Capoeira - The Brazilian Peoples’ Wisdom

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Eurico Vianna · Austrália , WW
12/5/2009 · 28 · 55
 

- "Capoeira é a sabedoria do povo brasileiro." Isto é como Mestre Angoleiro (J. Bamberg), discípulo de Mestre Bimba, diz-nos como o uso de professores para definir a Capoeira. Hoje, o Mestre Angoleiro se sente incomodado com as tradições "novo" em Capoeira ... completamente um companheiro!

Um tempo atrás, chegando a um evento, ele foi apresentado antes de iniciar a roda segurando seu berimbau viola. O responsável veio e disse: "- Mestre, aqui é o gunga para você!" Mestre Angoleiro insistia em tocar sua viola próprias e ainda um outro comentário se seguiram: "Aqui neste grupo a tradição é que os comandos da gunga na roda e, desde você é o mais antigo Mestre aqui, você deve jogar o gunga. "Mestre Angoleiro gingou1 por um tempo de fora da roda, sem jogar ou instrumentos ou cantar alguma canção, esperando pacientemente até o final do evento, e em seguida, agradeceu a todos antes de sair.

Parece que as pessoas com pensamentos mais refinados, como o Mestre Angoleiro, atrair esse tipo de situação. O resultado da sua experiência nestas situações é aways um reflexo óbvio, mas perspicaz que não era para os seus comentários a maioria das pessoas não teria notado uma coisa. Mestre Angoleiro comentário sobre o episódio foi uma destas pérolas: "Seu somente nas mentes desses oligofrênicos" que uma "coisa" (ou um objeto, referindo-se ao berimbau gunga) pode ser de mais importância do que a sabedoria do Mestre " . By the way ", oligofrênico" é como ele chama aqueles cheio de músculos e vazio capoeiras dirigido.

Esta história chama a atenção para o "re Capoeira de tomada de tradições", como Mestre Angoleiro ironicamente coloca, ou simplesmente "invenção de tradições", como é conhecido entre os estudiosos Cultural Study. Hoje, um fenômeno bastante comum em ambos os tradicionalistas Capoeira Angola e Regional. Mas, mais especificamente, o que é? E como se isso realmente se relacionam com a nossa prática? Bem, acontece que a maioria dos "[t] raditions que parecem ou alegam ser antigas são muitas vezes bastante recentes na origem e, por vezes inventada ... "Tradição inventada" [é] um conjunto de práticas, ... de um ritual ou de natureza simbólica que visam inculcar certos valores e normas de comportamento através da repetição, que automaticamente implica em continuidade com um passado histórico apropriado "(Hobsbawm e Ranger, como citado em Hall et al. modernidade e sua Futures.1992, pp274-295 ).

Como isso se relaciona com a nossa prática é bastante simples e leva apenas algumas perguntas a respeito do que esta "tradições inventadas" são subjacentes. Por exemplo, "Quais são estes valores de apoio?"; "Quem quer inculcar valores, em quem e benefícios de fazê-lo?" E também "Por que essas pessoas inventando tradições?".

Geralmente, mas nem sempre, uma abordagem tradicionalista visa a inculcar os valores da autenticidade, da originalidade por aqueles que pretendem ser os guardiões de linhagens específicas. O problema está em um bando de "Mestres" descendente geralmente, mas nem sempre de novo, de Mestre Pastinha ou linhagem de Mestre Bimba desenvolver um discurso tradicionalista com o objetivo de desvalorizar outras escolas ou linhagens. Supostamente, sendo as poucas pessoas que testemunharam a gerações passadas de capoeiras estes radicais poucos herdado autoridade para ditar como Capoeira costumava ser no passado mítico e que é autêntica ou não de acordo com seu depoimento.

Ao inventar tradições e "inculcat [ndo] certos valores e normas de comportamento através da repetição, que automaticamente implica em continuidade com o [seu] passado histórico adequado") esta camarilha de mestres "tradicionalistas" é forjar Capoeira do passado de acordo com sua agenda. Por ser tão rigorosa e segura de todas essas regras (em vez de rituais) eles passam para seus alunos uma idéia de verdade guardiões do passado, entregando uma autêntica "conhecimento", portanto, buscando legitimar o seu património cultural ".

Para mim, o pior resultado dessas práticas é o tradicionalismo - a mudança da forma sábia, orgânicos e centrado nas pessoas as coisas eram feitas no passado pelos Mestres humilde e honesto para um conjunto de regras dogmáticas beneficiando uma camarilha de tradicionalistas. Essa mudança pode nos conduzir a um processo no qual a educação eo verdadeiro significado da Capoeira - A sabedoria dos povos brasileiros - será substituída por dogmas cegos e identidades fundamentalistas em Capoeira. Isso é como as tradições e rituais que foram feitos para manter viva a sabedoria ea cultura dos povos Capoeira acabam trazendo uma economia competitiva, segregadoras e ambiente opressivo sobre a prática. Isso é como os alunos são domesticados para desenvolver ingênua e identidades de grupo ligado ao invés de desenvolver um amplo sentimento de pertença a Capoeira, a espécie humana.

Como Mestre Angoleiro diria: "Esta é a capoeira mercado, rapaz! Isso não é Capoeira! "Este é um movimento organizado criado por uns poucos" Mestres "para justificar seu comportamento rigoroso, na tentativa de herdar um legado cultural e conquistar mercado.

Aqueles que foram, e ainda são, processo de ensino capaz de ensinar com simplicidade, compromisso e dedicação, com foco em pessoas e não em dogmas, na aprendizagem, e não em mero treinamento são os verdadeiros Mestres. E tenho certeza que eles vão preparar os seus alunos a fazerem o mesmo. Naturalmente, essas pessoas também têm seus rituais e métodos, cada um à sua maneira, mas sempre com uma visão sobre como passar em sua sabedoria e conhecimento - Capoeira - com os seus homólogos.

Podemos olhar alguns exemplos destes Mestres sábios e como seus Capoeira foi espontânea. O falecido Mestre iziquiel, aluno de Mestre Bimba, levou rodas cantando suas chulas e tocando seu pandeiro, cantando corridos e não dobram berimbau como uma consciência de seu fundo seria de esperar. Hoje, Mestre João Pequeno, devido à sua idade, leva sua roda segurando apenas uma baqueta na mão para que ele re-arranjadas seu charanga2. Mestre João Grande aprovou uniformes brancos para a sua escola, em oposição à tradição de Mestre Pastinha de vestir preto e amarelo em uma homenagem ao seu time de futebol local - o Ipiranga. O finado Mestre Paulo dos Anjos, ainda tenho a promover festas Batizado em sua escola. Todos eles são grandes Mestres, conhecido e respeitado, e todos eles alteraram seus ensinamentos do Mestre, de alguma forma de adicionar algumas de suas próprias personalidades e experiência na realização com os ensinamentos do seu antepassado cultural.

No entanto, todos eles são contabilizados como verdadeiro guardião da Capoeira sabedoria e conhecimento. Eles tomaram o seu lugar dentro de sua linhagem cultural com grande honra e orgulho. Focalizando passar seu legado com bondade e dedicação, independentemente das escalas falsa de autenticidade. Acima de tudo, nenhum deles parecia fazer dogmas do mesmo, ou para ensinar sem refletir sua própria experiência. As pessoas podem rotular seu conjunto de condutas como "tradições", mas isso não significa necessariamente que ele é feito exatamente da mesma maneira como foi feito no passado, nem que isso é mais ou menos autêntico do que o caminho de outras escolas que não .

