O portovelhês nosso de cada dia

Eliênio Nascimento
As crianças porto-velhenses colaboram com o vocabulário local
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Marcela Ximenes · Porto Velho, RO
2/10/2007 · 332 · 39
 

“As influências recebidas no falar de Porto Velho podem ser explicadas através dos vários ciclos de ocupação que Rondônia passou e a origem dos migrantes que ajudaram na formação e ocupação das cidades e municípios nos respectivos ciclos e através da observação lingüística”. “A variação nos falares de Porto Velho” – Nair Ferreira Gurgel do Amaral

Falar de Porto Velho sem lembrar da fala cantada do porto-velhense é deixar uma lacuna. O falar do povo do rio Madeira é marcado por um sotaque melodioso e alegre, cheio de palavras herdadas do Nordeste brasileiro que, claro, passaram por transformações em seu significado, como provocar (= desafiar, Dicionário Aurélio), que em “portovelhês” significa vomitar. Expressões genuinamente porto-velhenses ganharam simpatia e, até mesmo, maior carga de sentido do que o termo do qual seria sinônimo. Um exemplo emblemático é: “Hoje está quente ‘quissó’”. Para quem ainda não conhece, ‘que só’ significa algo muito mais que demais. Coisa de Porto Velho. Ou seja, não está quente demais, está muito mais do que quente.

“O ‘quissó’ é uma marca do falar porto-velhense”, afirma a doutora em Lingüística, professora Nair Ferreira Gurgel do Amaral, do Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal de Rondônia (Unir). Em 1999 ela começou uma pesquisa sobre ‘a variação nos falares de Porto Velho’, que ainda não foi concluída. O motivo não foi outro além da impossibilidade de se fazer um levantamento diante de tanta diversidade. Uma verdadeira colcha de retalhos.

Para se ter idéia da trabalheira, um grupo de lingüistas da Universidade de Campinas (Unicamp) está há cinco anos debruçado sobre palavras, sotaques, expressões...e nada! Os estudiosos querem fazer o mapa lingüístico não apenas de Porto Velho, o objetivo é traçar o de Rondônia. “Isso é impossível”, decreta Nair. Toda dificuldade está centrada na grande misturada de falares no Estado. Tem gente do Sul, do Centro-Oeste, do Nordeste, do Sudeste e do Norte.

Especificamente na Capital, as colaborações lingüísticas vieram dos Estados nortistas, principalmente do Pará e Amazonas, e do Nordeste. O sotaque local é, sem dúvida, herança dos nordestinos, especialmente os cearenses. Uma expressão coloquial com som característico do Ceará: “Ramupubanhu (= vamos para um banho). A palavra banho é um caso do vocabulário porto-velhense (ver box). Para quem não conhece, tem o mesmo significado de balneário. “Não há dúvida que a maior contribuição na linguagem de Porto Velho é dos nordestinos”, confirma a lingüista Nair Gurgel.

Beiradão sem cantigas de roda

A professora Nair Gurgel é orientadora do projeto Alfabetização de Ribeirinhos, da Unir, e diz ter ficado decepcionada com o que encontrou. “As crianças do beiradão falam exatamente como as crianças da cidade. Não há diferença”, lamenta. Ela conta que esperava encontrar crianças apaixonadas por nadar, pescar, subir em árvores e, claro, por cantigas de rodas. “Não encontramos nem uma criança que conheça uma única cantiga!”, relembra. A tradição corre o risco de se perder. As musiquinhas de brincadeiras infantis não foram passadas a cada geração e a criançada do beiradão de São Sebastião só conheceu os versos de “fui no tororó beber água e não voltei” por meio das estudantes de Letras da Unir. E lá se vai uma página da Porto Velho bucólica.

Um pouco do peculiar vocabulário porto-velhense


Baladeira – estilingue
Banho – balneário
Benjamin – dispositivo que serve para ligar vários aparelhos elétricos em uma só tomada
Bregueço – coisa qualquer
Caba – maribondo
Capitão – bolinho de comida amassado com a mão
Esculhambar – destruir/quebrar/falar mal
Nome – palavrão
Papagaio – pipa
Pipocar – aparecer
Pisero – festa
Provocar – vomitar

Expressões usuais

Tu é leso é?
Iche, tá demorando que só!
Toma! Não disse que tu ia te lascar?
Maninho do céu!


As crianças e adolescentes porto-velhenses também têm um vocabulário próprio. A brincadeira mais rica em palavras é a peteca, que em Porto Velho é o jogo de bolas de gude.

