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Revelando o concurso Somos fãs do Projeto Revelando os Brasis. De cara achamos que era um projeto que tinha tudo a ver com a vocação colaborativa do Overmundo, ao permitir que pessoas de cidades com menos de 20 mil habitantes tivessem todo o apoio para fazer curta-metragens. Ano passado, vários textos foram feitos por aqui graças a uma parceria bem legal com o projeto. Este ano, seguimos em contato... > leia
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TomZé, cinema e generosidade
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 15/7/2007 00:40 · 466 votos · 40 ·
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Imagens
O disco em que David Byrne descobriu TomZé
No debate após o filme...
Diretor e documentado no debate...
Estive na pré-estréia do filme Fabricando TomZé nesta terça-feira, dia 10, no Centro Cultural dos Correios aqui no Rio. Aliás, TomZé para mim é daqueles artistas que quando vem ao Rio, não perco, a não ser em caso de doença grave na família.
O filme estava marcado para ser exibido as 16 horas mas as 15 já havia movimentação na porta e um monte de gente se espalhava pelas redondezas com o press-release do filme na mão aguardando. Perto de 4 horas a fila já era imensa. Uma agradável e alegre excitação já pairava no ar. Não precisa dizer que a Sala do CCC ficou lotada. Quando a sessão começou já havia gente sentada no chão.
Me pergunto o que faz TomZé, um caboclo nordestino com origens encravadas no sertão colonial do interior da Bahia, nascido em 1936 numa cidadezinha que hoje tem perto de 25 mil habitantes, local de produção de mandioca, feijão, milho e castanha de caju, ser um artista tão admirado e querido numa metrópole como o Rio de Janeiro.
Tento encontrar a resposta e condensá-la em uma única frase: TomZé, em sua postura como generoso guerreiro no mundo, faz questão de trazer todos para o domínio do HUMANO.
Um artista que, transitando no universo da indústria cultural, faz questão de derrubar SEMPRE as barreiras que separam as pessoas. Não há como não ser AUTÊNTICO ao lado dele. Quando estamos ao seu lado (e isso já é uma declaração de amor) estamos instados a produzir o melhor de nós. Saio dos encontros com ele sempre me sentindo mais leve e acreditando no ser humano.
O documentário de Décio Matos Jr. me parece ter conseguido transmitir exatamente esse sentimento. E sei como é difícil transformar 250 horas de imagens "mortas" em um documentário com tal vitalidade. O próprio TomZé comentou isso no debate. Resumindo: O filme deve ser visto por todos porque é muito bom. De preferência vá ver com os amigos.
TomZé talvez seja um dos artistas que realiza (por conta da liberdade que a produção musical com a tomada dos meios de produção pelos próprios artistas começa a proporcionar finalmente nos tempos de hoje) o ideal da arte como agente de TRANSFORMAÇÃO e não mais como simples produto. Depois de cem anos de música como produto cultural, talvez tenha chegado o tempo de menestréis cantadores no ciberespaço estabelecendo uma ponte real com O OUTRO.
E a pergunta que pairava na platéia no debate como o TomZé e os realizadores, talvez fosse essa: como estabelecer essa ponte também no cinema? Ali, naquele momento, o que me parecia transbordar de melhor, era o próprio encontro. Para usar uma expressão antiga as vibrações que se estabeleciam eram extremamente positivas. O cinema brasileiro (e Décio Matos falava no seu apreço pela "tela grande" e pelo cinema com todas as letras) pode fortalecer essa dimensão do encontro recuperando um movimento que estava em plena ascensão no período da Tropicália que "revelou" TomZé: os cineclubes.
E aqui recupero também uma expressão que tenho utilizado para a minha definição de cultura: cultura como ágape. (Cuidado: Ágape no sentido grego de amor e não no sentido latino de caridade). Cultura como conversa, de preferência de pertinho em torno de uma mesa com comida e bebida. Cultura como encontro.
Aqui no bairro de Laranjeiras, onde moro, montamos há uns dois anos atrás uma série de sessões de cinema no amplo estúdio fotográfico de um amigo. Por 5 reais você assistia aos filmes (so´valiam curtas e documentários transferidos para video), debatia com os realizadores, tomava um caldinho de feijão e bebia toda a cachaça que você pudesse. Os filmes eram trazidos pelos próprios diretores, o caldinho de feijão eu mesmo fazia (uma panela enorme) e a cachaça era fornecida por alguns produtores. Batizamos o evento de Cinema, Cachaça e Caldinho (um nome parecido circulou depois no Cine Odeon). Sucesso total! As sessões foram sempre lotadíssimas. Mas o grande saldo sempre me pareceu ser o encontro e com tempo para se discorrer sobre os assuntos de cada filme. Bem diferente dos seminários a que tenho ido onde as palestras são enormes e o tempo para discussão mínimo.
