“Mainha, olha o cristo rebentô.” Religião, política e futebol não se discutem. Por isso mesmo, não vou tecer aqui comparações elucubrativas entre o Cristo Redentor e os Budas de Bamiyan – que Deus os tenha! Vou apenas provocar. E, já provocando, começo meu insidioso artigo a colocar a minúscula no cristo, em parte provavelmente por mero capricho, mas, claro, não sem alguma reverência ao substantivo comum que o tornei.
O cristo rebentô aí de cima era como, criança, eu apontava da janela a estátua, no topo do Corcovado. Recém-chegado ao Rio de Janeiro, na tal aurora da vida, que as colegiais adoram plagiar do Casimiro de Abreu, eu, de sotaque apegado nordestino, não chamava minha mãe de outra coisa. Mainha para lá, mainha para cá. Não por questão de preconceito, mais de pendor, até hoje ela se lembra com algum desgosto do apelido. Voltávamos do Recife. Quer dizer, ela voltava. Eu vinha. E o cristo, o Cristo lá no topo do Corcovado, me olhando. Que diabo ele teria rebentado?
Só quando vi pela primeira vez, num carro, o adesivo de Jesus é fiel e tive minha primeira aula sobre art déco é que fui me dar conta: o Cristo que estava lá em cima não era cristão. (Também não era um jesuscristinho, que é como o Darcy Ribeiro carinhosamente chamava o seu amuleto.) O Cristo Redentor estava acima de toda e qualquer religião – embora, claro, o monumento em si tenha seu direito de imagem tutelado pela Mitra Episcopal do Rio de Janeiro.
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“Mainha, olha o cristo rebentô.” Nunca fui católico, evangélico, essênio, budista. Mas minha fascinação por aqueles 37 metros de concreto sempre foi tamanha. Quando cresci um pouco mais e descobri meu primeiro segundo cristo é que fiquei encucado. Estava lá. Bem em Poços de Caldas, no sul mineiro, a nove horas da Cidade Maravilhosa. Uma réplica da estátua que eu achava única. Um Cristo Redentor. Não foi exatamente uma desilusão, mas é como se fosse... Depois dali, veio Itaperuna, ainda dentro dos limites do Rio, portanto, na provável jurisprudência do meu cristo rebentô. Eu fiquei me remoendo. Mais adiante, tomei conhecimento de um Cristo meio caricato, que levava sobre o ombro um sombreiro, um frisbee, uma circunferência esquisita. Me disseram que era um holofote, e só aí fui entender porque aquele Cristo Redentor era chamado de Cristo Luz. A verdade é que, guardadas as devidas proporções, cada Cristo tinha o seu tamanho, a sua forma, a sua graça. E, queira ou não, há muitos por aí.
O primeiro mapeamento dos rebentores de que tive notícia catalogou 111 filhos pródigos, mais a semente original. A pesquisa foi organizada em 1984, pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, e resultou em uma exposição, cujo catálogo e alguns slides são as poucas reminiscências, depois da enchente que destruiu boa parte do material abrigado na faculdade.
Pouco mais de uma década depois, por ocasião do septuagésimo quinto aniversário do Cristo Redentor, foi a vez de a Estrada de Ferro do Corcovado (esfeco) homenagear o ilustre anfitrião, realizando nova pesquisa, com base nos dados da primeira, e chegando à impressionante marca dos 185 Cristos somente no Brasil. A exposição já saiu de cartaz, e esse texto pode parecer meio fora de propósito, meio frio, meio não-sei-o-quê. Mas não é. Para falar do Cristo, posso tirar de cor mil e um subterfúgios, quantos ganchos eu quiser: seja a capa do RioShow da última sexta, seja a tal eleição para as novas sete maravilhas do mundo que serviu de pretexto para a matéria dO Globo, ou mesmo os pênis feitos de terços da Márcia X. – que andaram sendo censurados por aqui. Mas vou tocar nesses assuntos apenas de relance. Até porque, se quisesse confusão, apontava de vez um link para o Cristo Mendigo do Joãosinho Trinta e pronto.
