Na escola onde trabalhei até maio de 2007, a exibição do programa “Central da Periferia†causou um verdadeiro frisson. É a segunda vez que um programa em DVD causa tanto alvoroço e interesse por parte dos alunos. A primeira vez foi o filme “Uma Onda no Arâ€, de Helvécio Ratton, no ano de 2005, distribuÃdo em todo paÃs, junto com a revista Isto É.
Nesses dois casos, houve situações em que ultrapassamos o tempo normal da aula, mas nenhum dos alunos lembrou que o horário já havia se esgotado; na última aula, que, em geral, costuma-se contar com poucos alunos, foi possÃvel manter a presença da maioria; até alguns que moram distante e que normalmente pedem para sair mais cedo na última aula esqueceram dos perigos no caminho de volta pra casa; houve casos até em que outros solicitaram para assistir ao DVD no intervalo do recreio.
E por que tanto interesse? A necessidade de a maioria da população brasileira negra e/ou mestiça, pobre e que mora nas periferias se ver de forma positiva na tela.
Pois como sabemos, quando essa população aparece na televisão, normalmente a sua imagem é associado a chacinas, guerra do tráfico, invasão policial etc.. e o programa gravado na cidade de Salvador mostra que as favelas e os bairros populares, onde moram a maioria negra e/ou mestiça é cenário também de projetos sociais e iniciativas culturais que apontam para a superação da situação de exclusão, através da troca solidária de saberes e fazeres, da valorização das tradições religiosas de matriz africana, da descoberta e/ou reforço das potencialidades artÃsticas, do reforço da auto-estima, etc.
No caso do programa citado, percebi como as imagens iniciais, o ritmo e a letra das músicas do bloco ilê-aiyê provocam uma atenção concentrada, difÃcil de se ver em turma de adolescentes. Percebo que a edição do programa é muito feliz quando intercala números musicais, efeitos de design gráfico com motivos afro e depoimentos de adolescentes e jovens negros sobre o preconceito racial na Bahia, a tentativa de imposição dos padrões de beleza do branco, tipo cabelo liso e a abordagem policial diferenciada de negros e brancos, o que não é novidade para muitos daqueles que estavam assistindo ao programa. As gÃrias e a maneira irônica e até divertida como as diversas situações são descritas provocando uma identificação imediata por parte da garotada.
Outro momento muito importante e significativo foi quando meninos e meninas da Escola Mãe Hilda falaram sobre o que aprenderam a respeito do candomblé, religião de seus familiares e ancestrais, a abordagem do assunto em geral é omitido pela escola, o que abre margem para a invisibilidade dos filhos e filhas de axé, favorecendo o fortalecimento de uma visão negativa propagandeada por segmentos religiosos que disputam o mercado de bens simbólicos.
Fiquei muito feliz em ver crianças e adolescentes de Salvador falando da mitologia dos orixás e de alguns elementos do culto, para outros da mesma idade, de um municÃpio da região metropolitana de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, localizado em Sergipe, um estado cuja população tem demonstrado muita dificuldade para assumir sua herança africana, a despeito de a maioria ser formada por afro-descendentes.
Ao finalizar a apresentação dos programas da cidade de Salvador me veio à lembrança a iniciativa de um grupo de alunos do ensino médio que, no ano passado, organizaram diversas reuniões para filmar um conto de Graciliano Ramos. E, para a minha surpresa, descobri que a proposta era fazer com a “cara e a coragemâ€, já que não tinham recebido a formação técnica necessária e nem contavam com financiamento de nenhuma espécie.
Sendo assim, porque o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura, em parceria com as escolas públicas, não promovem um concurso de projetos, como Revelando Brasis, para que iniciativas que mostrem tanto as diferentes visões sobre as pessoas quanto a realidade em que elas vivem dentro da escola possam acontecer, além de democratizar o conhecimento técnico sobre a produção audiovisual, favorecendo a autonomia e o protagonismo juvenil ?
Por que o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura não se associam para distribuir a preços populares, junto aos professores e alunos, cópias de DVDs com programas da série Doc TV e Revelando Brasis?
Por que a Funarte, a Tv Cultura, a Tv Câmara, a Tv Futura, a TV Brasil, a Tv Senado e a Tv Globo, com um financiamento garantido pela lei Rouanet e/ou pelo Fundo Nacional de Cultura, não se associam para distribuir a preços populares junto a professores e estudantes, documentários, filmes, mini-séries e programas jornalÃsticos e culturais, nos moldes do Programa Isto É – Festival do Cinema Brasileiro?
