EXPLOSÃO CELLULAR IMPLODE VELHOS MODELOS

Núcleo Cellula
O ator e músico Caio Mattoso em cena do filme "Literalmente".
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eduardo ferreira · Cuiabá, MT
18/11/2010 · 32 · 12
 

Na primeira década dos anos 2000, mais precisamente no final do ano de 2009, Cuiabá assistiu ao nascimento de um novo movimento em sua emergente cena cultural urbana. O coletivo Cellula Núcleo surgiu no audiovisual cuiabano com ousadia, juventude, determinação e muita criatividade. Em seu início apenas como um laboratório de produção e experimentação audiovisual, em pouco mais de seis meses expandiu para outras ações, produzindo eventos multiculturais, como o Balaio, que agregou várias linguagens artísticas, e promovendo atividades de cineclubismo, com mostras de filmes regulares em vários espaços da cidade. O coletivo se estrutura como um sistema orgânico onde todos atuam de forma aberta, horizontal e com base nos princípios da Economia Solidária, ou seja, autogestão, autossustentabilidade e consumo solidário. O uso de novas tecnologias, principalmente a internet, é fundamental para criarem seu próprio espaço de produção, divulgação e circulação.

Apesar de comemorar mais de 100 anos de cinema, Cuiabá e o estado de Mato Grosso ainda têm uma produção bastante tímida no audiovisual. É um desses pedaços do Brasil que vivem a asfixiante falta de salas de exibição. Apenas 8,7% dos municípios brasileiros têm salas de cinema. Entre 2005 e 2006, o número caiu de 504 para 482. A distribuição das salas de projeção também é desigual: das 2.078 existentes no país, 1.244 estão na Região Sudeste. Já na Região Norte o número chega apenas a 60. Esses são alguns dos dados compilados pelo Ministério da Cultura no Anuário de Estatísticas Culturais do País 2009. As poucas salas de cinema que estão em atividade, em apenas oito dos 142 municípios do estado de Mato Grosso, estão sob o controle rígido dos esquemas de distribuição tradicionais do mercado convencional. Esse, talvez, seja o grande nó que impede o desenvolvimento de um mercado sólido e necessário para dar sustentação ao audiovisual brasileiro. A distribuição, que depende de altas somas de recursos, privilegia basicamente o cinema americano que investe pesado em seus lançamentos e ocupa a maioria absoluta das salas de projeção no Brasil. Um problema crônico que dificulta a formação de público e a consequente industrialização do cinema brasileiro.

Contrapondo aos velhos modelos, Giulia Medeiros Caju e Maurício Falcheti deram o pontapé inicial desse empreendimento. Criaram o Cellula Núcleo com a finalidade de se tornar um laboratório de práticas audiovisuais de forma colaborativa e generosa em suas relações de propriedade intelectual e gestão. Como afirma Giulia, “prezamos pelo crescimento horizontal, onde cada um, com sua personalidade distinta, é parte fundamental para formar o DNA da Cellula, respeitar o indivíduo e trabalhar o potencial das pessoas. Assim, visualizamos o modelo de desenvolvimento sustentável, pautado no valor da vida, da troca justa e orgânica. Foi quando a economia solidária nos seduziu e se encaixou”.

A idéia de criar o Núcleo surgiu após o lançamento da primeira experiência audiovisual em que Giulia e Maurício atuaram juntos, produzindo o curta metragem de terror“trash movie”, “7 Palmos Acima”, em junho de 2009. No final do ano, o Cellula estava formado e, em seguida, fizeram “Colapso Narciso”, outro curta, de suspense e drama. Sucesso total nas exibições de lançamento do curta, lotando o Cineclube Coxiponés, da Universidade Federal de Mato Grosso e a Casa Fora do Eixo, do coletivo Espaço Cubo, experiência parceira que foi relatada na primeira fase do projeto Open Business.

