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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/museu-da-agua">
  <description>Pois que existem museus para homenagear pessoas, fatos, revoluÃ§Ãµes, moedas, mÃ³veis... Em Blumenau, hÃ¡ um museu diferente chamado Museu da Ãgua. Sim. Na verdade, nÃ£o se trata de um lugar para contar a histÃ³ria da Ã¡gua em si (do tipo uma molÃ©cula de oxigÃªnio e duas de hidrogÃªnio), mas para trazer Ã  tona a histÃ³ria do serviÃ§o de distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua na cidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Consta que a primeira rede de distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua de Blumenau, a ETA I (EstaÃ§Ã£o de Tratamento de Ãgua) data de 1943. A Caixa DÂ´Ã¡gua, como era simplesmente chamada a estaÃ§Ã£o, teve grande importÃ¢ncia na constituiÃ§Ã£o do centro urbano da cidade de Blumenau, levando o dito lÃ­quido vital para as casas dos imigrantes e descendentes de imigrantes que habitavam a cidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas alÃ©m de expor antigos equipamentos usados na captaÃ§Ã£o e distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua na cidade (a primeira rede contava com 43 km de extensÃ£o), o Museu da Ãgua tem seu fundo educacional: as etapas de captaÃ§Ã£o, tratamento e distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua podem ser acompanhadas de perto, atravÃ©s das placas indicativas e dos profissionais que explicam como tudo funciona.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Localizado no centro de Blumenau, no alto do Morro da Boa Vista, o Museu recebe Ã¡gua direto do rio ItajaÃ­ AÃ§u e continua alimentando boa parte do centro da cidade e dos bairros localizados perto dali. O que mudou na rotina profissional de quem trabalha na estaÃ§Ã£o Ã© que, desde 1999, o local Ã© aberto Ã  visitaÃ§Ã£o de estudantes (que vÃ£o lÃ¡ para entender como funciona uma estaÃ§Ã£o de tratamento de Ã¡gua) e por turistas, uma vez que o prÃ©dio do Museu da Ãgua oferece uma vista privilegiada do centro da cidade de Blumenau.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No acervo, podem ser conferidas fotos e documentos relativos ao inÃ­cio das atividades do hoje SAMAE (ServiÃ§o AutÃ´nomo Municipal de Ãgua e Esgoto), bem como equipamentos e antigas tÃ©cnicas de captaÃ§Ã£o e tratamento de Ã¡gua. Ou pode somente se observar a vista. LÃ¡ de cima, hÃ¡ muito o que se ver.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/museu-da-agua</link>
  <title>guia .: Museu da Ãgua!</title>
  <dc:date>2007-8-24T19:07:14Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/tire-os-pes-do-chao-e-aproveite-a-vista">
  <description>Nada melhor do que o gosto da liberdade. Sem dÃºvida. Melhor ainda Ã© ser livre e poder ver as coisas de cima. Ainda mais se a vista for boa. Pois que esta Ã© a sensaÃ§Ã£o de quem experimenta fazer um vÃ´o de parapente no Morro da Cruz de Gaspar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os saltos acontecem da rampa do Morro da Cruz, a 270m de altura. A Ã¡rea que se observa voando nÃ£o poderia ser mais bela: Gaspar tem muitas de suas Ã¡reas destinadas ainda Ã  agricultura e Ã  pecuÃ¡ria â e se tratando da localizaÃ§Ã£o da rampa, na saÃ­da da cidade rumo a Brusque â nÃ£o se pode esperar menos do que muito, mas muito verde, pintando uma belÃ­ssima planÃ­cie com morros ao fundo. Os morros, no caso, sÃ£o os de Blumenau.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Apesar de a rampa do Morro da Cruz de Gaspar sediar campeonatos importantes de vÃ´o livre (entre eles o circuito catarinense e algumas provas do campeonato paranaense), a aventura de voar nÃ£o Ã© restrita a profissionais.  Com equipamentos especiais e algum treinamento antes do salto, amadores podem experimentar a sensaÃ§Ã£o que, na confusÃ£o de Hesse, poderÃ­amos classificar de âsÃ³ para raros / sÃ³ para loucosâ.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Brincadeira. Quem atende aos vÃ´os em Gaspar Ã© o CPV â Clube de Parapente do Vale. Verificando-se que os vÃ´os acontecem em dias limpos e com ventos favorÃ¡veis (os melhores, para ali, sÃ£o o Norte e Noroeste), alÃ©m do deslocamento atÃ© o morro, Ã© muito interessante que se avise a visita ao CPV a fim de agendar o salto. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Para tanto, hÃ¡ sites de previsÃ£o do tempo para pesquisar de vai ou nÃ£o chover no final de semana.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Se as informaÃ§Ãµes sobre o vÃ´o sÃ£o importantes, o que dizer das informaÃ§Ãµes sobre o pouso. Pois que eles, os pousos, acontecem na base do morro, numa fazenda.  Os vÃ´os variam de duraÃ§Ã£o â muito conta: como o vento, a pressÃ£o atmosfÃ©rica... â mas o que importa Ã© que se pousa sobre a grama fofinha que estÃ¡ sempre Ã  espera dos aventureiros voadores.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/tire-os-pes-do-chao-e-aproveite-a-vista</link>
  <title>guia .: Tire os pÃ©s do chÃ£o e aproveite a vista!</title>
  <dc:date>2007-7-29T09:27:21Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/estacao-eisenbahn-1">
  <description>Blumenau Ã© a terra da Oktoberfest, a maior festa da cerveja do paÃ­s â inspirada, por acaso, na festa de mesmo nome de Munique (MÃ¼nchen), na Alemanha. Apesar do tÃ­tulo de âterra da cervejaâ, grande parte das ediÃ§Ãµes anuais da famosa festa de outubro foram Ã  base de chopp das grandes marcas que dominam o mercado brasileiro. AliÃ¡s, Ã© com esta proposta que surgiu a Eisenbahn: criar uma alternativa ao paladar dos verdadeiros apreciadores de cerveja.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã claro que nÃ£o se trata de uma tarefa fÃ¡cil. Os proprietÃ¡rios da Eisenbahn tiveram de ir Ã  Europa para encontrar um mestre cervejeiro â que acabaram trazendo consigo âque soubesse os segredos milenares da verdadeira cerveja. Gerhardt Beutling Ã© formado mestre pela Weihenstephan, criada em 1040, e trabalha com isso hÃ¡ quase trinta anos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A cerveja Eisenbahn ainda segue a Reinheitsgebot, Lei AlemÃ£ da Pureza, criada em 1516, que nÃ£o permite que mais de quatro ingredientes sejam misturados na produÃ§Ã£o do lÃ­quido germÃ¢nico mais apreciado. A pequena cervejaria produz 14 tipos diferentes de cerveja que podem ser compradas â e terem seu processo de fabricaÃ§Ã£o acompanhado â na prÃ³pria fÃ¡brica, onde tem um bar...