Defensores do Indefensável: pedofilia em questão.

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leandroDiniz · Niterói, RJ
10/9/2008 · 65 · 25
 

É fato que as coisas hoje em dia já saíram da normalidade faz tempo. O principal problema de hoje é a total falta de capacidade humana e coletiva para ver o óbvio, defender o natural e plausível e aceitar as coisas como elas sempre foram não por imposição ortodoxa, mas por simples naturalidade com que elas se apresentam.

Qualquer estudo que tenha como foco a Idade Média e períodos anteriores, poderá mostrar claramente como não havia manifestações de mulheres querendo ir para a guerra. Ou seja, essa faceta única e indiscutível da sociedade nunca foi sequer combatida no campo das idéias. O sinal maior de respeito e valor eram os conflitos. Nesses homens em idade de combate se isolavam em regiões afastadas dos núcleos sociais para guerrear deixando em paz as mulheres, os filhos e os idosos. E nem por isso dizemos que era uma sociedade injusta. Hoje em dia o discurso feminista contra uma sociedade patriarcal se dá em muitos âmbitos e tem apoio popular enorme, mas podemos ver que em nenhum nível há uma aceitação difundida entre as mulheres a favor do alistamento militar para elas. No que tangia ao respeito maior a valores dos mais caros à humanidade nossa sociedade era centrada e tradicional.

Atualmente os valores mais básicos da humanidade são o prato cheio para discursos liberalistas de grupos que não possuem nada de sólido com que combater do que mero oportunismo maniqueísta. Um desses grupos é exatamente o ápice de toda e qualquer luta contra todos os valores mais básicos da humanidade. O Nambla – North American Man/Boy Love Association ou seja Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Garotos – é representante desse quadro. A associação defende a prática sexual entre homens e meninos alegando que eles são tão conscientes quantos os adultos para decidir sobre sua própria vida sexual. No fundo, sem querer ir muito a fundo, eles defendem a descriminalização da pedofilia pederasta. Basta uma olhada no site desses pérfidos criminosos para maiores esclarecimentos.

Qual é a surpresa quando o site E-Jovem, em editorial de Deco Ribeiro, se manifesta dizendo que “vivemos numa sociedade homofóbica e adultocêntrica, isto é, uma sociedade que valoriza a heterossexualidade e as pessoas adultas”?

Não precisa esclarecer que quem ataca a sociedade por ser “homofóbica” e “adultocêntrica” defende automaticamente que ela deve ser simpatizante com gays e adolescentes/crianças. Ou de acordo com o site adolescentes gays. Não é tarefa para o bom senso natural perceber uma clara ligação ideológica entre o discurso do E-Jovem e o Nambla. Por mais que os objetivos de um sejam muito diferentes do outro, os dois terminam por ter a mesma base de protesto. E o que isso quer dizer?

Quando alguém defende que um ser corajoso é melhor que um ser covarde, ele está discriminando o ser covarde, pela sua própria forma de agir. Partindo do pré-suposto de que não existe a Coragem em si, mas só pessoas que ou são ou não são corajosas, qualquer defesa de qualquer valor similar ataca quem não o pratica e defende que o pratica. Isso é uma coisa tão natural e banal quanto perceber que o Sol nasce todos os dias.

O mais preocupante é que quem defende um valor diz automaticamente que esse valor deve ser compartilhado por toda a sociedade. Pois um valor ou é universalizável ou não é valor. Não existe valor que diz: olha só eu o tenho e só vale para mim, então não precisa concordar e aceitá-lo. Se assim fosse o ataque não se dirigiria para toda a sociedade. Mas o que acontece quando toda a sociedade é atacada de “homofóbica” e “adultocêntrica”?

Acontece exatamente isso: a sociedade assim é, pois se baseia em valores universais e atemporais, valores que criaram e fomentaram qualquer sociedade na Terra em qualquer tempo de qualquer época. Quando a ação é impossível pelas bases naturais e lógicas da sociedade o que se tem a fazer? Criar leis. Como se a lei anti-homofobia fosse acabar com o preconceito. Em toda a história de todas as sociedades modernas não houve nenhum caso em que o endurecimento da lei causou um efeito “regenerador” na sociedade. Não houve nenhum caso em que coibir perante altas punições, com a pena de morte até, tivesse diminuído a incidência do ato passível da punição.

