TEATRO NA RIBALTA

Arquivo Pessoal
Construção do teatro, 1898
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FILIPE MAMEDE · Natal, RN
8/8/2007 · 187 · 31
 

Quem vem do bairro das Rocas ou quem desce da Cidade Alta não tem outro jeito, senão contemplar o secular Teatro Alberto Maranhão, monumento tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Rio Grande do Norte. Inaugurado um ano antes da chegada das luzes de acetileno que iluminariam as ruas do bairro da Ribeira em 1905, o teatro teve outro nome de batismo. De 1904 a 1957, o teatro levava o nome do maestro e compositor de O Guarani, Carlos Gomes.

A estréia cuidadosamente preparada pelo governador Alberto Maranhão e pelo primeiro diretor do Teatro, o professor Joaquim Scipião, deu-se com a apresentação da Banda do Batalhão de Segurança, além de dramatizações, monólogos e recitações de poemas.

A concepção do teatro conserva, até hoje, linhas e elementos da arquitetura francesa do final do século XIX, além de cerâmica belga como revestimento do piso de entrada e da platéia. Obedecendo à planta do engenheiro José de Berredo, no Governo Ferreira Chaves, sob a direção do Major Theodósio Paiva, a construção teve início em 1898, e se deu simultaneamente a outros no Brasil: o Teatro Amazonas em Manaus é de 1896; o Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 1909; o Teatro José Alencar, em Fortaleza, iniciou as atividades em 1910; e o Teatro Municipal de São Paulo começou a funcionar no ano seguinte. Eles assumiam a função de vitrine cosmopolita para as novas elites.

Em 1910, o Teatro Carlos Gomes, como era chamado àquela época, guardava a forma de chalé, com 18,30 metros de largura por 78,60 de extensão, tendo três portas e uma escultura de Mathurin Moreau, denominada “arte”, encimando a fachada. No segundo Governo de Alberto Maranhão, o Teatro passou por uma nova reforma, sendo alvo de críticas por parte do jornal Diário de Natal, que apontava a falta de sensibilidade dos governantes, afirmando que o governador só tinha olhos para a sua grande obra, o teatro, consumindo nele, recursos desmedidos, enquanto os flagelados padeciam as misérias da seca, que se prolongava desde 1902.

Mesmo criticado, o então Teatro Carlos Gomes acabou ganhando um pavimento superior, portões e grades de ferro vindas da França (Fundição Val de Osnes), assim como os balcões e obras de arte na fachada. A Gran-Campañia Española de Zarzuela, Opera y Opereta Pablo López reinaugurou o teatro no dia 19 de julho de 1912 com a opereta “Princesa dos dólares” de Leo Fall. A partir de então, companhias francesas, espanholas e portuguesas não deixavam de incluir o confortável Teatro Carlos Gomes em seus roteiros de viagem. E, em 1936, houve o primeiro recital da cantora lírica Bidu Sayão, em Natal. Em 1957, sendo o Teatro da municipalidade, o Prefeito de Natal, Djalma Maranhão, mudou a sua denominação para Teatro Alberto Maranhão – TAM.

Sobre a mudança de nome, o teatrólogo Meira Pires, diretor do TAM de 1952 até 1982, ano de sua morte, disse o seguinte: “Alberto Maranhão não podia permanecer relegado a um esquecimento total. Esse o motivo da batalha gloriosa para dar seu nome à casa de artes que ele construiu, movimentou e amou como um novo Romeu”. Em 1955, o teatro, ainda com o nome de Carlos Gomes, foi palco do 1º Festival de Teatro Amador, “certame idealizado pelo teatrólogo Meira Pires, comemorativo à reabertura do teatro e do qual participaram os Estados da Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará”. Poucos anos depois, Meira Pires, de 10 a 20 de outubro de 1958, realizou o 1º Congresso Brasileiro de Teatro Amador. Na ocasião foi fundada a Sociedade Nacional do Teatro Amador – SONATA, sob o patrocínio do Ministro da Educação e Cultura Clóvis Salgado e do Governador Dinarte Mariz de Medeiros.

Em 1959, ainda no governo de Dinarte Mariz, o teatro foi reformado integralmente, com obras do engenheiro Wilson de Oliveira Miranda, sendo reaberto em 24 de março de 1960. No dia 11 de março de 1977, a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte estreou no palco do TAM, bem como o sistema de ar condicionado central. Pouco mais de uma década depois, a Fundação José Augusto, presidida pelo jornalista Woden Madruga, iniciou, em junho de 1988, uma nova reforma contando com o apoio da Fundação Nacional de Artes Cênicas e a Fundação Banco do Brasil. Nesse reparo foram incluídos camarins, salão nobre, jardim, platéia e palco, buscando restaurá-lo sob supervisão técnica da Coordenadoria do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado.

