Extra! Autor dá entrevista exclusiva ao Overmundo

Adroaldo Bauer
Adroaldo fala sobre o processo de criação da sua primeira novela
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Juliaura · Porto Alegre, RS
14/5/2007 · 310 · 33
 

A novela O dia do descanso de Deus, primeiro livro de Adroaldo Bauer, está impressa.
Será lançada no fim do mês, dia 31, em sessão de autógrafos, na Palavraria Livraria – Café, em Porto Alegre. O autor já tem um debate marcado com leitores para 26 de junho, no Plenarinho da Assembléia Legislativa.
Nesta entrevista exclusiva com o autor que apresento em primeira mão no Overmundo, convido a viajarem pela novela deste novo escritor (o primeiro livro a gente não esquece).
Não vou fazer lide ou nariz de cera para não alongar e ocupar muito espaço na página.
Como dizem as personagens de Adroaldo Bauer: Mãos à abóbora! Vá de retro capataz!
Juliaura Ubá – Quem te conhece um pouco sabe que és um sujeito que faz política, fez política nos últimos 30, 40 anos (eu nem pensava em nascer), tem política no enredo da novela?
Adroaldo Bauer – Tem, como tem política na vida de qualquer pessoa, em qualquer tempo, seja ela engajada ou não. Se não faz, fazem para ela, nem sempre por ela. As personagens existem num tempo entre 1950 e 1970, por aí. É ficção, mas tem a ver com coisas reais, de pessoas comuns, que se amam, se odeiam, até se matam.
Juliaura - Tem personagem principal, herói, heroína?
Adroaldo - A personagem principal é a Língua Portuguesa. Eu tenho certeza que não está tudo nos conformes e pela ordem exata, mas tentei ser o mais fiel ao que se dizia e se falava em Português aqui no Rio Grande do Sul, num ambiente em transição do rural para o urbano, nas cidades que já iam se modificando para assumir o perfil que têm hoje. Antes, portanto, da ocupação cultural que estamos vivendo. Então, a política aí é também de resistência, acredito.
Juliaura - Por que uma novela?
Adroaldo – Nem sei bem porque. Encafifei com uma frase. Tava trancado num ônibus, num fim de tarde quente. Comecei a suar frio, ter enjôos. A frase era não tenha medo de nada. Duas negativas em oito palavras. Redundância. Pensei que podia dizer, não tenha medo. Achei comum. Cheguei a não tema. Que é o presente. Então, se fosse contar uma história, teria que ser menos jornal, mais literário. Encontrei: nada temia. A mesma negativa em duas palavras. Aí dei um nome para o sujeito.
Juliaura – No ônibus?
Adroaldo – É, encontrei a frase e o nome do sujeito ainda no ônibus. Em casa, deu vontade de escrever. Fiz três capítulos numa sentada, à mão, caneta e bloco de repórter. Aí apareceram outros personagens. Não consegui dormir direito com aquela multidão comigo na cama.
Juliaura – Que multidão?
Adroaldo – As personagens. Citadas de passagem, começaram a me atazanar cobrando falas, função, papel para elas. Isto era o meio da semana. No fim de semana, cheguei a 12 capítulos.
Juliaura – O enredo estava bolado antes? A idéia, a vértebra da história tinha alguma anotação anterior? Tu vinhas acalentando essa necessidade de escrever a novela há muito tempo?
Adroaldo – Não, filha, se permites o tratamento.
Juliaura – Pra mim é uma honra, ainda que até possa ser tua neta (risos)

