Saudável subversão

Ricardo Lêdo
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Tati Magalhães · Maceió, AL
18/7/2006 · 169 · 21
 

Há seis anos, associação artística sacode a produção cultural alagoana através de criações que têm a multilinguagem como expressão. Com vocês, os Saudáveis Subversivos.

Bem-vindo ao espetáculo. Aqui, você não é platéia, mesmo que esteja sentado do lado oposto ao palco. Ou no computador, lendo esse texto. Afinal, a arte é uma expressão humana que revela uma leitura sensorial do mundo no qual você e eu estamos inseridos. Somos, portanto – e no mínimo – parte desse teatro, desse artigo, e fonte de inspiração direta ou indireta para as inquietas almas corroídas pelas possibilidades de expressão. Pode até parecer impróprio (e perdoe-me se o for), mas ao apresentar a Associação Artística Saudáveis Subversivos, gostaria de pedir desculpas pelos limites das palavras. No entanto, uso desta arma e assumo-me – e convido-o a ser também – uma pessoa saudavelmente subversiva. Pois, como define o jornalista e músico Fernando Coelho, nosso ex-quase-correspondente oficial do Overmundo em Alagoas e um dos idealizadores da associação artística, ao lado do multimídia Glauber Xavier, "saudáveis subversivos somos todos nós, pessoas comuns, mas inquietas, que buscam através da expressão pessoal ou coletiva, gerar a reflexão necessária para aperfeiçoarmos nossa contribuição no eterno combate às injustiças sociais". Feito o convite para a identificação e pedidas as desculpas pela limitação, dou início à empreitada, fazendo uma retrospectiva desse teatro da vida real.

A história começa no fim dos anos 90. Foi nessa época que Glauber, ex-baixista da histórica banda alagoana Living in the Shit e então estudante do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Alagoas, procurava outras formas de expressar suas inquietações, usando todas as possibilidades de aplicação da arte em uma sociedade carente de tudo, inclusive de uma cultura reflexiva e engajada. Encontrou Coelho nessa empreitada, e, idéias afins, produziram o vídeo Saudável subversividade, exibido em outubro de 2000, na festa Sexta Básica, em Maceió. Pronto. Começou daí uma série de criações inspiradas e premiadas, sempre experimentando e buscando formas de ultrapassar os limites do senso-comum, seja através da escolha dos temas ou da forma como tratá-los.

“O grupo nasceu da necessidade de utilizarmos nossa criação artística para provocarmos reflexão no público. Reflexão sobre o meio, sobre a sociedade, sobre o papel do ser humano no mundo, sobre seu relacionamento com as coisas que o cercam e com ele próprio. De mostrar que essa reflexão deve ser constante”, explica Coelho. E para que esse mecanismo de reflexão (grupo) - ação (arte) - reflexão (público) se materializasse, os suportes poderiam ser muitos. E melhor, deveriam ser multimídias, aproveitando todas as possibilidades de criação humana no campo artístico na atualidade, embora tenham as artes cênicas como ponto-forte. No espetáculo Experimento zero, por exemplo, Glauber, junto aos músicos Alvinho Cabral e Wado, criaram uma trilha sonora que pode ser conferida no segundo CD de Wado, Cinema auditivo. A faixa intitula-se Rotina. Aliás, Glauber participa de nove das 14 músicas deste CD, seja no comando das programações, baixo ou voz.

Um impulso essencial para a expansão dos Saudáveis aconteceu com o projeto de conclusão de curso de Glauber, em julho de 2001. Tomando como fontes inspiradoras o texto O mendigo ou o cão morto, de Bertolt Brecht; depoimentos de crianças vítimas de guerras e o livro O Corvo branco, de Klaus Sonnefeld, Glauber concebeu a premiada instalação cênica Sábia sarjeta. Em discussão, o poder da mídia no mundo contemporâneo, tema que norteia outros trabalhos da associação. O trabalho recebeu, em julho de 2002, cinco prêmios, incluindo melhor espetáculo no Festival Nordestino de Teatro de Guarabira/PB. Com o resultado da montagem, Glauber e a atriz e bailarina Valéria Nunes também receberam o convite para fazer parte do Projeto de Integração de Atores do Nordeste, em uma experiência de quatro meses no Centro de Pesquisas Teatrais do NE, em Fortaleza-CE.

