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Diferenças...

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Bruna Célia · Goiânia, GO
20/10/2007 · 166 · 24
 

Sou professora de inglês numa escola franqueada. Não vou dizer o nome para não fazer propaganda e para não envergonhar os alunos que lá estudam.

A escola é muito boa. Ótima estrutura, linda decoração, salas com cadeiras macias e ar condicionado. O quadro é branco e existe um mural onde se coloca o calendário do semestre e trabalhos dos alunos.

Tem um cinema, uma lanchonete, uma sala com mais de dez computadores, sala dos professores, coordenação, quatro banheiros. Tudo em seus conformes...

No início deste segundo semestre participei da reunião dos professores. Cerca de duas horas ouvindo sobre a metodologia, o sistema avaliativo etc. Porém, o assunto que me deixou perplexa é o que lhes conto agora.

O diretor e dono da escola, relatou o que ouviu de uma professora da mesma franquia, só que em São Paulo, durante um congresso nacional que reuniu todos os franqueados.

Ele sugeriu que o tempo das provas fosse aumentado. Isso depende do nível em que o aluno se encontra, mas gira em torno de 45 minutos a 1h15, que é o tempo da aula.

Depois de expor seus argumentos, tal professora respondeu a ele: "Interessante, você reclama que seus alunos não dão conta de fazer a prova no tempo sugerido, mas aqui em São Paulo todos alunos dão conta!".

Imagina minha expressão de vergonha. Os alunos paulistanos conseguem, mas os palmenses, não!!!!!!

Fomos analisar o porquê e chegamos à conclusão de que existe uma variação enorme de nível entre os Estados brasileiros. Mas como isso pode acontecer já que todo o material didático e toda a estrutura física é a mesma em todas as franquias?

Pense, pense, pense.
Coloquemos a culpa nas diferenças culturais?
Ou prefiramos culpar o ensino daqui?

Ainda não sei de quem é a culpa. Porém, como professora, tenho mil reclamações a fazer. Os alunos estão cada vez mais desinteressados e acham que aprender uma segunda língua é perda de tempo; Os pais sequer olham para os livros dos filhos; As tarefas para casa são feitas sem supervisão, quando são feitas; Tudo é chato e desinteressante para a maioria deles.

Não sei se isso só acontece aqui em Palmas, posso ter a certeza de que muitas pessoas que lerem esse texto vão dizer "isso acontece aqui também". Então onde está o problema?

Mas uma coisa eu garanto: todas as turmas que eu sou professora, meus alunos têm que fazer as provas no tempo sugerido. Eles têm que ser capazes, nem que seja na força.

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Sinvaline
 

Para aprender uma segunda lingua o aluno precisa de ter motivos, é o unico meio para se interessar. Quais motivos?
Interessante tema! Parabens!
Sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 20/10/2007 19:21
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Lígia Saavedra
 

Bruna, nossa diferenças começam pela alimentação, passam pela educação, saúde,comportamento, dicriminação, falta de vontade política e por aí. Conheço quase todos os estados do Brasil e sei do que falo. É de indignar. Mas fazer o que? Só podemos mesmo é gritar, como vc.
Um abraço querida.

Lígia Saavedra · Ananindeua, PA 20/10/2007 19:24
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Andre Pessego
 

Professora (gosto desse nome) bonita de Palmas,
- Acho que voce leu o texto da minha escola, em Gilbués, pertinho de Ponte Alta; e voce bateu no ponto - "os pais". os alunos são sempre os mesmos.
- Tenho uma filha que é engenheira, antes de se formar já atuava na área, sem pedido de favor; sem ser no serviço público
- atuo em Capoeira, o espaço de menor fortuna acumulada por m2, do Mundo. Aqui também menino vai ruim (escola publica), basta o Mestre - "ou estuda ou não entra na Roda, quero ver o boletim do outro mês"; ninguem repete, todo mundo vira "fera". - Ah! Mestre tou fera
- Legal a tua reflexão, só não sei como divulga-la melhor,
um abraço, andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 20/10/2007 19:38
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Benny Franklin
 

Não obstante a globalização e a necessidade de se falar outros idiomas: de que vale o inglês (que falo) se nossas crianças têm poucas chances de chegar a Universidade? Acho perda de tempo.
Não seria melhor insistir na qualidade do nosso Português?
Ensinar as crianças a melhor escrever e a falar?
Perdoe-me, a minha ignorância - no ramo educacional - faz pensar assim.
Muito bom seu texto, Bruna!
Bjs. Benny.