Querer que a sociedade vá contra todos os valores mais universais que a fundaram é coisa de maluco. E assim podemos perceber tanto a Nambla como o E-Jovem. Eles não possuem em nenhum lugar qualquer peso para fazer as reivindicações que fazem a não ser fomentar o desejo de prática criminosa, contra crimes que não são recentes, mas contra valores universais que existem desde sempre na sociedade. Há uma inversão muito clara da ordem das coisas na cabeça dessas pessoas, elas acham que a sociedade existiu antes e os valores foram impostos depois. Como se existisse um bando de pessoas já vivendo em sociedade e de repente chegasse alguém e dissesse: agora todo mundo têm que ser heterossexual e não tolerar a pedofilia.

Esquecem-se esses que os valores fundaram a sociedade e não o contrário. A nossa sociedade com todas as suas manifestações só pode chegar ao nível em que está por causa de seus próprios valores fundadores, esses que alguns ignóbeis querem atacar com fundamento em uma pseudo-liberalidade. Fruto da desestruturação de nossa sociedade. Como se a voz de uns poucos tivessem que valer mais contra toda a história da humanidade e contra a gigantesca maioria das pessoas que vivem atualmente nesse mundo. Essa grandiloqüência megalomaníaca é preocupante, pois contagiosa. Em tempos que os valores mais caros e naturais são atacados por todos os lados o que sobra é um discurso que se passa como realidade, e como discurso deve ser combatido. Basta que as pessoas olhem a sua volta e vejam a realidade mesma, ela é heterossexual e não defende gays, nem jovens, nem adolescentes muito menos crianças. É questão de bom senso.

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Fátima Venutti
 

Caríssimo. Relevante e muito bem desenrolado o teu texto.
Ah se bom senso fosse chave-mestra na sociedade...

Aproveito pr agradecer teus comentários e reafirmar minha paixão pelos trens, haja a vista a publicação de terceiro Apito, meu último livro...
Grandioso abraço

Fátima Venutti · Blumenau, SC 10/9/2008 16:50
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bebeto_maya
 

Escelente texto. Conservador sem ser pedante. De fato, tenho total respeito pelos gays. Mas considerar que sexualidade atribui valor ao indivíduo, seja qual for a opção, é o mesmo que afirmar que os cachorros e touros estão no mesmo patamar de humanidade nossa. Por esse raciocínio, os coelhos seriam gênios.

bebeto_maya · Olinda, PE 11/9/2008 15:26
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Nic NIlson
 

Olha amigo, se alguem quer ser gay q seja. Se quer lesbica q seja, Mas se eu e vc queremos e uma sociedade inteira quer ser diferente deles, tbm podemos. Nao e questao de ser conservador. E questao muito bem explicada em seu texto sobre sociedade e costumes. Agora qdo qualquer atitude, escolha sexual ou infraçao da sociedade,de qualquer forma, atinge nossos principios, temos q levantar a voz sim. Uma coisa nao compreendo, como meia duzia sempre se levanta e domina toda uma sociedade?! Nesse caso, penso q é a própria sociedade quem deseja ser violada... Mas vamos encerrar, senao vamos ficar aqui ate amanha. Parabens pelo texto. Bravo!

Nic NIlson · Campinas, SP 11/9/2008 18:03
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etetuba
 

muito boa análise, parabéns.

etetuba · Belém, PA 11/9/2008 19:42
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Yusseff Abrahim
 

Não teria como concordar com este texto.

O início tem uma grande contradição ao utilizar o termo "normalidade" sob uma condição de desprezo ao que a sociedade tem de mais dinâmico com o tempo: o movimento de suas relações sociais.

Outra coisa é esta história de naturalidade, ou "o que é natural...". O homem é um ser natural, tudo o que vem dele, inclusive sua forma de viver em sociedade é natural. O crime é natural, mas passou a ser punido por atentar contra o outro indivíduo e nem por isso so crimes cessaram. É natural do homem a transgressão, o risco. A humanidade sempre resistiu à "normalidade" que nesse sentido sempre foi IMPOSTA.

Isso talvez explique porque nos escritos da Idade Média ninguém encontre manifestações feministas... já que a mulher tinha sob os ombros a imposição de um papel muito claro (queimem a bruxa!), logo, será mesmo que não haviam mulheres predispostas a combater em guerra e outras coisas mais? Na mão de quem estava a caneta e o que será que ela pensava? Bem, acho muito pouco provavel que mulheres empunhassem uma caneta para escrever suas impressões históricas. Nada mais "natural" para a época.

