Noites democráticas

Rogério Kruger
Noites Democráticas
1
Rodrigo Nogueira · Rio de Janeiro, RJ
27/2/2008 · 184 · 8
 

- Boa noite Roberto.
- Boa noite.
- São cinco reais.
- Pô velho, cinco reais me quebra. Dá pra fazer por três?
- Não dá. Mas pode deixar que eu ficarei até às 4 da manhã.
- Só quero ver... Como está hoje?Cheio?
- Ainda não. O grupo começou a tocar há uns quinze minutos...

É sempre assim que começam as noites no clube Democráticos, reduto do samba de gafieira na Lapa, que chega a reunir 600 pessoas todas as quintas. O guardador de carro jogo duro e sorriso farto se chama Roberto Antunes, que trabalha há três anos no mesmo ponto na altura da rua do Riachuelo, 91, sempre de quarta à sábado. Roberto que trabalha como pedreiro de manhã também curte o samba da casa, mas prefere ir aos domingos, quando rola o baile da terceira idade. Nunca consegui um desconto. Roberto é irredutível quando o assunto é dinheiro e sabe fazer isso com um sorriso no rosto. Além de tudo, ele sempre está lá quando eu volto. Droga. Com cinco reais a menos no bolso, me dirijo para a entrada do clube democráticos, onde dezenas de pessoas fazem uma social antes de subirem para o samba. Na entrada, a diversão é olhar as cocotas passando pra lá e pra cá e tomar a promoção “três por cinco”, três cervejas por cinco reais na barraquinha do Leonardo.

Leo, como gosta de ser chamado já virou um personagem da Lapa, mesmo com pouco tempo no ponto, quatro anos, não tem ninguém que passe por ele e o não cumprimente. “O cara é uma figura lendária do lugar. Pode perguntar pela Lapa pra ver só”, afirma o estudante de letras Gustavo Marinho, no beco do Rato, há sete quarteirões do clube. Como ele mesmo gosta de frisar, “O marketing da pessoa faz a propaganda, né família?”.
- Ô se faz. Agora me dá uma outra cerveja, aquela lá do fundo.

O concorrente direto de Leo na guerra das louras tem nome de tenor, Valentim Pavaroti, que trabalha no ponto há três anos. Conhecer boas histórias da Lapa ajuda a atrair fregueses e isso ele faz muito bem. Basta comprar a uma latinha que ele conta todas as histórias. Agora, se não comprar... ele conta da mesma maneira! “As histórias que mais acontecem aqui são de pinguços. Gente que bebe a noite inteira e passa vergonha depois, como um sujeito que quis imitar desenho animado e descer o corrimão da escada escorregando, mas caiu da escada de cara no chão”, apontando para a escada secular do clube, fundando em 1863. Nas horas vagas Valentim deixa de lado as cervejas e sai pelas noites da Lapa filmando com a sua câmera VHS. “Se eu pudesse ter registrado tudo que eu já vi por aqui... a Lapa dá um filme por dia”,conta Pavaroti que gosta de planos longo do burburinho boêmio do bairro sem interagir com os personagens. Praticamente um documentarista adepto do cinema direto.

Deixo o cinema de lado e me concentro no vai-e-vem de mulheres bonitas que passam pela entrada. Têm de todos os tipos: louras, morenas, baixas, altas e uma categoria toda especial: gringas. Mira Stefanyak é ucraniana e está no Rio fazendo intercambio na área de relações internacionais. Essa é a sua primeira vez no samba. Veio com a amiga e gatinha Natalie Vassalho, que estuda comunicação social na PUC. “Eu gosto daqui porque é algo genuinamente carioca. As pessoas vêm para dançar e se divertir”, afirma a jovem. Perguntou se ela costuma vir com o namorado para o samba. Ela responde sorrindo que não tem namorado. Diz a lenda que o Democráticos começa e termina relacionamentos amoroso. Então rapazes, se ouvirem de suas namoradas que elas vão só dançar com as “amigas no Demo...” fiquem de olho, pois a possibilidade de sua cabeça começar a coçar no dia seguinte é grande.

A história do clube

Subindo as centenárias escadas do clube, o espaço impressiona pelo pé direito alto e pelos seis janelões que davam para antiga fabrica de cerveja que hoje virou um complexo residencial no coração da Lapa. Mais de 700 apartamentos foram vendidos em menos de 2 horas horas, antes mesmo de sair do papel. Novos tempos, mas isso é um outro assunto. A pista ainda estava vazia com poucos casais dançando. A banda Anjos da Lua tocava as primeiras canções de uma noite que sempre acaba às quatro da manhã. Hora perfeita para conhecer a história e o interior do clube com Sr. Hugo Cunha, diretor e um dos mais antigos sócios do clube.

