Ministério da Cultura
O lançamento do primeiro pacote de “Vídeos de Bolso” - feitos por meio de máquinas fotográficas digitais, celulares e afins - será realizado nos dias 3 e 4 de maio, em Brasília e em São Paulo, respectivamente. Uma iniciativa do Ministério da Cultura, do Ponto de Cultura Vila Buarque, de São Paulo, e da TV Brasil – Canal Integración. O objetivo é estimular e disseminar as técnicas de produção de conteúdo audiovisual de baixo custo.
Nesta quinta-feira, em Brasília, comparecem à cerimônia os secretários de Programas e Projetos Culturais (SPPC/MinC), Célio Turino, e de Políticas Culturais (SPC/MinC), Alfredo Manevy. Será realizada a partir de 19h, no Espaço Cultural Renato Russo (W3 Sul, quadra 508).
E, em São Paulo, o lançamento na sexta-feira (4), acontece às 19h, no auditório da Ação Educativa (Rua General Jardim, nº 660, Vila Buarque).
O Ponto de Cultura e o Projeto Vídeo de Bolso
O Ponto de Cultura Vila Buarque desenvolve projetos com atividades culturais e sociais nas áreas de rádio, vídeo, cinema e Internet além de cursos, oficinas e debates. Trata-se de um projeto de cultura digital que tem como proposta promover atividades culturais e sociais, com o objetivo de integrar os moradores e freqüentadores da Vila Buarque, região central da cidade de São Paulo.
Durante as oficinas realizadas pelo Ponto de Cultura foram produzidos cerca de 40 “Vídeos de Bolso”, por meio da parceria com a TV Brasil – Canal Integración, viabilizados e estimulados pelo Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva, do Ministério da Cultura.
As oficinas de “Vídeos de Bolso” surgiram a partir da constatação de que existe uma tecnologia de captação de imagens de baixo custo, como por exemplo, as filmadoras caseiras, as máquinas fotográficas digitais, celulares, scanner de imagens e download e mixagem de material na Internet. Essas ferramentas favorecem a democratização da produção e disseminação de conteúdos audiovisuais. As oficinas estimulam a produção de conteúdos em formato pequeno, que não deve exceder 5Mb, e ter, no máximo, 60 segundos de duração.
Para participar
Os interessados em participar da oficina “Vídeos de Bolso” deverão ter algum dispositivo móvel, como: celular, smartphones ou PDAs (equipados com câmera fotográfica e/ou captação de áudio/vídeo) ou câmera fotográfica digital. São concedidas bolsas integrais para os que residem, trabalham ou estudam em Vila Buarque. Para as ONGs e entidades que queiram enviar representantes, também há bolsas. Para os demais, será cobrada uma taxa de R$ 350,00.
http://www.cultura.gov.br/noticias/noticias_do_minc/index.php?p=25941&more=1&c=1&pb=1
Interessante, pena que está longe. Acho que esta demanda vai crescer e é legal o saber fazer.
Roberta Tum · Palmas, TO 9/5/2007 16:58isso ocorre comigo também por vezes a distancia encontramos algumas coisas que nunca ocorrem em nnossa cidade.
Wellington R Costa · São Paulo, SP 10/5/2007 02:57
A matéria é bacana e relevante. Mas seria melhor se tivesse sido melhor formatada, e não apenas copiada e colada do site do ministério da cultura. Seria mais bacana se o autor tivesse feito um comentário sobre a matéria e publicado apenas o link para ela no site do Minc.
Abraços do Verde.
Bem, apesar de eu concordar com o Duende, acho que valeu para a gente conhecer o projeto e perguntar se a galera do ponto de cultura nao quer socializar as producoes em parceria com o Overmundo. Ou, pelo menos, colocar as producoes por aqui para a gente ter acesso.
Roberto Maxwell · Japão , WW 11/5/2007 00:08A Galera dos pontos de cultura é bem vasta... . E agora em junho/julho quando deve sair a próxima edição do edital dos PCs a situação se elevará bem mais, seria uma aquisição caso alguns ou todos os pontos e cultura resolvessem postar material aqui. Quanto a editar melhor, estou sem tempo. Se alguém se habilitar a fazer esta edição transformar o press release para suas próprias palavras e repostar, deleto esta versão, pois acredito que o mais importante é a informação chegar ao numero mais amplo de agentes culturais e artistas para que estes possam achar os meios de apresentar sua arte... Na minha ótica não importa muito quem poste, não importa o formato postado ou o karma.. o que importa é que a informação chegue a muitos. Espero que esta , minha leitura disso,não fira em nada a política de postagem do Overmundo.
Wellington R Costa · São Paulo, SP 11/5/2007 00:54Entao, Wellington, agora nao. Tranquilo. O ideal seria que os pontos de cultura se apossassem do Overmundo. Sua semente foi lancada.
