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Piauí no carnaval: roteiro do desfile da U. Lucas

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Logomarca comemorativa do Enredo 2008 da Unidos de Lucas
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Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ
23/8/2007 · 184 · 41
 

A Unidos de Lucas apresentou neste sábado, dia 19, em sua quadra de ensaios, o Roteiro de Desfile para o Carnaval 2008, quando homenageará o Piauí e sua capital, Teresina. Na ocasião também foram apresentados alguns figurinos de alas.
A Unidos de Lucas será a quinta escola a desfilar no Grupo B, que por enquanto, está marcado para o dia 5 de fevereiro. A Prefeitura do Rio, tem intenção de transferir o desfile para sexta-feira, dia 1 de fevereiro, a fim de permitir sua transmissão por TV aberta.
Conheça agora o Roteiro de Desfile da Unidos de Lucas.

Quadro 1
A Pré-História do Piauí


Primeira parte do Quadro 1
A Migração Africana


Abriremos nosso desfile retratando o momento da vinda de hordas africanas para as Américas, dando origem À civilização americana

Comissão de Frente
A Marcha Africana rumo às Américas – Nômades Africanos
Partindo de seus territórios situados onde, hoje, está a África, hordas de negros nômades partem para a conquista de novas terras.

Sua marcha pode ter acontecido quando o globo terreste possuía um único continente, chamado Pangéa, que pode ter se dividido nos vários continentes atuais, ou ter sido inundado, na parte que seria pertencente à Atlântida.

Teorias não faltam. O fato é que sob a luz de um novo horizonte, estes nômades chegaram às terras do Piauí e ali deram início à civilização Americana.

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Fantasia: A Inspiração Afro-Nômade
As grande hordas seguiam em longo agrupamento, que por sua vez se subdividiam em grupos menores que formavam pequenas tribos. Daí veio a formação do desfile das Escolas de Samba? Possivelmente, sim.

É sabido que os povos nômades da África seguiam em suas marchas, buscando forças para as longas caminhadas no canto e na dança.

Nosso primeiro casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira representam esta inspiração vinda do ritmo africano que inspirava suas jornadas.

1ª Ala – Ala das Baianas
Fantasia: Mães d’América – As Luzias
Todos os povos têm seu elo comum. Os povos das Américas têm em Luzia seu ancestral mais antigo. Aqui, homenageamos as mulheres, negras na cor, guerreiras na alma. De seu ventre, nas terras do Piauí, nasce uma nova civilização. E ninguém melhor as representaria, com seu colo doce e sua aura maternal do que as baianas da Unidos de Lucas. Hoje, Luzias de toda a América.

Alegoria 1
Piauí – Berços dos Povos d’América
Nesta alegoria estão representados principais sítios arqueológicos dos Piauí: a Serra da Capivara e as Sete Cidades de Pedra. As inscrições dos primeiros povos a passarem por terras piauienses, gravadas em suas grutas e fendas, estão presentes nesta alegoria, bem como elementos de inspiração Africana.

Segunda parte do Quadro 1
Os Elos Perdidos


Nesta parte apresentamos os povos que supostamente estiveram no Piauí em sua pré-história e representam o elo perdido entre o negro e o índio, primeiro biótipo genuinamente americano.

2ª Ala
Fantasia: Elos Perdidos – Povos de Atlântida
A principal referência da migração dos povos do continente submerso para as terras do Piauí, está nas declarações de alguns índio pertencente à classe de Tupinambás e Tabajaras, como o Tremembés e os Caraíbas, registradas em documentos da ocasião do descobrimento das Américas e, em seguida, do Brasil, de que seriam descendentes de um povo que teria vindo de um outro continente, quando este foi destruído. Os povos da Antiga Atlântida podem ser o primeiro – e talvez, o principal – elo perdido entre o negro e o índio.

3ª Ala
Fantasia: Elos Perdidos – Os Fenícios
Os fenícios estabeleceram-se nas margens orientais do Mediterrâneo, na fina e fértil faixa situada entre o mar e os montes Líbano e Antilíbano. A pequenez de seu território, a presença de vizinhos poderosos, e a existência de muita madeira de cedro (boa para a construção naval), nas florestas das montanhas, parecem ter sido fatores adicionais que orientaram a civilização fenícia para o mar.

O Brasil está repleto de indícios comprobatórios da passagem dos fenícios, e tudo indica que eles concentraram sua atenção no nordeste. Pouco distante da confluência do rio Longá e do rio Parnaíba, no Estado do Piauí, existe um lago onde foram encontrados estaleiros fenícios e um porto, com local para atracação dos "carpássios" (navios antigos de longo curso).


4ª Ala
Fantasia: Elos Perdidos – Os Vickings
O pesquisador francês Jacques de Mahieu que esteve em Sete Cidades em 1974 atribui as inscrições e pinturas rupestres aos vikings, pela semelhança com os caracteres rúnicos.

