EU, EU, EU, ACM NÃO MORREU!

www.doisdedosdeprosa.wordpress.com
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River Coelho · Rio de Janeiro, RJ
2/8/2007 · 155 · 38
 

O Brasil parece ter suspirado de alívio com a morte daquele que foi um dos maiores ícones do coronelismo do país. Por outro lado, boa parte da Bahia, coitada, até hoje deve lavar as escadarias da igreja do Bonfim com as lágrimas que derramam pela tardia, diga-se de passagem, morte do seu ídolo “cabeça branca”. Mas podem levantar de seus confortáveis sofás e desligarem suas TV´s de última geração, meus queridos amigos, pois o bom (?) e velho ACM não morreu. É isso mesmo. Continua vivinho da Silva. É só pegar o mapa desse Brasil de meu Deus e apontar pra qualquer município do mais longínquo estado. Tente descobrir um pouquinho que seja sobre a política daquela cidadezinha e você vai ver que ACM está firme e forte, e o pior, clonado em milhares de versões. A fôrma é sempre a mesma. Existe o prefeito, que tem uma família que “coincidentemente” está entre as mais “ricas” da cidade. Os filhos do prefeito estudam nas melhores escolas, passeiam nos melhores carros e mais uma vez, “coincidentemente” estão entre os partidos mais concorridos da cidade. O prefeito “ajuda” os pobres, nutre “ótimas” relações com empresários, pessoas influentes, fazendeiros e outras famílias endinheiradas. Os filhos crescem, viram políticos, empresários e aumentam ainda mais o poder do determinado clã. Uma escola aqui, um asfalto ali, uma pracinha acolá, e assim os anos vão passando, as eleições vão acontecendo, a família crescendo e eles, claro, se reelegendo. A rentável profissão de político faz muito bem pra saúde e quem chega lá não quer sair jamais. Vide Renan Calheiros, a coqueluche, ou melhor, a uva podre do momento.
É óbvio que você, uma pessoa moderna, urbana, antenada nas últimas tendências mundiais não vai dar a mínima atenção para o que acontece lá em Pio XII, no interior do Maranhão (acredite, existe!). É óbvio também que você não tem nada a ver e nem pretende passar por perto daquelas cidadezinhas perdidas lá nos cafundós do Piauí, do Acre ou do Amapá _só pra citar lugares mais distantes do sul e sudeste. Entretanto, você, que mora nessas regiões mais economicamente desenvolvidas do país, certamente conhece ou ainda vai conhecer alguma criatura nascida em um desses lugares “perdidos”. Pergunte para o tal cidadão como funciona a política em sua cidade natal e sobre os motivos que o fizeram largar a família, os amigos e sair em busca de oportunidades. Pelo menos um dos motivos vai ser a falta de perspectivas políticas em sua cidade de origem. Lá deve existir um ACM da vida, que dá privilégios a alguns, engana muitos e vive luxuosamente às custas de todos. E agora eu lhes pergunto, será que esses “paraíbas” _ como são chamados os nordestinos e nortistas no Rio de Janeiro _ ou os “baianos” _ em São Paulo _ não têm direito de fugir das garras desses ACM´s e ir em busca de realizações profissionais e financeiras em outras regiões? Mas isso é outra história...
Saindo da esfera municipal e entrando na estadual a coisa fica mais óbvia ainda. Cada estado tem seu modelo de ACM importado diretamente da Bahia e benzido pelo Senhor do Bonfim (brincadeira, ele não seria tão ruim). Só pra refrescar o cardápio indigesto, que tal a família Sarney, que é dona do Maranhão e está de olho e um pé no Amapá? Que tal Jader Barbalho e Companhia que tem fortíssima expressão no Pará? E Paulo Maluf, em São Paulo? E a família Collor de Mello no Alagoas? É só procurar no Google que você vai achar qual família de políticos manda em cada estado. É a oligarquia brasileira mostrando que com o surrado e nojento discurso do “rouba, mas faz” é possível construir impérios e ser rei. E, neste caso, nem podemos dizer que é em terra de cegos. Some os milhares de prefeitinhos medíocres de todo o Brasil e você verá a essência de ACM pulsante nas veias do Brasil. Junte a esses prefeitos, governadores, senadores, deputados, vereadores, primeiras-damas, parentes de políticos e todos os sangue sugas da política tetra campeã do mundo e você terá um Antônio Carlos Magalhães vivíssimo, gordo, corado, saltitante e rindo da nossa cara, dançando ao som dos tambores dos orixás, dos axés (com todo respeito)...
Mas dane-se tudo isso. A gente tem coisa mais importante pra se preocupar nessa vida. O que importa é que a Bebel vai terminar com o Olavo, o Brasil ficou em terceiro lugar no Pan, o carnaval da Bahia é um fervo, o do Rio é um luxo, a parada gay de São Paulo é a maior do mundo, o Lenny Kravitz vai tocar de novo na praia de Copacabana, a Ivete Sangalo está solteira mais uma vez e, o melhor de tudo, em janeiro tem a milésima edição do BBB. Vou correndo gravar a minha fita, quem sabe eu viro celebridade...