E outros subversivos vão se incorporando...

A entrada de Valéria Nunes no grupo se deu, como no caso de Coelho, pela sintonia ou, mais precisamente, as semelhanças nas aspirações artísticas no teatro e na dança. Daí nasceu o espetáculo de dança Experimento zero - uma história de amor, pensado e executado para o aniversário do Teatro Deodoro em novembro de 2001. Mais uma vez o poder da mídia se faz presente na temática: a proposta era abordar a forma clichê como o quarto poder trata o amor (geralmente de forma repetitiva e vazia).

Com a produção pulsando e a entrada do ator multimeios Flávio Rabelo; da jornalista, atriz e roteirista Márcia Danielli; do web designer Marcelo Dogat e do ator e programador Vicente Brasileiro, o grupo se tornou um projeto consolidado e pode, definitivamente, denominar-se uma associação artística. Mas os saudáveis não se resumem a um grupo permanente. Prova disso é o jogo cênico Não tenho palavras, que contou com atores dos cursos de Artes Cênicas e de Formação do Ator da Ufal, selecionados especialmente para desenvolver e participar do projeto.

“Enquanto artistas somos muitos, mas Glauber e Valéria são o cerne, o núcleo das ações”, conta Flávio Rabêlo, que, desde 2003, tem focado sua contribuição ao grupo principalmente através do gerenciamento e questões burocráticas, além das reflexões estéticas e sociais. “Aos poucos os saudáveis subversivos vão se multiplicando”, conta Flávio. Para Fernando Coelho, há uma inquietação do grupo também na busca de novos integrantes – seja para “associar-se” ou para participar de projetos isolados. “Tentamos encontrar os artistas periféricos, que não têm espaço, nem um canal de divulgação de suas obras”, explica Coelho.

Prêmios e projetos

Além dos prêmios concedidos à Sábia sarjeta, outros projetos e instalações dos Saudáveis mereceram o reconhecimento da crítica. É o caso de Uma janela para cada balanço - uma cartilha de menina, que em abril de 2002, recebeu o Prêmio Dança em Cena da CAC (Capital Americana da Cultura), em Maceió. Trata-se de um espetáculo de dança que aborda um tema singelo – apresenta a beleza da amizade entre duas mulheres. A proposta era construir um novo vocabulário corporal, respeitando limitações, possibilitando o desenvolvimento do grupo, e, como explica Glauber "anulando a competitividade e atitudes pré-concebidas".

Em 2004, foi a vez do projeto Pega ladrão receber o prêmio Alagoas Em Cena - Artes Cênicas. Mais uma vez, uma provocação ao público, ao tratar de forma tragicômica a banalização da violência na mídia. Um recorte mais que necessário, quando percebemos que o retrato desse problema é geralmente feito pelos meios de comunicação de uma forma descontextualizada e espetacularizada. No ano passado, o vídeo-dança Burka foi selecionado para o Move Berlim - Panorama Brasil. A iniciativa nasceu de um projeto de pesquisa de Valéria Nunes, abordando de forma simbólica as opressões cotidianas, as burkas que cobrem as mulheres na atualidade. O vídeo é mais uma demonstração da versatilidade dos Saudáveis: através da autogestão e vídeo caseiro, registradas por um vídeo-maker amador, editaram o material em um PC doméstico.

