O som da enxada, da bacia, da alma

André Fossati
1
Marina Maria · Belo Horizonte, MG
9/5/2007 · 388 · 39
 

Ele acha o ritmo em qualquer pedaço, tambor ou sucata. Ele escreve música e canta poesia. Sem deixar nada disso de lado, investiga temáticas sociais e políticas em seu trabalho. Babilak Bah, artista paraibano que vive em Belo Horizonte, fala do ritmo como entidade sagrada e do tambor como um grande mestre. Sentada num café, escuto-o narrar suas histórias com a destreza de quem é íntimo da palavra.

Gilson César da Silva, que mais tarde ganharia o apelido de Babilak, ainda criança já cantava e batucava pelos cantos de seu bairro. No bar da esquina ele tirava sons dos copos cheirando a cerveja e pinga e voltava para casa com os bolsos cheios de moedas. O músico viveu sua infância e adolescência em João Pessoa, criado pela mãe, Iracema Gomes da Silva. Mesmo sendo analfabeta, foi dela que Babilak herdou o interesse pela palavra. “Cresci ouvindo seus cânticos e rimas”, conta.

Dona Iracema, empregada doméstica, levava o menino todos dias para o trabalho na casa de uma família da classe alta. Na biblioteca dessa casa ele olhava os livros admirando a quantidade de letras e cores. Um dia, conta, num acesso literário, roubou da estante o livro “Eu”, de Augusto dos Anjos. “Esse livro marcou muito a minha vida. Foi ali que descobri a literatura. Além do que, foi meu primeiro delito”. Naquela casa, Babilak teve contato com outros livros, revistas e jornais e conviveu com políticos da sociedade paraibana que sempre passavam por ali. “Ir da minha casa para a casa deles era um transitar entre dois mundos”, explica.

Talvez tenha sido essa convivência com políticos na adolescência, ou fato de ter nascido na véspera da data de início da ditadura, 1º de Janeiro de 1964, ou apenas a vontade de se envolver com as questões políticas no país. O fato é que a política foi uma parte importante da vida de Babilak. Ele conta que tudo começou com um grupo da igreja local, do qual ele fez parte no início dos anos 80. O grupo discutia a situação atual do país e lá Babilak se envolveu com teatro, música e poesia. Foi também nessa época que o adolescente encontrou pessoas que o despertaram para o valor da cultura popular e da negritude. Ele passou a conhecer Nietzsche, Gramsci, Naná Vasconcelos, Paulinho da Viola, e Pierre Verger, além dos emboladores de coco e todo o cenário musical Nordestino, especialmente o Movimento Jaguaribe Carne.

Depois vieram os movimentos negros, e mais tarde a militância do PT. Como poeta do partido, viajou o Brasil inteiro, recitou versos em um comício do Lula e até vira garoto-propaganda do PT. “Eu não sei muito bem como isso aconteceu, um dia tiraram minha foto e no outro eu estava estampado em camisetas e bótons do partido”, conta com um sorriso discreto e uma pontinha de orgulho. “Ver minha imagem projetada foi importante para me ajudar a me assumir como artista”, acrescenta.

“Eu era músico e não sabia”
Mesmo durante suas atividades ligadas à performance no grupo da igreja e mais tarde suas viagens pelo país como o poeta do PT, Babilak explica que não se imaginava como artista. “Eu era desencontrado com minhas vontades”. O encontro aconteceu em 1988, quando ele estava em Brasília se preparando para mais um comício do PT. Na sala onde aguardava havia um atabaque, e o artista começou a tocar o instrumento, até que um homem que passava na porta entrou atraído pelo som. “Ele disse que eu tocava bem e perguntou se eu não queria substituir um percussionista num barzinho naquela noite. Eu não ia fazer nada mesmo, então aceitei”. E assim, meio que por acaso, Babilak subiu no palco e algo mudou. “Eu me achei”, conta.

No mesmo ano Babilak fez sua primeira visita à Belo Horizonte, atraído pelo movimento musical do Clube da Esquina e pela produção literária da cidade. Dois anos depois voltou para a Paraíba, e em 1990 conheceu uma belo-horizontina com quem se casou. “Não tinha jeito, BH tava no meu destino”, ele fala sorrindo. Depois de voltar para a cidade mineira, começou a desenvolver seu trabalho como percussionista partindo de um instrumento inusitado: a enxada. O músico conta que a idéia também surgiu de repente, enquanto assistia a um show. Durante uma das músicas, um dos percussionistas pegou uma enxada e tirou um som fino dela, tocando sua parte metálica. “Aquele som ficou guardado comigo”.