Abirobado – doido
Abofitar – pegar (roubar) as petecas e sair correndo
Aluguel – mentira
Bolô – peteca de maior tamanho
Catar – movimentar a linha do papagaio, fazendo-o ganhar altura
Escalado – sujeito intrometido, que se oferece para ser convidado
Fona – último a jogar (no jogo da peteca)
Imbiocar – inclinar o papagaio para baixo
Marcando – vacilando
Morcegar – pegar carona nas traseiras de automóveis, principalmente ônibus
Queidar – derrubar papagaio




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Marcos Paulo
 

Aeeeee Marcela. Iniciou bem aqui no Overmundo.

Repito: espero que seja a primeira de tantas outras colaborações que virão.

Um abraço.

Marcos Paulo · Rio de Janeiro, RJ 30/9/2007 00:50
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Tetê Oliveira
 

Olá, Marcela, achei o seu texto legal quissó! E identifiquei algumas palavras em comum com o vocabulário usado no Rio (benjamin e pipa, por exemplos).
Só senti falta de uma foto ou ilustração. Talvez a de um garoto imbiocando uma pipa. :-)
Beijo.

Tetê Oliveira · Nova Iguaçu, RJ 1/10/2007 00:39
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Tetê Oliveira
 

Marcela, troquei, né? Aí pipa é papagaio... Valeu o toque! :-)
Beijo.

Tetê Oliveira · Nova Iguaçu, RJ 1/10/2007 11:08
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Marcela Ximenes
 

Pois é...papagaio, o de tamanho 'normal', batelão, o grande, e curica o menorzinho e feito sem muita 'engenharia'.

Marcela Ximenes · Porto Velho, RO 1/10/2007 11:45
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Luiza Archanjo
 

Marcela, amiiigaaaaaa, hehe, votei! Gostei da matéria. Acho q vc poderia colocar a da saltenha aqui também! Ficou muito legal!
Bjs

Luiza Archanjo · Porto Velho, RO 1/10/2007 16:58
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Higor Assis
 

Nossa adorei a foto, adorei mesmo.

A colaboração é bem curiosa e pertinente ao overmundo. Poderia ter colocado mais tag's para facilitar a busca, mas é isso aos poucos você vai acostumando e seja bem vinda Marcela.

Higor Assis · São Paulo, SP 1/10/2007 20:05
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Guilherme Mattoso
 

legal, marcela! parabéns pelo texto! o sotaque de porto-velho tb lembra muito o de rio branco-ac, né!?

Guilherme Mattoso · Niterói, RJ 2/10/2007 08:57
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FILIPE MAMEDE
 

Começando pela fotografia: Excelente. O conteúdo do texto é muito interassante. A miscigenação linguística não é fator exclusivo de Porto Velho. O Brasil inteiro é assim. Por aqui, usamos também o "quiçó", "baladeira" no interior potiguar, "benjamim"... enfim... uma coisa riquíssima na fala, não considero, talvez, as palavras, mas a maneira de falar; o tal sotaque. Este sim, interessantíssimo.
Gostei muito da tua colaboração.
Um abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 2/10/2007 10:48
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Adriel Diniz
 

Parabéns Marcela, um belo presente para nossa cidade que faz aniversário hoje. Maninha do céu, eu já ri tanto, como a gente diz, mangando do jeito que nós falamos... Sua matéria não nos remete somente à infância, mas é uma viagem fantástica pela cultura e pelo povo de Porto Velho. Valeu!

Adriel Diniz · Porto Velho, RO 2/10/2007 12:13
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Candice Gonçalves
 

Marcela, eu como boa cearense, me identifique "quissó" com a matéria! Parabéns! Vejo que muitas dessas palavras são usadas por aqui também. Deve ter algo a ver com o fato daqueles milhares de cearenses que partiram pras bandas do Norte no ciclo da Borracha. Abraços e beijos e mais parabéns!!!!!

Candice Gonçalves · Crato, CE 2/10/2007 12:18
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Sandra Lorenz
 

Saudades de Porto velho!
Marcela, vc foi muito feliz ao produzir a matéria. Uma bela homenagem ao aniversário da cidade, já que vc registra aqui uma parcela dessa rica e maravilhosa cultura portovelhense. E, além disso me fez relembrar e ficar "abirobada" de saudade desse calor climático e humano de Porto Velho, coisa rara em outras capitais do país! É preciso te dizer parabéns Marcela! Acredito que enquanto houver sensibilidade, haverão bons textos e ótimos profissionais, vc é o exemplo.

Sandra Lorenz · Campo Grande, MS 2/10/2007 13:24
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Andre Pessego
 

Muito bom apnhado, e o retrato dos meninos - Meu Deus!,
um abraço andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 2/10/2007 20:07
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Marcos Paulo
 

Não disse pra ti, Marcela? Aqui, no Overmundo, é legal "que só!!"