Geralmente desconsiderada pela cultura científica ocidental e contraditoriamente sendo muitas vezes ponto de partida para a produção de medicamentos, a medicina popular foi o tema que inspirou o projeto itinerante Menina planta, que percorreu algumas ruas da cidade difundindo a prática e incentivando o plantio de árvores nativas. A iniciativa foi contemplada pelo Programa BNB de Cultura - Artes Cênicas – 2005. Também no final do ano passado, o grupo recebeu o Prêmio de Fomento a Dança da FUNARTE e Petrobras, com o projeto Quixotes. "Esta obra busca a construção de uma cultura do imaginário – uma cultura de todo lugar ou uma cultura de lugar nenhum. Trabalhamos o coreógrafo como um DJ – um misturador de materiais pré-existentes de diferentes naturezas, como qualidades de movimentos codificados, abertos e pessoais, luminosidades, imagens e sonoridades", revela Glauber. Além disso, os Saudáveis produziram, ainda dentro das Oficinas de Áudio Visual do Sebrae – 2005, o curta-metragem Bate ferro, exibido na mostra Sebrae de vídeos, e no projeto Curta Jaraguá, em dezembro de 2005.

No campo das produções conjuntas, os SS participam da Cooperativa de Performance – Grupo de estudos e execução de performances, em parceria com a Cia. Sentidos Teatro Dança Música Artes Visuais e o NACE – Núcleo Transdisciplinar de Pesquisas em Artes Cênicas e Espetaculares da UFAL. Periodicamente, esta cooperativa organiza excursões da Caravana Alagoana de Arte Contemporânea. Em janeiro do ano passado, eles estiveram no ENTEPOLA – Encontro de Teatro Popular Latino Americano em Santiago do Chile com a instauração cênica Em Branco e o projeto Desenho do desejo; e no IIIº Festival Internacional de Teatro Popular UN Teatro pa’ Todos, em Bogotá, na Colômbia, com Em branco.

E outros trabalhos no campo das performances de rua também se fazem presentes, como La ursa elétrica, que propõe uma interferência em outras performances, através de Glauber Xavier como performer-câmera-man, instigando e registrando a ação e interação do público e dos performers; Estranho um cara comum, no qual Flávio Rabelo pesquisa dentro da Cooperativa de Performance, fazendo questionamentos a partir do ato performático de ficar (in) visível aos olhos da sociedade (12 horas sentado em frente à Catedral de Maceió); Desenho do Desejo, projeto que esteve presente no Fórum Social Mundial 2005, em Porto Alegre, dentro da programação do Museu Vivo da Diversidade, e que reúne elementos como interatividade, provocação, reflexão, ação consciente, participação e vontade. Consiste na construção de obras visuais coletivas, por diferentes grupos de pessoas através de intervenção de acontecimentos performáticos provocativos em espaços públicos, com foco no estudo e aplicação dos resultados em comunidades carentes. “As obras resultantes dessa experiência têm como fim a captação de recursos a serem aplicados em capacitação técnica e artística de comunidades em risco social”, explica o grupo.

O trabalho dos SS também marcou presença nas artes visuais, com a Trilogia: O absurdo pós-moderno: A surpresa - A sensação - O espanto, instalação com sucata e fotografias artesanais, de 1998; a exposição A arma que atira para todos os lados, de 1999, também instalação, com fotografias, cenografia a base de barro e alumínio e performance; A empírica Felipa Parckson, datada do ano de 2000: tinta óleo sobre tecido velho, música, vídeo, quadrinhos e performance; Pormenor de um íntimo relacionamento, cuja técnica foi papel colado; Um samba para o meu teatro, também de 2000, instalação que se valeu de colagem, fotografia, cenografia, texto, música e vídeo; Natureza morta de fome, no ano de 2000; Saudável subversividade, colagem de vídeos caseiros e MP3; Será indolor ser artista contorcionista, 2001/2001, outra instalação que se utilizou de fotografias artesanais, música e textos; Inversos felizes, 2003, uma performance poética; Orfélias, instalação com piscina plástica, água, papel laminado, flores e performance; Restos, instalação com vídeos, luzes e restos de acervos; e Pormenores de uma contracultura, reunindo fotos, vídeos, luzes, cenários e instrumentos musicais em outra instalação proposta para invadir sensorialmente os seus receptores (?). Além disso, o grupo manteve funcionando no bairro de Jaraguá, em Maceió, uma sede, a Saudável Casa Subversiva, por mais de um ano com atividades semanais.