Acho que a grande mensagem que a humanidade compartilha nesta fase paradigmática de valores é a luta por RESPEITO. Não quer dizer que quem não gosta tenha que gostar ou simpatizar com homossexuais, já que isso está em um âmbito muito pessoal, mas tal como o ato de não roubar, não é admissível parar um carro com amigos para espancar um homossexual ou uma prostituta. O que se combate é a INTOLERÂNCIA, e se a punição por prisão ou multa não mudarem o pensamento, que freiem as maioria das extremas manifestações violentas destes CONCEITOS DE NORMALIDADE.

Pedofilia é crime! Sempre!

A sociedade se desestrutura pela intolerância e corrupção (naturais do ser humano, mas que devem ser combatidas para a vida em sociedade ser viável).

Colocar a homossexualidade e o feminismo como grandes males da humanidade é demais... por favor! Falar de economia e política é muito mais apropriado.

Homossexualidade é tão natural que existe entre os animais, e pasmem: o homem também é um animal. Tem telencéfalo desenvolvido, mas também instintos que a psicologia bem que se esforça pra explicar.

Enfim, o texto carrega uma visão de sociedade bem... medieval. E vamos combinar: a normalidade é um saco!


*O autor do comentário é heterossexual (militante). rs

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 12/9/2008 14:50
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leandroDiniz
 

Yusseff,

Primeiro, o termo normalidade só quer dizer exatamente o que significa: normalidade é a norma, a prática mais difundida, excetuando-se as práticas que fogem ao normal. Considerando que somente uma parcela de no máximo 5% dos brasileiros são homossexuais, transsexuais, bissexuais etc., creio que apliquei o termo correto para a situação correta.

Você confunde-se em seu segundo parágrafo. Não é uma idéia de normalidade que se impõe sobre todos, só porque todos agem de maneira X que ela se torna normal. Lógico que como todas as praticidades humanas, pelo próprio espírito da coisa, haverá transgressões. Cabe ao conjunto social avaliar se aquilo que transgride certa linha é aceitável ou inaceitável. Concordar que o crime é natural não é concordar que ele deva ser praticado por todos, e coibir uma ação não desejada como prática normal é também tentar coibir sua origem, ou seja o próprio pensamento de cometer tal ato. Se assim não fosse haveria uma hipocrisia generalizada ao defender o pensamento de cometer o crime e puní-lo depois de feito. E é exatamente isso que acontece hoje em dia, defende-se a opinião própria válida generalizada, mas quer-se punir uns e outros por práticas X ou Y. Então defendo eu que não é válida qualquer opinião e as que entram de acordo com as práticas que não são vistas como válidas para a universalidade da população devem ser combatidas por todos aqueles que agem e vivem em desacordo com essas opiniões e ato considerados ruins.

Quanto ao caso da mulher, bem isso é muito mais arraigado na sociedade da época, e que se torna bastante complexo falar assim prosaicamente como você fala, se assim fosse deveríamos ver por outro ângulo e constatar que as mulheres da alta corte recebiam educação adequada. E se as mulheres não praticavam o ato de pensar elaborado e propagado seria porque essa práxis estava relegada aos integrantes do clero, que detinham exclusividade no desenvolver de tais tarefas. E por própria consequência lógica desse fato vemos que não haviam mulheres no âmbito intelectual, pois não haviam mulheres no sacerdócio. Como ainda hoje não há, coisa mais natural não existe, e não podemos relegar a "opressão" das mulheres por serem mulheres apenas.

Em questão ao terço final de seu texto, você concorda com o que discorda no início. Que as práticas não normais, ou as anormais "devem ser combatidas para a vida em sociedade ser viável". E nessa categoria se inclui o homossexualismo. O homossexualismo pode ser natural em outras espécies, pois acontece naturalmente, mas em nenhuma medida deve ser posta em comparação com a prática heterossexual que domina praticamente 99% das relações animais. Natural é, mas normal não.

Se você concordar comigo que se ver a sociedade como medial é ver a sociedade com uma mínima referência aos valores clássicos, e à defesa e manutenção desses valores, creio que posso dizer que a minha visão sobre a sociedade no quesito dos valores, e apenas os valores, é medieval sim, sem contudo achar que as práticas econômicas e políticas dessa época são recomendáveis.

