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Música eletrônica em livro impresso

divulgação capa do livro
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Juliaura · Porto Alegre, RS
1/9/2008 · 107 · 6
 

Recebi duns amiguinhos de Porto Alegre essa preciosidade que gostaria de ter podido acompanhar, o lançamento em 12 de agosto do livro de Eloy F. Fritsch sobre música eletrônica.
Como vou ficar longe da terrinha mais um tempinho e nem botei a mão da massa, publico aqui a materinha que me enviaram, com a com licença de vocês, que já peço as excusas por antecipação, porque eu costumo fazer diferente, mas me parece que essa matéria é por demais um tanto quanto bastante interessante para me ficar esperando voltar e não vi inguém falando disso tão bom aqui.
Então tá, tá!

O livro “Música Eletrônica, Uma Introdução Ilustrada” apresenta assuntos que abrangem diversos tópicos relacionados à síntese sonora, estética, história, compositores, obras musicais, instrumentos eletrônicos, técnica de composição, discografia e aplicações da linguagem Max/MSP na composição musical.

Os conteúdos tratados são, na sua maioria, introdutórios, e destinam-se a estudantes, músicos, compositores e iniciantes no assunto. O texto é rico em imagens, esquemas e exemplos de programas que facilitam a compreensão das idéias.

Nesta obra, a música eletrônica é apresentada como uma modalidade de composição que expandiu o material sonoro da música tradicional e prosseguiu para uma nova arte sônica, diferente da música instrumental, chamada de música eletroacústica.

SOBRE O AUTOR

Eloy F. Fritsch, 40, é um dos pioneiros da Música Computacional e Eletrônica no sul do Brasil. Iniciou seus experimentos em síntese sonora em 1984 com sintetizadores analógicos. Participou da criação do LC&M – Laboratório de Computação e Música da UFRGS em 1993 e dos primeiros Simpósios Brasileiros de Computação & Música.

Mais tarde foi responsável pelos primeiros cursos de Música Eletrônica na UFRGS utilizando o Roland Modular System-700 e outros instrumentos de seu estúdio particular. Fritsch foi professor da nova geração de músicos eletrônicos gaúchos e de tantos outros compositores que realizam música eletroacústica. Introduziu a linguagem Max/MSP e diversas técnicas de composição por computador no Rio Grande do Sul.

Atuando como professor do Departamento de Música da UFRGS desde 1999, desenvolveu vários projetos científicos/artísticos, entre eles, a criação do Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes da UFRGS. É também professor do Programa de Pós-graduação em Música e dos Cursos de Extensão em Música Eletrônica da UFRGS. Atua como coordenador do Grupo de Pesquisa em Computação Musical, coordenador da Comissão de Pesquisa do Instituto de Artes e como colunista/colaborador da revista paulista Teclado & Piano.

Em paralelo, desenvolve um projeto de composição com sintetizadores, computadores e teclados eletrônicos tendo lançado oito álbuns instrumentais e participado de várias coletâneas internacionais.

Produziu e apresentou o Programa de Rádio Música Eletrônica na Rádio da Universidade 1080 AM por três anos consecutivos. Em 1983 criou o grupo Apocalypse no qual atua como compositor e tecladista tendo gravado 10 álbuns, dois DVDs e realizado apresentações no Brasil e exterior.

Fritsch compôs trilhas sonoras para rádio, vídeo, internet e televisão e foi o idealizador da Orquestra de Alto-falantes do Instituto de Artes da UFRGS.

Suas composições eletroacústicas foram apresentadas em festivais de música contemporânea, vídeo performances, concertos multimídia, concertos de música acusmática, instalações sonoras e eventos de divulgação científica promovidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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LAILTON ARAÚJO
 


AMIGA JULIAURA


A música eletrônica no mundo está para a modernidade, assim como o computador está para a velha e boa máquina de escrever... Pode ser Olivetti, Remington ou Facit! Ou outras marcas de computadores! Depende do cliente! Ou escritor!

