Música na base social da Bahia oitocentista - I

Três séculos de Iconografia de Música no Brasil. 1974. Biblioteca Nacional
Ludwig & Briggs – “Begging for the Holy Ghost”
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Luciano Carôso · Salvador, BA
14/11/2008 · 134 · 12
 

Todos já cultivam a música, pois que faz parte da existência do povo, que adoça os seus lazeres cantando, e que até esquece os cuidados de um penoso trabalho sempre que escuta os simples acordes de uma guitarra ou violão. Enquanto que nos salões é aplaudida a música de Rossini, pois que é cantada com tal ou qual expressão como nem sempre há exemplo na Europa, os curiosos percorrem as ruas ao fechar da noite repetindo as sentimentais modinhas, que se não escutam sem que se fique comovido; servem elas quase sempre para pintar os sonhos do amor, seus desgostos ou suas esperanças. [...] Há algumas vezes um não sei que de encanto na sua melodia e alguma vez tanta originalidade, que o europeu recém-chegado mal pode eximir-se a escutá-la e concebe a indolência melancólica desses bons cidadãos, que ouvem por horas inteiras as mesmas árias.
É ordinariamente ao cair da noite que começam esses concertos improvisados. Então sons passageiros se mesclam, se aproximam e se afastam e vos dão a conhecer que toda a população se entrega a esta sorte de divertimento. As mais das vezes encontram-se grupos numerosos de jovens que unem os sons do violão aos da flauta; são geralmente poucos variados os seus acordes, mas sempre justos, e essas árias simples, repetidas com tanta doçura, enchem a gente de singular melancolia... [...].
Entre as belas artes, é pois a música uma delas para a qual mais queda sentem os brasileiros. (Silva, 1878: prefácio)[1].

As impressões do viajante francês Ferdinand Denis, em plena primeira metade do século XIX, na cidade de Salvador[2], apontam que já naquela época, elementos importantes para uma eventual construção da identidade musical daqueles que observava, faziam-se presentes. Traçando-se paralelos entre as descrições de Denis e comportamentos soteropolitanos contemporâneos, percebem-se interessantes pontos de contato: o gosto pela música, sua associação com festas populares e a relação de entrega e envolvimento que as pessoas têm com ela. Isto não só evidencia a importância deste contexto para o processo histórico desenvolvido até os dias atuais, como também convida ao entendimento mais aprofundado de tais pontos de contato, na busca de uma melhor percepção do passado e do presente e de suas inter-relações.

Mas, quem era essa gente que Denis mirava? Como era essa sociedade que impressionava o viajante estrangeiro pela sua música? Estudos que tentam responder a esta questão apontam para uma estratificação baseada em especificidades econômicas, políticas, religiosas e profissionais, da sociedade oitocentista baiana. Uma “primeira categoria” ou “estrato superior” seriam compostos de altos funcionários da administração real, clero, grandes negociantes e proprietários rurais. Na “segunda categoria” ou “estratos intermediários” ficariam os comerciantes, mestres de ofícios e artes mecânicas. Já a “terceira categoria” ou “classe servil” seriam compostas por escravos, “mendigos e vagabundos”[3].

Verifica-se também que a vida urbana se direcionava a acamamentos mais complexos - quando se compara ao binômio senhor/escravo, base da sociedade rural vigente - abrigando “no seu bojo uma apreciável diversificação social, na qual se fazem presentes vários grupos, cada um exercendo uma função [...] específica” (Mattoso, 2004: 207-208).

O aspecto étnico, porém, parece importante para se entender como a sociedade daquela época se estruturava e articulava. Diversos autores freqüentemente associam as ditas classes altas a estrangeiros europeus e as classes consideradas mais baixas a mestiços, negros libertos e escravos (cf. Mattoso, 2004, Azevedo, 1996 e Augel, 1980).

É nessa configuração que outros autores identificam um grande número de negros libertos e mestiços em relação à força de trabalho total, atuando em atividades dos setores intermediário e terciário deste sistema produtivo: artesãos, pequenos comerciantes, vendeiros, quitandeiros, barbeiros, artistas e músicos (cf. Monteiro, 2006 e Azevedo, 1996). Havia uma substancial parte da população não escrava que era parcamente provida de recursos financeiros. Existia também a prática comum do “negro de ganho”, ou seja, escravos que também possuíam um ofício remunerado e que podiam guardar parte do seu salário e, por conseguinte, adquirir produtos e serviços (Reis, 2002:106). Portanto, essa parte da sociedade mostrava-se uma força de trabalho numerosa, num Estado que, entre 1500 e 1867, recebeu 1,008 milhão de negros vindos de vários pontos da África, quase 26% do total trazido para todo Brasil (Eltis, 2001). No início do século XIX, o Conde da Ponte calculava, para a cidade do Salvador, “24 a 27 negros para cada branco ou mulato” (Silva, 1978: 101). Em 1845 a capital da Província da Bahia tinha 650.000 habitantes (Almanaque, 1998: 146) e Reis estima que neste período “os escravos constituíam mais de 40%” da população (2002:114).