Ao longo de anos de empenho e dedicação, estes Mestres sábios transferidos herdado sua cultura e experiência adquirida ao longo da vida para as gerações seguintes como uma ferramenta de capacitação contra a opressão dominante. Sempre com foco em e se preocupar com os seus homólogos, não em usar a herança tão maravilhoso para conquistar mercado e manter uma hierarquia de cima para baixo em que apenas uns poucos "Mestres conhecedores" decidir o que Capoeira é tudo.

Não tenho dúvidas de que essas pessoas maravilhosas que fizeram Capoeira uma prática de vida filosófica (e não uma carreira!), Nunca iria colocar seus rituais e tradições acima da educação e boas maneiras para com os outros. Educação acima de treinamento simples. A sabedoria do Mestre por um conjunto de tradições inventadas ou um objeto (mesmo que seja um sagrado como o berimbau para é para alguns). Antes de qualquer ritual ou tradição, temos de defender a sabedoria antiga, os fundamentos filosóficos, com seus valores igualitários e tipo.

Temos de tomar cuidado para que uma grande extensão mundo Capoeira está a sofrer mudanças rápidas. Temos de nos perguntar quem está beneficiando mais da isso muda? E sempre que essas mudanças não são para o bem de todos os capoeiras, em prol da diversidade e da aprendizagem inter-cultural, temos de estar contra ele!

Conhecimento em Capoeira deve também ostentar sabedoria (finalidade) para servir a todos, tem de libertar os oprimidos, e acima de tudo servir de solidariedade! Como Mestre Cláudio Danadinho, Professor em Arquitetura e um dos fundadores do Grupo Senzala diria: "Capoeira é um método que prepara uma para viver, um caminho para a felicidade universal".

1A maneira enganosa de balançar o corpo de alguém, entretanto, a preparar as greves e as estratégias de gestão. Em termos gerais, dentro de uma cultura brasileira com uma boa ginga (balanço do corpo), é um com inteligência, criatividade e espontaneidade em lidar com perigosos e / ou situações embaraçosas.

2An nome antiquado para bateria (todo o conjunto de instrumentos de Capoeira musical).

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Robson Araujo
 

Parabéns Mestre Eurico, toda discussão atualizada sobre a capoeira é bem vida. Ainda mais as que registram informações sobre os Mestres que fizeram a sua história.

Robson Araujo · Campina Grande, PB 12/5/2009 12:18
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Doroni Hilgenberg
 

Mestre Eurico
Ah... se eu soubesse Inglês...
mas sei só " nosso" Português e um pouco de Francês
bjs e votos

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 12/5/2009 18:24
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alcanu
 

The boks on the table, the books on the table, the books on the table...

alcanu · São Paulo, SP 12/5/2009 18:56
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Cintia Thome
 

Eurico

Postar em inglês
Aqui não temos tradutor on line
Baby fish...


Please it translates I can, but I do not have to translate it. Sorry

Kisses...

Cintia Thome · São Paulo, SP 12/5/2009 20:49
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menina_flor
 

Olá Eurico,
A capoeira é um esporte interessante.
Mas o texto em ingles não é acessível a todos. É como disse nossa amiga Cintia : aqui não tem tradutor on line.
Pena que não esteja em portugues.
Dificil opinar. Se fosse em italiano..
Abraços,
Patty

menina_flor · Rio de Janeiro, RJ 12/5/2009 21:46
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Spírito Santo
 

Eurico,

Please man. Passei no Google translate e mesmo assim, macarronicamente obtive uma tradução que pode recomendar o teu texto como interessante e legal (apesar de não conter nenhuma novidade ou aprofundamento sobre o tema para nós brasileiros como você). Gringos vão achar muitas informações curiosas e relevantes, claro.

Não tive tempo para isto (para fazer uma versão para nossa galera), mas bem que pensei nisto para resolver este problema básico por aqui: Não somos um site poliglota, muito menos bilingue (pelo menos que eu saiba)
Não tenho muita certeza, mas acho que alguém logo vai apertar uma tal de setinha vermelha para solicitar à moderação do site a gentileza de sugerir a você que republique em português. Senão, caso ninguém te dê este toque, de qualquer modo fica aqui o meu pedido encarecido.
Sory

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 12/5/2009 22:47
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Andre Pessego
 

Faço minhas, por mim mesmo, as colocações do Spirito.
Mas fico feliz e parabenizo ao Mestre Eurico pela postagem
sem desmerecer a mim e aos que como eu são uni-lingua, fico feliz
por ver meus Mestres navegando mares a dentro,
abraço
andre
Obs. Obrigado ao Robson pelo aviso.

Andre Pessego · São Paulo, SP 12/5/2009 23:02
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Krista K
 

Uia Joe... será que são necessárias palavrões para chamar a atenção do autor?

De qualquer jeito, não vejo mal em postagens em outras línguas desde que uma versão traduzida seja providenciada junto. De um lado, seria legal incluir textos em outras línguas no site - se todo mundo reclama de ignorância dos gringos, não seria certo permitir a eles acesso à informação produzida por brasileiros que tanto sabem da sua própria cultura?
De outro lado, acho que uma versão traduzida deveria sempre acompanhar qualquer texto escrito em língua estrangeira - este site, no final, foi feito primeiramente para os brasileiros, né? E de qualquer jeito, uma pessoa que se interessa por postar no Overmundo deveria ser capaz ou traduzir seu próprio texto ou achar alguém para fazer a tradução.

Mas gente...sem briga, tá. Se tem como acomodar todo mundo, vamos tentar seguir em paz e com consideração por todos. :)

Krista K · Salvador, BA 13/5/2009 01:56
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Eurico Vianna
 

Olá a Todo(a)s!
Recebi de um amigo educador a indicação do Overmundo como um site orientado para cultura brasileira no mundo, e presumi, erradamente, que não haveria problema publicar em inglês. Engano meu, perdão.
De fato, infelizmente, não tenho tempo de produzir as traduções para os textos publicados no Blog
(4capoeirathoughts.blogspot.com) para a publicação em português no Overmundo, com certeza uma grande perda em redes de contato para o desenvolvimento do meu trabalho em prol da nossa cultura no exterior.
De toda forma, preparei uma tradução em nome dos que gentilmente me pediram e daqueles, que de fato, se interessaram pelo conteudo, mas encontraram dificuldades na leitura em inglês.
Caso tenham interesse em receber outros textos (em inglês) dentro dessa linha do "Capoeira - Sabedoria do Povo do Brasil", por favor, se refiram ao Blog
(4capoeirathoughts.blogspot.com). Respoderei aos comentários e e-mails com maior prazer.
Axé! Grato!
Eurico
ps: A administração do Overmundo somente me autorizará a publicação da versão em português em 30 horas. Mais uma vez, desculpem o transtorno, a tradução estará no ar assim que permitido.

Eurico Vianna · Austrália , WW 13/5/2009 04:34
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Falcão S.R
 

Não entendi nada, mas deve ser bom...

Abs

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 13/5/2009 04:42
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Spírito Santo
 

Valeu Eurico,

Perfeita a sua justificativa exceto por um pequeno detalhe e uma dúvida que me ocorreu:
1- Não tenho procuração para repetir isto não, mas o Overmundo é um site orientado para cultura brasileira no mundo sim, mas isto é óbvio porque, em se tratando de Internet, uma rede aberta todos os sites do Brasil o são. isto não quer dizer que um texto apenas em inglês fosse o mais recomendável.