Benny Franklin · Belém, PA 20/10/2007 20:31
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Rynaldo Papoy
 

Todo estudo forçado é chato. A gente resolve aprender uma segunda língua quando sente necessidade. Beijos.

Rynaldo Papoy · Guarulhos, SP 20/10/2007 20:53
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Alê Barreto
 

Bruna, o tema que você trouxe é muito interessante. Nele você já mostrou pista para as respostas. Sim, existem diferenças culturais. Mas aprofunde isso. Se acharmos que se alguém pode fazer de uma forma os outros terão que também fazer, corremos o risco da intolerância, que sei que não é o seu caso. Acho que vivenciar um pouco mais a realidade dos seus alunos poderá lhe mostrar o que desperta interesse neles. Daí você pode utilizar isso como recurso para facilitar a construção do aprendizado. A sua aula pode ser um momento de troca, onde você esteja aprendendo a mostrar aos alunos como pode ser agradável e prazeiroso falar outro idioma e eles aprendendo como é agradável e prazeiroso entender um código que possibilita ampliar sua visão de mundo.

Alê Barreto · Rio de Janeiro, RJ 20/10/2007 21:19
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brigitte
 

Olá Bruna,
Não acredite no comentário da coordenadora de S.Paulo, pois os alunos de lá não são mais espertos do que os de Palmas ou de outra região do Brasil. Nosso sistema educacional está capenga e a sociedade está num ritmo acelerado de transformação, e os avanços tecnológicos tem contribuido muito para que as mudanças aconteçam rapidamente.

brigitte · Goiânia, GO 20/10/2007 21:25
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brigitte
 

A avaliação é um tema problemático no sistema de ensino, pois a forma como é feita não avalia nada e ninguém. Cada aluno é único e tem seu próprio ritmo de aprendizagem, não há como padronizar as avaliações.Coordenadores e diretores exigem muitos absurdos que não há como aplicar, pois não estão na sala de aula, não conhecem os alunos. Muitas exigências são só para aparecem frente aos superiores.

brigitte · Goiânia, GO 20/10/2007 21:29
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Candice Gonçalves
 

eu acho que é uma preocupação válida, bruna; mas convenhamos, que nem tudo depende de tempo ou de metodologia. cada pessoa é única, e tem o seu tempo o seu próprio ritmo. de repente, o aluno de são paulo é capaz de fazer a prova de inglês em menos tempo ou dissertar em muitas linhas usando somente o past perfect continuous, mas é incapaz de respeitar pai e mãe ou dar exemplo de consumidor sustentável dentro de sua própria casa. as diferenças existem e devem existir. se você pode fazer desses meninos melhores alunos, ótimo! mas siga o melhor modelo dentro do universo de palmas. porque o que serve pra uns, nem sempre serve pros outros.

adorei a temática e parabéns pelo texto. continue essa bela professora que você deve ser. beijos.

Candice Gonçalves · Crato, CE 21/10/2007 02:42
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Candice Gonçalves
 

acabei falando quase o mesmo que a brigitte, mesmo sem ter lido o comentário dela, mas é isso mesmo, não retiro. tá dito. beijos.

Candice Gonçalves · Crato, CE 21/10/2007 02:44
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Bruna Célia
 

Obrigada por todos os comentários. Concordo com todos e digo:
realmente cada aluno tem seu jeito de aprender. Eu procuro explorar a escrita, a fala, o vídeo e desenho. Mas o principal foco da minha reclamação é a falta de interesse deles por algo que um dia servirá. Tudo bem que aprender forçado não adianta. Mas os pais erram demais! Me irrita saber que não estão nem aí para os filhos, que só pagam o inglês, o balé, a natação e acham que isso é ser pai.
A realidade é que os pais têm um, dois, três empregos e não sobra tempo para as crianças.