Os músicos estão divididos sobre tal tecnologia. Uns alegam que rouba o emprego do músico, pois os tais “samples”, imitam a interpretação de um bom músico! Outros adoram! Endeusam a tal tecnologia. Conseguem gravar uma trilha ou disco inteiro, com apenas um teclado! “O Deputado Federal Frank Aguiar” que o diga! Ele é cantor... Tecladista... E agora?

Acho que as coisas devem ser dosadas... Nas minhas músicas, sempre coloquei a “citada tecnologia”. Mas, não abro mão de uma percussão acústica, metal verdadeiro (trompete, trombone e sax), rabecas, baixo de cordas e etc. As vozes desafinadas - por mais que agridam ao ouvido humano - não podem ser corrigidas por programas que afinam. É falso! Os artistas estrangeiros dominam tal recurso! Por isso... São aplaudidos pela mídia brasileira! A Música eletrônica ganha na competição! O artista brasileiro perde na interpretação! Inclusive nos cachês artísticos...

Gostei do livro e da matéria da amiga Juliaura!

Abraços.

Lailton Araújo

LAILTON ARAÚJO · São Paulo, SP 31/8/2008 11:49
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Spírito Santo
 

Trilouco e trilegal. Este negócio de música eletrônica é da última hora. Os instrumetos musicais, doravante vão indo, cada vez mais, se transfromando nestas geringonças eletrônicas que o Fritsch anda manobrando por aí. A música que sai (sairá) destes pós-engenhos eletro-acústicos ainda não é uma coisa assim, definível não, mas, isto tem a ver com o tipo de músico que experiemnta estas modernas joças hoje. A gente precisa se atentar que não é o instrumento que faz a música, logo, rigorosamente, qualquer música pode ser feita com eles, até música 'antiga'. Só pra lembrar, música é uma linguagem ligada aos conceitos tempo e espaço, logo, é uma linguagem atemporal. Levar-nos de volta para o futuro é a missão e o rumo da música eletrônica do Fritsch.
Medalha de ouro para Juli (cuidado para não levar um choque nela).

Bá!

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 31/8/2008 11:54
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Juliaura
 

Putzgrila! Diz-me aqui vovó Marinalva batendo com as chinelas meus dedinhos já enfiados na tomada (só em lembrança, que ela em Porto alegre e eu em Barcelona, hora destas, preparando pra mais uma jarra de vinho).
Eu também penso que música é isso (tempo e espaço, vez em quando um contratempo. E que gingado e pezinho faz quem gosta... e quem sabe).
Assim como o alfabeto não fará nenhum chinês escritor, se entendi, as geringonças e trapizongas eletrônicas não vão deixar de ferir ouvidos como fere um baticum mal-feito, conhecido no sul como samba-francêis... tchá-pum-tchá-pumpum.
Agradecida Spirito, grata Lailton.
Eu também acho que o Fritsch, aunquejo no lo conozco, resenhou a história da coisa e tá fazendo a ponta dela no momento, mas nãol i o livro ainda, que o pessoal pediu pra apresentar, mas mandou pra minha casa e não sabem que não estou lá.
Besitos!

Juliaura · Porto Alegre, RS 31/8/2008 14:31
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Sérgio Franck
 

Juli, música é música. Há quem goste, por isso há quem faça. Dizem que as misturas só estão no comecinho, imagine só!

bjo.

Sérgio Franck · Belo Horizonte, MG 2/9/2008 11:18
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Juliaura
 

Grata Franck. Que piscadela do teu avatar, gatinho. Um luxo só.
Besitos!

Juliaura · Porto Alegre, RS 2/9/2008 13:08
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Ize
 

Caraca Juli que vc tá que tá. Sumi um pouquinho daqui e vc vem cheia das novidades. Achei o máximo esse conversê, mesmo sem entender lhufas de música eletrônica. Agora que vou ser aluna do Spírito (vc ainda não deve estar sabendo dessa novidade, né?) ele vai me explicar direitinho.
Beijinhos
da Ize
PS Cê tem razão, o avatar do Franck tá um charme.

Ize · Rio de Janeiro, RJ 3/9/2008 01:59
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