River Coelho, maranhense, de Pio XII.


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Mansur
 

Valeu!

Mansur · Rio de Janeiro, RJ 2/8/2007 17:18
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Pedro de Oliveira
 

cara,

gostei muito, valeu por ter divulgado.

achei muito pertinente, muito me admira quem ainda reclama quando alternativas a estes coronéis aparecem e tentam introduzir algo novo.

eu li em outro lugar um texto que falava de um assunto parecido que também gostei muito. está aqui.

abraço,

Pedro.

Pedro de Oliveira · Brasília, DF 2/8/2007 17:24
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Marcos André Carvalho Lins
 

legal, River.
gostei.
abraços,

Marcos André Carvalho Lins · Recife, PE 2/8/2007 17:26
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Andre Pessego
 

legal, saõ os 500 anos de Brasil. abçs, andre

Andre Pessego · São Paulo, SP 2/8/2007 17:56
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Benny Franklin
 

Ok! Lido e votado.
Abçs. Benny.

Benny Franklin · Belém, PA 2/8/2007 18:14
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Noelio Mello
 

River.
Bom texto. Gostei.
Lido, aprovado, votado
Abraços
Noélio

Noelio Mello · Belém, PA 2/8/2007 20:21
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Diléa Monteiro
 

Olá meu querido!
Não pude deixar de comentar seu texto. Mas uma vez vejo o quanto és inteligente, e é esse seu jeito que me conquista e que me deixa com mais saudades. Parabéns pelo texto original e verdadeiro. Estarei, se necessário, sempre aqui para votar em seus textos. Abraços fortes. Saudades!

Diléa Monteiro · Macapá, AP 2/8/2007 20:23
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RIVER (que nome estranho... isso é apelido?) um dia deixaremos de fazer piada com essas desgraças todas. Até lá, os EUA já terão "comprado" meio país (um ACM qualquer irá fazer a venda) e nós felizmente estaremos passeando pelos campos celestiais.
Teu texto pelo menos está bem escrito... mas o tema É PÉSSIMO, vamos todos usar o OverM para coisas mais artísticas. Mereceu meu 6 votos, espero não ter que gastá-los com voce falando dos nossos LULAS. Grato pelo convite.

"NATO" AZEVEDO · Ananindeua, PA 2/8/2007 21:42
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Egeu Laus
 

Prezado River,
Repito aqui o comentário que coloquei em outro post:

"Acho que esta' havendo alguma confusão:
Num livro de culinária com receitas de cozinha não se devem publicar textos sobre consertos de automóveis.
Isso não é censura. É bom senso.
O portal Overmundo trata de quê?
Leia-se o manual:
O objetivo é divulgar a produção cultural de todo o Brasil e de comunidades brasileiras espalhadas pelo mundo afora, sobretudo a que não tem acesso à grande mídia.
Simples..."

