“O processo da criação vai de 100 até dez mil” ¹

Anibal Gondim/Divulgação
André t, Rex, Luiz e Rodrigo. Pra gravar o rock ele ainda estava de cabelão
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Cury · Salvador, BA
1/2/2009 · 178 · 19
 

Oito anos atrás, teve uma festa a fantasia e eu fui de hippie. Eu fui com uma peruca encaracolada modelo Doces Bárbaros que me fez ganhar o prêmio da noite e o apelido de “Arembepe”, dado por Messias.
– Conhece Arembepe? – dizia ele, a quem chegava pra conversar com a gente.

Alguns dias depois da festa, eu dirigia pela Av. Paralela quando um carro me passou. Durante a ultrapassagem, constatei que estava sendo ultrapassado pelo inventor da axé music.
– Caralho, é Luiz Caldas... – falei sozinho.
Subitamente lembrei que a peruca “Arembepe” ainda estava no carro. Quando percebi que iria parar ao seu lado no semáforo, a coloquei. Ele ficou olhando curioso pra mim, como se estivesse reconhecendo um ser da mesma espécie. Eu acenei com um sorriso e ele retribuiu. Seguimos em frente.

No meu livro (e no meu blog), tem um texto sobre um rápido encontro meu com ele, quando ele apareceu, no ano de 2006, em uma mesa redonda rodeada de gente da indústria do carnaval, com uma camisa do Kreator, uma banda de metal da Alemanha. Não conhecia a banda, só de nome, e só pesquisando sobre ela para escrever o texto no livro que fui descobrir que era da Alemanha.

Um amigo meu, Chicão, iria entrar de férias e me convidou para escrever por um mês em seu lugar, em uma coluna semanal no jornal A Tarde.
– Pra falar de rock – disse ele.
Aceitei e, durante o mês de dezembro, escrevi alguns textos falando sobre algumas bandas e artistas de Salvador e seus respectivos momentos. Todos com novos trabalhos. Messias e seu disco triplo; Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta e seu segundo disco; Retrofoguetes e seu segundo disco e Vivendo do Ócio com a gravação do seu primeiro disco.
Fim do contrato, Chicão propôs que eu continuasse escrevendo pra coluna, dividindo o espaço com ele.
– Pra falar de rock – disse ele.

Depois de três anos sem tocarmos juntos, Messias me ligou perguntando se eu podia ir, naquele momento, ao estúdio de André t pra gravar a bateria de algumas músicas do disco que ele estava fazendo. Aceitei na hora. Nada melhor do que gravar. Se for sem ensaiar, então, é o auge de um músico.
Entre uma música e outra, na hora do recreio, André mostrou pra gente um trabalho que ele estava produzindo.
– Ouça isso aqui – disse ele, clicando em um ícone no seu computador, fazendo uma explosão sair das caixas.
Era um som potente, pesado e alto. Bateria alta, guitarra alta e baixo no talo. Só esses instrumentos, o rock mais puro: guitarra, baixo e bateria, o clássico power trio e num volume alto.
– Que é isso?
– É o novo disco de Luiz Caldas.
– Hein? – pelo volume, achei que tinha entendido errado.
André abaixou um pouco o som e repetiu:
– É o novo disco de Luiz Caldas.
Luiz Caldas gravou um disco de rock e chamou André pra produzir. Como produtor, André selecionou Rex (Retrofoguetes) na bateria e seu irmão Rodrigo (Aguarraz) no baixo.
“Se é pra gravar um disco de rock, vou gravar um disco de rock”, pensou Luiz Caldas, imagino, ao convidar André para a empreitada. Isso foi em maio de 2008.