A terra e a loucura
Em 1998, Babilak criou o projeto “Enxadário”, a partir de uma oficina chamada “Saque Sonoro”, em que o artista experimenta com o som de enxadas e outros instrumentos inusitados. Em 2003 ele teve o projeto de um cd aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Três anos depois, ele lançou o álbum “Enxadário - Orquestra de Enxadas”, com a presença de outros quatro músicos. Nas músicas, a temática da reforma agrária é forte, coisa que carrega consigo nas lembranças de infância. “A questão da terra no nordeste é muito forte. Lembro dos grandes acampamentos do Movimento Sem-Terra que ocupavam a Praça dos Três Poderes de João Pessoa. Outra coisa que me marcou demais foi o massacre de Eldorado de Carajás ( no episódio, ocorrido no sul do Pará, 19 sem-terra foram mortos pela Polícia Militar durante um protesto do MST em 17 de abril de 1996)”.

Babilak realiza também um trabalho com portadores de sofrimento mental do Centro de Convivência de Venda Nova, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O artista desenvolve uma oficina de ritmo, musicalidade, expressão e criatividade. Em 2002, a experiência rendeu um cd, com participação de 37 dos 70 pacientes. O álbum “Trem Tan-Tan” registra as experiências musicais do grupo e conta com direção musical de Babilak Bah e participação de vários outros músicos mineiros. Em parceira com a prefeitura de BH, o cd foi lançado no mesmo ano e atualmente está esgotado.

O futuro e o nome
Além de realizar shows do Enxadário e do Trem Tan-Tan, de ter lançado três livros de poesia e composto trilhas para espetáculos da dança (a música Haga-Mangue foi feita para a Companhia de Dança Cisne Negro de São Paulo no espetáculo “C/Cordas”) e para o cinema (ano passado uma de suas músicas fez parte da trilha sonora do filme brasileiro “Mão Armada”), Babilak Bah ainda quer muito mais. Ele conta que seu maior sonho é compor mais para o cinema, mas enquanto isso não acontece, ele planeja para novembro desse ano um espetáculo que envolve poesia, performance, instalação e filme. E para o ano que vem já está compondo um disco que, segundo Babilak, vai ser seu “reencontro com a Paraíba”, com uma releitura contemporânea da tradição cancioneira do estado.

E se até agora a origem do nome “Babilak Bah” não foi explicada, é porque ele guardou a revelação para o final, e aqui resolvi fazer o mesmo. O nome, o artista explica, surgiu durante um acampamento com amigos, enquanto Babilak “batia” num atabaque. Um de seus amigos disse “quando você toca esse atabaque sai um tanto de babilak”. O nome pegou, e mais tarde, sua primeira esposa (que era numeróloga) adicionou o “Bah”, para uma harmonização do nome. Mas para cada pessoa que pergunta o porquê do nome ele inventa uma resposta. “É um personagem que foge da ignorância”, ele também me disse...

Para conhecer: www.babilakbah.mus.br
Para ouvir: www.myspace.com/babilakbah
Para ver: www.youtube.com/babilakbah

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Marina Maria
 

estou achando o texto grande, mas preciso de sugestões de edição! rsrs

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 7/5/2007 01:03
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Egeu Laus
 

Legal, Marina!
Aproveita e dá uma olhada num subtítulo que ficou grudado.
Talvez seja o caso até de deixar uma linha em branco também depois deles...
Abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 7/5/2007 01:05
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Egeu Laus
 

Não tá grande, não. Tá de bom tamanho... : ))
Mas falta um crédito na foto...
Abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 7/5/2007 01:06
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Marina Maria
 

Acabei de perceber Egeu... Muito obrigado pela observação! abs!

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 7/5/2007 01:06
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Marina Maria
 

ué eu podia jurar que tinha posto o crédito...
a madrugada tá me afetando
obrigada de novo pelo toque!

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 7/5/2007 01:10
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Guilherme Mattoso
 

ficou legal o texto!

Guilherme Mattoso · Niterói, RJ 7/5/2007 08:22
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Marina Maria
 

valeu, guilherme!

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 7/5/2007 12:05
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Helena Aragão
 

Gostei muito do som, épico! Já que estamos na temporada de sugestões, você não quer conferir se o porquê da pergunta não é separado? Sendo uma pergunta...
E viva a enxada percussiva!

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 7/5/2007 13:08
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dj yuga
 

Salve Marina!

Excelente Maravilha como diria meu conterrâneo Pereira da Viola... muito bom este texto, bom que fiquei sabendo um pouco da história do Gilson César da Silva... sempre achei que ele se chamava Babilak. O trabalho deste cabra é maravilhoso... que bom que vc está fazendo a assessoria para ele. Dá o toque no Capileh Charbel , ele faz o Programa de Rádio do Overmundo.