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A EstaÃ§Ã£o Eisenbahn Ã© separada da fÃ¡brica por uma parede de vidro. Dessa forma, o cliente que aprecia seu lÃ­quido bÃ¡varo pode observar a cerveja ser produzida ao seu lado. AlÃ©m do atrativo fabril, a EstaÃ§Ã£o ainda oferece, como nÃ£o poderia deixar de ser, um variado cardÃ¡pio germÃ¢nico, com pratos tÃ­picos coloniais. TrÃªs vezes por semana, hÃ¡ atraÃ§Ãµes musicais e, cuidado com a cÃ£ibra na lÃ­ngua, os grupos Alpenmusikanten e Hausmusikanten, de quarta a sexta-feira animam quem estiver no bar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AlÃ©m de ver a fÃ¡brica atravÃ©s do vidro, o cliente tambÃ©m pode visitar a fÃ¡brica em seu real interior e provar o chopp saindo direto do seu reservatÃ³rio de descanso, antes de ser embalado.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aos poucos, a cerveja Eisenbahn passou a figurar na lista das melhores cervejas do Brasil e do mundo, segundo revistas especializadas, justamente em funÃ§Ã£o daquilo que pensaram seus idealizadores quando de seu inÃ­cio: criar uma marca de cerveja que fosse ao contrÃ¡rio das grandes marcas, das grandes cervejas sem gosto. Pois bem, conseguiram. E agora, a qualidade desse  saboroso lÃ­quido bÃ¡varo pode ser conferida de perto, de pertinho, ali onde Ã© produzida a cerveja, ali na torneirinha por onde ela sai...&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/estacao-eisenbahn-1</link>
  <title>guia .: ESTAÃÃO EISENBAHN</title>
  <dc:date>2007-7-20T15:50:29Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/curso-de-teatro-livre">
  <description>A Cia Carona de Teatro, uma das mais respeitÃ¡veis academias cÃªnicas de Santa Catarina, abre para o pÃºblico o Curso de Teatro Livre, com inscriÃ§Ãµes abertas em julho para inÃ­cio das aulas jÃ¡ no mÃªs de agosto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um curso de teatro livre tem muito a oferecer aos seus alunos. Primeiro, trata-se de nÃ£o ser acadÃªmico â para se ter idÃ©ia do que se trata, vejamos que nem todo aluno que cursa Letras necessariamente torna-se escritor â e depois, por ter como professores atores atuantes da prÃ³pria companhia, que jÃ¡ encenou espetÃ¡culos de primeira ordem, como Os Camaradas e A Parte Doente que sintetizam, de acordo com o prÃ³prio grupo, âum processo que visa ampliar as possibilidades criativas do ator, quebrar as resistÃªncias psicofÃ­sicas e encontrar o sentido de suas aÃ§Ãµesâ.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tendo como professores os atores James Beck, FÃ¡bio Hostert, LÃ©o Kufner e o diretor do grupo, Pepe Sedrez â o Curso de Teatro Livre da Cia Carona de Teatro tem dois pontos muito a seu favor: primeiro, o fato de as turmas serem divididas por faixa etÃ¡ria, o que ajuda inclusive no entrosamento dos participantes. Depois, que o curso Ã© reconhecido pelo sindicato dos artistas&amp;#059; a profissionalizaÃ§Ã£o depende do interesse do aluno, que pode passar pelas trÃªs fases do curso: nÃ­vel inicial, nÃ­vel intermediÃ¡rio e nÃ­vel avanÃ§ado. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ao final de cada semestre letivo, acontece a Mostra Carona de Teatro - trÃªs dias, como neste ano, em que sÃ£o apresentadas as peÃ§as montadas pelos alunos e dirigidas por seus professores: uma Ã³tima forma de pÃ´r em teste aquilo que se aprendeu (e se viveu, afinal falamos de teatro) durante o curso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/curso-de-teatro-livre</link>
  <title>guia .: CURSO DE TEATRO LIVRE</title>
  <dc:date>2007-7-19T21:14:09Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/festival-universitario-de-teatro-de-blumenau">
  <description>O FUTB, mostra competitiva de teatro - somente para grupos universitÃ¡rios - que ocorre anualmente durante o mÃªs de julho, Ã© organizado pela Universidade Regional de Blumenau (FURB). O festival Ã© realizado na categoria adulta, e a mostra competitiva Ã© realizada  no Teatro Carlos Gomes. Uma das coisas mais interessantes do teatro Ã© o palco sobre rodas, que leva apresentaÃ§Ãµes para as escolas da cidade e para vÃ¡rios lugares pÃºblicos. O festival foi realizado pela primeira vez em 1987, e na pÃ¡gina tu encontrarÃ¡s maiores informaÃ§Ãµes. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/festival-universitario-de-teatro-de-blumenau</link>
  <title>guia .: Festival UniversitÃ¡rio de Teatro de Blumenau</title>
  <dc:date>2006-3-04T12:57:54Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/curso-de-producao-e-roteiro-em-curta-metragem">
  <description>Parece que um curso de cinema vai demorar a chegar ao Vale do ItajaÃ­. O mais prÃ³ximo que existe Ã© em FlorianÃ³polis. Mas a produÃ§Ã£o, ou melhor, a necessidade de produzir cinema tem se alastrado pelo Vale. SÃ£o cada vez mais produÃ§Ãµes em vÃ­deo â a sÃ©rio â que demonstram o interesse que existe por aqui em produzir e exibir construÃ§Ãµes cinematogrÃ¡ficas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Cia. Carona de Teatro, percebendo a demanda de interessados em cinema, criou a Oficina de Roteiro e ProduÃ§Ã£o de Curta Metragem, tendo Ã  sua frente o cineasta blumenauense Andreas Peter. Com Andreas Ã  frente das aulas semanais, os interessados terÃ£o acesso a um plano de ensino com conteÃºdo suficiente para efetuarem a criaÃ§Ã£o e a produÃ§Ã£o de seus prÃ³prios filmes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aprofundando os temas ministrados, temos: linguagem cinematogrÃ¡fica, roteiro tÃ©cnico, planejamento (departamentos, funÃ§Ãµes, equipamentos), prÃ©-produÃ§Ã£o, produÃ§Ã£o, imagem e som, desproduÃ§Ã£o, pÃ³s-produÃ§Ã£o, finalizaÃ§Ã£o e montagem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O que os alunos aprendem na teoria, tambÃ©m o fazem na prÃ¡tica. Ou melhor: as aulas teÃ³ricas sÃ£o somente o primeiro passo, jÃ¡ que os alunos adquirem o conhecimento prÃ¡tico realizando seus prÃ³prios curtas. E para driblar a dificuldade geralmente encontrada para a exibiÃ§Ã£o dessas produÃ§Ãµes, os curtas metragem fazem a vez na Mostra Carona de Teatro: enquanto os alunos de teatro da Companhia apresentam suas peÃ§as, Ã© tambÃ©m o momento de os alunos do curso de produÃ§Ã£o e roteiro exibirem seus filmes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Curso de ProduÃ§Ã£o e Roteiro em Curta Metragem Ã© uma parceria da Cia Carona com o Ibes â Instituto Blumenauense de Ensino Superior â que cede o espaÃ§o para a realizaÃ§Ã£o das aulas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Certamente, uma iniciativa que colaborarÃ¡ em muito para a produÃ§Ã£o em vÃ­deo catarinense.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/curso-de-producao-e-roteiro-em-curta-metragem</link>