Semana passada, justamente quando eu estava procurando algum tema/banda pra falar na próxima edição do jornal, recebi de um amigo por e-mail o link do myspace de Luiz Caldas, onde ele já disponibilizava algumas músicas do seu disco de rock. Era a chance perfeita pra trocar uma idéia com Luiz Caldas e fazer disso o texto daquela semana.
Uma coisa boa de trabalhar em um jornal é essa:
– Alô, Luiz?
– Opa.
– E aí, meu rei, beleza?
– Beleza.
– Então Luiz, meu nome é Ricardo, tô escrevendo em uma coluna no jornal A Tarde e queria falar sobre seu novo trabalho...
– É uma coluna de quê?
Lembrei de Chicão:
– É pra falar de rock.
– Beleza, você que diz o dia e a hora. Hoje? Amanhã?
Vou testar com mais gente.

Mas a minha estréia no jornal foi meio fró fró. Estava ansioso, era a minha primeira vez e, quando comprei o jornal, apesar da matéria que escrevi estar lá, era o nome de Chicão que assinava. Nada demais, um descuido, mas um amigo meu me ligou de tarde:
– Porra, você tá sabendo?
– O quê?
– Messias gravou um disco triplo. Li hoje na coluna de Chicão. Você tava sabendo?

Entrei na confortável e arrumada casa de Luiz Caldas e fui levado até o seu estúdio de gravação, no andar de baixo. Fui descendo lentamente as escadas, olhando os discos de ouro pendurados por toda a parede. A trilha sonora da minha infância estava naquela parede. Milhões de cópias que fizeram o Brasil inteiro olhar pra nêga do cabelo duro ².
Ele estava do lado de fora, sendo medido por duas mulheres que imagino trabalharem com roupas.
– E aí, meu velho, peraê que a gente já conversa – disse ele, ao me ver.
Estava de cabelo curto.

Na história da música, vez ou outra, ainda antes do MP3, alguns artistas se arriscavam a lançar álbuns duplos, triplos e até quádruplos, como foi o caso do Guns and Roses, que lançou, simultaneamente, dois álbuns duplos em 1992.

Em 1968, os Beatles fizeram o seu álbum duplo e, em 1970, com o fim da banda, George Harrison fez o seu álbum triplo. Foi o primeiro artista a lançar um álbum triplo. Nos Beatles, ele não tinha espaço pra gravar suas músicas, pois, hierarquicamente, não podia competir com Lennon e McCartney. Era uma música ali, outras duas aqui... Com o fim da banda, livre para voar, lançou, de vez, 27 músicas. Todas de sua autoria. Se desentalou.

Na era do MP3, um álbum simples já não vale tanto o investimento para as gravadoras. Álbuns duplos e triplos nem pensar. Se Messias já impressiona pela iniciativa de gravar e lançar (esse ano) um disco triplo, Luiz Caldas vai mais longe.
– Fale aí, Luiz, sobre esse disco de rock – comecei o diálogo.
– Rapaz, pra falar do disco de rock eu tenho de falar do projeto.
– Que projeto?
– Vou lançar 10 discos.
– Hein?
– Vou lançar 10 discos.
– Dois discos?
– DEZ discos.
– DEZ DISCOS?!
– É. Cada disco com 13 músicas. São cento e trinta músicas inéditas.
– Hein?
“E os ensinamentos de Caymmi?”, pensei em perguntar.

Vai ser um disco de axé, um instrumental, um de rock, um de frevo, um gravado em Tupi, um de forró, um de samba, um de superpopular e dois de MPB. O único que repete.
– MPB abrange muita coisa – explicou.
– E superpopular, o que é isso?
Superpopular é o nome real para o que conhecemos como música brega. O nome “oficial” é esse. Os verdadeiros artistas nunca se sentiram à vontade como a palavra “brega” para designar sua música. Sempre soou pejorativo.

Fiquei pensando em alguma pergunta e a única que consegui achar foi a mais óbvia:
– Por quê?
– “Por que” o quê? – ele revidou.
– Por que você tá lançando 130 músicas? Qual o seu intuito?
Ele pensou um pouco e com bastante tranqüilidade respondeu:
– Quero desconstruir o que fiz para construir algo novo. Não quero mais ser apenas o cabeludo que andava descalço (naquele momento, em sua própria casa, Luiz usava um All Star branco) cantando Fricote ², Tieta ³ e Ajayô ⁴;;. Tieta já é uma senhora, foi sucesso em mais de 60 países, já tem sua história. Não as renego, tenho orgulho delas e as tocarei pra sempre, mas agora quero fazer outra coisa. Não é um trabalho pra fazer sucesso, nem pra vender milhões, é apenas um artista querendo registrar sua criação – desabafou.