Em 2004, por ocasião do centenário do Teatro Alberto Maranhão, uma nova reforma foi realizada. Esta obra deu ao TAM uma melhor acessibilidade, já que foram construídas rampas da rua para a praça, da praça para o Teatro e também nas entradas dos banheiros. Além disso, um moderno sistema de climatização foi implantado, sendo instalados condicionadores de ar nas platéias, salas administrativas e salão nobre. Também foi feita uma nova pintura no teatro e restaurados a iluminação, o piso, o mosaico e o mobiliário original. O pátio interno foi ampliado e seu piso trocado. O prédio ganhou um novo café, loja e banheiros. O salão nobre e hall de entrada foram revitalizados e toda infra-estrutura do teatro foi restaurada. Para Hilneth Correia, atual diretora do Teatro Alberto Maranhão, “os sons, as letras, as cores, os movimentos, e os gestos, são presenças vivas nessa casa”.


“O Teatro Alberto Maranhão é um exemplo – o Brasil deveria mirar-se neste espelho. Trabalho, beleza, dedicação e seriedade. Saudade...”
Bibi Ferreira

“Ao Teatro Alberto Maranhão, pela sua história, beleza arquitetônica e tradição, a felicidade de estarmos aqui, pisando neste palco tão cheio de passado artístico”.
Fernanda Montenegro e Fernanda Torres.

“O Teatro é um encanto. Quisera este país querido estar repleto de espaços como o Alberto Maranhão”.
Leila Pinheiro

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Nivaldo Lemos
 

Oi, Filipe,
que beleza de texto, à altura do patrimônio homenageado. Gostei muito, como sempre. Só uma dúvida: o teatro não era cor de rosa, ou estou engando? Quanto às fotos, a do interior (palco), acho eu, poderia fer ficado mais clara, embora não altere em nada no texto, bastante objetivo, informativo e bem escrito. Obrigado pelo convite para lê-lo. Votei e aguardo os próximos. Parabéns.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 6/8/2007 14:30
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Nivaldo Lemos
 

Digo, votarei quando na fila de votação.
Abraços.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 6/8/2007 14:31
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FILIPE MAMEDE
 

Obrigado pela leitura primeira Nivaldo. Mas quantos às fotos, infelizmente, dentro do teatro estava tudo desligado, e minha pobre máquina digital, mesmo com o Flash disparado, não é lá essas coisas...

Abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 6/8/2007 17:29
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FILIPE MAMEDE
 

Há, quanto à cor do Teatro, fico devendo. Vou averigauar...

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 6/8/2007 17:42
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Nivaldo Lemos
 

Não precisa averiguar não, Filipe. Fui só uma curiosidade mesmo, pois essa é minha lembrança do teatro. Posso até estar sendo traído pela memória tão cansada, mas como o teatro sofreu reformas recentes...

Abração, amigo.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 6/8/2007 18:01
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LAILTON ARAÚJO
 

AMIGO FILIPE...

Seus textos são lições de jornalismo! Estou aprendendo diariamente com você! Aulas de história e cultura!

Sabemos das enormes dificuldades do povo nordestino! Eu sou um nordestino - migrante! Temos consciência das minguadas verbas públicas para a educação e cultura, e que muitas vezes são utilizadas nos setores de elite! Mas... Cultura é necessidade! É o pão e a água do crescimento intelectual de um povo! Pão e circo (na visão romana) já caíram em desuso! Cultura - mesmo de elite - é cultura. É universal! O Teatro (por ser público) deve ser utilizado por todas as camadas sociais! Inclusive para qualquer manifestação artística. A cultura não tem lado ou direção! A cultura é cultura!

A revitalização da história é necessária! Enriquece (um pouco mais) a rica a cultura local e atrai o turismo! Por conseqüência, absorve a mão de obra nordestina - em foco: a do Rio Grande do Norte!

Continue postando essas informações impagáveis!

Parabéns!

Lailton

LAILTON ARAÚJO · São Paulo, SP 7/8/2007 13:25
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Elizete Vasconcelos Arantes Filha
 

Filipe,
Faço minhas as palavras de Lailton.Eu tenho aprendido muito com seus textos, como sempre, belos.
Elizete

Elizete Vasconcelos Arantes Filha · Natal, RN 7/8/2007 22:41
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LAILTON ARAÚJO
 

FILIPE...