No mais... tamo junto nessa missão sonora.

Yuga

dj yuga · Belo Horizonte, MG 7/5/2007 17:23
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Marina Maria
 

Ei Helena, obrigada pelo comentário. Eu não sei se você tá falando do primeiro "porque" (E se até agora a origem do nome “Babilak Bah” não foi explicada, é porque ele guardou a revelação ..) ou do segundo ( Mas para cada pessoa que pergunta o porquê do nome ele inventa uma resposta...). Bom, é aquela velha confusão né =P. Mas pelo que eu sei, o primeiro é "porque" junto porque indica causa, motivo, e o segundo é "porquê" porque é um substantivo, que vem seguido do artigo "o". eu acho que é isso...

yuga, obrigada pela visita, pelo comentário e pela força!

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 7/5/2007 21:03
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Clara Bóia
 

Olá Marina.
Que legal o trabalho do Babilak. Visitei o site do cara, muito bom.
E se eu não tenho nenhuma sugestão de edição é porque eu acho que não precisa mudar nada :)

Clara Bóia · Blumenau, SC 7/5/2007 23:18
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Marina Maria
 

Ei Clara, muito obrigada! =)

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 8/5/2007 09:20
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Helena Aragão
 

Ih, não, Marina, acho que não me expliquei bem então, era o "porquê" do título da música, que é uma pergunta! Aliás, agora reparei que você colocou uma segunda música, vou lá ouvir!

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 8/5/2007 18:21
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dj yuga
 

Salve Marina!

Agora só falta uma dobradinha Babilak Bah e Black Sonora.

E que a FORÇA esteja conosco...

dj yuga · Belo Horizonte, MG 8/5/2007 19:54
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Marina Maria
 

ah, agora entendi Helena... rsrsrs... então, essa "por que" é separado mesmo, mas no cd do Babilak tá escrito junto, daí fiquei com medo de mudar... vai saber essas coisas de liberdade artísitca. =P

ah mas resolvi arriscar e mudar assim mesmo! dá um nervoso ver esse porque junto na pergunta mesmo... rsrsrsrs

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 8/5/2007 22:01
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Nina Furtado
 

marina,
adorei o texto! embora seja um pouco mais extenso, a leitura não foi nem um pouco cansativa. aliás, a leitura fluiu tal como a música deve fluir, né?

em relação ao uso do "por que", quem se interessar pode dar uma olhadinha nesse link: http://www.mapasmentais.com.br/modelos/portugues/mm_port_porque.htm

=D

bjos

Nina Furtado · Belo Horizonte, MG 9/5/2007 11:26
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Rafael Campos
 

Muito legal o texto Nina!!!! Me motivou a escutar...
Beijoss

Rafael Campos · Belo Horizonte, MG 9/5/2007 15:08
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Tranquera
 

Gostei do texto e das músicas... Bem bacana...

Tranquera · São Paulo, SP 9/5/2007 18:43
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doradinha
 

Nina. Gostei muito da matéria.
Nossa, assim vc vai longe!

doradinha · Belo Horizonte, MG 10/5/2007 10:41
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Marina Maria
 

Obrigada Nian, Rafa, Flá e Tranquera! Fico muito feliz de saber que vocês gostaram...

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 10/5/2007 10:56
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Pedro Vianna
 

Nossa adorei mesmo o som.
De uma densidade melódica épica.
Parabéns pelo texto.

http://textormento.blogspot.com/

Pedro Vianna · Belém, PA 10/5/2007 11:16
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José
 

Eu AMEI!! Tá perfeito!!!
Agradecido, José

José · Criciúma, SC 10/5/2007 11:27
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Isabela ramos
 

Marina, que texto lindo! Que riqueza de palavras e que figura maravilhosa essa pessoa de nome Babilak!! parabéns mesmo, e não vou te dar nenhuma sugestão por que o texto está ótimo na minha opnião!
beijão!

Isabela ramos · Teresina, PI 10/5/2007 11:28
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vetorc
 

Babilak, cara, não li e Gostei muito - só senti através dos comentários, - passei a vista rápido - mas daqui a pouco leio - o visual está demais. Meu, esta foto deveria ser capa de disco. Falo disco sim, pois não abandonei o vinil...hehehe!!! Gostaria de ouvir teu som no vinil cara! Já ouviu um bom jazz em um vinil arranhadinho? Demais
Manda tua matéria pra gente publicar aqui no www.vetorcultural.com com som e tudo - Como disse - daqui a pouco leio.
Pedro Rodrigues
www.vetorcultural.com - Um Estado de Arte

vetorc · Recife, PE 10/5/2007 11:41
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Bruna Célia
 

Gostei do texto. O teor me faz lembrar de umas matérias que tenho lido na revista Vida Simples.
Parabéns pela iniciativa. Mas aproveitando a oportunidade que o overmundo proporciona, quero dar algumas dicas de edição.

