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MAIS RECADOS ILUMINADOS PARA 2008

Fonte/autor: gabeira.com
Faces Guaranis
1
Joana Eleutério · Brasília, DF
9/1/2008 · 164 · 31
 

PAZ E LUTAS

Cristóvam Buarque*

Na coluna OPINIÃO, do Jornal de Brasília de 29/12/2007, Cristóvam nos trouxe um texto maravilhoso – Paz e Lutas, cuja chamada é a seguinte frase: “A paz de cada brasileiro depende do bem-estar de cada outro brasileiro, sem fome nem violência.”.

Nosso brilhante professor inicia seu texto falando da necessidade de cultivarmos sete diferentes tipos de paz, como pregam os índios Aymara, que há séculos habitam as margens do Lago Titicaca nos Andes.

A primeira é a paz consigo mesmo; a segunda é a paz espiritual, com a metafísica da existência; a terceira é a paz com o passado, contrariando a arrogante cultura ocidental. Não o esquecendo, porém, mas colocando-o a nossa frente, como a base. A quarta, é a paz com o futuro sem nenhum medo do que virá pela frente; a quinta é a paz com o nosso próximo, lembrando que os próximos mais próximos são os nossos familiares; a sexta, a paz com os nossos vizinhos. Além da paz familiar é necessário garanti-la também para o “outro lado da rua”. A sétima e última paz que devemos cultivar é a paz com a terra em que pisamos e de onde tiramos o nosso sustento.

E Cristóvam, desejando-nos esses sete tipos de paz no ano novo, conclui seu texto, chamando-nos também à responsabilidade:

“O caminho é lutar, em 2008, para que o Brasil comece a sua revolução por uma escola igual para todos. Da mesma forma, é preciso colocar nos seus planos para 2008 a luta pela proteção da natureza, o início da revolução por um desenvolvimento sustentável.”

Nosso brilhante professor enfatiza que sem estes dois tipos de paz - com a terra e com a humanidade – nenhuma das outras cinco formas de paz seria possível.

“É impossível ter paz com Deus tendo crianças sem escola, ou destruindo a Amazônia. Como não ter remorso sabendo que já perdemos cinco séculos de história? Como ter paz com o futuro sabendo que estamos despedaçando nosso País e nosso mundo? E como ter paz com a família, quando filhos e netos perguntarem o que você fez para evitar a tragédia?”

Além de nos desejar os sete tipos de paz, Cristóvam também deseja:

“Que você lute para ter direito a eles. (...) E muita participação para construí-las. Porque a paz não acontece, ela é construída.”

Isto nos lembra nossa querida professora Ize em seu magnífico texto “Reminiscências de Escola – lembrar para reinventar”, provável posfácio livro, que é o produto final do Projeto das Reminiscências de Escola do Overmundo:

“Michel de Certeau, autor que prezo porque me ensina que o mundo não está dado, mas que pode ser fabricado, diz que o homem ordinário não se submete passivamente aos desígnios da razão técnica que anseia por atribuir lugares e papéis fixos para pessoas e coisas. Ao contrário, graças às artes de fazer, às astúcias sutis, às táticas de resistência, o homem comum escapa astuciosamente ao instituído, instituindo mil maneiras de reinventar o cotidiano, alterando objetos e códigos e reapropriando-se do espaço e do tempo a seu próprio jeito”

Desta forma, só me resta desejar que tenhamos a competência, a assertividade e a habilidade necessárias para, paradoxalmente, LUTAR e CONSTRUIR as sete formas de PAZ dos índios Aymara, já que essa talvez seja nossa única possibilidade de garantir a paz de cada brasileiro, que inevitavelmente, depende do bem-estar de cada outro brasileiro, sem fome nem violência.

* Cristóvam Buarque – doutor em economia, professor da UnB e atual senador pelo PDT/DF, é também cientista social e estudioso apaixonado. Tem diversos livros publicados, dentre eles, A segunda abolição e Modernidade com ética.