2- Por isto fiquei na dúvida como o seguinte: O texto publicado é seu ou de outro autor que escreve para o seu blog? A dúvida me ocorreu porque não entendi a lógica de um cara brasileiro escrever para um site do Brasil em ingles e justificar esta leve distração com a 'falta de tempo para traduzir'. Um brasileiro falando em inglês para brasileiros. Achei esquisito isto.
Acho que a Krista K resumiu bem o contexto da situação.
Agradeço, de minha parte a desejada tradução.

Abs


Obrigado

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 13/5/2009 09:15
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Eurico Vianna
 

Oi Spirito,
Como disse, minha falha foi não averiguar melhor as 'netquetas' do Overmundo antes de publicar. Recebi uma recomendação muito boa e me precipitei em divulgar o texto. Acontece que moro fora há dois anos (fazendo uma pós e ministrando aulas regulares e oficinas de Capoeira) e praticamente tudo que escrevo, seja para academia ou para o meu trabalho com a Capoeira (em sua grande maioria também baseado no exterior) já é redigido direto no inglês, daí a confusão. Perdão mais uma vez.
Amanhã tento publicar a versão em português novamente.
Grato por sua atenção!
Eurico

Eurico Vianna · Austrália , WW 13/5/2009 10:28
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Spírito Santo
 

Valu Eurico,

Ficou claríssimo agora. Perfeito. Também peço perdão por esta minha, aparentemente, exagerada insistência. É que somos um site, de certo modo, colaborativo e o teu texto em inglês surgiu bem no meio de uma espécie de debate sobre o foco 'brasilianista' do site. O lado bom da história é que o incidente serviu para iluminar um pouco estas nossas reflexões sobre o assunto.
Obrigado mais uma vez.

Abs

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 13/5/2009 10:46
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Adroaldo Bauer
 

Minha língua é minha pátria!
Desesperadamente eu canto em português.

Como o império se impõe por aculturação também... um dia chegaremos lá... ainda que resistam os da aldeia gaulesa.
Parodiando Fernando Pessoa,
Arre!
Por onde andarão os semi-deuses?

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 13/5/2009 12:00
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joe_brazuca
 

oi pra todos...

os "palavroes" foram um "arroubo"...Afinal palavroes se falam em todas as liguas !...normal...ou todo mundo aqui é tão "puritano" assim que não fala e/ou não pode ouvir, caspitta ???!!!

E eu não xinguei o autor !...E nem tão pouco fiz escárnio com o texto, que é excelente por sinal, SÓ ACHO MIL VEZES QUE DEVERIA AO MENOS TAMBEM SER ESCRITO NA LIGUA MÃE DESTA TERRA VARONIL !...Usei um termo muito comum na terra "deles"...aliás, como aqui tb !...oras bolas !

Ja não bastam todos os "anglicismos" que ja somos obrigados a aguentar no dia-a-dia ( drivein, maquedonalde, draivetru, sailes ofi, e coisa e tal, por ai afora...) agora temos que ler um artigo em Ingles tb, por aqui !!!...no mínimo 90 % de nossa população não fala outro idioma, a não seu o nosso ( e olhem lá...)
Acho até qeu esse tema dá uma boa discussão, pois seria interessantíssimo se uma grande maioria tivesse acesso à lingua "da Matrix"...

E como explicou o Spirito, o troço pintou num momento crucial, em meio a um quebra-queijo infernal sobre cultura brasileira, estrangeirismo e coisas que o valham...

Em todo caso, o autor explicou, e explicado está !...Dessa vez passa...E se ele disse que vai postar em portugues, melhorô...Dai TODO MUNDO que vier, vai enteder...

ah ! Doroni, dica : Posta de novo o seu Dibs no overblog....Se tirarem vou "na polícia"...

um beijo pra todos...e desculpem se sangrei ouvidos mais ou menos sensíveis...

(p.s. : sou um "priviligiado" no país das marolinhas...eu leio e falo o idioma do "imperialist boss"...)

joe_brazuca · São Paulo, SP 13/5/2009 12:09
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AZnº 666
 

Li o texto traduzido e como diz Spirito:
Extremamente macarrõnico embora de igual valor ou seja:
Acrescenta bem á nossa Arte!
Coloco-me a disposição do Sr Eurico para a versão Portuguesa se tornar de compreensão acessível ao menos letrados como eu!
Camões: Nem tanto ao mar, nem tanto aterra!

AZnº 666 · Rio de Janeiro, RJ 13/5/2009 12:15
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Cintia Thome
 

- « Capoeira est la sagesse des peuples brésiliens. » C'est comment Mestre Angoleiro (J. Bamberg), disciple de Mestre Bimba, nous indique comment son utilisation de professeur de définir Capoeira. Aujourd'hui, Mestre Angoleiro se sent tracassé par les « nouvelles traditions » dans Capoeira… Tout à fait un camarade ! Il y a un moment arrivant à un événement, il a été présenté avant de commencer le roda tenir son alto de berimbau. Le responsable est venu et a indiqué : « - Mestre, voici le gunga pour vous ! » Mestre Angoleiro a insisté sur jouer un son propre alto mais un commentaire différent suivis : « - Ici dans ce groupe la tradition est que les comands de gunga le roda et, puisque vous êtes le Mestre le plus ancien ici, vous doivent jouer le gunga. » Mestre Angoleiro gingou1 pendant un moment de l'extérieur du roda, sans jouer des instruments ou chanter toute chanson, attendant patiemment jusqu'à la fin de l'événement, et alors remercié chacun avant de partir. Il semble que les gens avec des pensées plus de raffinage, telles que Mestre Angoleiro, attirent cette sorte de situation. Le résultat de leur expérience de ces situations est des aways une réflexion évidente mais perspicace cette il wasn' ; t pour leurs commentaires la plupart des personnes wouldn' ; t ont noté une chose. Mestre Angoleiro' ; le commentaire de s sur l'épisode était l'une de ces perles : « - Son seulement dedans les esprits de ces « oligofrênicos » qui « une chose » (ou un objet, se rapportant au gunga de berimbau) peut être de plus d'importance qu'un Mestre' ; sagesse de s ». D'ailleurs, le « oligofrênico » est comment il appelle ces pleins des muscles et des capoeiras sots. Cette histoire attire l'attention sur le ' ; Capoeira' ; recommencement de s de traditions' ; comme Mestre Angoleiro met ironiquement lui, ou simplement ' ; invention de traditions' ; comme on le connaît parmi culturel étudiez les disciples. Aujourd'hui, un phénomène assez commun dans Capoeira traditionaliste Angola et régional. Mais plus spécifiquement, qu'est-ce que c'est ? Et comment est-ce que ceci se rapporte réellement à notre pratique ? Bien, il s'avère que la plupart « des raditions [t] qui semblent ou réclamation être vieux soient souvent tout à fait récentes d'origine et… « la tradition inventée parfois inventée » [des moyens] un ensemble de pratiques,… d'une nature rituelle ou symbolique qui cherche à inculquer de certaines valeurs et normes du comportement par la répétition qui implique automatiquement la continuité avec un past' historique approprié ; (Hobsbawm et garde forestier, comme cité en modernité de Hall et autres et son Futures.1992, pp274-295). Comment fait ceci rapportez à notre pratique est tout à fait simple et elle prend seulement quelques questions au sujet de ce que ceci « a inventé des traditions » soutiennent. Par exemple, « QUE ces valeurs soutiennent-elles ? » ; La « OMS veut inculquer de telles valeurs dans qui et avantages de faire ainsi ? » ; et aussi « POURQUOI sont ces personnes inventant des traditions ? ». Habituellement, mais pas toujours, une approche traditionaliste vise à inculquer des valeurs de l'authenticité, de l'originalité par tels qui prétendent être les gardiens des lignées spécifiques. Le problème se situe dans une clique de « Mestres » descendant habituellement, mais pas toujours encore, de Mestre Pastinha' ; s ou Mestre Bimba' ; la lignée de s développent un discours traditionaliste visant à dévaluer d'autres écoles ou lignées. Censément, être les quelques personnes qui étaient témoin des générations passées des capoeiras ces quelques radicaux a hérité de l'autorité pour dicter comment Capoeira était dans le passé mythique et ce qu'est authentique ou pas selon leur témoignage. En inventant des traditions et « valeurs d'inculcat [ing] de certaines et normes du comportement par la répétition qui implique automatiquement la continuité avec [leur] past' historique approprié ; ") cette clique « des mestres traditionalistes » est la pièce forgéee Capoeira' ; s au delà selon leur ordre du jour. En étant si stricts et sûrs de toutes ces règles (plutôt puis rituels) ils transmettent à leurs étudiants une idée des gardiens de vérité du passé fournissant une connaissance « authentique », par conséquent, cherchant à légitimer leur « acquis culturel ». Pour moi les résultats plus mauvais de ces pratiques sont le traditionalisme - le décalage des choses sages, organiques et personne-centrées de manière ont été faits dans le passé par Mestres humble et honnête à un ensemble de règles dogmatiques bénéficiant une clique des traditionalistes. Un tel décalage peut nous mener vers un processus dans lequel l'éducation et la signification vraie de Capoeira - la sagesse des peuples brésiliens - seront remplacées par des dogmes sans visibilité et des identités fondamentalistes dans Capoeira. C'est comment les traditions et les rituels qui ont été cen

