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Somos fãs do Projeto Revelando os Brasis. De cara achamos que era um projeto que tinha tudo a ver com a vocação colaborativa do Overmundo, ao permitir que pessoas de cidades com menos de 20 mil habitantes tivessem todo o apoio para fazer curta-metragens. Ano passado, vários textos foram feitos por aqui graças a uma parceria bem legal com o projeto. Este ano, seguimos em contato... leia

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DEKASseguIS, UM proGRAma SUJO
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 12/6/2008 22:32 · 256 votos · 53 comentários ·  
 
1
overponto
ABC de capoeira
Roda de capoeira no japão
Imagens
João Candido, O Almirante Negro, 98 anos da Revolta da Chibata
Aquifero do Jalapão, PRAIA AMARELA< destruido para dar terra aos japones
Da. Noêmia o mobiliário de Capim dourado, Serrado do Jalapão.
Guerreiros do Passado, Jalapão, ìndios acroás.
O Japão matando o Jalapão, a greve do Bispo de Juazeiro: nascente do Rio Formiga
Obs: antes de tudo um pedido - não deixem de abrir os retratos, ver suas imagens. Talvez em pouco tempo estes motivos não mais existirão.

- O QUE FAZ O DEKASSEGUI BRASILEIRO NO JAPÃO?
a) Os trabalhos penosos, ou ktsui;
b) As atividades sofridas, ou kikken;
c) As ocupações SUJAS ou KITANAI
Satirizando, até de si mesmo, o próprio brasileiro nominou mais estas duas.
d) os serviços sacrificados, kibishi
;
e) As lidas desagradáveis, kirai.

É bom lembrar que o imigrante japonês teve no Brasil o seu KKKK. O empreendimento mais privilegiado da história dos povos, excluída a África. Um misto de organismo de estado e organisação empresarial, uma face oculta.

A PERDA DO SENTIDO DA ESCOLARIDADE.
A PERDA DA REFERÊNCIA PROFISSIONAL.

"Além da série de fatos que contribuem para este
fluxo migratório, como por exemplo, as relações estabe-
lecidas entre os dois países anteriormente, soma-se a de-
manda por mão de obra que realizasse as funções rejei-
tadas pelos japoneses"
. (1) Lili Kawamura.

"Após passarem vários anos no Japão praticando trabalho
braçal os brasileiros (dekasseguis) quando voltam não conseguem
emprego".
(4)
Quem parte bacharel das ciências sociais, volta operário braçal;
quem parte graduado nas ciências humanas, volta operário braçal; quem parte bacharel das engenharias, volta operário braçal.
De volta perdeu a experiência profissional e a referência educacional. Por outro lado, neste período as atividades industriais aqui deram um salto cientifico-tecnológico. Segundo a UEL, Univ. de Londrina, estes os principais ítens da angústia quando chegam, quer no encontro com ex-colegas; quer na convivência com familiares e notadamente na apresentação na busca de colocação empregatícia.


O PROGRAMA DEKASSEGUIS E A GLOBALIZAÇÃO
O chamado caminho de volta se inicia em 1986, época em que começa a ser implantada no Japão a empresa de terceirização de mão obra, cujo objetivo principal é abrandar ou suprimir o alcance dos benefícios sócio-trabalhistas; a vinculação/contribuição obrigatória com a previdência, porém sem o alcance desta; a legitimação da diferença salarial por nacionalidade; o não reconhecimento dos diplomas de graduação de nível superior dos dekasseguis brasileiros, nem sua validação.
A soma daquelas medidas visa exatamente a dar suporte à produção de baixo preço final às mercadorias direcionadas à exportação. O trabalho barateado do dekassegui e o aviltamento da pessoa vêm dar ao Japão condições de entrar com vantagem no livre comércio globalizado.
O dekassegui brasileiro, obrigatoriamente, trabalha nas firmas terceirizadas e nunca no conglomerado multinacional. Por ex. ele não chega a ser empregado da Toyota, embore trabalhe na feitura de peças da marca Toyota, e assim por diante.


AS DOENÇAS DO TRABALHO SUJO.
O BRASIL ASSUME A ASSISTÊNCIA MÉDICA E PREVIDENCÍARIA.

"Na volta, descortinada a ilusão de bem sucedido, o ex-
dekassegui, relata o médico psiquiatra Percy Galimbert, (re-
gião Londrina/Maringa):"Após o retorno dos dekasseguis no
Brasil, ocorreu o desencadeamento de sofrimento emocional
muito intenso no momento da primeira consulta, traduzido co-
mo: manifestações somáticas, ansiedades, transtornos de hu-
mor, ansiedade, insônia, angústias, depressões, isolamentos, irritação, agressividade, alcoolismo, uso de drogas e distúr-
bios de percepção (como falsas percepções e idéias deliran-
tes, especialmente de caráter persecutório)".
(ver doenças profissionais, OIT, (2).

A violenta realidade transfere para o Brasil as depesas com o tratamento médico; a responsabilidade previdênciária, assim como os problemas sociais gerados.
O Brasil que ontem foi reponsável, na imigração, hoje assume os custos sociais dos dekasseguis:
a) Os dois modelos de previdência japonês são de base acumulativa valor/tempo de contribuição. Assim, com três anos, o dekassegui somente engorda o fundo previdenciário, mas não será alcançado por ele. Aliás foi ele, o fundo, dos principais agentes de alavancagem da produção japonesa para o mercado globalizado.
b) No Brasil, por sua vez, tanto a previdência quanto assistência médica são antes de tudo universais, e o ano base contributivo foi fixado, pela Constituição, o ano de 1987. O Programa dekassegui se inicia oficialmente em 1988, portanto todos já partiram ou partirão alcançados pela previdência social brasileira.

Para Leda Reiko Shimabukuro, coordenadora do Tadaiama,
"O custo social dos dekasseguis é muito alto. Das pessoas que ajudamos, descobrimos que 30% são ex-dekasseguis que não
conseguem emprego.
(3).


QUEM SÃO ELES, COMO VIVIAM NO BRASIL.
- Quem são os brasileiros que foram para o Japão?
(Levantamento da UEL, na região Londrina/Maringá, 2000/2002);
38% dos dekasseguis interrogados possuem curso superior; 76% tinha o curso médio e ou universitário incompleto. O dekassegui na convivência entre um passado recente e a realidade presente constitui uma das razões que os levaram a contrair as enfermidades psquico-emocionais, capitualadas como doenças do trabalho de grave alcance, no retorno ao Brasil.
(4)

- Como viviam estes brasileiros no Brasil - (Segundo o médico psquiatra Percy Galimberti).
- "É fato que a maioria dos dekasseguis vivia bem no Brasil, com nível de conforto maior do que a grande maioria dos brasileiros não nikeys". E compara, para melhor entendimento. "50% da população brasileira ganhava entre 1 e 5 salários mínimos, enquanto 20% da população nikey se situava nesta faixa, sendo que o restante (80%) tinha renda muito superior (não declarada no consultório)" (5).
E ainda constata a pesquisadora Lili Kawamura. "Os nikeys que rumam em busca de melhores condições econômicas no Japão são, em geral, pessoas economicamente ativas de classe média urbana" (6).

