Santa Dica, santo mito

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Edson Wander · Goiânia, GO
7/4/2006 · 103 · 8
 

Espécie de "Antônio Conselheiro de saias", Benedicta Gomes criou uma comunidade que é cultuada até hoje em Goiás. Documentário goiano aprovado no DocTV resgata a história da santa messiânica. Leia ao final a crítica do filme escrita por Beto Leão, presidente da Associação Brasileira de Documentaristas - Seção Goiás

Conta-se em Goiás que a história de Benedicta Cipriano Gomes (1905-1970) aproxima-se muito da de Antônio Conselheiro, o beato-mor de Canudos. Figura lendária, mulher de força política e de fé sincrética, Benedicta ou simplesmente Santa Dica como passou à história, tem em seu currículo proezas díspares como a de ter servido como modelo de uma tela de Tarsila do Amaral e ter liderado uma tropa de 150 homens para as frentes da Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo. Mas a maior façanha de Santa Dica, motivo de sua devoção até hoje na região da cidade histórica de Pirenópolis, está no messianismo ímpar, que conquistou seguidores de diferentes religiões.

A liderança de Santa Dica nasceu de seus supostos milagres e na criação da chamada Cidade dos Anjos, uma terra livre, “socialista”, onde todos dividiam tudo e viviam pela fé liderada por uma “roceira bonita e analfabeta, a nossa Joana D´arc”, no dizer do documentarista uruguaio radicado em Brasília Carlos Del Pino, o primeiro a rodar um filme sobre ela (o longa, República dos Anjos, não teve mais exibições por desentendimentos do diretor e o produtor sobre direitos autorais). O vilarejo de Lagolândia, localizado no diminuto distrito de Pirenópolis (conta-se hoje pouco mais de 300 moradores), chegou a somar 15 mil seguidores e incomodou fazendeiros e o poder político-militar e eclesiástico da época. No ano em que se comemorou o centenário do nascimento de Santa Dica (2005), esta história fantástica e pouco disseminada até no Centro-Oeste voltou à baila com um novo filme, debates e até audiência púbica em homenagem a Dica, que foi expulsa de Goiás pela Guarda do Estado da época (década de 20). A homenagem partiu da Câmara Municipal de Goiânia.

O último a se debruçar sobre a história de Santa Dica foi o jornalista Marcio Venício, que rodou o documentário Santa Dica de Guerra e Fé, fruto de projeto contemplado no segundo Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do Documentário Brasileiro, o DocTV (parceria entre a TV pública e a produção independente desenvolvido pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, a TV Cultura e a Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais - Abepec). O documentário de cerca de 55 minutos, rodado em 2005, está em processo de exibição pública itinerante por universidades de Goiás e espaços alternativos (como cineclubes), além das exibições na TBC Cultura, o canal cultural de Goiás. Em março, o filme ganhou sua primeira exibição nacional do filme pela TV Cultura de São Paulo.

O filme, conta o diretor, também repórter da TV Anhanguera (filiada à Globo em Goiás), procura resgatar o legado de Santa Dica sobre os aspectos históricos e místicos, motivo de maior controvérsia na biografia da personagem. “O misticismo é um lado que me interessou muito. Há diversos relatos de pessoas que afirmam que seu espírito se manifesta ainda hoje em terreiros de umbanda ou sessões espíritas. Coloquei na parte que trata da liderança espiritual dela o depoimento de um ex-evangélico que visita terreiros de umbanda portando uma foto de Santa Dica”, disse Márcio Venício sobre um dos vários entrevistados do documentário. Com uma equipe de oito pesquisadores (incluindo Carlos Del Pino), o diretor colheu mais de 60 horas de gravações que resultaram nos 55 minutos do filme.