Achar que só porque uns possuem o direito de serem diferentes possuem o direito de imporem, ou tentarem, sua visão como de igual relevância para a sociedade como a prática comum, normal e difundida é confundir os direitos, confundir as ordens. Respeito os homossexuais, mas em nenhum momento desejo isso para a sociedade como forma e prática difundida. Não vou ensinar meu filho que é normal ser homossexual, mas é anormal, e por isso mesmo devemos respeito a isso.

leandroDiniz · Niterói, RJ 12/9/2008 16:09
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macsax
 

Texto bem fundamentado;
Deve haver liberdade, baseado no livre arbítrio, porém com ética
e respeito. Sou contra discriminação, mas há certos comportamentos que são anti-éticos perante a sociedade que vivemos e contra DEUS!
meu abraço amigo
macsax

macsax · João Pessoa, PB 13/9/2008 20:24
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Yusseff Abrahim
 

Desculpe, Leandro...

Pra mim é muito claro: Homossexualidade não é crime e é NATURAL e NORMAL. Mulheres têm o direito de se impor até onde o conjunto da sociedade permitir (o espaço conquistado tem muito de mea culpa).

Todos têm o direito de ser o que quiserem e o que você intitula "diferente", nada mais é do que uma incapacidade de respeitar escolhas. Pela NORMA, a gente até hoje estaria acreditando que o sol gira em torno da Terra. É a diferença que que empurra esse mundo pra frente em todos as áreas.

E o principal, em nível de indivíduo: A NORMA, cada um adote a sua e veja até que ponto há reverberação na sociedade para aceitá-la. É o que Levi Strauss trabalha quando analisa a relação entre a Estrutura no Indivíduo e o Indivíduo na Estrutura.

E, ah sim... 5% ? Que número é esse? Quem fez esta pesquisa? 5% é um número que nem justificaria você perder teu tempo fazendo este texto.

Termino por aqui. Não vou polarizar a discussão.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 14/9/2008 10:20
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Yusseff Abrahim
 

Pedofilia é crime!!!
SEMPRE!!!

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 14/9/2008 10:21
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leandroDiniz
 

Yussef,

Segundo reportagem da IstoÉ de 14 de Setembro de nosso ano vigente: "A ONG Gay Lawyers estima em 16 milhões o número de homossexuais no Brasil – quase 10% da população."

Como eu não acredito em ONGs internacionais de primeira, antes que realmente uma pesquisa séria seja feita creio que a população brasileira possua entre 5 e 8% de pessoas que não são heterossexuais.

E justamente 5% é a maior justificativa de que eu preciso fazer não só esse mas muito mais textos e espalhá-los por aí. Pois a opinião de, vamos colocar, 10% da população brasileira não pode ser imposta ao restante de 90%. Como acontece hoje em dia que movimentos gays tem mais visibilidade nacional que qualquer movimento pró-família, religioso, militar, ou qualquer outro movimento conservador. Escolha da mídia, lógico, que promove a cada dia os valores mais tortos de propósito. Basta ver novelas e seriados globais que cada vez mais possuem gays, cada vez menos os núcleos familiares são retratados decentemente, onde só vemos traições, desilusões e a escolha final de todo e qualquer personagem para a vida individual. Ou seja o núcleo da propagação dos valores sociais é atacado a cada dia em mais novelas que o povo consegue acompanhar, ao mesmo tempo que a opinião de meros 10% da população é tido como mais importante que os outros 90%.

A homossexualidade é natural, pois acontece na natureza (incluindo seres humanos), e normal, pois recorrentemente acontece, mas como excessão. E disso não devemos esquecer, jamais.

E mais uma vez você confunde significados das expressões. Respeitar é uma coisa, concordar é outra. Respeito integralmente uma escolha, mas não concordo com ela, e por não concordar escolho não propagar essa idéia, que por mero respeito não vem atachada a obrigação de militar em sua causa.

Não é pela norma que estaríamos até hoje acreditando que o Sol gira ao redor da Terra, mas somente por uma idéia errada de verdade que tínhamos. Se as ilusões acontecem elas não deixam de serem verdadeiras, pois acontecem. E nem conseguimos nos distanciar dessa ilusões. Por mais que se saiba que a Terra é que gira ao redor do Sol, ainda estamos presos à ilusão real de que o Sol diariamente circula ao nosso redor, nos céus. A questão aqui é procurar a verdade acima das ilusões, que são inescapáveis. E para isso nada melhor que esclarecer os fatos, que é a tentativa de toda ciência séria.