"Cada artista tem o público que merece"

Segundo o saudável subversivo Flávio Rabêlo, o trabalho desenvolvido pelo grupo reflete uma forma de ver e pensar o mundo. "Produzimos influenciados pelo nosso espaço e nosso tempo, real e virtual, numa relação dialética e reflexiva sobre nosso cotidiano". Inquietos e buscando transgredir as fronteiras do óbvio (o óbvio aqui é entendido como percepção imediata, e não como o imediatamente correto) e refletir e agir em um cotidiano repleto de injustiças, o grupo apresenta sua arte em locais díspares. Na verdade, a proposta é justamente não se ater ao convencional. Como a mudança é constante, todos as experimentações são também experiências, e vão se refletir no trabalho final. Aliás, minto. Não há um trabalho final, mas uma construção contínua. Por isso mesmo, cada apresentação pode ser entendida também como uma soma na percepção de um mesmo tema, sendo o público e o cenário também parte dessa visão que pode contribuir na formulação ou reformulação de outros espetáculos. Por isso mesmo, as exibições, jogos e instalações geralmente não se restringem a um espaço fixo, já que são, eles mesmos, elementos do trabalho. Ao citar apresentações em espaços não-convencionais e até díspares, de um hotel luxuoso até típicos canaviais alagoanos, com cortadores de cana, Flávio Rabelo explica que "isso fortalece nossa formação e, principalmente, aumenta nossas possibilidades reflexivas, estéticas e sociais".

Essa atitude não só demonstra a constante preocupação com os espaços e com o crescimento do trabalho, como também é resultado de uma reflexão do grupo sobre a própria realidade alagoana e sua formação cultural. Para Fernando Coelho, a dificuldade em assimilar arte em Alagoas é resultado de um processo histórico. "Temos uma elite que sempre foi escravagista e provinciana, mesquinha e omissa", define. Por isso mesmo, acha que o problema não está em chamar o povo para a arte, mas levá-la onde ele está. E a resposta a iniciativas nesse sentido, acredita, está sendo extremamente positiva.

Na mesma linha de pensamento, Flávio acredita que "o público é uma conseqüência do trabalho do artista; cada artista tem o público que merece, e vice-versa". Claro que a afirmação não é algo determinista, ou correríamos o risco de estar reproduzindo uma lógica de auto-exclusão. É, antes, um ponto de partida para questionamentos maiores sobre o que leva o público a aceitar determinados trabalhos e quais as formas de ação que podem permitir uma mudança nesse quadro, que não é algo imediato, mas que se constrói, como acredita Flávio, com "tempo e ações constantes". Para ele, público e artista estão sempre em formação.

Por isso mesmo, os saudáveis subversivos vão se multiplicando. Transformando e transformando-se. Transgredindo e travestindo-se. Indo além das vozes e do corpo, mas se comunicando também com eles (e para fora deles). Sendo os mesmos e os outros, respirando mudança, beleza, dor, sentimentos. Exalando o perfume exato e confuso da arte, com uma inquietação que se pretende função, resistência. Buscando novas linguagens de dizer e sentir mais do que ninguém sabia (ou que estava em silêncio). Subvertendo enfim, toda essa estranha lógica, em busca de outros caminhos.

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Tati Magalhães
 

Valeu, Marcelo! Os saudáveis realmente merecem espaço principalmente porque dão essa "sacudida" nas artes por aqui em AL. E fico feliz sempre que alguém se interessa pelo trabalho da associação por conta de algum texto meu (aconteceu na pré-história do overmundo, na versão antiga). Daquela vez, falei do jogo cênico Não tenho palavras, que, aliás, voltou em nova temporada. Esse link aí é do blog do jogo, que havia esquecido de colocar na matéria...

