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Piauí no carnaval: roteiro do desfile da U. Lucas

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Logomarca comemorativa do Enredo 2008 da Unidos de Lucas
1
Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ
23/8/2007 · 184 · 41
 

A Unidos de Lucas apresentou neste sábado, dia 19, em sua quadra de ensaios, o Roteiro de Desfile para o Carnaval 2008, quando homenageará o Piauí e sua capital, Teresina. Na ocasião também foram apresentados alguns figurinos de alas.
A Unidos de Lucas será a quinta escola a desfilar no Grupo B, que por enquanto, está marcado para o dia 5 de fevereiro. A Prefeitura do Rio, tem intenção de transferir o desfile para sexta-feira, dia 1 de fevereiro, a fim de permitir sua transmissão por TV aberta.
Conheça agora o Roteiro de Desfile da Unidos de Lucas.

Quadro 1
A Pré-História do Piauí


Primeira parte do Quadro 1
A Migração Africana


Abriremos nosso desfile retratando o momento da vinda de hordas africanas para as Américas, dando origem À civilização americana

Comissão de Frente
A Marcha Africana rumo às Américas – Nômades Africanos
Partindo de seus territórios situados onde, hoje, está a África, hordas de negros nômades partem para a conquista de novas terras.

Sua marcha pode ter acontecido quando o globo terreste possuía um único continente, chamado Pangéa, que pode ter se dividido nos vários continentes atuais, ou ter sido inundado, na parte que seria pertencente à Atlântida.

Teorias não faltam. O fato é que sob a luz de um novo horizonte, estes nômades chegaram às terras do Piauí e ali deram início à civilização Americana.

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Fantasia: A Inspiração Afro-Nômade
As grande hordas seguiam em longo agrupamento, que por sua vez se subdividiam em grupos menores que formavam pequenas tribos. Daí veio a formação do desfile das Escolas de Samba? Possivelmente, sim.

É sabido que os povos nômades da África seguiam em suas marchas, buscando forças para as longas caminhadas no canto e na dança.

Nosso primeiro casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira representam esta inspiração vinda do ritmo africano que inspirava suas jornadas.

1ª Ala – Ala das Baianas
Fantasia: Mães d’América – As Luzias
Todos os povos têm seu elo comum. Os povos das Américas têm em Luzia seu ancestral mais antigo. Aqui, homenageamos as mulheres, negras na cor, guerreiras na alma. De seu ventre, nas terras do Piauí, nasce uma nova civilização. E ninguém melhor as representaria, com seu colo doce e sua aura maternal do que as baianas da Unidos de Lucas. Hoje, Luzias de toda a América.

Alegoria 1
Piauí – Berços dos Povos d’América
Nesta alegoria estão representados principais sítios arqueológicos dos Piauí: a Serra da Capivara e as Sete Cidades de Pedra. As inscrições dos primeiros povos a passarem por terras piauienses, gravadas em suas grutas e fendas, estão presentes nesta alegoria, bem como elementos de inspiração Africana.

Segunda parte do Quadro 1
Os Elos Perdidos


Nesta parte apresentamos os povos que supostamente estiveram no Piauí em sua pré-história e representam o elo perdido entre o negro e o índio, primeiro biótipo genuinamente americano.

2ª Ala
Fantasia: Elos Perdidos – Povos de Atlântida
A principal referência da migração dos povos do continente submerso para as terras do Piauí, está nas declarações de alguns índio pertencente à classe de Tupinambás e Tabajaras, como o Tremembés e os Caraíbas, registradas em documentos da ocasião do descobrimento das Américas e, em seguida, do Brasil, de que seriam descendentes de um povo que teria vindo de um outro continente, quando este foi destruído. Os povos da Antiga Atlântida podem ser o primeiro – e talvez, o principal – elo perdido entre o negro e o índio.

3ª Ala
Fantasia: Elos Perdidos – Os Fenícios
Os fenícios estabeleceram-se nas margens orientais do Mediterrâneo, na fina e fértil faixa situada entre o mar e os montes Líbano e Antilíbano. A pequenez de seu território, a presença de vizinhos poderosos, e a existência de muita madeira de cedro (boa para a construção naval), nas florestas das montanhas, parecem ter sido fatores adicionais que orientaram a civilização fenícia para o mar.

