A série Ó Paí Ó! é um dos cinco programas brasileiros indicados ao Emmy Internacional.
A premiação é considerada o Oscar da TV. Uma indicação como
esta pode ser considerada, já, um prêmio.
Ó Pai Ó! é uma adaptação da peça homônima encenada pelo grupo baiano Bando de Teatro Olodum e com versão para o cinema, dirigida por Monique Gardenberg. A série foi indicada na categoria Comédia. O DVD do filme também pode ser encontrado nas locadoras.
“Ó pai, ó!” foi exibida pela TV Globo entre outubro e dezembro de 2008, como programa semanal. Originada no filme homônimo exibido nos cinemas em 2007.
Em um animado cortiço do centro histórico do Pelourinho, em Salvador, tudo é compartilhado pelos seus moradores, especialmente a paixão pelo Carnaval e a antipatia pela síndica do prédio. Todos tentam encontrar um lugar nos últimos dias do Carnaval, seja trabalhando ou brincando. Incomodada com a farra dos condôminos, decide puní-los, cortando o fornecimento de água do prédio. O foco da trama é a vitalidade, o estilo de vida e o jeito de ser do povo baiano, representado por personagens carismáticos interpretados por atores como Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele, Tânia Toko e Lyu Arison.
Segunda temporada de Ó Paí Ó! para a Rede Globo já está em produção, e será exibida em meados de Novembro.
Acompanhe a produção do cartaz, junto ao designer
André Gardenberg · Rio de Janeiro, RJ 14/10/2009 11:26
pra mim o que vale nessa série é a deliciosa sensualidade da dira paes. apenas isso.
mulher bonita e gostosa taí...
André Gardenberg · Rio de Janeiro (RJ)
Ó Paí, ó! A Série, indicada ao Emmy
Um Trabalho de destaque por talento e pura qualidade.
Parabéns a todos por merecimento.
Abração Amigo
Dos guetos ao centro!
Rita Fagundes · Aracaju, SE 16/10/2009 11:26
desculpe, mas acho que nem a dira iria gostar de ouvir isso, roberto
tranquilo. sinceridade sempre andré.
nao aprecio tanto os filmes nacionais. cada um com seu gosto.
abs
André,
Muito bom ó Pai ó chegar a ser um dos escolhidos para o Emmy, como comédia, acho importante pois divulga nomes de artistas e diretores de cinema e teatro do Brasil. A escolha do elenco foi muito boa e a estória é divertida e a produção prima e havendo continução na nova Série na Globo.
Interessante também como foi feita a produção do cartaz, utilizando duas imagens captadas por você no óculos de Lázaro Ramos.
Parabéns e vamos torcendo aqui por mais este orgulho de ser brasileiro.
Boa notícia mesmo.
Cíntia
.
Bacana. Como disse Cíntia, precisamos resgatar nosso orgulho de ser brasileiro e valorizar mais o que é nosso. Mas esta foto do Lázaro Ramos é mesmo um arraso, não?
Abraços
Assino em baixo!
André Gardenberg · Rio de Janeiro, RJ 16/10/2009 12:37
A história, além de engraçada, aborada a forma como a Igreja Universal tem roubado fieis da Umbanda e do Candomblé, atribuindo aos orixás o estígma de demônios, destruindo assim, o sincretismo religioso, tão preservando neste nosso Brasil enorme.
Sim, gosto é gosto
Mas ficar apenas olhando pra Dira Paes, acaba que acho que te tirou a concentração na história...rsrs
Abração pra você, Roberto
Obrigado pela sua visita e a de todos por aqui
Isso que importa
André
.
Digo, ABORDA, ao invés de aborada...
Corrigindo acima
.
a série, produção, direção, fotografia e principalmente os atores, merecem !
abs
Blz André, bom que compreendeu meu ponto de vista.
Que me perdoem os nacionalistas, mas PARA MIM, filme nacional simplesmente não dá...
É a vida emocional dos becos e vielas da urbanidade! Beleza!
raphaelreys · Montes Claros, MG 16/10/2009 14:54Trabalho artistico de grande folêgo. Realmente André é um grande artista.
Julio Rodrigues Correia · Manaus, AM 16/10/2009 19:48
Uma preciosa produção planetária, capaz de falar à inteligência e à alma humanas. Com humor e estética universais, numa feliz junção de música e remelexo, que valham-me godiva e senhoras outras nossas. Roqueira da roça, si mi cocei. Ficou Zappa de Krimson bom, bombom, André G. Para mim, atingiste o ponto.