O SALÁRIO PELO TRABALHO SUJO
A alegação dos altos ganhos, do dinheiro fácil, do retorno com futuro garantido:
"Ir para o Japão não significa, no entanto, garantia de sucesso
financeiro. O salário, inicialmente atrativo, confronta-se com
o alto custo de vida japonês. O dinheiro remetido ao Brasil é
proveniente das horas extras, estafantes
" (7). Agravante das doenças profissionais.

JAPÃO: A NACIONALIDADE NEGADA
Por 350 anos o negro brasileiro não teve pátria. A lei lhe negava a nacionalidade brasileira e desconhecia a África como Pátria, isto para não gerar conflito no futuro. Somente em 1835, um desavisado Chefe de Polícia da Bahia, causa uma "revolução":
"O negro passa a ser considerado brasileiro, porém sem ter Direito de cidadão, nem privilégio de estrangeiro". (8. Clovis Moura, Rebeliões nas Senzalas, cap. II, pag. 50). Principio logo adotado pelo Império e seguido pela República, que permanece.

- E os filhos dos Dekasseguidos brasileiros no Japão?
- Os que chegaram trazendo a idéia de similaridade, os nikeys
são considerados estrangeiros. Até mesmo uma criança filha de
estrangeiro, que nasça no Japão nestas circunstâncias é consi-
derada estrangeira" (9).
Lili Kawamura.

FESTEJAR OU REFLETIR?
"No Brasil só negro luta, só negro lutou. Não se tem registro
de lutas empreendidas pelo não negro". (10) Décio Freitas.

Por por mais de 80 anos, entre 1908 e 1990, a imigração japone-
sa, no Brasil, foi festejada, e elogiada cegamente, dentro da técnica da lavagem cerebral de comparar algo consigo mesmo.

Do Programa Dekasseguis, as primeiras notícias dos maus tratos, entre 1986 e 1890, vão incomodar aqui aos parentes dos que foram. No âmbito do Congresso Nacional surgem manifestações isoladas, algumas firmes. Do poder Executivo nada se sabe.
Mesmo assim o Japão reage violentamente:

"1990, neste ano o governo japonês edita a Lei de Controle de Imigração, cuja vigência institucionaliza a imigração, permitindo
que japonês e seus cônjuges ou descendentes até a quarta ge-
ração possam exercer legalmente qualquer atividade (suja) por
um período relativamente longo, (2 a 3 anos).
(9).

A ponta social brasileira de matriz européia, a quém está vincu-
lado o poder de estado, mantém-se indiferente, como procedeu por todo o período da escravidão negra.


Neste período os nikeys entram em cena: a Imigração Japonesa começa a ser pesquisada, a ser divulgada. Na última década parte considerável dos acadêmicos brasileiros começa a pesquisar e a divulgar tanto a Imigração quanto o Programa dos Dekasseguis, embora restrito àquele meio. O povo a tudo desconhece.
No bojo social/popular o corpo nipo-brasileiro vem encontrando parceria na pessoa negra.

Neste particular a Capoeira, na sua negritude, vem tendo papel de destaque ainda que de forma não sistematizada. O Mestre de Capoeira ingressa no Japão com seus valores, suas crenças, suas tradições (dela Capoeira), no que pese a herança discriminatória, racial, herdada pelo nikey; no que pese a desconfiança secular do Mestre de Capoeira; no que pese as restrições do Império Japonês.

Neste ano de 2008, o centenário da imigração japonesa aqui no Brasil, e só no Brasil, continua festejado cegamente.
As verbas na conta das Leis de Incentivo à Cultura irão irrigar as comemorações do crime institucional que caracteriza a Imigração Japonesa. Sim, a Imigração Japonesa navegou na prática dos crimes ambientais, aos assassinatos de caipiras em SP/PR, e de capiaus nas veredas de TO/BA, para lhes serem tomadas as terras: das margens das ferrovias, e nas lapelas do Aquífero do Jalapão, hoje devastado, minguado, quase sem vida.

A imigração Japonesa está, em tudo, para reflexão e não para ser festejada.


"O atraso não foi o escravo, o mal foi a escravidão". Caio Prado Jr.
- O mal não foi o imigrante japonês, o nocivo foi como se deu a Imigração Japonesa no Brasil.
..........................................................................................
..........................................................................................
Finalizando para não dizer que não falei de flores.

"Minha consciência perde a paciência
Com tanta ciência douta no que é banal
D'outra forma, o que não se aprende sente-se,
Que isso depende um mistério ancestral
Conscientemente, mente-se quando se prende
A consciência entre o bem e o mal
Peso da prosódia fatal, fado diferente
Em que se pese a pedra filosofal".

Renato Torres, Pedra filosoval

www.overmundo.com.br/caderno/pedra-filosofal

Autor: Andre Pessego,
Colaborador do www.portalcapoeira.com

Notas do Autor:
(1) Lili Kawamura, pesquisadora, em Para Onde Vão os Brasileiros.
(2) Cibele Cristina Osawa, Enga. de Alimentos, em critica, pesquisa
"Porco, Periso e Pesado, publicado na Revista de Saude Coletiva,
Phisis, V. 16. no. I RJ, jun/jul 2006).
(3) Leda Reiko Shimabukuro, Coordenadora da Ação Social Tadaiama
(4) UEL - Univ. Estadual de Londrina, relatório pesquisa 2000/2002.
(5) Médico Psiquiatra Percy Galimbert, Livro em 7 capítulos
"O Caminho que o Dekassegui Sonhou, (Dekassegui no Yumê-ji)"
(6) e (7) Lili Kawamura, obra citada.
(8) Clovis Moura, Rebeliões na Senzala, cap. II.
(9) Lili Kawamura, obra citada.
(10) Decio Freitas, Palmares a Guerra dos Escravos.








tags: São Paulo SP cultura-e-sociedade dekasseguis-imigracao-japonesa-sociedade-nipo-brasileira-capoeira-no-japao