O Brasil está repleto de indícios comprobatórios da passagem dos fenícios, e tudo indica que eles concentraram sua atenção no nordeste. Pouco distante da confluência do rio Longá e do rio Parnaíba, no Estado do Piauí, existe um lago onde foram encontrados estaleiros fenícios e um porto, com local para atracação dos "carpássios" (navios antigos de longo curso).


4ª Ala
Fantasia: Elos Perdidos – Os Vickings
O pesquisador francês Jacques de Mahieu que esteve em Sete Cidades em 1974 atribui as inscrições e pinturas rupestres aos vikings, pela semelhança com os caracteres rúnicos.

Os vikings (por vezes usa-se a forma aportuguesada viquingues) eram guerreiros-marinheiros da Escandinávia que entre o final do século VIII e o século XI pilharam, invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa e ilhas Britânicas. Embora sejam conhecidos principalmente como um povo de terror e destruição, eles também fundaram povoados e fizeram comércio pacificamente.

A “Era Viking” é o nome da última parte do início da Idade do Ferro na Escandinávia.

Terceira parte do Quadro 1
Filhos d’América


Mostraremos em duas alas duas das mais significativas tribos indígenas do Piauí, como exemplos do biótipo resultante dessa miscigenação pré-histporica que faz do Piauí o berço dos povos de todas as Américas.


5ª Ala
Fantasia: Filhos d’América – Índios Tremembés
Os Tremembés são um grupo indígena que hoje habita os limites do município brasileiro de Itarema, no litoral do estado do Ceará, mais precisamente na Área Indígena Tremembé de Almofala (Itarema) e Terras Indígenas São José e Buriti (Itapipoca), Córrego do João Pereira (Itarema ne Acaraú)e Tremembé de Queimadas (Acaraú).

Originalmente seu território estendia-se das praias do Piauí, sobretudo, Ocupando o Delta do Parnaíba, até as praias de Fortaleza, passando pelo Maranhão.. Foram aldeados no século XVIII nas missões de Tutoya do Gentio, Almofala (Aracati-Mirirm) e Soure (Caucaia).

6ª Ala
Fantasia: Filhos d’América – Índios Caraíbas
Do tupi Kara ' ib(sábio, inteligente). Teriam habitado toda a região Norte e Nordeste do Brasil até o território hoje pertencente Às Guianas e as várias ilhas da América Central cujo mar, por isto, passou a denominar-se "Mar do Caribe". Os caraíbas da Amazônia praticavam o antropofagismo.

Os caraíbas foram os primeiros povos nativos das Américas que tiveram contato com os espanhóis no final do século XV, e desde logo passaram a ser escravizados para trabalharem nas colônias que se fundavam.

O próprio Cristóvão Colombo, retornando de sua primeira viagem às Américas em 1495, já levou 509 caraíbas para vendê-los como escravos em Sevilha, na Espanha.

Como não possuíam imunidade contra as doenças que os europeus trouxeram, os caraíbas foram mortos aos milhares, seguindo-se, assim, até quase a dizimação final desta etnia.

Quadro 2
A História Chega ao Piauí


Tripé 1: A História Chega ao Piauí

Rainha da Bateria
Fantasia: O Espírito Desbravador

7ª Ala
Fantasia: Bateria – Os Bandeirantes
Bandeirantes são chamados os sertanistas que a partir do século XVI penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata – abundante na América espanhola – pedras preciosas e semipreciosas, ou índios para escravização. Por vezes, o reconhecimento do território para a Coroa portuguesa e o controle de levantamentos dos Índios eram também objetivos dos bandeirantes.

Suas expedições eram chamadas de “Entradas e Bandeiras”, este último termo deu origem à expressão bandeirante. Tradicionalmente, os historiadores distinguem as Entradas, como movimentos promovidos pelo Governo, das bandeiras, como expedições particulares.

