradável). E útil, utilíssimo, pelas grandes lições (no melhor sentido) de seus múltiplos aspectos. Na dúvida entre parabenizá-lo ou agradecê-lo, faço ambos: Parabéns e grato por esse excelente "A Tropa da Elite", que confirmou sua inclusão no meu Favoritos, pois já vi outros textos seus, aqui, no Overmundo, e em seu blog, e gostei muito, ficando a boa impressão de um dizer que precisa ser mais divulgado, para alcançar quantos existam homens e mulheres de boa vontade e/ou transformar os que ainda não assim são/estão. Além disso, os comentários dos leitores ao texto, em sua maioria, também são muito interessantes, valorizando-o ainda mais, e através deles a gente descobre outros bons autores/pensadores. Abraços solidários (no meu caso, sob os riscos de autodenominar-me, anarcoexistencialistas, já que não sei, especificamente, qual seria o "rótulo" ou a visão de mundo do amigo, se bem que ela me parece, inicial e até aqui, bastante simpática). Mais uma vez, parabéns e grato. Felicidades!
Cláudio Carvalho Fernandes · Teresina, PI 19/1/2009 07:11Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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