Cintia Thome · São Paulo, SP 13/5/2009 12:35
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Cintia Thome
 

e assim vai...CANSEI

Cintia Thome · São Paulo, SP 13/5/2009 12:47
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joe_brazuca
 

a bien sur, mon amour !......rsrsrs
c'est tres important idiome aussi !

Grande Cintia !

(ei, Spirito !...que tal em "Deutsch" tb ???...rsrsrs...manda ai, meu !)

ah !...só um trechinho....rsrsrs :

"...Noi possiamo guardare alcuni esempi di questi Mestres saggi e come spontaneo era il loro Capoeira. Il tardo Mestre Iziquiel, lo studente di Mestre Bimba, rodas condotto cantando il suo chulas e giocando il suo pandeiro mentre non cantando corridos ed adoperando berimbau come uno consapevole del suo sfondo si aspetterebbero. Oggi, Mestre João Pequeno, a causa della sua età i piombi il suo roda che tiene solamente un baqueta nella sua mano per quello che lui re-sistemò il suo charanga2..."

rsrsrss.. viva a verve do "brasilian people!"

( deixa eu "trabaia" que dá mais certo....rsrs)

joe_brazuca · São Paulo, SP 13/5/2009 14:05
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Robson Araujo
 

Gente, é interessante como certas questões logo aparecem quando a nossa cultura atinge outros mares. Existe uma discussão interessante hoje de que a capoeira ser uma das células da cultura brasileira que melhor representa o Brasil lá fora, porque está em mais de 155 países e as milhões pessoas estrangeiras que a praticam simplesmente a AMAM! Mudam completamente seu comportamento para se vestir, falar (cantar as músicas da capoeira EM PORTUGUÊS!), tocar instrumentos e muitas vezes adquirir nosso estilo de vida. Sem falar que a visita ao Brasil acaba sendo uma certeza depois que conhecem a capoeira lá fora.

Achei muito interessante surgirem versões em outros idiomas aqui, pois se estamos falando difundir nossa cultura é isso mesmo o que temos que fazer! Claro que sem perder a nossão de que a cultura do Brasil deve ser sempre valorizada aqui dentro para que ela não definhe. Mas a massificação tem sido um grande problema para nós aqui. Por exemplo, eu sou um cara que ama o Forró e sinceramente não tenho muito do que me orgulhar do que acontece na maioria dos grandes shows de forró pelo país. De todo modo, encontro excelentes bequinhos onde o úm forrobodó mais autêntico ainda anima o povo.

Bravamente a Capoeira tem sobrevivido, mesmo tendo passado por mudanças ao longo dos anos quando deixou de ser uma manifestação espontânea para entrar nas academias etc.

Enfim, o que quero registrar aqui é:
- Como vou ensinar a cultura brasileira para um povo se eu não falo a lingua deles?
- Como o Overmundo é para o mundo, se o mundo não o lê (porque não lê português)?

Não esqueçam que os Jesuítas tiveram que ACULTURAR os índios brasileiros e para isso eles (os jesuítas) aprenderam primeiro tupi-guarani (criaram sua escrita) e junto com o português passaram a ensinar aos índios da então colônia de Portugal a sua cultura e religião.

Se queremos mostrar pra o mundo o que a gente faz, eles terão que entender isso no idioma deles primeiro, senão nada feito.

Tenho quebrado a cabeça pra estudar isso mais profundamente e mesmo sem muitos recursos estou tentando ampliar um site que tem o objetivo de estudar nossa cultura, especialmente a cultura da capoeira e outros folguedos que a acompanham.

Vejam: www.soucapoeira.org

Robson Araujo · Campina Grande, PB 13/5/2009 15:16
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Spírito Santo
 

Robson,

Interantíssima - principalmente por ser polêmica - esta bola levantada pelo Robson: A faca de dois gumes da Aculturação.

Esta suposta aculturação dos índios do Brasil por parte dos jesuítas (com que interesses?) aprendendo o Tupi guarani e criando a sua escrita (a que elementos do Tupi Guarani tiveram acesso? ) Criando sua escrita (quais foram as limitações desta transliteração linguística?) Será que os índios, realmente não tinham mesmo em sua cultura algum tipo de escrita, em outro contexto linguístico?) ..."e junto com o português passaram a ensinar aos índios...a sua cultura e religião" ( a deles, bem entendido. A propósito os índios a cultura e a religião portada eles seria inferior à trazida pelos brancos jesuítas?)

Tudo isto fica sobrevoando as nossas cabeças quando falamos de Capoeira e Rock'n Roll.

Sugiro relativizar, gente: Aculturação não é, necessariamente uma coisa legal. Falar inglês (ou sendo índio, falar português) não é bacana em si. Pode ser péssimo até.

Não é preciso ser um nazista xenófobo para lidar com isto, basta ter orgulho de sermos o que somos (inclusive insistindo para que entendam a nossa língua tanto quanto nos esforçamos para entender a dos vizinhos.)