Os vikings (por vezes usa-se a forma aportuguesada viquingues) eram guerreiros-marinheiros da Escandinávia que entre o final do século VIII e o século XI pilharam, invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa e ilhas Britânicas. Embora sejam conhecidos principalmente como um povo de terror e destruição, eles também fundaram povoados e fizeram comércio pacificamente.

A “Era Viking” é o nome da última parte do início da Idade do Ferro na Escandinávia.

Terceira parte do Quadro 1
Filhos d’América


Mostraremos em duas alas duas das mais significativas tribos indígenas do Piauí, como exemplos do biótipo resultante dessa miscigenação pré-histporica que faz do Piauí o berço dos povos de todas as Américas.


5ª Ala
Fantasia: Filhos d’América – Índios Tremembés
Os Tremembés são um grupo indígena que hoje habita os limites do município brasileiro de Itarema, no litoral do estado do Ceará, mais precisamente na Área Indígena Tremembé de Almofala (Itarema) e Terras Indígenas São José e Buriti (Itapipoca), Córrego do João Pereira (Itarema ne Acaraú)e Tremembé de Queimadas (Acaraú).

Originalmente seu território estendia-se das praias do Piauí, sobretudo, Ocupando o Delta do Parnaíba, até as praias de Fortaleza, passando pelo Maranhão.. Foram aldeados no século XVIII nas missões de Tutoya do Gentio, Almofala (Aracati-Mirirm) e Soure (Caucaia).

6ª Ala
Fantasia: Filhos d’América – Índios Caraíbas
Do tupi Kara ' ib(sábio, inteligente). Teriam habitado toda a região Norte e Nordeste do Brasil até o território hoje pertencente Às Guianas e as várias ilhas da América Central cujo mar, por isto, passou a denominar-se "Mar do Caribe". Os caraíbas da Amazônia praticavam o antropofagismo.

Os caraíbas foram os primeiros povos nativos das Américas que tiveram contato com os espanhóis no final do século XV, e desde logo passaram a ser escravizados para trabalharem nas colônias que se fundavam.

O próprio Cristóvão Colombo, retornando de sua primeira viagem às Américas em 1495, já levou 509 caraíbas para vendê-los como escravos em Sevilha, na Espanha.

Como não possuíam imunidade contra as doenças que os europeus trouxeram, os caraíbas foram mortos aos milhares, seguindo-se, assim, até quase a dizimação final desta etnia.

Quadro 2
A História Chega ao Piauí


Tripé 1: A História Chega ao Piauí

Rainha da Bateria
Fantasia: O Espírito Desbravador

7ª Ala
Fantasia: Bateria – Os Bandeirantes
Bandeirantes são chamados os sertanistas que a partir do século XVI penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata – abundante na América espanhola – pedras preciosas e semipreciosas, ou índios para escravização. Por vezes, o reconhecimento do território para a Coroa portuguesa e o controle de levantamentos dos Índios eram também objetivos dos bandeirantes.

Suas expedições eram chamadas de “Entradas e Bandeiras”, este último termo deu origem à expressão bandeirante. Tradicionalmente, os historiadores distinguem as Entradas, como movimentos promovidos pelo Governo, das bandeiras, como expedições particulares.

Um bandeirante paulista, Domingos Jorge Velho, penetrou em terras piauienses. Ele desbravou o território, cultivou a terra, construiu currais e criou gado, mas logo continuou o seu caminho, desbravando novas regiões. Foi ele quem deu a atual denominação de Parnaíba ao rio que antes era conhecido como rio Grande dos Tapuias, Pará ou Punaré. Domingos Jorge Velho foi um dos maiores bandeirantes do Brasil. Acompanhou Domingos Afonso Sertão ao Piauí e, depois de combaterem os índios pimenteiras, foi sozinho ao Ceará afungentar os índios cariris. Guerreou os índios icós e sucurus e, mais ao sul, destroçou os índios calabaças e coremas na Paraíba.

8ª Ala
Fantasia: O Reconhecimento da Corte
O Piauí esteve sob a bandeira de Pernambuco até 1701, quando em 3 de março daquele ano uma Carta Régia enviada ao Governador de Pernambuco anexava o Piauí ao Maranhão. A autonomia veio em 1761, por meio de uma Carta Régia, datada de 19 de junho. Por aquele instrumento, a Vila do Mocha ascendia à condição de cidade e oito povoados foram alçados a condição de Vila. Em 13 de novembro do mesmo ano, o Governador João Pereira Caldas impunha o nome de São José do Piauí a Capitania e mudava o nome da capital de Vila do Mocha para Oeiras.

A completa independência em relação ao Maranhão somente aconteceu em 26 de setembro de 1814, quando, por força de um Decreto Real, o Governo Militar do Piauí foi separado do Governo Militar do Maranhão e, em 10 de outubro, nova Carta Régia isentava o Piauí da jurisdição maranhense.