Dividido em três partes, o filme Santa Dica de Guerra e Fé traça em blocos um painel dos diferentes aspectos da vida de Benedicta Cipriano Gomes. O primeiro, conta Venício, relata a importância dela como mulher, uma figura que as feministas consideram pioneira em Goiás. Um exemplo dessa faceta está no fato de que Dica, com sua liderança político-espiritual, fez o marido ser eleito por duas vezes para a prefeitura de Pirenópolis em plena era do coronelismo macho-adulto-branco-no-comando do sertão do Brasil Central, como em todo rincão nacional. Pela sua liderança, Santa Dica atraiu a simpatia sub-reptícia de muitos políticos na época, entre eles o fundador e o atual prefeito da capital do Estado, Pedro Ludovico Teixeira e Íris Rezende, respectivamente.

O historiador Lauro Vasconcelos, da Universidade Federal de Goiás (UFG), um dos primeiros a estudar profundamente a vida de Santa Dica, cita no livro Santa Dica: Encantamento do Mundo ou Coisa do Povo que ela sabia da influência que exercia sobre líderes políticos. "Todos os partidos da época -
PSD, PTB, UDN - a sondavam. Ela tinha consciência dessa exploração, mas deixava o barco correr. Tentava usufruir desse apoio para conseguir benefícios para sua comunidade", anotou Vasconcelos no livro que ele acabou não vendo publicado em vida e hoje pode ser encontrado pela coleção Documentos Goianos, do Centro Gráfico da UFG.

Entre esses políticos, fala-se de um cuja aproximação de Santa Dica foi sincera, a do ex-presidente Juscelino Kubitschek. “Tenho relato dos familiares de Santa Dica dizendo que ele a conheceu quando era um jovem médico, bem antes de se tornar presidente. E depois de ocupar o Palácio do Planalto, ele voltava a Pirenópolis para manter a amizade com ela”, diz Marcio Venício. Foi a época também em que a história de Santa Dica ganhou uma razoável projeção nacional. Teve perfil pintado por Tarsila do Amaral, foi tema de um poema de Jorge de Lima e a fama desenhada por Osório César e João do Rio. O marido, pai dos cinco filhos que Santa Dica teve, era um jornalista nordestino (do Rio Grande do Norte) radicado no Rio que veio a Pirenópolis atrás da história da nova “santa messiânica”.

Dica era uma morena bonita, “diferente dos padrões da morenice do lugar”, conta Marcio Venício e os historiadores sobre os quais se apoiou para o filme. Mário Mendes, o jornalista, acabou se apaixonando pela personagem de sua reportagem e ficou com ela em Lagolândia, vindo a ser prefeito de Pirenópolis por força da liderança da mulher nos anos 30. Uma das filhas de Santa Dica, Dolores Mendes, contou ao jornal Diário da Manhã que o pai morou com eles até 1942, quando partiu para Goiânia para trabalhar como corretor de imóveis. Ela diz sem certeza que o pai morreu em Uruaçu, interior do Estado, de aneurisma, em 1963, aos 67 anos. E não detalha o fim da relação dos pais e não soube confirmar o boato de que os cinco filhos do casal seriam irmãos, por parte de pai, da atriz Yoná Magalhães.

A fama de Santa Dica começou ainda menina, quando ela teria “ressuscitado” do caixão pouco antes de seu sepultamento. Segundo relatos de moradores - reprisados em livros, peça teatral e nos três filmes existentes sobre sua vida - a garota Dica (aos sete anos, mais velha de uma prole de oito irmãos) teria “suado” ao ganhar o “banho de defunto” da tradição católica. O fato surpreendeu a família que, antes de enterrá-la, preferiu continuar velando-a por três dias. O escritor Antônio José de Moura, outro dos mais importantes pesquisadores de Santa Dica (escreveu sobre ela o romance biográfico Sete Léguas do Paraíso), acha que ela teve um ataque de catalepsia (estado em que se observa uma rigidez dos músculos semelhante à da morte), mas para o povo acreditou que Dica havia ressuscitado. A notícia se espalhou e não demorou para Santa Dica começar a realizar curas consideradas espetaculares. Virou uma lenda na região. Suas façanhas como a de curar pessoas varou fronteiras, transformando-a numa ‘santa’, o prenome que passou a acompanhá-la pela vida inteira.