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Nydia Bonetti
 

Que texto explêndido, Joana!
Que em 2008 e sempre lutemos todos, para a construção da PAZ, em todas as suas formas.
Sábios índios Aymara... Sábios, todos os índios...
beijo

Nydia Bonetti · Campinas, SP 6/1/2008 15:42
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Frazao my brother
 

Que beleza, Joana. Sou simpatizante do ideário do Cristóvam, senador que se soma a Pedro Simon, como exemplos de bons políticos. Também trabalhei com o irmão do CB - o Sérgio Buarque (CG-MS 2001 - Plano de Desenvolvimento Sustentável) - que é outra boa figura.
Vejo que a base da paz é o amor, e a base do amor é o respeito, a partir do que construiremos um mundo melhor.
bjs

Frazao my brother · Anastácio, MS 6/1/2008 16:18
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Spírito Santo
 

Joana,

Precisas e pertinentes palavras. Viva o Cristóvam, que tenta, com honestidade e persistência, descobrir o Brasil.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 6/1/2008 19:55
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Saramar
 

Joana, perfeita reflexão.
Usei o texto do Professor Cristovan na minha mensagem de ano novo!

beijos

Saramar · Goiânia, GO 6/1/2008 22:41
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azuirfilho
 

Muito Lindo.
Isso é muito rico.
Um Trabalho de ouro.
Contribui para o mundo ser melhor.
Contribui para a vida valer a pena.
Um Trabalho divino.
Na Inspiração a também benção celestial.
Parabéns e abração.
Tem todo merecimento.

azuirfilho · Campinas, SP 7/1/2008 18:28
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Mestre Jeronimo - JC
 

Axe'

Pois eh... seria bom se pudessemos ter esse 'voto' pra gente mesmo: educacao e cultura!

Espero que isso aconteca, ontem!

Valeu o texto.

Mestre Jeronimo - JC · Austrália , WW 8/1/2008 12:53
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Joana Eleutério
 

Pessoal, eu queria mesmo é poder votar nos comentários de vocêss ... , que são são GENTE demais!!!!!! Grande abraço.

"Cuidado, atenção e ternura são para mim portas da vida consciente." (Anselm Grüm)

Joana Eleutério · Brasília, DF 8/1/2008 15:24
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Cintia Thome
 

A fome é bandida...
Betinho? Lembra?

Realmente a Paz só será plena sem fome...

Parabens...é mais que recado!

Cintia Thome · São Paulo, SP 8/1/2008 17:26
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Joana Eleutério
 

Permita-me, querida Cintia:

Realmente a Paz só será plena sem fome (s)...

No plural. Porque existem diversas fomes, inclusive a fome de poesia, não é? Beijão e obrigada.

Joana Eleutério · Brasília, DF 9/1/2008 08:14
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bardoGIL
 

Gosto do que escreve o Cristóvam Buarque. Teve meu voto para presidente. Ah se pelo menos um terço dos políticos do país fossem de sua estirpe. Teríamos mudanças significativas rapidinho. Sua colaboração merece meu abraço, Joana.

Concordo com o plural para fome. Eu tenho várias fomes.

bardoGIL · Palmas, TO 9/1/2008 10:22
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Joana Eleutério
 

Bravo, Bar do Gil!
Vamos acreditar que todas as nossas fomes ainda serão saciadas.
Grande abraço.

Joana Eleutério · Brasília, DF 9/1/2008 10:38
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bardoGIL
 

Seu bravo soou forte ao ponto de me trazer de volta, Joana. Aproveito para lembrar que o nome do perfil é bardoGIL (bardo - de poeta + GIL - de Gilson). Abraço!

bardoGIL · Palmas, TO 9/1/2008 14:22
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Zezito de Oliveira
 

Joana,
"A paz é o fruto da justiça" tá lá no primeiro testamento da biblia. "O desenvolvimento é o novo nome da paz" disse o Papa Paulo VI, referindo-se evidentemente a um outro modelo, diferente do atual, que é predatório e excludente. E é necessário que a paz invada os nossos corações e mentes, lembrando a frase da letra de uma canção do mestre Gilberto Gil e de João Donato, salvo engano.
E escrevendo sobre o tema você contribui para isso.
Valeu!!!

Zezito de Oliveira · Aracaju, SE 9/1/2008 14:25
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Sérgio Franck
 

Joana,

Sem palavras...

Parabéns!

Sérgio Franck · Belo Horizonte, MG 9/1/2008 16:12
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Frazao my brother
 

Voltei para dar o merecido voto a você a ao CB.