Conto com você amigo River para sua colaboração em textos que tenham a ver com o tema do Portal Overmundo.
Grande abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 2/8/2007 22:58
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José
 

Olá, River!
Bom texto sim, mas faltou "movimentar a roda" quando o "pobre" chega no poder e hoje não mais tão raro (vide Lula e Cia), parece-me que muda somente a "mosca" o clã é o mesmo...
“Por que os pobres não compreendem
apenas deixam de ser pobres? (Pablo Neruda)”

Agradeço...
José

José · Criciúma, SC 3/8/2007 07:10
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Senhorita Miller
 

muito bom!
abraços

Senhorita Miller · São Paulo, SP 3/8/2007 07:45
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Felipe Obrer
 

Concordo com o comentário do Egeu. O texto pode caber em muitos lugares, mas falar de personagens político-partidários aqui no Overmundo foge à proposta do site.

Felipe Obrer · Florianópolis, SC 3/8/2007 09:12
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José
 

O texto é uma reflexão... Pertinente em qualquer espaço.
Discordo do Egeu e do Obrer.
Agradecido, José!

José · Criciúma, SC 3/8/2007 09:18
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Felipe Obrer
 

José, não quero discutir de jeito nenhum, mas acho que existem outros espaços para esse tipo de texto.

Felipe Obrer · Florianópolis, SC 3/8/2007 09:20
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BETHA
 

RIVER COELHO,
valeu demais pelo convite, obrigada.
Aqui na minha cidade já passaram vários desses e o pior é que tem mais pra nascer. Eta semente bem plantada para o mal.
Abraços de Betha.

BETHA · Carnaíba, PE 3/8/2007 09:27
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José
 

Acolho todos os teus desejos, Obrer!
Agradecido, José!

José · Criciúma, SC 3/8/2007 09:31
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Adroaldo Bauer
 

River,
Tenho a mesma posição do Egeu e já o disse em outros postados do gênero do teu.
E também tenho partido político, e minha família, pai e mãe maranhenses, saiu da Parnaíba, PI, em 1953, para Porto Alegre, onde vivo desde então.
No Overmundo, temos adesão espontânea para as finalidades do Overmundo, a cultura produzida no Brasil e por brasileiros no exterior, principalmente a que não tem o espaço na grande mídia.
ACM e teu postado estão ocupando aqui o nosso tempo e o espaço justamente daquilo que não tem o espaço que o Malvadeza tem na grande mídia.
Então, nela e aqui, por tua iniciativa, é mais Malvadeza e menos Piauí e Maranhão.
Quanto a tua análise em conseqüência, sugiro a leitura também de um texto meu sobre o que se deveria começar a fazer para alterar as relações sociais em nosso país.
É A Exgigência Social.
Nele defendo que "Será estatal e público o que for socialmente exigido".
Saudações.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 3/8/2007 10:04
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José
 

River,
Parece-me que os fragmentos da ditadura do proletáriado circulam nos bastidores... Acolhimentos e afinidades não são sinônimos de "amém"... Em nenhum momento o texto escreve/descreve sobre as instituições partidárias (uma pena), pois, negar a relação estreita entre a arte "antropocêntrica" com estas instituições partidárias é negar o óbvio... Texto que provoca é pedagógico! Quem tem medo??
Agradecido, José!

José · Criciúma, SC 3/8/2007 10:22
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julita lopes
 

Gostei muito do texto... Traz muito de uma força que a gente só desenvolve no "calor da hora"

E que tal um Overmundo de discussões políticas?

julita lopes · Fortaleza, CE 3/8/2007 10:34
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Dauphin de Itaguaí
 

Concordo com os comentários acima sobre o enfoque do artigo e a função do nosso overmundo. Mas o que me interessou mesmo é saber se o vídeo para o BBB já está pronto. Podemos ver? Se você manteve no vídeo a postura dos seus artigos, tenho a impressão de que nem no programa dos videos dos não selecionados ele vai passar. Uma pena. Abs!