Palmas pra tu.
Acredito que todo trabalho artistico tem uma motivação especial e a série Ó pai,ó,não foge a essa regra quando mostra o antigo centro de Salvador como lugar de prostituição, de ladrões,mas com uma veia cômica e satírica ao mesmo tempo,fazendo denúncias sobre a falta de compromisso ético de alguns policiais,do ativo interesse financeiro que a religião inculcou nas pessoas,mostrando não um Deus Divindade,mas um DEU$,entre outras coisas.Ser selecionado para receber um prêmio é um reconhecimento da força da nossa interpretação e do vigor dos ossos cineastas,também.Parabéns.
Cezar Ubaldo · Feira de Santana, BA 17/10/2009 06:41
O trabalho de André dispensa comentários.É um expoente da arte de fotografar.Parabéns e abraço.
Cezar Ubaldo · Feira de Santana, BA 17/10/2009 06:43
Não vi. Vejo a sgunda parte, se for com a mesma atriz, claro.
O fotógrafo dispensa comentários.
abraço
Parabéns pela divulgação,
O Brasil merece mais premios e por certo assistirei a segunda temporada.
bjs
Cezar, voce captou exatamente o espírito da história
Vida, religiao, prostituicao, humanindade
E aviso aos fãs da Dira. Não, ela não tem participado da série na Tv.
Apenas teve sua personagem no filme, pois estava grávida do seu primeiro filho
Realmente, é muito e também mostra o mundo de discriminações de uma forma muito interessante.
Sandrah Sagrado · São Paulo, SP 17/10/2009 23:09
André! não tenho opinião formada, pois não assisti a série...
Os atores são excelentes. Eu não costumo assistir filmes nacionais.
Me perdoe, mas não faz o meu gênero. Mas com Dira, Vagner, Matheus e Lázaro, vale o meu voto...
baci da Mamma
Olá, André,
Vi a versão filme na televisão.
Gostei.
Gostaria de tê-lo assistido em tela grande.
Aí se chega nas dificuldades gerais da distribuição dessa indústria.
O que costumava ser de qualidade ruim em filmes produzidos no Brasil era a sonorização, que também é uma responsabilidade a ser divida com as salas de exibição.
Cinema e miséria são iguais em qualquer parte.
Há os filmes que têm bom argumento e os que não têm, há os b e os fora de série, há os cults.
E há a maioria: os filmes muito ruins, a maioria produzida em série para a colonização cultural dos discípulos do americanismo, em qualquer tempo.
O pessoal que tem dito aqui que não assiste filme nacional poderia nos dizer se vê cinema iraniano, indiano, francês, italiano, argentino, alemão, grego... ou só os da indústria oscarizada?Ajudaria a entender sobre o que se etá conversando.
Realmente, Adroaldo
Antigamente a sonorização era muito ruim
Isto virou mito
Mas tem um tempo que já foi desmitificado, tanto que ja tiveram filmes, até canditados ao Osar, citado por voce. Somente isto, prova que essa barreira, o cinema nacional ja derrubou.
Agora só resta, derrubar as barreiras que contunuam levantadas, dentro das pessoas...
.
Adroaldo e André
As salas de cinema melhoraram, o som do pprio filme acho que também. Mas existem filmes nacionais inesquecíveis, como O Pagador de Promessas de Anselmo Duarte, estória de Dias Gomes, Os filmes dos cineastas Glauber Rocha... e Nelson Pereira dos Santos, com ‘ Rio, 40 graus’ e Vidas Secas... Bruno Barreto, Walter Avancini, Roberto Farias,Hugo Carvana, Ruy Guerra com a Ópera do Malandro, Caca Diegues com Bye Bye Brasil e Waltinho Salles com Abril Despedaçado (maravilhoso), Sergio Rezende com Zuzu Angel...
Tem muitos e muitos bons filmes e cineastas brasileiros, fora os que fazem curtas por todo o Brasil e não se tem uma amplitude nacional, divulgação...