O fato é que o cristo rebentô que tanto admirei não é e nem nunca foi único. E eu – que naquela época não compreendia – o enxergava apenas como um monumento turístico, quiçá uma marca da fé cristã. Dos 185 Cristos para diante, percebo que, mais do que isso, as estátuas são também parte do imaginário coletivo do brasileiro – sem bairrismos à carioca – espalhado do litoral aos sertões. Os outros valores, claro, continuam manifestos. Mas ainda procuro o que mais faz do Cristo um monumento onipresente.
Em Alagoas, por exemplo, tem um Cristo. O nome da cidade que o abriga? Pão-de-açúcar. Pois Pão-de-açúcar das Alagoas se orgulha de ter belas praias, um calor de 40 graus e o nome tirado de sua semelhança com a vila carioca. O Cristo fica no alto do Morro do Cavalete, donde se avista a cidade inteira.
Nem todos os Cristos encontrados pela pesquisa, no entanto, sobem alto nos picos das montanhas. Alguns se contentam com pedestais mais baixos, nas pracinhas das cidades. Outros estão a postos em locais mais mórbidos, como é o caso da estátua em Angelina (SC), junto ao cemitério municipal. A estátua de Crato (CE), adorna a torre de um relógio. E por aí vai, em um sem-número de pontos e posições, que fazem a via-sacra parecer um pouco provinciana – com o perdão da palavra.
As curiosidades seguem ainda pelas circunstâncias em que foram erguidas as réplicas. Em Juiz de Fora (MG), a estátua marca a vitória da cidade contra uma epidemia que a assolou. Em Rio Preto (SP), cuja região é a que tem o maior índice de Cristos – mais de 32, no total –, o monumento tombou para o lado e desabou, no que precisou ser reconstruído. É um Cristo, mas podia ser a Torre de Pisa.
E, por falar em Torre de Pisa, deixo o meu etnocentrismo de lado, e comparo as pesquisas do Corcovado com uma rápida olhadela nas réplicas da Estátua da Liberdade. Não sei se pelos ideais da Revolução Francesa não estarem tão em voga ultimamente, ou se pela falta de apelo na figura de uma mulher incógnita, a liberdade não me pareceu (ou não me apareceu) tão plagiada quanto o Cristo. Sim, há uma em Washington, uma no Alabama, duas na França, uma na Itália, na Argentina, em San Marino, e até, pasmem, na Lituânia. Há, claro, a mal-falada Estátua da Liberdade da Barra da Tijuca, prova de que mesmo os cariocas abrem seu espaço aos concorrentes estrangeiros. Mas as – vá lá – 13 réplicas da liberdade americana, não chegam nem perto dos 185 cristos rebentores. E não estou nem contando o Cristo projetado na Catedral de Notre Dame, em Paris, durante as comemorações do ano do Brasil na França. Esse fica por conta...
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A polêmica entre brasileiros e franceses sobre a autoria da peça já foi, aliás, objeto de um documentário. A maior escultura art déco do mundo vive em constante conflito de nacionalidade, mas, segundo o falecido João Paulo II – que Deus o tenha –, não há dúvidas: Ele é brasileiro. E nesse caso, é bom esclarecer; o papa, além de carioca, era polonês; e, portanto, não saiu à nossa megalomania.
A nossa megalomania, diga-se a propósito, deve contribuir em parte para as tantas e mais diversas explorações da imagem cristã. O Redentor de Cornélio Procópio (PR) é a maior estátua em bronze da América Latina; o de Guaçuí (ES) é o primeiro feito com material e mão-de-obra totalmente nacionais; o de São Cristóvão (SE), por improvável que possa parecer, é o mais antigo – de 1924. O original foi pensado em 1921, mas posto em prática – isto é, inaugurado – apenas em 1931.
