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Meus sete anos – o primeiro ano na escola

Disponível no site www.olhares.com
Real
1
Joana Eleutério · Brasília, DF
26/9/2007 · 174 · 36
 

Meus sete anos – o primeiro ano na escola

Joana Eleutério

Pensar a respeito do assunto e tentar lembrar um episódio marcante, pitoresco, histórico ou divertido tornou-se um exercício interessante.

Na simplicidade de uma enorme família do interior de Minas, vivendo na zona rural, nossa vida tinha poucas novidades, não tinha grandes alegrias e nem muitas tristezas. Com pais extremamente comportados e enquadrados, nós éramos crianças que “entravam mudas e saiam caladas” em quase todos os ambientes. Tínhamos poucos direitos e muitos deveres.

Assim tão educadinhos, e sabendo “de cor e salteado” o lema dos pais e dos educadores daquela época,– final da década de 50 – “criança não tem querer”, meus pais nunca receberam reclamações de professores ou de escolas e nem de vizinhos.

Décima filha, com seis irmãos mais novos e nove mais velhos, eu escapei pela tangente. Criei um mundo de sonhos e fantasias que me davam direito a ter amigos secretos e tão pequenos que cabiam na palma de minha mão. Eles viviam debaixo da terra e nos cupins. Construíam verdadeiras cidades subterrâneas. Eu podia brincar com seus minúsculos carrinhos e eles me contavam tudo sobre a sua vida debaixo da terra. Pena que eu não podia entrar lá, só eles saiam pra brincar comigo. E, a qualquer barulho se escondiam novamente... Só eu podia vê-los.

Menina muito sonhadora, eu brincava, sozinha, horas a fio. Só quando meus irmãos e primos iam nadar no açude, eu me juntava a eles e me esbaldava. Este temperamento até deixava os adultos preocupados, principalmente minha mãe. Até começar a estudar na cidade, em Bom Despacho, eu era considerada pouco inteligente e muito desatenta. “Esta menina vai ter dificuldades para aprender, diziam!” Minha cidade fica a 160 kim de Beagá, pela BR 262 sentido Uberaba.

Na escola da cidade, o que mais me surpreendeu foi o seu tamanho: muitas salas, dois andares, pátios e uma quadra. Tinha ainda uma enorme cantina, onde sempre eram servidos mingaus e outras merendas gostosas. O Grupo Escolar Coronel Praxedes, o mais antigo e tradicional da cidade ocupava um quarteirão quase inteiro, pertinho da Praça da Matriz e também da Praça da Estação. Além dele, naquele ano de 1959, só havia outro – o Grupo Escolar Flávio Cançado, que funcionava no antigo seminário.
Meus coleguinhas eram crianças bonitas, cheirosas, bem vestidas e muito bem penteadas. Eram muito clarinhas, não tomavam tanto sol como a gente lá da roça. E falavam de um jeito tão diferente também. Eu achava tão bonito e ficava caladinha, só observando e ouvindo. A nossa professora era excelente e eu logo aprendi a escrever e a fazer contas. Minhas redações e desenhos faziam sucesso. A professora sempre escolhia as melhores redações e lia alto para toda a turma – eu ficava feliz escutando o que eu tinha inventado na voz de D. Célia Resende. Eu me sentia uma verdadeira escritora. Tão feliz como quando declamava a Canção dos Tamanquinhos...

O que eu mais gostava era quando a professora contava estórias e depois os alunos faziam teatrinho. Eu sempre ficava na platéia, quase sem respirar, de tão bonito que eu achava. A estória da D. baratinha se tornou inesquecível. A Bete, aluna nota dez em tudo, não tinha vergonha de nada e quase sempre fazia o papel principal. Ela fez muito bem o personagem da Baratinha. Hoje ela é médica, mas continua sendo a “Bete Barata”, apelido que ganhou naquele dia, até mesmo como uma homenagem por sua excelente performance.

Eu a admirava muito. Mas, uma vez, não me lembro o motivo, nos estranhamos na saída da escola. Com toda turma e os alunos de outras turmas que também estavam saindo e fazendo uma torcida danada, eu fiquei valente. Segurei-a no canto do muro e fui apertando, apertando e sendo ovacionada pela molecada, até pelos meninos da quarta série. Hoje eu penso: Eh, Bete Barata, a nossa salvação foi a vice-diretora. Se ela não aparece!!... Ela salvou você e me tirou daquele papel ridículo de valentona, que eu estava representando.

No dia seguinte, estávamos conversando de novo e nem nos lembrávamos da traquinagem da véspera. E eu me pergunto até hoje de onde surgiu aquela briguinha tão boba!