Tati Magalhães · Maceió, AL 17/7/2006 18:43
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Marcelo Rangel
 

Nossa, um movimento tão fértil, aqui pertinho de SE, e nunca tinha ouvido falar... gostei muito, estamos precisando promover um intercâmbio AL-SE, hein? Parabéns, Tati, seus textos sempre me agradam muito, pelos temas e pela escrita!

Marcelo Rangel · Aracaju, SE 17/7/2006 19:38
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Hermano Vianna
 

Ufa! Se o Marcelo não conhecia aí tão pertinho, não me sinto tão mal por nunca ter ouvido falar também... O que demonstra que o problema da circulação cultural no Brasil não é apenas a distância geográfica e que o Overmundo pode ligar quem sempre esteve lado a lado... Os SS poderiam criar um cadastro aqui no Overmundo para disponibilizar vídeos, fotos, textos, trilhas etc. etc.

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 19/7/2006 03:50
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Balbino
 

Nossa que delícia de matéria Tati, e esse grupo MARAVILHOSO, tou empolgado, tou empolgado, inspirador, valeu mesmo!!!!!!!!

Balbino · Cuiabá, MT 19/7/2006 11:16
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wado
 

Fico feliz sempre que leio algo destes camaradas que dei a sorte de conhecer cedo na minha vida e que sinto, de alguma forma, fazer parte . Vida longa aos Saudáveis Subversivos, fico feliz com a colheita farta de um longo e estudado esforço.
Abração e sorte! Admiração pela postura e conduta.

wado · Maceió, AL 19/7/2006 15:44
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Rodrigo Teixeira
 

Os Saudáveis estiveram no Festival América do Sul este ano por indicação da Tati. O grupo Caximir veio tocar aqui em Campo Grande em um show q toquei também... tudo fruto de contato do Overmundo! Sem dúvida este é o caminho para aproximar grupos/artistas q são vizinhos e não se conhecem. fuiii

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 19/7/2006 16:38
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Hermano Vianna
 

Rodrigo: bom saber que o Overmundo já está conectando pessoas bacanas também na "vida real", além da conexão virtual. Não imaginava que isso ia acontecer tão rápido. Tomara que acontece muito mais, em muitos outros lugares. Mas falando em Corumbá: você nos deve uma reflexão sobre o festival deste ano e seu futuro!

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 20/7/2006 01:43
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Jorge
 

super bacana!!Saudáveis subversivos do planeta uní-vos!!!
10 pra reportagem
10 pros saudáveis subversivos
10.000.000 pra continuarmos subvertendo o que nos impede de sermos saudáveis.

Jorge · Canapi, AL 20/7/2006 10:14
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PASTOR TSAPA
 

simplesmente de parabens, eles merecem.
xavier e cia, sucessos meus amigos...

PASTOR TSAPA · Maceió, AL 20/7/2006 20:27
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Rodrigo Teixeira
 

Opa Hermano. Vou fazer a reflexão sim. E tentar vislumbrar o futuro. abs

Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 22/7/2006 15:21
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Rabelo
 

Viva o intercâmbio!!!
Viva a Tati (valeu de novo!)!
vamos aumentar as trocas na rede e além dela; acho a sugestão do Hermano muito boa, vou conversar com Glauber e o Colelho sobre isso; o nosso site (www.saudaveissubeversivos.com) esta em fase de reestruturação e em breve estará no ar de novo.
abraços a todos!!

Rabelo · Campinas, SP 23/7/2006 05:11
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Tati Magalhães
 

Valeu a todos, em especial a Gláuber, Flávio e Coelho, pela coerência, informações e inspiração. E que o overmundo seja mais uma ferramenta saudavelmente subversiva nessa luta constante de integrar, repensar, criar, trocar idéias entre os milhares de artistas espalhados por esse país...
Flávio, não linkei o site porque estava com problemas...mas assim que estiver OK, coloca como dica lá no guia...
Abraços!