Eu acho fantástico as características da linguagem de cada lugarzinho desse Brasil afora. Incrível. Quantos jeitos diferentes deve haver em cada parte, cada um com suas heranças.

Marcos Paulo · Rio de Janeiro, RJ 2/10/2007 20:21
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Frazão Brother
 

Marcela...
Rapá, o seu texto me fez mergulhar no banho no Areia Branca e do Belmonte, catar uma curica imbiocada no Areal, cortar e aparar um papagaio do Mocambo, fugir das ferradas das caba-igreja e ganhar umas petecas - de uns curumins lesos - com o meu bolô...
Iche ! Comi uma pupunha para trocar meu portovelhês pelo pantanês de Mato Grosso do Sul.
Estou culminando um livro sobre o Padre Mário (o Padim Ciço do Areal). Depois te conto, menina.
Prazer "mermo" !

P.S.: O "iche", no meu tempo, queria dizer "Virgem Maria !"

Frazão Brother · Anastácio, MS 2/10/2007 21:25
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Marcela Ximenes
 

Eita, gente!
Legal à beça ter a participação de vocês.
Obrigada e um grande abraço a todos.

Marcela Ximenes · Porto Velho, RO 3/10/2007 08:37
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Elienio Nascimento
 

Marcela X, parabéns!!! O tema escolhido para a estreia no Overmundo não poderia ser melhor.

Elienio Nascimento · Porto Velho, RO 3/10/2007 08:47
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emilli sousa
 

Arrasou migaaaaaa...
Chique isso neh???
80 overvotos...ta causando....kkk
Tem mais matéria no jornal de 30 anos que dá pra colocar por aqui viu.....
Tô orgulhosa...PARABÉNS!!!!
Super xeru... :)

emilli sousa · Porto Velho, RO 3/10/2007 11:32
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emilli sousa
 

Ops!!!30 anos nãooooo....
93.....FOI MALLLL...iuhiuhiu

emilli sousa · Porto Velho, RO 3/10/2007 11:33
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Labes, Marcelo
 

Marcela, muito interessante o texto. Acho que podemos todos pensar a respeito de como e o que se fala em nossas cidades. Pensando o no tamanho do Brasil, certamente verificaremos que as falas são as mais distintas. Por aqui, por exemplo, os falantes tendem ao sotaque germânico influenciado pelo sotaque litorâneo, baseado na fala de imigrantes açorianos.

Belo texto.

Labes, Marcelo · Blumenau, SC 3/10/2007 12:17
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Cintia Thome
 

Maravilhoso texto, apanhado da linguagem local. Um texto rico onde vocee informa a linguagem do nosso povo tão eclético.
Bem vinda ao Overmundo.Adorei...
votado.
abçs

Cintia Thome · São Paulo, SP 3/10/2007 12:27
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Josy Duarte
 

"Maninha do céu" o texto está ótimo!!
Me deu uma saudade dessa terra!!!
Bjo Marcela!!!

Josy Duarte · Naviraí, MS 3/10/2007 15:05
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BETHA
 

MARCELA,
gostei demais das informações... apesar de me interessar muito pelas variações linguísticas, não sabia que o falar de Porto Velho tinha tanto do Nordeste. Gostei "quissó"!
Abçs de Betha.

BETHA · Carnaíba, PE 3/10/2007 17:44
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Inês Nin
 

muito bom! benjamin é "T" no sul (ao menos em Curitiba e Florianópolis!), e eles acham muito estranho que falemos assim..

Inês Nin · Rio de Janeiro, RJ 3/10/2007 18:18
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Glês Nascimento
 

Sou rondoniense e me vi no túnel de um tempo muito bacana, quando li sua matéria. Algumas expressões também são usadas aqui no Tocantins, mas peteca, essa só em Rondônia mesmo.

Glês Nascimento · Palmas, TO 3/10/2007 21:35
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Joana Eleutério
 

Marcela, só passei os olhos, mas estou encanatada. Parabéns!!!
Um grande abraço.

Joana Eleutério · Brasília, DF 3/10/2007 23:14
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Verdes Trigos
 

Excelente, indiquei a matéria no meu blog http://blog.verdestrigos.org

Verdes Trigos · Presidente Prudente, SP 4/10/2007 07:40
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Rubenio Marcelo
 

Marcela,
Vi, li e adorei esta sua publicação.
Valiosa matéria.
Dentro do nosso vasto território nacional, é certo que a Língua Portuguesa falada pelo povo brasileiro sofreu variações oriundas de fatores diversos, geográficos, étnicos, sociais etc. Não há, assim, no nosso país, um dialeto brasileiro, mas vários dialetos brasileiros. A já avultada coleção de glossários regionais existentes é a prova disso.
Há tempos atrás, eu escrevi um Cordel intitulado "Conheça o Dicionário Cearês", onde enumero, em versos, vários termos característicos.