A tecnologia nos permite hoje com muito mais facilidade: um projetor tipo "datashow" e um player ou computador. Uma parede branca e os amigos, conhecidos e interessados...
Quem se habilita?
tags: Rio de Janeiro RJ cinema-video cinema cineclube egeu-laus
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Ingredientes bons e simples esses que você dá no final, Egeu... Eu topo! :) Aproveito para colocar aqui o link para o ótimo texto que o próprio Décio (diretor do documentário) postou no Overmundo. Ô filme arriscado... Mas o ritmo é muito bom, ágil, acho que só poderia funcionar assim mesmo com um personagem tão inquieto. Depois de ver a pré-estréia de ontem (no Odeon), também saí com essa boa sensação de felicidade nas coisas simples.
Helena Aragão · Rio de Janeiro (RJ) · 11/7/2007 17:59
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O texto do Décio já tinha me comprado pra ver o filme. Esse teu, Egeu, ainda aumentou minha vontade. E sobre o teu cineclube, ele ainda existe? Que dia é? Abraços!
Thiago Camelo · Rio de Janeiro (RJ) · 11/7/2007 18:08
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PArabéns! Ficamos todos muito felizes de ter realizado o debate apéos o filme. Foi uma ótma experiência. Espero poder participar do Cinema, Cachaça e Caldinho! Abs
jrmatos · São Paulo (SP) · 11/7/2007 18:46
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Egeu,
comungo em número, grau e gênero com sua opinião a respeito de Tom Zé e de sua obra. Sou um apaixonado por esse baiano que conheci no final dos 60/início dos 70 cantando as coisas do mundo e do Brasil, de uma forma inventiva, original e linda! De lá pra cá desenvolvi a certeza de que Tom Zé é um dos artista mais originais, geniais, proféticos e profícuos que o mundo produziu nos séculos XX-XXI. Foi performático muito antes de existir o termo, como é global e regional, interativo e hiperativo, pré e pós-tudo bem antes da internet, da globalização. Ele é único e múltiplo. Tom e Zé. Erudição e popularidade unidos num só ser: Tom Zé. Parabéns pelo belo texto. Vou ver o filme.
Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro (RJ) · 11/7/2007 19:02
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Definitivamente vou ver esse filme! Todo estímulo para produzir o melhor que eu possa, acreditar no ser humano e ter mais leveza no dia-a-dia é mais que bem-vindo. Valeu, Egeu.
Abraço.
Tetê Oliveira · Nova Iguaçu (RJ) · 11/7/2007 21:20
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Infelizmente o Cinema, Cachaça e Caldinho fechou as portas no primeiro ano por falta de espaço. Mas se houver alguns loucos dispostos a reconstruí-lo, eu chego junto!
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 12/7/2007 08:50
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Aliás, um dos melhores filmes exibidos foi o documentário Via Sacra da Rocinha de Alexandre Montoro, vocês conhecem?
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 12/7/2007 08:52
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Não conheço, Egeu, mas vou procurar ver. Abraço.
Nivaldo Lemos · Rio de Janeiro (RJ) · 12/7/2007 11:39
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adorei o texto, Egeu. e o Tom Zé, bom.. assisti o filme duas vezes (no Festival do Rio e na Maratona do Odeon, tem um tempinho) e saí nas duas louca pra ver um show dele! num dos dias inclusive tinha, perdi. se soubesse do debate nessa, teria ido! só vi na época do Jogos de Armar. prometo pra mim mesma que não perco o próximo!!
Inês Nin · Rio de Janeiro (RJ) · 14/7/2007 03:36
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ah, e também sou total a favor de mini-cineclubes, se for com caldinho de feijão, ainda melhor. precisamos de mais deles! o Cine Buraco, que era aqui perto, mal aproveitei..