9ª Ala
Fantasia: O Piauí Republicano
Com a Proclamação da República e o conseqüente fim da Monarquia, o Piauí ganha sua formação como o Estado atualmente é, inicia um momento de grandes avanços com a implantação da rede elétrica e telegráfica e a ampliação da capacidade de navegação do Rio Paraíba

Alegoria 3
Assim Nasceu o Piauí
Fusão do elementos do contexto histórico da formação do Estado do Piauí

Quadro 3
A Arte e a Cultura do Piauí



Primeira parte do Quadro 3
Os Ritmos do Piauí



10ª Ala
Fantasia: Ritmos – Pagode
O Pagode é ritmo de origem africana nascido no Piauí e que teria sido o precursor – ou pelo menos o inspirador – do samba de roda mais cadenciado

11ª Ala
Fantasia: Ritmos – Forró

O Forró, na verdade, são vários gêneros musicais oriundos do nordeste brasileiro. Possui origem mestiça. Entre vários ritmos diferentes que são comumente identificados como Forró destacam-se o Baião, o Coco, o Rojão, a Quadrilha, o Xaxado e o Xote.

O Piauí possui seu ritmo de forró. Levemente mais acelerado e melodioso é sucesso em todas as classes e faixas etárias.

Segunda parte do Quadro 3
O Artesanato Piauiense


12ª Ala
Fantasia: Artesanato – Arte Cesteira
Entre tantas formas de artesanato popular típico do Piauí, destaca-se a arte de fazer cestos em materiais naturais diversos. Os cestos piauienses são reconhecidos e valorizados em todo o mundo.


13ª Ala
Fantasia: Artesanato – Arte Santeira
O Piauí é um dos estados brasileiros onde a fé de seu povo se manifesta de forma mais visível. Oeiras, primeira capital do Piauí, é considerada a capital brasileira da fé. E esta fé também pode ser vista em forma de arte. A arte santeira – arte de esculpir santos nos mais diferentes materiais – piauiense é referência como arte nordestina brasileira.

Terceira parte do Quadro 3
O Folclore


14ª Ala
Fantasia: Danças e Festas – Festejos Juninos
As Festas Juninas são uma celebração brasileira de origem européia, relacionadas historicamente com a festa pagã do solstício de verão (declinação austral do Sol) e que era celebrada no dia 24 de Junho do Calendário Juliano (pré-gregoriano). Foi cristianizada na Idade Média como Festa de São João. Trazida para o Brasil pelos portugueses foi logo incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

A folia é típica dos Estados da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o povo agradece anualmente a São João e a São Pedro pelas chuvas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas típicas feitas a partir deste grão integram a tradição, como a canjica e a pamonha. Três importantes santos católicos são festejados nesta época: Santo Antonio (13 de Junho), São João (24 de Junho) e São Pedro (29 de Junho).



15ª Ala
Fantasia: Danças e Festas – Reisado, Marujada e Pastoril
O reisado tem origem portuguesa e data do século XVIII. Constitui-se num dos mais tradicionais folguedos folclóricos, adquirindo formas singulares de acordo com os costumes e identidade cultural de cada região, sem deixar de preservar o enredo principal do auto natalino que é a dramatização da visita dos três reis magos ao Menino Jesus. O auto é interpretado por grupos que se fantasiam e saem de porta em porta anunciando a chegada do Messias tocando e cantando músicas folclóricas em troca de comida e bebida.

As principais figuras do Reisado são: os três Reis Magos, a cigana, os caretas, a burrinha, casal de velhos, a ema e o Jaguará. Na região Nordeste mais figuras foram incorporadas ao reisado: o pião e o boi, por exemplo. Simbolizando o brinquedo da criança nordestina, o pião e os brincantes dançam ao som da conhecida cantiga:

O pião entrou na roda, pião

O pião entrou na roda, pião

Roda pião, bambeia pião

Roda pião, bambeia pião.

Além dos tradicionais personagens, no Piauí foram introduzidas mais duas figuras: o galo e o carneiro, que também representam os animais que visitaram a lapinha do Menino Jesus.



Segundo Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Fantasia: Catirina e Pai Chico
Pai Chico e Catirina são dois dos principais personagens do Bumba-Boi.

16ª Ala
Fantasia: Danças e Festas – Bumba meu Boi
Remontam à antiguidade, as festas de glorificação e exaltação da figura do Boi. Espalham-se por toda a região do Crescente Fértil e constituem uma das principais celebrações da cultura egípcia.

Assim como a grande maioria das manifestações culturais, o Bumba-meu-boi tem nas suas origens uma forte presença religiosa, expressa na morte e ressurreição da entidade principal - o Boi.

No Brasil, a presença do Boi está ligada à força motriz desempenhada por esse animal, nas várias regiões, no Nordeste especificamente, aos engenhos de açúcar e carros canavieiros.