No subsolo, ele aguardava batendo um prato de macarrão à meia noite. Perguntou se eu gostaria de acompanhá-lo. Recusei a gentileza; afinal macarrão, dançar e cerveja não são uma boa mistura. O local onde Hugo costuma trabalhar era muito silencioso, contrastando com a festa que acontecia lá em cima. O único som vinha do radinho de pilha e do chiado do aparelho auditivo que ele usa.
- O barulho te incomoda?, perguntou. Afirmei que não. Roger, o fotógrafo que me acompanhava na reportagem, perguntou se o aparelho auditivo estava com problema, pois o seu avô também tinha um parecido, mas que não emitia barulho. Hugo perguntou qual era o modelo que ele usava, pois o seu era analógico, mais antigo, tirando o aparelho do ouvido para que nós pudéssemos observar melhor. Pesquisando, fui descobrir que existem duas categorias básicas de modelos de aparelhos auditivos: Os retroauriculares, aqueles que se encaixam atrás da orelha, e os intra-aurais, que se adaptam dentro do ouvido, mas naquele momento um único pensamento pairava sobre a cabeça era: “Que porra de papo é esse sobre modelos de aparelhos auditivos?!”, a noite estava ficando muito estranha. Após terminar de comer ele acendeu um cigarro, recosta na cadeira e pergunta na lata: - O que você quer saber?
- Vamos começar pela origem do clube e depois a gente vê no que dá, respondo.A história do clube, como não podia deixar de ser, tinha no seu enredo jogo, samba, carnaval, portugas boêmios, abolicionistas e nossa Senhora da Gloria para honrar o sincretismo cultural do Rio de Janeiro do final do século XIX.

O ano era 1867 quando três boêmios portugueses ganharam na loteria da época um prêmio no dia do aniversário da Santa. Para agradecer a padroeira pela bolada que acabaram de receber, eles fundaram o “Clube dos Democráticos” naquele mesmo ano. Durante os 140 anos o clube teve algumas sedes pela cidade, mas na década de 30 se estabeleceu na rua do Riachuelo onde permanece até hoje. Pausa para um cerveja e uma visita na galeria dos beneméritos do clube.

Na sala de chão quadriculado, Hugo continua a contar as façanhas do clube e dos fundadores. Segundo ele, vários integrantes eram abolicionistas e usavam o clube para reuniões secretas na luta contra a escravidão e pela democracia. Os rostos sisudos nos quadros não fazem jus “ao mais antigo clube em funcionamento do País” que agitava os carnavais no centro da cidade junto com as agremiações Tenentes do Diabo e os Fenianos.

A agremiação fazia muito sucesso pelos desfiles, que misturavam critica social, luxo e criatividade, ao levar para o desfile o primeiro carro alegórico do carnaval carioca. O Cordão da Bola Preta, um dos mais famosos blocos de carnaval da cidade, que arrastou 200 mil pessoas no carnaval de 2006, surgiu de dissidentes do Clube Democráticos. A conversa com Hugo estava muito boa, mas não viemos aqui apenas para relembrar o passado. Acima de nós, a pista pulsava no ritmo do samba.

Subindo em direção ao salão principal passamos em frente da cozinha, onde as cozinheiras Rosana e Isaura Trajano preparavam os recheios dos pastéis de carne. As duas se divertem ouvindo os sambas. O cheiro de pastel tomava conta do ambiente. Segundo elas, é o que mais sai. O segredo para tanto sucesso elas não contam, mas basta observar a quantidade de garrafas de cerveja vendidas para ter uma idéia da combinação dos deuses, pastel e cerveja; cerveja e pastel, o casal 20 do Democráticos.

No bar perto da cozinha, separado apenas por uma grande cortina escura, está Alcir, o gerente do caixa, trabalhando com mais dois ajudantes que servem cervejas sem parar. Alcir trabalha na casa há 20 anos e conheceu de perto o ostracismo que o clube viveu durante os anos 80 e 90, antes da revitalização da Lapa. Muita atenção nessa hora leitores. Vou fazer uma pergunta que nenhum dono de bar, botequim, camelo, restaurante e adega gosta de responder. Sorriso aberto e cara de inocente e “lá vamos nós”:
- Oi Seu Almir tudo beleza? Viu a vitória do Flamengo? Dia movimentado hoje, né? Quantas cervejas vocês costumam vender nesses dias?, disparo.
Como um bom (mau?) político ele responde que não está vendendo tanto assim como eu penso (bar lotado); que não pode falar desse assunto sem autorização da direção do clube, que o Flamengo vai mal das pernas, etc... enfim, ficamos sem um número oficial.
Mas, o que seria uma reportagem sem a investigação dos fatos? Perto do palco existem duas pilhas de engradados, uma de cada lado do palco, com duas caixas cada uma, próximo ao outro bar existe mais uma pilha. Agora vamos a multiplicação, cada engradado tem espaço para 24 cervejas, agora multiplique por seis. São 144 cervejas vazias e ainda tinham muita noite pra rolar.