  <title>guia .: CURSO DE PRODUÃÃO E ROTEIRO EM CURTA METRAGEM</title>
  <dc:date>2007-7-19T21:14:20Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/conheca-a-nova-russia">
  <description>NÃ£o se trata do paÃ­s&amp;#059; Nova RÃºssia (http://www.novarussia.org.br/) Ã© o nome de uma regiÃ£o localizada ao extremo sul de Blumenau. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cercada pela Mata AtlÃ¢ntica, a regiÃ£o Ã© habitada quase totalmente por descendentes de alemÃ£es chegados na regiÃ£o no sÃ©culo XIX.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O principal atrativo Ã© do lugar Ã© mesmo o contato com a fauna e a flora da regiÃ£o. Preservada principalmente hÃ¡ 20 anos, boa parte da mata, em funÃ§Ã£o de ter sido habitada por pequenos agricultores, conseguiu se restabelecer, embora possam ser percebidos sinais de desmatamentos passados ainda.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Chegar Ã  Nova RÃºssia jÃ¡ Ã© sinÃ´nimo de aventura. Saindo da estrada de asfalto, comeÃ§a o caminho por estrada de terra que, conforme a subida da serra (o que deve durar de trÃªs a quatro quilÃ´metros) pode ser conturbado se houver movimento. Isso porque uma linha Ã´nibus leva e traz passageiros trÃªs vezes ao dia. NÃ£o Ã© nada agradÃ¡vel topar com um Ã´nibus numa estrada em que mal passam dois veÃ­culos. Eis algo com o que cuidar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas o caminho nÃ£o Ã© somente vertiginoso pela serra e pelo rio que corre lÃ¡ embaixo. A paisagem desde o inÃ­cio jÃ¡ Ã© fascinante. O ar limpo e a temperatura em declÃ­nio (conforme vai se distanciando da cidade) mudam inclusive aspectos da percepÃ§Ã£o. E verde, muito verde. E morros, muitos morros. Ã uma das regiÃµes que estÃ¡ em processo de tombamento em funÃ§Ã£o da criaÃ§Ã£o do Parque Nacional da Serra do ItajaÃ­ (http://www.apremavi.com.br/dossie/pparqueserra.htm#introdu), tendo sido classificada como âreserva da biosferaâ pelo MinistÃ©rio do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pouco visitada no inverno â o frio explica â a regiÃ£o da Nova RÃºssia recebe muitas pessoas durante o verÃ£o. Ã nessa regiÃ£o que nasce o RibeirÃ£o Garcia, um dos principais da cidade, e que por lÃ¡ Ã© cristalino e com Ã¡gua abundante. Banhistas locais e turistas podem banhar-se num dos cinco recantos naturais espalhados ao longo do rio. SÃ£o locais com Ã¡rea de camping, churrasqueiras, restaurantes e estacionamento. Ã interessante ver que, dependendo do dono do recanto, mesmo a alimentaÃ§Ã£o pode apresentar diferenÃ§as: do normal feijÃ£o com arroz e bife ao marreco recheado com repolho roxo e aipim frito: comidas alemÃ£s.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para quem deseja ficar mais de um dia e dormir que nÃ£o seja numa barraca, existe a Pousada Rio da Prata (http://www.pousadariodaprata.com.br/), que oferece um contato âmonitoradoâ com a floresta: sÃ£o guias que acompanham as atividades de cavalgada noturna, passeio pelas Minas da Prata, bÃ³ia-cross e rapel. O pernoite custa em mÃ©dia R$45,00 em chalÃ© ou cabana&amp;#059; as demais atividades disponÃ­veis sÃ£o cobradas a parte.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Habitada por alemÃ£es imigrantes, a regiÃ£o foi muito explorada por indÃºstrias interessadas em minÃ©rios, como ouro e prata. Por causa principalmente desses dois elementos, foram abertas as Minas da Prata: galerias cavadas na rocha (que, uma pena, aos poucos vÃ£o desmoronando) mas que ainda podem ser visitadas. Passear por dentro das Minas, claro, sempre com equipamentos, mostra o quanto a regiÃ£o era importante no final do sÃ©culo XIX e inÃ­cio do sÃ©culo XX. NÃ£o apenas as minas foram abertas a dinamite, mas tambÃ©m a estrada, aquela da serra, nÃ£o teria sido aberta sem um interesse muito grande em onde se iria chegar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Uma dica: aos domingos, o Recanto Arno Schmidt oferece almoÃ§o com o cardÃ¡pio repleto de pratos tÃ­picos da imigraÃ§Ã£o alemÃ£. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Preste atenÃ§Ã£o Ã s demais pessoas no local, converse com os donos do estabelecimento e veja de perto como a humildade e a simpatia estÃ£o presentes nessas comunidades isoladas, como Ã© a da Nova RÃºssia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/conheca-a-nova-russia</link>
  <title>guia .: CONHEÃA A NOVA RÃSSIA</title>
  <dc:date>2007-5-31T13:48:22Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/parque-ecologico-spitzkopf">