Costa e Silva reproduz relação de 71 associados da Sociedade Montepio dos Artistas na Bahia, que era composta, entre outros, de ourives, carpinteiros, alfaiates, comerciários, tipógrafos, escultores e músicos, a grande maioria falecida na segunda metade do século XIX. Deste total, 53 (74,65%) levam as seguintes designações: africano liberto, cabra[4], cabra livre, crioulo, crioulo livre, livre, mestiço, pardo, pardo livre e preto[5] (1998:29-33).

Aparentemente um bom número de escravos também se dedicava ou era designado para atividades musicais. Notícias do Diário da Bahia e do Jornal da Bahia dão conhecimento de escravos fugidos. Ao descrevê-los, seus proprietários indicavam que estes tocavam instrumentos musicais, como flauta e violão e que tinham ofícios em bandas de músicas de barbeiros (Verger, 1987). Música e dança constituíam uma parte importante do cotidiano dos escravos, que por sua vez demonstravam essas capacidades através dos batuques e lundus, assim como nos cantos praticados durante o trabalho pesado, segundo observaram muitas vezes os viajantes (cf. Augel, 1980 e Reis, 2002:119).

Outros viajantes costumavam ressaltar as qualidades dos negros e mulatos músicos, bem como o fato de que eram numericamente significativos: Maria Graham, por exemplo, observa: “os negros e mulatos são os melhores artífices e artistas. A orquestra da ópera é composta no mínimo de um terço de mulatos” (Verger, 1981:176). Já Lindley afirma: “os negros são excelentes músicos e se organizam em bandas que, embora em grande número, sempre encontram ocupação” (Lindley apud Augel, 1980:209).

Pode-se supor então um quadro socioeconômico que aproximava todo este contingente da população da prática musical, na Bahia e no Brasil do século XIX, fazendo-o aderir a ela em grande número[6]. Num sistema como o colonial, que em nosso país cultivou a exploração da força produtiva escrava e mestiça, e, por conseguinte, impunha uma relação de autoridade onde o branco/europeu é quem dava as cartas, era natural que o outro lado se dirigisse para este tipo atividade, além de outras correlatas. Se “o europeu reservou-se ao comércio, à gerência das atividades econômicas e [...] burocráticas da Igreja e do Estado” (Monteiro, 2006), ao negro e ao mestiço restava a porção econômica representada pelos setores artesanais e artísticos. Isto parece ser particularmente possível no contexto urbano baiano da época, numa sociedade onde “o senhor de engenho [...] foi tendo aos poucos seu lugar deslocado, empurrado pela burguesia comercial alastrante e a elite industrial nascente” (Augel, 1980:183). Assim, música poderia ser um meio de galgar andares mais elevados na estratificação social. Pobres e sem posses, mesmo assim, muitos negros e mestiços puderam interferir e se relacionar com uma sociedade que caminhava na direção da diversificação cultural e que tinha na música uma importante atividade em suas práticas cotidianas. Desta forma havia interação com o contexto religioso, a burguesia e a nobreza, além de outras possíveis fricções sociais.

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Referências bibliográficas

Almanaque Civil, Político e Comercial da Cidade da Bahia para o ano de 1845. 1998. Edição fac-similar do Almanach Civil, Politico e Commercial da Cidade da Bahia Para o Anno de 1845, Typ. de Manoel Antonio da Silva Serva. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Augel, Moema Parente.1980. Visitantes estrangeiros na Bahia oitocentista. São Paulo: Cultrix.

Azevedo, Thales de. 1996. As elites de cor numa cidade brasileira: um estudo da ascensão social & classes sociais e grupos de prestígio. Salvador: EDUFBA

Costa e Silva, Maria Conceição Barbosa. 1998. O Montepio dos Artistas: elo dos trabalhadores em Salvador. Salvador:
Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia, Fundação Cultural, EGBA.


Eltis, David. 2001. “The Volume and Structure of the Transatlantic Slave Trade: A Reassessment”. The William and Mary Quarterly. vol. 58:17-46.

Graham, Maria. 1824. Journal of a voyage to Brazil, and residence there, during part of the years 1821, 1822, 1823. London: Longman, Hurst, Rees, Orme, Brown, and Green.

Lindley, Thomas. 1805. Narrative of a voyage to Brazil, terminating in the seizure of a british vessel and the imprisonment of The author and the ship`s crew, by the portugueses :with general sketches of the country, its natural productions, colonial inhabitants ... And a description of the city and provinces of st. Salvadore and Porto Seguro : to which are added, a correct table of the latitude and longitude of the ports on the coast of Brazil. Londres: J. Johnson.