Frazao my brother · Anastácio, MS 9/1/2008 16:14
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Joana Eleutério
 

Gilson,, percebe-se que você é bravo, é forte! Isto me lembrou gonçalves dias: "Sou bravo, sou forte, Sou filho do Norte; Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi."
Grande abraço.

Joana Eleutério · Brasília, DF 9/1/2008 19:46
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Joana Eleutério
 

Zezito, Sérgio e Frazão,
Que bom perceber que há muita gente disposta a lutar pela paz.
Sérgio, seu sem palavras, lembrou-me Rubem Alves:

"... ninguém quis falar nada. Eles sabiam que só se deve falar quando a fala melhora o silêncio."

Obrigada todos que vieram refltir comigo neste início de 2008. Beijo grande.

Joana Eleutério · Brasília, DF 9/1/2008 20:30
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Andre Pessego
 

Joana,
É assim, e é sim. A chamada cultura ocidental, (ou moderna, abusando-se do nome moderno há algumas centenas de anos),
pensa ser capaz de dar um pulo na História. Não será. Daí a paz para com o passado ser necessária.
Entre nós nos últimos 50 anos, Castro Alves vem sendo o autor, ator da História, mais esquecido, de proposito.
Cresce, cresce vingança feróz
nada mais é que uma recomendação da paz para com o passado. Assim a dor, a morte, a vilania que eram reservadas ao negro, sairam da senzala e está fazendo de cada um de nós ( de todos os lados), vítima ou algoz, não importa - "Vingança feróz/"
Lindo, lindo a tua intervenção.
andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 10/1/2008 06:12
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Joana Eleutério
 

André,

Sem nenhuma vergonha na cara, vou logo dizendo: - Você, desta vez, me deixou completamente arrepiada, cara!
Depois que venho "escarafunchando" (uso este obsoleto verbo em homenagem a minha falecida mãe - ela adorava usá-lo), as nossas múltiplas Américas e os nossos múltiplos Brazis, além de estudar Castro Alves, além da proposta dos estudos literários e invadindo espaços excusos e escuros da nossa História e outros babados, venho tentando estabelecer as relações possíveis entre tudo. Ler o seu comentário aqui faz minha alma gritar silenciosamente dentro nas senzalas antigas e modernas, negras e brancas e que sangram pelo país afora ainda hoje.


Seremos "vítimas ou algoz desta vigança feroz?" Não importa, o que é importante é saber que ainda existem muitos malucos como nós, arregaçando as mangas e futucando a onça com vara curta, porque mesmo não deixando de conhecer e reconchecer os avanços desses últimos anos, não ignoramos também que a maior parte do caminho está pela frente - estradas ainda por abrir - além de recuperar os trilhos abandonados e enferujados para botar o "trem da história" pra viajar com muito mais luz dagora pra frente. Sem essa de chamar os nossos jovens de alienados, senão o vamos apontar para o nosso maior pecado enquanto* educadores e pais. Grande abraço.

strong>* - Uso hoje pela primeria vez na vida (tanto oral como escrito) o enquanto sem a noção temporal. Como aprenciz de lingüista, tenho pesquisado o assunto e tem sido muito legal.


Joana Eleutério · Brasília, DF 10/1/2008 12:16
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Mangabeira
 

Não faço pouco da relevância do texto, mas confesso gostaria de ver mais das considerações pessoais da subscritora. Deixo aqui, de qualquer modo, meus polegares em riste e meu voto consolidado. Parabéns! Mangabeira www.ovisnigra.org/mangabeira@ovisnigra.org

Mangabeira · Natal, RN 10/1/2008 18:25
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Joana Eleutério
 

Se quer conhecer mais, entre no meu perfil e entre no link arquivos e encontrara todas as minhas contribuições no overmundo. Fácil, não?
Basta querer! Abraço.

Joana Eleutério · Brasília, DF 10/1/2008 20:03
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Mangabeira
 

Agruras de um Overmundista novel. Pois assim o farei, minha cara! sds,
www.ovisnigra.org - mangabeira@ovisnigra.org

Mangabeira · Natal, RN 10/1/2008 20:17
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Joana Eleutério
 

Você é jovem e tudo isto pra você é masi fácil do que "beber água." Já passei rapidinho pelo seu Ovisnigra. Legal. Boa noite e uma bicota.