Agradeço meu pai eternamente por ter olhado meus cadernos e agendas diariamente... não era nada tirano. Falávamos o que tínhamos aprendido e mostrávamos a tarefa pronta e ele corrigia. Não levávamos erros para a escola! Os professores agradeciam! rs

Bruna Célia · Goiânia, GO 21/10/2007 12:58
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ILZE SOARES
 

Olá Bruna,
Primeiramente obrigada por ter me convidado. Sou também professora, mãe de uma garota linda (mãe coruja) de 15 anos e também trabalho manhã, tarde e noite não sobrando quase tempo para minha filha e ainda por cima sou separada. Por que será que estou te relatando isso? Bem, acredito que a questão do interesse do aluno não seja TOTALMENTE culpa dos PAIS e SIM TAMBÉM DOS PROFESSORES (não estou me referindo a vc) falo de um modo geral. Sempre gostei de ensinar mas, não queria ir pra sala de aula, principalmente do ensino público. Talvez vc esteja pensando que era PRECONCEITO e te asseguro que NÃO, afinal, SOU CRIA DO ENSINO PÚBLICO (escola, universidade, pós-graduação) e nunca iria negar minha origem, como também não iria me negar a ajudar a quem lá está. Mas, uma coisa é verdade, quando comecei a estagiar na escola pública me vi em vários embates com PROFESSORES DESCOMPROMETIDOS e isso me revoltava. Sabia eu que se voltasse para a ESCOLA PÚBLICA após me formar, seria pra transformar, logo, isso seria uma "GRANDE LUTA" que eu teria que assumir. Fui para outra área (jurídica), mas, PROFESSOR NÃO SE FAZ, ESTÁ NO SANGUE, e não consegui resistir pois, pensava que TINHA SIDO OS IMPOSTOS PAGOS PELO POVO QUE TINHA FINANCIADO MEUS ESTUDOS, PORTANTO, EU TINHA OBRIGAÇÃO DE VOLTAR PARA A ESCOLA PÚBLICA (e futuramente a Universidade Pública) E AJUDAR DE ALGUMA FORMA. Fiz concurso e estou atuando já a 3 anos. Enfrentei "guerras" com DIREÇÃO, COORDENAÇÃO, PROFESSORES, os únicos que nunca tive embate foram meus alunos e os pais porque perceberam que eu ENSINAVA DE UM MODO DIFERENTE, ENSINAVA COM AMOR E RESPONSABILIDADE, buscando saídas para as dificuldades. Bem, pra resumir, consegui formar hábito em crianças que não tinham acompanhamento de pais, essas crianças quando chegavam em casa, tomavam banho (final de tarde) tomavam seu café e iam fazer as tarefas e ler sempre um texto extra que eu entregava. No final do ano (sempre ensinava 4ª série do ensino fundamental) os pais vinham me agradecer pela mudança e crescimento de seus filhos. Mas, e a minha FILHA, faltava-me tempo pra ela mas, muitas vezes chegava após às 22h e ela já estava dormindo mas, acordava ela pra conversar um pouco sobre as tarefas e sobre seu dia. Quando não era possível, no outro dia logo cedo eu sentava com ela e fazia o acompanhamento. Muitas vezes fiquei até tarde (esse ano) dando aula de História, atualidades e Geografia pra ela, tudo com muito esforço, apesar dela ter professor particular para dar reforço nas matérias que ela tem dificuldades. No próximo ano minha filha vai fazer vestibular e sei que terei maior dificuldade ainda por trabalhar tanto mas, vou me desdobrar pra dar assistência, entretanto, o bom aluno não precisa de pais para orientá-lo (meus pais estudaram até a 3ª série primária e nunca me ajudaram, só incentivaram). Mas, voltando ao texto e a seu último comentário, o que eu quero deixar claro é que depende muito mais do PROFESSOR e do ALUNO do que dos pais o gosto pelos estudos. Atualmente ensino (fora meu trabalho jurídico) em faculdade e no município (escola pública) à noite (jovens e adultos) e atuo do mesmo jeito, dando incentivo aos meus alunos (apesar das idades serem avançadas) pois, se não for assim, nós PROFESSORES estaremos FAZENDO DE CONTA e, novamente sou PROFESSORA DIFERENCIADA NA ESCOLA. A conquista do seu aluno é o ponto principal para transformá-lo. A lingua estrangeira é importante sim, apesar de muitos não saberem nem escrever e nem ler o português direito mas, a globalização exige e, pelo menos as noções básicas é um incentivo para que se possa desenvolver quando possível, o conhecimento da segunda língua.
O tema educação é sempre necessário. Pode me convidar.
Um beijo

ILZE SOARES · Salvador, BA 21/10/2007 17:56
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Robert Portoquá
 