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 13/5/2009 18:08
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Andre Pessego
 

Pessoal,
aos que já leram, comentaram, colaboraram, aos que virão, eu pediria licença para aditar duas observações, e solicito, (de pedir) uma olhada no texto da letra "B".

a) minha passagem pelo francês, para poder prestar o "Exame de Admissão ao Ginásio", me valeu : acompanhei, com a distância lógica, a tradução da Cintia.

b) Em o Mestre de Capoeira, uma das minhas primeiras colaborações, um velho Mestre, Mestre Benício faz esta observação>
- ".....felizmente vi, soube e até conversei com alguns Mestres doutores, de anel no dedo e tudo. e olhe que todos novos, 30 a 40 e poucos anos. Não me Lembro de ninguém já nos 50. Tem tantos já escrevendo livro, quem diria"?..... Mestre dando aula na Inglaterra - ensinando mesmo, especializações diversas, nas Universidades, para formar doutores também".....

Quem, como eu que vive, no dia a dia, nas mais diferentes bibocas deste país, quem acompanha a Capoeira, das salas, das aulas, das ruas, mas também do lado da intelectualidade, sente-se realmente como Mestre Benício, contente. Contente pelo Brasil.
Acho que este é o diferencial. e não tenho duúvida foi esta a compreensão, dos que leram e comentaram, além do fato de tratar de cultura brasileira, o idioma é um detalhe.
Mas valeu, o interesse demonstrado por todos,
abraço
andré.

Andre Pessego · São Paulo, SP 13/5/2009 18:23
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joe_brazuca
 

oi André...

contudo, um detalhe importantíssimo, né ?

senão ficará sempre o dito pelo não dito...o entendido pelo desentendido...e assim afora...

Inglês , frances, alemão, italiano, espanhol, de repente até da pra encarar, pois são linguas mais faadas, coisa e tal...
será mesmo ?...na na ni na não...rs

então tá...de repente tb, vem alguem aqui neste site onde predomina a lingua pátria e publica qq coisa sobre por exemplo, o café do brasil, ou as exportações brasileiras, ou o samba de breque, ou a capoeira amada por todos, ou sobre a famosa "fama" que atinge as novelas brasileiras nos exterior, EM MANDARIM, que é hoje, em termos populacionais, o idioma mais falado do planeta !...e aí, como é que ficamos ?

Quantos de nós, vou exagerar, como se todos vissem o artigo, os 40000 overusuários, fora a população que entra aqui s´´o pra ler, aprender, cisa e tal, domina ou consegue traduzir MESMO QUE MACARRONICAMENTE, o mandarim ?...sei lá...rs

Daí a língua deixa de ser só um detalhe, né mesmo ?

um abraço

joe_brazuca · São Paulo, SP 13/5/2009 18:48
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Krista K
 

[citando Joe] "e repente tb, vem alguem aqui neste site ... e publica qq coisa ... EM MANDARIM, que é hoje, em termos populacionais, o idioma mais falado do planeta !...e aí, como é que ficamos ?"

E qual o problema desde que o autor providencie uma tradução junto com a versão em Mandarim? ;)

Krista K · Salvador, BA 13/5/2009 18:58
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joe_brazuca
 

Krista, amiga !

ai esta o macX-salade da questão que se elocubra por aqui !...não sugiro um ataque genérico e pandêmico de xenofobia, não...longe disso !...Eu acho mesmo que um dia todos os brazucas, nós, falemos "n" idiomas !...e como falou o Spirito la em cima, que os outros povos aprendam o português, com a mesma boa vontade qeu nós aprendemos os deles !...
Não sou adepto da torre de babel , não...rs
Todo mundo entendendo tudo, a todo tempo...eis o ideário formatado, né não ?....rs

é claro que se um "mandarinez" postar algo aqui ou em qq lugar, que não seja onde se fala o mandarim, tem que vir com as devidads traduções, o que infelizmente claudicou o amigo Eurico, para o seu exímio postado !

Pois então, que se publique qq coisa em qq idioma, com a suas traduçeos, por seu óbvio !

um beijo !

joe_brazuca · São Paulo, SP 13/5/2009 19:15
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Robson Araujo
 

Gente, é por isso que eu gosto do OVERmundo, ou seria melhor SOBREmundo? ALÉMmundo talvez (como referência ao além-mar)? Quem sabe EXTRAmundo? Se preferirem, podemos chamar de sobreWORLD, alémWORLD ou extraWORLD... :-)

Quero me referir aos feedbacks interessantes sobre o que escrevemos. Isso me cativa na comunidade Overmundo! Não conheço outro site em que isso aconteça tão dinamicamente. Até onde pude entender dos objetivos do site, mesmo que a contribuição do Mestre Eurico seja clasificada como "internacional" e não "nacional" ou pertencente a algum estado específico, o Overmundo permite que brasileiros erradicados nos exterior possam se expressar, pois não deixam de serem nosso irmãos de cultura. Aliás, quando a gente sai de nossa terrinha de origem, parece que baixa um santo de tempos em tempos e a gente incorpora cada vez mais nossa cultura mãe. Aconteceu comigo dentro do própio Brasil, quando saí do nordeste para o centro-oeste. Procurei viver a minha cultura e muitas vezes mostrar para os outros brasileiros as peculiaridades de onde vim (entre elas os regionalismos do português brasileiro!). Temos uma excelente receptividade para trocar informações regionais aqui no Brasil. Isso nos faz um povo muito acolhedor. Foi com uma gaúcha que aprendi uma famosa expressão do RN. "Réiar" (ou como falam: vai se réiar!) que provavel vem de Relhar (meter o rêlho - chicote). As pessoas ficam me perguntando o significado das letras de Luiz Gonzaga que sou fã incondicional, por exemplo, "hoje é de fiar pavio!", que seria o mesmo que dizer vai até pavio do lampião acabar, forró à noite inteira entao... rsrsrs

Mas... voltando a tônica da discução sobre o Overmundo, ou mundoCOMPLETO (ACABADO, ou CONCLUSO).. rsrsr. Seria interessante que os organizadores pensassem em escolher um bom tradutor online do português para outros idiomas, creio que os gringos gostariam de ler muitas das coisas que temos aqui.

A linguagem pode ser um detalhe para os poliglotas, mas também é o primeiro passo para a aculturação, referida antes antes. Nossa sorte é que os portugueses não foram exploradores eficientes, e mesmo dizimando quase todas as nações indígenas(!), não conseguiram impedir nossa integração cultural entre índios, negros e degredados que foram os igredientes de nossa sopa cultural. Talvez se os holandeses, que invadiram o Brasíl em 1631 pelo Forte de Santa Catarina (Porto de Cabeledo, PB), tivessem ganhado dos portugueses nossa cultura não fosse tão nossa, talvez tivéssemos sido uma colônia mais tempo a exemplo de muitos países africanos e indonésios.