O texto tem alguns erros, principalmente quanto aos tempos verbais. Mas isso a gente aprende com o tempo e com a revisão.

Espero ter ajudado.


Continue escrevendo que continuarei lendo, ok?

ABS

Bruna Célia · Goiânia, GO 10/5/2007 11:43
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vetorc
 

Meu irmão, e que lugar é aquele? Sou artista plástico, e adorei o lugar - o visual, a foto, e Babilak - tá demais - Babilak, acabo de baixar teu som - é demais - puro metal - é claro, é épico mesmo - sem querer ser repetitivo.
abraços a você e a todos,
pedro rodrigues
www.vetorcultural.com

vetorc · Recife, PE 10/5/2007 12:01
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Marina Maria
 

Pedro Vianna, José e Isabela, muito obrigada pelo comentário do vocês! Pedro Rodrigues, pode deixar que vou entrar em contato com você para mandar a matéria sim... E Bruna, obrigada pelo toque a respeito dos tempos verbais, talvez você me ajudasse mais apontando quais erros você encontrou! E olha que eu revisei umas dez vezes o texto... mas tem umas coisas que passam despercebidas mesmo.

Abraços à todos!

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 10/5/2007 12:01
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Edmundo Nascimento
 

Cada dia fico mais impressionado com as ricas descobertas Brasil adentro. Nesse caso, orgulhoso também por ser conterrâneo Gilson. Bonita história de luta e talento. Parabéns !

Edmundo Nascimento · João Pessoa, PB 10/5/2007 13:21
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Andre Pessego
 

Legal, Marina. Sabe a minha filha mais velha ja ali prestes à entrada na Faculdade andou muito fantasiada com broches estampando o Babilack. Camisetas, etc. Pensava´se de que fosse gente da Jamaica, sabe aquelas coisas de moda. um abraço andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 10/5/2007 13:55
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André Gonçalves
 

gostei de tudo, inclusive do babilak bah. podemos até acrescentar ao nome algo mais: babilah bah batuque bom bebé.

André Gonçalves · Teresina, PI 10/5/2007 13:58
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FILIPE MAMEDE
 

Excelente texto. Conteúdo muito bacana e a foto ilustra muito bem a matéria. Um abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 10/5/2007 14:15
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jujuba
 

Fico emocionada com gente que busca tantos recursos diferentes para produzir arte! demais!

jujuba · Santo André, SP 10/5/2007 14:49
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Marina Maria
 

Edmundo, Filipe, Jujuba, fico feliz de receber o apoio de vocês. André, adorei o jogo com as palavras. E A. Pessego, que história mais engraçada! O Babilak vai morrer de rir com isso...

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 10/5/2007 15:32
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carlos gabriel
 

Marina,
a reportagem ficou muito boa. Escutei a música dele no link e achei interessante. Ele é um grande personagem para qualquer matéria sobre música. Como você ficou conhecendo ele?

carlos gabriel · Belo Horizonte, MG 10/5/2007 16:47
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Roberta Tum
 

Marina,
gostei do cara e das suas enxadas. Parabéns!

Roberta Tum · Palmas, TO 10/5/2007 17:30
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Nívio de Souza
 

As idéias simples têm a força primal que move e emociona. Grande sujeito. Muito bom tb o texto.

Nívio de Souza · São Paulo, SP 10/5/2007 17:55
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Marina Maria
 

Ei Carlão, vc por aqui... obrigada pelo comentário. Eu estou fazendo assessoria de divulgação dele e quando fiquei sabendo da sua história senti que rendia uma matéria legal. Roberta e Nívio, que bom que vocês gostaram.

Marina Maria · Belo Horizonte, MG 11/5/2007 08:54
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zepereiranoticias.blogspot.com
 

Parabéns pelo texto e pelo Babilak. Nem conhecia o rapaz.

zepereiranoticias.blogspot.com · Belo Horizonte, MG 11/5/2007 15:31
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j. coelho larosa
 

Babilak, que vive laborando a apatia do impassível na ''necrópole dos intolerantes'', é um vitorioso da linguagem sonora que, com muita criatividade, produziu dois primorosos discos. Senta a Pua, velhinho!

www.iandury.com

j. coelho larosa · Belo Horizonte, MG 25/11/2007 19:38
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