Roberto Maxwell · Japão , WW 11/5/2007 00:59Não sei se seria o foco deles, visto que já possuem foruns de divulgação via MINC e atração que estão atraindo ds midias.
Wellington R Costa · São Paulo, SP 11/5/2007 02:12Entendi. Mas, eh q eu nao acredito no Overmundo como espaco de divulgacao mas, sim, de socializacao. Sera uma pena se esses autores pensarem assim. Ate pq foi atraves do Overmundo que eu os conheci e estava, inclusive, pensando em escrever uma materia sobre eles no magazine para o qual eu escrevo no Japao. Se for o caso de o projeto ter o MINC apenas como canal de divulgacao, acho que minha materia aqui nao eh necessaria, entao.
Roberto Maxwell · Japão , WW 11/5/2007 04:15
Concordo com o Roberto Maxwell. Acredito que o Overmundo, mais do que apenas espaço de divulgação, é também espaço de discussão e socialização. Dizer que a galera dos pontos não precisa entrar no Overmundo significa não apenas desconsiderar o alcance do site enquanto mecanismo de divulgação, mas também menosprezar o valor das discussões fomentadas pelo material aqui produzido e, sobretudo, a comunidade. Tenho certeza de que nem você nem ninguém pensa isso, meu amigo Wellington.
A porta está aberta. Basta o pessoal dos pontos se achegar e vir fazer parte da família. Alguns já fizeram isso. Há espaço para todos eles por aqui....
Abraços do Verde.
O debate sociabilizado tem que ser excrudente do divulgacional e tema por meta que os topicos que foram postados quem postou não esta ganahndo nada com isso.
Na minha otica pessoal se divulgamos uma ação socail possibilitamos que aqueles que tenha acesso a tal informação possam ir presenciar tal evento e terão subsidios para debates sociabilicados... Reparemos quantos debates conseguimos com esta materia postada ou seja até uma divulgação pode sucitar debates "socializados". Mas curioso conceito este de "debatte socibilizado"... tendo em mente que para haver um debate há uma impossibilidade da existencia de um só individuo e sim uma interação interpessoal que por si só é demonstrativa de vinculos sociais ou sociabilizados... me fassino por estes jargões que entrão em moda no linguajar cultural... "pontual", próatividade, e os caindo em desuso cidadania.
Vamos afundo no que seria sociabilização: tornar uma relação social. A divulgação de um evento cultural como o agora comentado, gerou este debate sociabilizado, portanto uma dita mera divulgação alcançou aquilo que foi indicado não ter feito. Sociabilização não se restringe somente a debaterem-se certas temáticas consideradas de raiz e sim o total da condição cultural humana.
A função de uma divulgação de um evento CULTURAL ou iniciativa que sirva de foco para elevar quantitativamente a produção cultural e elevar a produção cultural e artística. Diante deste cenário teremos quantitativamente mais tópicos que possam ser considerados como debates sociabilizados aceitáveis.
Uma outra variável desta condição é que muitos produtores culturais guardam a sete chaves informações acerca de possibilidades artísticas e culturais de seus pares, acreditando que com tal silencio elevam suas próprias possibilidades de usufruírem certas benesses ou oportunidades de viabilizarem ações culturais. Ao divulgarmos ações culturais quebramos tal paradigma egoístico e abrigos o leque para que mais ações ocorram.
Há o verso, há a prosa ... existem valorosas matérias que possam ser chamadas de debates socializados há matérias informativas, há matérias indicativas... que tal aceitarmos a diversidade de enfoques do que somente priorizarmos como valida apenas uma das vertentes?
Eu estou escrevendo um artigo sobre o overmundo para a Faculdade Itinerante (um grupo de acadêmicos de varias faculdades que usam alguns aspectos da Internet como fóruns de suas interações acadêmicas) este artigo me foi encomendado depois que comentei sobre tal serviço no ambiente de debates do Curso livre de Cultura do Instituto Pensarte, durante a ultima aula...
Mas tenho um receio que dividirei com vcs: Tal faculdade Itinerante é composta por pessoas que falam varias língua, pelo que li o Overmundo só aceita postagens em português... isso pode gerar algum problema?! Como seria contornado o problema se os japoneses que lessem o jornal passassem a postar matérias, artigos, dicas e mesmo elementos do guia em japonês????
Eu não menosprezo a comunidade e os debates... só acho relativamente curiosa a tendência de menosprezo daquilo que não é espelho possivel de ser detectada aqui e ali.
Só indiquei uma problematica funcional... e mesmo onde tais poderiam ser chamados... quem tentou fechar alguma porta? ocorreu algum debate em alguma instancia que eu não tenha acompanhado?
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