Adroaldo – Menos, Juli... Eu não tinha planos de escrever uma novela. Acho mesmo que é uma novela o estilo que acabou resultando. Eu sempre escrevi. Fiz a redação sobre o Dia da Árvore da escola no terceiro ano primário. Fiz alguns versos pro Jornal O Saci, naquela escola. Publiquei alguns versos e contos no jornal O Julinho, em 1972, uma resistência possível que ajudou a reabrir o grêmio estudantil fechado pela ditadura. Rabisquei muito guardanapo em boteco. Publiquei também no Quadrão, que era um suplemento do jornal Folha da Manhã, que os donos fecharam na maior cara de pau em 1980. Mas eram sempre peças curtas, em verso ou prosa. Contos ligeiros, versos rápidos. Mais recentemente comecei a fazer resumos de livros e apresentação deles em blogs meus ou de outros e no Jornal Fala Brasil, mas isso é muito recente, de uns dois anos para cá.
Juliaura – És poeta também?
Adroaldo – Isto é bondade dos amigos. Faço algumas rimas, brincadeira com a sonoridade das palavras. Não sei fazer com métrica, por exemplo. Mas tava dizendo que não tinha roteiro, nem plano de escrever algo parecido com O dia do descanso de Deus.
Juliaura - Então como foi isso?
Adroaldo – Não sei bem direito. Foi sendo, e sendo foi feito. Mostrei os três capítulos para minha companheira, a Cristina. Ela gostou e disse para eu continuar a história. Daí eu sentei para tentar e saíram os 12 capítulos naquele fim de semana que já falei. Então eu não dormia mais sozinho com a Cris. Era aquela multidão se enroscando em mim a noite inteira, pedindo fala na mesa do almoço, da janta, até para as visitas. Cheguei a 25 capítulos.
Juliaura – Dormindo? Sonhando?
Adroaldo – Não sei bem como é o nome disso. Não é sonho. Daí dei um intervalo de alguns dias. Eram as festas de fim de ano. Em janeiro eu me atraquei no computador para dar um fim na história. Teve um momento em que havia três hipóteses para o rumo dela.
Juliaura – Três histórias em uma só?
Adroaldo – Até pode ser, mas prefiro acreditar que eram três finais possíveis. Escolhi um e suei na máquina uns dez dias seguidos. Terminei a história em 13 de janeiro. Havia rabiscado as primeiras linhas em outubro. Ainda tem umas idéias sobre os outros dois rumos no Epílogo. Talvez até uma continuação...
Juliaura – Ah! Aquilo que chamam de trilogia...
Adroaldo – Já falei que nem tinha idéia de que pudesse fazer o livro e tu me vens com trilogia, guria. Isso é muita responsabilidade. Mas que tem personagem querendo continuar, isso tem. Essa gente é impossível, quer mais, sempre.
Juliaura – Mudando de saco pra mala, por que estás editando por conta? É uma edição de autor, não é fato? Estás montado na grana, é isso?
Adroaldo – Antes fosse, guria. Continuo devendo aos banqueiros, vivendo do salário do mês. Tu ainda não tens filho ou filha, não é? Imagina o que é ter a criança e deixar ela peladinha na incubadora, esperando sabe-se lá o quê? É bem isso que acontece com autor de primeira viagem, pai ou mãe. A gente quer pegar a criança, quer beijar, quer vê-la e que a vejam. Pra gente ela é a mais bonita. Ou tanto quanto as outras. E ninguém se apresentou para o batismo ou sequer para olhar a recém-nascida.
Juliaura – Mandastes originais para as editoras? Oferecestes na Internet, tem ali umas firmas de e-book?
Adroaldo – Filha, a novela é do milênio passado e eu também sou mais de lá, ainda, que de cá. E, se tem situação de que não gosto é a de pedir penico. Mercado editorial eu compreendo, não quero discutir, mas não engulo coisas do tipo: estamos sem agenda para o momento. Ora, isso é resposta? O momento é a única situação real da existência. Quando termina esse momento? No filme Inteligência Artificial, de que eu gostei muito e recomendo, um momento dramático, pode-se dizer, durou dois mil anos. Um momento terno, prazeroso, feliz, durou 24 horas. Eterno enquanto dure, nos recomendou Vinícius de Moraes. Então eu emputeci, sondei uns amigos aqui, uns conhecidos ali, e decidi fazer por conta. Tenho o crédito do Shimite, da Proletra. Vendi antecipado 200 exemplares. É edição do autor. Escritor pelado e metido a besta, se quiseres.
Juliaura – E a história, o que é? Qual é a mensagem? E o final, ah, ah, ah?
Adroaldo – Já dá pra saber o fim. Está impressa, vai ser lançada em 31 de maio na Palavraria Livraria-Café. O preço promoção de lançamento será R$ 20,00. É comprar e abrir a página 103, que tá lá. Na 104 tem o Epílogo. Não aconselho muito essa técnica, porque pode ser que a curiosidade se intrometa e tu tenhas que ler todo o livro para saber porque termina assim a história. É melhor ler desde a primeira página da trama. Tem três capítulos dela, mais a apresentação do amigo e colega de jornalismo Pilla Vares, no meu blog, o Retorno Imperfeito , e noutros lugares, aqui no Ovemundo, que eu fiquei sabendo de tuas peraltices que resultaram em publicações por aí, até no Shvoong, já me contaram, é isso. A história é um drama, talvez até tragédia, de um homem que tem três filhos gêmeos e uma filha e perde a mulher assassinada numa tentativa de curra. O sujeito emputece, desaparece e... Tem graça, amor e ódio. Tem uma técnica de vai e vem que eu aprendi sobre la marcha, meio inspirada n'O Louco do Cati, do Dyonélio Machado, para muitos o precursor ainda não reconhecido do Realismo Fantástico. Não sou pai coruja, mas sou pai: é uma boa história.
Juliaura – Pois é, li a apresentação do Pilla Vares e vi que ele te chama de velho que demorou pra escrever literatura (risos). Amigão, ele, ãh?
Adroaldo – Respeito é bonito e conserva os dentes, guria. Aliás, lindos dentes, menina, quase tão bonitos como os teus olhos. Bem que lembras a Laurita, uma das minhas personagens. Mais pela insolência que pelo feitio. O Pilla é bem assim como tu disseste. É verdadeiro. Ele lamenta de fato que tenha eu resolvido tão tarde dedicar-me à literatura, a um escrito de fôlego. Primeiro eu quero agradecer também aqui, porque já o faço no livro, a gentileza dele me apresentar. E principalmente por ser do jeito que foi. Segundo, porque ele e mais alguns sabem que não era possível eu escrever assim antes pelas tarefas que eu mesmo me impunha no trabalho político e profissional. Ficou pra hora que deu. Ainda bem que ainda me restam mais uns 50 anos de vida (risos) e, agora que eu já sei como se faz, vou continuar fazendo. É como coçar. Começou, não pára. Como eu te disse antes, tem personagem cobrando continuação. E, aí eu me recordei de que tinha uns dois capítulos pensados, resolvidos na cabeça, como se diz, mas ainda não escritos de uma outra história que, essa sim, pensei a respeito dela em 1994, quem sabe não dá uma outra novela? Tem crime que precisa ser explicado e situação que necessita compreender.
Juliaura - Então, tá! Agradecida por tua paciência.
Adroaldo - Tem de que, filha. Eu que te agradeço.

