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Crônica Suja

Desenho-instalação de Klaus Werner /www.weltnachrichten.org
Kunstprojekt der Favela Morro dos Prazeres - Direitos reservados
1
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ
19/4/2007 · 59 · 21
 

Fragmentos quase diários de um incidente infelizmente verídico

Inicio da década de 1990. Viajava semanalmente para o interior. O destino era sempre as cercanias de Vassouras, aprazível cidade histórica no sul do estado. Antigas fazendas dos tempos áureos do café, histórias do tempo da escravidão, cultura negra, tradicional, num paraíso de memórias, lendas e histórias, que quase ninguém havia parado para registrar.

Paz de espírito, quase férias no campo.

A vida, no entanto, não andava assim tão mansa. Precisava de mais trabalho. Foi assim que decidi, sem muito sofrimento, aceitar um serviço que me pareceu, a princípio, pra lá de interessante: Estimular a cultura local em duas favelas do Rio, atendidas por um plano de reflorestamento de encostas promovido pelo governo. O contrato, assumido com uma empresa de reflorestamento de outro estado, dizia mais ou menos o seguinte:

“Promover a articulação comunitária, as boas relações entre a obra de reflorestamento, seus engenheiros e a comunidade em geral, ajudando inclusive a arregimentar os operários que, selecionados entre os desempregados das comunidades atendidas pelo programa, roçariam, plantariam e revigorariam a vegetação local, que fazia parte da degradada e outrora exuberante Mata Atlântica.”


A empresa havia tentado reflorestar as áreas alguns meses antes, trazendo camponeses reais de sua sede, no outro estado, mas, a inexperiência ao negociar com os traficantes e as acusações de que os camponeses estariam submetidos a um regime de trabalho escravo, acabou gerando um escândalo na imprensa que obrigou á paralisação das obras e contratação de especialistas locais, daqui do Rio de Janeiro, para intermediar a situação. Era aí que eu entrava, com o pomposo título de Coordenador de Articulação Cultural.

O contexto era simples de entender: A ocupação desordenada das encostas por parte das favelas, um problema crônico do Rio de Janeiro (que talvez tenha começado já no século 19, bem antes da Abolição da Escravatura), destruiu quase que completamente a vegetação que cobria a cadeia de serras e morros que circundam a cidade. A água de chuvas torrenciais, muito habituais na região, sem nada que as retivesse, com o desgaste do tempo, passou a descambar morro abaixo, inundando praças e ruas. Rios de esgoto, lixo, ratos mortos, dejetos de toda espécie, além de um fedor insuportável, escorriam junto, como se o saco de mazelas sociais (aqui estranhamente empurradas para o alto), geradas pelo descaso de mais de um século, estourasse, deixando à mostra as suas incômodas entranhas.

Mergulhar numa aventura sociológica infecta, porém, bem remunerada, não seria nada mau àquela altura. A aventura no entanto pouco durou. Acabou de forma estúpida, abrupta poucos meses depois.

Ontem por acaso, bisbilhotando velhos papéis do tempo em que nem tinha ainda um computador, encontrei rascunhos esparsos do que seria o meu último e mais franco relatório, o que não tive coragem de concluir (quanto mais de entregar). Os rascunhos são fragmentos de alguns incidentes esparsos, os mais importantes entre os que ocorriam diariamente, a maioria presenciada in loco, os quais, por razões óbvias, relato cuidadosamente a vocês, ainda hoje sem poder me aprofundar muito em certos detalhes.

Vistos agora, distanciados no tempo, estes fragmentos talvez possam ajudar a lançar alguma luz sobre a atual situação da violência urbana no Rio de Janeiro, e de como ela evoluiu para o insuportável ponto no qual se encontra.

Entre os envolvidos (a maioria morta nos poucos meses em que a história durou) apenas o autor poderá ser identificado. São personagens anônimos, mesquinhos, miseráveis as vezes, outras vezes cobertos de uma inusitada aura de dignidade, quase humanidade, vislumbrada de relance em alguns poucos gestos nobres.

Nesta crônica sem nenhum charme ou poesia, não há nenhum herói presente ou ausente, é só sangue inutilmente derramado sem nenhuma bravura, sem nenhuma comenda merecida.

Uma crônica suja.

Fragmento #1
Um Morro sem Prazeres

Na chegada, havia ainda um pouco de honrosa adrenalina animando a missão que se iniciava mas, a nossa entrada no campo de batalha até que não foi lá muito apoteótica.

A do pessoal da véspera foi. Até demais. Como num verdadeiro ‘desembarque na Normandia’ eles foram recebidos com um enorme foguetório e uma comitiva de recepção furiosa que, assomando de sopetão num barranco, apontou dezenas de revólveres e fuzis de última geração, como se a favela fosse um braço de praia (ou um Iraque) invadido.