Assim nasce o Bumba-meu-boi, entre o real e o imaginário popular, um dos mais puros espetáculos nordestinos. Auto dramático com personagens humanos, fantásticos e animais, é uma espécie de ópera popular, cujo conteúdo varia entre os inúmeros grupos de bumba-meu-boi existentes.

O boi simboliza os animais que compõem o presépio, e ganha o colorido das fitas e o brilho dos paetês.

O “Encontro de Bois de Teresina”, no mês de julho, que reúne todos os grupos de bumba-meu-boi da capital e do interior, marca o encerramento das festas de boi que acontecem a partir do fim de maio.
As agremiações são as seguintes:
Brilho da Noite
Dominador do Sertão
Estrela Dalva
Touro da Paz
Mimo do Ano
Sombra da Lua
Mimo de Santa Cruz
Mimo das Crianças
Maioba do São Joaquim
Imperador da Ilha
Riso da Floresta
Terror do Nordeste
Rei da Floresta
Independência do Brasil
Guerreiro Solitário
Raminho do Amor
Touro do Alto
Liberdade da Piçarra
Capricho da Ilha

Alegoria 3
Piauí – Seu Folclore, Suas Lendas
Arte e Cultura na Terra do Sol do Equador


A Alegoria apresenta uma fusão de elementos que remete ao melhor da cultura paiuiense. O Cabeça-de-Cuia, o Uiré, o Bumda-meu-boi, os santos, os cestos e bordados do artesanato popular se unem numa singular homenagem ao artista anônimo que tem em suas mão a principal ferramenta para sua subsistência.

Nesta alegoria homenagearemos também artistas célebres do Piauí, como Torquato Neto, poeta, jornalista, letrista de música popular, experimentador da contracultura, e Paulo Diniz, cantor e compositor.

Quadro 4
Piauí do Brasil


17ª Ala
Fantasia: A Força do Campo - Agricultura e Pecuária
A agricultura e a pecuária extensiva, são a principal força ecnômica do Piauí.

A pecuária foi a primeira atividade econômica desenvolvida no Estado, fazendo parte de sua tradição histórica. O folclore e os costumes regionais derivam em grande parte da atividade pastoril. Entre os rebanhos, destacam-se os caprinos, bovinos, suínos,ovinos e asininos. A caprino-cultura, por sua capacidade de adaptação a condições climáticas inóspitas, tem sido incentivada pelo Governo, proporcionando meio de vida a significantes parcelas da população menos favorecida, principalmente nas regiões de Campo Maior e Alto Piauí.

A agricultura no Piauí desenvolveu-se paralelamente á pecuária, como atividade quase que exclusivamente de subsistência. Posteriormente, adquiriu maior caráter comercial e industrial. Entre as culturas tradicionais temporárias sobressaem-se o milho, o feijão, o arroz, a mandioca, o algodão herbáceo, a cana-de-açúcar e a soja. Entre as culturas permanentes, destacam-se a manga, a laranja, castanha-de-caju e o algodão.

18ª Ala
Fantasia: Biocombustível – Tecnologia 100% Piauí
Em tempos de busca a formas alternativas e menos poluentes para substituição de combustíveis convencionais, o Piauí vem obtendo destaque internacional com o seu biodiesel de mamona. Totalmente desenvolvida no Piauí, já é vista como uma alternativa viável e deverá se tornar em médio a longo prazo um dos pilares da economia do Piauí

19ª Ala
Fantasia: Zona Franca do Piauí – A Nova Indústria
O Brasil vai ganhar mais uma Zona Franca (Zona de Processamento de Exportação), como a de Manus. E ela fica no Piauí.

A ZPE é uma área onde se estabelecem indústrias voltadas para o mercado de exportação e que operam com vantagens especiais, como incentivos tributários e cambiais.

O projeto, que visa atrair inúmeras empresas de grande porte é de vital importância para o desenvolvimento do Estado

20ª Ala
Fantasia: Educação Medalha de Ouro
Há dois anos consecutivos o Piauí está em primero lugar no Enem – Exame Nacional do Ensino Médio, e é o segundo maior investidor em Educação, mesmo sendo o segundo menor arrecadador.

21ª Ala
Fantasia: Assim é o PiauíEsta ala é uma homenagem aos 223 municípios do Estado do Piauí, apresentando suas bandeiras.

Alegoria 4
Piauí do Brasil
Nesta alegria encerramos nossa homenagem ao Estado do Piauí, apresentando suas cores e o Palácio de Karnak, sede do Governo do Piauí e uma de seus principais cartões postais.

Velha Guarda
Traje: A Sabedoria Paiuiense
Nossa Velha-Guarda homenageia a sabedoria popular piauiense que só o tempo pode dar. Envelhecer é bom. Envelhecer na Unidos de Lucas, homenageando o Piauí é ainda melhor!