Inês Nin · Rio de Janeiro (RJ) · 14/7/2007 03:37
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egeu, o tom zé é tudo isso mesmo e muito mais! com certeza assistirei ao filme, assim como não perco nenhum de seus shows...
inclusive porque, penso eu, esse tipo de artista, que é agente da transformação, que se entrega ao diálogo com o público, é raro. e não se trata de um diálogo nas regras do mercado, mas um diálogo na dimensão da ágape, como você frisa justamente.
eu tenho um amigo que não gosta do tom zé. ele acha as músicas "mal feitas", acha que os shows são esculhambados, que ele não se comporta como "artista"... mas é estranho, porque esse amigo não perde sequer um show do tom zé no rio. eu fico pensando: “que artista extraordinário que magnetiza até aqueles que não gostam!"
tom zé é uma experiência da qual ninguém fica incólume!
quanto ao cineclube: ja organizei uns cineclubes... tem umas casas em santa teresa bastante legais pra isso... quem tem projetor? mãos a obra!
grande abraço!
Bernardo Carvalho · Rio de Janeiro (RJ) · 15/7/2007 12:04
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Opa! Será que está nascendo uma espécie de "cineclube overmundo"? :)
Helena Aragão · Rio de Janeiro (RJ) · 15/7/2007 14:47
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Depois de cem anos de música como produto cultural, talvez tenha chegado o tempo de menestréis cantadores no ciberespaço estabelecendo uma ponte real com O OUTRO.
aqui está a chave e o ouro (entendido como metáfora e não o valor monetário - é para isso que a poesia serve, para um mundo possível de ser sonhado e vivido)
eduardo ferreira · Cuiabá (MT) · 15/7/2007 20:24
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Já tinha passado por aqui, mas agora deixo registrado: tou adorando ver o Tom Zé em evidência no Overmundo, primeiro por meio do próprio diretor, e agora numa colaboração do Egeu. Algo como "é isso o que eu quero ver neste site".
Abraços,
Felipe
Felipe Obrer · Florianópolis (SC) · 15/7/2007 20:35
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o filme é mesmo sensacional. para mim o melhor foi ver Tom Zé defender o Brasil, como acho que todos deveríamos fazer. sempre.
Pedro de Oliveira · Brasília (DF) · 15/7/2007 21:33
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Egeu,
não sei o que com o que mais me entusiasmaste: se com o filme sobre TomZé, que não terei como assistir tão cedo - o que me leva à segunda questão - ou com os cineclubes originais que propões. Sem dúvida, um ótimo texto, mas também um excelente convite.
Labes, Marcelo · Blumenau (SC) · 16/7/2007 02:23
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e que texto, hein?
e esse CCC deveria ser mravilhoso!
e esse filme deve ser muito bom!
e esse TOM ZÉ... o que eu digo mais? O ARTISTA.
Inconfundível, original, Talentoso é pouco...
consegue me deixar louquinha em 5 minutos e com vontade de devorar 15 livros de uma vez só; ou me entregar ao ócio criativo, em que não acredito...mas, deixa fluir! o lance é isso aí, rsrsrs. ou seja maluca, mais..rs.
mas encantada de ver um artista tão entregue à própria arte em todas as suas verdadeiras faces. o Artista Brasileiro.
Parabéns Egeu! ótimo texto!
abraços,
Fran
Francinne Amarante · Brasília (DF) · 16/7/2007 03:12
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Egeu, parabéns! Parabéns para você e para Tom Zé, um baiano que nos honra com sua simplicidade de gênio, que nos orgulha com sua genialidade de arauto do povo.
Um abraço
Pablo Reis · Salvador (BA) · 16/7/2007 08:05
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A idéia é somente esta: um cineclube em cada bairro de cada cidade do Brasil!
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 16/7/2007 08:42
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Egeu.
Muito boa a matéria esta semana vou tentar assistir aqui em SP.
Quando a deixa do finalzinho achei bacana também a proposta. No primeiro ano de faculdade eu juntamente mais mais 3 amigas realizamos um documentário de Inculsão Social de Criança, Jovens e Adolescentes por meio do Esporte Amador. O documentário ficou bacana, não aquela coisa tivemos uma boa ajuda para edição na faculdade, porém o tema é muito bacana e pegamos vários exemplos. Ele tem 8 minutos, quando começar as aulas vou ver a possíbilidade de digitalizar ele e se quiser posso te mandar para você apreciar vou tentar por aqui também no overmundo.
Um abraço amigo e parabéns mais uma vez.
Higor Assis · São Paulo (SP) · 16/7/2007 09:05
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Higor,
Sugiro você colocar ele no Banco de Cultura aqui do Overmundo.
Mas tenho interesse em recebê-lo, sim. Obrigado pela gentileza.
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 16/7/2007 09:17
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O filme é super importante para a história da brasileira e para música. O filme é realmente muito bacana e muito sensível.