Todos foram gravados para soar como um disco de tal gênero. O disco de rock teve o cuidado de ser produzido por um produtor referencial como André t e tocado por músicos autênticos de rock, com instrumentos autênticos de rock and roll; com o disco de forró, é a mesma coisa, com timbragens, músicos, instrumentos e ritmos originais do forró; de frevo foram duas guitarras baianas, baixo, caixa, surdo e pratos, e por aí vai.
– E o de Tupi, quais foram os instrumentos usados? – perguntei.
– Água, vento, mato seco... – respondeu.

– Essas músicas você já vinha acumulando há quanto tempo?
– Tudo foi criado agora. De março de 2008 até janeiro de 2009 – disse Luiz, mostrando-se disciplinado no doloroso processo de criação e mostrando que nenhuma música ali é uma composição não utilizada do passado, requentada, o que dá mais credibilidade ao projeto. – Eu imagino uma música e dentro da minha cabeça consigo enxergar perfeitamente como ela vai ficar, como vai ser a batida, os instrumentos. Aí desço pro meu estúdio e gravo.
– E o rock? – perguntei.
– Ouço rock desde que nasci. Ouvia Jackson Five, mas o primeiro som de guitarra que me fez a cabeça foi o do Creedence. Naquela “época do axé”, eu metia rock and roll na avenida, sempre toquei, só que ninguém tava ligado. Nêgo embaixo ficava pirado: “que é que esse filho da puta tá tocando aí?”. Inclusive cheguei a trazer o Ultraje a Rigor pra tocar no trio elétrico, no carnaval de Salvador.

– E o axé? – perguntei.
– O axé tá isso aí: músicas feitas pra ser um estouro no verão – foi sucinto.
– E você se considera o pai do axé?
– Sim. Quando comecei, o carnaval da Bahia era feito só de frevo, então eu trouxe o teclado pro trio elétrico, a percussão na frente e uma série de referências, dentre essas estava o rock and roll, daí o porquê de eu ser o pai do axé. Existia uma criação ali. Mas hoje a nossa música é escrava do carnaval atual. Tem uma música do meu disco de frevo que é uma condenação a esse modelo de carnaval vigente, com os camarotes tirando o espaço do povo e fazendo o trio elétrico perder a sua função.

Luiz cantou a música e realmente é uma crítica corajosa, ainda mais vindo de quem vem.
– Tô com 46 anos, não tô aqui pra fazer “aê, aê, aô”, vou provocar – completou.

Entramos no estúdio para finalmente ouvir o disco. Luiz acompanhava cantando todas as músicas, fazendo air guitar, air drums e air bass em todas elas. Estava sendo sincero e isso parece ser fácil pra ele. De vez em quando, ele comentava algo como “não sou cantor de rock, mas não sou ruim” ao ouvir sua voz, “é a velha Gibson”, ao ouvir sua guitarra e “isso é rock and roll”, ao ouvir uma música sua com forte referência nos anos 70.

As músicas têm um formato pop e todas com uma forte carga progressiva. Luiz gosta muito do trio inglês Emerson, Lake & Palmer.
– Mas essa é George Harrison, se ligue – disse ele, segundos antes de entrar uma música com toda a referência e o suingue de Taxman ⁵;;;;;.
Em outro momento, ele contou uma história:
– Uma vez, eu tava andando e cruzei com uns adolescentes metaleiros, todos de camisa preta e tal e eu com uma camisa de uma banda que gosto muito, de metal, e os caras disseram “e colé de você com essa camisa aí, tio?”, aí eu parei pra conversar e falei um tempão sobre o rock. Eles ficaram calados, me olhando... No final, ainda recomendei: ouçam Kansas.
– E a camisa era de que banda?
– A que eu vestia?
– É.
– Do Kreator, conhece?
– Tô ligado, da Alemanha, né?
– Isso.