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comentários feed

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Natacha Maranhão
 

Opa, gostei muito, REnato. As fantasias estão lindas!!
Só tenho uma reclamação, rsrsrsrss. É sobre a inclusão do Domingos Jorge Velho, que é visto aqui como um dizimador de indios...não há índios piauienses por causa dele...
Mas todo o resto tá muito bom, você deve ter feito uma mega pesquisa, não é?
Volto pra votar!
beijo

Natacha Maranhão · Teresina, PI 21/8/2007 09:43
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Renato Bandeira
 

Ele realmente foi um dizimador de índios, porém, história é história (rsrsrs).
Na verdade, pesquiso sobre o Piauí, pra fazer esse enredo, desde março. E acabei por apaixonar por sua terra, mesmo sem conhecê-la.
Bj

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2007 10:33
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Higor Assis
 

Renato.

Comentei o teu texto anterior e agora me deparo com este outro. Adorei ele também.
O que acha de uma sugestão ? Poderia colocar algumas outras tags, Carnaval 2008 - Carnaval, Samba-enredo, Unidos-de-São-Lucas, Escolas-de-Samba.

Bom são idéias, pois logo. logo o pessoal vai fazer buscas sobre o carnaval do ano que vem e tuas colaborações estarão inclusas nas buscas, um abraço e mais um texto que mando pro meu tio carnavalesco.

Higor Assis · São Paulo, SP 21/8/2007 14:37
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Thiago Camelo
 

sugiro carnaval-2008, já que a tag deste ano foi carnaval-2007 (alías, vale uma lida nesta tag, foram muitas as colaborações bacanas).

Thiago Camelo · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2007 15:33
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Helena Aragão
 

Mas acho que uma tag com o nome da escola, além da do carnaval, tb é fundamental, por tudo isso que o Higor diz... Foi mal não ter te lembrado disso na outra colaboração!

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2007 18:59
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Renato Bandeira
 

Oi, Pessoal.
Valeu a ajuda. É q sou novo por aqui.
À propósito: quando alguém escreve um comentário ou sugestão e quero comentar, escrevo aqui mesmo ou envio como recado?
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 22/8/2007 08:12
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Thiago Camelo
 

Olá Renato, tudo bem? Eu acho que responder por aqui pelo seu texto é a melhor maneira, uma vez que se possibilita seguir uma conversa. Seria bacana também que vc pusesse as tags que o pessoal sugeriu, não? Basta clicar (logado) no lapisinho ao lado do texto e incluir as tags. Grande abraço!

Thiago Camelo · Rio de Janeiro, RJ 22/8/2007 12:02
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Marluce Freire Nascasbez
 

Renato,


Linda matéria!

Olhe eu aqui de novo frevando, ou sambando!

Um aBRAÇO e parabéns pelo lindo trabalho; só munido de muito amor para fazer uma matéria tão minuciosa...

Os desenhos são de quem mesmo?

Marluce


Marluce Freire Nascasbez · Carnaíba, PE 23/8/2007 14:11
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Maniefurt
 

Oi, Renato! Como disse no texto anterior...realmente é uma linda homenagem ao estado o que a Unidos de Lucas irá fazer. Só mais um adendo...vi que até mesmo os piauinenses esqueceram de um grande artista da terra...que eu particurlamente considero o mairo artesão santeiro do Piauí e que com certeza mereceria ser homenageado: Mestre Dezinho. No demais...como já disse, o texto está muito bom...esta homenagem é até um tapa de luva em quem disse que ninguém sentiria falta se o Piauí não existisse( eu acredito, como se prova em seu próprio texo, que a América toda sentiria, não?).
Não vejo a hora do carnaval começar....um grande abraço!

Maniefurt · Salvador, BA 23/8/2007 14:26
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido Renato:
Como você, acho que, gostemos ou não, a história não deve ser falseada. Falo de Domingos Jorge Velho. Mas senti falta, aliás creio que se trata de uma lacuna, de uma menção ou homenagem aos Heróis da Batalha de Jenipapo (13 de março de 1823) e a importância decisiva do Piauí na garantia da integridade territorial do Brasil. Aliás, não há como acrescentar?
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/8/2007 14:43
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Lígia Saavedra
 

Renato, eu é que te agradeço por me apresentar à escola e ao enredo.
Como já disse gosto muito de carnaval e sinto-me muito honrada por poder votar no seu texto.
Bjs

Lígia Saavedra · Ananindeua, PA 23/8/2007 17:44
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Andre Pessego
 

Renato,
Estou arquivando, como não poderia deixar de fazê-lo, acho que nucan vi antes resumo tão bem elaborado, um abraço, andre

Andre Pessego · São Paulo, SP 23/8/2007 21:32
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CCorrales
 

Renato
Muito legal! Agradecemos por ter divulgado aqui no Overmundo.
E te elogio pelo capricho da diagramação. Apesar de novo por aqui, você se esmerou. Muitos de nós, mais antigos, não cuidamos desse aspecto.

