Revelando os seres especiais de Corguinho

Rodrigo Teixeira
DESCOBRINDO O CINEMA ? Irmãos Fabrício e Fernanda no Revelando os Brasis
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Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS
8/7/2007 · 233 · 14
 

O convite estava aceito. Iria cobrir a vinda do Revelando os Brasis em Mato Grosso do Sul. Até aí beleza! Adorei o projeto e a idéia de levar um cinema todo especial para o interior do país. Corguinho seria uma das 40 cidades com menos de 20 mil habitantes, sem sala de cinema, que o Revelando iria passar em 29 de junho de 2007. Tudo certo a não ser o fato de que a cidadezinha de 6 mil habitantes, localizada a aproximadamente 100 km de Campo Grande, é conhecida por ser, digamos, ‘parada certa’ de Objetos-Voadores-Não-Identificados, os OVNIs, vulgarmente batizados de discos voadores. Para aumentar ainda mais o ‘clima’, o filme produzido pelas sul-mato-grossenses Luciana Dantes e Lidiane Libai na pequena cidade se chamava ‘Corguinho e Seus ETs’. Às 15h do dia 29 lá estava eu dentro do ônibus da viação Cruzeiro do Sul rumo a Corguinho. Duas horas depois me encontrava na minúscula praça da cidade vazia. Nem sinal do caminhão, música ou equipe do Revelando os Brasis. Na rua, muito pouca gente.

...corta para o dia 06 de março de 1982, em Campo Grande. Estádio do Morenão, jogo entre o Operário e o Vasco da Gama. Minutos antes da partida pelo Campeonato Brasileiro (acabou 2 x 0 para o time da casa) lá estava eu (com 13 anos) sentado na arquibancada coberta com meu pai ao lado. Aquela festa toda comum em estádio, buzinadas, falação, fanfarra, vendedores e eis que de um segundo para outro o silêncio impera. Olho para o outro lado, na arquibancada descoberta, e vejo a multidão olhando pro céu. Miro o campo e jogadores operarianos e vascaínos, árbitros, reservas, técnicos, massagistas, radialistas e o escambau estão com as cabeças voltadas para cima. Acho estranhíssimo. A bola parada no meio do campo. Aos poucos surge então o que todos viam menos os que estavam nas cobertas: luzes fortes de várias cores! Lentamente elas se concentram em cima do campo, emitem do meio de algo vários tons coloridos, parece ficar imóvel por alguns segundos (uma eternidade) e num piscar de olhos sobe um pouco mais alto e, zaaaap, some da vista de todos. Fui um dos 23 mil que estavam naquele lugar, naquele dia, naquela hora. O ‘fenômeno’ foi muito noticiado, inclusive no Jornal Nacional. Ou seja: acredito em Disco Voador, mas não faço questão de encontrar mais nenhum pela frente ok!

Dito isto. Sigamos nossa aventura em Corguinho. Descobri que os documentários do Revelando os Brasis não seriam mais exibidos na praça da cidade. O evento aconteceria no Ginásio Municipal Ézio Massi (nome de um ex-prefeito da cidade, eleito três vezes) e ficava a umas 6 quadras de onde estava. Era dia, céu azul e fui andando lentamente para o local. Avistei o ginásio, andei umas duas quadras em uma rua sem asfalto e lá estava eu diante da telona e das cadeiras do Revelando. Tudo vazio, a não ser duas meninas sentadas em uma das laterais do ginásio. Fui até elas e se tratava exatamente das diretoras do doc ‘Corguinho e seus Ets’, Luciana e Lidiane. Feito o primeiro contato e sabendo que o evento só iria rolar às 19h30, resolvi procurar o hotel da cidade e lá fui eu refazendo todo o caminho de pouco tempo atrás. Até agora nada de anormal. Nenhum sinal de ETs, luzes estranhas ou algo fora do comum. Estava de olho!