Um bandeirante paulista, Domingos Jorge Velho, penetrou em terras piauienses. Ele desbravou o território, cultivou a terra, construiu currais e criou gado, mas logo continuou o seu caminho, desbravando novas regiões. Foi ele quem deu a atual denominação de Parnaíba ao rio que antes era conhecido como rio Grande dos Tapuias, Pará ou Punaré. Domingos Jorge Velho foi um dos maiores bandeirantes do Brasil. Acompanhou Domingos Afonso Sertão ao Piauí e, depois de combaterem os índios pimenteiras, foi sozinho ao Ceará afungentar os índios cariris. Guerreou os índios icós e sucurus e, mais ao sul, destroçou os índios calabaças e coremas na Paraíba.

8ª Ala
Fantasia: O Reconhecimento da Corte
O Piauí esteve sob a bandeira de Pernambuco até 1701, quando em 3 de março daquele ano uma Carta Régia enviada ao Governador de Pernambuco anexava o Piauí ao Maranhão. A autonomia veio em 1761, por meio de uma Carta Régia, datada de 19 de junho. Por aquele instrumento, a Vila do Mocha ascendia à condição de cidade e oito povoados foram alçados a condição de Vila. Em 13 de novembro do mesmo ano, o Governador João Pereira Caldas impunha o nome de São José do Piauí a Capitania e mudava o nome da capital de Vila do Mocha para Oeiras.

A completa independência em relação ao Maranhão somente aconteceu em 26 de setembro de 1814, quando, por força de um Decreto Real, o Governo Militar do Piauí foi separado do Governo Militar do Maranhão e, em 10 de outubro, nova Carta Régia isentava o Piauí da jurisdição maranhense.

9ª Ala
Fantasia: O Piauí Republicano
Com a Proclamação da República e o conseqüente fim da Monarquia, o Piauí ganha sua formação como o Estado atualmente é, inicia um momento de grandes avanços com a implantação da rede elétrica e telegráfica e a ampliação da capacidade de navegação do Rio Paraíba

Alegoria 3
Assim Nasceu o Piauí
Fusão do elementos do contexto histórico da formação do Estado do Piauí

Quadro 3
A Arte e a Cultura do Piauí



Primeira parte do Quadro 3
Os Ritmos do Piauí



10ª Ala
Fantasia: Ritmos – Pagode
O Pagode é ritmo de origem africana nascido no Piauí e que teria sido o precursor – ou pelo menos o inspirador – do samba de roda mais cadenciado

11ª Ala
Fantasia: Ritmos – Forró

O Forró, na verdade, são vários gêneros musicais oriundos do nordeste brasileiro. Possui origem mestiça. Entre vários ritmos diferentes que são comumente identificados como Forró destacam-se o Baião, o Coco, o Rojão, a Quadrilha, o Xaxado e o Xote.

O Piauí possui seu ritmo de forró. Levemente mais acelerado e melodioso é sucesso em todas as classes e faixas etárias.

Segunda parte do Quadro 3
O Artesanato Piauiense


12ª Ala
Fantasia: Artesanato – Arte Cesteira
Entre tantas formas de artesanato popular típico do Piauí, destaca-se a arte de fazer cestos em materiais naturais diversos. Os cestos piauienses são reconhecidos e valorizados em todo o mundo.


13ª Ala
Fantasia: Artesanato – Arte Santeira
O Piauí é um dos estados brasileiros onde a fé de seu povo se manifesta de forma mais visível. Oeiras, primeira capital do Piauí, é considerada a capital brasileira da fé. E esta fé também pode ser vista em forma de arte. A arte santeira – arte de esculpir santos nos mais diferentes materiais – piauiense é referência como arte nordestina brasileira.

Terceira parte do Quadro 3
O Folclore


14ª Ala
Fantasia: Danças e Festas – Festejos Juninos
As Festas Juninas são uma celebração brasileira de origem européia, relacionadas historicamente com a festa pagã do solstício de verão (declinação austral do Sol) e que era celebrada no dia 24 de Junho do Calendário Juliano (pré-gregoriano). Foi cristianizada na Idade Média como Festa de São João. Trazida para o Brasil pelos portugueses foi logo incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

A folia é típica dos Estados da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o povo agradece anualmente a São João e a São Pedro pelas chuvas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas típicas feitas a partir deste grão integram a tradição, como a canjica e a pamonha. Três importantes santos católicos são festejados nesta época: Santo Antonio (13 de Junho), São João (24 de Junho) e São Pedro (29 de Junho).



