Nova Coletânea entrevista Fernando Soares Campos

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Bruno Resende Ramos · Viçosa, MG
8/8/2009 · 18 · 15
 

Autor que participou das últimas edições do projeto Nova Coletânea, um talento incontestável da prosa contemporânea, Fernando Soares Campos é um grande ativista da liberdade de imprensa, da causa nacional e da liberdade de expressão.
Ele não se deixa submeter pelo discurso vigente nas grandes mídias. É um crítico da sociedade hodierna, um autor engajado nas questões de seu tempo e dono de um rico acervo de obras virtuais. Atrás da ironia e do discurso em tom humorístico podemos ver se desenhando a caricatura do político brasileiro que opera prodígios pela manutenção dos sus privilégios. Um cronista político como poucos, apesar da imensa modéstia, Fernando é esse exímio observador da realidade que nos subjuga. Para muitos um novo autor, para quem teve o privilégio de ler suas OBRAS, um autor para a posteridade.

1 - Como você definiria o escritor, o jornalista e a pessoa Fernando Soares Campos?

R: É difícil, para qualquer pessoa, definir-se a si próprio, sob qualquer dos aspectos sugeridos pela sua pergunta. Há sempre o receio de nos atribuirmos qualidades acima do merecimento; receio este que também pode nos levar ao outro extremo, à subestima, redundando naquilo que costumamos chamar de “falsa modéstia”. Além disso, tenho dificuldades em separar “a pessoa” de qualquer de suas atividades. Creio que os atributos pessoais de cada um de nós determinam o comportamento do indivíduo em qualquer campo de atuação. As características pessoais de uma pessoa, os traços marcantes do seu caráter, retratam o pai de família, a dona de casa, o profissional, o amador, o cidadão, o empregado, o patrão, o político, o eleitor... Entretanto, análises nesse sentido só podem ser feitas, com certa propriedade, por outra pessoa, nunca por nós mesmos. Eu jamais escreveria, por exemplo, uma autobiografia; pois, quando falamos de nossas próprias fraquezas, invariavelmente citamos apenas os “pecados menores”, mesmo assim dando um jeito de transformar nossa confissão em virtude maior, com a pretensão de estar sendo franco, autêntico, verdadeiro ao extremo. Definir a mim próprio? Bom, vamos saltar essa. Talvez um dia alguém possa, com toda franqueza, me dizer como sou de verdade. Só espero estar preparado para ouvir!

2 – Quando começou a escrever textos literários?

R: Como ocorre com a maioria dos escritores, comecei escrever ainda na infância, quando imaginava que, para ser poeta, bastaria saber rimar e metrificar, imbuído de profundos sentimentos capazes de transformar o mundo com um palavreado lamurioso. Logo descobri que poesia era coisa de poeta e, para o bem de todos e felicidade geral da literatura, abandonei a pretensa veia poética. Mas continuei acreditando que era dotado de vocação e habilidade para a prosa, que pode encerrar espontânea poesia. Senti a necessidade de desenvolver os talentos inatos, para tanto me dediquei à leitura, fui frequentador assíduo da Biblioteca Pública Municipal Breno Accioly. O Breno, de minha cidade natal, era contista, deixou uma obra importante. Foi contemporâneo e amigo de outro ilustre escritor alagoano, Graciliano Ramos. A leitura é mãe da escrita, e toda criança que aprende a gostar de ler sente-se inclinada a escrever.



3 - Onde nasceu e qual sua relação com o lugar em que mora?

R: Nasci em Santana do Ipanema, no Sertão Alagoano. Saí de minha cidade natal aos 17 anos de idade, porém ela nunca saiu de mim. Moro no Rio de Janeiro há muitos anos, mas já corri mundo, viajei pelo Brasil afora e até me estabeleci por algum tempo em cidades de diversos estados, a serviço de empresas para as quais trabalhei, ou mesmo instigado pelo espírito aventureiro, que, na juventude, é mais fácil a gente lhe dar vazão. Visitei terras estrangeiras, alguns países de nossa vizinhança territorial e ilhas-estado no Mar do Caribe. Gosto do Rio, me sinto bem aqui. Sempre que viajo, mesmo para a minha terra natal, ao voltar tenho a sensação de estar retornando às minhas origens. É estranho, mas é isso que acontece. É consequência de aqui ter constituído família e conquistado muitos amigos.



4 - Por que decidiu participar desta antologia?