Mattoso, Kátia M. de Queirós. 2004. Da revolução dos alfaiates à riqueza dos baianos no século XIX: itinerário de uma historiadora. Salvador: Corrupio.

Monteiro, Mauricio. fev. 2006. “Música e mestiçagem no Brasil”. Nuevo Mundo Mundos Nuevos, nº 6. Acesso: [http://nuevomundo.revues.org/document1626.html] em 11 de novembro de 2008.

Reis, João José. 2002. “Tambores e Temores: A Festa Negra na Bahia na Primeira Metade do Século XIX”. In Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da cultura. M. C. P. Cunha (org.). Campinas: UNICAMP, CECULT, FAPESP, CNPq: 101-155.

Silva, Joaquim Norberto de Souza e (org.). 1878. Nova Colleção de modinhas brasileiras. A Cantora Brazileira, vol. 1. Rio de Janeiro: B.L. Garnier.

Silva, Maria Beatriz Nizza da. 1978. A primeira gazeta da Bahia: idade d'ouro do Brasil. São Paulo: Editora Cultrix.

Verger, Piere. 1987. Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos dos séculos XVII e XIX. São Paulo: Corrupio. Trad. Tasso Gadzanis.

___________. 1981. Notícias da Bahia de 1850. Salvador: Corrupio.

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Notas

[1] O editor afirma, sem citar a fonte, ser de Ferdnand Denis o texto transcrito, sendo este publicado em 1826.

[2] Segundo Augel, Denis chegou a Salvador em 20 de março de 1816 e ficou pela Bahia até julho de 1819, voltando à pátria de origem e lá permanecendo por “longos anos” (1980:48).

[3] Tenta-se aqui compilar as estratificações da sociedade baiana oitocentista, propostas nos estudos de Mattoso (2004) e Augel (1980).

[4] O Novo Dicionário Eletrônico Aurélio versão 5.0, indica, em sua sexta acepção, para o verbete “cabra”, brasileirismo ou santomenismo: “mestiço de mulato e negro”.

[5] O restante é designado como “branco”.

[6] Monteiro apresenta a seguinte informação: no início do século XIX, na capitania de Minas Gerais do total do contingente de profissionais liberais, 41% eram compostos de músicos (2006). Para aprofundamentos, cf. Del Nero, Iraci. 1979. Vila Rica - População (1719 - 1826). São Paulo: IPE/USP.

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Luciano Carôso
 

Este trabalho propõe uma discussão acerca da música feita pelas classes menos abastadas da Bahia do século XIX. Para tanto, são descritos dois níveis nesse contexto: o do entorno sociocultural (do qual trata esta primeira parte) e o da prática e circulação de música (que será abordado numa segunda parte a ser publicada porteriormente).

Luciano Carôso · Salvador, BA 11/11/2008 12:21
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Carlos ETC
 

Excelente trabalho, mestre Carôso!
É parte da linha de estudo que vai guiar seu doutorado aí em Portugal? Parece-me muito interessante!
Fico no aguardo da segunda parte (e de quaisquer outras sobre o tema).
Abração!
Carlos ETC
http://interludios.blogspot.com

Carlos ETC · Salvador, BA 11/11/2008 17:20
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Luciano Carôso
 

Grande ETC:

Na realidade essa pesquisa está ligada à primeira fase do meu doutorado (que é na UFBA realmente, aqui na UNL só estou fazendo um período conhecido como doutorado sandwich). Meu projeto original preocupava-se com os processos criativos e de transmissão de música nesse contexto da Bahia musical, urbana e "popular", no século XIX, a partir da obra de Xisto Bahia. Aqui é que as coisas sofreram essa "pequena" mudança. O foco continua sendo os tais processos criativos mas o contexto agora é o ciberespaço. Porém estou aproveitando este tempo em terras lusíadas também para fechar a pesquisa anterior, enriquecendo-a com toda a informação que as bibliotecas e arquivos daqui me nutrem, no intuito de escrever um livro futuramente.

Bom, é isso.

[]s,

LC

Luciano Carôso · Salvador, BA 11/11/2008 21:52
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Higor Assis
 

Olá, Nobre professor.

Gostei muito do texto e aprendi bastante também. Ainda estou engatinhando em meus estudos e na minha pesquisa para graduação em jornalismo neste ano produzi um documentário sobre essa época e pegando como eixo Nabuco. Porém, o foco príncipal foi a ação do jornalismo de Nabuco.

Espero pela segunda parte para entender uma pouco mais dos acontecimentos musicais desta época em que o país passava por intensa turbulência.