Nem a eterna rixa entre paulistanos e cariocas permite que eu levante falso testemunho. São Paulo é o estado com mais Cristos espalhados, 90 ao todo. Atrás dos paulistas, vêm os mineiros (31), os baianos (11), os paranaenses (10) e os goianos (8). Do outro lado da fila, estão os paraenses, com o seu único representante. O Rio de Janeiro, dono da matriz e mais três filiais, não é primeiro, nem último, só está no bolo.
Na ala dos internacionais, há pelo menos seis Cristos, catalogados pela pesquisa pioneira da Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Entre eles, está o nosso lusófono Cristo Rei, em Lisboa. Daí, tiramos duas conclusões: a primeira, que não só a Estátua da Liberdade tem réplicas fora do continente; e a segunda, que o cristo rebentô está longe de ser o primeiro e único, seja em que quesito for, e mesmo em escala planetária... Ainda assim, o que faz do cristo tão especial para nós, cariocas, fluminenses, brasileiros?
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“Mainha, olha o cristo rebentô.” Religião, política e futebol não se discutem. E eu não sei por que diabos trocava o D pelo B – talvez fosse pela quantidade de rebentos do cristo, talvez pela necessidade de verbalizá-lo, porque o verbo, vocês sabem, se fez carne. Não sei por que o cristo sempre me despertou esse fascínio, e sei menos ainda por que ele parece fascinar a tantos outros. Só sei que até hoje minha mãe não gosta quando eu a chamo de mainha. Por que será?
Bizarro. Imagino o sucesso que algum fotógrafo teria se resolvesse prduzir um livro/ensaio com todos os cristos rebentores do país... Haja gasto com viagem. Eu compro o livro!
Saulo Frauches · Rio de Janeiro, RJ 29/5/2006 16:38
Muito bom, muito bom... É engraçado esse lance do orgulho por ter o cristo. Lá em Lisboa, consultando o pessoal na rua sobre o que é bacana visitar, sempre me indicavam o Cristo perto da ponte 25 de abril
Daí eu pensava: "Pô, tá louco, eu tenho o meu cristo lá no Rio, o mais famoso do mundo... não vou perder o meu tempo com esse cristo lusitano não..."
Enfim, só pra denotar meu orgulho bobo de carioca e constatar que o pessoal em Portugal, ao que parece, também guarda igual orgulho do cristo deles lá.
Mas o nosso é bem melhor : )
Viktor,
Quando cheguei a Goiás, ficava encucado de ver tanto cristo rebentô espalhado pelas currutelas do estado. Imaginava que fosse uma cópia pura e simples (mais uma) das tantas que gostamos de fazer do Rio (de SP também, mas menos) bombardeados que sempre fomos pelo mass-mediacentrismo platinado. Pensava: goianos bobos, por que diabos fazer nesse fim de mundo uma cópia do cristo rebentô (copio-te o mote insidioso...). Fui assuntar com colegas daqui e soube que as oitos estátuas (sei não, mas desconfio que sejam mais por aqui hoje) foram nada mais nada menos do que "política cultural" de uma das várias passagens de Iris Rezende (PMDB, hoje prefeito da capital) pelo governo do estado. Um célebre secretário de cultura dele teve essa brilhante idéia de construir estátuas imitando o cristo nas praças principais das cidadezinhas goianas. Aí fiquei de entender que outros motivos cristãos levaria a tal atitude. Fiquei sem entender, desisti de continuar assuntando populismos tolos. Vai ver isso é coisa prima-irmã da atitude do cara que mora nos confins do Tocantins e torce para o Flamengo.
Parabéns pelo texto.
Abs,
EW
Valeu, Edson. Grande comentário. Isso adiciona à matéria um tom político que faltava. Parece ser um recurso bem interessante. No Rio, o Cesar Maia entra pra história com a sua prefeitura cor-de-laranja (tudo é laranja, desde a logomarca às obras mais fúteis). Aí em Goiás, então, temos o político-que-espalha-cristos. Bom saber... :)
Abração.