Joana Eleutério · Brasília, DF 10/1/2008 20:55
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Nydia Bonetti
 

Merecidos votos!
Abraços

Nydia Bonetti · Campinas, SP 11/1/2008 09:55
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Joana Eleutério
 

Obrigada, Nydia. Beijinhos.

Joana Eleutério · Brasília, DF 11/1/2008 10:03
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Joana Eleutério
 

Só um registro, que encontrei hoje e achei interessante:

"A gente escreve o ouve e nunca o que houve." (Oswald de Andrade)

No mínimo intrigante, não? Beijinhos.

Joana Eleutério · Brasília, DF 11/1/2008 10:24
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Gyothobat
 

Mais uma bola certeira do meu dileto professor Cristovam, simples, direto e profundo nos seus textos. É sensível da sua parte, Joana, trazer à luz mais este recado para 2008. De fato, só tem o que falar, aquele que para para ouvir. Você tem bons ouvidos, por isso bem fala e é bem ouvida. Grande abraço.

Gyothobat · Brasília, DF 21/1/2008 10:58
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Joana Eleutério
 

Gracias, meu jovem Mestre Gyothobat! Beijo bem grandão.

Joana Eleutério · Brasília, DF 21/1/2008 11:18
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Mestre Jeronimo - JC
 

Axe'

Joana... demais eleitores, e poetas, ativistas, e artistas...ja que este tema "ginga" numa situacao que exalta o civismo, O Buarque eh um 'bamba' na area da economia... quero pedir licenca (Axe!) e oferecer mais 'lenha' pra reflexao do que temos em voga aqui no teu texto:

Vai uma nota recortada num tema que tem a ver com o que muito se fala, em geral, no BR, e na falta de ACAO DA PARTE DOS ELEITORES, do verso (?):

No nordeste, e no Brasil, o povo assalariado passa FOME & FALTA A DEVIDA EDUCAÇÃO!!!

Mas, ultimamente foram adquiridas 428 viaturas Hilux SW4 (carro de luxo) para uso da polícia, no Ceará.

O preço de mercado das viaturas sendo na faixa de R$ 150.000,00 chega-se ao seguinte resultado para o bolso de quem paga taxas e impostos:


428 X R$ 150.000,00 = R$ 64.200.000,00
(Sessenta e quatro MILHÕES e duzentos mil reais)

Sabiam que a HILUX SW4 é fabricada na Argentina, o que gera empregos e impostos na Argentina ?!


Os veículos a serem usados pelo serviço público no Brasil, se forem obrigatoriamente de fabricação nacional, servem para impulsionar a progredir a indústria brasileira (e não a estrangeira!) gerando empregos e receita em nosso país.


Se realmente for imprescindível um veículo desse porte para a polícia, será que a Chevrolet Blazer fabricado no Brasil com peças de reposição nacionais, etc, não atenderia a necessidade da polícia?

Sem falar na diferença do preço que faria a diferença pros altos custos de impostos que pagamos !?

Repasse a todos de sua lista mostrando a sua indignação contra mais esse absurdo do governo de corrupção que abusa do voto e dos eleitores brasileiros!!!

Mestre Jeronimo - JC · Austrália , WW 21/1/2008 11:45
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Joana Eleutério
 

Denúncia muito válida. Vamos divulgar e discutir, sim. Porque enviar nosso dinheiro pra indústria argentina, heim gente? E a correta noção de prioridade? Por que não está contemplada ou porque que não dividir o investimento com a educação? Abraços e parabéns mestre Jerônimo.

Joana Eleutério · Brasília, DF 21/1/2008 12:36
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bardoGIL
 

Essas "insanidades" (leiam sem-vergonhice mesmo) administrativas, Mestre Jerônimo, acontecem geralmente com vantagens para uma cambada de gente embecada e bem próxima ao PUDÊ cearense e de outros estados brasileiros. E também por conta da ineficiência e da malandragem comuns noutros poderes como o Legislativo e o Judicário.

No Tocantins, o Estado fez um contrato de locação de 460 veículos (Gol) para a PM, por uma ano, no valor de R$ 11,5 milhões. A gaita dava para comprar mais de 380 carros, que teriam vida útil de pelo menos três anos.

Com o que é público é assim. Fazem como querem os que estão no comando, enquanto a patuléia banca tudo e ainda cisma de dizer que não gosta nem de ouvir falar em política. Até quando?!

bardoGIL · Palmas, TO 22/1/2008 08:19
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