 
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André, a tua matéria sobre o imigrante brasileiro-japonês é de arrepiar. Nesses tempos de globalcolonização a mídia só mostra o lado cor de rosa dos passinhos miúdos e pouco ou quase nada se detém na triste realidade que você tão bem soube/sabe mostrar. Esse deslocamento é uma dor feroz, seja lá de que etnia; sair do lugar de origem pra tentar a sobrevivência lá fora é pior que soco no estômago e não sei o que dói mais, se é a ida ou a volta na condição de subempregado. Que mundo é esse que estamos vivendo? Tudo isso acontece pra confundir a nossa identidade?
Parabens, André, pelo artigo. Vamos discutir mais o assunto.
Nordestinamente, Graça Graúna
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 10/6/2008 17:27 
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É meu caroi André,
Nunca é fácil para o imigrante em terras longíquas, tendo a dificuldade da língua e dos costumes. Além disso, priorizam os trabalhos mais nobres para os nativos e o trabalho pesado e sujo para aqeules que vêm de longe "competir" com os locais.
Enfim, quando se vai nessa aventura, tem que estar ciente das dificuldades e problemas que vão enfrentrar.
Muito importante o seu trabalho denunciando esses problemas enfrentados por brasileiros. Principalmente no Japão onde há todo um rigor no tratamento com o empregado.
Voltarei para votar.
Parabéns!
Abraços
Saavedra Valentim · Vitória (ES) · 11/6/2008 00:36 
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Andre Pessego · São Paulo (SP) ·
DEKASseguIS, UM proGRAma SUJO
Parabéns Mestre Amigo, pela coragem de fazer essa revelação.
Isso é o procedimento para a Acumulação de Capital e o Capitalismo tem essa caracteriística de náo ter ética e explorar e excluir e fazer Guerra e espalhar fome e miséria.
Revoltante e Anti Cristáo.
Por outro lado, em todo os lugares, nas condicóes mais difíceis, tem pessoas admiráveis, lutando para o mundo ser melhor.
De Vez em quando matam um como fizeram com a Americana Dorothy Stang.
Nada desmotiva essa gente e um dia o Bem vence o mal.
Enquanto isso vamos fazemos o que nos for possível.
O Senhor é um ótimo exemplo.
Parab;ens Mestre Guerreiro, Grande Senhor da Bondade.
Abracáo amigo
azuirfilho · Campinas (SP) · 11/6/2008 10:56 
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Axe'

Pois eh, Malungo... vc mete " a faca" na jaca " "... !

Me fez muito bem ver a bandeira da nossa soberania lah naquela foto, tirada lah no Japao. Sinonimo de que nossa 'chamada' pra nossa causa de autentificar NOSSA soberania, identidade cultural do nosso povo, e cultura, esta tomando um rumo -- o qual eh 'martelo' desde tempo com uns poucos, agora em nimero parecendo crescente.

Eh verdade, seja na AU, que era ! um lugar ate legal de se fazer grana, e viver como sonham tantos... imigrantes, outrens, mas os anos 80 e meados de 90 ja se foram... cairam as torres, e os da babilonia subiram... o preco so petroleo... !)... ; agora o bicho pega aqui TB, imagina no JP.

Mas, a questao leva sempre a pensar e perguntar: porque serah que BR nao pode ser um lugar legal, pelo menos pros BRs, pra poder viver, e se educar, evoluir??

"No Brasil só negro luta, só negro lutou. Não se tem registro
de lutas empreendidas pelo não negro". (10) Décio Freitas.


Serah?

Bom, o Decio parece que quer dizer uma coisa, numa outra, pois senao AJURICABA ( e seu eleitorado!) acaba se sentidno discriminado! Bom levar em conta esse legado TB, senao...!?

Mas, ta valendo... a tua gingada, mostra que temos muito que pensar, planejar, e, resolver, antes de partir, pra MARTE?!

Pois eh... roda o mundo, gira a roda... nem lah no JP, nem na Africa, ne no Paquistao... gente humana, tem de tudo, de 'caim X abel, de Jesus + Oxala... e assim a barquinha de Noe vai... e vem...!

Bom teu apanhado no texto, a visao dos japoneses e suas decepcoes sociais, versus o que tem de brasileiro nesta situacao globalizada que temos que resolver, senao afinar pra musica poder se tornar comida, pra ALMA poder ter o que festejar, se alimentar pra poder enfim... sem fim...!?

Aquele abraco... quero ver se tem mais gente colocando tempero neste teu texto, bom trabalho de pesquisa, educativo, pra nao dizer que tb nao falei das flores...

Iee!
Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 11/6/2008 22:18 
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Pois é Caríssimo Amigo André.
Esta foi sem dúvidas uma importante pesquisa.
E narrada com maestria e sábias palavras.
Abraços, e com a certeza de retorno para votar.

Pedro Monteiro · São Paulo (SP) · 11/6/2008 22:30 
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Pessoal, deslcupem o dia hoje foi todo no trampo remunerado.
Graça, cheia de graça
Saavedra Valentim, escritor, poeta....
Azuirfilho, poeta intinerante
Mestre Jerônimo, Mestre andante,
Pedro, meu contista do meu lugar.
Obrigado a voces. vou dar dois esclarecimentos.
a) Saavedra: A colocação é que quando os japoneses vieram eles também eram estrangeiros e aqui foram distinguidos de tal forma privilegiados que o Brasil se tornou padrasto da terra e dos nacionais. Mesmo para com os imigrantes de outras nações, já privilegiados, os japoneses foram privilegiados e só no Brasil.
b) Mestre Jerônimo: "No Brasil só o negro luta, só o negro lutou. Não se tem registro de lutas empreendidos pelo não negro"
O que dizia o Décio, como o Caio Prado é que a luta empreendida pelo não negro foi sempre pela fatia do poder. Um retalho qualquer que fosse. Depois de partilhado, repartilhado o poder, ou o território cessava a luta. Não houve outra.
obrigado a todos.

Andre Pessego · São Paulo (SP) · 11/6/2008 23:40 
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Axe' Andre...

Obrigado pela 'volta'... ao mundo... realmente, ser japones eh coisa que insere muita coisa, ate "cogumelo" de fumaca, resultando e resultado do que, quica, se planta, se colhe, ou, a Oxala o destino de decifrar a contenda. A historia, tem suas situacoes, e porque entao outros nao tiveram tal previlegio, feito o destes, JP, eh de se pensar que nao foi,quica, somente, a forca do que estes inventaram, mas, sem duvida, porventura tem capacidade de gerar. Eu, com respeito ao ser humano, ( A TUPA~... !) criado e gerado pra uma causa ainda nao tao exclarecida, na Terra, acredito que tem coisa que ainda temos que aprender, ate, a aprender a aceitar, senao, RECICLAR, pra nossa propria situacao humana. Coisa facil de se falar, claro, acao, eh outra situacao, e espiritualizacao, vai longe a razao pra que se tenha paciencia, e ciencia, pra poder se entender... o misterio, coisa simples, quica, da vida: SARAVA pra morte!