Muito interessante saber sobre a Zona Franca no Piauí e o biocombustível.
Minha família materna é de lá e cresci ouvindo minha mãe falar sobre as 1000 virtudes da mamona, da carnaúba etc.
Será que a futura Zona Franca vai fabricar televisores Philips? Parece que não, a julgar pela declaração do presidente da empresa na imprensa...e das reações posteriores.
Abraços

CCorrales · São Paulo, SP 23/8/2007 23:46
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stefano ferreira
 

Renato estou encantado com esse trabalho.
Entretanto gostaria humildemente sugerir que ficaria muito lindo uma ala sobre a religiosidade.
Que tal algo estilizado da procissão do fogaréu de Oeiras?
Um forte abraço!

stefano ferreira · Oeiras, PI 24/8/2007 00:16
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Saramar
 

Renato, antes de qualquer outra opinião, achei a primeira ala da baianas, representando Luiza, maravilhosa. Há uma um ciclo nesta relação, de baianas retomando a ancestralidade e, sendo por esta, protegida, mantida na força que mantém a própria cultura!
É um ir e vir, do passado ao presente, um se alimentando do outro.
É perfeito.
Imagino até uma trangressão... Luizas/baianas em inesperadas aparições por todo o desfile.
Mas, isso, são loucuras de quem nada sabe.
Amanhã, voltarei para ler mais.

Beijos

Saramar · Goiânia, GO 24/8/2007 00:17
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Renato Bandeira
 

Oi, Marluce.
Obrigado pelos elogios.
Os desenhos são meus. Espero que tenha gostado.
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 01:39
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Renato Bandeira
 

Manu,
Às vezes, por mais que se possa pesquisar - e por maiores que sejam os recursos disponíveis para isso, hoje em dia - falta-nos a vivência local.
Já estou iniciando minhas pesquisas sobre Mestre Dezinho e, de alguma forma, ele estará "presente" em nosso terceiro carro (que já está projetado com várias esculuras baseadas em peças da arte santeira do Piauí).
Obrigado pela dica e pelos elogios.
Abraço.

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 01:54
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Renato Bandeira
 

Caríssimo Joca,
Neste "roteiro de desfile" estão apresentadas as alas em julgamento para os quesitos fantasia e alegorias.
No desfile teremos 5 ALAS TEATRALIZADAS, ou seja, alas que se diferem das demais por não terem desfilantes "brincando" o carnaval.
No setor 1, logo após o carro 1 teremos uma ala que representará as famílias nômades da Africa, para mostrar a dor de quem caminhas milhares de quilômetros para encontrar seu canto.
No setor 2, logo após a bateria uma segunda ala teatralizada fará dramatização da importância dos jesuítas para a colonização do Estado do Piauí. Depois da oitava ala, viremos com a encenação da Guerra do Jenipapo, que sob nenhum pretexto estaria fora deste desfile.
No setor 3, mostraremos, após a Ala 13, a Procissão do Fogaréu de Oeiras, e outra, à frente da Ala 15 com os personagens do Reisado: os três Reis Magos, a cigana, os caretas, a burrinha, casal de velhos, a ema e o Jaguará, além, é claro do galo e do carneiro.
É isso. Obrigado por suasmobservações. Elas foram bastante oportunas.
Grande abraço.

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 02:17
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Renato Bandeira
 

Lígia,
Honra é receber seu vorto.
Bj

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 02:21
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Hermano Vianna
 

Renato: realmente é uma maravilha isto que você está fazendo aqui, deixando o Overmundo acompanhar o desenvolvimento do seu trabalho, discutindo as sugestões, conversando abertamente com todo mundo. Fico imaginando que esse tipo de experiência poderia ser enriquecedora para muitos carnavalescos, mas poucos teriam coragem de se expor assim, para a coletivo, antes da avenida. Imagino também como seria interessante que as escolas aproveitassem mais essa característica aberta da internet: seria apenas dar continuidade ao que já existe, e sempre existiu, de criação coletiva no carnaval, onde os indivíduos, por mais geniais que sejam, nunca criam sozinhos, estão sempre trabalhando em grupo, e é a força do grupo que faz a escola. Parabéns!

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 02:59
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Rodrigo S.Levino
 

oi.. galera sou do Rj e moro no bairro Parada de Lucas... acho muito bacana de nossa escola estar homenageando o Piauí !!

oi.. galera tudo bém com Vcs !!!estou aqui pra prestigiar o site e
tabém pra lhes dizer que sou músico toco baixo .. sou do Rj.
faço o trabalho de músico freelance .. se alguém por aí etiver
precisando de baixista (acústico, elétrico e fretless) é só me
contactar, para saber maiores detalhes acesse :
www.rodrigolevino.xpg.com.br
Um grande abraço !!