Os fatos nos dizem que a população homossexual é um desvio da norma, mesmo que esse desvio aconteça com certa recorrência. Há um constante comportamento homossexual na humanidade de 5% da população. Isso é o fato. E nunca poderíamos sequer supor em deixar esse fato virar ideologia de luta e desestruturação social.

E o que nos leva à frente é o centro de pesquisas e homens ousados que buscam os esclarecimentos acima de tudo, o que nos dá uma parcela ínfima da população inserida nesse âmbito. Dar a qualquer ignóbel o direito de reivindicar seus achismos sentimentais como normas sociais é ir na contramão do desenvolvimento da humanidade. Ainda mais quando essas reivindicações vão contra tudo o que temos de mais sagrado em nossa sociedade.

leandroDiniz · Niterói, RJ 14/9/2008 11:23
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Yusseff Abrahim
 

Quer dizer que "vc crê"? E acha isso suficiente para embasar um texto? Ok... bem sou jornalista, discuto com dados, nunca com divagações.

Vc trata como FATO uma estimativa (5%) que está em sua cabeça e diz que isso é uma "verdade acima das ilusões (...) inescapáveis". Legal!

Volto a dizer: quer falar em desestruturação social? Tente política e economia... vai fazer muito mais sentido.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 14/9/2008 23:56
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Yusseff Abrahim
 

Diante do seu "embasamento" resta concordar em gênero (os três (rs)), número (pode ser o 5) e grau com o seu últiomo período:

"Dar a qualquer ignóbel o direito de reivindicar seus achismos sentimentais como normas sociais é ir na contramão do desenvolvimento da humanidade. Ainda mais quando essas reivindicações vão contra tudo o que temos de mais sagrado em nossa sociedade."

Agora encerrei mesmo.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 00:03
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Yusseff Abrahim
 

PEDOFILIA É CRIME!!! SEMPRE!!!

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 00:06
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leandroDiniz
 

Caro Yussef,

Bom, já que você se retirou da discussão presumo eu que seus argumentos se esgotam quando tenta dizer o que eu não disse, para safadamente me impugnar uma opinião que não tenho. Esse é de fato um dos meios mais peculiares de ganhar uma discussão, acusar o outro de achar uma coisa que ele não acha, e depois desmentir o que não pode ser desmentido.

Senão vejamos, a maior organização que defende direitos homossexuais no Brasil diz que aqui temos 10% de homossexuais, e você não acha plausível que essa organização esteja certa? Pois bem, ou ela sabe exatamente o número da categoria, ou colocou menos do que é na verdade, ou ainda, colocou mais do que é na verdade. No primeiro caso se ela sabe exatamente o número ela divulga, ok. No segundo caso se ela sabe o número de integrantes da classe e abaixa esse número, essa organização é das mais infrutíferas na luta em que pretende fazer, se ela aumenta os números isso nos diria qual a cara da organização, que não sendo séria não teria porque ser respeitada.

Então se tal organização é respeitável, pois devemos respeitar nossas diferenças nada me leva a crer que ela está camuflando os números pra baixo, talvez para cima, mas nunca para baixo. Então se ela nos diz que 10% da população é homossexual, dada margem de diferença de toda pesquisa estatística de 1 a 2 pontos percentuais, podemos dizer que na média 8% da população brasileira é homossexual? Sim, seria de muito bom senso dizê-lo, e foi justamente o que eu disse. Relembrando que isso não é mero achismo.

Outra coisa, eu não embasei meu texto na porcentagem de gays que existem no Brasil, essa porcentagem é irrelevante para o texto e seu argumento. Mas se você não consegue captar o nexo de uma estrutura argumentativa, nesse caso o problema sinceramente não é meu. Meu texto se baseia em dois fatos que aconteceram inequivocamente. O fato do site da Nambla existir, e o outro fato de o cidadão lá ter escrito o que escreveu no site E-Jovem. Essa é a base do meu texto.