Depois de ouvir o disco, tive de ir, mas antes mostrei pra ele o tamanho da coluna no jornal.
– Luiz, obrigado por ter me recebido e por ter gasto o seu tempo me explicando sobre o seu trabalho, só fico sentido que o espaço no jornal não seja tão grande e, de repente, terei de resumir bem essa nossa conversa...
– Que nada, fique à vontade. Sei como é.
Já na saída, ele falou:
– Você falou no começo da conversa que toca bateria, né?
– É, mas tô meio parado...
– Então vou te chamar pro próximo disco de rock que vou fazer. Você vai ser um dos bateristas...
– Será uma honra. Que disco é esse? Já tá com outro projeto, é?
– Com vários... Tô gravando um com o André Abujamra...
Ficaram amigos recentemente através do myspace, e Abujamra disse a ele que nos anos 80 vinha ao carnaval de Salvador só pra vê-lo tocar.
– É com Abujamra esse próximo disco de rock? – perguntei.
– Não, com Abujamra é outro disco. Esse disco de rock que tô te convidando é um projeto que... – Ele olhou pro seu produtor e parceiro César Rasec, como se pedisse aprovação pra falar. César olhou de volta pra ele como se dissesse “você que sabe”. E Luiz resolveu falar:
– Tô com outro projeto de gravar mais 120 músicas...
– Hein?
– Mas é melhor eu te contar outra hora. Senão vai ser muita informação pra você.
– Rapaz, é melhor, é muita informação...

___________
(1) O processo da criação vai de 100 até dez mil, de John Ulhoa.
(2) Fricote, de Luiz Caldas e Paulinho Camaféu.
(3) Ajayô, de Luiz Caldas e Jorge Dragão.
(4) Tieta, de Paulo Debétio e Boni.
(5) Taxman, de George Harrison.

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Fernando Coelho
 

Cara, que história absurda. Fantástica. Só essa idéia do LC merece um livro. Sem dúvida, o "evento" mais curioso da música brasileira dos últimos anos.

Fernando Coelho · , 29/1/2009 19:42
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Hermano Vianna
 

Cury: texto excelente como sempre - adorei "superpopular", vou adotar! vou agora lá pro myspace do Luiz Caldas escutar rock! Vou chamar também o Glauber Guimarães! rsrsrsrs (por falar no Glauber: queria muito ver alguma coisa sobre o Teclas Pretas aqui no Overmundo - escutei uma música nova e achei supimpa!)

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 29/1/2009 21:58
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Mansur
 

É no mínimo, curioso! Vamos ter que dedicar bastante tempo ao Luiz Caldas para entender essa empreitada toda. Mas vamos com calma, primeiro pelo rock...Que figura!

Mansur · Rio de Janeiro, RJ 30/1/2009 11:26
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Mansur
 

Ah, o texto está gostoso de ler. Parabéns!

Mansur · Rio de Janeiro, RJ 30/1/2009 11:27
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Julyana Quintino
 

Poxa! Cury, a entrevista ficou muio boa, durante a leitura a gente sorri em vários trechos! Muito interessante, já to lá no myspae, e eu, que enm era tão fã do cara, to super curiosa pra ver.
Obrigada mais uma vez pelo overmundo existir!
;)

Julyana Quintino · Salvador, BA 1/2/2009 15:29
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soul
 

Já tinha lido no blog, o texto tá bala como sempre.
Cara, Luiz é muito doido, 130 musicas na tora assim. hauauha

soul · Salvador, BA 1/2/2009 15:53
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Felipe Obrer
 

Cury, tá aí mais um texto multidimensional teu. Gostei muito. O Luiz Caldas, pra mim, era já lembrança longínqua. Engraçado um cara como ele, que já esteve tão em evidência nos meios de massa, encarar agora projetos tão marginais. Muito interessante.

