III SEMANA FOLCLORE SERRA DA MESA
A III Semana do Folclore aconteceu de 7 a 11 de setembro, uma realização do Ponto de Cultura Memórias Serra da Mesa com apoio da Prefeitura de Alto Horizonte, de Uruaçu, Faculdade Serra da Mesa. Instituto Federal de Goiás e Universidade Estadual Unidade de Uruaçu.
O gigantesco espaço do Memorial recebeu escolas e comunidades do norte goiano e grupos folclóricos de várias partes do Brasil.
Todos os espaços foram ocupados caracterizando o folclore regional.
O museu de História Natural recebeu aproximadamente 1800 alunos. Na Fazenda Tradicional o engenho funcionou com os bois moendo cana, a casa de farinha forneceu o beiju quentinho, na casa grande o café da roça e assim todos os visitantes puderam apreciar o cenário e ainda degustar as delicias produzidas de forma bem natural.
No palco improvisado o cenário lembrava as festas nas grandes fazendas antigas.
Artistas da PUC GO (Guará e Dantas) ministraram oficinas de aproveitamento do cerrado e xilogravura.
A feira de artesanato foi uma mistura da arte local, quilombola e indígena.
A aldeia Timbira foi ocupada por varias etnias, Kayapo Mebengokre, Yawalapitis, Kariri Xocó e Tapuias do Carretão. Esses indígenas demonstraram seus cantos, danças, lutas e comidas típicas.
As Folias desfilaram pelas casas do Memorial e simbolicamente entregaram a bandeira na casa da Fazenda frente ao altar. Depois a Catira e a dança do Passarinho fizeam a poeira levantar.
As Fiandeiras do Projeto Conviver fiaram cantando desafios lembrando os grandes mutirões do século passado.
Zé Capeta contou causos, poemas e tocou berrante alegrando a criançada. Glória do Berrante mostrou que tocar berrante também é coisa de mulher.,
Pedro Serra da Mesa enchia os espaços com causos e piadas. Os cavaleiros de Santana embelezaram a Fazenda com seus cavalos fortes e enfeitados.
O Congo de Santa Efigênia da cidade de Niquelândia mostrou a cultura de mais de 200 anos, alegrando o cenário com muitas vozes e cores.
A Escola Ativa do Funil trouxe as crianças com o Casamento Caipira e a exposição do projeto AGRINHO com artesanato e comidas típicas.
A dança do Chimite levou o público a dançar. Violeiros, contadores de piadas, repentistas se alternavam no palco durante o evento.
O Cortejo Cultural foi marcante. A frente as crianças caracterizadas com personagens folclóricos; logo depois berranteiros, chimiteiros, foliões, indígenas, congos, catireiros e grande público desfilaram pelos espaços do Memorial.
Os cantos quilombolas, indígenas, ciganos e toques em varias línguas juntaram num só momento cores, sons e acima de tudo a interação cultural de povos diferentes nos ritmos e iguais na hora de clamar pela preservação do planeta.
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!