Tati Magalhães · Maceió, AL 24/7/2006 11:59
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Fernando Coelho
 

Nem sei como começar. A primeira coisa que me vem a cabeça ao ler o texto da Tati é a satisfação em ver nela uma conjunção de valores "saudaveis subversivos" e "overmundianos", alias, ambos convergem numa mesma essencia. Apesar de ter contribuido com os Saudaveis de maneira mais conceitual - o carro chefe sempre foi as artes cenicas -, fico feliz em poder continuar nessa trilha. Todos nós - Tati, Glauber (verdadeiro mestre), Valeria (essa menina é um tesouro), Flavio, Jorge, Marcinha, Wado, Pastor, Hermano, Rodrigo... -, quando atuamos em função da reflexão estamos sendo saudaveis subversivos. Gostaria de poder contri buir mais com os Saudaveis, gostaria de poder contribuir (de fato) com o Overmundo, mas acredito está contribuindo da mesma forma nesta ardua missão do jornalismo diario. Acredito que o resultado é mais produtivo se me concentrar exclusivamente nessa atividade no momento, do que seria se abraçasse todas as outras ao mesmo tempo. Tati, parabens pelo texto (inspirado, talentoso, honesto) , Glauber-Valeria (pela determinação, talento e exemplo para todos nos) e Hermano (por linkar toda essa gente maravilhosa e honesta).

Fernando Coelho · , 27/7/2006 10:16
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Marcelo Rangel
 

E então, vamos fazer esse intercâmbio SE-AL? Tem um grupo aqui também interessante, o Caixa Cênica, creio que isso dá um bom caldo... um fruto desta rede que o Overmundo está formando... vamos subverter??

Marcelo Rangel · Aracaju, SE 27/7/2006 10:29
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Hermano Vianna
 

alô Fernando: bom revê-lo por aqui! sua contribuição com o Overmundo já foi fundamental e vai continuar sendo sempre. Grande abraço!

Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 28/7/2006 05:09
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Glauber X
 

Graças ao embrião do overmundo pudemos interagir com outros artistas sul-americanos e concluir uma pesquisa de grande importância pros SS no Peru e na Bolívia. Vejo o overmundo como uma grande rede positiva e acho que os SS podem interagir com propostas como estas. Estamos agora na produção de nosso site onde pretendemos lincar produções artísticas que tenham como premissa provocar reflexões, é um espaço para publicar música, textos, vídeos e outras linguagens. Estamos abertos a receber conteúdo e apoio para nos ospedar no mundo virtual.

Parabéns a todos que colocaram a cabeça nas estrelas e os pés no chão.

OBS. Fernando, valeu a confiaça e foi uma pena não nos conhecer-mos pessoalmente no FAS. Más a produção fez jus a todo este overmundo.

Glauber X · Maceió, AL 31/7/2006 16:40
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Tacilda Aquino
 

Vida longa aos Saudáveis Subversivos

Tacilda Aquino · Goiânia, GO 29/6/2007 16:34
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laura mansur
 

como faço para entrar em contato com alguém do grupo "saudáveis subersivos"? por favor, me respondam por email: taraviva@gmail.com
obrigada
laura

laura mansur · Palmares do Sul, RS 28/8/2007 11:14
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Tati Magalhães
 

Oi, Laura: aqui mesmo pelo overmundo você consegue: O Rabêlo, o Fernando Coelho e o Gláuber X, que deixaram comentários na matéria, são membros do grupo.
se não conseguir, me manda um recado, que eu tento "catar" o e-mail deles.
Abraços!

Tati Magalhães · Maceió, AL 28/8/2007 15:51
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Vitor Braga
 

Boa matéria!
Acompanho o trabalho dos caras há algum tempo, e é notável o crescimento individual de cada um que fez/faz parte do grupo.

Parabéns pela lembrança!

Vitor Braga · Maceió, AL 28/3/2008 11:00
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Emanuelle Oliveira
 

Estava procurando informações sobre o "Olhar circular". Resultado: Adorei!!!Acho que já sou uma saudável subversiva. Sucesso!!!!

Emanuelle Oliveira · Maceió, AL 8/4/2008 15:06
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