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zepereiranoticias.blogspot.com
 

Quando (se) eu lançar minha auto-biografia não autorizada, te chamo. Beijos muitos e anõezicos,

zepereiranoticias.blogspot.com · Belo Horizonte, MG 11/5/2007 15:56
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Juliaura
 

Te aguardo.

Juliaura · Porto Alegre, RS 11/5/2007 16:19
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zepereiranoticias.blogspot.com
 

Ocorreu um deslize! Não estarei aqui no final de semana. A votação fica até quando? Tem como votar por procuração?

zepereiranoticias.blogspot.com · Belo Horizonte, MG 11/5/2007 16:21
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Pedro Vianna
 

Adorei a entrevista Juliaura.
Ah, e também quero ler o livro.

Pedro Vianna · Belém, PA 11/5/2007 17:51
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Juliaura
 

Bah, Pedro!
quanta bondade para com esta foquinha, mas eu também acho que a inspiração nos pinguipongues do véio Pasquim deu um certo resultado, não é fato?
Tenho uma coleção do meu avô aqui que dá vontade de rolar de rir com as tiradas e as tiras (o Fradinho do Henfil era um ser danado, imagino ele faturando a visita do seo Bento) .
Eles, por óbvio muito mais rodados que eu, embora, vamos dizer assim, barrados a ferro e fogo naquele baile de cobra verde que foi a ditadura (cruz, credo, arreda! mete o Fradin neles!)

Quanto ao livro, querido Pedro, tens que mandar e-mail pro Adroaldo, que eu nem sei como ele vai fazer, enlouquecido que estava com a chegada da criança ainda peladinha na frente dele.
Parece um pai fresco, todo orelhas o sorriso, só vendo o fofo.
E-mail: adroaldo@portoweb.com.br
Té.
Agradecida,

Boa leitura.

Juliaura · Porto Alegre, RS 11/5/2007 18:08
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Verônica Almeida
 

Gostei da entrevista, Juliaura, e li os capítulos disponíveis no blog. Instigou minha curiosidade. Acredito que vou gostar de lê-la por inteiro.
Parabéns!

Verônica Almeida · Nossa Senhora da Glória, SE 12/5/2007 13:06
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Poeta Jorge Henrique
 

Também já li os capítulos do blog. O texto é muito bom.
Parabéns pela entrevista, Juli!
Adroaudo, sucesso!

Poeta Jorge Henrique · Nossa Senhora da Glória, SE 12/5/2007 17:44
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Poeta Jorge Henrique
 

Perdão, "Adroaldo"!

Poeta Jorge Henrique · Nossa Senhora da Glória, SE 12/5/2007 17:44
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Juliaura
 

Agradecida a todas vocês, queridas pessoas.
Agora vamos torcer para que tenha votos.
Felicidades às mamães e às mamães de todas.

