HISTÓRIA SEM FIM... DO RIO PARAGUAI – O RELATÓRIO CHEGA A SÃO PAULO
O documentário pantaneiro “História Sem Fim...do rio Paraguai – o Relatório” será exibido no Curta Cinemateca, na Cinemateca Brasileira, no dia 18 de abril, terça feira, às 18 horas, dentro da
programação dedicada à apresentação de um panorama dos curtas-metragens que têm como tema o próprio cinema em suas mais variadas acepcões: a linguagem, os cinéfilos, os cineastas famosos, as crises, as homenagens, entre outros.
A programação começou no mês de março e teve sessões com os seguintes temas: “Em torno de Glauber”, “Viva o cinema !”, “Auto-retratos”, “Mestres (1)” e “Mestres (2)”. A sessão do dia 18 encerra o ciclo que aborda a metalinguagem com “O cinema por dentro”.
Os filmes escolhidos são: Fazendo cinema, de Anselmo Duarte - 1957, vídeo (orig.: 35mm), p&b, 10’, História sem fim… do rio Paraguay – o relatório, de Valéria del Cueto - 2004, 35mm, cor, 16’ , Mensageiras da luz: parteiras da Amazônia, de Evaldo Mocarzel - 2003, 35mm, cor, 15’ e O Sanduíche, de Jorge Furtado - 2000, 35mm, cor, 12’
Dos curtas que serão apresentados na sessão, História Sem Fim... do Rio Paraguai – o relatório, que relata uma viagem entre Cáceres e Corumbá pelo coração do Pantanal, protagonizado por Eduardo Felipe e Meire Pedroso, é o único inédito em São Paulo. O filme vem participando de vários festivais nacionais e ganhou no final do ano passado, o Prêmio Especial do Júri no Amazonas Film Festival, em Manaus.
Para Valéria del Cueto, diretora do projeto e jornalista, apesar das dificuldades de circulação dos curtas no Brasil, são iniciativas como a da Cinemateca Brasileira que permitem a exibição de produções feitas em outras regiões distantes como Pantanal, numa das cidades mais importantes do país.
“Se não fosse a Cinemateca Brasileira e o fato do nosso curta incorporar metalinguagem, tema abordado nos dois últimos meses na programação do Curta Cinemateca, continuaríamos sem ter acesso ao público paulistano”, afirma a diretora, anunciando que o curta mato-grossense também chegará a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na primeira quinzena de maio. O filme é um dos selecionados para a Mostra Competitiva do Cine Esquema Novo, na capital gaúcha.
CURTA NA CINEMATECA - Sessões gratuitas todas as terças-feiras às 18h00, no Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana, próxima ao Metrô Vila Mariana e à Rua Sena Madureira.
Oi Valéria, você postou o texto e é a "entrevistada". Já que o projeto é dirigido por você, não acha que seria muito mais interessante escrever um texto mais pessoal? Do jeito que está, o texto parece um release... Abraço!
Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 11/4/2006 13:30Parabéns pelo projeto. Se rolar uma segunda ediçao, fica aqui a sugestao de um 16mm chamado "Curta-metragem metalingüístico de baixo orçamento ou aceita mais café?" (ou algo assim). Uma garota enferma acorda dentro de um curta e a enfermeira insiste para que ela aceite mais café. É de um realizador mineiro, Byron O´Neill. Muito divertido o filminho.
Ana Murta · Vitória, ES 11/4/2006 19:53
Pois é, Ana, em Mato Grosso é assim: a gente chuta, cabeçeia, apita e ainda torçe! Isto é um release. Outros textos e muitas informações sobre o filme podem ser vistas no http://pantanal.multiply.com
Como o filme foi lançado há um ano e esteve em uma dezena de festivais pelo Brasil, já produzi vários textos pessoais a respeito dele e das exibições.
Pensando bem, sigo na proposta inicial de metalinguagem. A empresa que produz o filme faz sua assessoria de Imprensa. A jornalista que dirigiu o filme é a autora do material sobre ele e fala como diretora.
Fazer curtas no Brasil é assim, principalmente se for "Fora do Eixo". Uma luta!
Opa, esta resposta era para a Helena Aragão, e não para a Ana.
Valéria del Cueto · Rio de Janeiro, RJ 12/4/2006 13:16
Oi Valéria, valeu pela resposta. Entendo e respeito sua opção! Era realmente só uma sugestão, mais baseada numa opinião pessoal: é que acho realmente bem mais interessante ler um texto próprio que um release. Se você já escreveu vários textos, fico com pena de não poder ler algum deles no Overmundo.
Mas a escolha é sua, fique à vontade. E a decisão de entrar no Overblog é da comunidade. Segue então a torcida! Abraço.
a valéria escreve muito bem. sabe se soltar no texto. e quando solta...saia da frente. ô valéria, a helena só quis mostrar o espírito overmundo que voa sobre tudo de forma livre e bastante pessoal. vc além de jornalista é bastante criativa e eu também gostaria de ver sua verve elegante e cínica. bjão linda.
eduardo ferreira · Cuiabá, MT 12/4/2006 17:17
Helena, terei o maior prazer em publica-los no Overmundo! Só preciso entender melhor como funciona o site. Por exemplo: só vale texto inédito? Pergunto isso por que costumo publica-los no meu site e, nele, libera-lo para outros como o de Brasília e o Supersitegood, por exemplo...
Eduardo, muito obrigado pelo elogio. Ultimamente tenho produzido regularmente a série "Ponta do Leme". São vários textos. Acho que você vai gostar estão no http://delcueto.multiply.com
Oi Valéria. Antes de tudo sugiro que você dê uma olhada na seção AJUDA (à direito, no alto). Lá tem perguntas e respostas comuns, acredito que tire boa parte das suas dúvidas. Sobre textos inéditos: escrevi sobre isso num post do Observatório. Não precisa necessariamente ser inédito (apesar de ser preferível). Contanto que o texto seja propriedade sua, você pode postar aqui mesmo que já tenha publicado em outros lugares. E depois de postar aqui, o texto continua sendo APENAS SEU.
Não poderia entrar um texto que você já publicou em jornal ou revista, por exemplo, e que seja de propriedade do veículo. Entendido? Mas sugiro mesmo a leitura do AJUDA. E torço para ver novas colaborações suas! Abraço.
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