15ª Ala
Fantasia: Danças e Festas – Reisado, Marujada e Pastoril
O reisado tem origem portuguesa e data do século XVIII. Constitui-se num dos mais tradicionais folguedos folclóricos, adquirindo formas singulares de acordo com os costumes e identidade cultural de cada região, sem deixar de preservar o enredo principal do auto natalino que é a dramatização da visita dos três reis magos ao Menino Jesus. O auto é interpretado por grupos que se fantasiam e saem de porta em porta anunciando a chegada do Messias tocando e cantando músicas folclóricas em troca de comida e bebida.

As principais figuras do Reisado são: os três Reis Magos, a cigana, os caretas, a burrinha, casal de velhos, a ema e o Jaguará. Na região Nordeste mais figuras foram incorporadas ao reisado: o pião e o boi, por exemplo. Simbolizando o brinquedo da criança nordestina, o pião e os brincantes dançam ao som da conhecida cantiga:

O pião entrou na roda, pião

O pião entrou na roda, pião

Roda pião, bambeia pião

Roda pião, bambeia pião.

Além dos tradicionais personagens, no Piauí foram introduzidas mais duas figuras: o galo e o carneiro, que também representam os animais que visitaram a lapinha do Menino Jesus.



Segundo Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Fantasia: Catirina e Pai Chico
Pai Chico e Catirina são dois dos principais personagens do Bumba-Boi.

16ª Ala
Fantasia: Danças e Festas – Bumba meu Boi
Remontam à antiguidade, as festas de glorificação e exaltação da figura do Boi. Espalham-se por toda a região do Crescente Fértil e constituem uma das principais celebrações da cultura egípcia.

Assim como a grande maioria das manifestações culturais, o Bumba-meu-boi tem nas suas origens uma forte presença religiosa, expressa na morte e ressurreição da entidade principal - o Boi.

No Brasil, a presença do Boi está ligada à força motriz desempenhada por esse animal, nas várias regiões, no Nordeste especificamente, aos engenhos de açúcar e carros canavieiros.

Assim nasce o Bumba-meu-boi, entre o real e o imaginário popular, um dos mais puros espetáculos nordestinos. Auto dramático com personagens humanos, fantásticos e animais, é uma espécie de ópera popular, cujo conteúdo varia entre os inúmeros grupos de bumba-meu-boi existentes.

O boi simboliza os animais que compõem o presépio, e ganha o colorido das fitas e o brilho dos paetês.

O “Encontro de Bois de Teresina”, no mês de julho, que reúne todos os grupos de bumba-meu-boi da capital e do interior, marca o encerramento das festas de boi que acontecem a partir do fim de maio.
As agremiações são as seguintes:
Brilho da Noite
Dominador do Sertão
Estrela Dalva
Touro da Paz
Mimo do Ano
Sombra da Lua
Mimo de Santa Cruz
Mimo das Crianças
Maioba do São Joaquim
Imperador da Ilha
Riso da Floresta
Terror do Nordeste
Rei da Floresta
Independência do Brasil
Guerreiro Solitário
Raminho do Amor
Touro do Alto
Liberdade da Piçarra
Capricho da Ilha

Alegoria 3
Piauí – Seu Folclore, Suas Lendas
Arte e Cultura na Terra do Sol do Equador


A Alegoria apresenta uma fusão de elementos que remete ao melhor da cultura paiuiense. O Cabeça-de-Cuia, o Uiré, o Bumda-meu-boi, os santos, os cestos e bordados do artesanato popular se unem numa singular homenagem ao artista anônimo que tem em suas mão a principal ferramenta para sua subsistência.

Nesta alegoria homenagearemos também artistas célebres do Piauí, como Torquato Neto, poeta, jornalista, letrista de música popular, experimentador da contracultura, e Paulo Diniz, cantor e compositor.

Quadro 4
Piauí do Brasil


17ª Ala
Fantasia: A Força do Campo - Agricultura e Pecuária
A agricultura e a pecuária extensiva, são a principal força ecnômica do Piauí.