Provocações, licença poética, polêmicas, idiossincrazias, informações relevantes, tudo num tom de contribuição. Que maravilha isso. Adoro vocês!!!! ;-)

Abraços e beijos

Robson Araujo · Campina Grande, PB 13/5/2009 19:37
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Robson Araujo
 

Ah! Estou ansioso para ver os efeitos da tradução quando publicada. Contudo acho que foi muito rica a contribuição da versão apenas no inglês, por trazer a tona este debate que está em curso... :-)

Robson Araujo · Campina Grande, PB 13/5/2009 19:39
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Adroaldo Bauer
 

Estar em casa e abdicar da língua da casa para dar lugar, em nome de divulgar as coisas da casa, a língua outra, para mim, ainda penso assim, é enfiar o dedo nágua, como dizia meu pai, para deixar a favor do vento sul as demais partes do corpo.
Os jesuítas impuseram suas crenças verdadeiras para as gentes deles, na língua da casa. Com apoio da espada da gente deles.
Se a língua atrapalha a divulgação das coisas da casa, imagino que não há mais essa casa porque o mundo só fala e entende a outra língua.
Mudará o Mandarim porque quatro quintos da humanidade tem outras línguas e a maioria das outras línguas quer ter o inglês como sua língua própria.
Em que língua soarão as sete notas da escala musical?
Se apenas comunicação fosse um objetivo,
o esperanto aguarda sua chance ao canto.
O inglês imperialista, como o latim imperial, deram seus frutos já.
O tupi não se mais fala muito em por aqui.
Em breve, para ler o que se escreve aqui, deveremos, por consequência, consultar (e talvez pagar) o tradutor da língua que se impuser: inglês x mandarim.
Rode a roleta, faça o jogo, cante o ponto e dê pernada a três por quatro, mas não se despenteie.
Curioso que cantam em países outros os pontos da capoeira em português, mas para dizer disso para nós, os atuais naturais da terra da capoeira, deva-se dizer em inglês.
Saravá!

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 14/5/2009 02:31
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W.Doug - Stonefish films
 

Capoeira no mundo, patrimônio cultural brasileiro. Estou com um projeto em andamento sobre o grupo de capoeira abadá no Japão, americanos, australianos, japoneses, já foram entrevistados por mim, em outubro entrevistarei o patriarca do grupo abadá mestre camisa, aqui um flash do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=WxKhOc05pvc

W.Doug - Stonefish films · Japão , WW 14/5/2009 08:01
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Spírito Santo
 

Eu que sou adepto de um cara que conheceu um cara que falava javanês, falo contrito aqui com os meus botões: Homessa?Este papo é cuspido e escarrado **auqela história da Torre de Babel!
-----------
**Traduzindo o chiste:
(No século 18, como não existia fotografia, quando uma pessoa era igual, sósia, da outra, se dizia: 'Fulano é igual a beltrano...Esculpido em carrara". O povo, a ralé, dona da língua cunhou esta expressão sarcástica, para zoar a elite bem falante: "Cuspido e escarrado", linguisticamente falando é isto, daí...)

Sorry, periferia.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 14/5/2009 08:35
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Higor Assis
 

Foram 16 votos, que concordaram com o que foi escrito (em língua inglesa), se fosse em português seria quantos ?

Ninguém apertou o alerta ou desta vez não funcionou ?

Higor Assis · São Paulo, SP 14/5/2009 13:50
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Cintia Thome
 

Um acinte aos colaboradores e ao próprio site não ser em portugues
tão importante informação sobre a capoeira lá fora.
Mas a pergunta a Administraçao:

Pode ser postado trabalhos originalmente em inglês ou outra língua a não ser portugues e sem tradução?

Não são 16 pontos Higoe mas sim 26 ...
Mas é importante saber pois eu como brasileira tenho poemas em francês posso postá-los em francês?
Agradeço se obtiver resposta da Equipe.
Quais os tópicos (favor ou conta) para este tipo de problema que foi gerado com este postado????

E tem mais, este texto´foi escrito por quem postou ou retirado(colado) aqui? Quais as fontes?


.

Cintia Thome · São Paulo, SP 14/5/2009 15:32
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joe_brazuca
 

Higor...pois é !...seriam muitos outros a votarem por entenderem , fosse escrito (tambem, ao menos...) na lingua "nativa" (nativa ?...será ?...ibirapuera !...itaú !...abará !...tucunaré !...ubiratã!...Jabaquara !...Mandioca !...Maracá !...Tupinamba !), certamente !

A ideia e vontade do alerta pra falar a verdade me atiçou, sim...Mas, sejamos civilizados...Apagar essas profícua discussão dá dó ( ré, mi, fá, sol, lá e si tambem !....), né não ?

abraço

joe_brazuca · São Paulo, SP 14/5/2009 15:40
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Cintia Thome
 

postado 'em inglês', sem tradução na língua pátria, PORTIGUES, não viola os termos de uso? Por que????
Poderia alguem esclarecer isso?
O que é errado ou certo nesse sentido?

Cintia Thome · São Paulo, SP 14/5/2009 15:41
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Robson Araujo
 

Gente, o que sei é que o Mestre Eurico vai publicar a versão em português, mas o sistema ainda não deixa devido ao intervalo limite entre uma publicação e outra. E este texto é de autoria dele mesmo, citando parte de uma conversa/entrevistou com o Mestre Angoleiro.
Não sei quantas horas faltam, mas deve estar perto de aparecer a versão na nossa língua mãe mestiça.

Robson Araujo · Campina Grande, PB 14/5/2009 18:21
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victorvapf
 

E' bom ir acostumando, porque e' a nossa lingua no futuro...

victorvapf · Belo Horizonte, MG 14/5/2009 19:06
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Eurico Vianna
 

Gente,

Primeiramente segue o link da publicaçao em português - "Capoeira - A Sabedoria do Povo do Brasil" - http://www.overmundo.com.br/overblog/a-sabedoria-do-povo-do-brasil

Mais uma vez perdão pelo transtorno. Não tive intenção de ofender à ninguém, muito menos as 'netquetas' do Overmundo. Acredito já ter esclarecido o suficiente os motivos pelos quais publiquei o texto em inglês.

Caso alguém se interesse em 'conversar' mais aprofundadamente sobre os 'porquês' de estar pesquisando a Capoeira fora do Brasil e utilizando o idioma inglês para isso, será um prazer. Há muito tempo trabalho com nossa cultura em vários países coordenando várias escolas e promovendo eventos internacionalmente. Em todas as nossas escolas um dos pré-requisitos básicos para que um estrangeiro ensine Capoeira é o domínio do idioma português. Motivados pela Capoeira aprendem nossa língua e passam a amar nossa cultura de um modo muito mais amplo.

São anos de dedicação e compromisso sério levando nossa cultura à outras fronteiras, usando nossa cultura como um instrumento de melhoria de qualidade de vida e inclusão social aos praticantes de vários países.

Quantos de vocês patriotas, amantes tão ferrenhos da nossa língua mãe e críticos severos da minha postagem em inglês já ensinaram nossa língua, levando à proficiência, um número significativo de estrangeiros?! Tal tarefa é parte do meu dia-a-dia, e a executo com orgulho! Mas não seria possível se não dominasse também o idioma inglês.

Agradeço a todos que, de fato, se interessaram pelo texto. Para maiores informações sobre meu trabalho (em inglês) visitem:
www.capoeira.org.au e http://4capoeirathoughts.blogspot.com

Axé!

Eurico Vianna · Austrália , WW 14/5/2009 23:09
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Spírito Santo
 

Valeu Eurico,

Mas mandar esta de "...patriotas, amantes tão ferrenhos da nossa língua mãe e críticos severos da minha postagem em inglês..." foi exgero. Não precisava mandar esta.
Afinal, convenhamos, se até gringo precisa dominar o português para ensinar capoeira, porque é que a gente teria que aceitar sem discussão que você, um brasileiro, nos ensinasse capoeira em...inglês?

Sóri bát, iú estrapolaste com iúr ingrês.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 14/5/2009 23:35
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Robson Araujo
 

Spírito, você não perde o espírito.

Acho muito legal essa coisa toda. Gostaria muito de ver os comentários ao outro texto...