Relendo e votando!

Abraços!

Lailton

LAILTON ARAÚJO · São Paulo, SP 8/8/2007 10:01
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Spírito Santo
 

Filipe,

Bons tempos em que até as autoridades amavam o teatro tanto, a ponto de os construí-los tão magestosos e imponentes.

Abs

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 8/8/2007 13:28
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Nivaldo Lemos
 

De volta com voto, Spírito.
Abraço.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 8/8/2007 14:02
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jjLeandro
 

Bela história que registra a memória de nosso patrimônio artístico-cultural.
Parabéns

jjLeandro · Araguaína, TO 8/8/2007 14:18
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Noelio Mello
 

Filipe.
Mais uma vez trazes para o alto um pedaço da história que nossas memórias insistem em sepultar, em não garimpar. Belo texto. Lembro ao amigo, caso não saibas, o que acho dificil, que o maestro Carlos Gomes, faleceu em Belém, tendo seu derradeiro suspiro acompanhado pelos mais belos sons da ópera o GUARANI, tendo como pano de fundo as vozes amantes de Ceci e Peri.
O povo, Filipe, nós, sempre estaremos precisando respirar um ar de história, que tão bem sabes contar.
Parabéns.
Do amigo.
Noélio Mello

Noelio Mello · Belém, PA 8/8/2007 16:10
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FILIPE MAMEDE
 

Que detalhe interessante Noélio... Quanto ao texto, fico feliz que você tenha gostado (aliás, que todos tenham gostado). Eu gosto de poder "re"inventar as coisas que eu vejo por aí. Acredito muito nessa coisa de resgate, de poder reavivar a memória das pessoas.
Um abraço pra todos por aqui.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 8/8/2007 16:24
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Cida Almeida
 

Filipe, gostei de fazer mais esta viagem com você pela história de Natal.

Abração.

Cida Almeida · Goiânia, GO 8/8/2007 16:33
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Nivaldo Lemos
 

Filipe,
desculpe-me, meu amigo. Ao votar o chamei de Spírito, confundindo-o com o nosso querido Spírito Santo. Eu havia acabado de ler o comentário dele e me confundi. Tô ficando mesmo velho.

Abraço.

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 8/8/2007 17:10
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FILIPE MAMEDE
 

Não se desculpe por isso Nivaldo, eu, que ainda comungo na faixa dos "vinte e poucos anos", ontem mesmo, esqueci o controle da TV dentro da geladeira...

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 8/8/2007 17:19
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Nivaldo Lemos
 

Hahahahaha, a imagem deve ter congelado...

Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro, RJ 8/8/2007 17:22
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FILIPE MAMEDE
 

Que chiste Nivaldo...(Risos) Pois é rapaz, faço dois estágios "pelo preço de um". De manhã em um, de tarde noutro. À noite, aula... fim de semana tenho que cobrir os jogos do Campeonato Brasileiro (o estágio da tarde é na TV UNIVERSITÁRIA - TVU ESPORTES) aí já viu, correria total. De volta ao sossego do lar, vou ler alguma coisa, pesquisar e tal... pequenos lapsos são inevitáveis...

Um abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 8/8/2007 17:33
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crispinga
 

Belo trabalho,Filipe!
O Municipal daqui do Rio também é um exemplo de preservação! Majestoso e acessível á população, que uma vez por m~es tem entrada à 1 real para assistir qualquer evento!
BJK
Cris

crispinga · Nova Friburgo, RJ 8/8/2007 19:51
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crispinga
 

Fechei o placar! rsrs!

crispinga · Nova Friburgo, RJ 8/8/2007 19:53
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crispinga
 

Corrigindo...
acessível à população...
mês...
Antes que meu "editor" me pegue"

crispinga · Nova Friburgo, RJ 8/8/2007 19:56
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Querido Filipe:
O construtor do Theatro 4 de Setembro, aqui de Teresina, engenheiro alemão Alfredo Modrach, viveu muitos anos em Natal e, segundo dizem, foi um dos responsáveis pela construção da ponte metálica sobre o Rio Potengi. O nosso Theatro, também muito belo, é uma dezena de anos mais antigo, datado de 1894, já teve fazes de enorme decadência, passou por reformas que, graças a deus, não o descaracterizaram e hoje é uma importante referência na memória da cidade.
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho
PS Este seu post é o tipo do trabalho que pode figurar na proposta do Nivaldo de homenagear o IPHAN (veja lá na agenda "Dia Nacional do Patrimonio Histórico"