Lagolândia se transformou em uma romaria de gente de todos os cantos, que procuravam a cura para seus males. Começava o movimento messiânico liderado por Santa Dica, que culminou com o “Dia do Fogo”, em 14 de outubro de 1925. Ela contava com 20 anos quando a Força Pública de Goiás cercou o reduto da Lagoa e expulsou a bala seus seguidores. Os historiadores analisaram que os despossuídos da região buscavam nas forças sobrenaturais os instrumentos de conforto capazes de superar a enorme desigualdade de forças. Cercados pelos soldados - que segundo Antonio José de Moura estavam muito bem armados para os padrões da época (soldados com metralhadoras e fuzis) – os “diqueiros” (com ficaram conhecidos os fiéis de Santa Dica) não arredaram pé, acreditando que seriam salvos por um “Exército de Anjos”. Toda a divindade em torno de Santa Dica teria origem nas visões que ela teria de “anjos”. Um “deles”, crêem os “diqueiros”, a teria alfabetizado.

“Tem-se como verdadeiro que ao ser atacado o reduto, Santa Dica, à semelhança da passagem do Mar Vermelho, mandou que seus adeptos se atirassem no Rio do Peixe [que passa ao fundo do lugarejo] e este cederia lugar à sua passagem. Aqueles que atingissem a margem oposta estariam salvos. (...) Grande número de pessoas se jogou no rio, perecendo um bom número delas afogadas”, escreveu Vasconcelos em seu livro. O episódio só fez aumentar a fama da proteção celeste de Santa Dica. ‘‘Quem participou da batalha conta que as balas pegavam no peito dos seguidores de Dica e caíam no chão como grãos de milho. Outros, que os anjos desviavam as balas. Outros, que Dica se pôs na frente das balas e as retirava depois dos cabelos’’, recorda a lenda o estudioso Pompeu de Pina, da família de músicos e intelectuais de Pirenópolis.

Mas a história de Dica não terminou aí. Em 1932, durante a Revolução Paulista, ela conduziu um pelotão de 150 homens a São Paulo para defender a integridade nacional. Voltou sem baixas e com a patente de Cabo do Exército Nacional. O bando ficou conhecido como os pés de palhas e pés-sem-palhas. ‘‘Era como ela ensinava os matutos a marchar. Amarrando uma palha no pé. Pé com palha, pé sem palha e a marcha saía correta’’, explica Pina. O crescimento da liderança espiritual e política de Santa Dica, incomodou não só às forças do Estado, mas também da Igreja. “Consegui documentos no Santuário dos Redentoristas em Trindade que mostra a igreja a tachando em jornais da igreja como prostituta e contrária a tudo de bom que ele pregava”, conta o jornalista Marcio Venícios, acrescentando que a igreja passou a temer que Santa Dica atraísse a atenção dos romeiros que ainda hoje lotam as peregrinações de Trindade (cidade próxima da capital que sedia a maior romaria goiana).

De toda essa história, sobrou a fé dos poucos “diqueiros”, que continuam cuidando da imagem da “santa” no mesmo povoado de Lagolândia (voltou a ser distrito de Pirenópolis em 1963). Os moradores mais novos não acreditam muito nos milagres de Santa Dica, mas a romaria em torno de sua casa continua, assim como as visitas à nova curandeira do povoado, Divina Soares, que sequer menciona a possibilidade de ser considerada a substituta de Dica. Na casa, que uma neta quer transformar em fundação cultural, há 14 leitos e as pessoas que precisam ficam internadas.

No centro, há um busto de concreto de Santa Dica, ladeado por duas estátuas de anjos. Cada canteiro tem um formato: anjos, estrelas, lua e cálice. Cada mulher é responsável pela poda. Pagam um jardineiro ou elas mesmas aparam as plantas. Às vezes, reúnem-se e cantam o Hino de Nossa Senhora dos Anjos, “ensinado pelos anjos” à Santa Dica. No final da praça e em frente à casa de Santa Dica, fica o túmulo da fundadora do povoado. O pai de Pedro Araújo, de 65 anos, Antônio Carlos da Silva, dono de uma das três lojinhas do povoado, foi o último dos três prefeitos. Passou a história política, ficou a lenda da santa que volta a ter a chance de ser mais conhecida.