Rodrigo S.Levino · Rio de Janeiro, RJ 24/8/2007 11:17
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Renato Bandeira
 

Muito obrigado, André,

Acho q o grande barato destas matérias que coloquei, foi o fato das pessoas estarem "aprendendo" um pouquinho do "como se faz" um carnval, e vendo que aquele monte de fantasias têm um significado.
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 25/8/2007 02:41
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Renato Bandeira
 

Oi, André
Obrigado pelos elogios.
Acho que o grande barato é que as pessoas estão vendo como é preparado um desfile de escola de samba no Rio de Janeiro. Mesmo aqui, muita gente não sabe como é.
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 26/8/2007 11:53
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Renato Bandeira
 

Oi, Cíntia
Obrigado por seus comentários e elogios.
Espero vc e todo mundo do Overmundo em nosso desfile.
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 26/8/2007 11:56
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido Renato:
Tuas matérias do ovemundo foram citadas hoje no Caderno de Dimingo do jornal "O Dia", obra da overmana Natacha Maranhão.
Tam bém estou lá, entrevitado que fui por ela
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 26/8/2007 18:54
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Renato Bandeira
 

Olá, Stephano
Conmo disse ao nosso overamigo Joca Oeiras, a Procissão do Fogaréu estará na avenida.
Estou precisando de fotos do evento. Tem como mandar pra mim?
Grande abraço
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:37
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Renato Bandeira
 

Saramar
Adorei sua idéia!!!!
Ainda não sei exatemente como vou fazer, mas vou fazer.
Venha desfilar conosco. Que tal na Ala de Baianas?
Abs
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:41
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Renato Bandeira
 

Olá, Hermano
Não me sinto tão corajoso assim (rsrs).
Que tal começarmos a pensar um overenredo com criação 100% coletiva e "internética" para o carnaval de 2009?
Mas em 2008 já quero vê-lo na avenida com a Unidos de Lucas.
Grande abraço
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:47
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Renato Bandeira
 

Grande Rodrigo,
Se souber de qualquer parada te boto na fita.
Mas dá um jeito de dar uma força lá na Unidos de Lucas.
Que tal começarmos a articular uma noite dançante com uma mini-orquestra na quadra da escola? Acho que ia bombar.
Abs
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:52
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Renato Bandeira
 

Meu querido Joca,
Simplesmente LINDA a matéria da nossa overamiga Natacha Maranhão.
Adorei sua "participação" foi bom que pude te conher melhor.
E estou muito orgulhoso e honrado de ver meu nomezinho ali.
Bjs e abs
do amigo Renato
P.S.: estou no aguardo de sua resposta ao meu convite. Se bem que não foi um convite, foi uma intimação. Tem que comparecer e pronto. (rsrsrs)

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 00:58
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Saramar
 

Renato, ainda estou lendo o roteiro, acredita?
É a falta de tempo, perdão.

Para mim, seria uma honra, uma emoção inimaginável desfilar na Escola.
Obrigada.

beijos

Saramar · Goiânia, GO 27/8/2007 06:33
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido Renato:
Será que já não está na hora de vc colocar uma foto no seu perfil? Nem precisa ser sua, nem precisa ser foto. Mas o anonimato imagético me incomoda, compreende? E você é um camarada tão imaginoso!
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 27/8/2007 09:49
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Nivaldo Lemos
 

Renato,

desculpe-me pela demora em responder, mas sou assim mesmo meio lerdo. Seu roteiro está maravilhoso, tanto no conteúdo quanto na forma. O texto está ótimo, muito bem escrito. Junto com as fantasias, dá uma idéia da beleza que será o carnaval da Unidos de Lucas em 2008. Confesso que não sou muito carnavalesco, mas como piauiense radicado no Rio há séculos não posso deixar de comparecer. Vou estar lá no desfile torcendo muito pelo seu/nosso sucesso.

Agora uma idéia (não sei nem se ainda é possível): não seria interessante uma ala final composta só de migrantes piauienses? São milhares espalhados no Rio, freqüentadores assíduos da Feira de São Cristóvão onde todo fim de semana - a exemplo de outros nordestinos no Rio - mantém vivas as nossas tradições culturais (música, cordel, culinária, dança, etc.). Muitos deles são homens simples que deixaram a terra pela necessidade de sobrevivência ou em busca da realização de sonhos - muitos inclusive, como lhe disse no comentário anterior, hoje fazem sucesso na música, na literatura e nas artes em geral. Imagine uma apoteose onde todos esses piauienses se reencontrasse com suas raízes culturais, numa grande carnavalização histórica e afetiva? Já pensou que beleza de homenagem!?

Não sei e estou viajando na maionese, mas acho que isso poderia dar muito samba (ou forró) e acrescentar um componente emocional interessante ao desfile. O que acha?

Independentemente de qualquer coisa, porém, quero ressaltar que sua história já é vitoriosa. E tem tudo para explodir na avenida! Muito obrigado por nos permitir compartilhar de um acontecimento tão legal em homenagem ao povo e à terra piauiense.