  <description>PARQUE ECOLÃGICO SPITZKOPF&lt;br /&gt;&#13;&#10;Visitar o ponto mais alto de Blumenau, o morro Spitzkopf em seu 936 metros de altitude Ã©, alÃ©m de um passeio meramente ecolÃ³gico, um contato extraordinÃ¡rio com a Natureza. E com a HistÃ³ria.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A primeira visita ao cume do morro aconteceu em 1892 por imigrantes alemÃ£es que tinham por intuito caÃ§ar bugres (Ã­ndios) e delimitar terras. Desde entÃ£o, tendo passado pelas mÃ£os de trÃªs proprietÃ¡rios do terreno, a regiÃ£o â que jÃ¡ foi Ã¡rea de extraÃ§Ã£o de madeira e de caÃ§a livre (1907 a 1932) e Ã¡rea de preservaÃ§Ã£o de fauna e flora (1932 a 1983) â passou a ser roteiro turÃ­stico a partir de 1988, quando tomou posse seu Ãºltimo e atual proprietÃ¡rio: Hans Schadrack.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Parque EcolÃ³gico Spitzkopf foi criado com o intuito de ganhar dinheiro para manter a Ã¡rea e continuar preservando-a. Afinal, sÃ£o 5 milhÃµes de metros quadrados de Mata AtlÃ¢ntica que nÃ£o recebem atenÃ§Ã£o do Governo Federal no que diz respeito a preservaÃ§Ã£o e manutenÃ§Ã£o. De qualquer forma, o Parque entrou em crise com a visitaÃ§Ã£o liberada. Grupos de arruaceiros subiam os 6 km de estrada para festas e comemoraÃ§Ãµes alucinadas. O que se pode considerar, tamanha a vista. No entanto, numa dessas ocasiÃµes, hÃ¡ doze anos ocasiÃµes o pico do morro pegou fogo. Foram cinco dias de chamas em que boa parte da Ã¡rea mais alta do morro foi devastada. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas, tirando as dificuldades e problemas encontrados atravÃ©s dos anos, o Parque EcolÃ³gico Spitzkopf ainda Ã© um respeitÃ¡vel lugar para se conhecer. Vejam-se as trilhas para passeio: &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Trilha Edson AntÃ´nio Ferretti, que leva ao Pico, tem extensÃ£o de 6 km (de subida). O Pico estÃ¡ a uma altitude de 936 metros. Dali pode se avistar boa parte de Blumenau e Indaial,principalmente as Ã¡reas de preservaÃ§Ã£o. Ao longe, vÃªem-se municÃ­pios vizinhos e, em dias ensolarados, pode-se ver o litoral, a 40 quilÃ´metros de distÃ¢ncia. O tempo de caminhada morro acima pode chegar a 2 ou 3 horas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na base do Morro, onde estÃ£o os chalÃ©s e a estrutura turÃ­stica Ã© avantajada, pode-se caminhar por duas trilhas: a Trilha do RibeirÃ£o CaetÃ© e a Trilha da Represa. A primeira, com um circuito de aproximadamente 1,4 km, encontram-se duas cascatas em mata praticamente fechada. Ã comum a aproximaÃ§Ã£o, neste caminho, com aves silvestres e eventuais mamÃ­feros de pequeno porte. A segunda, a Trilha da Represa, tem 1,1 km de extensÃ£o e ladeia o RibeirÃ£o do Ouro. Sua cascata em 25 metros de altura, sÃ³ alcanÃ§ados depois da travessia aventureira da represa, com cerca de 20 metros de altura â sem corrimÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Parque EcolÃ³gico spitzkopf recebe, geralmente, visitantes de um dia, que conhecem o parque e vÃ£o embora Ã  noite. No entanto, o lugar tranqÃ¼ilo (excluem-se do âtranqÃ¼iloâ os mosquitos) pode propiciar um longo tempo de descanso. Para ficar no Parque por mais de um dia, Ã© possÃ­vel tanto acampar como hospedar-se em um dos quatro chalÃ©s disponÃ­veis para hÃ³spedes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A base do morro, Ã¡rea de recepÃ§Ã£o e entretenimento , conta com estacionamento, mini-zÃ´o (geralmente, animais em recuperaÃ§Ã£o, que logo sÃ£o postos de volta na mata), piscina natural e Ã¡rvores para se descansar embaixo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um excelente passeio para se fazer com a famÃ­lia, com amigos ou com excursÃµes de cunho naturalista. Sem dÃºvida.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/parque-ecologico-spitzkopf</link>
  <title>guia .: PARQUE ECOLÃGICO SPITZKOPF</title>
  <dc:date>2007-6-21T15:24:12Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/festival-nacional-de-teatro-infantil">
  <description>O Festival Nacional de Teatro Infantil, realizado anualmente em Blumenau durante o mÃªs de agosto, Ã© organizado pela FundaÃ§Ã£o Cultural do municÃ­pio. A mostra Ã© gratuita, nÃ£o competitiva, e estÃ¡ aberta a participaÃ§Ã£o de grupos teatrais de todo o paÃ­s. Por ser um dos poucos eventos com essa caracterÃ­stica, voltado especialmente ao pÃºblico infantil, aos poucos o festival estÃ¡ se transformando em uma referÃªncia nacional. Na pÃ¡gina da FundaÃ§Ã£o jÃ¡ Ã© possÃ­vel encontrar informaÃ§Ãµes sobre a 10Âª ediÃ§Ã£o do festival que acontecerÃ¡ entre os dias 13 e 19 de agosto de 2006.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/festival-nacional-de-teatro-infantil</link>
  <title>guia .: Festival Nacional de Teatro Infantil</title>
  <dc:date>2006-3-04T12:57:53Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/bem-cultural-um-programa-inteligente-na-televisao">
  <description>EstÃ¡ no ar um programa sem dÃºvida inovador. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Instituto Cultura em Rede, entidade privada sem fins lucrativos, tem como clientes o Governo do Estado de Santa Catarina, as prefeituras desses municÃ­pios. A fÃ³rmula parece simples: o privado se organiza para trabalhar onde o pÃºblico parece nÃ£o ter muito sucesso. Dessa forma, o privado age como pÃºblico e a coisa anda.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O portal â apenas uma das Ã¡reas de atuaÃ§Ã£o do Instituto â estÃ¡ lÃ¡ para receber artistas de todas as Ã¡reas, portfÃ³lios desses artistas, amostras de material artÃ­stico, notÃ­cias relacionadas a cultura â e propÃµe ainda cursos a distÃ¢ncia para produtores e criadores artÃ­sticos de todo o estado. Acontece que, de maneira inovadora, o Instituto Cultura em Rede nÃ£o ocupa somente os espaÃ§os da Web. E Ã© sÃ¡bado Ã  noite que as coisas mudam.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acessar o pÃºblico de uma forma alternativa Ã  internet pode ser muito custoso para comunidades virtuais. Sendo assim, uma forma interessante que o Cultura em Rede divulgar seu trabalho e conseguir colaboradores (pessoas ligadas Ã  produÃ§Ã£o cultural) Ã© a utilizaÃ§Ã£o da TV aberta. Todos os sÃ¡bados, Ã s 22:00 horas, vai ao ar o Bem Cultural, programa produzido pelo Instituto Cultura em Rede em parceria com seus patrocinadores e exibido pela TVBV, associada local da Rede Bandeirantes. O programa Ã© basicamente uma revista eletrÃ´nica de arte catarinense, mas vai muito alÃ©m: com uma proposta de interatividade, o programa consegue dar uma idÃ©ia da diversidade cultural catarinense e de como hÃ¡ um grande terreno ainda inexplorado pela mÃ­dia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acontece que nÃ£o se trata de um programa meramente institucional. Ao mesmo tempo em que o Bem Cultural traz Ã  tona o que se estÃ¡ produzindo pelo estado