Para finalizar, no momento em que se apresentam os artistas e
grupos musicais que tocam na maioria das emissoras de rádio ouvidas por grande parte da população, como Uns Kamaradas, Nara Costa – A Rainha do Arrocha, e Pagodart, nem é preciso dizer que o clima esquenta bastante, as reações da galera acompanham o mesmo entusiasmo da platéia que participou da gravação e um sinal do alvoroço e que chama a atenção de quem passa ao lado da sala de vÃdeo, é o coral da sala, somado ao coro de Salvador.
Em termos de opinião pessoal, mesmo não sendo o estilo musical que costumo ouvir (com exceção de algumas composições da banda Calipso, que aprendi a gostar, quando, inevitavelmente, ouvia suas canções ao me deslocar de táxi-lotação, de Aracaju ao Conjunto Jardim, e vice-versa)(1), penso que é uma preferência que merece respeito, no entanto, acho grave a falta de meios de acesso da população dos bairros periféricos, a outros compositores e cantores, mesmo da linha popular como do reggae, do hip-hop, do samba partido alto, da música nordestina tradicional etc.
Para a mudança desse quadro de monopólio musical/cultural é urgente a revisão da legislação, que tem criado imensos obstáculos para a instalação de ‘verdadeiras’ rádios e tv’s comunitárias.
Outra contribuição que o MEC e O MINC poderia dar nesse sentido é o financiamento de projetos culturais nas escolas,(2) quer sejam de música, de dança, de teatro, ou de audiovisual, como já citado, os quais possibilitariam, conforme pudemos constatar em experiência artÃstica/pedagógica, a descoberta e a valorização da diversidade cultural brasileira, a partir da vivência de professores e alunos com as diversas linguagens e manifestações artÃsticas.
P.S.:
(1) Entretanto, reconheço que muitas composições da banda, buscam repetir a formula fácil do sucesso e se tornam verdadeiros caça niqueis. Um dia isso aconteceu com alguns artistas e bandas da Bahia como Mel, Cheiro de Amor, Netinho e tantas outras. Foi muito bom brincar carnaval ao som de algumas músicas deles. Hoje só ouço coletâneas que fiz das músicas mais antigas e originais dos baianos. Dentro de algum tempo o mesmo se sucederá com a Calypso, caso eles não percebam isso a tempo. Ao contrário, Daniela Mercury, escapou disso e continua fazendo sucesso, se não como era antes, ao menos sem perder o brilho e a força poético/criativa das canções. (extraÃdo do texto de minha autoria, Caldeirão Musical Brasileiro, inédito)
(2)Em 2006, resolvermos entrevistar alguns participantes de grupos de dança e de teatro do Conjunto Jardim.
Uma das alunas entrevistadas, Fernanda Almeida, nos disse que as coreografias com as músicas da banda Titãs, Gabriel - O Pensador, Ivan Lins e Milton Nascimento fizeram com que ela descobrisse a existência de outros tipos de música e com conteúdo mais adequado a quem estava amadurecendo e queria entender melhor o mundo.
Nessa mesma perespectiva, na revista Carta Capital, edição especial de fim de ano (2007), Negra Li, uma das protagonistas do seriado Antônia, exibido pela Rede Globo, afirma: "Nunca ninguém me apresentou nem me ensinou a ouvir MPB, meus pais não tinham bagagem musical, não tinham discos porque são evangélicos. Meu pai era, minha mãe é. Eu sempre fui. Estou aprendendo agora a ouvir Baden Powell, Gilberto Gil, Jorge Ben. E estou adorando. "
Zezito meu amigo, magnifico! É um belo trabalho teu.
Parabéns, contigo a cultura brasileira fica elevada.
Abraços
Zezito, muito bom seu texto. As experiências na divulgação das heranças dos negros aqui em Salvador são enormes, apesar de ainda serem poucas divulgadas pois, apesar de Salvador ser uma CIDADE LINDAMENTE NEGRA, ainda existe muito preconceito com os afrosdescentes, suas origens e suas crenças. Sou professora da rede municipal e sei que poucas escolas dão ênfase nessa linha, os NEGROS ainda são esquecidos e deixados de lado por aqui. É grandioso seu trabalho e os alertas e cobranças ao MEC e ao MINC são super necessários. Vc realmente é um EDUCADOR, poucos são aqueles que se interessam em deixar claro aos afrodescendentes e aos alunos da periferia (classe pobre) que apesar da NEGRITUDE E DA POBREZA a vida está aà para ser vivida e que é necessário os estudos e a vontade de lutar para se conseguir um LUGAR AO SOL. Parabéns pela matéria, que sirva de exemplo para os diversos professores que aqui postam suas mensagens. Gostaria de relembrar uma frase pertinente para sua, ou melhor, NOSSA LUTA, que diz (não lembro se foi de Raul Seixas ou Caetano Veloso): "...sonho que se sonha juntos vira REALIDADE!".