Às vezes, por ter mais poder esses filmes pseudo-infantis e sem graça, levando a criança ao sonho de consumo e não da fantasia que muita gente acha o cinema nacional impossível de assistir...ou as pornochanchadas com Gretchen e outras caricatas...e até alguns bons com estórias de Nelson Rodrigues. Plínio Marcos com Navalha na Carne, Dois Perdidos Numa Noite Suja, Barrela...
Mas já passou essa onda e há muito, temos que mostrar mesmo que o Cinema Nacional é cultura, prazeroso sim e que tem mercado, que se pode fazer um bom filme, com argumento, não só 'cults'...vale dizer o Brasil premiado em Cannes ‘Eu sei que vou te amar’ de Jabor. Fernanda Montenegro, a Diva (desculpe, mas pra mim é Diva...) indicada ao Oscar pela atuação em Central do Brasil e prova é que recentemente Waltinho Salles recebeu um prêmio no Festival de Veneza ...
Tem muito 'filminho' americano ruim, pode ter a melhor fotografia,elenco, música, mas vazios, um nada mesmo, sem estória, sem mensagem...mas a divulgação é tanta que há lavagem cerebral mesmo, rs e se sucesso, vira 'série'
E ainda existe como já disse muita gente fazendo bom cinema, curtas a coisa fica um pouco que regional, parada, com pouco patrocínio, mas há qualidade.
E aí está a série Ó Pai Ó, indicado ao Emmy Internacional...Bons atores, figurino ,a verdade de uma cidade, do povo, da linguagem agregada à uma ‘tribo’, urbano...uma brasilidade enfim...
abs
...o itálico escapuliu, as vezes acontece...
Cintia Thome · São Paulo, SP 18/10/2009 23:40
O Paí, ó, a a primeira Série na TV, que acontecia nas sextas feiras, um dia dificil de se conseguir audiência, bateu a Grande Famíli, programa da grade da Rede Globo
E o filme, só saiu de cartaz, pq vinha atrás, espremendo-o, O Home-Aranha, e 300... tsc tsc...
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Desculpem os errinhos de revisão
André Gardenberg · Rio de Janeiro, RJ 18/10/2009 23:57
Divulgar nossa cultura e os valores artísticos de nossa gente é sempre "uma boa Nova". Parabens pra nois!!!
Luz e Paz. jbconrado.
Pois Cíntia, André, o que digo é exato isto. Temos aqui uma produção que há muito vem melhorando em qualidade técnica, já equivalente às melhores produções de qualquer lugar de fora.
Temos nas produções de fora artistas nossos, nos desenhos animados os melhores; em longas de ação, na média da qualidade do elenco da produção internacional.
Não se tem distribuição regular aqui do cinema de outros parques industriais como o citados e outros, mas há o reconhecimento da nossa produção em centros qualificados como o francês e o alemão, por seus festivais e mesmo circuitos já alguns circuitos regulares de filmes nossos nesses e em outros países.
Então, o fato de alguém não gostar do que se faz aqui, no pleno exercício do direito individual, é uma opinião de alguém e ponto, não um juízo acabado e definitivo para todos os tempos do conjunto do que aqui se faz.
Só uma opinião, como essa minha também é.
Eu escrevo, tu escreves Cíntia.
E escrevo como alguém no planeta, ainda que em português.
Poucos lêem o que escrevo, mas fico contrariado se, a priori, alguém diz a Saramago, por exemplo, a Mia Couto, ou sobre Machado de Assis, Lima Barreto, Rosa, Eça, Drummond, Quintana, Pessoa, Leminsky, Gullar, que não gosta e não lê prosa e poesia em português.
Ridículo e antiquado esse preconceito. Mas arraigado no sentimento de mensocabo que alguns poucos ainda têm sobre a produção cultural nossa feita aqui.
Exasperante, até, porque vem sustentado no nada, numa propaganda do passado inexistente, na opinião desinformada e e intelectualmente preguiçosa, quando já nos foi alertado por Millôr Fernandes, que livre pensar é só pensar. Dondo posso concluir que o fazer, também em cultura, mesmo a fruição, requer trabalho além de simplório devaneio.
Alguns diretores de fotografia nacionais, como o Afonso Beato, por exemplo estão sendo chamados para dirigir na Europa. O Afonso faz a direção de fotografia dos filmes do Pedro Almodovar...
É assim que acontece. Precisam fazer sucesso lá fora, para quebrarem o preconceito que exite aqui dentro.
Com a música não é diferente. Vide a Bebel Gilberto...
Abs
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