Encontrei esse poeta-cantador pela Internet, por acaso, no final de uma tarde. Ele estava declamando num vídeo, com aquele visual lá Manu Chao que me pareceu suave, apesar de marcado. As sobrancelhas eram mansas e seu olhar exalava uma perplexidade feliz, diante daquele movimento intenso de suas palavras.
Logo, de ousado, fui me apresentando e o convidei para essa entrevista para a Literatura Clandestina. Como ficamos bem próximos pelo MSN, lógico, vi que ele deve ser do tipo que anota pequenas coisas em cadernos grossos, sempre pontuando as anotações por silenciosas e demoradas pausas. E, com isso, também comecei a tomar notas esparsas, para completar essa entrevista, mas achei que ele ou está poupando palavras ou não quis se revelar por completo. Uma pena viu!
Nascido em Diadema, o moço de nome incomum tem levado aos palcos de São Paulo suas poesias cantadas de movimento: “Tão solitária como um galho no deserto. Tão solitária quanto o longe que está bem distante do perto. Tão solitária como um disparo de um raio que aparece e some. Que chega e vai embora...”
>>> Confira a entrevista aqui: http://literaturaclandestina.blogspot.com/2010/02/entrevista-com-o-poeta-dandy.html
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