"A produção do curta gerou uma repercussão bacana nas mídias espontâneas dos sites e jornais dos mais acessados do Estado. Muito pelo fato de que existem pouquíssimas produções regionais ainda, realidade que estamos na luta para mudar. A estréia se deu no Centro Cultural da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). O filme foi exibido ainda em algumas escolas como o IFMT (Instituto Federal de Mato Grosso), CEMA (Centro Educacional Maria Auxiliadora) e ICE (Instituto Cuiabano de Educação). Cerca de 500 pessoas assistiram ao filme nessas exibições”, é o que diz Felippy Damian, roteirista do curta.

Após a produção de “Colapso Narciso”, os integrantes do coletivo se mobilizaram para realizar o BALAIO, que envolveu vários parceiros e que conseguiu grande visibilidade, chamando a atenção da mídia local. “Nós fizemos a pré-estréia de ‘Colapso Narciso’, no Balaio, divulgamos esta feira multicultural através de zines, mídias sociais e cartazes espalhados na UFMT". Giulia, a Caju, fala com entusiasmo e muita convicção sobre o evento: “Balaio foi uma feira de 12 horas ininterruptas de intervenções culturais, com o máximo de segmentos que podíamos agregar, games, música, gastronomia, teatro, literatura e moda. E produzimos com toda a equipe que participou do laboratório de produção audiovisual”.

“Literalmente” é o próximo trabalho da equipe, que já está em fase de produção, dessa vez em parceria com a produtora Biss Filmes & Coisas (www.bissfilmesecoisas.blogspot.com) e outros coletivos da cidade, como o Coletivo Juntos Somos Fortes, formado por estudantes de Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso, A Fábrika, Espaço Cubo e a CUFA (Central Única das Favelas). Rita Duarte, do setor de administração e produção, faz planos: “pretendemos continuar fazendo uma boa média de curtas metragens e quem sabe um média no ano que vem. Por ser um coletivo que está em fase de crescimento, o envolvimento dos membros do grupo é máximo nas produções pois todos têm sede de adquirir conhecimento cada vez mais. Trabalhamos em parceria nas produções, assim como aconteceu em ‘Colapso Narciso’, conseguimos unir forças com vários coletivos do Estado. O mesmo está acontecendo na produção do novo filme do núcleo, ‘Literalmente’, gerido de forma colaborativa com alguns núcleos da Universidade Federal e da cena audiovisual local.”

Os componentes do coletivo, atualmente, na definição deles mesmos:” Rita Duarte (22) é uma mãe pedreira, setor de produção e administração do núcleo. Thales Dawani (19), um poeta crítico de filmes conhecedor das mais diversas linguagens, setor de pesquisa e acervo. Maurício Falchetti (22), um Nerd curioso, setor de edição, criação, imagens e desenvolvimento na internet. Felippy Damian (20), guerreiro das causas nobres, setor de comunicação, roteiro e produção. Giulia Medeiros (18), pequena aventureira revolucionária, coordena o planejamento, atendimento, produção, câmera e financeiro do grupo”. Essa turma se prepara cada vez mais para conseguir autonomia, como reflete Giulia. “Prezamos muito pela capacitação de cada membro, por isso um curso teórico é sempre bem vindo, assim como uma graduação ou especialização. Maurício já está terminando seu mestrado de Cultura Contemporânea, assim como todos já estão inseridos no contexto da Universidade Federal”.

Eles estão num momento de preparação para se dedicar integralmente ao projeto, se equilibram entre estudar, criar, produzir seus próprios filmes e de quebra, ainda conseguem trabalhos com vídeo, gravando casamentos, partos, coberturas de eventos, edições diversas, enfim, se virando com uma liberdade que conquistaram dando um toque artístico em tudo que fazem. ”Também procuramos viabilizar o máximo de nossas ações com baixo custo. Como os dois curtas, que chegaram a orçamentos de R$ 250, R$ 300 de produção”, conclui Giulia.