Ja... esta frase, "No Brasil só o negro luta, só o negro lutou. Não se tem registro de lutas empreendidos pelo não negro" , ...

/... continuo a nao ahcar muito sentido pra pratica, PRA REAL do que uma LUTA quer fazer e tem dizer!

Mas, tem a ver, se rever a historia, pode ate ser que podemos achar uma razao pra levar nossos alunos, filhos, nas escolas das vias publicas e federais a olhar assim, esse "termo" SE FALANDO DE BRASIL, aonde Terra de amerindios foi senao invadida, tomada pra fazer esta situacao de existencia humana, aonde TODOS, todas as partes tem algo a se olhar, como num espelho, A VIDA, e, se possivel, INTELIGENTE, poder evoluir.

Quica, na escola, da vida, aonde LUTA tem um sentido alem de disputa de posse, LIBERDADE, tem um sentido mais amplo, alem de fronteiras e "cor" de pele e outros atributoas sociais e fisicos. Senao...

Como explicar aos "brancos" e "negos", inteh aos "japa" que na Terra dos Amerindios estes ainda tem LUTA pra poder ter alguma coisa que certamente na memoria esta ainda contido, contem, o que eram e tinham em funcao do social que viveram?

Pelo nao nego... isso me deixa a desejar mais COISA HUMANA, neste retalho de "cetim" que vestimos em 2008, alem, pro que agora somos de cordel e gravata.

A luta empreendida pelo ser humano desde que se tem nocao da humanidade, quica, eh a mesma deste paragrafo citado?

Ou, temos que acreditar numa diferenca, de igreja e religiao, perante a espiritualidade, humana?

A questao, gera uma acao, aonde teorias sao simples fatos, mera ilusao.

Vamos lah, gostei do 'ebo' e ainda temos muita LUTA pra definir e registro pra corrigir, pra causa da nossa educacao, e evolucao.

Iee!

Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 12/6/2008 01:10 
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Andre, talvez eu não seja "politicamente correta" no meu ponto de vista, ou, seja mal interpretada no que vou falar, já que não posso me estender muito e quase nunca consigo ser resumidamente direta nas minhas idéias, mas vou tentar: tenho uma prima (de pele negra) que morou no Japão, teve filhos lá, etc., ela voltou e sempre fala muito bem de lá, diz que aprendeu muito e não foi discrimidada (ela diz). Ela não chegou a ser diretora de uma grande empresa, foi operária mesmo, e viveu com dignidade lá. Se tem uma coisa que admiro nos estrangeiros é que eles dão muito valor a eles mesmos, na hora de distribuir os melhores empregos, de dominar o próprio mercado, quem é "da terra" tem prioridade! Aqui, infelizmente não vejo isso. Até p/ um cara vender picolé na praia, fica "arranhando" no inglês pra tentar se cominicar com os estrangeiros. Não conheço nenhum brasileiro que tenha dito "hei, se quiser falar comigo fale meu idioma, estamos no Brasil" (eu já fiz isso) no momento de ser abordado por um deles na tentativa de comunicação e já perguntando se você fala inglês. Porque eles não vêm com um dicionário português na mão e tenta "arranhar" o nosso idioma pra se comunicar conosco? Vejo os melhores hotéis em pontos turísticos pertencendo a estrangeiros... vejo grandes empesas no Brasil sendo administradas por eles, etc. Cadê nossa auto-estima? Talvez justifique um pouco (não somente, claro) a frase: "Quem parte bacharel das ciências sociais, volta operário braçal". É claro que há muita discriminação, de toda forma... mas cada caso, é um caso. Cada experiência é única. Devemos começar nos valorizando, dando prioridade à nossa própria pátria. Não sei se "me fiz entender", mas penso assim. Em todo caso, devemos buscar a felicidade, seja aqui ou lá. Um abraço!
JACK CORREIA · Crato (CE) · 12/6/2008 10:32 
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A saga continua !
Formidável !
alcanu · São Paulo (SP) · 12/6/2008 11:40 
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Jack.
A colocação é esta. exatamente esta. Errou o Brasil, desde
1908. Não se sabe ainda quantos mil hectares o Brasil deu de graça aos imigrantes japoneses; o japonês fez toda experiência funesta
com defensivos agrícolas em terras do Brasil.........
Agora nega até a nacionalidade a filhos de brasileiros, (estes descentes de japoneses) nascidos no Japão.
A culpa é nossa; dos nossos governantes; de tantos de nós
que desconhecemos, por querer desconhecer......
Em fim a colocação é esta mesma a Culpa é nossa.
obrigado,
andre.
Alcanu, obrigado pela presença.
andre.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 12/6/2008 12:54 
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Mestre André, do conhecimento do passado, que é diferente de decorar e propagandear drops edulcorado, se faz o presente de disputa que nos trará a paz entre os do bem, porque os do mal ~vamos ter de dar cabo, enquanto classe, enquanto hegemonia, enquanto dominação.
Solidariedade sempre, pelo respeito e reconhecimento das diferenças, tchê!
---
Não cheguei a tempo da edição, mas me parece que a data está trocada em

Do Programa Dekasseguis, as primeiras notícias dos maus tratos, entre 1986 e 1890, vão incomodar aqui aos parentes dos que foram...
Sendo correto pensar que é de 1986 a 1990, não é fato?

Como é em nome do amor que seguimos, repito:
tua casa é a minha casa
tua família é também a minha
a terra, nossa morada, amor
as pessoas todas deveriam amar
como amas, como amamos
ocorre que não amam algumas
e impõem a exploração e a dor
Saber quem são cada qual é o essencial

Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 12/6/2008 15:43 
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Andre Pessego · São Paulo (SP) ·
DEKASseguIS, UM proGRAma SUJO

Com todo Carinho e respeito votando neste trabalho táo cheio de dignidade e decisáo do nosso Mestre André.
A Qualidade do Trabalho e sobretudo o Tema que apoiamos.

Valeu Mestre.
Um Trabalho de todos Valores Morais.
Abraços

azuirfilho · Campinas (SP) · 12/6/2008 18:40 
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Caro André
Voltando e votando.
Abraços
Saavedra Valentim · Vitória (ES) · 12/6/2008 19:16 
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Prezado amigo André,
Vendo agora este seu belíssimo (e consistente) texto, eu fiquei deveras feliz pelo teor informacional do mesmo. Excelente!
Vou reler tudo, com calma...
Deixo meus votos.
abrs,
Rubenio Marcelo · Campo Grande (MS) · 12/6/2008 20:09 
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Pessoal, de volta do trampo remunerado, vejo com alegria que voces sabem transmitir aos que aqui militam, a presença confortadora
Meu Mestre Jerônimo de tantos acudimentos,
O Prof. Adroaldo, um agasalhador de natureza e por ela;
O Poeta missionário Azuir filho, se assim se pode dizer,
Ao Escritor Saavedra Valentim, de atenção quase a velar,
O acadêmico Rubênio Marcelo, cantador de minha preferência.