Boas palavras, Egeu!
Abraços!
Maria Elisa Macedo · Belo Horizonte (MG) · 16/7/2007 11:47
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delicia de txt Egeu parabéns! E esta história da cultura como Agape!!! Perfeito! Vou usar com a sua licença. Abraço
Claudiocareca · Cuiabá (MT) · 16/7/2007 11:48
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o tom-
zera qualquer um!
xxx
xYURIx · Aracaju (SE) · 16/7/2007 15:15
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Na minha visão mais "simples" ágape seria uma refeição coletiva onde cada um traz a sua contribuição e todos compartilham dela. Estamos falando, portanto, de democracia, diversidade, participação, troca, proximidade...
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 16/7/2007 15:31
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Ótimo, um belo trabalho de quem realmente ama a cultura brasileira.
Todos os "tons" que o Tom merece.
BETHA · Carnaíba (PE) · 16/7/2007 18:54
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Ótimo texto, Egeu! Já tinha ouvido falar desse filme uma vez, mas me esqueci com o tempo... Vou entrar em contato com os produtores, que assim que tiver disponível em DVD, lasco o meu! Também, se tiver como eu ir pra BH, não perco a oportunidade de ver no cinema. O cara é muito bom, conheci há pouco tempo, mas já ouço vários discos, e... haja criatividade, haja poesia!
Ah, boa sorte na criação do cineclube!
Pablo Pamplona · São Paulo (SP) · 16/7/2007 19:02
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Pessoal,
Postei no Banco de Cultura um pequeno video com uma intervenção de TomZé no debate do lançamento do filme.
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 16/7/2007 21:06
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oba!
Francinne Amarante · Brasília (DF) · 17/7/2007 05:38
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Não vi o filme ainda, mas vi uma reportagem falando que mostram um Tom Zé para o bem e para o mal... sÓ sei que a última passagem dele aqui por terras potiguares, foi um estrondo. Um abraço Egeu.
FILIPE MAMEDE · Natal (RN) · 17/7/2007 09:03
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Egeu, excelente texto! Vi Fabricando Tom Zé no sábado e senti exatamente o que você sentiu. Quanto à idéia de um possível cineclube overmundo, no Rio eu não posso ajudar, mas posso colaborar para a abertura de uma filial em São Paulo. Vamos trocar uma idéia?
Fábio Fernandes · São Paulo (SP) · 17/7/2007 11:12
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Aqui no Rio, quem comprar o CD de TomZé Danç-êh-sá por R$ 19,50 ganha dois ingressos para ver o documentário Fabricando TomZé!
Procure na Moviola, rua das Laranjeiras, 280 (em frente a Distac Automóveis).
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 17/7/2007 14:56
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Também gostei da idéia, Egeu. Coordeno um projeto de extensão da Ufes (o Ação Audiovisual) que tem entre seus objetivos a exibição de filmes em DVD, usando datashow e equipamentos bem acessíveis. A gente pode conversar melhor sobre isso.
Ilhandarilha · Vitória (ES) · 17/7/2007 15:27
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Pessoal,
Parece que está se desenhando uma possibilidade de instalação do CineClube no bairro de Laranjeiras, aqui no Rio.
Precisamos de voluntários para trabalhar. Quem se habilita?
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 17/7/2007 22:33
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Parece que já temos umas sementinhas para os seguintes cineclubes:
CineClube Overmundo Rio
CineClube Overmundo São Paulo
CineClube Overmundo Vitória
(não custa sonhar...)
Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 17/7/2007 23:02
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hem! esse negócio "de fabricar de novo" o tom zé já não aconteceu? fabricando o cine-overmundo ia ser uma boa idéia! a propósito cinema é o que não tá faltando aki em maringá. tem o projeto "um outro olhar", tem o "festival de cinema de maringá" (creio que já vi esse tom zé por aki (ou foi em ctba?), gente não lembro! mas vem pra cá. Desse lado tá tudo de bom. Só o teatro que anda meio apagadinho....começando agora uma iluminação. Mesmo assim Divulguemo-nos!!!!
Elmo Fanhani · Maringá (PR) · 23/3/2008 11:21
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Adoro Tom Zé porque ele é muito normal
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Marcos Carlos · Belo Horizonte (MG) · 20/8/2008 19:29
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Excelente! Certamente meu amigo Tom vai gostar desta publicação aqui no overmundo.
Parabéns!
Abraços.
Juscelino Mendes · Campinas (SP) · 4/9/2008 11:04
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