Parabéns.

Higor Assis · São Paulo, SP 12/11/2008 08:46
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Luciano Carôso
 

Olá Higor. Ainda não pude ler seus artigos mas o farei assim que possível. Nabuco, eu acho, foi e continuará sendo uma das melhores cabeças desse país. Obrigado por sua vista.

[]s,

LC

Luciano Carôso · Salvador, BA 13/11/2008 13:32
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rosa melo
 

Que enorme prazer Luciano. Te desejo antes de tudo uma caminhada feliz pelas notas musicais de todos os tempos. Espero que deseje um dia adentrar a minha vereda...enquanto os mestres ainda vivem.
Abraço grande!

rosa melo · Pio IX, PI 13/11/2008 15:05
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Ilhandarilha
 

Pô, 41% de músicos entre os profissionais liberais! índice alto, né?
Legal sua pesquisa Luciano.
bjos

Ilhandarilha · Vitória, ES 13/11/2008 16:01
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Spírito Santo
 

Luciano,

Muito interessante o seu trabalho. Dois aspectos sugeridos pelas suas citações e conclusões me interessaram, particularmente.
Um é a peculiar e inusitada estratificação social ocorrente nesta fase terminal do escravismo no Brasil (o último século), caracterizado pelo surpreendente grau de absorção de mão de obra negra (ex-escravos) no geral, em muitos casos em profissões médias, especializadas (notadamente em cidades como Salvador e Rio de Janeiro) em relação ao desemprego estrutural sofrido por negros no Brasil atual . Este fator, entre outros cortes possíveis, pode caracterizar uma curiosa diferença de ideologias entre escravidão (mais pragmática) e o racismo ( mais excludente). neste campo comparativo, um corte interessante também pode ser feito entre as políticas de promoção social da Monarquia e da República, que fizeram, estranhamente, Lima Barreto, entre outros, abominar a República). A mudança do sistema de trabalho escravo, do ponto de vista da estratificação social, para o chamado trabalho 'livre', parece ter, premeditamente, presumo, piorado bastante a vida dos negros do Brasil.

O outro aspecto é que o alto índice de negros músicos, um fenômeno ainda estudado muito superficialmente, no Brasil parece ter dois vetores fundamentais além dos que você citou: O papel essencial da música no contexto da cultura africana (que justifica o os estudiosos chamam, muito a grosso modo de 'propensão' natural do negro para a música) e o papel subalterno e estigmatizante que determinadas profissões (principalmente braçais e manuais) tinham entre os brancos. Esta ainda hoje pouco comentada ojeriza dos brancos por trabalhos deste tipo (ou mesmo ao trabalho de maneira geral), contribuiu muito para que certas profissões acabassem sendo reservadas apenas para negros. Sob certo ponto de vista, a própria instituição 'negro de ganho' foi criada como uma necessidade deste sistema social, no qual, em muitos casos, brancos pobres viviam do que o escravo de ganho conseguia na rua para os dois (donde nos veio o ditado até hoje em voga: 'trabalhar para patrão pobre é pedir esmola para dois'. )
Esta contatação fica bastante nítida quando se descreve a ilustração principal que ilustra esta sua matéria: Um grupo de 'Músicos-barbeiros' animando um cortejo de 'festa do divino', ou seja, um grupo de músicos profissionais (eram contrados para estas ocasiões), formado por escravos (geralmente 'negros de ganho') que, quando não estavam desepenhando esta função, faziam barba, cabelo e bigode dos clientes interessados, na rua mesmo, aplicando ainda sangrias com 'bichas' (sanguessugas) afim de 'depurar o sangue e 'curar' infecções, uma prática para-médica muito comum nesta época.
Bom trabalho este seu.

Abs

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 13/11/2008 19:20
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Paulo Esdras
 

Luciano, belo trabalho de pesquisa! Parabéns!

Paulo Esdras · Brumado, BA 14/11/2008 12:40
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jjLeandro
 

Um trabalho de fôlego num assunto difícil. Parabéns. A pesquisa me entusiasma e quando vejo-a bem feita em qualquer setor da vida humana sinto-me recompensado.
abcs

jjLeandro · Araguaína, TO 14/11/2008 14:40
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Paulo Apolonio
 

Ótimo trabalho.
Dê uma olhda: http://www.overmundo.com.br/banco/essa-angustia-no-meu-peito

Paulo Apolonio · Salvador, BA 14/11/2008 22:06
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arte santos
 

Parabéns pelo trabalho. A Bahia teve um caso muito atípico para o período. Refiro-me ao Domingos Caldas Barbosa, primeiro músico brasileiro, até onde sei, a conseguir se apresentar em Portugal. Gostei muito.

arte santos · Santos, SP 15/11/2008 11:42
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