Depois de uma soneca, banho tomado e reanimado, deixei o hotel rumo ao ginásio. Estava escurecendo e a lua minguante já enfeitava o céu. A temperatura baixava. Relaxei um pouco. Cheguei ao ginásio e muitos moradores da cidade já estavam por lá. Pelo menos 100 dos 200 que assistiram aos documentários. Foi preciso o locutor convocar as pessoas a sentarem nas cadeiras para que todos se acomodassem devidamente. Percebi que várias crianças estavam presentes. Um deles era o Fabrício Neves de Moraes, de 4 anos. Calado, observando tudo e bem diferente da irmã Fernanda, 14 anos, que não parava de falar, era a primeira vez que Fabrício viria um filme em uma tela de cinema. A irmã também era praticamente uma estreante, pois só tinha visto uma telona uma única vez na praça da cidade, mas nem lembrava o nome do dito cujo. Fabrício me encarou por alguns minutos. Não disse nadica de nada. Fernanda soltou: ‘Queria que tivesse cinema em Corguinho’. Antes que ela tivesse tempo de emendar a conversa, as luzes se apagaram e a projeção começou. Ufa!

Foi curioso ver o ministro da cultura, Gilberto Gil, falando palavras difíceis para aquele público que mal sabia quem era ele de fato. Enfim, começa o documentário das meninas. Logo que as imagens da praça aparecem, com os habitantes da cidade se vendo, começam os gritos, conhecidos como sapucaí, típicos de quando se escuta uma polca paraguaia. Bacana. Fabrício não se mexe na cadeira. Tá vidrado na telona, como sua irmã. Comovente! O documentário de 15 minutos deixa claro a vida pacata da cidade. Em 20 anos, apenas um assassinato. Hotel, delegacia, prefeitura, praça, rodoviária, posto, farmácia, banco, tudo fica bem próximo. Corguinho tem 56 anos e sua história tem ligação com o garimpo de diamantes. No dia seguinte, poucos antes de embarcar de volta, iria escutar de um morador: ‘Se os rios secassem por aqui, muita gente iria enricar. Tem muito diamante debaixo d’água’.

No documentário surge o senhor Renato, presente no evento, com uma história estranha. Ele garante que os espíritos de seus familiares falecidos se encontram na árvore de 59 anos que ele cultiva em sua casa. Em ÓVNIs e ETs ele não acredita. Vai entender! O filme das meninas finalmente começa a mostrar o que interessa. A comunidade Boa Sorte, que fica a uns 50km de Corguinho, região onde também se encontra o controvertido Projeto Portal. É nesta região que muitas pessoas dizem verem luzes no céu. Como a moradora de Boa Sorte, a Marcelina, e um outro senhor que guarda uma pedra em forma de ovo há cinco anos e jura que vai sair dali um ‘filhote de ET’. A coisa começa a apertar pro meu lado e a afirmativa de Marcelina retumba no meu ‘cérebro eletrônico’: ‘Eu já vi luzes no céu!’. Calado como Fabrício, penso: ‘Eu também’.

Começa a falar no documentário o pesquisador Olávio Gonçalves. Ele está lá perto dos morros, onde existem ‘marcas de espaçonaves nas rochas’ e um ‘portal’ que é possível ver muitas naves em movimento. Ele teoriza: ‘Nave metal existe, assim como pessoas de outro lugar, com uma tecnologia muito melhor. Eles estão em uma quarta dimensão. Com mais energia e menos matéria...’ As imagens mostram os chapadões, os morros, as rochas com marcas redondas e abauladas... O documentário termina em clima de mistério. A platéia aplaude timidamente. Fico cá com meus ‘botões de carne e osso’: ‘Ninguém acredita, mas ninguém desacredita também. Este povo parece desconfiado’. Mais desconfiado que eu impossível. Olho para a cadeira de Fabrício e ele já vazou com a irmã. Nem percebi. Assisto aos outros documentários do projeto. Já dá para sentir a temperatura baixando.

