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CQC.Marcelo Tas para presidente do Brasil!

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Zemh Teixeira · Belo Horizonte, MG
17/3/2011 · 0 · 0
 

CQC. Marcelo Tas (leia Tass) para presidente do Brasil!

Ontem...assisti estarrecido à um contato do programa de humor, dirigido por Marcelo Tas, (se não me engano, importado da terra da prata, o argentínico CQC), cujo representante, produzindo conteúdo para o quadro “Proteste já”, ser agredido por um empresário(? Ou servidor), do ramo de construção civil...Perguntei-me em minha falsa quietude, (uma vez que o mundo “taficanolôco”), Para onde vai o humor, a televisão, o jornalismo investigatício, documental (pós Tim Lopes) e coisa e tal? Ora, fazia ali naquele local, aquele rapaz, dedicado e corajoso, o papel de uma pequena comunidade em protesto, já que quase vinte casas, (o que pode somar umas 50 pessoas), estão por cair depois que a construtora descalçou, (e isso é público e vacilórico), enorme barranco beira de maior cratera, próximo e abaixo das prejudicadas trincadas. Caramba1 foi sopapo “prá” “só prá” um lado, quero crer e disseram que o produtor do quadro, saiu de nariz quebrado. Do outro lado, o “? empresário”, coitado, era levado à fazer nos seus limites de paciência e responsabilidade, papel de pit bull, isso no sentido de espantar estranhos invasivos. Ora existe uma legítima defesa da honra e, (até que se transite e julgue e até que se sustente um Estado que permite ao infrator recuperar sua condição civil), o cara porrou alguém que no meu entendimento, excedia o papel mas, chega a parecer e talvez seja legítimo, (de âm buzú US lado), não sei dizer...uma vez que já omissos e reduzidos à condição de analfabetos, os lesados proprietários das casas caintes nem mais o endereço da empresa responsável conseguiam obter. O “contato”, (se não me engano, um jornalista selecionado, pê-láprodução) obteve. De cara já brincou com a atendente e espetacularizou, chegando na porta da empresa, montado em um enorme guindaste, “magirus”, (tipo aqueles de botar lâmpada em poste) e forçou sem dúvida, o atendimento. Encerrando a matéria, (depois de –como disse- recusar uma conversa íntima e sem microfone com os caras), na seccional da Polícia Civil, já lavrando um reclame sério de ordem jurídica e solicitando apuração. “Foisimbóra pra paulão”, que deve ser assim que gente da roça “quiném nóis”, chama o lugar donde veio o excelente, considerando “ex” como passado, “cê” como o ocorrido e “lente” como televisão. Minha nota? 6,5. Um seis e meio magro, em quinze. Veja bem. A democracia brasileira, pós constituição de 1988, vem se fazendo (muito bem) e às suas custas e condições, “PARTICIPATIVA” mas, “o mundo ta ficando pequeno”, então um “vizinho”, (porque TV, mesmo editada em São Paulo, entra intimamente na casa de todo o mundo) digo, o vizinho televisivo, “da li di sam paulo”, se condoeu (e parabéns Batman por isso), usando o quarto poder, a mídia, no caso televisiva, se fez, como disse, invasivo em socorro dos oprimidos, antes porém foi espremer a Prefeitura, em muito bom estilo, (para quem usufrui de tal poder pessoal), e viu ironicamente que os caras estavam dando mole, porque no entendimento, era uma questão entre terceiros e que fazendo a sua parte, haviam multado a empresa. Ora ora, um país recheado de conselhos e comissões, na cidade da iniciativa de ponta, do OP. (Orçamento Participativo, inclusive digital, para aplicar alguma grana em algumas obras, aqui tem), mas que em verdade, como organismos de capilaridade democrática, (digo boa parte dos conselhos e comissões, senão todos!) na prática ficam “engessados”, por “primos políticos do poder”, (indivíduos anônimos, legalmente infiltrados nestas “instâncias de participação democrática”), que na maioria das vezes, por meras migalhas “colam” com vereadores e autoridades e evitam tudo o que possa beneficiar as comunidades e gerar gastos ao poder público. Ora, há esgoto a céu aberto por todas as periferias do Brasil, enquanto empresas de água exportam tecnologias mil e o poder público doa apartamentos às meias dúzias com déficit de moradia aos milhões. Apesar de um país de gente trabalhadora, em franco crescimento, às vezes uma empresa precisa fazer caixa antes de solucionar um problema. Já o poder público, se faz privado em seu funcionamento, quando a Prefeitura “mede a água e o fubá”, enquanto o Jornalista faz papel de Oxalá. Fui lá e xeretei na Wikipédia: Marcelo Tristão Athayde de Souza, mais conhecido pelo pseudônimo de Marcelo Tas (Ituverava, 10 de novembro de 1959), é um jornalista, diretor, apresentador de televisão, escritor e roteirista de televisão brasileiro. Que programa doido, cada um faz uma coisa fora e uma dentro pra onda segurar. Uns caras bem dotados “prácaramba”...jogando água quente na fervura, porque o que resta agora, é jogo aberto. Dizem que no Brasil já se apuram muito bem os crimes, (e lemos nisso, infrações, delitos culposos e dolosos), mas “ainda não” se apontam devidamente os criminosos. Apontar pra quê se os caras não tiveram educação? (Falo de educação, cidadania, essas coisas.,..Não de “escolarização”, porque isso se faz inté no crimi”). Não estamos falando do negócio de roubar galinha, margarina, gasolina etc. “Tamofalâno dipulítica”. Onde é que capital, dinheiro, propriedade, honra, e valores probos, deixam de serem matérias concretas, racionais e paupáveis e viram “ferramental político”? nem o Tiririca vai explicar, pode crer! Por exemplo: -Deputado que expropria o erário público (aprendi eu, que exceto juiz, não se acusa alguém de Ladrão) mas, tal deputado expropriador, é chamado carinhosamente pelos seus iguais de “patrimonialista”. Observemos nisso a flexão semântica e conceitual do antigo termo “Mão leve ” e sua aplicação de fato, nos resultados que as tvs tem mostrado no “outro Brasil”, o sofrido.
Há um “Brasil de todos” e um Brasil que agora, de uns tempos pra cá, vem recebendo certa atenção, mas ainda está nas mãos dos “War lei conde- coronel law” da vida, portanto dois brasis e, Belo Horizonte, compõe exatamente a divisa. Os caras do CQC, vieram no prego, no marco exato, na linha mediana e botaram pra correr até a delegacia! (segundo Tatás, “por enquanto”). Isso é o Brasil novo, é o Brasil da Copa do Mundo, porque em 1958 o mundo nem existia. Agora existe, é conhecido e acessado “dikasa”, com e-mail, facebook, imagens online, Twiter e corra que o Tassssss (e seus assessores) vem ai. È preciso que as mídias invadam o Brasil. Assim ajudam a arrumar a casa. Obama? Mandei mensagem, sou professor e artista: - ‘Um humano, uma missão. Um dedicado homem, uma grande missão! As fronteiras são apenas administrativas. Sejam bem vindos presidente e família, recebemos com afeição e apreço sua tarefa de pacificação, pela aproximação dos povos!’ E ao CQC: Pô fala direito com os caras, mineiro é reservado, ainda tememos muito a “televisão”, mas aqui rola uma grana, dá prápagá. Abcs.

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