catarinense na forma de matÃ©rias e entrevistas (raridades como a produÃ§Ã£o de cinema catarinense, por exemplo) ou de agenda cultural, tambÃ©m serve de palanque para a classe artÃ­stica. Ou seja: ao mesmo tempo em que pode se visitar (pela televisÃ£o, mas jÃ¡ Ã© muita coisa) o Centro Integrado de Cultura, em FlorianÃ³polis, pode se ouvir falar de leis de incentivo Ã  cultura e de como o artista, no mais das vezes, Ã© desrespeitado quando se trata de ganhar dinheiro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã de se espantar que um programa de uma entidade privada ligada ao poder pÃºblico nÃ£o seja, novamente, mera propaganda estatal. Mas Ã© justamente isto que torna o Bem Cultural tÃ£o singular: primeiro, porque Ã© a primeira vez que a classe artÃ­stica catarinense aparece com respeito na televisÃ£o (de outra forma, sÃ³ sendo citado por cima). Depois, porque alÃ©m de ser um espaÃ§o reservado para divulgar a produÃ§Ã£o cultural, serve tambÃ©m para mostrar o que pensam estes artistas, quais sÃ£o seus anseios e suas reclamaÃ§Ãµes referentes Ã s polÃ­ticas culturais de Santa Catarina.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bem Cultural felizmente nÃ£o Ã© somente mais um programa de televisÃ£o. E tambÃ©m nÃ£o pertence ao grande grupo de propagandas institucionais dos quais se valem governos e partidos polÃ­ticos para acrescentarem valor Ã s suas âobras pÃºblicasâ. Este Ã© um programa daqueles que merecem ser vistos. E com atenÃ§Ã£o, porque muitos dos nomes que aparecem com a alcunha de âartista catarinenseâ hoje, logo poderÃ£o ser conhecidos como âartistas brasileirosâ, finalmente. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quem perder o programa na televisÃ£o pode acessÃ¡-lo no site do &lt;a href=&quot;http://www.culturaemrede.org:8080/programaTV.jsp&quot;&gt;Instituto Cultura em Rede&lt;/a&gt;, onde fica Ã  disposiÃ§Ã£o atÃ© duas semanas depois de ser exibido.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/bem-cultural-um-programa-inteligente-na-televisao</link>
  <title>guia .: Bem Cultural - um programa inteligente (!) na televisÃ£o</title>
  <dc:date>2007-10-12T11:09:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/turismo-industrial-de-como-a-areia-se-transforma-em-cristal">
  <description>Pode ser verdade que muitas pessoas que venham ao interior, cansadas da turbulÃªncia urbana, queiram mesmo Ã© saber de natureza, nada de barulho ou conexÃ£o direta com o trabalho. No entanto, visitar algumas indÃºstrias pode ser realmente muito interessante. Foi por isso que a Secretaria de Turismo de Blumenau deu inÃ­cio ao roteiro industrial, em que os turistas podem ter acesso a algumas fÃ¡bricas e acompanhar os processos industriais da produÃ§Ã£o de cerveja (como no caso das cervejarias Eisenbahn e Bierland), dos cristais (Glas Park e Cristais Hering) e malhas de cama, mesa, banho e vestuÃ¡rio, como no caso da Cia. Hering.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sobre a Eisenbahn e a Bierlandan, jÃ¡ falamos aqui no Overmundo. Mas vale a pena lembrar: a cerveja consumida nessas empresas Ã© produzida artesanalmente, e podemos ter acesso Ã  fÃ¡brica, acompanhando todo o processo de fabricaÃ§Ã£o, desde a fervura dos ingredientes Ã  embalagem nas garrafas para exportaÃ§Ã£o. Um processo muito interessante.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E a respeito de cristais? Se vocÃª ainda nÃ£o acompanhou a produÃ§Ã£o de uma peÃ§a de cristal, nÃ£o tem idÃ©ia de como chegam Ã s lojas (e depois Ã  sua casa) aqueles copos belÃ­ssimos. Blumenau tem algumas das melhores empresas cristaleiras do paÃ­s. Dentre elas, podemos encontrar empresas cujos produtos percorrem o mundo por serem sinÃ´nimo de qualidade. Acontece que a produÃ§Ã£o de cristal, antes de ser um ramo fabril, empresarial etc., Ã© um ramo artÃ­stico. Porque, sem dÃºvida, Ã© uma forma de arte.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quem primeiro lida com o cristal â ainda em matÃ©ria bruta â sÃ£o os mestres cristaleiros. Cada um com uma especialidade, estes profissionais sÃ£o quem tiram a bola vermelha, resultado da fundiÃ§Ã£o principalmente de areia e chumbo, e as transformam, de acordo com a especialidade de cada um, em copos, jarras e peÃ§as de artesanato.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Remetendo Ã s mais antigas prÃ¡ticas industriais, a produÃ§Ã£o de cristal, hoje, toma formas de inovaÃ§Ã£o tecnolÃ³gicas, mais ainda guarda em sua produÃ§Ã£o segredos antigos sobre como soprar e dar forma ao lÃ­quido vermelho que depois torna-se uma peÃ§a cristalina. AlÃ©m da produÃ§Ã£o da peÃ§a bruta, uma visita a uma dessas empresas traz ainda em seu roteiro a pÃ³s-produÃ§Ã£o, que pode ser acompanhada pelos visitantes. Assim, descobre-se como o cristal toma cor, como Ã© lapidado, riscado, polido e lavado. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como as visitas sÃ£o curtas (em mÃ©dia 30 a 40 minutos) pode-se visitar tranquilamente â e descobrir, afinal, como sÃ£o produzidas as tÃ£o procuradas peÃ§as â e sair dali surpreso com a arte de transformar areia em vidro. Vidro, nÃ£o! Cristal, que bem outra coisa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/turismo-industrial-de-como-a-areia-se-transforma-em-cristal</link>
  <title>guia .: Turismo industrial: de como a areia se transforma em cristal.</title>
  <dc:date>2007-11-17T19:52:33Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/classicos-de-ontem-e-de-hoje">