Dauphin de Itaguaí · Itaguaí, RJ 3/8/2007 10:50
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Adroaldo Bauer
 

Sendo direto, José:
A fantasia da democracia, até aqui, esconde a ditadura da burguesia, da qual ACM e os descritos no postado foram e são a direção política.
A ditadura do proletariado, que recuperas, para mim seria o exercício de poder real e de fato de uma maioria organizada e consciente de seus objetivos.
Se tens outra forma de exercício de poder a propor, vamos a ela, a humanidade de louvorá e agradecerá ao infinito e além.
Não serve o idealismo somente, porque a circunstância persiste imposta pelas relações de produção.
Se vencermos, José, espero que vençamos juntas, todas as pessoas que estão em Overmundo e no mundo todo para o bem do planeta e da humanidade nele em harmonia com os demais seres vivo e o suporte que nos mantêm nessa movimentada viagem em celebração à inteligência e à vida.
De novo, como vês, não estamos falando do Piauí nem do Maranhão, ainda que estejam inclusos no planeta, estão escondidos enquanto especificidade, pelos holofotes em ACM.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 3/8/2007 10:50
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Adroaldo Bauer
 

Quis escrever no comentário anterior:
a humanidade te louvará e te agradecerá ao infinito e além

Perdão.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 3/8/2007 10:54
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José
 

Sendo Eu, Adroaldo:
...Ditadura é ditadura! Impressionante como nos apegamos aos fragmentos produzidos pelas instituições... As instituições negam as diferenças e produzem a cultura vigente... Violenta a identidade... Nascem prontas...
Digo-te, não tenho receitas é não me siga, aliás, perdido estou e acolho os desafios do caminho criticamente...
Agradecido, José!

José · Criciúma, SC 3/8/2007 11:18
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Adroaldo Bauer
 

És tu, tudo
És tu e tão somente, no entanto
José,
Há outros
Como és
E diferentes
Sendo tu, te bastas
A outros, não basta apenas existir
Outros há que mastigam a pedra
dia por dia, em duras penas
outros já não mastigam mais
porque lhes sobra nada
mais que o ferro
nada mais que o berro
mais nada que ais

então, se és José
apenas tu,
com certeza, ali ou aqui
te comoverás com o maranhão e o piauí
não em prantos
mas pronto
para estar contra os que, com ou sem receitas,
com ou sem bulas, busquem remédios fortes
para a cura dessa brutal ditadura
(e de outras quaisquer).

Assim falei da terra de meu pai e de minha mãe e do Piauí, de onde vim.
Asim me vi, irmanado a River,
a quem apenas aqui conheci.

Por delicadeza ao postado,
que está onde está e não em outro lugar,
e ao autor que o postou,
José, fico por aqui.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 3/8/2007 11:37
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River Coelho
 

O que aconteceu? O texto saiu da home principal do site.
Mas já? Ah... entendi... não faz parte da linha editorial do Overmundo.

O "conselho" que decide essa tal linha editorial deveria nos avisar quando postamos as colaborações na fila de edição.

Desse jeito vão acabar perdendo o patrocínio...

River Coelho · Rio de Janeiro, RJ 3/8/2007 11:39
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River Coelho
 

Queridos Bauer e José, acredito que nós 3 sabemos do que estamos falando e da importância do pensamento crítico, seja em relação à política ou à cultura. O problema é: quantos mais?

Daqui a pouco minha colaboração será exterminada do Overmundo e tudo reinará na santa paz da riquíssima cultura brasileira...

River Coelho · Rio de Janeiro, RJ 3/8/2007 11:54
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Egeu Laus
 

River,
O texto permanece na home automaticamente de acordo com os vetores Tempo e Votos.
Da' uma lida com cuidado no Ajuda e no Participe que você vai entender melhor como funciona o Portal.
Grande abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 3/8/2007 12:01
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Adroaldo Bauer
 