É claro, esta geração começando pela minha em ordem regressiva,
não pode mais silenciar a verdade. Não para amarrar uma corda na ponta do tempo e puxa-lo de volta. Mas para mirar no passado e projetar o futuro, consertando o presente. O presente ainda precisa ser consertado.
- São tantos os pontos na trajetória do Brasil que precisam ser re-contados. Isto há mais de 80 anos os estudiosos vêm dizendo.

Mas vou lhes contar como vem se dando a passagem da Capoeira
pelo Japão, informações de botequim.
- O mestre negro no Japão é tratado com cerimônia, ninguém se atreve a qualquer deslize com um Mestre de raça negra.
o Mestre de etnia branca antes era achincalhado.
Por que?
O negro entrava, entra no Japão, com a cara para apanhar e a mão para bater - é toma-lá-dá-cá.
E em cada lugar que ele entra, pode ser no meio da rua, antes - ele estende a bandeira brasileira.
é Por ai. Embora como digo ele age sem sistematização alguma
só na prática, empiricamente, na secularidade da desconfiança.
abraço
obrigado

Andre Pessego · São Paulo (SP) · 12/6/2008 20:28 
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Ola meu poeta!!!
Que bom reler seu texto.
As fotos estõa linda.
Publicado viu
beijossssssssssss
Ilia Noronha · Manaus (AM) · 12/6/2008 22:33 
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André, além de um texto brilhante, rico, provocativo, verdadeiro, há muito o que se pensar nas condições que vivemos, pra onde vamos e onde chegaremos, mas não só uma classe ou raça, mas em todo mundo quem sai quando volta à origem não tem uma boa acolhida...é sonho, ilusão...
O que gostei foi que seu postado está tendo comentários super interessantes, criando uma polêmica, discussão sadia e inteligente.
Parabens André...
Jalapão...paraíso...beleza...que tristeza....
ab
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 12/6/2008 23:06 
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Este teu belíssimo trabalho informativo é um texto muito forte que a gente precisa ler e reler com bastante atenção e valorizar pela importância do seu conteúdo. Nem sempre as coisas são aquilo que aparentam. Meus sinceros aplausos e abraços meu grande poeta Andre.
Carlos Magno.
Carlos Magno.
carlos magno · Rio de Janeiro (RJ) · 12/6/2008 23:43 
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Querido Amigo André.
Voltei para repetir a leitura, e naturalmente, para votar.
Abraços
Pedro Monteiro · São Paulo (SP) · 12/6/2008 23:48 
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" BEM NA MADRUGADONA'", se diria assim no meu lugar.

....................................é bom está em contato com voces:
Ilia, boniteza de Manaus;
Cintia, minha poetisa de tantas lidas;
Carlos Magno, com a magnitude das terras dos guanabaras;
Pedro, meu contista, contador do meu lugar;
Nós, o brasileiro, precisamos ter a certeza que nem um de nós viveremos o futuro. As nossas ações terão de se dar para consertar, para fazer no presente. Temos que buscar no passado e conserta-lo. Botá-lo na mesa o projeto e a ferramenta..........
obrigado pela presença.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 13/6/2008 03:24 
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Meu mestre querido.Já tinha lido sua matéria e marcado para receber o aviso da mudança de fila.
Infelizmente a velox aqui no Rj deu para nos pregar algumas peças fora de hora.Tão logo minha conexão voltou compareci.
Vc diz tudo.Temos que procurar no passado uma forma de
restauração.Um carinho em seu coração.
Vontade me deu de entrar numa roda de capoeira vendo a imagem que ilustra seu belo trabalho.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 13/6/2008 05:56 
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Obra de fôlego, elucidativa. Aula de geopolítica das melhores.
Grande abraço.
FILIPE MAMEDE · Natal (RN) · 13/6/2008 08:46 
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(...) aiii eu fuin no mar
eu fui buscar cipó
eu vi um bichoooooooooo
este bicho era caxinguelê...