Diretor se perde nos passos de Eduardo Coutinho
Por Beto Leão*

A proposta de um cinema documentário que se assuma como processo de interação entre equipe e objetos-personagens filmados surgiu com maior força no cinema brasileiro na década de 1990. Entretanto, o modelo de documentário que incorpora a reação dos participantes a seus próprios depoimentos tem sido praticado com certa freqüência, em vários países, desde a década de 1960, quando Jean Rouch e Edgar Morin o criaram, na França, no clássico Cronique d'un Été (Crônica de um Verão), um marco do cinema-verdade.

No Brasil, Eduardo Coutinho é um dos pioneiros na aplicação dessa forma do documentário auto-reflexivo, onde o ato de documentar aparece em primeiro plano. De Cabra Marcado para Morrer a Edifício Máster, passando por Babilônia 2000 e Santo Forte, Coutinho vem alterando os parâmetros arcaicos para a realização de documentários, propondo uma nova linguagem. Mas é preciso ter cuidado para que estes novos parâmetros não incorram em novos padrões. Corre-se o risco, com isso, de se criar um cacoete na forma de se fazer documentários, como pôde ser visto mais recentemente em Nem Gravata, Nem Honra, de Marcelo Masagão e À Margem da Imagem, do jornalista Evaldo Mocarzel, filmes que fecham o foco da discussão num aspecto geralmente negligenciado nos documentários sobre camadas menos favorecidas da sociedade: a auto-percepção.

Em Santa Dica de Guerra e Fé é evidente a tentativa de aproximação ao trabalho de Eduardo Coutinho. Nota-se isso principalmente no que diz respeito ao "dispositivo" (termo criado pelo próprio Coutinho para se referir a seus procedimentos de filmagem). É notável a preocupação do diretor Márcio Venício Nunes em mostrar as condições de filmagem do seu documentário. Porém, o resultado final não vai além da reportagem jornalística, o que até certo ponto é compreensivo, tendo em vista ser ele um repórter de televisão por profissão.

Já no início do documentário-reportagem há uma preocupação do diretor em explicar para o público o seu posicionamento diante do objeto-personagem a ser retratado. Toda a equipe de filmagem é mostrada em uma reunião (de pauta!) em que um dos seus componentes manifesta sua decisão de deixar a equipe, pois, por ser evangélico, é contra seus princípios participar de um filme cuja temática, na sua opinião, é centrada na bruxaria. Isso é mostrado logo depois das cenas de abertura, realizadas num centro espírita. Ato contínuo, o diretor-narrador explica que sua intenção inicial era desmistificar a personagem central do filme, mas admite que acabou por mistificá-la mais ainda.

Santa Dica de Guerra e Fé é um filme que peca pelo excesso de desejo de beatitude, por querer parecer justo e correto como se seguisse uma cartilha. Aliás, essa tradição assistencialista cristã é característica marcante de um certo cinema brasileiro interessado em mostrar as mazelas do nosso País. No caso de Santa Dica de Guerra e Fé tenta-se mostrar as contradições de uma personagem que circula entre o messianismo e o poder político mantido pela fé no espiritismo.

Certos depoimentos são hilários. De forma excessiva, o filme mostra os bastidores das entrevistas, numa tentativa sorrateira de passar a idéia de que o espectador está vendo tudo, podendo ele próprio confrontar as diversas opiniões dos entrevistados e tirar suas próprias conclusões. Mas, a despeito de criar um certo distanciamento entre equipe-objeto filmado, de criar uma certa imparcialidade jornalística, o filme defende, unilateralmente, o seu processo de filmagem, e o resultado final soa como uma auto-complacência que constrange a inteligência do espectador.

Diretor e equipe se esquecem de resolver algumas questões básicas para a realização de um discurso que queira compartilhar com o público seu processo construtivo. Em primeiro lugar, sabe-se que no processo de produção do filme documental existe um estado pré-fílmico, de preparação dos entrevistados para o assunto a ser tratado. Há um receptáculo geral que não se restringe ao público, mas engloba o jornalismo cinematográfico. Isso implica numa série de exigências que vão tornar inteligível o documentário, tais como interpretação prévia, cadência narrativa, com intercalação de depoimentos, para que o assunto seja bem digerido, e uma redução do mundo real no próprio espaço de duração do filme.