R: Porque o organizador me inspirou confiança. Na internet encontramos muita gente tentando fazer o mesmo trabalho que Bruno Resende está fazendo, porém dá para notar que muitos deles colocam seus próprios nomes acima dos propósitos aos quais supostamente se dispõem, são pessoas ávidas por notoriedade. Em outros casos, o sucesso empresarial é basicamente o único objetivo. Não tenho nada contra quem almeja um ou outro, ou seja, sucesso empresarial ou notoriedade. As pessoas definem suas metas pautando-se por aquilo que mais lhes interessa, seja em estrito benefício pessoal ou visando o bem comum. “Cada um no seu quadrado”. Só não gosto de ser iludido, pois já não tenho idade para viver ilusões. Para os sonhos, sim, pois estes às vezes se tornam necessários à sobrevivência do indivíduo, e, quando isso acontece, eles se sobrepõem até mesmo às decepções. Reconheci em Bruno uma pessoa realmente empenhada em fomentar a produção escrita, mais especificamente a literatura que se produz em forma de arte, ao mesmo tempo em que busca meios para impulsionar o hábito da leitura, fazendo dela um prazer, e prazer é uma das maiores necessidades do ser humano. Identifiquei seriedade nesse trabalho. Foi por isso que decidi participar do projeto que, a cada dia e adesão, se torna realidade e ganha reconhecimento.


5- Fale-nos sobre sua atuação no jornalismo? O que defende?

R: Não sou jornalista diplomado, apenas colaboro para órgãos de imprensa. Em geral defendendo os direitos humanos. No final dos anos 1980, colaborei para a Folha de Pernambuco, como articulista. Naquela época eu militava em movimento social popular, secretariava as atividades de um grupo de associações de bairro. A entidade se constituía numa espécie de federação de conselhos de moradores da Zona Norte do Recife. Quando da minha participação na Folha pernambucana, ela era o segundo jornal de maior tiragem no Nordeste. Hoje é o primeiro. Os meus artigos eram assinados e acompanhados de créditos, aos quais foi adicionado o título de jornalista, pois o que eu fazia tinha características daquilo que chamam de jornalismo de opinião. Atualmente colaboro para diversos sites jornalísticos, com maior frequência para o Observatório da Imprensa e para o jornal russo Pravda, edição especial dedicada à Comunidade de Países de Língua Portuguesa. O diário espanhol La Insignia, que acaba de encerrar suas atividades, mantém nos seus arquivos uma série de artigos, crônicas e contos de minha autoria, resultado de três anos de colaboração. Estou sempre marcando presença na revista digital NovaE e no Portal Maltanet, este, lá de minha terra natal. Mantenho uma página pessoal no site Para Ler e Pensar, especializado em literatura. Outros ciberespaços que eventualmente republicam meus textos: Velhos Amigos, mantido pela carioca Lou Micaldas, O Lobo, dedicado ao jornalista e escritor Fausto Wolff, e Óleo do Diabo, do meu amigo Miguel do Rosário, jornalista e crítico de arte.


6 - Que outros livros você já publicou?

R: Minhas primeiras publicações em livro aconteceram em obras de autoria coletiva. Textos meus já foram editados pela PUC-Rio, em parceria com Loyola Editores, e pela Editora Museu da República. Tenho outros textos publicados em coletâneas de contos e crônicas laureados em concursos promovidos pela FESP-RJ. Até o presente, só editei um livro, digamos, solo: Saudades do Apocalipse, oito contos e um esquete. Em 1987, em Recife, escrevi duas peças de teatro, encenadas por grupos amadores, muito bem aceitas pelo público e até mesmo pela crítica especializada. Cheguei e me sentir incentivado a enveredar por esse caminho, mas fiquei por aí.

7- Que livro foi marcante na sua trajetória pessoal ou como escritor?