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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querida Joaqna:

Estou profundamente emocionado, ganhei meu dia e só tenho que agradecê-la muito muito muito.Ficou tão lindo quanto você é linda. Que historia bem contada! Muito bom!
beijos e abraços
do jocaoeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/9/2007 14:05
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Eu poria vírgula
"Mas, uma vez, não me lembro o motivo, nos estranhamos na saída da escola. "e não como constou "Mas uma vez não me lembro o motivo, nos estranhamos na saída da escola"
mais beijos!

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/9/2007 14:12
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Legal se vc separar os parágrafos com espaços. Fica mais legível!
Você ainda se lembra da Canção dos Tamanquinhos?
beijinhos!

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/9/2007 14:18
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

"Menina muito sonhadora, eu brincava sozinha horas a fio." eu colocaria"Menina muito sonhadora, eu brincava, sozinha, horas a fio."

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/9/2007 14:45
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querida Joana:
Será que a Bety ainda selembra da briga?

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/9/2007 14:49
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baduh
 

Joana, querida!
Também adorei! Que linda história!

Olha, amiga, como ainda está em edição, eu, que já recebi também avisos carinhosos sobre minhas distrações, te peço para dar o espaço em "de cor" (do de cor e salteado), porque saiu agarrado "decor".
Você tem alguma foto da turma toda reunida?
Um beijo,
Baduh

baduh · Rio de Janeiro, RJ 23/9/2007 16:01
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Joana Eleutério
 

Amigos, Joka e Baduh:

Gracias por todo! Já fiz as alterações sugeridas por vocês. Vejam se não me esqueci de nenhuma.

Respostas:
!. Lembro-me de alguns trechinhos da Canção dos tamanquinhos e de como eu ficava imaginando-me deitada e "madrugada, toc-toc- ..."
2. Nunca toquei no assunto com ela, Este episódio me deixou muito envergonhada. ela também nunc tocou no assunto...
3. Estou tentando conseguir fotos, mas eu não tenho nenhuma, infelizmente. Queria muito uma do prédio da Escola. Bem bonito até hoje.
Brigadinho mesmo. Beijos.
Obs: Agora vou me preparar pra rezar um pouco, tá?

Joana Eleutério · Brasília, DF 23/9/2007 16:19
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Ize
 

Joana, que texto lindo e gostoso de ler!!!
Valeu amiga. Muito bom mesmo.
Bj carinhoso
PS Desculpe, mas faltou vc colocar nas tags a referência "reminiscências-de-escola". É que facilita na hora da gente reunir as produções.

Ize · Rio de Janeiro, RJ 23/9/2007 22:41
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Joana Eleutério
 

Obrigada, Ize. Tentei reeditar umas três vezes para colocar esta tag. Não funionou, não sei por que. Bjs.

Joana Eleutério · Brasília, DF 23/9/2007 22:50
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Joana Eleutério
 

Quarta tentativa. Agora parece que foi. Boa noite e boa semana para todos.

Joana Eleutério · Brasília, DF 23/9/2007 22:52
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Spírito Santo
 

Bacana, Joana.
Pena que eu já não tenha a memória muito fresca para fatos ocorridos a mais de trinta anos. Tivesse, reminiscenciaria-me também, com todo certeza.
Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 24/9/2007 09:17
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido Spirito:
Não sou religioso mas vou começar a rezar toda a noite para que você se lembre de algumas coisa. Gostaria, no entanto, de nem precisar. Meu amigo eu vou ser bem franco com você não acho que seja verdade que esqueceu tudo, mas uma desculpa das mais esfarrapadas Cara, você leu o meu Aarin Chu...Presente! De um nome que eu lembrava escrevi uma cronica que muitos gostaram. Então Spirito eu vou colocar as coisas nestes termos. Não estou editando o livro do Joca Oeiras, como as pessoas vem me falar, estou tentando me dar como garantia para a realização de um projeto maravilhoso, mas ele é maravilhoso não porque eu inventei, mas porque faz um panorama na memória que a escola evoca e que, certamente, terá uma grande riqueza iconográfica.
Então, Spirito, no melhor sentido do site cooperativo eu quero te pedir que escreva. Sabe, estas coisas de memória são ,muitas vezes, evocativas. Se não der certo. escreva um prefacio dizendo: "Porque não participei do livro"
Mas invente outra história porque esta não tá colandorsrsrsrs
Mas falando sério, olho no olho, acho sacanagem você fica de fora,me desculpe a franqueza. Sabe Spirito, eu estou muito feliz de receber depoimentos legais como o da Joana Eleutério. Mas fico triste porque nem você, nem o Adroaldo nem a Juliaura, gente que eu contava desde a primeira hora não tem um tempinho pra dar uma força prum projeto legal, coletivo. Continuo, no entanto, esperançoso e otimista deeditar este livro que vai ser mais meu tanto mais ele seja de todos. Só isto o que eu quero deixar claro. E se alguns de vcs se dispuserem a integrar um conselho editorial , pra mim será muita honra.
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 24/9/2007 09:56
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crispinga
 