E para ir além, coisa que seu parco entendimento da matéria argumentativa não o deixaria ir, existem termos que ficam subentendidos, creio que isso é demais para sua mente. Então, se antenado com os acontecimentos de nosso país deveria saber que uma Lei Anti-Homofobia foi promulgada, e que estabelece que qualquer manifestação contra qualquer demonstração em público de relacionamentos, afetos ou opiniões homossexuais é crime. Se isso não é dar a ignóbeis o direito de reivindicar seus achismos sentimentais como normas sociais, daí definitivamente seu mundo é tão diferente do meu que estaríamos impossibilitados de dialogar, como parece ser o caso aqui.

leandroDiniz · Niterói, RJ 15/9/2008 00:21
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Yusseff Abrahim
 

ou não.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 01:09
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Yusseff Abrahim
 

Eu estava procurando nos meus comentários onde justificaria você me responder com termos do tipo "safadamente", ou qualificar minha percepção de "parca". Acho que não vi nada, você poderia me ajudar?

Parece que a incapacidade de discutir não está em mim nesse caso, mas tudo bem, respeitar a diferença já está mais do que evidente que não é o seu forte.

Já que é para analisar o discurso, no teu último comentário:

1o. Parágrafo - Vc tenta denvincular de você um pensamento que está escrito nos seus posts (além do xingamento).

2o. Parágrafo - Divagação

3o. Parágrafo - Divagação

4o. Parágrafo - Vc tenta novamente denvincular de você um pensamento que está escrito nos seus posts de que "gays são minoria".

5o. Paragrafo - Xingamento e desqualificação

Relaxa, Leandro... você venceu a discusão, Vamos encerrar...

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 01:38
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Yusseff Abrahim
 

Pedofilia é crime! Sempre!

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 01:43
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leandroDiniz
 

Yussef,

Você sabe perfeitamente que quando escreveu isso: "Vc trata como FATO uma estimativa (5%) que está em sua cabeça e diz que isso é uma 'verdade acima das ilusões (...) inescapáveis'. Legal!" você faltou com a honestidade perante ao discurso, pois 5% não é um achismo infundado, mas é um número por demais próximo da realidade, e você sabe disso. Por isso repito que foi safadeza sua.

Segundo que procurando no dicionário temos lá que divagação é ação de divagar, de andar sem rumo. Acho que novamente como eu disse mais acima, você não faz a mínima idéia do que é um discurso retórico argumentativo. Divagar é fugir ao tema, meus parágrafos os quais você atribui a divagação são cernes do argumento, quanto pior que você não consiga processar isso.

E novamente, você usa das maneiras mais tortas para se sair por cima, mas essas coisas não colam comigo não. Nada mais fanfarrão e ridículo que se auto acusar de vítima, entregar os pontos de maneira a fazer o leitor sentir pena de você, como coitadinho e depois dizer que: "vamos encerrar" o texto. Paciência tem limite.

E só para constar que ao meu ver tudo começou quando o senhorito usou uma frase minha que tinha usado para expressar o que acontece no Brasil em termos de leis contra o povo, ou sua maioria, contra o próprio autor, mostrando a maior incapacidade de perceber o argumento principal você se esquiva do debate e põe como esse que escreve como ignóbil que quer passar seus achismos como normas sociais. Nada mais faço que defender o que penso, através de um texto, conservador, sim, mas um texto argumentativo e sensato. Se hoje em dia ser conservador é ir contra o achismo generalizado de que toda opinião é válida e deve ser respeitada, principalmente através de leis, sim sou conservador, e quem rotula nesse caso é quem vê e quem diz.

Você se rebaixou ao nível dessa gente quando aplica um xingamento ao autor desse texto para desqualificá-lo como pessoa e não seu argumento, não sua idéia, mas sua integridade, e como o direito de resposta equivalente e de mesmo nível é um direito assegurado pela constituição eu vou utilizá-lo todas as vezes que algum engraçadinho se engraçar. E pior ainda, no seu caso você atribui um adjetivo a mim baseado no seu achismo do meu achismo, eu, entretanto, me baseio na sua falta de honestidade expressa e direta para com o argumento do texto. E se você não sabe que ignorou o encadeamento do discurso argumentativo, bem daí não seria nada demais, mas mera adequação dos termos à realidade falar que seu entendimento é parco, pois no caso ele realmente seria.

leandroDiniz · Niterói, RJ 15/9/2008 08:54
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Yusseff Abrahim
 

5%? Você jura que insiste nisso com base na SUA estimativa diante dos dados de uma pesquisa?