A arte de dançar sem consumir sua parceira em pé

Depois do momento investigações etílicas vamos para a pista ver a essência do clube, a arte de dançar a dois. No Democráticos, você tem que dançar. Não precisa saber dançar bem, nem ter ritmo, mas você tem que dançar para vivenciar de forma plena a experiência do lugar. Diferente de uma noite em uma boate, rave ou baile funk na gafieira existe toda uma regra, mesmo que ela não seja dita. A abordagem na dama, como a galera oldschools diz, deve ser um convite, esticando a mão em sua direção. Passo um completo; agora você vai iniciar seu bailado de forma que não deixe a moça constrangida, evitando situações que lembrem os homens das cavernas na tentativa de copular com as fêmeas, no meio da pista já é um bom começo. Dançar junto é como se fosse um jogo de perguntas e respostas. O homem pergunta a mulher responde. Pode soar machista para as feministas de plantão, mas é o homem que deve conduzir a parceira. Sorry ladies.

Fim do segundo set, os músicos vão beber cerveja na entrada do clube, enquanto parte da multidão continua dançando ao som do DJ e a outra metade vai para o bar.

Em frente do carrinho de pipoca devorando glutonicamente um saco de pipoca salgada está o cavaquinista e um cantores do Anjos da Lua, Eduardo Galloti. Ele estava de mau humor, o Fluminense tinha acabado de perder para o Flamengo naquela noite com dois jogadores a mais que o adversário. “O Flamengo não fez nada naquela noite para merecer a vitória. Só fez cera”, lamentava.

Quando o Anjos da Lua se reuniu pela primeira em 1998 no antiquário e bar Empório 100, a idéia era tocam sambas que relembrassem os grandes grupos vocais que fizeram muito sucesso na primeira metade do século XX como: Anjos do Inferno, Bando da Lua, Quatro Ases e um Coringa e outros. O próprio nome do grupo é uma homenagem a esses conjuntos.

“A minha idéia era criar um grupo de músico-cantores, que tivesse esse clima despojado e tocasse de bossa, de improviso. Não temos um repertório fixo. Quando tá cheio como hoje, nós tocamos para galera dançar. Mas... você viu a tesoura voadora do Obina? Criminosa... ”
–É Galloti vi sim, fazer o que, né? Respondo.Mais umas cervejinhas e os músicos estão prontos para mais uma sessão.

De volta ao salão, puxo assunto com o músico Roberto Santamarta, freqüentador assíduo das noites de quinta. Ele que também toca pelas noites da Lapa e falou da informalidade e interação da banda com o público. “Aqui as pessoas chegam para dançar, mas querem ouvir um bom samba, um pouco mais sincopado. Posso vir sozinho que me sinto em casa”. Depois de tomarmos uma cerveja nos despedimos e cada um foi para um lado da pista de dança.

Depois de passarmos boa parte da noite conversando sobre o lugar, chegou a hora da diversão. Roger estava de olho em uma morena, muito bonita, que dançava na pista.

- É chegado o momento de nos separamos caro amigo. Agora é cada um por si, disse brincando.

- beleza. Nos vemos quando terminar esse set, respondeu.

Enquanto Roger ia para perto do palco tirar umas fotos de sua musa, fiquei procurando alguém para dançar, quando reencontrei Natalia, a estudante de comunicação, na pista e sozinha.
- Vamos? Perguntei estendendo a mão.

Dançamos durante um bom junto, mas só ficamos nisso. Senti que não aconteceria algo a mais. Paciência. Despeço-me e vou procurar o Roger, que nessa altura já deveria ter usado todo o cartão digital da câmera na menina. De longe vejo o flash e caminho em sua direção. Ao aproximar vejo um rapaz com a camisa do Flamengo indo em sua direção e fala alguma coisa no seu ouvido que eu não consigo entender pela distância e barulho. A cara do Roger é de poucos amigos. Acelero o passo, já pensando que a menina estava acompanhada e que o cara sentiu ciúmes e, ao mesmo tempo, bolando uma resposta que desfizesse o mau entendido. Quando eu consigo chegar o rapaz já tinha voltado e, para minha surpresa, dançava com uma outra menina.

- o que houve?
- Cara, você não vai acreditar nessa história. Essa figura surge do nada dizendo que é ator de malhação ou algo do gênero, e me pergunta porque eu estava fotografando ele, é mole?

Caímos no riso e ele me mostra as fotos da musa e em apenas uma o nosso amigo wannabe actor aparece. Roger disse para o rapaz que se for o caso ele corta a cabeça dele da foto.

