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Lado B de Salvador

Nadja Pds
Confraria de Ruínas,História,África e fé...é a Bahia. Igreja do Pilar
1
FORA DO AR · Salvador, BA
4/12/2006 · 56 · 4
 

Você já foi a Bahia, nego?
Assim perguntou o saudoso Ary Barroso.
A cidade da Bahia, cresceu aos olhos do Brasil, sua marginalidade, seus carros, sua história, suas ruínas são vistas e revistas, por poucos, que tentam prestar um pouco mais de atenção na bela cidade, crescida a partir do mar e construída com o suor negro e sofrido dos baianos, que ainda buscam um bom lugar ao sol.
O que marca na Bahia, é a sua inegável herança africana, está no povo, na religião, nos costumes, na comida e no jeito de ser, que de preguiçoso não tem nada e temos é muito trabalho, sobretudo a maioria pobre e negra.

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Nuno Ávlis
 

Extremo de beleza!

Nuno Ávlis · Salvador, BA 8/12/2006 22:23
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Luciano Carôso
 

Cara Nadja, dois comentários:
1. Salvo engano, "Você já foi à Bahia" é de Dorival Caymmi.
2. Não seria esteriotipagem já fora de moda usar a incontestável herança afriacana da cultura baiana para referenciá-la. Digo, sem considerar a carga da multietnicidade que ela tem. Veja meu caso: sou descendente de negro com italiano, de um lado, e de português e índio, por outro. O que eu visto, o que como, o que faço e o que sou, enfim, são conseqüencia dessa mixórdia. Chegue no subúrbio ferroviário de Salvador e olhe os rostos. Verá a forte presença da origem indígena. Pode-se falar em padaria nesta terra sem associar a espanhóis ou portuguêses? Bom, só pra refletir.

Um grande abraço,

Luciano Carôso · Salvador, BA 15/12/2006 03:13
2 pessoas acharam útil · sua opinião: subir
Luciano Carôso
 

Cara Nadja, dois comentários:
1. Salvo engano, "Você já foi à Bahia" é de Dorival Caymmi.
2. Não seria esteriotipagem já fora de moda usar a incontestável herança afriacana da cultura baiana para referenciá-la. Digo, sem considerar a carga da multietnicidade que ela tem. Veja meu caso: sou descendente de negro com italiano, de um lado, e de português e índio, por outro. O que eu visto, o que como, o que faço e o que sou, enfim, são conseqüencia dessa mixórdia. Chegue no subúrbio ferroviário de Salvador e olhe os rostos. Verá a forte presença da origem indígena. Pode-se falar em padaria nesta terra sem associar a espanhóis ou portuguêses? Bom, só pra refletir.

Um grande abraço,

Luciano Carôso · Salvador, BA 15/12/2006 03:16
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Francolino
 

Falar da questão racial, na Bahia, parece discurso simplista. Mas querendo ou não, se for pobre já é ruim, sendo negro, então, nem se fala. Pior que pobre e negro, é ser ignorante, não ter acesso à educação é o pior racismo.

Francolino · Salvador, BA 8/11/2007 15:05
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