Joana,
Que belas fotos, que olhar carinhoso...
Gostei muito!
CRis

crispinga · Nova Friburgo, RJ 24/9/2007 10:44
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Nivaldo Lemos
 

Joana,

que beleza de texto e fotos, ambos íntima e estreitamente ligados ao universo onírico que você descreveu da infância. Particularmente, adorei a metáfora dos cupins, reais ou imaginários, que você cultivava no imenso latifúndio da alma e com os quais interagia. Pelo que deduzo, uma maneira lúdica e inteligente de enfrentar a imensa solidão que a escola e a timidez natural impunham-lhe. Um retrato da infância e da escola que, creio mesmo, é comum a muita gente da época. Um texto sensível, belo e muito bem escrito. Amei mesmo. Parabéns.

Abraço.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 24/9/2007 14:37
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baduh
 

Olha, Joana, por puro acaso eu tenho a honra de ser o primeiro a votar neste lindo texto que escreveste!
Meu parabéns, excelente!
Baduh

baduh · Rio de Janeiro, RJ 25/9/2007 11:52
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Letícia L. Möller
 

Joana,
gostei muito do teu texto. Que lembranças gostosas.
Beijos,

Letícia L. Möller · Porto Alegre, RS 25/9/2007 11:55
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Ize
 

Volltei e votei
Bjs pra vc Joana

Ize · Rio de Janeiro, RJ 25/9/2007 22:37
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Rynaldo Papoy
 

Joana, como vai? Acredita que aqui está um tremendo frio? Mas tudo bem, tudo passa, incluindo a uva-passa. Votei no seu texto. Beijo.

Rynaldo Papoy · Guarulhos, SP 26/9/2007 00:24
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Andre Pessego
 

Joana,
Tenho lido acho que todos os textos dessas lembranças,
e acho que realmente todas as crianças do mundo são iguais, ou eram iguais, até o "progresso" marchar sobre elas". De S. Paulo,
a Minas, interior de Minas, de Goiás...... tudo tão parecido, um abraço, andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 26/9/2007 05:30
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido André:
Desculpe a pergunta direta, mas eu a considero pertinente. Da maneira que você se posiciona è tudo igual" pode gerar duas interpretações, ou que, de norte a sul do país a Escola brasileira é a mesma, no que discordo, ou, pior ainda, que as nossas memórias são tão enfadonhamente parecidas que, sinceramente, –"Pra que este livro?" Agora, se crianças são "iguais" no mundo todo isto se justifica por sermos todos seres humanos. Esclareça melhor seu ponto de vista, se for possível e fazendo um favor.
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 26/9/2007 08:15
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Joana Eleutério
 

Agradecendo a todos vocês (Por atacado, perdoem-me. são questões de administração do tempo...), quero deixar uma resposta de Adélia Prado quando lhe foi perguntado sobre o desafio que o livro enfrenta ao competir com as diversas e modernas possibilidades tecnológicas, o que coloca as crianças de hoje e de ontem submetidas a apelos tão diferentes e próprios de cada época:

“A diferença é que (hoje)* vivemos em um outro mundo, com apelos impensáveis no meu tempo. Mas se olharmos a alma, a inteligência e a sensibilidade da criança, veremos que elas querem as mesmas coisas. Somos humanos de inesgotável fome por sentido, significação e transcendência, coisa que toda a arte faz. O processo é desencadeado não pelo assunto, personagens, enredo, mas pela forma, pela literatura em si mesma. O interesse por ferreiros, animais, comadres é o mesmo que por gigantes da era jurássica, pela morte, o computador, a nave espacial. Criança é sempre criança.”

Eu acrecentaria que nossa responsabilidade com as crianças é ensinar-lhes a usufruir dos benefícios da tecnologia para aumentar sua criatividade e imaginação. Não deixar que os avanços e as infinitas possibilidades dos avançoes tecnológicos lhes seqüestre estas ferramentas que são fundamentais para a nossa conexão como o divino e a divindade e a única porta para experiência verdadeira da nossa semelhança com o Pai. Assim, Ele quis e assim Ele nos criou.

"Então Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céus, sobre os animais domésticos e sobretoda a terrra (...) Deus criou o homem à sua imagem ; (...) "Gên, 1, 26-27.

Se isto tivesse sido escrito atualmente, com certeza teria sido escrito: Que ele reine sobre os avanços da tecnologia e das ciências...