É que os engenheiros que faziam o papel de precursores do contato com os líderes comunitários do local, presunçosos como sempre, haviam decidido na última hora, sem que nem por que, trocar o Fiat verde escuro, combinado como senha com os traficantes, por um Fiat branco. Faltou muito pouco para serem metralhados, estropiados por uma saraivada de balas. Quase viraram esta estrepitosa notícia de jornal:

” ENGENHEIROS DO GOVERNO ESTADUAL ASSASSINADOS POR TRAFICANTES EM EMBOSCADA!”

Desta escaparam.

Não vi a cena, mas, me contaram que o sujeito que comandava o grupo de traficantes, desceu correndo do barranco com uma automática prateada levantada e passou uma constrangedora descompostura no engenheiro, que se dizia chefe dos precursores, todos funcionários de um órgão do governo estadual.

_ “Você quer morrer, seu filho da puta? Tá pensando que nós é o que, Mané? Tem respeito não, é? Da próxima vez já sabe...Passamo o cerol!”

Ficou muito claro naquele momento quem é que realmente era o chefe de alguma coisa por ali.

Conosco não foi assim. Graças a Deus. Equipe mínima: apenas eu, o motorista e uma engenheira florestal. As regras do protocolo foram seguidas á risca, até a hora da chegada foi cronometrada: 10 hs., em ponto, o Fiat verde estacionou no local combinado, o pátio em frente a associação de moradores. Desembarcamos um pouco tensos, suando frio, com as mãos, exageradamente, à vista, longe da cintura, quase para o alto.

Não demorou muito para que um menino descalço voltasse acompanhado por um mulato baixinho e bem falante, de cerca de trinta anos de idade, que se apresentou oferecendo a mão esquerda e escondendo discretamente a direita que, podemos perceber, era meio atrofiada.

_’Bom dia! Sou o presidente da associação. De dia sou o José Antônio da Silva, de noite eu sou o Zu!”

Zu? Nome sinistro, não? O que ele queria dizer com isto? Um nome de dia outro de noite? Dava para intuir, certo? Zu acumulava funções: De dia o abnegado líder comunitário. De noite, o implacável chefão do tráfico local.

A mão oferecida era mole, gelada. Aperto de mão não era definitivamente uma especialidade dele. Não lhe apetecia. Gentil, em poucos minutos contou tudo que achou que nos interessava e nos levou para mostrar o que lhe interessava: As instalações da associação, um prédio de dois andares imundo, a quadra de esportes em frente, a creche em construção.

Apresentou também alguns estranhos funcionários: Uma mulher trintona e sestrosa, responsável pela creche e uma figura que, pelo jeito que se expressava, era semi-alfabetizada, mas, que talvez por gostar muito de ler, havia sido incumbida de tomar conta da pobre e poeirenta biblioteca, composta, quase que exclusivamente, por livros didáticos superados, desconjuntados e romances medíocres, fruto de edições encalhadas, refugo de sebos. Quase lixo.

A mulher trintona era sexy, de uma beleza muito insinuante, ainda visível sob o ‘leg’ que lhe apertava as banhas que já se avolumavam. Quando entramos no úmido e escuro salão onde se realizavam os bailes Funk, ela e Zu trocaram afagos de mão e ironias sensuais, fingindo que nos ignoravam. Ele, querendo talvez exibir de antemão o seu status de garanhão do morro, de Galo do pedaço. Ela, pretendendo, com toda certeza, mostrar o seu poder de concubina do rei. Nos dias seguintes muitas mulheres, algumas adolescentes ainda, desfilaram para nós neste ritual de exibição do seu status de cortesãs.

_” Passa lá depois, bem. Você some... Depois vai reclamar. Vem um gavião ai e, ó... Vai ficar chupando dedo. ” Dizia uma.

_” Que chupando o que? Que nada... só se o gavião for maluco ...” Respondia Zu seguro de seu poder de galo em seu terreiro, de sultão vingativo.

No harém do sultão Zu só quem não se exibia era a Ném, a verdadeira mulher do cara. Uma figura que parecia não caber naquele contexto. Trancinhas afro, discurso articulado, despachada e empreendedora, Ném embolava completamente a análise que eu fazia do ambiente. Não entendia ela ali. Era sinal trocado, enviesado.

Nem era bem novinha. Ali pelos seus 23, 24 anos. As trancinhas afro não eram um look comum em mulheres de favela naquela época. De jeito nenhum. O look dos 90 das tchutchucas era mais a chapinha, o henné, algo que formasse madeixas lisas como as de Withney Houston. Trancinhas afro era coisa de nega fina, universitária, militante de movimento negro, feminista, estas coisas. E era exatamente este o discurso de Ném que, logo que fomos apresentados, me mostrou, numa folha de papel meio amassada, as linhas programáticas que compunham o seu plano de montar uma Ong para captar fundos para a Associação de moradores do Morro dos Prazeres.