Belo texto. Me faz lembrar de quando eu - do planalto central, onde não há morros - visitei o Rio ainda criança. Cheguei à noite, tudo escuro. Mas o 'rebentô' estava lá, em destaque único naquele céu.
Daniel Cariello · Brasília, DF 31/5/2006 17:20
Belo texto, mesmo. Leve, gostoso de ler. Mas esclarecendo melhor (nada que comprometa o texto), como boa alagoana - ou quase isso: da maneira como está dá a entender que Pão de Açúcar fica no litoral alagoano... mas as praias da cidade são fluviais. Pão de Açúcar fica no sertão, banhado pelo velho Chico...
E o Cristo está lá, no Pão de Açúcar alagoano, e os ...(putz, como chama quem nasce em Pão de Açúcar?). Bom, os moradores do município (ou boa parte deles) morrem de orgulho da estátua que abraça a todos...
Engraçado que já fui no Rio umas quatro vezes, mas nunca visitei o Cristo. Não sei porque, mas acho que tenho um certo pé atrás com pontos turísticos tradicionais. E nem queria ir na praia. Pensava que não tinha razão de ser, porque as de Alagoas eram muito mais bonitas (hehehe). Pra você ver que não é só carioca que tem um orgulho meio bobo...
mas isso foi há tempos, e eu fui à praia sim...
Oi, pessoal. Obrigado pelas considerações.
Tati, você tem toda a razão. Os pão-de-açucaranos (ou pão-de-açucarenses) têm belas praias de rio. É que o slogan da prefeitura, por onde se passa, chega mesmo a confundir o pesquisador mais afoito da internet (e eu me incluo nessa afoiteza)... No site oficial, está lá: "O município de Pão de Açúcar se caracteriza pela sua semelhança com a cidade do Rio de Janeiro. Destacam-se as praias do Abaiti, das Mangueiras, Central e do Limoeiro; Ilha do Ferro e a Serra Grande."
No mais, visitar o Cristo pode ser um programa cultural mainstream, mas também tem os seus encantos. E, sobre as praias, bem, sobre as praias... :)
Bom o tom do texto, Victor.. Parabéns! A precisao desse olhar foi alta.. só me lembra uma coisa, essa matéria foi contiuação de algo que já tinha rolado por aqui no Overmundo? Pq tenho a sensação que já tinha surgido esse lance dos Cristos por aqui...
abs
BM
opa, desculpa, agora eu vi que grafei seu nome errado, ViKtor, heheh
abs
BM
E aí, Bruno?
Essa matéria partiu de uma idéia que tive no comentário que fiz a uma nota do inquisidor, sobre o Cristo Redentor de Formiga (MG). A nota expirou na sala de votação (e com ela meu comentário), mas eu, inspirado, resolvi perpetuar a espécie... :)
aí Viktor, pode colocar mais um cristo na lista, aqui em Mato Grosso, na br 364, nos canaviais de Jaciara tem um "abraçador" desses, num morrote, a esquerda de quem vem pra Cuiabá.
Balbino · Cuiabá, MT 1/6/2006 10:29
Não sei se estarei fazendo um julgamento errado sobre os costumes de vizinhança brasileira, isso deve ocorrer no resto do mundo, mas essa multiplicação de Cristos me faz pensar em uma rua de um bairro brasileiro como tantos outros: casas explicitamente copiadas, vizinho a vizinho, seja pela cor nova escolhida pelo morador da esquina e que logo logo será repetida por várias casas. Não sei na cidade de vocês, mas na minha houveram surtos de casas "salmão".
Indo nesse raciocínio acabo pensando num dos pecados capitais - a inveja - e acho muito curioso pensar que a imagem de sacra passa a ser pagã .. ou não.