Cuidar de nossaas crinanças é também cuidar da criança que existe em cada um de nós. Não deixá-la morrer, não deixá-la dormir nem cochilar fora de hora...
Um beijo grande.

(*) Este parêntese foi acréscimo meu.

Joana Eleutério · Brasília, DF 26/9/2007 08:44
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Já nem sei bem o que falar... mas, está aí o futuro Prefácio do futuro livro "do Joca", que continua "se estranhando" com o André. Sábias palavras a da Adélia Prado e a posterior intervenção de nossa singela "Joaninha" está excelente.
QUINZE IRMÃOS ,é! Imagina-se como era na hora da janta...
Menina, um relato cortante como navalha de barbeiro, dos tempos em que criança não ouvia conversa de adulto e chamava os amigos mais velhos de Senhor/Senhora. Como tudo mudou, hein?
Ah, ELEUTÉRIO era o sobrenome de meu parceiro de dupla sertaneja aqui no Pará... o ABIEZER, falecido em dez./2006

"NATO" AZEVEDO · Ananindeua, PA 26/9/2007 15:16
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Joana Eleutério
 

Nato,
Gosto demais de suas intervenções e vi os recados e dicas sobre usar o link direitinho. Depois vou tentar usar, ok?
Diga seu amigo para olhar no Aurélio grandão o significado de nosso sobrenome. Depois me conta o que ela achou? Ou já sabia? Beijão.

Joana Eleutério · Brasília, DF 26/9/2007 15:47
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Joana Eleutério
 

Joana Eleutério · Brasília, DF 26/9/2007 15:47
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Cintia Thome
 

Joana, que gostoso, fluiu bem o teu texto, rico de lembranças, encantada e nossa que família enorme! Adorei esa de falar com "fantasminhas"...falar com eles...eu também brinquei muito assim, imaginava amiguinhos...Bom demais Joana...Show!

Cintia Thome · São Paulo, SP 26/9/2007 21:46
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Joana Eleutério
 

Obrigada pelo carinho de seus comentários. tenha uma noite bem gostosa. Beijinhos.

Joana Eleutério · Brasília, DF 26/9/2007 22:34
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georgesaraiva
 

a sua visão se assemelha de muitos dos meus pontos de vista sobre a infaância, até mesmo coincide com minha ultima colaboração na fila de votação, claro que de forma mais abstrata ou surreal, sei la... bom é isso.

georgesaraiva · Guarapari, ES 27/9/2007 09:17
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FILIPE MAMEDE
 

Fluente, singelo e, sobretudo, saudoso. Muito bom poder percorrer junto com você essa trajetória pelos bancos da escola. Um abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 27/9/2007 10:41
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Joana Eleutério
 

George e Felipe,
Obrigada pela companhia virtual em minha trajetória de minhas reminiscências de escola.
Beijo grandão.

Joana Eleutério · Brasília, DF 27/9/2007 11:35
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Pegando carona:
A gente não sabe se ri ou se chora diante das lembrançasescolares da velhinha gagá. Faça sua escolha lendo:
http://www.overmundo.com.br/overblog/reminiscencia-escolar-da-velhinha-gaga

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 27/9/2007 12:36
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Joana Eleutério
 

Vou lá conhecer a velhinha gagá. Obrigada pela indicação. Beijos e até logo.

Joana Eleutério · Brasília, DF 27/9/2007 12:47
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Texto do Agenor já na sala de votação
http://www.overmundo.com.br/overblog/meus-doces-anos-de-agricolinoreminiscencia
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 29/9/2007 09:53
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nadiacy
 

nadiacy · Belo Horizonte, MG 8/10/2007 09:00
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querida Joana:
Relendo seu texto mais uma vez reafirmo tudo o que disse após a primeira leitura. Muuuuito Bom!
beijos e abraços, do Joca Oeiras, o Anjo Andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 8/10/2007 09:19
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Joana Eleutério
 

Joca,
Ando meio maluca. só hoje vi este comentário. Desculpe-me. Abraços e beijos e uma boa semana.

Joana Eleutério · Brasília, DF 1/12/2007 21:00
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querida Joana:
A caincidêcia é que eu tenho um texto na sala de votação que fala dos meus sete anos. Msas não se trata de reminiscência escolar. São reminiscencias outras
Queridos amigos:

Testemunhe o esforço que fiz para praticar uma imersão nos já longínquos e glamourosos anos cinqüenta do século passado, em particular o ano de 1954, em que São Paulo comemorou 400 anos de existência. http://www.overmundo.com.br/overblog/parece-uma-coisa-a-toa

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 1/12/2007 21:44
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