A prioridade era a creche. Me falou do padre italiano que ajudava a comunidade e de um dinheiro que poderia vir de uma congregação católica alemã se a Ong tivesse os papéis em dia.

É claro que achei aquilo tudo com pinta de uma tremenda armação, mas, as trancinhas da Ném não combinavam com armações. Sabe como é? Orgulho racial e armação, num contexto violento como aquele, de regras e protocolos de honra tão rígidos...

O fato é que fui me envolvendo inteiramente na empolgação de Ném. Aceitei o rascunho de um estatuto que ela me deu, pedindo que eu fizesse uma breve tradução em alemão, para ser mostrada ao padre.

Zu olhava de banda mas parecia apoiar aquele esforço da sua concubina preferida. A esposa, como ele dizia. Parecia estar honestamente solidário com ela, por amor, por remorso, por algum resquício de humanidade que sobrara nele. Quem saberá?

Ném me passava seriedade mas e Zu? Traficante com responsabilidade social? Um cara com duas automáticas na cintura, comandando um bando de famigerados bandidos com AR15, AK47 e, como diziam, outros ‘bicos’?

Não. Era melhor não viajar muito nesta maionese de Robin Hood tropical.

Na visita seguinte Zu fez questão de me apresentar o padre. Conversei rapidamente com ele. Era um padre normal, militante, a história da Ong, do estatuto e da verba possível, parecia ser fato.

Subi com Zu para o segundo andar da associação, seu escritório. Ele me ofereceu uma carreira de pó. Recusei gentilmente mas ele ficou constrangido (muito estranho ver um sujeito como Zu, constrangido). Sentiu vontade de me contar particularidades suas, não sei por quê. Não perguntei nada mas ele cismou de dizer:

_” Não gostava de pó não. Comecei aqui, nesta vida. Não tô viciado ainda não. Acho que, quando quiser posso parar. Só não posso é parar com esta vida. Já avancei demais nela. Agora... ”


Havia sido guarda ferroviário. Vinha da Baixada Fluminense. De policial corrupto, expulso da corporação acabou virando miliciano de um grupo de justiceiros da Baixada (um dos embriões das milícias que agora infestam o Rio de Janeiro). Um dia um amigo de fé, ex-policial como ele, já envolvido até o pescoço com o crime organizado, o convidou para integrar a tropa do Terceiro Comando que invadiria o Morro dos Prazeres, que pertencia na ocasião ao Comando Vermelho. Topou.

Fizeram uma bárbara carnificina no local e tomaram a favela. O amigo morreu ou se escafedeu. Zu acabou assumindo com o irmão o comando das ‘bocas’ do local.

Saímos para dar uma volta pelo morro. Pensando que eu era engenheiro, Zu queria me mostrar os postes de luz de vapor de mercúrio que havia instalado na larga rua que, subindo por um lado do morro, passava em frente a um casarão abandonado, perto da associação.

_”Os ‘Cu-de-galinha’ dos alemão (os inimigos da facção rival) podem subir por aqui mas agora, se subirem a gente vê eles e aí é só metralhar... Vão morrer na praia. Que é que tu acha? Tá bacana a gambiarra?”

Disse que sim, que estava maneira. Como dizer que não?

(continua noutro Post)

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Egeu Laus
 

Spirito, tudo bem?

Na imagem do Klaus vale a pena colocar crédito no espaço do formulário e talvez um "(direitos reservados)" caso ele não esteja autorizando a licença "BY-NC-SA" em Creative Commons.

(BY significa que tem que citar o autor sempre; NC (non commercial) significa que não pode utilizar comercialmente; e SA (share alike) significa que você pode criar obras derivadas a partir desta, mas terá que respeitar essas 3 mesmas condições sempre.)

Abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 11:32
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Spírito Santo
 

Grande Egeu,
Rápido no gatilho. Estava exatamente agora fazendo isto. É que edito lendo, é uma prática antiga de quem escrevia em papel. Se eu não ler no suporte final, não consigo editar.Primeiro vejo o texto em si, depois os créditos, as legendas, vou fazendo até achar que acabou.
Agora que é um luxo ter um parceiro lendo junto, isto é.
Vou lá agora, colar o crédito do Klaus.
Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 11:43
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Spírito Santo
 

A propósito, sugeri ao Hermano que alguém fizesse um post (um artigo mesmo) bem 'popular' sobre estasa questões de direitos autorais e disponibilização de conteúdos na internet.
Acho que você talvez deva ser este cara, o mais abalizado.
Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 11:51
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Spírito Santo
 

Egeu,
Do e.mail, tudo anotado. Como disse tô nos trabalhos ainda. Vou sair agora. Depois prossigo.

Valeu!

Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 12:47
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Spírito Santo
 

O undercsore nas falas pode ser estilo. parece mais com o travessão do meu tempo. :)))

Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 12:56
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Egeu Laus
 

Aliás, que fim levo o travessão (traço de separação)??
Virou tudo hífen (traço de união)??
Nos meus programas de editoração ainda existem, mas aqui nas caixinhas do Overmundo parece que sumiram... : ))

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 14:37
2 pessoas acharam útil · sua opinião: subir
Egeu Laus
 

Quando a direitos autorais temos um super-especialista (com hífen ou sem hífen?) que vai poder destrinchar isso: Ronaldo Lemos... : ))

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 14:48
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Spírito Santo
 

Tempos mudernos, Egeu! Tempos mudernos. fazer desaparecer os acentos que é bom eles não fazem (odeio circunflexo, til crase, agudo e trema. Acho puro arcaísmo lusitano)
Tomara que o Ronaldo resolva esta parada. No problema que eu coloquei pro Hermano (tá lá num forum desses, num tópico chamado 'Excluir conta!") a questão maior era a forma, o jeito de dizer a coisa de forma a que qualquer leigo entenda de uma vez por todas.Vai rolar, eu sei. Tudo muda nesta vida (você viu o Tiranossauro Rex? Virou galinha!)

Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 21:47
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Spírito Santo
 

Em tempo: O forum em tela é o Ajuda mas, acho que a questão não tem muito peso ou importancia.

Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 17/4/2007 21:56
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Roberta Tum
 

Spirito, tô esperando a continuação. Já postou? Gostei muito da experiência e da sua narrativa. Esse nosso Brasil é mesmo plural...
Um abraço!

Roberta Tum · Palmas, TO 18/4/2007 10:21
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Spírito Santo
 

Oi Roberta,

Ainda não tive tempo de postar a segunda parte. Estou tentando resumir ao máximo mas, acho que, talvez, role até uma terceira.
É que o tema assumiu uma proporção tão grande que a cada hora descubro um novo aspecto a ser refletido.
Valeu pelo interesse. Novo episódio para breve.
Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 18/4/2007 12:09
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FILIPE MAMEDE
 

Muito bom Spirito. Abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 19/4/2007 11:19
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Spírito Santo
 

Valeu, Felipe!
Estou fechando a segunda parte agora mesmo.
Brigadão.
Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 19/4/2007 14:40
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Edna Queiroz
 

Muito bom, Spirito Santo. É uma história envolvente, densa e revela a triste realidade que aí está, vista por dentro e que, no entanto, só sabemos (o clímax) pelas manchetes dos jornais ou telas de TV.

Edna Queiroz · Rio de Janeiro, RJ 20/4/2007 22:19
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Spírito Santo
 

Pois é, Edna
Estou postando a parte final agora. Apesar de ser mais densa e triste ainda, passe por lá.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 21/4/2007 07:33
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Spírito Santo
 

Egeu, Roberta, Felipe e Edna (os que comentaram a parte 1 do post 'Crônica Suja)
Pena mas, a parte 1 não foi publicada por 12 votinhos. Relaxei quando chegou aos 58 votos/37 horas de votação e não fiz nenhuma propaganda pedindo votos.
Não sei o que acontecerá com a parte 2.
Permitam-me consultálos vocês sobre o seguinte:
Caso a segunda parte seja publicada vocês acham correto eu repostar a primeira, para submetê-la a outra votação?

Grande abraço e obrigado pelos votos.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 21/4/2007 11:29
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Edna Queiroz
 

Pena que ficou por pouco. Mas vale a pena reeditar sim. Feriado, viagens, muita gente fora... São "n" fatores. Aqui no Overmundo os trabalhos não publicados não vão para a lixeira, portanto, podem retornar.
Abraços.

Edna Queiroz · Rio de Janeiro, RJ 23/4/2007 21:04
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Spírito Santo
 

Valeu Edna,
Vou só aguardar o comportamento da parte 2 e aí vejo o que fazer.
Brigadão!

Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 23/4/2007 21:52
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Spírito Santo
 

Boa notícia: O post 2 foi editado. O um foi repostado.
A crônica está completa.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 24/4/2007 15:22
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Spírito Santo
 

Aviso aos navegantes!
este este post que você leu aqui é uma versão antiga, arquivada por que não obteve votos suficientes. Existe uma nova versão, agora mesmo na fila de edição (um segundo turnoAvisoaos navegantes!
A parte 1 deste post linkada aqui é uma versão antiga, arquivada. A versão que está agora mesmo na fila de edição se chama 'Cronica Suja- parte 1'. se você estiver afim de dar uma 'ajudada' na edição, dê uma passada lá, sem cerimônia.

Obrigado e abraços.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 24/4/2007 19:55
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Spírito Santo
 

O repost em edição está aqui!

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 24/4/2007 19:57
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