Higor Assis · São Paulo (SP) · 13/6/2008 11:46 
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Andre, parabéns pelo texto elucidativo que nos faz refletir sobre as causas e as reações. E surge então uma pergunta.... Porque o brasileiro que tem um diploma superior precisa emigrar? Porque o Brasil < sendo um pais tão rico> não privilegia os filhos da terra em detrimento aos demais? É sabido que o Japão é um pais rico e que os japoneses se consideram seres superiores e não se sujeitão a trabalhos braçais. Os dekassequis buscam um sonho dificil de realizar, ao contrario dos japoneses que aqui chegam e são tratados como reis. A culpa é de nossas próprias politicas publicas que não favorecem o seu povo, privilegiam os estrangeiros sem atentar para o futuro da nossa Nação, que como vc mesmo diz, esta sendo vilipendiada. ( Vide, " o Japão, matando o Jalapão" ) Votos, bjsss e meu carinho
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 13/6/2008 15:00 
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André,
muito bem levantada a questão da imigração e dos problemas que acarreta quando essa não se dá de forma compatível e, por que não dizer, humana.
Abraços.
Votado.
W@nder · Rio de Janeiro (RJ) · 13/6/2008 16:14 
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Linda matéria, André.
Como sempre, aprendendo tanto contigo, e sempre encantada com a tua preocupação com as questões sociais.
Abçs de Betha.
BETHA · Carnaíba (PE) · 13/6/2008 19:17 
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Quem vem para a Amazônia sabe que tem que se vacinar contra a malária, quem vai para o exterior mesma coisa, porque la fora Eles Sabem que ainda existe aqui no Brasil, doenças erradicadas ha séculos no exterior. Quem vai para o Japão, seja de de raça for, sabe que eles preservam suas tradições, e uma delas é a discriminação! Trabalhei pouco tempo para um (provavel) Japônes que me pagava muito bem para me xingar, fiquei só 3 meses! quem vai para os EUA, Japão, Espanha, (?) sabe oque vai passar. Quem deu terra para o mega projeto do LUDWIG aqui na Amazônia, deu também para os Japôneses.
Só os Japôneses são Culpados?
Agora pelo que Ludwig fez e pelo que os Japas fizeram/fazem, na minha opinião devemos indenizar os Japas também!
Quem concorda comigo?
AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 14/6/2008 21:47 
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André
Sempre precisos teus textos. Em todos os sentidos. Este é realmente de fazer pensar. Concordo plenemente. É preciso deixar um legado de esperança para o futuro.
Abraços
Nydia
Nydia Bonetti · Campinas (SP) · 15/6/2008 09:47 
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Andre Pessego · 14/6/2008 22:45
Professor Leitero, ninguem concorda com voce.
acho que se voce fechasse os olhos um pouquinho tava bom de ir pra pegar no pesado lá.
abração
andre.
LEIteiro: André o famoso Conde Koma não perdeu pra nimguém, e com os rins destruidos pelas lutas na velhice seu maior desejo era TOMAR AGUÀ! A Dessalinização do Chico só tem 2 interessados, o governo e os Japas. O mesmo governo que destruíu a saude mesmo prgando 40 bilhões do POVO para investir na SAUDE DO POVO!
Oque muda é ação, não palavras!
AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 15/6/2008 17:38 
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por falar em estrangeiros, todos os antigos sabem que o Signo de Salpmão ou Cinco salomão, a Estrela de 5 Pontas é o simbolo do Capoeira, provavelmente tirado da Umbanda junto com o patuá como protetores. Porque os jovens continuam usando a Estrela de Davi?
AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 15/6/2008 17:44 
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não sabia o que era um 'DEKASSEGUI'. Voltarei sempre em busca de seus textos/informações... agradeço-lhe pela consideração de suas visitas. Grade abraço...
llamar al pan · Belo Horizonte (MG) · 16/6/2008 23:30 
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André, parceiro e fiel amigo.
Grande e justo texto. maravilhoso trabalho de pesquisa. um dos melhores que já li aqui no over. Brilhante.
Abarços
Noélio
Noelio Mello · Belém (PA) · 17/6/2008 11:57 
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Correção: A salinização do São franscisco só tem 2 interessados: O Governo e uma empresa! Pelo governo o Bispo batia as botas,
pela empresa, idem. Quem autoriza as empresas a dilapidarem o tesouro nacional: O Governo! Quem autoriza os aviões a trafegarem sem condições, navios superlotados, hospitais sem condiçõesde atendimento?
Quem estimula a Xenofobia no Brasil e no Mundo?
Quem coloca o governo lá tambem não é responsavel!
A história diz que os primeiros latinos são orientais, e o ficção diz:
Somos todos Gayjin!
A História de uma Nissei diz:
No Brasil sou Japonesa, no Japão sou Brasileira!
Stress? Cheguei aqui aonde estou e a propaganda oficial na mídia era: Voçe não é daqui! Feita por uma atriz de descendência Nordestina num governo provavelmente igual!
Ao pobre o governo é quem dá a Educação, aí me vem aquela famosa música:
Voçe também é responsavel/ então me ensine a escrever/ a minha mão é indomavel/ eu tenho a sede do saber!
Foi o governo que nos deu este espaço, continuemos escrevendo André, e deixemos o governo, (que na realidade somos nós, lembre-se: seu Voto é Voçe lá) ir fazendo!

AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 17/6/2008 12:09 
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correção: A história diz que os primeiros Americanos são orientais, veja os esquimós, navajos, incas, astescas, indigenas brasileiros!
Contribuição ao DICcionário:
Dká-vê, Dká-sai, Dká-vai, Dká-segue e Dká-cégo!
2 videos pra distrair:
garagem de fogo
http://www.youtube.com/watch?v=ulu3Pg59B7A
onibus
UWnr4Yhttp://www.youtube.com/watch?v=J3xKJ




AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 17/6/2008 17:54 
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Quando foi que começou esta minha admiração pelos Japas? Foi la por 1960, quando acompanhei um casal de Japoneses transformar 400 metros quadrados, em area produtiva em 6 meses de labuta, isso lá pelos meus 8 anos de idade. Depois ja com uns 15 anos no RJ, trabalhando, ficava namorando as últimas novidades tecnológicas na vitrine da Josias Studio de Copacabana.
Era aparelhos de som das marcas JVC, Sony, Aiwa, Aiko, Yang, (?) Sharp, que fazia-nos babar. Pouco tempo depois apareceu o fenomeno chinês Bruce Lee, visto na época como Japonês, aí foi a gota dágua, não saía mais do cinema, 2 sessões diarias.
No Link depoimento de um Dekassegui:
http://www.overmundo.com.br/overblog/dekasseguis-um-programa-sujo#c47135


AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 18/6/2008 12:19 
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Foi até bom eu errar, isso me permite colocar mais um video pra aqueles que não sabem porque o governo não acaba com a bebida!
dekassegui- final cut
http://www.youtube.com/watch?v=rAryD-viap4

bebe cair e levantar
http://www.youtube.com/watch?v=PDUEULtBToQ&feature=related



AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 18/6/2008 12:25 
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Axe'

Mais informacao que tem a ver com esse tema, acabei de receber, e pode interessar a quem quer beber, cair, levantar, e comer sushi... quica!

----- Original Message ----- Sent: Thursday, 19 June 2008
Subject: CAIXA Cultural São Paulo


Ciclo “Meu Japão Brasileiro”

Série sobre cultura japonesa discute a importância da dança na relação Brasil/Japão em palestra na Sé, dia 25

Dentro do ciclo de palestras “Meu Japão Brasileiro”, a CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111) promoverá, na quarta, dia 25 de junho, às 19h, um encontro com Christine Greiner, professora do Departamento de Linguagens Corporais e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, para falar sobre a dança japonesa.

A entrada é franca.

Com o tema “Desconstruções Culturais”, a palestrante, que também é curadora do evento, falará sobre a dança como uma das mais ricas manifestações da cultura japonesa. A sua descoberta e transmissão no Brasil corresponde a uma história de trocas e contatos culturais muito delicados e complexos. O ciclo “Meu Japão Brasileiro” vem discutindo, desde fevereiro, a trajetória da cultura japonesa no Brasil. Durante seis meses, às quartas-feiras, das 19h às 21h (a cada duas semanas), especialistas em várias manifestações culturais discutem a relação nipo-brasileira na culinária, na moda e nas artes (veja a programação abaixo).

100 anos de Intercâmbio Cultural


De 1908 até 2008, nosso país passou a abrigar a maior população nikkei fora do Japão e, nos últimos trinta anos, um grande número de brasileiros decidiu conhecer a terra do sol nascente em busca de suas famílias ou de oportunidades de trabalho. Inúmeras experiências nasceram destes encontros e, nos últimos anos, representam muito mais do que a aquisição de adornos e peças de vestuário. São experiências de vida e exercícios complexos de convivência.O evento “Meu Japão Brasileiro” leva ao público algumas das experiências mais importantes, nascidas destes encontros. Busca escapar dos estereótipos, dando voz aos pesquisadores que se propuseram a conhecer a cultura japonesa em suas diversas formas de modo a transformar a vida, as convicções e os modos de ver o “outro”.