Bjos pra vc!
Zezito, como sempre, ótima matéria!
Parabéns!
Abraços
Zezito de Oliveira · Aracaju (SE)
Um Divino Trabalho.
Náo sáo Sementes que estáo sendo jogadas ao léu para serem colhidas no futuro por alguém.
Estamos num outro Brasil em que as comunidades es'táo se organizando e váo colher o que plantarem.
Vale a pena plantar. Todo esforço em aumentar a plantação pois nós deveremos colher com nossa gente.
Alias o Brasil esta batendo recorde na Plantação e em tudo.
O desenvolvimento das comunidades náo é pifio.
Estamos num tempo novo em que qualquer empurráo pega e vai em frente. vamos aprofundar e consolidar estes avancos.
Este Trabalho extraordinário para o Overmundo, do trabalho extraordinário que vocés estáo fazendo de revelar nossos Brasil.
Nos dáo a plena convicção de que vale a pena e que a coluna esta caminhando, como uma Coluna Invicta que segue humilde e heroica pra libertar o povo do Brasil da exclusáo e da exploração.
Muito bonito e de emocionar.
Parabéns irmáos queridos.
vele a pena um ideal táo puro.
Abração e todo merecimento em voto
Voltei para dizer algo sobre essa CONSCIENTIZAÇÃO tão necessária. Acho que por ter(mos) vindo da ESCOLA PÚBLICA e ter(mos) alcançado(s) alguns degraus na vida, não deverÃa(mos) abandoná-la, ou seja, abandonar à queles que lá tentam ir em frente, sobreviver, falo dos alunos e dos professores heróis, que com tão poucas condições, conseguem aplicar o processo de aprendizagem e demonstrar aos alunos que a ESCOLA é a base, o começo de tudo. Se alguns professores não tivessem tido a dedicação que tiveram comigo(estudei sempre em escolas públicas e universidades públicas), eu certamente não teria SONHADO e alcançado meus objetivos, por isso, acredito (apesar de ter outra profissão e ser muito cansativo mas, gratificante) que devo continuar a ensinar na ESCOLA PÚBLICA. Eu firmei um compromisso foi lá atrás, através dos impostos pagos pelo povo, os quais permitiram concretizar meus sonhos.
Parabéns àqueles professores que NÃO DESISTEM NUNCA!! Pelo jeito, vc é um deles.
Bjos
Belo trabalho meu amigo Zezito. Parabéns por essa preocupação constante que você tem dedicado a cultura e a arte brasileira em geral desse paÃs. Meus sinceros aplausos e abraços, amigo.
Carlos Magno.
Zezito, por partes:
Primeiro, primeiro continuamos esperançosos - como diz: um fico feliz em ver aqueles jovens (re) revelando coisas, ensinamentos da cultura de seus ansestrais....
Segundo, a despeito das leis de incentivos com a cara e a coragem alguém se aventura e faz alguma coisa.
e Por fim, fico eu feliz com este trabalho teu,
um abraço, andre.
Zezito
Primeiro quero dizer que encantada com teu postado, tuas experiências com os jovens e analisar o que ocorre nas periferias. Falar de incentivos, acredito que estas manifestações, grupos, pontos de cultura favorecerão em tempo rápido todo este desenvolvimento da arte/cultura, transformando jovens em bons cidadãos. Um avanço já se inicia, vejo aqui em Campinas, uma "garotada" já despertada e que caminha pra outra direção, pensando no amanhã.
Zezito, adorei o texto. É a prova viva (se alguém aqui ainda precisasse disso) de que qualquer iniciativas cultural popular, com boa vontade, funciona. Evoé!!
Fábio Fernandes · São Paulo, SP 27/1/2008 11:14
Pedro, Nydia, Carlos Magno, André e Fábio Fernandes.