Terminada a sessão, vou conversar com o pessoal e conheço o vereador Jeffer. Solícito, combinamos dele me pegar no hotel no outro dia cedo para me mostrar os points da cidade. Decido encarar o fato de frente e cumprir com meu dever profissional e pergunto se tem como irmos a comunidade de Boa Sorte. ‘Olha até tem. Mas demora um pouco. A estrada não é muito boa’. Decido resolver a situação com um ‘eu volto com mais calma e a gente vai sem pressa para lá. Com certeza quero fazer uma matéria sobre a comunidade’ e tudo fica combinado. A comunidade de Boa Sorte é uma espécie de quilombola e 40 famílias moram por lá. Próximo fica o Projeto Portal, comandado pelo controverso Urandir Fernandes de Oliveira. No site do projeto, o seu perfil começa da seguinte maneira: ‘Paranormal e Ufólogo, foi contatado pela primeira vez aos 13 anos de idade, quando, conscientemente, foi sugado de seu quarto e levado para uma nave através de um raio de luz violeta.’ Escrevendo a matéria, decido ligar para o meu ex-professor de química orgânica que só falava de Disco Voador e que hoje é o editor da Revista Ufo, o Gevaerd. Mas logo encontro um artigo dele na revista com palavras nada positivas sobre o Projeto Portal e Urandir: ‘O Projeto Portal também aglutina pessoas de todo o Brasil que, atraídas por seu dirigente, acreditam que podem ser salvas do fim do mundo através do que chamam de "ensinamentos cósmicos", que recebem do senhor Urandir. A Comunidade Ufológica Brasileira repudia veementemente as alegações infundadas constantes dessa farsa.’

Vixi. Rola entre a população que Fábio Júnior, Elba Ramalho e outros artistas já foram ao projeto. Com certeza, o Urandir é uma boa pauta. Assim como o Boa Sorte, o lugar se chama assim por causa do garimpo de diamantes. Quando as pessoas iam para este lugar, todos desejavam ‘boa sorte’. Meu lado repórter clama para voltar a Corguinho para concretizar as pautas. O outro lado, daquele menino que viu as luzes no ‘Jogo do Disco Voador’, não se empolga tanto.

Assim que o público começa a sair do ginásio, percebo que um cachorro, um vira-lata puro-sangue, deita no carpete em frente ao projetor e se ajeita para dormir. As pessoas passam por cima dele, quase pisam, e ele imóvel. Começa a dormir. Todos saem e o cachorro dormindo já um sono profundo. Tiro algumas fotos. Os flashs espocam. O cão não abre o olho, nem balança o rabo. Um frio na espinha de leve. ‘Estes cães de Corguinho são estranhos’. Fico sabendo depois que os rapazes da equipe do Revelando penaram para por o cão dorminhoco para fora do ginásio! Ajudo a desmontar as cadeiras e eu e a Gabriela, assessora do projeto, vamos andando para o hotel. Teria um baile mais tarde em uma fazenda. Uma festança das boas que os moradores estavam todos ligados. Com sono e com trabalho para o outro dia de manhã, resolvo ir para ‘o berço’.

Me despeço do pessoal, concordamos como a cidade tem cachorro, e estou-me-a-ir para meu quarto. Durmo embalado pela radicalidade democrática do projeto Revelando os Brasis! Mais de 25 mil quilômetros rodados levando cinema para Fabrícios e Fernandas, crianças-jovens que crescem como milhares de outros do interior do Brasil, numa distância abissal dos seus semelhantes nas cidades grandes. Lembro que quando era criança, com 8 anos em Caçapava do Sul, cidade do interior do RS, ia ao cinema assistir aos filmes de Teixeirinha, Os Trapalhões, faroestes... Há muitos anos este cinema fechou, como outros muitos pelo interior do país. Um flagelo cultural. Não sonho!

Acordo disposto a saber o que afinal a população de Corguinho acha desta história de ‘cidade dos OVNIs e ETs’? Encontro no hotel, o médico da cidade. Não tenho dúvida. Se alguém tem um termômetro do que o povão fala, é ele! Entrevisto o ortopedista de 25 anos, há 2 anos trabalhando na cidade com uma bolsa que recebe do CNPq (baixa, segundo ele). Nome: Paulo Torres. Corguinho não tem hospital, só o que chamam de Unidade de Saúde.