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 8/8/2007 20:14
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FILIPE MAMEDE
 

Bom saber que o teatro de vocês (Crispinga e Joca) estão funcionando direitinho... Joca, depois de ver seu comentário, fui pesquisar sobre a "paternidade" da ponte. Veja só:

"Esta ponte, também chamada Ponte do Potengi, teve sua construção iniciada em 1914 e inaugurada em 20 de abril de 1916. Sua função era a de permitir a passagem dos trens da Estrada de Ferro Central, facilitando o transporte entre a Capital e o interior do Rio Grande do Norte, que até então só era possível transpondo-se o Rio Potengi por meio de embarcações.
Construída durante o governo do Des. Ferreira Chaves, possuía uma extensão que totalizava 550 metros, com nove vãos de 50 metros e um de 70, confeccionados em estruturas metálicas suportadas por fortes colunas compactas.
A execução das obras ficou a cargo da Companhia de Viação, através de contrato firmado com a “Engeneering Cleveland Company”, empresa ligada à Darlington Cleveland Company, da Inglaterra, de excelente conceito na construção civil mundial. O Engenheiro F. Collier esteve na direção dos trabalhos daquela que se tornou, naqueles anos passados, a maior ponte do norte brasileiro"...

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 9/8/2007 07:47
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Rangel Castilho
 

Salve, Filipe!!!
Magnífica aula!!!

Rangel Castilho · Anastácio, MS 9/8/2007 16:32
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Saramar
 

Menino, estou impressionada com a qualidade das informações e do texto.
Obrigada por me ensinar tanto e de maneira tão perfeita.

beijos

Saramar · Goiânia, GO 9/8/2007 18:15
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analuizadapenha
 

oi... gostei da visita e muito mais pq vc gostou do que leu... ainda tomaremos um café , de preferência no Teatro tão bem apresentado na sua história e importãncia para "nossa" Natal, no mais despertou em mim saudades de um tempo em que me sentava no tapete vermelho entre as filas de cadeiras, estudante e sem dinheiro e um porteiro (não lembro-me o nome) já falecido , liberava a entrada na metade do show do Projeto Pixinguinha(Funarte)... lindinho êle... que esteja no mais belo céu. Abraços.

analuizadapenha · Natal, RN 10/8/2007 08:34
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FILIPE MAMEDE
 

Que coisa boa Analuiza que o teatro suscita lembranças tão bacanas em você. Fico feliz por isso. Mas devo confessar. Não sou muito bom de café, mas está aberta pra ti, esse exceção.

Um abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 10/8/2007 09:00
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analuizadapenha
 

Oi... um dia quem sabe ... rs . Abraços.

analuizadapenha · Natal, RN 10/8/2007 13:47
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Lucas Pereira
 

Oi Filipe, bacana conhecer a história do teatro - como é belo -, ainda mais nas suas palavras, que contam tão bem a história.

Aqui na minha cidade, Sabará, existe o segundo teatro mais antigo do Brasil - não me vem a data exata agora -, mas ele chegou a ser prestigiado por Dão Pedrão 1 e Dão Pedrão 2. E mais, tem uma acústica adimirada por artitas de todo o país.

Abraços parceiro

Lucas Pereira · Sabará, MG 10/8/2007 15:18
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Marluce Freire Nascasbez
 

Felipe,

Mais um belo trabalho, parabéns!

Um aBRAÇO, Marluce

Marluce Freire Nascasbez · Carnaíba, PE 11/8/2007 10:41
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Pedro Monteiro
 

Meu caro Filipe, faço minhas, as palavras do meu muito querido Joca Oeiras. E por sinal, sinto muito orgulho de ser seu conterrâneo. O Teatro 4 de Setembro, em Teresina, Além de belo, seu valor Histórico é incontestável, sendo que sua construção foi em 1894.
Quero parabenizar o teu texto e o Trabalho de pesquisa.
Grande Abraço.

Pedro Monteiro · São Paulo, SP 11/8/2007 14:04
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Teatro Alberto Maranhão, Natal-RN zoom
Teatro Alberto Maranhão, Natal-RN
Fachada do teatro e escultura  zoom
Fachada do teatro e escultura "A ARTE"
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De cima do palco
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Mobília original e piso Belga
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Hall central do TAM
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