Sou nordestino, e lá tem um termo que as pessoas falam quando existe alguma confusão no ar: "ingresia". Como referência à época em que os ingleses foram contratados para contruir as linhas férreas brasileiras e viviam dando ordens para os trabalhadores em inglês. Era uma ingresia só! rsrsrs

Aqui pra nós, faz sentido não discutir nossa linda cultura em outros idiomas. Mas acho que a tônica levantada em alguns comentários é que se está na internet é para o (over)mundo ver.

Isso nos trouxe a essa rica discução do tupi or not tupi. Mas agora vamos ao que interessa. O novo post.

Abraços

Robson Araujo · Campina Grande, PB 14/5/2009 23:45
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Adroaldo Bauer
 

Senhor Eurico,
Quantos brasileiros você auxiliou a entender a relação de classes aqui existente que exclui do saber os de baixo, que mormente são os que cultuam a capoeira, além de serem objeto da exploração dos proprietários dos meios de produção?
Sim! Temos banana pra dar e vender!

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 15/5/2009 00:11
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Eurico Vianna
 

Caro Adroaldo,
Em 10 anos lecionando no Brasil, tive a oportunidade de colocar em contato uma média anual de 60 alunos 'regulares' entre estes advogados, professores, psicólogos, engenheiros, etc. (quase todos de classe média ou alta) em contato com crianças e jovens (aproximadamente 100 por ano) em situação de risco social vivendo em abrigos. As programa foi elaborado (e ainda está em andamento) de forma a provocar esse encontro de classes no ambiente de prática (em nosso centro) levando todos alunos à reflexão. Além das aulas, usamos filmes, palestras e outras atividades que se façam valer no sentido de promover a inclusão social dessas crianças e jovens por meio da Capoeira. Tarefa impossível de se realizar sem que se discuta a relação de classes.

Hoje, o centro no Brasil é coordenado por um desses alunos que por meio da Capoeira tomou rédeas de sua vida e se graduou em Ciências da Educação e Pedagogia. Vários dos alunos 'regulares', como psicólogos e advogados se engajaram no projeto social e testemunham que antes do contato com a Capoeira não tinham a menor noção dessa responsabilidade social.

Por fim, anualmente promovemos um encontro onde praticantes da Suécia, Finlândia, Nova Zelândia e Austrália têm a oportunidade de conhecer o projeto Aprendendo com a Cultura Brasileira e repensar as relações de classes para além das fronteiras da nossa sociedade em direção aos mecanismos de opressão mundiais. Entre este grupo de estrangeiros já existem alguns (fluentes em português) que se utilizam da Capoeira para promover contato intercultural em países onde a estratificação étnica é um problema tão sério quanto o é a nossa em relação à luta de classes.

Dessa forma, com 20 anos dedicados à nossa cultura como instrumento de educação e inclusão social, acredito sim estar sensibilizando nossos compatriotas em relação aos nossos problemas sociais.

Grato mais uma vez pela curiosidade em relação ao meu trabalho.

Axé,
Eurico

Eurico Vianna · Austrália , WW 15/5/2009 00:52
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joe_brazuca
 

Eurico

Acho que ficou em comum acordo por aqui (??...) que seu trabalho é extraordinário, e criou alem de tudo, um estado sinérgico entre todos os fatores expostos, cultura, sociedade, comunicação, divulgação e didática da "brasilidade" atravéz da cultura local histórica, e que tais.

Nossa "teima" não foi esta.

Apenas e tão somente, por mais que não queiram, ou que vc ache "ferrenha" a insistência pelo velho e bom Português, que queiramos ou não, bem ou mal, colonizado ou aculturado, é o idoma pátrio sim, de quase 200 milhoes de humanos ! (por favor quem estiver com paciencia pra pesquisar quantos são relamente, que o faça e nos corrija...).
Sómente isso !...E nos causou espanto sim !...Pois vc se mostra culto o suficiente pra notar ( ou ter notado) isso, né não ?...Tanto é que AGORA SIM, com a postagem da tradução tardia, tornou seu texto acessível a muitos, e não somente a alguns !...
Eis a grande e gritante diferênça, pois não ?

E, graças a Deus, somos extremamentes patriotas sim ! ( as mazelas do Brasil, conhecemos todas, e acho que como vc, temos obrigação de ao menos tentar melhora-las de alugma forma...ser "patriota" é isso !)...Ja tive oprtunidade de passar algum tempo "pelaí" ( aliás, só pra elucidar, minha mana morou muuuuitos anos fora, em vários rincões desse mundão véio sem porrrteira...), e sei o quanto todos "pelaí" são patriotas e por vezes (muitas, infelizmente...) são xenófobos !...Mas, isso é outra estória...e de estória em estória, quem quiser que conte outra...

um abraço
Joe Brazuca

joe_brazuca · São Paulo, SP 15/5/2009 12:12
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Cintia Thome
 

Bom acho que meus poemas/textos de agora em diante serão
em qualquer língua menos
em portugues
, já que este site está ceio de leitores
e colaboradores que falam e entendem outras línguas
Já que ninguem responde até onde é válido um postado
em inglês acrescido no próprio postado
sua tradução
Pela não exclusão do postado e nem por ter acrescido a tradução
fica então o site em qualquer língua, globalizado...
Já deu pra entender. E aqui á deu.
Agora hora do almoço
Como cheese burger do Mac, uma barra de choco
Suiço Lindt , com minha bolsinha Chanel, carteira Lui Vuiton,
perfume Paco Rabanne, óculos Versace, bata indiana,
calça Lee, e sapatilhas de couro argentino e uso cremes
de ervas brasileiras mas a marca é estrangeira também
e ouvindo em meu cellular Sansung
"Ado...ado...cada um no seu quadrado..."

O Brasil é um coração aberto, imenso...

.

Cintia Thome · São Paulo, SP 15/5/2009 14:36
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Spírito Santo
 

Robson,

Tô contigo. este tema é pra lá d einstigante mesmo. Comentar o texto do Eurico numa língua que eu entendo perfeitamente vai ser uma viagem só. Adoro Capoeira (confeso agora) e os inúmeros aspectos que o tema encerra, principalmente estes que nós (e outros mais) adoramos que são o bem e o mal da aculturação (ou da alienação cultural) para fustigar mais ainda os desavisados.

Tô nesta (acho que dá um post quente)

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 15/5/2009 19:50
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Spírito Santo
 

...Só acho esquisito que, nem com esta polêmica toda, ninguém tenha acionado a tal setinha. Estranho isto. Será que apertaram a dita cuja e quem de direito não achou o alerta pertinente? Chato. A gente fica boiando nesta história, de mãos atadas, sem nem poder ajudar.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 16/5/2009 20:56
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Robson Araujo
 

Spírito, eu não acho esquisito não. As contribuições de muitos aqui foram bem interessantes. E, como falado antes aqui, seria ruim perder o teor deste debate, por mais que não fosse exatamente pela publicação em si, mas sim por algo que ela associada a cultura, quem representa essa cultura e a integração dessa cultura com outras (outros idiomas). Você (assim como outros) fez excelentes colocações... perder isso seria injusto (e feio, como diria AZnº.666).

Abraços

Robson Araujo · Campina Grande, PB 16/5/2009 21:18
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Robson Araujo
 

Outra coisa, não sei dos critérios... mas acho que uma única pessoa cliclando no botãozinho de alerta é pouco para detonar um post.