Muito grato pelas palavras de incentivo e sempre que for possivel trarei noticias boas com relação ao tema: Juventude, arte e cidadania.
Uma das formas é através dos links que seleciono, onde há referências a outros trabalhos, além daqueles com os quais estamos envolvidos.
É verdade que muito mais precisa ser feito, entretanto os primeiros passos como alguns de vocês lembraram, já estão sendo dados e os nossos posts comprovam isso.
O que importa é sensibilizar, envolver, encantar.... mais pessoas, empresas, orgãos públicos para o compromisso de construirmos um paÃs mais justo e belo, e para isso será preciso "cuidar do broto, para que a vida nos dê flor e fruto." como nos disse Milton Nascimento e Fernando Brant, salvo engano, certa vez.
Abraços,
Ilze,
Um aspecto positivo do seu comentário foi deixar transparecer um pouco mais de você. Através dele ficamos sabendo da sua área de atuação que também é o magistério.
Quanto ao seu compromisso com a causa da negritude, os seus posts
deixa isso bem claro.
E para você e para todos que leram/lerem esse texto e que atuam dentro da escola pública e/ou que pode influenciar para melhorar a motivação dos nossos alunos
em frequentar as aulas é importante fazer chegar as nossas universidades, dirigentes de empresas e de orgãos públicos as sugestões contidas acima.
Beijos,
Azuir,
Fonte de ternura, gentileza e transcendência através de suas poesias pelas páginas do Overmundo.
Que bom ler seus comentários em versos, sempre irradiando luz e simpatia.
Abraços,
Cintia,
Sei que tens interesse por este assunto e que já escreveste sobre trabalhos com caracteristicas semelhantes a este e ao mesmo tempo também sei que vocês de Campinas perderam uma pessoa, O Toninho, que
era um aliado destas causas, que há quem julgue "perdidas",e talvez seja mesmo se pensarmos na quantidade de gente que se faz necessário para dar um pouco ou muito de si para vivermos em um paÃs melhor.
No entanto, como diz o trecho de uma linda canção que fala sobre o final de mais um carnaval, em uma quarta-feira de cinzas: "e no entanto, é preciso cantar."
e é isso mesmo, mesmo sabendo que apesar de tudo que fizermos, muito há para trilhar e construir. E os nossos posts são sempre um convite para o compromisso, para a compaixão, para a solidariedade e não somente para dar, como também para receber, porque no fundo somos todos "carentes" de algo, se possuimos bens materiais, ás vezes nos falta um olhar terno, um sorriso verdadeiro, uma palavra amiga, um abraço aconchegante.
Feliz Carnaval!!!
Caro Zezito,
um trabalho de muita consciência sempre atual e muito necessário para várias gerações.
Obrigado pelo convite e por me dar a oportunidade de fazer uma leitura tão engrandecedora.
Grande abraço.
Caro Zezito!
Adorei a matéria! Sou educadora musical e trabalho com formação de professores. Meu foco é e educação musical e adiversidade cultural e seu texto é muito rico e delicioso de ler. Vai ser muito útil para minhas aulas!! Parabéns e sucesso no seu trabalho
Caro Zezito!
Adorei a matéria! Sou educadora musical e trabalho com formação de professores. Meu foco é e educação musical e adiversidade cultural e seu texto é muito rico e delicioso de ler. Vai ser muito útil para minhas aulas!! Parabéns e sucesso no seu trabalho. Abraços :-)
Meu nobre amigo e belo educador. Primeiramente lhe peço desculpas pro aparecer só agora. Sabes que estava em Recife e fui iniciar o doc. sobre Nabuco. Bom adorei tudo que esta escrito e pra mim não é novidade você trazer excelentes contribuições. Parabéns meu amigo e continue forte na sua caminhada. Estou por aqui sempre torcendo por ti, abraços cordiais...
Higor Assis · São Paulo, SP 30/1/2008 15:06
Magali,
Grato pelos elogios. Fico feliz do texto ter chegado até você, uma pessoa que trabalha com formação de professores. Caso queira conhecer outros textos da nossa autoria é só it até: www.overmundo.com.br/perfis/zezito-de-oliveira
Se puder trazer algum feedback sobre a utilização em sala de aula, ficarei grato também. Quando puder/quiser escrever terei o maior prazer em respondê-la. Nesse caso utilize o serviço de mensagens que é encontrado no perfil.
Abraços,
Higor,
Grato pelo atenção dedicada aos textos que escrevo. Lamentei muito não poder ter ido a Recife para conhecê-lo pessoalmente, todavia,outras oportunidades surgirão.