A pergunta que se faz por aqui é pertinente: como fazer filmes de arte, ou ficcionais, experimentais, se não existe perspectiva de mercado, se não há como exibir essa produção no tradicional mercado do audiovisual? Na opinião dos integrantes do coletivo, “esse gargalo dificulta as coisas e inibe a formação de mão de obra de caráter mais profissional. Isso retarda o processo de expansão da cadeia produtiva, fazendo com que todos fiquem reféns de outras práticas convencionais e atreladas ao sistema de coisas do mercado tradicional”. Para a realização artística, criativa e autoral, o jeito é se organizar em coletivo, se esforçar e empreender acima de qualquer limitação. O interessante é que esses modos de produção vêm cativando esses espíritos jovens e gerando uma prática sedutora, demonstrando mais uma vez na história que quem quer faz. Faz quem acredita que dá pra se refazer percursos, inventar novas relações, desafiar a velha lógica de mercado. Hoje, as facilidades para se produzir são muito mais contundentes. Tecnologias acessíveis dão o tom dessa nova era em que assistimos a uma verdadeira onda onde todos podem criar, produzir linguagem e fazer circular sem que haja intermediários. Câmera no celular, foto, música, edição, tudo cabe na palma da mão, basta o impulso poético e pronto, agora é só postar na net, escolha seu lugar, ache seu pedaço de mundo, divulgue, crie redes, compartilhe, o mundo vos espera.

Alguns integrantes do Cellula Núcleo, com apenas um ano de formação, já conseguiram trabalho no mercado convencional; se destacaram pela sua prática e agilidade no uso da tecnologia, e pela eficiência na utilização das redes sociais. Trabalharam, em 2010, na produção de conteúdo para a internet em uma campanha política majoritária e projetam abrir frentes de prestação de serviços para empresas e outros coletivos, mas sempre com o ideal de investir nas realizações autorais e criativas. Nessa perspectiva, os produtos gerados pelo Núcleo representam o ideal que os une e move na direção de se trabalhar coletivamente e criar autonomia econômica. Criaram um setor específico para desenvolver aplicativos e outras soluções criativas na utilização do meio digital, a Anphux, frente coordenada pelo Maurício, que mantém um canal no YouTube, com seus filmes licenciados em Creative Commons, para reutilização ou remasterização da obra com citação do autor.

Maurício é navegante convicto: “A grande vantagem da internet (Youtube) está no retorno quase que imediato dos usuários através de vários dados, comentários, aprovações, reprovações, e no hipertexto, em que é possível interlinkar os vídeos e colocar certa interatividade no canal. No caso do canal do Youtube Anphux as pessoas assistem aos videos porque querem, ninguém obriga elas a acessar o conteúdo do canal. Isso legitima todos os acessos, que é comprovado através do sistema de insight do Youtube, onde pode-se ver os dados de média de público, atenção, comunidade, etc. Hoje, os vídeos do canal recebem 650 visitas diárias, com cerca de 239 mil visitas em todos os vídeos. O Youtube já convidou para um sistema de parceria, em que alguns vídeos recebem dinheiro pelos acessos. Através da linkagem, vídeos com mais acessos encaminham, mas não obrigam, os usuários a assistirem aos vídeos com mais acessos”.

Os integrantes do Cellula não formalizaram o empreendimento, ainda que, segundo Rita, caminhem para isso: “Ainda não buscamos a formalização por meio do CNPJ pois não tivemos necessidade até agora, tendo em vista que o grupo, ainda embrionário, tem como viabilizar seus projetos independente disso, assinando como pessoa física ou coletivo cultural. Mas pretendemos formalizar em breve”.

Atualmente, existe uma onda no Brasil de fomentar a atividade cineclubista, o que pode representar formação de público para o cinema. São espaços adequados para distribuir e exibir essas produções independentes. Essa é uma das metas do Cellula Núcleo, planejam conquistar um espaço físico que se torne referência do audiovisual em Cuiabá e participar ativamente do fortalecimento da cena local. Giulia dá o tom, imaginando futuros próximos: “Um dos nossos sonhos com certeza é ver a rede de cineclubes e circuitos autorais tornando-se tão forte quanto a indústria cinematográfica blockbuster, por isso, pretendemos nos instalar em algum canto rumo à formalização de um espaço pra cinema alternativo, e tecer a rede com o movimento de cineclubismo que já atua nacionalmente. Quem sabe começar um debate com outros países no sentido de fusão de conteúdos e trocas de acervo. São pontos a se pensar para os próximos passos, embora tenhamos consciência de que a estruturação interna do Núcleo vem junto com a construção de uma cena local forte”.