Um forte e afetuoso abraço.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 27/8/2007 11:25
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Naeno
 

Sugiro o destaque do Rio Parnaíba um dos maiores do Brasil.
Sugiro a responsabilidade, como principal articulador do movimento tropicalista a TORQUATO NETO,
A homenagem à imperatriz Teresa Cristina.
As minas de opala
O TRIGO
O FOLCLORE ESPECIFICAMENTE. CABEÇA DE CUIA, PORCA DO DENE DE OURO, ENTERE OUROS
O NOME PIAUÍ: ORIGINÁRIO DE PIAUS E TUPIS

A rua que eu passo agora
Uma parte da história
Só me faz lembrar.
A rua cercada de rios
O destino traçado
Pra ser a cidade.

De sonho, de sono, acordada
E vida pra frente,
E já se esperava
Que fosse lhe dado o dilema
De ser sempre a mesma
Ou crescer de verdade.

Saraiva deu um nome a ela
Inspirado na bela paixão da rainha
Sentindo o quanto é bonito
Chamar de Teresa e lembrar Teresina


Chapada terra do corisco
Hoje só tem o risco do pau que tombou
Que tomo toda semente, nasceu nova gente
E mudou de valor.
A praça Pedro II
O palanque do mundo
N'algum carnaval.
Liceu, uma antiga estrutura
E daquela verdura eu nem posso lembrar.

Isto foi um samba enredo que fis pra teresina.
Nada importante.
Um abraço

Naeno · Teresina, PI 27/8/2007 18:17
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Renato Bandeira
 

Grande Joca.
Vc é um cara que sabe das coisas.
Peço desculpas a vc e a todo mundo pela demora. Na verdade, até tinha tentado colocar uma foto mas não tinha encontrado o lugar certo pra clicar e fazer isso. Quase que eu pago o mico de perguntar aqui como fazia.
De qqr maneira fica minha sugestão pra equipe do Overmundo de colocar o "editar perfil" mais visível (rsrsrs)
Bom... esse aí sou eu. Lá no fundo, pequeno detalhe do protótipo da fantasia "O Reconhecimento da Corte".
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 28/8/2007 02:06
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Biá Boakari
 

Nat, finalmente entrei e li!! =) amei!! bjuss!!

Biá Boakari · Teresina, PI 28/8/2007 11:29
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Renato Bandeira
 

Oi, Nivaldo.

Adorei a idéia. Vou aproveitá-la!
Vc conhece essa? Se conhece, já pode ir convidando.
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 28/8/2007 17:50
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Renato Bandeira
 

Grande Naeno,
Sugestões acatadas. Vou ver como encaixá-las.
Faz um samba pra competir no concurso de sambas da escola.
Abs,
Renato

Renato Bandeira · Rio de Janeiro, RJ 29/8/2007 01:44
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido Renato:
Talvez os Congos de Oeiras te sirvam de inspiração.
beijos e abraços
do joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 9/9/2007 08:33
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Satu
 

Renato, seria bom se eu pudesse estar ao alcance de lhe dar ao menos um abraço. Com certo atraso, estou preparando a festa de Cosme e Damião. Pedi aos erês que te encontrassem. Fica em mim aquela festa das crianças na quadra do meu Jacarezinho, os balões. Não vou fazer nenhuma força para evitar qualquer pieguice: minha saudade me baste e me justifique. Que os mesmos erês abençoem você e o seu carnaval. Não vou poder vê-lo, mas o estarei aplaudindo. Certa vez você você me disse lá no Andaraí: a minha parte é a fácil: pedir desculpas; a tua é a difícil: desculpar. Na roda do tempo os papéis se invertem; já se inverteram. Agora eu tenho nas mãos a parte fácil.
Amo você, meu irmão, meu querido irmão.
Com saudade, com carinho.
E se a parte difícil estiver acima do seu alcance, vou entendê-la e aceitá-la.
Fica com Deus

Satu · Marília, SP 10/10/2007 00:47
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Hélton
 

Caro Renato.
É motivo de orgulho para os piauienses ver seu Estado sendo homenagiado neste carnaval. É certo que os bandeirantes foram expressivos na expansão do território brasileiro, mas julgo desnecessário citar o nome do facínola Domingos Jorge Velho no roteiro do desfile, como um dos maiores bandeirantes do Brasil.
Nós descendentes ou não deste malfeitor temos o dever
de desmascarar esta campanha de falsidade histórica e divulgar a luta de resistência de quem seria os nossos verdadeiros
antepassados(os índios). Vamos combater a mitologia dos poderosos segundo a qual enaltece as bandeiras
esquecendeo-se de nossos índios exterminados.Afinal, graças a esse genocida, o Piauí é a única unidade da Federação que não possui índios.
Não tenho nada contra as bandeiras, sou contra as injustiças praticadas por elas.Sou descendente de indígenas e desse Domingos Jorge Velho.
Abraços.........

Hélton · São Francisco de Assis do Piauí, PI 16/1/2008 10:18
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