  <description>Por que nÃ£o pode tocar Beethoven no rÃ¡dio? E Schumann? E Lizst? E por que nÃ£o pode tocar Villa-Lobos? Ora, claro que pode. Ainda mais numa rÃ¡dio cuja proposta tende para o educacional. Apresento-lhes a RÃ¡dio Furb.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com regÃªncia do maestro &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/agenda/frank-graf-o-caminheiro&quot;&gt;Frank Graf&lt;/a&gt;, o programa ClÃ¡ssicos de Ontem e de Hoje Ã© realmente abrangente. Tendo Ã  frente um especialista em mÃºsica clÃ¡ssica, ClÃ¡ssicos de Ontem e de Hoje nÃ£o pretende ser somente um programa em que se pode ouvir mÃºsica clÃ¡ssica. Frank Graf vai mais longe e atravÃ©s de comentÃ¡rios sutis, explica sobre a Ã©poca da composiÃ§Ã£o, fala sobre o compositor (quais as suas influÃªncias e quem foi influenciado por ele) e explica ainda, por exemplo, que âo dodecafonismo Ã© a mÃºsica clÃ¡ssica incompreendida do sÃ©culo XXâ.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Graf, em si, jÃ¡ tem uma importÃ¢ncia histÃ³ria enorme. Ã o mais ilustre maestro do Vale do ItajaÃ­ e, quem sabe, de Santa Catarina. E o conhecimento que traz consigo em tantos anos de mÃºsica nÃ£o poderia ser melhor dividido e multiplicado, senÃ£o atravÃ©s de seu programa de rÃ¡dio. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A grande verdade Ã© que, ao contrÃ¡rio dos programas convencionais das rÃ¡dios comerciais Brasil afora, ClÃ¡ssicos de Ontem e de Hoje Ã© um programa que nos faz parar. Seja para ouvir Graf e sua profunda voz, acolhedora, seja para apreciar o que ele tÃªm para nÃ³s no dia de hoje.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A RÃ¡dio Furb Fm abrange cinco municÃ­pios do Vale do ItajaÃ­ (Blumenau, TimbÃ³, Indaial, Pomerode e Massaranduba), na freqÃ¼Ãªncia 107,1 MHz, mas pode ser acessada atravÃ©s da internet, no &lt;a href=&quot;http://www.furbtv.furb.br/hp/interna.php?id=4&quot;&gt;site da RÃ¡dio&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ o programa do maestro Frank Graf estÃ¡ no ar de segunda a sexta-feira, das &lt;strong&gt;12 Ã s 13 horas &lt;/strong&gt;e com reprise no outro dia de manhÃ£ cedo, das&lt;strong&gt; 6 Ã s 7 horas da manhÃ£&lt;/strong&gt;. Para quem gosta de mÃºsica clÃ¡ssica, seja dos tempos idos dos sÃ©culos anteriores, seja a mÃºsica clÃ¡ssica atual, e para quem quer aprender alguma coisa alÃ©m de somente ouvir orquestras sinfÃ´nicas de todo o mundo, eis um programa necessÃ¡rio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/classicos-de-ontem-e-de-hoje</link>
  <title>guia .: ClÃ¡ssicos de Ontem e de Hoje</title>
  <dc:date>2007-8-27T14:31:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/cinearte-em-blumenau">
  <description>Mostra itinerante de filmes os mais diversos.Com uma programaÃ§Ã£o que tenta atender ora aos cinÃ©filos ora aos leigos, uma boa opÃ§Ã£o para a segunda-feira Ã  noite.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/cinearte-em-blumenau</link>
  <title>guia .: CineArte em Blumenau</title>
  <dc:date>2007-5-21T13:46:39Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/arte-ao-cubo-tres-vezes-arte">
  <description>Um excelente projeto do Museu de Arte de Blumenau (MAB) em parceria com o PROLER (Programa Nacional de Incentivo Ã  Leitura) de Blumenau procura envolver crianÃ§as e adolescentes no mundo das artes por pelo menos uma tarde. Para muitos, pode ser o bastante para se sentirem inspirados e tocados pela literatura, pela mÃºsica ou pelas artes plÃ¡sticas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O projeto Arte ao Cubo do MAB Ã© direcionado a âgrupos organizadosâ â PROFESSORES, ATENÃÃO! â ou seja, grupos de alunos de escolas pÃºblicas e particulares que, durante algumas horas, terÃ£o acesso de forma dinÃ¢mica a literatura, como leitura no bosque da FundaÃ§Ã£o Cultural de Blumenau e visita animada Ã  biblioteca&amp;#059; a mÃºsica, atravÃ©s da banda municipal, onde sÃ£o conhecidos instrumentos e mÃºsicas&amp;#059; e a artes plÃ¡sticas. Uma vez que muito do que estÃ¡ no acervo do MAB pertence a artistas locais, a instituiÃ§Ã£o garante o contato nÃ£o somente com a obra, mas tambÃ©m com o artista, seu criador. SÃ£o trÃªs formas de encontrar com algo a que muitas vezes nÃ£o temos acesso tÃ£o facilmente: arte, arte e arte.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;As visitas ao projeto tem de ser agendadas com antecedÃªncia e a programaÃ§Ã£o pode variar de acordo com a disponibilidade da banda ou de acordo com a exposiÃ§Ã£o corrente do Museu de Arte de Blumenau. Professores, novamente: atenÃ§Ã£o! NÃ£o percam a oportunidade de, quem sabe, mudar a vida de seus alunos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/arte-ao-cubo-tres-vezes-arte</link>
  <title>guia .: ARTE AO CUBO - TRÃS VEZES ARTE</title>
  <dc:date>2007-6-04T15:12:45Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/vila-itoupava-sprecht-du-deutsche">
  <description>* VocÃª fala alemÃ£o?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;EntÃ£o se diz que Blumenau Ã© uma cidade genuinamente alemÃ£ e quem vem de fora diz: âIsso aqui nem parece o Brasilâ. Pois Ã©, estÃ£o enganados. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pois bem. Blumenau Ã© uma cidade brasileira e nela habitam brasileiros. Mas hÃ¡ que se olhar bem, muito bem. Como a divisÃ£o do municÃ­pio (que Ã© um vale) acontece por bairros muito distintos (que tambÃ©m ocupam vales), Ã© preciso ir um pouco mais longe para ver uma Blumenau quase totalmente desconhecida inclusive pelos prÃ³prios blumenauenses: falo da Vila Itoupava, um distrito do municÃ­pio blumenauense criado em 1943.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Localizada a 25 km do centro de Blumenau, o distrito da Vila Itoupava sÃ³ nÃ£o tem prefeitura â embora tenha a intendÃªncia distrital, que praticamente funciona como uma. HÃ¡ por ali hospital, agÃªncia bancÃ¡ria, mercados, postos de saÃºde... Enfim, quase tudo de que precisa um, digamos, pequeno municÃ­pio de 7 mil habitantes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Vila Itoupava pode ser considerado o mais genuÃ­no gueto alemÃ£o do Brasil. Centro de agro-turismo blumenauense, tem grande parte de seus moradores vivendo de agropecuÃ¡ria em minifÃºndios (como Ã© de costume desde que os primeiros imigrantes chegaram na regiÃ£o no sÃ©culo XIX): a economia agrÃ­cola da regiÃ£o abriga plantaÃ§Ãµes e criaÃ§Ãµes de gado e aves, principalmente patos e marrecos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Dos 7 mil habitantes do distrito, 70% falam alemÃ£o, idioma que pode ser considerado oficial na regiÃ£o. A Vila Itoupava tem 10 escolas, cinco estaduais e cindo municipais, sendo que nessas Ãºltimas, o idioma alemÃ£o Ã© disciplina obrigatÃ³ria do currÃ­culo