O Cellula tem produzido eventos regulares para seu público, as noites “cinéfilas”, onde misturam mostras de filmes clássicos e independentes com outras atividades, investindo na trindade Cinema + Cachaça + Danceteria, as “Baladas Cinematográficas na Hell City”, que acontecem na Casa Fora do Eixo, reduto do movimento homônimo emergente na cena cultural brasileira que agrega vários coletivos pelo país. Segundo Giulia, existem saídas para superar as dificuldades e se criar mercado: “Esse ano todas as mostras foram gratuitas, exceto a Cinéfila - Cinema + Cachaça + Danceteria. Pretendemos continuar com as mostras gratuitas sempre. Mas assim que conquistarmos o primeiro passo, de garantir na cabeça das pessoas que o Cinema é fundamental pra formação de um indivíduo no meio, poderemos começar a cobrar o justo e movimentar nosso mercado independente”.

O Cine No Morro é outro projeto do grupo. São realizadas mostras de filmes gratuitas no Museu do Morro da Caixa d’água Velha (WWW.amigosdomorro.com.br), em parceria com os Amigos do Morro. ”Já realizamos algumas edições no espaço público, e cada vez mais aparece gente interessada pelo audiovisual independente. Isso nos motiva muito a continuar trabalhando”, garante Giulia. Os Amigos do Morro compõem um grupo de pessoas que participam da história da arte matogrossense viabilizando exposições e diversos programas sócio-educativos. A Cellula é parceira dessa instituição e ocupa o espaço uma vez por mês com uma programação diferente do cinema que se vê nos shoppings da cidade.

Essa prática vem conquistando um público cativo e extremamente fiel e participativo. Muitos são voluntários e contribuem de algum modo dentro da cadeia produtiva, principalmente na onda de alta conectividade que fazem espalhar pelas redes sociais. Não estimulam essa separação entre quem é público ou produtor, estão abertos para novos parceiros e experiências. Fabrício Chabô, compositor, ator e design matogrossense de 33 anos, é um dos parceiros que atuam de forma livre com o Núcleo Cellula: “É bacana demais ver esses jovens se juntando e atuando de forma tão convicta. Se envolvem totalmente nesse corre corre e fazem acontecer mesmo. Estão abertos e encontrando novos parceiros na área do teatro, da música e daí sai uma troca muito legal. Eles estão muito próximos da gente, não criam distâncias.”

As metas do coletivo: Usar a arte como ferramenta de transformação do indivíduo na sociedade, usar nossos conteúdos pra dissipar conceitos e contaminar o máximo de pessoas possíveis por meio de todas as vias comunicativas e telepáticas. Ocupar espaço em festivais de cinema e em redes sociais. Formar agentes no setor audiovisual, capacitar gestores, produzir conteúdo autoral de imagem e som, promover espaço para manifestações artísticas.

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Viktor Chagas
 

Muito bom o texto! Queria só ouvir um pouco mais (talvez aqui nos comentários mesmo e com a participação da Giulia!) sobre o lado "business" desse "open". :)

Além dos planos para o cineclube e dos projetos de baixo orçamento, incluindo partos e casamentos (hehe), o Cellula tem alguma via de distribuição que realimente financeiramente o coletivo? Pelo relato, deu pra sentir que essa é uma dificuldade ainda... Mas queria ouvir mais a respeito.

Viktor Chagas · Rio de Janeiro, RJ 17/11/2010 12:09
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Viktor Chagas
 

Muito bom esse teste de maquiagem aqui: http://www.youtube.com/watch?v=9WwMjUarUgk&feature=related

:)

Viktor Chagas · Rio de Janeiro, RJ 17/11/2010 12:29
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Olívia Bandeira
 

Complementando o comentário do Viktor sobre o lado "business" da iniciciativa. A Caju ou outras pessoas do coletivo poderiam falar um pouco mais como é a sustentabilidade hoje, se ela existe realmente e, se não existe, quais os desafios que enfrentam e como pretendem atingir a sustentabilidade. A refelxão de sustentabilidade pode casar com as seguintes perguntas: Como o modelo de propriedade intelectual interfere - ou não - na sustentabilidade? E o uso das tecnologias? Qual a relação com o poder público local ou federal? Há verbas públicas ou leis de incentivo no projeto? A informalidade exerce alguma influência na manutenção do modelo de negócios e na sustentabilidade?