Oi Bruna!
Tema interessante este. Eu sou de São Paulo e tenho um filho de 10 anos que esta estudando numa escola franqueada, aqui no extremo da Zona Sudoeste de Sampa, ele está terminando o kids e ano que vem irá para o teens. Minha esposa e eu (mais ela do que eu) acompanhamos seus estudos de perto.
Quando sou eu quem o leva a escola, por vezes, provoco-o para “conversar” comigo em inglês e sempre coloco o CD da matéria do dia no som do carro para ele treinar os ouvidos, acompanhamos as tarefas de casa, pois achamos que para despertarmos o interesse dele na matéria temos de mostrar-lhe com entusiasmo o quão gostoso e importante é você poder se comunicar em outra língua. Ele está indo muito bem no curso; e meu outro filho, de 8 anos irá começar no kids ano que vem. Devido ao exemplo do irmão ele está na maior expectativa... É isto.
Outro caso: meu irmão tinha um escola franqueada há tempos atrás em Mogi das Cruzes SP, mais não concordando muito com esta padronização imposta pelas franquias abandonou a bandeira e abriu uma escola independente. Agora ele está bem mais livre para trabalhar a didática que quiser utilizar.
Espero ter contribuído.
Abçs.

Robert Portoquá · São Paulo, SP 21/10/2007 19:23
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Bruna Célia
 

Ah, Ilze, se todos os professores pensassem como você a nossa educação seria tão melhor! mas aí vem a famosa desculpa: professor ganha mal... que ganha mal, ganha, sim, mas por que escolheu essa profissão? Para mim professor tem que ter paixão pelo que faz, assim como você.
Quanto à sua filha, imagino que ela tenha muito orgulho por ter uma mãe-professora tão diferente e capaz! Mas não se esqueça que o acompanhamento é fundamental!

Robert, amei sua idéia "sempre coloco o CD da matéria do dia no som do carro para ele treinar os ouvidos". Ah, se meus alunos ouvissem o cd antes de ir para aula... seria tão mais fácil!!! E pai tem que fiscalizar, incentivar.. continue assim, pois seu filho lhe agradecerá muito no futuro, quando ele tiver noção do que isso significa.

Quanto ao que disseram: "tem que aprender português primeiro, antes de uma outra língua", concordo plenamente. Tenho tantos alunos (e são de famílias ricas) que falam errado... "pra mim fazer", "pra mim falar"... entre tantos outro erros graves....

Adoro os comentários de todos... isso é muito construtivo e eficaz!!!!!!!

Quem sabe assim a gente não muda alguma realidade.....

Abraços a todos.

Bruna Célia · Goiânia, GO 21/10/2007 23:43
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Rangel Castilho
 

Achei muito lindo esses comentários e conselhos e tal e coisa...
Falaram de falar um português melhor, deixar de falar errado, mas em seus próprios textos não utilizaram letras maiúsculas para iniciar a frase, pontuação para se fazer entender.
Esse é o Brasil de milhões de técnicos de futebol e de professores e críticos, etc...

Rangel Castilho · Anastácio, MS 22/10/2007 11:14
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ILZE SOARES
 

Amável colega Rangel (e todos os outro colegas),

Gostaria de pedir-lhes desculpas se no meu texto faltaram algumas vírgulas e, por isso, não me fiz compreender. Pensei em responder sobre esse tema a pouco e, não fiz nada elaborado. Inclusive estou no horário de trabalho e como não tenho muito tempo, aproveitei. Mas, colega(s), pensei que o importante aqui era criticar o texto, dar alguma contribuição mas, percebo que nossa opinião pra vc está sendo mais importante, já que sua crítica direcionou-se àqueles que com toda a humildade participaram proferindo sua opinião.
Prometo a vc que da próxima vez, elaborarei textos para poder contribuir nas questões expostas no OVERMUNDO, já que NOSSA OPINIÃO é que está DESPERTANDO CRÍTICAS (sendo mais interessante) E NÃO O TEXTO ELABORADO PELOS COLEGAS.

Tenha um bom dia!

ILZE SOARES · Salvador, BA 22/10/2007 11:55
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ILZE SOARES
 

Gostaria de deixar claro que quando o meu texto foi enviado ontem estava trabalhando (21/10/07 até às 18h). E agora estou em horário de trabalho, portanto, faço as correções do equívoco ao escrever o texto anterior.

Grata,
Ilze Soares

ILZE SOARES · Salvador, BA 22/10/2007 12:00
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ILZE SOARES
 

Bruna,

Estou retornando ao assunto exposto por vc, ainda tenho uma intervenção a fazer.
Mas uma coisa eu garanto: todas as turmas que eu sou professora, meus alunos têm que fazer as provas no tempo sugerido. Eles têm que ser capazes, nem que seja na força.