R: Muitos foram os livros que me impressionaram ao ponto de marcarem as diversas fases de minha vida, desde a infância, passando pela adolescência até alcançar a maturidade. Lembro-me que, ainda muito jovem, me deslumbrava com as narrativas de Júlio Verne. Muitos dos seus livros me encantaram: Vinte mil léguas submarinas, Viagem ao centro da terra, Da Terra à Lua, O raio verde, tudo me fazia sonhar. Sonhava com as aventuras e com os lugares descritos nas obras. Eu viajava nas obras de Júlio Verne, às vezes à noite, à luz de um lampião, pois ainda não dispúnhamos de luz elétrica no meu sertão. Mas existe, sim, um livro que mexeu profundamente comigo, posso dizer que abalou minhas fragilizadas estruturas mentais, me sacudiu, num momento em que eu estava precisando mesmo de um tratamento de choque. Trata-se de Não verás país nenhum, de Inácio de Loyola Brandão. Isso ocorreu em 1981. Eu navegava, à deriva, na casa dos 30. O gosto pelas aventuras estava se tornando, para mim, a única forma de sobrevivência, era a maneira que eu encontrava de manter uma espécie de lucidez insana. Mas fugia à busca da verdade, me agarra à realidade, como se esta fosse aquela; enfim, estava me alienando. O romance de Loyola Brandão me fez ir lá ao fundo do poço, resgatar valores desestimulados por uma sociedade que enaltecia o esforço individual como exclusivo meio de se conquistar... ou melhor – acho que isso define com mais precisão aquilo que vivíamos e ainda vivemos –, consumir felicidade.



8 - Como se dá o processo de criação das suas obras?

R: Isso eu também gostaria de saber. Às vezes, relendo alguns dos meus próprios escritos, tenho a impressão de que os redigi sob transe mediúnico. Estaria eu atendendo sugestões de entidades espirituais? Seria aquilo uma espécie de psicografia? Questionar nesse sentido é válido. Não foram raros os momentos em que me surpreendi com as sentenças que acabara de compor. Cheguei a me dedicar ao estudo do Espiritismo, através da chamada Codificação Kardequiana. Também li obras de Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco, entre outros autores espíritas. Passei a acreditar que, quando da produção de obras literárias, qualquer autor pode receber influências extrassensoriais, ou extraintencionais, mas entendo que nada disso chegaria a ofuscar o mérito da autoria. A possibilidade de exercermos o livre-arbítrio nos leva a essa conclusão. Tentei compreender o ponto de partida das inspirações que despertam a criação literária, analisando dissertações sobre a verve, mas não encontrei nada muito esclarecedor. A ciência já avançou bastante no estudo da anatomia e do funcionamento da máquina cerebral. Neurônios, neurotransmissores, sinapses, tudo isso, a cada dia, se torna mais conhecido, promovendo enormes contribuições para a solução de problemas que nos afligem desde o princípio dos séculos. Mas certamente ainda ignoramos muito daquilo que o nosso cérebro é capaz. Enquanto isso, vamos escrever experimentando os inúmeros caminhos da criação literária.



9 - Em suas obras vemos o reflexo de grandes clássicos do pensamento universal, seja filosófico, seja literário. Que pensadores mais o influenciaram até o momento?

R: É fácil compreender que na infância e na adolescência somos mais suscetíveis a influências. Certamente estas não ocorrem apenas naquelas fases, claro. Mas a formação religiosa, por exemplo, para quem a recebeu de forma sistemática e nos moldes em que a mim foi ministrada, pode vir a ser desastrosa, aniquiladora, ou, considerando os menores males que causa, inibidora, atrasando o processo de amadurecimento do indivíduo. Observe que eu não estou condenando os princípios religiosos em si, mas a forma como fui doutrinado na infância. Entretanto, ainda muito jovem, descobri que um dos melhores caminhos para superar uma educação extremamente conservadora, dogmática, é a literatura. Hoje entendo que, sob o ponto de vista das influências que recebemos durante toda a nossa existência, a diversificação das fontes literárias exerce importante papel na evolução do pensamento reflexivo e crítico do indivíduo. Provavelmente, qualquer pessoa que tenha tido oportunidade de optar por variadas fontes e delas tenha se utilizado, possua chances de refletir “grandes clássicos do pensamento universal”, conforme você diz ter identificado em meus escritos. Porém os reflexos que podemos identificar através das obras de um autor não são necessariamente possíveis anuências deste com aqueles que o influenciaram. A estética não é patrimônio de ninguém, e ao conteúdo de qualquer objeto artístico podem ser acrescentados outros valores; mesmo que de natureza física, mas também moral ou intelectual. O que é originalidade? Com quais critérios podemos qualificar de plágio qualquer obra? Creio que dizer aquilo que muitos já disseram, mas fazê-lo de forma diferente, renovada, elaborando textos sob ponderações fundamentadas na própria experiência, é o que podemos chamar de originalidade. Portanto, ao meu entender, originalidade literária seria a capacidade de se expressar de forma autêntica através de originais paráfrases! Mas, respondendo diretamente à sua pergunta, eu diria que os pensadores que mais me influenciaram foram aqueles com quem tive meus primeiros contatos, ainda em tenra idade: meus pais, meus avós, tios, tias, parentes e amigos da família, professores, catequistas, curiosos... Foi essa minha gente quem me fez situar no mundo, assimilando conceitos geográficos, econômicos, ideológicos, políticos e sociais. Depois vieram os clássicos do pensamento universal, lapidando, ou bagunçando ainda mais, tudo aquilo que aprendi naqueles primeiros tempos.