Abraço!,
Felipe



Felipe Obrer · Florianópolis, SC 1/2/2009 16:15
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Luiz Cabelo
 

Demais esta reportagem! Mostra a diversidade (meio lugar comum esta palavra diversidade mas resume bem) dos invdvíduos, que muito mais que um rótulo são formados pelo cruzamento de muitas vivências, os produtore de arte talvez mais. Parabéns!

Luiz Cabelo · Porto Alegre, RS 1/2/2009 17:46
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rosa melo
 

Cury, que beleza! Li concentradíssima, querendo logo saber o que viria em seguida. Além do texto ser delicioso, adorei saber dos planos do Luiz Caldas. Sempre fico imaginando como o mercado, a mídia, de repente nos faz crer que certos artistas viraram pó.
Parabéns!

P.S. E a vaga no jornal, PRA FALAR DE ROCK, é sua de vez?

Abraço!

rosa melo · Pio IX, PI 1/2/2009 20:59
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Ilhandarilha
 

A vida é mesmo surpreendente! Sabe que nem me lembrava do cara? A mídia é mesmo cruel com alguns artistas. Mas alguns artistas parecem ignorar isso e dar uma surpreendente virada. O que parece ser o caso do Luiz Caldas.
abraços!

Ilhandarilha · Vitória, ES 1/2/2009 21:18
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lu almeida
 

O Luiz é um grande guitarrista. É impressionante a quantidade de bons músicos que a Bahia reserva. Gostaria de vê-los, mais vezes, na imprensa pela somzera que fazem. E não só pelas paradas de sucesso. A Ivete Sangalo mesmo tem um músico como Letieres Leite no sax alto. Um cabra responsável por nada menos que a Orkestra Rumpilezz. Vc já ouviu? Coisa linda, rei rss

lu almeida · Aracaju, SE 1/2/2009 21:57
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Hermano Vianna
 

lu: Orkestra Rumpilezz é mesmo excelente! seria ótimo ler algo sobre o trabalho do Letieres Leite aqui no Overmundo - que eu saiba só o Simoninha tinha falado dela/dele por aqui - precisamos de muito mais!

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 1/2/2009 22:23
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Renata Rimet
 

Um trabalho primoroso, a admiração pelo trabalho do entrevistado e o desejo de fazer parte do processo torna a narrativa excelente... não consegui definir ainda o que é melhor, o autor do texto ou da obra citada, na duvida, fico com os dois...
Parabéns!!!

Renata Rimet · Salvador, BA 2/2/2009 11:55
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Mansur
 

Faço côro ao postado sobre o trabalho do Letieres. Estive numa conversa informal onde ele me explicou as bases que aplica, e realmente é incrível, seria bacana se o próprio pudesse escrever ou dar uma entrevista.

Mansur · Rio de Janeiro, RJ 2/2/2009 12:28
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Wesley Correia
 

Cury, Li seu texto por indicação do Hermano. Luiz Caldas é maraaa: intermultipósmusical! E seu texto é fluido. E Sara Jane o que tem feito?

Té breve.

Wesley Correia · Salvador, BA 2/2/2009 12:46
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lu almeida
 

Ah! se fosse há duas semanas teria essa entrevista pro Overmundo. O Maestro Letieres veio pra uma micareta e ficou três dias na cidade. Mas bora movimentar! Cadê os overmanos de Salvador? Se estamos em clima de carnaval poderíamos fazer uma série com esse grandes nomes. Há a promessa da Orkestra lançar o primeiro álbum ainda esse ano! Tomara ;)

lu almeida · Aracaju, SE 2/2/2009 16:32
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Hermano Vianna
 

outra boa entrevista pré-carnavalesca: Gerônimo é Rei Momo 2009, não é?

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 2/2/2009 17:37
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rosa melo
 

Lu, Hermano, a proposta de vocês é genial. Ficamos aqui escravas dos enlatados, e muitos talentos nos fogem os sentidos. Manda ver!

rosa melo · Pio IX, PI 6/2/2009 08:48
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psicopatafu
 

Amei a história. Só uma observação: a música do john é "O processo de criação vai de 10 até 100 mil" e não o contrário.
Abraços,

psicopatafu · Belo Horizonte, MG 18/2/2009 19:17
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