Bjs

Olívia Bandeira · Niterói, RJ 17/11/2010 19:41
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eduardo ferreira
 

o fato desses meninos investirem sua energia, tempo, expectativas de vida, sonhos, enfim, se dedicarem integralmente a esse projeto, já é um indicativo de "business" em movimento. são bastante jovens ainda, se posicionam de forma aberta e buscam novos modos de produção e distribuição. nessa guerrilha as maiores armas são as estratégias, e nisso eles estão de parabéns, estão formando uma galera entusiasmada, público-parceiros, que garantem continuidade e incremento de mercado.

eduardo ferreira · Cuiabá, MT 18/11/2010 13:00
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Márcia Shoo.
 

Salve Céllula Núcleo! Maravilha saber de um coletivo "sócio-audiovisual" como este em Cuiabá. Na semana que vem estarei na Chapada dos Guimarães, no V Festival de Cinema Feminino de CG, exibindo um doc. na Mostra. Ando procurando me informar e conhecer pessoas, coletivos e produções cuiabanas para trocar com estes durante minha estadia em MT. Tomara conhecê-los!

Márcia Shoo. · Rio de Janeiro, RJ 18/11/2010 21:18
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Caju Arteira
 

penso que algumas dessas perguntas já foram respondidas ao longo do texto,
por exemplo o lance da formalidade.
a relação entre a gente e o poder público,
é como a da maioria dos outros institutos ou coletivos,
através da democracia exercida pela classe,
por meio dos fóruns e conselhos,
ou de editais municipais, estaduais e federais.
atuamos diretamente na organização da sociedade civil.

mas não queremos ser reféns do poder executivo,
o objetivo é fazer com que a instituições privadas apoiem e valorizem a cultura como ferramenta de inclusão e formação de uma sociedade consciente.

estamos nos capacitando para consolidar esse nova lógica de gestão,
sustentabilidade que vai muito além dos conceitos retrógados e capitalistas.
é por meio da economia da cultura,
das trocas solidárias e do profissionalismo sem visar lucro,
focar o desenvolvimento sustentável, dando resultados úteis pro mundo,
com ferramentas orgânicas e recicláveis;
pautada nos valores coletivos, nas necessidades coletivas,
na inteligência coletiva.

é assim que pretendemos fortalecer o mercado independente.
e fazer girar o capital na cadeia produtiva da cultura num todo.

Caju Arteira · Cuiabá, MT 18/11/2010 22:04
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sandra vi
 

grandes garotos!! energia das boas dessa moçada que transusa as ferramentas e as ideias

sandra vi · Petrópolis, RJ 25/11/2010 08:12
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eduardo ferreira
 

certeza, sandra, transfuturizando o agora, viva a rapaziada"

eduardo ferreira · Cuiabá, MT 25/11/2010 14:10
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

gostei muito

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 12/3/2011 18:28
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eduardo ferreira
 

os meninos estão acesos. lúmen puro. como o cinema e suas assombrosas criaturas.

eduardo ferreira · Cuiabá, MT 16/3/2011 13:44
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Sihmoneh Maia
 

Verdadeiros guerreiros esses jovens! Há os que generalizam os jovens como inúteis, indiferentes, inertes. Mas o caso é que tem, sim, muitas exceções. Boa sorte aí pra essa rapaziada que está realizando um verdadeiro milagre, que é o de extrair leite de pedra.
Parabéns pela divulgação e o prazer de receber notícias de pessoas tão distantes daqui que investem, com bravura, na nossa cultura. Exemplo para todos!
Abraço

Sihmoneh Maia · Santo André, SP 18/3/2011 12:06
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eduardo ferreira
 

isso aí sihmoneh. a luz paira sobre essas cabecitas tão indiferentes ao marasmo. isso sim é guerrilha cultural. salve salve! abraço.

eduardo ferreira · Cuiabá, MT 18/3/2011 18:20
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Giulia Medeiros, a doce Caju. zoom
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