Votadíssimo!

Rubenio Marcelo · Campo Grande, MS 5/10/2007 20:01
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Tete Frazão
 

Maninha do céu!
Gostei "quissó" do teu texto.
Rapá, o vocabulário portovelhence apesar de ser enriquecido com a colaboração de muitos nortistas e nordestinos que pra cá vieram, é único na expressão do nosso povo....parabéns!
Vichi mana, é muito paidégua, ñ dá prá deixar de votar....rsrsrs

Tete Frazão · Porto Velho, RO 21/10/2007 19:25
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Tete Frazão
 

...em tempo parabéns pela foto.

Tete Frazão · Porto Velho, RO 21/10/2007 19:28
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Marcela Ximenes
 

Oi, mana!
Pois num é?? O nosso portovelhês é tudo, graças aos nordestinos.
Obrigada.

Marcela Ximenes · Porto Velho, RO 22/10/2007 10:02
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chagoso
 

O Portuvelhês (acho que assim fica mais interessante) é. de fato, uma lingua à parte. Seu texto me levou à minha infância, quando escondia o bolô quando aparecia um porruda que costumava abofitar as petecas dos outros. Antes do inicio da cada partida alguém gritava antes de todos: Fona, mela volta (ou mela continua) e outra expressão que agora não recordo, mas que servia para excluir (por pate do dono) ou incluir o bolô no acervo do ganhador. Acho que era algom como "bolô do ica" Tinha ainda o tudo cessa ou nada cessa em relação a lanches ou goloseimas; o "guisar o papagaio", cortar na mão, empinar, estar nas voltas, rabo e linha, cerol, o grude, linha branca, cortar, queidar, pipocar, catar, embiocar, rabiar... isso sem falar na tala, no peitoral, na barrigueira, na rabiola, na penseira e orelha e tantos outros termos...
Dá um belo dicionário
Parabéns pelo trabalho.

chagoso · Porto Velho, RO 11/11/2007 13:31
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Marcela Ximenes
 

Nossa! Dá um dicionário sobre peteca. rsrsrs
Abraço e obrigada pelo comentário.

Marcela Ximenes · Porto Velho, RO 12/11/2007 10:04
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José Carlos Sá
 

Só quero reiterar o que publiquei na coluna Banzeiros. Vc fez um retrato 3x4 da nossa linguagem popular, em Porto Velho, mostrando a sua versatilidade e sensibilidade. Estou andioso para que esta pesquisa se aprofunde se amplie. Um abraço, José Carlos

José Carlos Sá · Porto Velho, RO 13/11/2007 08:23
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Marcela Ximenes
 

Obrigada, meu bem.
Conto com sua colaboração.
Abraço.

Marcela Ximenes · Porto Velho, RO 13/11/2007 09:48
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Dalmacio Santos
 

Grande Marcela.... Vixe, como fiquei bestga quissó com a matéria. Lembrei-me dos meus amigos de infância dizendo: "Agora é a tua de jogar, abestado, pega o bolô e joga nas petecas"

Dalmacio Santos · Porto Velho, RO 18/3/2008 23:07
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Andre Pessego
 

Voce vê eu tinha me esquecido de mandar estes meninos pro
painel da Luiza e não me lembrava onde achá. ..
legal.

Andre Pessego · São Paulo, SP 19/3/2008 05:46
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José Carlos Sá
 

Apaixonado por Porto Velho e por uma de suas filhas, fico feliz em ver que este trabalho está sendo enriquecido com a colaboração de outras pessoas que se lembram de palavras e termos do vocabulário popular. A Marcela está devendo uma continuação da pesquisa.

José Carlos Sá · Porto Velho, RO 19/3/2008 09:45
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Marcela Ximenes
 

O aniversário de 94 anos está chegando...

Marcela Ximenes · Porto Velho, RO 19/3/2008 09:55
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chagoso
 

Voltando aqui apos vairos anos, pergunto: E o trabalho da nossa doutora em liguistica, foi concluido?
Peço desculpas por não ter respondido sua pergunta na época sobre onde moro. Não vi e estive afastado posteriormente do Orvermundo. Moro No Agenor de Carvalho, conjunto Jardim das Mangueiras.
A propósito estou com um projeto em mente e espero seu engajamento. É sobre literatura "portuvelhense"...
PS. Me visite no REcanto das Letras. Vou ficar honrado.

chagoso · Porto Velho, RO 24/7/2015 09:43
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