Você já parou pra pensar quantas pessoas responderiam "Você é homossexual" para um desconhecido com prancheta na mão? Qual a necessidade disso dinte de tantos tabus sociais fruto do que você intitula NORMALIDADE?

Tudo bem, você além de consumidor passivo de pesquisas, as manipula na sua cabeça para usar a "verdade" em favor do que acredita. Tudo bem...

"Safadeza", "fanfarrão", "ridículo"... olha o nível, colega. Logo você que se diz tão bom em argumentos...

Você utilizou a pedofilia para desenvolver um texto homofóbico e anti-feminista. Ponto. Quem ler seu texto vai ver isso e não adianta perder tempo digitando respostas longas, isso só etá evidenciando suas cntradições.. e tá tudo ai em cima para todo mundo que quiser ver. Resta xingar e adjetivar, entendo a sua irritação. Você aqui é a única pessoa merecedora de pena.

"Nivel dessa gente"? Quem você pensa que é? Melhor? Do que quem?

Ah, sim. Onde está o meu xingamento mesmo? Desafio você a me apontar onde te xinguei em qualquer um dos comentários.

Vai tomar um chazinho, Leandro.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 09:54
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Yusseff Abrahim
 

camomila

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 09:57
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Yusseff Abrahim
 

camomila

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 09:57
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leandroDiniz
 

Yussef,

Continuo achando que você não entendeu o que eu disse quando citei que a ogranização que estima o número de homossexuais no Brasil é uma ogranização que defende os direitos gays, logo, então, se o gay tem vergonha de falar pra associação gay que é gay, bom ai a coisa se complica, mesmo que em caso excepcional, em um acontecimento raro e fortuito da realidade em que a pesquisa errou por 100% teríamos um montante de 20% da população sendo gay e afins, motivo mais que suficiente para escrever mais uns 10 textos e combater ainda mais fortemente essa prática ou idéia. Não quero prender ninguém, não quero que ninguém seja discriminado, não pretendo convencer nenhum gay a não ser, mas a idéia de que a homossexualidade deve ser espalhada aos quatro cantos, isso eu combato e combato em qualquer lugar, liberdade de expressão é tanto prum lado quanto prum outro. Não nego nem deixo de expressar que sou contra o homossexualismo como idéia e prática a ser espalhada, propagada, dita como normal, aceitável. Não, não vou defender isso porque é ridículo.

Quanto ao anti-feminista também me declaro totalmente contra esse movimento esdrúxulo que diz que as mulheres são iguais aos homens. Sabe porque? Porque não são! Mulheres são uma coisa, homens outra. Querer igualar os gêneros é dizer "não há diferença entre ser homem e ser mulher", e o que o homossexual diz? Que homem e mulher já deixaram de ser conceitos definidos há muito tempo. Querer fazer com que eu acredite que homem não é homem, nem mulher é mulher... bom daí nego vai ter que fazer muito mais do que faz hoje, porque contra fatos concretos qualquer retórica idiota não tem força alguma. E quais os fatos? Mulheres são mais sensíveis que o homem, tem uma fraqueza física maior, possuem N diferenças, que não são "inferiores", mas diferentes. Mas em tempos em que a sociedade quer igualdade para todos... ser diferente é ir contra o discurso vigente como um todo, logo deve ser combatido. Não aceito de maneira alguma essa igualdade para todos. Encarar o homossexual como coisa normal é resquício ou objetivo desse discurso idiota de igualdade. Somos todos iguais uma ova. Somos diferentes e diferentemente devemos ser tratados.

Esclarecendo que o homossexual se define por não conseguir gostar do sexo oposto, esta é a definição de homossexual. Das duas uma, ou o homossexual não tem escolha e sua condição é algo naturalmente imposta pela sua constituição biológica, ou o homossexual escolhe esse rumo na vida. No primeiro caso devemos esclarecer que se o homossexual é privado da potência sexual com o sexo oposto isso é uma privação, um "defeito" que ele têm, logo por causa disso deveríamos dar-lhes direitos especiais e tal, mas também deveriam aceitar de boca fechada que estudos de normalização biológica ou a causa dos distúrbios condicionados biologicamente fossem feitas. Se, entretanto, a homossexualidade for uma escolha, então que se foda, temos que combater essa escolha como algo que se espalhado a 50% da população causa graves consequências para a propagação da espécie. Por isso de uma forma ou de outra eu sou contra a propagação ideológica da igualdade de gays e heteros. Assim como qualquer movimento feminista idiota que diga que as mulheres são iguais aos homens, pois não são, basta para isso ver a prática, a realidade, e o que acontece.