Juliaura · Porto Alegre, RS 13/5/2007 13:57
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Adroaldo Bauer
 

Poeta Jorge Henrique,
Muito me orgulha tê-lo com um leitor meu.
Grato.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 14/5/2007 09:32
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Isabela ramos
 

juliara, parabéns pela entrevista, um leitura muito gostosa e deu até pra sentir o ar de descontração nela. Adorei as respostas de Adroaldo, principalmente quando ele diz isso: "O momento é a única situação real da existência". E é verdade mesmo, não tem o que se esperar, ta certo ele em editar sozinho! to ansiosa pra ler todos os capítulos! queria saber se os exemplares vão estar disponíveis em todo o Brasil e á venda em algum site.
Beijão!

Isabela ramos · Teresina, PI 14/5/2007 11:57
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Juliaura
 

isabela,
agradecida pelo teu carinho em passar aqui.
vou dizer ao Adroaldo que gostastes do "presentismo" dele,
como ele já me disse, nada de querer acabar com o sonho de ninguém, ao contrário: "faça já pelo seu sonho" é o que ele aconselha.
O que sei do livro tá dito na entrevista,
reserva pelo e-mail dele
adroaldo@portoweb.com.br
preço de R$ 20,00 até a data do lançamento, 31.05.
o depois ele não me contou.
(cá entre nós, bem baixinho que a gente é quase criança e pode fuxicar: acredito que ele nem pensou nessa possibilidade de pôr a venda em algum lugar, se pensou, não disse e não sei se vai conseguir falar sobre isso com a cria cagando no colo dele de duas em duas horas depois do mamá - he, he, he, he)

Juliaura · Porto Alegre, RS 14/5/2007 12:22
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maramarina
 

Parabéns aos dois.
Fico feliz. Deve ser o máximo um livro, SEU livro.

abs e axés.

maramarina · Aracaju, SE 15/5/2007 09:31
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Poeta Jorge Henrique
 

Caríssimo Adroaldo, seus textos sim é que são orgulho para todos nós!

Poeta Jorge Henrique · Nossa Senhora da Glória, SE 15/5/2007 09:37
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Adroaldo Bauer
 

Isabela,
Agradecido pelo generoso comentário.
É minha mãe quem me diz isso sobre o momento, desde que me conheço por gente e ela vai fazer 82 anos agora em 14 de junho (ôba!).
Quer dizer, o momento também pode ser eterno enquanto dure, nos fala Vinícius.
maramarina,
Na impossibilidade de parir um filhote, dei à luz uma novela, sinto-me assim, recém saído da prenhez, e sabes como é bom uma boa hora, não é fato!

Em 2185, isto terá sido superado, nos diz a ficção profética do Spirito Santo que já vai passar pra sala de votação e recomendo a leitura e o voto. É supimpa.

Poeta jorge
Agradecido, mas vamos parar por aqui que...
vai faltar seda (ha, ha, ha).

Mil beijos, querida Juliaura, foquinha dando capa de jornal é sucesso garantido na carreira.
Parabéns, filha!

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 15/5/2007 10:39
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FILIPE MAMEDE
 

Juliaura, parabéns pela entrevista. E Adroaldo, parabéns pela produção. Li uma parta no seu blog. Muito bom. Um abraço pros dois.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 15/5/2007 10:45
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Felipe Obrer
 

Juliaura, quando publicar alguma coisa, vou te chamar pra fazer a divulgação... :)

Abraços!

Felipe Obrer · Florianópolis, SC 15/5/2007 11:21
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Juliaura
 

Publique já, querido Felipe.
A seu dispor, como nos dispões as lindas flores e visus da santa ilha de catarina.
Agradecida Filipe, outro abraço pra tu.

Juliaura · Porto Alegre, RS 15/5/2007 13:57
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André Gonçalves
 

tá boa a entrevista. gostei do adroaldo, também.

André Gonçalves · Teresina, PI 15/5/2007 14:22
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tania-7
 

Senso de humor incrível do autor. Vou comprar o livro
Tânia: Moji Mirim (SP)

tania-7 · Moji Mirim, SP 15/5/2007 18:49
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Francinne Amarante
 

hahahaa.. muito bom!!!
Juli,
gostei da sua veia jornalística, massa!
Adroaldo,
puxa! MARAVILHA conhecer um pouco mais sobre sua obra.
quero muito ler esse livro! como está a distribuição nas livrarias em Brasília? fale-me, que divulgo no blog do Balaio, com muito gosto, ok?