River,
Sem me ater aos conteúdos do postado, do que já me havia despedido, creio que deverias atentar para o que movimenta as posições dos postados no sítio.
Eles chegam onde chegam e ficam onde ficam, por votos, que vão perdendo quantidade à medida que o tempo passa.
Onde está, de modo permanente, é na seção em que foi postado.
Exterminar é uma função que só se realiza, pelo que observei aqui, se o botão fora de lugar for acionado por um xis ainda não público de vezes, o que é tarefa da administração, a qual não pertenço, conhecer e exercer.
Pelo que observei, até aqui, em relação ao teu postado, ele esteve na capa, está na primeira página do overblog e está no teu perfil.
Não me cabe a defesa administrativa dos critérios, apenas os conheço e tenho tentado me conter para respeitá-los, uma vez que a adesão, minha e de todos aqui a eles, foi espontânea.
Então, se estamos aqui conversando, no ambiente do teu postado, ele existe e o grito contra o extermínio é prematuro.
Quem sabe, um grito do tipo mais apropriado ao Overmundo e a um novo mundo possível:
Viva a vida, viva a diferença!

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 3/8/2007 12:06
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River Coelho
 

Caro Bauer, fique tranquilo pois meu grito é tão relevante quanto uma gota pro mar...
E quando eu digo EXTERMINADA, quero dizer que será substituída por algo novo, pelo tempo, pela necessidade de outros pensamentos... é natural que tudo isso aconteça...

River Coelho · Rio de Janeiro, RJ 3/8/2007 12:31
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Cintia Thome
 

Votado...Parabens.

Cintia Thome · São Paulo, SP 3/8/2007 13:43
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José
 

Adroaldo!
Estás com a razão. Eu, louco sou... rs
Agradecido, José!

José · Criciúma, SC 3/8/2007 14:48
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FILIPE MAMEDE
 

É uma eterna "indústria da seca", pela menos aqui no Nordeste. Tenho noção que o overmundo é um espaço pra um debate mais cultural e tal. Mas aí caímos numa redoma, quem é que define o que é cultura; política não faz parte da cultura, indago...
As relações de poder, política e congêneres é tema patente em qualquer grande livro que reflita sobre as origens do país. "Raízes do Brasil", enfim... qualquer um desses serve.

Abraço pra todos.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 3/8/2007 15:23
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River Coelho
 

Muito bem lembrado, caro Filipe!

River Coelho · Rio de Janeiro, RJ 3/8/2007 15:27
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Flávio Herculano
 

Realmente, River, muitas pessoas são multimídias demais para se importar com o que acontece em Pio XII e outros rincões desse Brasil. Se sua publicação fosse uma análise da revista Caras ou do BBB, eles ficariam mais contentes. Continue postando no Overmundo textos como esse, que analisam e nos revelam o nosso país.

Eu me importo com o que acontece em Pio XII (MA).

Flávio Herculano · Palmas, TO 4/8/2007 10:49
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Remisson Aniceto
 

Alô, River! Ótimo texto, enxuto, inteligente, espirituoso, repleto de saudável ironia. Uma síntese perfeita da política nacional. Dificilmente alguém faria melhor. Obrigado pela visita. Um abraço.

Remisson Aniceto · São Paulo, SP 4/8/2007 13:57
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Walter Regis
 

Olá, River,
Achei muito bom o seu texto, atual e com um grande conteúdo da arte da política.
Achei um despautério alguns comentários negativos sobre o texto.
Parabéns!
Walter Regis - Ponta Grossa - PR

Walter Regis · Ponta Grossa, PR 4/8/2007 20:33
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Esso A.
 

defendo a reflexão do rapaz.
é overmundo, ou não é?
e por acaso, o texto também não deixa de ser pertinente ao descalabro cultural desse brasilzinho vil.

Esso A. · Natal, RN 5/8/2007 17:16
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Gledson Shiva
 

Lido e votado.

River, continue com este estilo de texto e tematica, pois como se sabe, o que define o que `e ou que nao `e alguma coisa `e quem a denomina e a faz comum a muitos, estamos na internet e esse processo do `muito" `e algo a se construir ou nunca construir. Se alguns estao dizendo que seu texto nao `e cultural (sic, sic, sic...) muitos estao reafirmando como o conteudo certo no local exato.

Gledson Shiva · Fortaleza, CE 7/8/2007 01:01
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