Sobre o documentário que focaliza a vida e a obra de Nabuco, um brasileiro especial, estou torcendo para que seja bem sucedido e que possamos assisti-lo também.
Abraços,
Valeu Zezito! Sua simplicidade tem contribuido para tirar da invisibilidade a beleza e criatividade que existe na periferia da grande Aracaju e tambem do nosso pequenino estado.´Parabéns! continue firme.
margarette rocha · Aracaju, SE 2/2/2008 12:32
legal Zezito!!
Vou entrar no seu perfil para podermos trocar mais idéias. Tenho buscado possibilidades para fazer pontes entre a formação de professores de música e a esccola publica. A periferia urbana é um dos meus focos de pesquisa, por isso seu texto me estimulou para pensar sobre o meu trabalho.
Abraços,
Magali
Zezito, meu amigo,
Seu sobrenome deveria ser "socializando"...
Parabéns pela vida ativa, participativa e altamente contribuitiva para o desenvolvimento sustentável.
Abraços Guaicuru!!!
Parabens Zezito, acredito no processo educacional atraves da diversifica;'ao da cultura por causa de pessoas como VOCE, PARABENS!!!!
Renata Silva · Aracaju, SE 6/2/2008 10:32
Margarette e Renata,
Queridas, belas e inteligentes companheiras de momentos felizes de ações culturais dançantes. Que bom!!! ter vocês por aqui.
Beijos
Marcos Paulo,
Obrigado pelas palavras e necessário se faz socializar o que aprendemos, afinal quanto mais gente entrar na roda da solidariedade melhor e ademais muita coisa que chega(ou) até nós, foi por meios de pessoas generosas, que arriscaram e até morreram para vivermos em um mundo sem egoismos e exclusões.
E há quem diga que esta é a melhor formar de viver e que pode salvar o planeta terra da extinção.
Abraço
W@nder e Yuri,
Grato pelas considerações.
Abraços
GALERA ESTOU PRECISANDO DE AJUDA!MEU NOME É CLOVIS MORRO EM LAURO DE FREITAS LITORAL NORTE DA BAHIA.EU TENHO 2 TIAS QUE MORAM NO CONJ. JARDIM MUNICIPIO DE NOSSA SENHORA DO SOCORRO/SE.O NOME DELAS SÃO:JOANINHA QUE MORA ENFRETE AO COLEGIO LEÃO MAGNO E A OUTRA SE CHAMA ZEFINHA QUE MORA NA RUA L NO CONJ.JARDIM 1.SE ALGUEM CONHECE ESTAS PESSOAS OU SE PUDER ME DIZER SE AINDAM MORAM NO MESMO LUGAR EU AGRADEÇO.POIS JA FAZ 12 ANOS QUE NAO HA VEJO.EU TBEM TENHO ALGUNS AMIGOS QUE MORAM AI MAIS NAO TENHO COMO ENTRAR EM CONTATOS COM ELES.TALVEZ VCS POSSAM CONHECE-LOS.VOU CITAR ALGUNS NOMES.( CARLINHOS QUE É IRMÃO DE CARLA QUE TEM 1 GRUPO DE DANÇA,ELES TBEM MMORAM NA RUA L.)ESPERO QUE VCS POSSAM ME AJUDAR. MEU NUMERO PARA CONTATO É (71)81041102 OU PELO EMAIL:GUALBERTO90@HOTMAIL.COM
BAHIANO · Lauro de Freitas, BA 8/7/2011 14:57ZEZITO EUN ADOREI A SUA MATERIA ESTA MUITO BOA MESMO. OLHA EU SOU DE SALVADOR MAIS JA MOREI AI NESTE BAIRRO DO CONJ. JARDIM E TBEM JA ESTUDEI NO LEÃO MAGNO DO BRASIL NO ANO DE 1998.
BAHIANO · Lauro de Freitas, BA 8/7/2011 20:03
Bahiano,
Beleza!! Grato pelo comentário . Vou buscar entrar em contato com suas tias e lhes darei retorno, Aguarde até oito dias.
Não deixe de navegar np Overmundo para ler outros matérias, ouvir música, assistir videos, ler poesia e etc.
Abraço,
valeu zezito! agradeço muito pela sua ajuda! que DEUS FIQUI COM VC!
BAHIANO · Lauro de Freitas, BA 13/7/2011 14:27Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!