Robson Araujo · Campina Grande, PB 16/5/2009 21:22
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Adroaldo Bauer
 

Eurico, bom saber que tua ação envolveu assim tanta gente para a conscientização como nos referiu Paulo Freire.
E não só as classes, mas os gêneros também estão nas relações de opressão... e muito recentemente apenas é que à mulher se permitiu chegar próximo de uma roda de capoeira... não é fato.
E, em algumas, ainda hoje, não entram, como não entram negros nas altas rodas.
É da vida pensar o mundo.
Eu também ainda me penso um internacionalista, embora sempre desde aqui, há 56 anos e meio, como disse antes, desesperadamente, em português.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 17/5/2009 01:05
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Eurico Vianna
 

Caro Adroaldo e demais 'colegas de Blog',
Seria uma pena, como disse o camarada Robson, que perdêssemos tão ricas contribuições.
A colega Krista, por exemplo, tocou em um ponto central das minhas discussões enquanto educador – o foco das escolas em passar adiante maneirismos, pantomimas, e não princípios didático-filosóficos da prática. André apontou informações interessantes para um de meus tópicos (sustentabilidade e o ofício 'arte-educador' entre os jovens brasileiros) nos depoimentos do Mestre Benício.
A Capoeira nos trás oportunidades de repensar os mecanismos de opressão e relações sociais no mudno, quando praticada em sintonia com sua filosofia primal – um instrumento libertário. Na Suécia e na Finlândia, por exemplo, existem recursos disponíveis para atividades culturais dedicadas à integração de gêneros e de diferentes faixas etárias (tema que você trouxe para a 'Roda'), enquanto no Brasil jovens vão do anonimato à fama (somente no universo da Capoeira, é bem verdade) sem deixar a pobreza!! Valores ocidentalistas, individualistas, capazes de projetar uma 'celebridade' sem consciência nenhuma de suas responsabilidades sociais (de classe).
Enfim, tentarei postar aqui, mesmo que resumidas as traduções dos textos usados no Blog no intuito de gerar 'debates' como esse nas Voltas do Mundo, para não perder contribuições tão interessantes.
Obrigado e Axé para todos!

Eurico Vianna · Austrália , WW 17/5/2009 02:54
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Spírito Santo
 

Isto aí Eurico,

Boas loas também ao Robson e ao Adroaldo perfeitos em ressaltar o certo (aqui no caso escrito por letras tortas).

Só um reparo: Embora não tenha parecido, o que eu quiz dizer estranhando a ausência de alertas contra o post foi exatamente o que vocês disseram: A famigerada setinha do anonimato (de quem sempre fui um ferrenho opositor), não tendo sido apertada aqui, possibilitou todo este importantíssimo debate.
Seja lá quem não tenha desta feita alertado à moderação sobre o inglesismo, prestou uma excelente contribuição à qualidade do site: Está atestada pois a inutilidade e perniciosidade dos alerats anônimos. Ou não?

Abs

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/5/2009 11:22
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AZnº 666
 

Após 2 comentários deletados neste Post, veio no último esta frase:
Embora seu comentário não necessariamente contivesse tais elementos, (ofensivos) ele foi retirado por ter se descontextualizado do restante da conversação.Contamos com sua compreensão.
Sr Eurico, espero contar com sua compreensão pois não entendo bulhafas de inglês e a tradução não prestou para entêndé-lo, ou seja este Texto nem traduzido serve!
Sorte nossa o Sr ser Brasileiro e nos brindar com o Magnífico original na Língua Mãe!
Feche os olhos, coloque o Bom-Senso na mão e "detone" este Post, pois a Sra Doroni por 5 por % de Estrangeirismos teve o Texto dela detonado!
Como o Sr parece ser queridinho da Alta Cúpula, copoie-o na íntegra com os comentários e publique direto, mas nos livre deste acinte. Basta o Sr fazer o Login e clicar na Lixeirinha ao lado do Título!Se amanhã ainda estiver aqui saberei que não é só coincidência teres o mesmo nome do Caixa-DÁgua!
Leia rápid..........

AZnº 666 · Rio de Janeiro, RJ 17/5/2009 12:27
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Spírito Santo
 

Hey Galera!

Lá in Overblog ('colaborated edition') está postado um longo comment (in post form) sobre this post aqui. Aguardo-vos por lá, please.

http://www.overmundo.com.br/overblog/faca-de-ponta

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 18/5/2009 08:26
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Eurico Vianna
 

Camaradas,
Peço licença, dada minha preça para fazer um comentário “bi-post”. Postado aqui e no texto Faca de Ponta, do camarada Spirito.
Quem viveu a Capoeira nas décadas de 80 e (começo da de) 90 sentiu na pele a violência causada pela busca hegemônia e mercantilista de alguns poucos grupos de Capoeira pelo mercado. Não por acaso os maiores grupos de Capoeira hoje, são os que adotaram um paradigma tecnicista, violento e opressor no passado. Como o camarada Adroaldo bem coloca, se estivessem de fato praticando um ensino-aprendizagem libertário, tais grupos estariam educando para além da medíocre troca de papéis entre oprimido e opressor. Lançariam mão de tal dialética (oprimido-opressor) com vistas na transcendente educação libertária, como bem ensina a obra de Paulo Freire.
Muitas atrocidades foram, e ainda são feitas para que uns poucos possam viver DA capoeira, assim como foram, e ainda são muidos, metafórica e literalmente, muitos Mestres de Capoeira de ofício (não os de carreira) que vivem PARA a Capoeira.
Não sou contra as tradições, nem mesmo as inventadas, e muito menos sou um purista. Como bom praticante da nossa Arte-mandinga, há muito aprendi que o dualismo não comporta muito bem as complexas dimensões filosóficas e culturais de nossa cultura popular.
Entretanto, aprendi também que quando esses tradicionalismos são engendrados na Capoeira por 'mega-grupos', 'quantificando' conceitos de autenticidade cultural (como se isso fosse ético ou até possível), muitos dos Mestres que vivem PARA a Capoeira desempenhando papeis de educadores, de líderes comunitários, de artistas e facilitadores da expressão cultural local ficam descreditados. Com tamanha inversão de valores em nossa sociedade, como podemos esperar que nossa juventude entenda que muitas vezes 'a maioria' não está, de fato, com a razão; que a Capoeira - Sabedoria do Povo do Brasil está na grande maioria das vezes com os que vivem PARA a Capoeira e não DA Capoeira.
Nesse sentido, fazer os conceitos da área dos Estudos Culturais mais acessíveis aos capoeiras do mundo todo pode, no meu humilde entender, ser de grande valia contra a empreitada hegemônica e mercadológica dos 'mega-grupos'. Uma vez que, em geral, são estes os inventores das tradições com interesses exclusivamente mercantilistas.
Vou seguir abordando estes assuntos (em inglês) no 4capoeirathoughts e caso encontre tempo, vou publicando no Overmundo também.
Axé!

Eurico Vianna · Austrália , WW 20/5/2009 00:11
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Sérgio Franck
 

Eurico,

O bicho pegou pro seu lado, irmão. Quantos rabos de arraia...

Paranauê, paranauê, Paraná!

Peace!

Sérgio Franck · Belo Horizonte, MG 21/5/2009 20:51
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AZnº 666
 

Cito Mestre angoleiro

http://pt.netlog.com/renatopalmasazevedo/blog/blogid=2044586#blog

AZnº 666 · Rio de Janeiro, RJ 12/9/2010 12:58
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