escolar&amp;#059; a crianÃ§a que cresce falando alemÃ£o em casa, pode ter a oportunidade de aprender o alemÃ£o gramatical, em muito diferente do dialetal (Ã©, por aqui fala-se um dialeto do alemÃ£o utilizado na Alemanha) utilizado pela maior parte dos habitantes da regiÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O foco no agro-turismo nÃ£o Ã© gratuito. Apesar de a Vila Itoupava sediar a Haco Etiquetas, uma empresa multinacional de origem blumenauense (consta que Ã© a maior fabricante de etiquetas do mundo), a base econÃ´mica ainda Ã© rural. Dessa forma, adentrando no distrito a partir de seu centro, pode-se encontrar o colonial puro, que realmente parece nÃ£o fazer parte do Brasil&amp;#059; uma regiÃ£o a parte. Visitando as propriedades rurais, se tem contato com a produÃ§Ã£o artesanal de gelÃ©ias (chamadas aqui de schmier, pronunciadas âchimiaâ), queijos coloniais, tortas, doces e uma infinidade de produtos coloniais, de fato.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Entender como tudo funciona num lugar como a Vila Itoupava nÃ£o Ã© uma tarefa fÃ¡cil. O que pode ajudar nessa busca de sentido sÃ£o duas instituiÃ§Ãµes muito fortes no lugar: a &lt;a href=&quot;http://www.luteranos.com.br/articles/8462/1/Primeira-igreja-da-Vila-Itoupava-comemora-70-anos/1.html&quot;&gt;ParÃ³quia Luterana &lt;/a&gt;e o &lt;a href=&quot;http://www.clubesdecacaetiro.com.br/clubes.php?sec=historia&amp;idclube=005&quot;&gt;Clube de CaÃ§a e Tiro Serrinha&lt;/a&gt;. A primeira, por ressaltar a importÃ¢ncia da igreja na cultura dos imigrantes alemÃ£es. E o clube, por manter vivos costumes folclÃ³ricos, tais quais o prÃ³prio tiro (agora esportivo, jÃ¡ que Ã© proibido caÃ§ar), as danÃ§as tÃ­picas germÃ¢nicas, o bolÃ£o e o skat. Ã num clube de caÃ§a e tiro que se pode presenciar uma ânoite danÃ§anteâ ao som de mÃºsica alemÃ£, muitas vezes ao vivo, com âconjuntosâ que tÃªm, vez por outra, um &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandone%C3%B3n&quot;&gt;bandoneon&lt;/a&gt; dentre os instrumentos. A mÃºsica, claro, Ã© cantada em alemÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas falar, escrever e ler nÃ£o faz sentido perto de uma visita. E isso fica claro quando turistas ficam pasmos com a organizaÃ§Ã£o do lugar: seus jardins impecÃ¡veis, o alemÃ£o falado naturalmente, o minifÃºndio que dÃ¡ certo, a arquitetura colonial que nÃ£o Ã© mantida por interesses turÃ­sticos, mas por costume mesmo...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/vila-itoupava-sprecht-du-deutsche</link>
  <title>guia .: Vila Itoupava - Sprecht du Deutsche?*</title>
  <dc:date>2007-10-05T08:18:47Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/deus-esta-morto-assim-falava-zaratustra-por-edio-raniere">
  <description>A filosofia nÃ£o tem nacionalidade. Quem pertence a um paÃ­s, de fato, sÃ£o os pensadores, nÃ£o os pensamentos. Desta forma, a pretensÃ£o de estudar Friedrich Nietzsche, o famoso filÃ³sofo alemÃ£o do sÃ©culo XIX, pode se tornar um evento muito interessante. Afinal, foi este Nietzsche quem propÃ´s em seu Assim falava Zaratustra, que Deus estava morto e que este evento mudaria para sempre a vida no mundo moderno.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Assim Falava Zaratustra por si sÃ³, emblematicamente, jÃ¡ Ã© um grande livro. Escrito em mÃ¡ximas, procura conectar-se com os livros judaico-cristÃ£os. O prÃ³prio Zaratustra (conhecido tambÃ©m por Zoroastro) Ã© protagonista de uma das primeiras religiÃµes monoteÃ­stas de que se tem notÃ­cia, o Zoroastrismo, oriunda da PÃ©rsia no sÃ©culo VII a.C. No entanto, para se compreender a importÃ¢ncia de uma leitura mais atenciosa a este interessante livro, Ã© preciso entender, ainda que por cima, as crÃ­ticas que Nietzsche fazia Ã  civilizaÃ§Ã£o ocidental, tendo como alvo a massificaÃ§Ã£o, a burguesia e o conservadorismo cristÃ£o deste povo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A proposta de Ãdio Ranieri nÃ£o Ã© fÃ¡cil. AtravÃ©s da leitura do livro com o auxÃ­lio de leituras ditas complementares (Deleuze, Foucault e outros autores que se debruÃ§aram sobre o filÃ³sofo), Ãdio pretende entrar no mundo de Zaratustra a fim de, entre outras coisas, buscar respostas para a prÃ³pria contemporaneidade. Dentre os recursos prestabelecidos por Ãdio, constam ainda a utilizaÃ§Ã£o de filmes, de videoarte e, dependendo das turmas, experiÃªncias artÃ­sticas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A propÃ³sito dos encontros, acontecerÃ£o quinzenalmente, mas segundo o prÃ³prio palestrante &quot;durante o tempo em que as pessoas acharem necessÃ¡rio&quot;. Dessa forma, nÃ£o se tem informaÃ§Ã£o exata sobre quanto tempo pode durar esse mergulho filosÃ³fico. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Lendo o &lt;a href=&quot;http://curriculodoproponente.blogspot.com/&quot;&gt;currÃ­culo de Ãdio &lt;/a&gt;ou verificando suas propostas de resgate da memÃ³ria no livro &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/agenda/o-indescritivel-o-jardim-das-ilusoes-de-edio-raniere&quot;&gt;O Jardim das IlusÃµes&lt;/a&gt;, o que pode se esperar Ã© um estreito contato com o transcendental. Pois Ã© que Ã© dessa forma - transcendendo - que se pode chegar a Nitzsche, Ã  sua escrita e, ainda que de forma indireta, mais fundo em nÃ³s mesmos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/deus-esta-morto-assim-falava-zaratustra-por-edio-raniere</link>
  <title>guia .: Deus estÃ¡ morto! Assim Falava Zaratustra, por Ãdio Raniere</title>
  <dc:date>2007-9-29T15:41:02Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/kgb-bar">
  <description>Se aparentemente faltam espaÃ§os, o negÃ³cio Ã© criar alternativas para tocar. O KGB em Blumenau Ã© uma destas alternativas que foram, digamos que, cavadas. Vamos a ela: O bar funciona normalmente de quarta a sexta com mÃºsica ao vivo, a dita cuja MPB (banquinho e violÃ£o). Como o bar estÃ¡ localizado em uma Ã¡rea residencial da cidade e sabendo que a chiadeira dos vizinhos seria grande, a alternativa foi marcar os shows (elÃ©tricos) para as tardes de sÃ¡bado, precisamente Ã s 15h (que se prolongam atÃ© Ã s 22h, horÃ¡rio permitido). </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/kgb-bar</link>