Esse papinho de milênios de opressão é coisa furada, pois eu nada tenho a ver com seres humanos que viveram séculos atrás e privaram as mulheres disso ou daquilo. Não possuo nenhuma responsabilidade por tais atos e de maneira alguma sou a favor de relegar a mulher a um lugar definido na sociedade, seja lá onde ele for, mas que brigar, extensivamente, por destruir os moldes como estão só porque ao invés de homens que lutaram e se esforçaram para alcançar o local que estão deveríamos ter mulheres por uma idéia torta de compensação por um passado que não somos responsáveis... é querer destruir a ordem social. Igualdade para desiguais não existe, e é justamente o que estão fazendo, promulgando leis. Veja o caso recente de lei que quer estabelecer que 20% das vagas de TODAS as empresas devem ser oferecidas para negros. Isso é o descabimento total. Qualquer lei que privilegie uma parcela da população em detrimento da outra, qualquer discurso, defesa ou luta que tente estabelecer que uma parcela da população é mais meritória do que outra simplesmente por questões numéricas é digna de extinção.

E sim você citou um parágrafo meu o aplicando contra mim mesmo, dizendo que eu era ignóbil e que meu achismo estava querendo se impor como norma social. Basta você VER sua citação do parágrafo mesmo, creio que você é esperto o bastante para isso.

leandroDiniz · Niterói, RJ 15/9/2008 10:31
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Yusseff Abrahim
 

É... exatamente! O parágrafo é seu!
E tenho certeza que seu achismo está tentando se impor à norma social (as relações são flexíveis).

O seu pensamento é muito claro: é o que a história chama de facista, mas, você não está nem aí pra milênios de História mesmo...

Não se magoe, você está contra o mundo e é natural esse desconforto e estamos em lados integalacticamente opostos. Boa sorte em sua luta.

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 13:25
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leandroDiniz
 

Yussef,

Impressionante é a falta de desacordo de suas palavras com a prática. Qualquer manifestação textual que ocorra em meios reduzidos não tenta impor nada a ninguém.

Políticas públicas, leis e organizações, ONGs etc., sim! Elas tentam impor seu achismo ao mundo como normas sociais de conduta. Aqui há uma diferença enorme. Em canto nenhum eu digo que o que eu acho deve ser adotado em toda a parte por todo mundo e se não for, que deveria ser imposto por lei ou por redução progressiva dos espaços sociais a certa categoria da população.

Apenas defendo uma idéia que é partilhada por muitos, mas que esses muitos não possuem a mínima competência para articulá-las argumentativamente, primeiro pela falha de educação que existe generalizada, e segundo por tempo despendido em tais ações escritas, que passam pela cabeça do cidadão médio como chatas ou inúteis.

E mais uma vez você mostra a total inépcia do seu pensamento, já que facismo é "movimento político e filosófico ou regime (como o estabelecido por Benito Mussolini na Itália, em 1922), que faz prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador".

Ao contrário da definição eu preso a democracia da discussão (senão não estaria discutindo com você, mas tentando te eliminar), não acho que nenhum preceito nacional ou racial deve ser o único a existir. Defender valores que você possui não é fascismo, mas a base mesma da sociedade em que vivemos. E se na luta democrática a causa gay está passando leis contra os heterossexuais, devemos lutar pelos menos meios para tirar essas leis. Essa é a base de todo pensamento e luta democrática.

Estar contra o mundo não é difícil, basta você pensar adequadamente com a mínima coerência e coesão, e finalmente você acerta em alguma coisa, estamos mesmo em lados intergalactivamente opostos, pelo menos um acerto no meio das trapalhadas...

leandroDiniz · Niterói, RJ 15/9/2008 16:03
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Yusseff Abrahim
 

Para seu azar, Mussolini chegou ao poder primeiro.
Isso é o que faz de você e dos que compartilham de idéias assim uma minoria nos dias de hoje.
Legal! Vc até que acerta também!

Yusseff Abrahim · Manaus, AM 15/9/2008 18:14
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