Nesse seu parágrafo, gostaria de dizer que NADA A FORÇA serve. As crianças e jovens têm que se sentirem entusiasmados e motivados a adquirir o conhecimento. Não sei quanto tempo de ensino vc tem e nem se cursou Pedagogia mas, te aconselho a buscar outros mecanismos para apaixonar teus alunos pela disciplina Inglês. Vc certamente deve lembrar de alguma professora que utilizou o método de conquistar vc e assim, vc se apaixonou pela matéria que ela ministrava, não foi??
Então, perceba que O NOSSO GOSTAR PELA DISCIPLINA DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DA NOSSA RELAÇÃO E APROXIMAÇÃO DO PROFESSOR. Insista, talvez esteja faltando muito pouco (sem ser a força) para vc os conquistar.

Um beijo

ILZE SOARES · Salvador, BA 22/10/2007 12:15
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Bruna Célia
 

Eu me expressei mal.. rs
Eu não forço.... na turma de básico 1 me divirto muito com os meninos... eu caio nas graças deles e ficamos mais íntimos. No dia da segunda prova eu contei a história da coordenadora de São Paulo e disse a eles: vocês têm que conseguir! E todos fizeram no tempo... tem tive que dar tempo extra... e isso me fez feliz!
E incrivelmente, sem eu utilizar a força (como disse) todas as minhas turmas (são cinco) fazem as provas no tempo.
E eu não cursei pedagogia, curso jornalismo.
Dou aulas de inglês por já ter feito esse curso há muito tempo e ter domínio da língua, mas sempre procuro aprender técnicas de ensino... isso me torna mais professora!

Bruna Célia · Goiânia, GO 22/10/2007 12:28
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anamineira
 

Parabéns pelo texto. Tödos os comentários são válidos. Quando minhas meninas eram crianças, não tive muito tempo para acompanhar ( se pudesse voltar atrás...), mas elas davam conta do recado. Hoje tenho uma neta de 10 anos que se não acompanhar, dá problema. Cada caso é um caso, mas ainda acho que, melhor mesmo é o acompanhamento dos pais. Se os pais acompanham eles vão chegar a identificar onde está o problema, se é com o filho ou com o professor. Abraços.

anamineira · Alvinópolis, MG 22/10/2007 17:22
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ILZE SOARES
 

Ok, Bruna entendi. Parabéns pelo seu esforço e sua dedicação.

Um beijo

ILZE SOARES · Salvador, BA 22/10/2007 17:38
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Elizete Vasconcelos Arantes Filha
 

Bruna. Cheguei atrasada, fique com raiva não. Infelizmente minha vid tá uma loucura. Gostei do tema, gostei da resolução do texto. falta a gente resolver o problema final. O que fazer?
Abraços
Elizete

Elizete Vasconcelos Arantes Filha · Natal, RN 23/10/2007 23:43
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azuirfilho
 

Bruna Célia Amiga Professora.
seu Trabalho esta muito bem feito e conseguiu colocar bem claro a questáo Juventude Estudando e do rendimento Escolar por todo o nosso Brasil.
Uma Grande Contribuicáo poara todos nós.
Uma Qiuestáo vital.
A motivacáo capaz de mobilizar todo o ciclo de pessoas envolvidas no Processo Educacional. Desde Professores e alunos até pais de alunos e demais pessoas que ciontribuem e que poderáo se realizar com o Sucesso desta Atividade de Formçáo do Brasileiro de Amanhá.
A Questáo da Educacáo a Juventude é a Questáo daCidadania.
Construcáo da Consciéncia.
Seu trabalhos é um grante impulsionados de atitudes que,
como a dor que é táo velha que pode morrer, a Educacáo pode pegar um impulso e decolar.
Temos gente boa, com boas idéias lutando em todos os lugares.
Pode qualquer Hora dar certo.
As mudancas de quantidade podem permitir que haja a mudanca de qualidade.
Parabéns e um grande abraco.

azuirfilho · Campinas, SP 2/11/2007 17:20
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Naeno
 

O tema é sugestivo. Pede um bom argumento. Estou contigo em tudo. Sê obediente aos teus princípios, que pelo que vi, são corretivos para o mundo, e sê muito, muito, feliz.

um beijo na pele do teu coração
Naeno

Naeno · Teresina, PI 2/5/2009 17:11
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