Em sua grande maioria, o documentário no Brasil reflete um grau de análise e reflexão bastante vulgar e um método de apreensão do objeto que não contempla o intuito desejado. Nota-se implicitamente que há uma preparação prévia dos entrevistados. Mas para o espectador menos atento, isso não fica claro. E em geral ele se satisfaz com a proposta do diretor, pois ela determina um caminho seguro, e possivelmente equivocado, do sujeito ao objeto. Dessa forma, o cinema age como professor moralista que busca 'conduzir' o seu aluno (no caso o espectador) para uma interpretação que ele já elaborou. Essa forma de condução da opinião pública é notória nos documentários científicos e, sobretudo, nos políticos.

Na concepção de tal escola documentarista, para bem conduzir uma 'alma perdida' é necessário que se realize uma conexão entre a cabeça do espectador e o que se mostra na tela. É aí que entra a cadência e a disposição dos objetos no tempo e no espaço. Ao descrever, comentar ou relatar um assunto, o documentário deve se ater, segundo esse conceito, a uma lógica comum que se aproxime do objeto, ou seja, deve responder por uma linguagem 'adequada'.

São raras as exceções de documentários que buscam a forma de expressar idéias e promover a tolerância e a criação. Este não é o caso de Santa Dica de Guerra e Fé.

*Beto Leão é presidente da Associação Brasileira de Documentaristas - Seção Goiás

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Beto Leão
 

Edson:
Fiz o corte no meu comentário sobre "Santa Dica de Guerra e Fé". E está autorizada a incorporação dele à essa sua matéria.
Obrigado!
Abraços.
Beto

Beto Leão · Aparecida de Goiânia, GO 6/4/2006 10:37
1 pessoa achou útil · sua opinião: subir
Edson Wander
 

Ok Beto, fiz lá a incorporação incluindo você na chamada principal. Dei um título ao seu texto e se não concordar com ele, altere lá ok ?
Grato e abraço,
EW

Edson Wander · Goiânia, GO 6/4/2006 16:32
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Ana Murta
 

Obrigado por me apresentar a essa grande figura. Incrível saber que, hoje, ainda se fale em bruxaria. Quanto ao documentario, fiquei com vontade de ver e tirar minhas proprias conclusoes. Como é que faz pra se te acesso ?

Ana Murta · Vitória, ES 4/7/2006 11:54
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Pedro Ferrari
 

Uma professora aqui da UnB, departamento de História, mestrou-se em pesquisa sobre Santa Dica e a Corte dos Anjos.
Eleonora Zicari, conheces?

Pedro Ferrari · Brasília, DF 5/10/2006 20:28
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Edson Wander
 

Caro Pedro, não conheço. Sugira a ela visitar este texto aqui e quem sabe colaborar/incrementar as informações dele. Se ela topar, acho que pode ficar bacana.
Abraço,
EW

Edson Wander · Goiânia, GO 5/10/2006 21:04
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Thiago Fragata
 

Não conhecia a beata Santa Dica. Assistir o documentário, muito bom. Eu tinha o Pedro Batista, beato alagoano, como o último beato nordestino. Grata surpresa saber que existiu uma beata na mesma época em Goiás. Como fazer para adquirir o filme?

Thiago Fragata · São Cristóvão, SE 27/12/2006 09:48
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Edson Wander
 

Caro Thiago,
Vi ontem na TV Cultura que a emissora está lançando, pelo Cultura Marcas, um DVD com a coletânea de todos os filmes feitos pelo DocTV, que é o caso deste da Santa Dica. Veja lá no site da emissora o que descobre.
Abração,
EW

Edson Wander · Goiânia, GO 27/12/2006 14:20
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Thiago Fragata
 

Valeu Wander! Vou no rastro da beata...

Thiago Fragata · São Cristóvão, SE 27/12/2006 14:24
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