Chuva Negra Em Vila Velha*Antonio Cabral Filho-RJ

Artista Plástico Kleber Galveas
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Letras Taquarenses · Rio de Janeiro, RJ
29/4/2015 · 0 · 0
 

KLEBER GALVÊAS - ARTISTA PLÁSTICO

VILA VELHA - ES
***
Como sabem, não existe arte sem público
Favor repassar esta provocação artística para amigos e colocar no Facebook. A poluição está cada vez mais dramática. Grato, Kleber.


Dia 6 de maio, às 12 horas, como vem sendo feito há 19 anos consecutivos nesta data e hora, farei mais um desenho sobre a tela exposta à poluição desde 17 de março.

Concluído o desenho da tela de 2015 repetirei o teste com o imã “de geladeira” quantas vezes for solicitado e, com apoio de vídeos, apresentarei um histórico do nosso projeto.
Após fixar o desenho ele será incorporado ao acervo do projeto A VALE, A VACA E A PENA, iniciado em 1997. Todas as telas ficarão expostas no ateliê até o dia 6 de julho.

Fotos, vídeos e textos explicativos, podem ser vistos em nosso site www.galveas.com basta você clicar no ícone A VALE, A VACA E A PENA, canto inferior direito da página inicial do site. Ou então use o atalho: http://www.galveas.com/a_vale_a_vaca_e_a_pena.htm
Pedimos apoio na divulgação deste programa.
Abraço, Kleber. Tel. (27) 3244 7115 ateliegalveas@gmail.com

Fotos de Denise Rocha.
***
QUEM É KLEBER GALVÊASKleber nasceu oficialmente em Divisa (hoje Dores do Rio Preto) ES, em 14/12/1947.
Os primeiros anos da infância foram passados em Dores do Rio Preto, São Mateus, Rio de Janeiro, São Mateus e com 7 anos veio morar na Prainha, Vila Velha.
Nesta época já havia recebido de sua mãe, ex-aluna da irmã Tereza na escola do Carmo, as primeiras orientações sobre pintura. Matriculado no Colégio Marista teve aulas de desenho, como disciplina à parte, desde o 1º ano primário.
Em 1962 passa a frequentar o Ateliê de Homero Massena e acompanha o mestre até sua morte em 74, quando organiza no teatro Carlos Gomes uma retrospectiva em sua homenagem e publica, para a Fundação Cultural do ES, um catálogo, sobre a vida e a obra deste artista.
Em 1966 participa, com telas pintadas com asfalto, do primeiro Salão Nacional de Artes Plásticas do ES e expõe com Massena na cobertura do Torium Hotel de Guarapari. É convidado para pintar painéis e projetar os stands, do XIII Congresso Brasileiro de Anestesiologia, no Siribeira, em Guarapari. Com o ganho desse trabalho, aos 19 anos, embarca num navio cargueiro e vai cursar Medicina em Lisboa, entretanto lá, muda de ideia e estuda gravura em metal na Sociedade Nacional dos Gravadores Portugueses e arte abstrata com o artista português, Peniche Galveias.



Na Inglaterra (1968) participa da restauração de uma casa georgiana do séc. XVIII. Visita monumentos e museus da Inglaterra, Holanda, França, Espanha, Argélia, Marrocos e Portugal.



De volta ao Brasil (1969), tentando abandonar a pintura, cursa Economia e Licenciatura em Ciências na UFES. Dá aulas de alfabetização de adultos, inglês, ciências, astronomia e metodologia científica, em escolas públicas do ES.



Em 1974, casa-se com Anita Bonadiman e vai morar na Barra do Jucu numa singela casa, feita há 70 anos com apenas 1 saco de cimento. Tem 3 filhos barrenses: Homero, Augusto e Alexandre (39, 36 e 32 anos, em 2015).



Ajuda a criar o Centro de Artes da Barra do Jucu, primeiro espaço privado a mostrar regularmente a Arte produzida no ES; colabora ativamente na ressurreição da Banda de Congo da Barra; ajuda a criar, com o apoio da L.B.A. a 1ª Banda Mirim de Congo; promove a primeira desapropriação da Reserva Ecológica de Jacaranema e como do Conselho Estadual de Cultura, participa dos primeiros tombamentos de bens culturais e paisagísticos do ES.



Realiza exposições individuais em diversas cidades do seu Estado, Governador Valadares, Brasília, Goiânia, São Paulo, Lisboa, Barbados (Caribe). No Oregon (EUA) em 1982, pinta as mudanças de cores durante todo o outono). Na Europa é representado pela Galeria São Francisco, Lisboa.



Professor de pintura convidado do XVI Festival de Artes da UFG, Goiânia,1988.



A convite da FUNARTE, participa de uma coletiva que percorre o Brasil mostrando a arte capixaba.



Em 1986, idealiza e monta o Museu Homero Massena, o 1° de artes plásticas do ES; publica catálogo (1986) sobre a vida e a obra do artista e o acervo do museu. Escreve diversos artigos para jornais e revistas, abordando arte e cultura capixaba (1974 – 2015).



Em 1979, abre ao público o seu ateliê na Prainha, Vila Velha, onde realiza inúmeras exposições revelando novos talentos e apresentando os resultados das suas pesquisas em arte.



A partir de 1997 desenvolve anualmente de 17 de março a 6 de maio o projeto A VALE A VACA E A PENA. Uma provocação artística criticando a poluição atmosférica na Grande Vitória.



Publicou os seguintes livros: “Identidade Capixaba”; “Demolindo a Identidade Capixaba “; “Homero Massena” (para a coleção: Grandes nomes do ES).



Para uma ampla visão da vida, atividades e obra de Kleber Galvêas, visite o site:
www.galveas.com



Mantém o seu ateliê aberto ao público todos os dias, das 9:00 às 18:00 horas. Rua: Antenor Carneiro, 66, Vila Velha, ES, BR. CEP. 29125-120. Mapa de localização na página inicial do site:
www.galveas.com
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