Rodrigo – Qual a vantagem de se medicar pessoas no interior, em uma cidade como Corguinho com 6 mil habitantes?
Médico – O médico acaba conhecendo toda a família. O paciente do interior é assim. A população vê o médico como um resolve tudo. Então conhece-se todos e fica-se mais próximo, por isso a manutenção é melhor. E o paciente fica mais confiante no médico.

- A população de Corguinho sofre de alguma doença específica da região? Quais os principais problemas de saúde da população?
- Aqui acontecem as epidemias sazonais, de acordo com o período, como em todos os lugares. Mas detectamos problemas respiratórios porque existem carvoarias e por isso recebemos pessoas com ‘pneumoconiozes’. Também é comum acidentes com trabalhadores rurais. Todos são encaminhados para Campo Grande.

- Se você fosse eleger um problema para melhorar em Corguinho qual seria?
- O maior problema é a violência familiar. Aqui não tem muito aquela violência urbana, mas tem a familiar. Se focasse em um único problema seria este. A violência familiar.

- Você já viu luzes estranhas no céu de Corguinho? Ou extraterrestres? O que os seus pacientes falam em relação a isto?
- Nunca vi. Mas muitas pessoas falam, principalmente, as que moram na região do Boa Sorte e do Taboco. Dizem que exergam luzes. De ET nunca ouvi ninguém falar.

Interessante a fala do doutor. Esta região do Boa Sorte realmente deve ser especial. Onde tem fumaça, tem fogo não é mesmo? E interessante ele ressaltar a questão da violência familiar no interior. Acredito que tem muito a ver com alcoolismo e falta de opção de lazer. Um fenômeno não muito diferente das periferias das cidades grandes.

Me dirijo então para a frente do hotel. Vou tomar um café e conversar com o pessoal. O ônibus sai para Campo Grande às 13h. Puxo papo com o atendente: Rhandyllon Costa Ferreira, de 19 anos. Confessa que foi com a turma da escola no Projeto Portal. Não viu nada nem lá e nem em lugar nenhum. Caçoa do projeto e da fama da cidade. ‘Isto é besteira. É bom só para atrair gente pra cá’, resume. Não desafirmo. Surge então um tipo de 40 anos, o Nelson, como se apresenta. Diz que uma vez estava indo para Boa Sorte e que algo aconteceu com seu carro: ‘O carro ficou planando no ar. Era um Uno. Fiquei muito cabreiro. Mas acho que esta fama é boa para cidade. Movimenta’. Entendi! Ele é do tipo que aumenta mas não inventa. Sei!

Tá chegando a hora de ir pegar o ônibus do outro lado da rua. Se aproxima de mim então um senhor de chapéu e todo vestido de preto. É o John Waynne pantaneiro????? Ele vai direto como um dose de whisky quente: ‘Eu sou o maior pinguço de Corguinho. Você tem que tirar uma foto pra sua reportagem!’ Achei engraçadão e o levei até a frente do orelhão-peixe para registrar a figura. Ramão Pereira Rosa, de 72 anos, resumiu a viagem, o documentário, as reflexões celestiais e discussões filosóficas com a pérola: ‘Eu já vi luzes em Rochedo (cidade-vizinha de Corguinho), mas eu bebo bem!’

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Thiago Camelo
 

Só no jogo do Vasco para aparecer disco voador mesmo. É muito sofrimento Rodrigão. O pior é que não dá mais pra deixar essa vida, já fomos dominados pelos "purtugueses". E as fotos, e os links de tudo, cadê? :) Abração!!!

Thiago Camelo · Rio de Janeiro, RJ 5/7/2007 13:02
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Rodrigo Teixeira
 

Oh Thiagão! Neste jogo revelou-se o Cocada (irmão do Miller lembra?) Depois ele acabou indo jogar no Vasco hehhe. Olha, vou colocar as fotos e os links hoje a noite. Tê dentro do horário da sala de edição!!!! hehhehe superabraço

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 5/7/2007 17:14
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Thiago Camelo
 

Não fala isso que eu choro, Rodrigão. Cocada.