As pessoas estavam curiosas com a nossa presença. Roger virou a sensação do lugar, pois pensavam que ele era um daqueles fotógrafos paparazzo que trabalham na noite. Por onde ele passa se ouvia: “Tira uma foto da gente?”, até na porta do banheiro pediram.

Olho para o relógio que marca quatro da manhã. O grupo tocava a última música e ainda tinha gente dançando. Pelos cantos casais aproveitando os últimos momentos antes que as luzes fossem acessas e acabasse com a privacidade. Cansados, descemos a escada em direção a saída. No caminho nos enchem de filipetas de eventos que vão acontecer na Lapa. Vários taxistas aguardam na porta as pessoas que descem sambando. Roberto, o guardador de carros, aguarda sorrindo perto do carro.
- Não falei que estaria aqui. E ai? Foi bom?
- Foi ótimo Roberto. Semana que vem estamos ai.
Sigo para Laranjeiras para deixar o Roger em casa. O túnel Rebouças está fechado. Tenho que fazer o caminho mais longo para minha casa. O dia está amanhecendo. Paro na padaria e tomo café com leite e um pão na chapa para rebater toda aquela cerveja. Em casa, ponho o relógio para despertar às 9 horas. O dia será comprido no trabalho, mas nada que óculos escuros e aspirinas não curassem.

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Helena Aragão
 

O Democráticos é mesmo um charme. Merecia um relato em sua homenagem. Dá gosto de dançar por lá imaginando quanta história aquele pé direito alto guarda... O único porém é o calorão que faz lá dentro no verão. Abraço

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 24/2/2008 15:14
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Rodrigo Nogueira
 

Valeu pelo toque Helena! Que bom que você gostou. O Democlássico guarda muitas histórias naquele pé direito! Aliais, qual dia que você costuma ir ? abraços

Rodrigo Nogueira · Rio de Janeiro, RJ 24/2/2008 16:21
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Andre Pessego
 

Rodrigo,
Não sou carioca, não vivo no Rio. Se fosse carioca queria ter nascido na Lapa. Nada mais me encanta, do Rio, que as historias da Lapa. um abraço, andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 27/2/2008 05:59
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Juliaura
 

Ela é Carioca,
Ele é Carioca,
União da Ilha, Mestre andré
Merece Repeito e Fé, não é?
Já lá fui, agora estou Lapada!

--Rodrigo, reserva uma contradança pra mim no teu folhetim,
Se acaso me quiseres... eu chego de busão depois tu me dá carona de volta, tá? Se precisar seguro vela!

Beijin,

Juliaura · Porto Alegre, RS 27/2/2008 16:33
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Juliaura
 

Ela é Carioca,
Ele é Carioca,
União da Ilha, Mestre André
Merece Respeito e Fé, não é?
Já lá fui, agora estou Lapada!

----

Rodrigo, que bonito fizeste, melhor que encomenda.
Reserva uma contradança pra mim no teu folhetim,
Se acaso me quiseres... eu chego de busão, navio negreiro, sabe, né?
É do tempo do Bilac, Até Machado de Assis já sabia.
Pinta nóis na fita aparece sonzeira na caixa e baile de divertir o povo.
Parece coisa de dividir bola.
E a cidade.
E o país.
E o mundo, mundo vasto mundo e o Overmundo.
De classe acima de classe...
A gente vai levando...
- Depois tu me dá carona de volta, tá? Se precisar seguro vela!

Beijo africano pra ti, guri.

Juliaura · Porto Alegre, RS 27/2/2008 16:42
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fernando ciscozappa
 

ei rodrigo, muito boa a lira...

o democráticos é um espaço
onde os demolivres sambam

já estive por aí algumas noites
ouvindo o melhor samba da lapa
com uma tiurma que não mósca na parada

sempre tive a sensação gostosa
de que o democráticos
(este amplo salão do samba)
tem um jeito de gafiera com pulmão de casa de samba
uma elegante mistura de prosa e gingamalemolente

abraços ternos!

fernando ciscozappa · Belo Horizonte, MG 27/2/2008 18:35
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Rodrigo Nogueira
 

Caríssima Juliaura,
sua dança já está reservada no folhetim, mas não faltarão garbosos rapazes para acompanhar tão gentil dama nesse animado baile que reúne a alta estirpe Laponiana. João do Rio manda beijos!

Fala Andre. A Lapa tem esse poder der seduzir as pessoas. O lugar danado de bom!

Grande Fernando,
"jeito de gafieira com pulmão de casa de samba". Genial! A melhor definição que eu já ouvi. O segredo da esfinge foi revelado.

Rodrigo Nogueira · Rio de Janeiro, RJ 27/2/2008 23:18
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Jairo Alt
 

hehehe. o cara que caiu da escada fui eu. que viagem! nunca mais voltei. vergonha forever. rs

Jairo Alt · Rio de Janeiro, RJ 17/1/2012 15:02
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