PARABÉNS aos dois! "Supimpa!!!" (legal essa palavra)
beijão,
Fran

Francinne Amarante · Brasília, DF 16/5/2007 04:22
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Andre Pessego
 

Juli, deves ter idade proxima da minha filha mais velha, possa chamala assim... feliz atitude. Vou mandar um abraço cruzado,
auor e autora (da entrevista), confesso que não li toda, falta de tempo, vou ler denoite, me apressei em votar. um abrço andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 16/5/2007 06:38
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Roberta Tum
 

Gente, eu adoro o Adroaldo.... Sucesso meu querido! Sucesso!

Roberta Tum · Palmas, TO 16/5/2007 08:50
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Adroaldo Bauer
 

Felipe, Filipe, Verônica, André G., André Pessego, Francine, Roberta
sois pessoas muito generosas com esse vosso amigo recente deste overmundo sem fronteiras. As demais outras que por outras vias ou mesmo nesse postado têm assim se manifestado são igualmente gentis.
Não imaginam vocês o conforto, refrigério d'alma até, que me dão os comentários que fazem sobre o pouco que já leram do que escrevi.
O livro ainda não tem distribuição acertada, Frann, porque vai depender da sobra e custos após o lançamento, dia 31, para avaliar se é necessária uma circulação profissional,
A edição é de autor, primeira impressão de 1000 exemplares, já tem uns 200 vendidos por antecipação, sem contar os que vão surgindo aqui nessa apresentação que jamais poderei agradecer o suficiente da Juliuara querida de nós todos.
Por enquanto, vou enviar pelo correio a interessados que confirmarem pedido pelos e-mails
adroaldo@portoweb.com.br
adroaldo.rs@terra.com.br



Muitíssimo agradecido,
Beijos no coração (tum-tum-tum!).

Quando é a assim supimpa,
Me quedo todo pimpão!


Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 16/5/2007 09:43
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Adroaldo Bauer
 

Tania-7,
Que fiasco fiz em relação a ti, não é porque és de Mogi- pequeninha.
Quem nasce na Parnaíba, Piauí, não discrimina, certo?
Creio que esse humor já adivinhado ao início vai te pegar muito mais adiante, embora a tragédia também se avolume (até porque desgraça pouca é bobgagem, não é fato?)
Bem, sabes como é, no fim a mocinha e o mocinho...

Beijo.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 16/5/2007 09:57
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CCorrales
 

Caro Adroaldo
Vida longa à tua literatura! Já visitei seu blog.
E boa carreira jornalística para a Juli.
Abraços aos dois

CCorrales · São Paulo, SP 4/6/2007 14:11
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Adroaldo Bauer
 

Agradecido por teu carinho.
Abraço a ti.
Devo encontrar coma Juli ainda hoje e falo pra ela.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 4/6/2007 16:36
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marcio rufino
 

Adroaldo você merece todo o sucesso do mundo pela sua sensibilidade, inteligência e tranparência.
Um forte abraço!!!

marcio rufino · Belford Roxo, RJ 21/6/2007 17:47
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Cintia Thome
 

Agradeço a visita e comentario...Não,por nao ser do balacobaco que "aconteço" na cabeças doidasdos homens , na fantasia...Tem gente que não admite que o amor cega e leva consigo uma "musa" por toda vida....
Adorei ler sobre Adroaldo Bauer, vou ver se encontro nas livrarias daqui....Parabéns pela intrevista.bjubju

Cintia Thome · São Paulo, SP 14/7/2007 17:55
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Verdes Trigos
 

Parabéns pela entrevista, ao Adroaldo, parabéns pelo livro. Sucesso e sorte.
beijos
Henrique

Verdes Trigos · Presidente Prudente, SP 20/7/2007 21:59
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Juliaura
 

Gente, antes tarde que mais tarde, um convite para lerem a s Impressões de leitura da Ize sobre O dia do descanso de Deus, do Bauer.

Juliaura · Porto Alegre, RS 6/9/2007 22:35
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Juliaura
 

A pergunta que não queria calar está respondida aqui: disponibilizada em .PDF uma versão integral grátis da novela de Adroaldo Bauer O Dia do Descanso de Deus. É só baixar.

Juliaura · Porto Alegre, RS 3/11/2009 09:29
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Cintia Thome
 

Ih...marcda para ver comments...volto aqui eita coisa boa ler de novo


Juli...paizão é bom mesmo, coração...
bjinh

Cintia Thome · São Paulo, SP 3/11/2009 23:00
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