Balbino e Viktor, tem um também em Barra do Garças (MT), divisa com Goiás (será que a verba foi goiana, ou só a idéia, hem Edson?). O que não falta no Brasil é político matreiro e pau seco. No mais...
eduardo ferreira · Cuiabá, MT 1/6/2006 19:27
Oi, de novo. Seguindo a minha política de responder a todos sempre, vamos lá.
Balbino e Eduardo, o Cristo de Barra do Garças foi catalogado na pesquisa efetuada pelo Corcovado. Eu só não o citei na matéria por uma mera contigência; o de Jaciara, ao menos figurando em Jaciara (MT), eu não pude encontrar nos meus dados. Mas é bom saber que há mais um filho pródigo... :)
Sheila, ótima a sua colocação. No caso dos Cristos, o intervalo de tempo entre uns e outros é bem maior, mas, por exemplo, o Cristo de São Cristóvão (Alguém aí do Sergipe pra me responder!) pode entrar nesse rol do ímpeto imediato.
Sobre a imagem sacra virar pagã, curioso é o Amazonas - que é estado de rio - ter tantas casas salmão - que é peixe de alto-mar. Brincadeirinha... :)
Olá Viktor!
Fazia muito tempo que não lia nada seu (por puro desleixo, confesso), mas fiquei feliz em, de alguma forma, ter contribuido com o Cristo do frisbe! :]
Muito bom!
Conheço dois cristos aqui no estado, mas se bobear tem mais. Também sou fascinada pela popularidade dos ícones cristãos. Cabra bom de marketing esse São Paulo né ?
E que texto lindo !! REBENTÔ cara .
Lembro-me daquele meninote de 3 anos,acabando de chegar do Recife, com olhar estarrecido e admirado, tamanha surpresa, de ver, pela primeira vez, uma imagem que para ele era enorme de tamanho e significado. Hoje há um outro olhar... O OLHAR é fundamental porque permite estabelecer continuamente a relaçao entre o indivíduo , o ambiente e tudo que ocorre no mesmo. Apesar dos olhos perceberem mais que as palavras, suas palavras conseguem muito bem descrever as diferentes formas de olhar... Parabens!!! Mas não pense que hoje eu me chatearia se me chamasses de novo de mainha. Beijos
Izabel Mieiro · Rio de Janeiro, RJ 6/6/2006 01:48
Maravilha!
Então tá registrado o Cristo Redentor Parintinense.
Ainda bem que você comentou no texto sobre a exposição Christo Redemptor e eu pude ler esse texto, fantástico!
A minha cidadezinha, lá no Sul de Minas, também tem seu Cristo. É tão pequenininho que não dá pra ver dos pés do morro em que ele foi construído, mas é nosso :)
Oi, Liv. Que bom que você me tirou do fundo do baú mofado... hehehe. E que bom que leu e gostou também... Maravilha.
Qual a sua "cidadezinha"? Falei de Poços de Caldas e Juiz de Fora, que são também no Sul-Mineiro. Gosto muito da região.
Sou da histórica São Cristóvão/SE, sou historiador e essa cidade vive a me surpreender. Imagine que no aniversário do Cristo Redentor do Rio de Janeiro eu descobrir que o Cristo Redentor de São Cristóvão era o mais antigo do país! Viktor, seu texto corrobora a informação. Ah! São Cristóvão é candidata a Patrimônio da Humanidade junto a UNESCO.
Thiago Fragata · São Cristóvão, SE 27/12/2006 15:38Viktor, ajude a eleger o Cristo Redentor de Sergipe
Thiago Fragata · São Cristóvão, SE 22/7/2007 13:26
Adorei, Viktor. Tenho uma foto do Cristo em Canela(RS).
BJS
CRIS
Viktor,
já fiz longas viagens de ônibus por este Brasil a fora. A mais distante foi de São Luis MA até Porto Alegre RS. E o que eu vi de cristo rebentô no caminho!
Parabéns!!
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