10 - Como conheceu a "Nova Coletânea"?

R: Através da aproximação, por estas vias virtuais, com Bruno Resende.


11 - Como vê a atuação do projeto no âmbito virtual?

R: Vejo que já extrapolou os limites do virtual, está ganhando terreno, conquistando a confiança de muita gente.



12 - A internet é um lugar propício para o desenvolvimento de bons escritores?

R: Sim, desde que o internauta-escritor identifique os caminhos mais apropriados. No começo pode perder algum tempo, mas com a experiência adquirida, depois de ter o computador infectado por todo tipo de vírus, aprende a varrer o lixo e se livrar das arapucas virtuais. Há quem diga que internet é 90% lixo e 10% aproveitável. Não posso afirmar que esse seja um bom referencial estatístico, mas acredito que todo lixo é de alguma forma reciclável. Precisamos apenas administrar nosso tempo, priorizando aquilo que consideramos proveitoso. Internet é lugar propício para bons e maus escritores, excelente ferramenta para ajudar os “maus” a se tornarem “bons”.


13 - Que mensagem deixaria ao novo autor?

R: Diria que podemos facilmente concordar que qualquer pessoa pode vir a ser “escritor”, e encontramos muita gente escrevendo com razoável mérito; no entanto, “escritor-pensador” é uma espécie mais rara. Não é tão comum encontrarmos escritores que manifestem vocação e talento através dos seus escritos. São poucos os que expressam verdadeira arte literária. Existe muita gente fazendo um arremedo de literatura; são aqueles que querem ser o outro, esforçando-se para se tornar um “clone” daquele escritor que mais o influenciou, ou simplesmente o impressionou. Acredito que, quando escrevemos, nos expressamos muito além daquilo que o conjunto de palavras e frases aparentemente tenta revelar. Mas creio também que seria praticamente impossível nos revelarmos por inteiro, sem reservas, sem qualquer traço de ambiguidade, com aquilo que falamos ou escrevemos, por maior que seja o tempo ou o espaço disponível. Ao leitor cabe ir muito além das ideias e propósitos do autor. E não estou me referindo àquilo que pode estar implícito simplesmente nas entrelinhas. Refiro-me a uma espécie de “aura” que emana de todos os textos, mas que só pode ser assimilada pelo leitor compenetrado da importância daquilo que está lendo e imbuído de aguçado senso crítico. Finalmente recomendo: não tenha medo do ridículo; caso contrário, é melhor não escrever nada, pois é inevitável passar por ele de vez em quando. Já ri muito dos outros, no entanto tirei melhor proveito quando ri de mim mesmo.

14 – Como o leitor poderia contatá-lo? Poderia indicar sua(s) página(s) na WEB?

R: Para contatos, troca de idéias e informações, podem usar meu e-mail à vontade: fernando.56.campos@gmail.com

ou visitar o blog ASSAZ ATROZ.

Agradecemos o acesso a essa página. Volte sempre!

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Cláudia Campello
 

Maior curiosidade em sabe lo mais......
mto boa a entrevista......e o entrevista super sensivel e inteligenre........gostei.......irei ao blog ASSAZ ATROZ!

bjsssssss e parabens pela entrevista.