Thiago Camelo · Rio de Janeiro, RJ 5/7/2007 17:18
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Rodrigo Teixeira
 

kkkk q golaço do Cocada! kkkk dizem que neste 'jogo do disco voador' o Cocada recebeu uma energia dos seres do OVNI e que virou um super jogador depois disso! kkkk tipo aqueles velhinhos do filme Cancoon depois que entraram na piscina com os 'ovos de ETs'. Enfim, viva o Cocadaaa e a energia cósmica. Será que o Cocada é um ET de Corguinho e a gente não sabe?

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 5/7/2007 17:25
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Helena Aragão
 

Por que essas cidades onde aparecem ETS são sempre no diminuitivo? Varginha, Corguinho... Pede pro pesquisador explicar, Rodrigo! :))

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 5/7/2007 17:31
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Rodrigo Teixeira
 

Oi Helena! Pergunta difícil hein! São estranhas coincidências... será que os ETs conseguem ver os diamantes no fundo dos rios de Corguinho e por isso são atraídos para o local?

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 7/7/2007 18:52
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Ilhandarilha
 

Helena, nem todas as cidades preferidas dos ETs são inho. Casemiro de Abreu, por exemplo, não é... Lá parece que tem até um ovniporto, né?

Rodrigo, grande colaboração. Links, fotos , audio e vídeo. Serviço completo. Vamos seguir a sugestão do cara e secar os rios de Corguinho? Quem sabe a gente não enrica?

Ilhandarilha · Vitória, ES 8/7/2007 10:50
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capileh charbel
 

seres espacias de corg

capileh charbel · São Paulo, SP 9/7/2007 00:11
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Assum Preto
 

.....acho que o cachorro comeu uma batata alienígena e passou mal...

Assum Preto · Campo Grande, MS 10/7/2007 01:47
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Rodrigo Teixeira
 

Obrigada Ilhandarilha. Em Vitória tem ET? Não tão uma cidade por aí chamada Vilha velha com umas rochas muito estranhas?

Capileh velhinho, as pedras voam em Corguinho!

E Assum, quanto tempo mano, este cachorro de Corguinho não me engana. abs

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 10/7/2007 02:49
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Natacha Maranhão
 

Mais um texto delicioso, Rodrigo!!
Aqui tem histórias de ETs em Sete Cidades, já varei uma madrugada esperando Ovnis em José de Freitas, rsrsrrsrss, não vi nada...só um pescador com uma lanterna tirando onda com a cara de todo mundo, hahahaha
To ansiosa pra chegar a minha vez no Revelando...
beijos

Natacha Maranhão · Teresina, PI 15/7/2007 20:13
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Zé Geral
 

Belíssimo texto... Me divertí muito! Talvez as cores e luzes do céu daquela noite de futebol se abrigaram em Corguinho transformando as pedras do "corregozinho" em diamantes! Vai saber!?! Mas quer saber? - Deixe os diamantes lá!

Zé Geral · Campo Grande, MS 15/7/2007 23:39
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Rodrigo Teixeira
 

Legal Natacha. O q mais tem é pescador tirando onda! A sua hora vai chegarrr no Revelando. E estarei aqui para ler! abs

É Zé Geral! Os diamantes q fiquem embaixo do rio. E os ets q olhem o quanto quiser. superabraço

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 16/7/2007 19:48
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Thaysa
 

Olá Rodrigo! Eu sou acadêmica do curdo de Jornalismo da UFMS e estamos realizando um radiodocumentário sobre o episódio ocorrido no Morenão em 1982, o qual você disse, nesse post, que presenciou. Existe a possibilidade de você dar um depoimento para nós? Temo ums pouco de pressa devido ao final do semestre. Se você puder entrar em contato, me mande um email no thaysa_corr@hotmail.com para trocarmos maneiras mais pessoais de contato. Tudo bem? Desde já obrigada.
Thaysa Freitas

Thaysa · Campo Grande, MS 23/6/2010 15:29
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