A pecuária foi a primeira atividade econômica desenvolvida no Estado, fazendo parte de sua tradição histórica. O folclore e os costumes regionais derivam em grande parte da atividade pastoril. Entre os rebanhos, destacam-se os caprinos, bovinos, suínos,ovinos e asininos. A caprino-cultura, por sua capacidade de adaptação a condições climáticas inóspitas, tem sido incentivada pelo Governo, proporcionando meio de vida a significantes parcelas da população menos favorecida, principalmente nas regiões de Campo Maior e Alto Piauí.

A agricultura no Piauí desenvolveu-se paralelamente á pecuária, como atividade quase que exclusivamente de subsistência. Posteriormente, adquiriu maior caráter comercial e industrial. Entre as culturas tradicionais temporárias sobressaem-se o milho, o feijão, o arroz, a mandioca, o algodão herbáceo, a cana-de-açúcar e a soja. Entre as culturas permanentes, destacam-se a manga, a laranja, castanha-de-caju e o algodão.

18ª Ala
Fantasia: Biocombustível – Tecnologia 100% Piauí
Em tempos de busca a formas alternativas e menos poluentes para substituição de combustíveis convencionais, o Piauí vem obtendo destaque internacional com o seu biodiesel de mamona. Totalmente desenvolvida no Piauí, já é vista como uma alternativa viável e deverá se tornar em médio a longo prazo um dos pilares da economia do Piauí

19ª Ala
Fantasia: Zona Franca do Piauí – A Nova Indústria
O Brasil vai ganhar mais uma Zona Franca (Zona de Processamento de Exportação), como a de Manus. E ela fica no Piauí.

A ZPE é uma área onde se estabelecem indústrias voltadas para o mercado de exportação e que operam com vantagens especiais, como incentivos tributários e cambiais.

O projeto, que visa atrair inúmeras empresas de grande porte é de vital importância para o desenvolvimento do Estado

20ª Ala
Fantasia: Educação Medalha de Ouro
Há dois anos consecutivos o Piauí está em primero lugar no Enem – Exame Nacional do Ensino Médio, e é o segundo maior investidor em Educação, mesmo sendo o segundo menor arrecadador.

21ª Ala
Fantasia: Assim é o PiauíEsta ala é uma homenagem aos 223 municípios do Estado do Piauí, apresentando suas bandeiras.

Alegoria 4
Piauí do Brasil
Nesta alegria encerramos nossa homenagem ao Estado do Piauí, apresentando suas cores e o Palácio de Karnak, sede do Governo do Piauí e uma de seus principais cartões postais.

Velha Guarda
Traje: A Sabedoria Paiuiense
Nossa Velha-Guarda homenageia a sabedoria popular piauiense que só o tempo pode dar. Envelhecer é bom. Envelhecer na Unidos de Lucas, homenageando o Piauí é ainda melhor!

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Natacha Maranhão
 

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Natacha Maranhão · Teresina, PI 21/8/2007 09:43
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2007 10:33
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Higor Assis · São Paulo, SP 21/8/2007 14:37
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Thiago Camelo · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2007 15:33
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Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2007 18:59
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 22/8/2007 08:12
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Thiago Camelo · Rio de Janeiro, RJ 22/8/2007 12:02
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Marluce Freire Nascasbez · Carnaíba, PE 23/8/2007 14:11
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Maniefurt · Salvador, BA 23/8/2007 14:26
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Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/8/2007 14:43
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Lígia Saavedra · Ananindeua, PA 23/8/2007 17:44
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Andre Pessego · São Paulo, SP 23/8/2007 21:32
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CCorrales · São Paulo, SP 23/8/2007 23:46
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stefano ferreira · Oeiras, PI 24/8/2007 00:16
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Saramar · Goiânia, GO 24/8/2007 00:17
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Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 02:59
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Rodrigo S.Levino · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 11:17
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 25/8/2007 02:41
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Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 26/8/2007 18:54
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:37
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:58
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Saramar · Goiânia, GO 27/8/2007 06:33
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Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 27/8/2007 09:49
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Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 11:25
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Naeno · Teresina, PI 27/8/2007 18:17
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Biá Boakari · Teresina, PI 28/8/2007 11:29
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 28/8/2007 17:50
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 29/8/2007 01:44
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Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 9/9/2007 08:33
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Satu · Marília, SP 10/10/2007 00:47
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Hélton · São Francisco de Assis do Piauí, PI 16/1/2008 10:18
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