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 9/8/2009 01:34
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victorvapf
 

Bruno, como sempre mais um belo trabalho,

parabens e abraços,

victorvapf · Belo Horizonte, MG 9/8/2009 08:01
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azuirfilho
 

Bruno Resende Ramos · Teixeiras (MG)
Nova Coletânea entrevista Fernando Soares Campos

Um Trabalho Primoroso de uma entrevista com Fernando Soares Campos que é um grande ativista da liberdade de imprensa, da causa nacional e da liberdade de expressão.
Um Trabalho de abrir caminhos e fronteiras para se abranger a cidadanis que faz libertar da obscuridade e do parasitismo.
Uma leitura valorosa e Educadora que faz enriquecer em conhecimentos, esperanças e convicções.
Parabéns pelo Trabalho que é uma grande contribioção para todos nós.
Por isso e por muito mais, temos sempre de exaltar os trabalhos e as participações de Bruno Rezende, que esta ajudando a construir um Brasil e um Mundo Melhor, para a vida valer a pena.
Abração Amigo.

azuirfilho · Campinas, SP 9/8/2009 08:43
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graça grauna
 

Parabens pela entrevista e pela firmeza na trajetória de esvcritor. Bjos.

graça grauna · Recife, PE 9/8/2009 09:50
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assis pio
 

muito bom

assis pio · Aurora, CE 9/8/2009 13:58
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raphaelreys
 

Beleza meu caro Bruno! De prima!

raphaelreys · Montes Claros, MG 9/8/2009 16:00
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Claudia Almeida
 

"Existe muita gente fazendo um arremedo de literatura; são aqueles que querem ser o outro, esforçando-se para se tornar um “clone” daquele escritor que mais o influenciou, ou simplesmente o impressionou"

Pra mim foi esclarecedor, porque não leio nada e o poema vem,
sempre fui alérgica a jornal , agora através da internet leio algumas
notícias, já ocorreu de acordar de madrugada escrever um poema
inteiro em espanhol sem ter estudado a lingua se chama Meu Boi
acabei cedendo a troca para o portugues acho que escrevo desde a Lemúria,rsrsr,parabéns,bjs.

Claudia Almeida · Niterói, RJ 9/8/2009 16:46
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

belíssimo trabalho e um forte abraço.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 9/8/2009 17:23
1 pessoa achou útil · sua opinião: subir
Fernando SCampos
 

Abração geral, com o coração pleno de gratidão por saber que não está sendo em vão.

Cláudia, você quer saber mais sobre mim? Bom, se quiser, o Goober pode te levar aos meus dados biográficos...
http://www.paralerepensar.com.br/fernandosc.htm

Para conhecer a nossa Agência Assaz Atroz (PressAA)

http://assazatroz.blogspot.com/
http://santanadoipanema.blogspot.com/
http://pressaa.blogspot.com/2009/06/em-pauta.html

Bruno e demais, abraços

.

Fernando SCampos · Rio de Janeiro, RJ 9/8/2009 21:55
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Vinícius Motta
 

Gostei demais da entrevista. Sem dúvida a presença de pessoas com postura tão comprometida é deveras valiosa para o campo literário, já que o mundo das letras e o mundo das pessoas está mais conectado do que muitos pensam. Critiquemos o mundo pelos versos e poderemos mudar a roda que nos movimenta.
Parabéns pelo trabalho.

Vinícius Motta · Rio de Janeiro, RJ 10/8/2009 09:52
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MaluFreitas
 

É isso ai! Atividade já!
Bela entrevista!
E uma matéria que nos ensina muito!
Beijos

MaluFreitas · Salvador, BA 10/8/2009 21:37
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Mirtes Carvalho
 

Bruno amigo, parabéns; Por mais esta iniciativa, em nos levar a admirá-lo pela trabalho e por nos trazer uma entrevista super interessante, nos fazendo conhecer pessoa tão brilhante. Parabéns amigo!
Bjs, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 11/8/2009 05:29
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Bruno Resende Ramos
 

Agradeço a todos o apoio ao novo escritor, Fernando Soares Campor, por quem nutro grande admiração. Seu talento é para nosso reconhecimento e para todos os que amam as verdades dos fatos.
Mirtes, MAlu, Vinícius, Marques, Claudya, \Victor, Azuir, Graça, Assis e Raphael.
Todos vocês, muito obrigado.
A Nova Coletânea agradece
Bruno Resende Ramos

Bruno Resende Ramos · Viçosa, MG 11/8/2009 19:57
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RUI LÔBO
 

Bruno: Parabéns pelo profícuo trabalho de resgate e divulgação dos grandes nomes da nossa literatura conteporânea.Continue firme neste propósito, pois a arte agradece! Axé!

RUI LÔBO · Brumado, BA 12/8/2009 09:20
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Carlos Mota
 

parabéns Bruno, pela entrevista e apresentação do autor
interessante as palavras de Fernando Soares Campos

Carlos Mota · Goiânia, GO 18/8/2009 21:03
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