Para apresentar os diferentes pontos de vista, serão realizadas doze palestras que tratam da multiplicidade da cultura japonesa ao mostrar detalhes variados e emocionantes de intricadas experiências culturais referentes a elementos nipônicos arcaicos, modernos, coletivos, históricos e absolutamente íntimos e pessoais. Os temas transitam por linguagens e meios de comunicação diversos como o cinema, a televisão, o teatro, a dança, as gravuras, a caligrafia, a religião e assim por diante. A curadoria é de Christine Greiner e a produção da Clauss Carvalho Produções e Eventos.

As palestras acontecem sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h, no Auditório do 6º andar da CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111). São 70 lugares para cada palestra e não é necessário fazer inscrição. A entrada é franca. Mais informações podem ser obtidas pelo público através do telefone (11) 3321-4400 ou no site www.caixacultural.com.br.


PROGRAMAÇÃO:


Dia 25
Palestrante: Christine Greiner curadoria
Resumo da palestra: A dança é uma das mais ricas manifestações da cultura japonesa. A sua descoberta e transmissão no Brasil corresponde a uma história de trocas e contatos culturais muito delicada e complexa.

Julho 2008 Vários Japões

Dia 02
Palestrante: Almir Almas
Resumo da palestra: O imaginário brasileiro sobre o Japão é um objeto utilizado e transformado por muitos que se dedicam às variedades da produção artística brasileira. Com este ponto de partida, Almir Almas irá mostras uma seqüência de vídeos que procuram usar, mostrar e reinventar diferentes possibilidades de combinações entre a cultura brasileira e a cultura japonesa.


Serviço:

O quê: palestra sobre a dança japonesa no ciclo “Meu Japão Brasileiro”, com a curadora Christine Greiner
Quando: dia 25 de junho (quarta-feira), às 19h
Onde: CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111)
Quanto: grátis
Lugares: 70
Informações: (11) 3321-4400 ou www.caixacultural.com.br
Realização: CAIXA Cultural
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 18/6/2008 20:59 
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Se alguém aí de perto for na programação sugerida por Mestre Jerônimo, por gentileza, tente dizer lá, o que segue, por mim, que estou impossibilitado de comparecer:
"O chamado caminho de volta se inicia em 1986, época em que começa a ser implantada no Japão a empresa de terceirização de mão obra, cujo objetivo principal é abrandar ou suprimir o alcance dos benefícios sócio-trabalhistas; a vinculação/contribuição obrigatória com a previdência, porém sem o alcance desta; a legitimação da diferença salarial por nacionalidade; o não reconhecimento dos diplomas de graduação de nível superior dos dekasseguis brasileiros, nem sua validação.
A soma daquelas medidas visa exatamente a dar suporte à produção de baixo preço final às mercadorias direcionadas à exportação. O trabalho barateado do dekassegui e o aviltamento da pessoa vêm dar ao Japão condições de entrar com vantagem no livre comércio globalizado.
"
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 18/6/2008 21:17 
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Pessoal outra vez me desculpando. e vou até dizer porque não consigo agradecer-lhes em tempo quase real.
- Quando chego, GRAÇAS A DEUS, tenho recados e vou atende-los, um a um e ai o tempo acabou..........
- Clara Arruda,
- Felipe Mamede,
- Higor Assis,
- Doroni,
-Wander
- Betha,
- Professor Leitero, de tanto bom acudimento
- Nydia,
- Noélio,
- Meu Mestre Jerônimo
- Professor Adroaldo.
- Obrigado a todos pelo apoio, pela gentileza da leitura;

Mestre Jeronimo, Prof. Adroaldo, vou fazer o possível para ir nalguma apresentação daquelas conceituais, que não seja meramente tema cultural, folclórico. e
abração
andre.


Andre Pessego · São Paulo (SP) · 18/6/2008 23:48 
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Uma curiosidade da globalização: As mercadorias de Hong-Kong e Taywan, Coreanas e Chinesas eram tidas na década de 80 como Japonesas! Aí veio um país Sul-Americano e "legalizou" o contrabando, então as mercadorias que tinham conceito A de Qualidade, viraram D de Descartaveis!
Ou seja a dilapidação do esforço alheio!
AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 19/6/2008 18:30 
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Meu Irmão André!,
Parabéns pelo belíssimo texto. Parabéns pela profunda revisão bibliográfica sobre este tema que a mídia não expõe ou mostra sempre de forma distorcida e incompleta. Muito interessante o paralelismo que você traça com a escravidão do negro.
Um grande abraço amigo e a minha profunda admiração...
Agenor · Aquidauana (MS) · 21/6/2008 20:13 
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Direitos Trabalhistas no Brasil Lindo pelo menos no eu caso...
Trabalhei no Curso Campos Queirós como distribuidor de panfletos das 8:00 as 18:00 com uma hora de almoço. trabalei feito um asno 2 meses findo os quais só tinha recebido 30% do primeiro mês. Coloquei-o (eu e muitos outros) na Justiça do Trabalho arrumei uma rapôsa velha como advogado e na 1ª audiência um mês depois, tomei um susto:
Não havia dado Aviso Prévio ao mau pagador, abandonando o "emprego" e portanto dando-lhe um bruto prejuizo! Detalhe, ele não assinava Carteira de Trabalho. De sída tinha de lhe pagar o Aviso Previo! É mole.
esse aí m baixo tambem não assinava carteira nem pagava salario!

Dei azar na minha vida de muitos empregos, pois meu 1º foi na Casa Marú, perto da Djalma Ulrich, a 100 metros da Praia de Copacabana. Saía de casa 5:00 da madruga e chegava 23:00 e não tinha folgas semanais. Foram 3 meses nesse martírio. Fazia entregas e numa delas, era num apartamento de 3 rapazes na Djalma Ulrich. Me descobriram e logo fizeram o 1º pedido.
Atendi, levei a encomenda, me convidaram para entrar e leram na minha testa: Sou Boy!
Saí na certeza de que levava uma pedra no meu sapato.
No outro dia trabalhei apreensivo, cada vez que o telefone tocava eu pensava; são eles!
Umas 21:00 a prova de fogo, levar uma encomenda na DjALMA Ulrich!
Sabia que a parada era dura e se fraquejasse não teria mais sossego, conhecia inúmeros casos de violência contra "garotos de programa", (Boys).
Toquei a campaínha e a recepção esperada:
Luz de boate, 2 só de cuecas, no meio da sala um projetor rolava um filme e o recepcionista enrolado numa toalha, disse-me doce e lânguidamente:
Entre meu jovem!
Meu esfíncter contraiu-se horrívelmente e eu...
Não precisa é só entregar, respondi.
Sim, sim, coloque ali na mesa!
Me dirigi a tal mesa e ouvi o som da porta se fechando, e as 2 ratazanas encuecadas aproximaram-se:
Não queres um copo? (era refrigerante) Não queres ver o filme? perguntaram.
Não, não, a loja já esta fechando, disse-lhes apavorado!
Nisto o peste entoalhado na minha costa, coloca a mão no meu ombro e fala:
Calma garoto, nós só queremos....
Lembrei de minhas aulas no meio da malandragem no Morro dos Cabritos e pensei:
Ou dou uma dura nesses vagabundos ou perco a parada.
Voçes vão ou não vão querer essa mérda?
Se vão me dêem logo a ...ôrra do dinheiro, que eu tô com pressa ...aralho!
Vendo que desse mato não saíria CUelho, me liberaram e nunca mais pediram nada. Descobriram que além de extremamente bonito, (desculpe-me Bry, mas tenho que vender o meu peixe) eu era muito mal educado.
E mais que eu não era Boy, (garoto de programa) e sim Boy, (ou como se falava no cinema: Buoy)
o Filho do Tarzan!



AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 22/6/2008 11:46 
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Mais sobre esse assunto, e dessa vez com Arigo Barnabe fazendo shows com a tematica da cultura japonesa no BR: http://revistaraiz.uol.com.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=1211&Itemid=171
Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 25/6/2008 03:53 
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Apenas para constar.
Para ter recursos para a programação do 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, fiz aprovar uma lei municipal na Câmara de Porto Alegre, em 1989, quando vereador era.
Sem a imposição legal, nunca tínhamos recursos para a programação, porque nessa questão, pelas razões já assinaladas no texto, os que foram trazidos a ferros de África para produzir o crescimento econômico dessa terra e descendentes não têm a iniciativa do estado nacional para o patrocínio de homenagens, nem a cobertura de midia que a dinheirama esparramada na programação permite (até a CEF, só falta a Petrobrás).
Se não arrancamos na luta, não teremos sequer o reconhecimento de fato que somos pessoas , também, brasileiros.
E não adianta tentar me provar com o que está na constituição assegurado se não tivermos feito um passeio pelos presídios e favelas de nosso país e prceber que nossa maioria pobre, explorada pelo capital, está nesses locais e entre os de baixo, a maior parte é originada recentemente em África, digo recentemente porque até prova outra, toda a pessoa humana se originou em África.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 25/6/2008 12:13 
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Axe

Parada dura essa, de se saber, sabendo, e pensar que se gasta tanto em tantos outros 'capitais' ficando o que eh do estado brasileiro nesta condicao de desleixo e sem respeito.

Votos adicionados para que o Estado possa evoluir nesta questao exposta Adroaldo, e que o povo, os BRASILEIROS, tenham mais consciencia do que tem valor e pra que serve ter valor,como pessoa humana, e ser social.

Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 25/6/2008 20:52 
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Muito interessante Andrezinho, meu rei!
Beijo no coração!
Roberta Tum · Palmas (TO) · 25/6/2008 23:14 
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"porque até prova outra, toda a pessoa humana se originou em África."
E a continuar a devastação galopante aqui na Amazônia Legal, todos nós no Brasil acabaremos pretos!
Um texto erudito curioso que prova que Noé não só era brasileiro como gaúcho:
18 Então saiu Noé, e seus filhos, e sua mulher, e as mulheres de seus filhos com ele.
19 Todo o animal, todo o réptil, e toda a ave, e tudo o que se move sobre a terra, conforme as suas famílias, saiu para fora da arca.
20 E edificou Noé um altar ao SENHOR; e tomou de todo o animal limpo e de toda a ave limpa, e ofereceu holocausto sobre o altar.
21 E o SENHOR sentiu o suave cheiro, e o SENHOR disse em seu coração:
Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz.
(Biblia Online versão Almeida Corrigida)
Numa outra versão dizia que ele sacrificou todo macho, sendo assim as femeas sairam da Arca todas prenhas e de filhos machos, senão....

AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 26/6/2008 12:40 
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senão....

Ja que eh sexta-feira, oxala, dia de xepa eh 2da(?) pra uns, outros(?), e como este jogo do Andre divaga 7 linhas(?) entre doutos e arogos... oferecoeste entao:

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades. Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água 'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.'
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
'Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar.'

Sarava pra 'origem' ... do arco iris... ! !!
Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 26/6/2008 20:37 
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Se era para bulir comigo, Azn, deverias ter inventado essa erudição da carochinha sobre o mito de Noé e as prenhas de machos no Piauí, que sou natural da Parnaíba, tchê. Inda bem que não querias bulir assim de modo tão raso com assunto sério, irrefutável e de boa qualidade postado por André Pessego que tuas diversas intervenções vêm buscando desinteressar os leitores desse postado do eixo central para piada de pouco gosto e pouco humor.
Pelo menos é o que penso, até o momento.
Não se preocupe em responder-me, sei que brincas muito por aqui.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 26/6/2008 20:37 
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Versão: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada
Jó 4:18 Eis que Deus não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui imperfeições;
"porque até prova outra, toda a pessoa humana se originou em África."
Desculpe a redundância, mas De-ká-cégos ou não somos descendentes de Africanos. só coloquei as frases biblícas pois achei Noé inconsequente, afinal aquela trabalheira toda pra salvar os bichinhos e depois fazer aquela churrascada monstro?
Reconheço-me como péssimo escritor, meu forte é crônica, e bato palmas a voçes melhores do que eu, mas......
Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice,
AZnº 666 · Rio de Janeiro (RJ) · 27/6/2008 12:08 
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a imaginação do coração do homem é... quica, como a do 'deus' copiado de textos, que nao sao oriundos de nenhuma Africa!! = ?? ^

A violenta realidade transfere para o Brasil as depesas...

Uma coisa eh descendente de outra "coisa" que vem de coisa, que gerou... = ?! ^

Aqui se planta, aqui se colhe, TODOS caem, e sobem, nessa 'linha, de passe! - ? ^

Imagina vc/s, se, Raul Seixas... tivesse tb uma opiniao (mal!) formada sobre tudo... inteh, que a 'planta' da humanidade se originou em um "ponto" do universo que eh mal interpretado pelos que depois inventam estorias pros "meninos tolos" dormir, -- ja que tao enchendo o sako de tantos pais e mae~s ^ ... imagina o que seria do inseto, o microbio, se tivesse que aceitar essas estorias que vem da "africa"... imagina... !! ?? ^ ^ quem pode imaginar... ^

Ie! ^


Mestre Jeronimo - JC · Austrália · 27/6/2008 20:36 
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