  <title>guia .: KGB Bar</title>
  <dc:date>2006-7-18T15:26:38Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/museu-fritz-muller">
  <description>Johann Friedrich Theodor MÃ¼ller, o Fritz MÃ¼ller, nasceu na Alemanha e veio para Blumenau em 1852, a pedido do imigrante-chefe, Doutor Blumenau.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Formado em Medicina e Filosofia, Fritz MÃ¼ller nÃ£o exerceu grandiosamente nenhuma das duas ciÃªncias enquanto se estabelecia no Vale do ItajaÃ­. Sua paixÃ£o, assim que comeÃ§ou a desbravar a mata, foram a fauna e a flora, dais quais se tornou observador e pesquisador.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Qual seria a importÃ¢ncia deste cientista alemÃ£o exilado em Blumenau tanto tempo atrÃ¡s? Fritz MÃ¼ller era amigo que Charles Darwin e o tÃ­tulo que este lhe deu de âPrÃ­ncipe dos Observadoresâ nÃ£o foi em vÃ£o: Fritz MÃ¼ller descobriu, observando, que borboletas de cores semelhantes tinham um gostou muito ruim, e que isto as protegia de seus predadores. E entÃ£o? Darwin utilizou esta descoberta na sua Teoria da SeleÃ§Ã£o e denominou tal forma de mimetismo de Mimetismo MÃ¼lleriano. MÃ¼ller tambÃ©m descobriu uma forma larval de que preencheu, dali por diante, uma lacuna que existia na teoria evolucional dos crustÃ¡ceos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por se tratar de um cientista que proclamava a biogÃªnese (a idÃ©ia de que a vida vinha da vida, nÃ£o de um deus), MÃ¼ller foi aos poucos sendo excluÃ­do da colÃ´nia Blumenau. O terreno que lhe foi dado para construir a casa era dos mais distantes do centro e sÃ³ se chegava lÃ¡ de barco. Doutor Blumenau, luterano, nÃ£o queria um cientista ateu por perto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã por isso que nos roteiros culturais para se fazer a pÃ© que sÃ£o publicados em Blumenau nÃ£o aparece o nome do Museu Fritz MÃ¼ller. Montado na antiga casa do cientista, Ã s margens do Rio ItajaÃ­ AÃ§u, o museu Ã© um verdadeiro arsenal entomolÃ³gico e nos mostra, sem querer, como desenvolveu-se a pesquisa cientÃ­fica nos Ãºltimos 100 anos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Museu Fritz MÃ¼ller, que existe desde 1936, hÃ¡ onze anos pertence Ã  Faema, Ã³rgÃ£o municipal de meio-ambiente, e hoje mantÃ©m uma importante atividade de educaÃ§Ã£o ambiental, sendo visitado principalmente por estudantes e turistas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Visitar este museu nÃ£o Ã© somente uma viagem Ã  histÃ³ria e aos hÃ¡bitos de um cientista do sÃ©culo XIX: Ã© tambÃ©m conhecer a fundo, cientificamente, a fauna e a flora da Mata AtlÃ¢ntica que encobre Blumenau e se deixar encantar belas belezas naturais desde reduto de floresta tropical.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/museu-fritz-muller</link>
  <title>guia .: Museu Fritz MÃ¼ller</title>
  <dc:date>2007-11-16T20:29:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/nao-e-grande-nao-e-enorme-complexo-esportivo-do-sesi">
  <description>&lt;br /&gt;&#13;&#10;Blumenau conta com um dos maiores centros desportivos do paÃ­s, e que jÃ¡ foi um dos maiores da AmÃ©rica Latina. ConstruÃ­do na Ã©poca de grande desenvolvimento econÃ´mico (anos de 1970), foi mÃ©rito de Blumenau trazer para seu territÃ³rio tÃ£o amplo projeto. A preocupaÃ§Ã£o era que o operariado e os atletas em geral tivessem um espaÃ§o garantidamente desenvolvido para o pleno exercÃ­cio de suas atividades esportivas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tendo sido finalmente concluÃ­do em 1977, nÃ£o se supunha ainda que a prÃ³xima dÃ©cada seria tÃ£o difÃ­cil para a indÃºstria fabril blumenauense. O que se pensou, entÃ£o, foi que o Complexo Bernardo Werner ficou realmente grande, atÃ© mesmo muito maior do que o necessÃ¡rio. No entanto, uma vez construÃ­do, o Complexo Desportivo do SESI passou a ser utilizado em prol nÃ£o somente dos operÃ¡rios (como se quis quando de sua construÃ§Ã£o), mas tambÃ©m de atletas das mais diversas categorias e regiÃµes â alÃ©m, Ã© claro, de sediar muitas das maiores competiÃ§Ãµes esportivas do estado de Santa Catarina.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para se ter uma idÃ©ia do tamanho do empreendimento, ele ocupa um terreno de 320.000m, com uma Ã¡rea coberta e em atividades de 22.000mÂ². Em seu interior encontram-se 5 quadras polivalentes, duas quadras de voleibol, uma piscina olÃ­mpica&amp;#059; uma piscina tÃ©rmica semi-olÃ­mpica&amp;#059; duas quadras de vÃ´lei de areia&amp;#059; um campo de futebol com arquibancada coberta para 6.000 pessoas&amp;#059; uma pista de atletismo&amp;#059; dois campos de futebol suÃ­Ã§o&amp;#059; duas canchas de bocha&amp;#059; uma quadra de futebol de areia&amp;#059; quatro pistas de bolÃ£o&amp;#059; academia de ginÃ¡stica e musculaÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com a decadÃªncia econÃ´mica das dÃ©cadas de 1980 e 1990, o Complexo Esportivo Bernardo Werner teve de se adaptar Ã  clientela que nem sempre buscava necessariamente por esportes. Foi que a partir daÃ­ foram construÃ­das as trÃªs piscinas para lazer com tobogÃ£, o salÃ£o social para 800 pessoas. A Ã¡rea ainda conta Ã¡rea verde para caminhadas&amp;#059; um lago com 2.500m de lÃ¢mina dÂ´Ã¡gua&amp;#059; alojamentos&amp;#059; serviÃ§o de alimentaÃ§Ã£o&amp;#059; salas de aula e auditÃ³rio para 150 pessoas, climatizados e com tecnologia de ponta. ConstruÃ§Ãµes que aumentaram o corpo fÃ­sico do lugar, mas que deram mais forÃ§a para seu desenvolvimento nas dÃ©cadas seguintes, como a de agora, em que o Complexo Esportivo do SESI volta a receber eventos esportivos importantes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã no Complexo Esportivo do SESI que sÃ£o realizadas a maioria das competiÃ§Ãµes esportivas da regiÃ£o do Vale do ItajaÃ­, quando nÃ£o atividades a nÃ­veis maiores que precisam de uma infra-estrutura desportiva nem sempre encontrada na maioria dos municÃ­pios catarinenses.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/nao-e-grande-nao-e-enorme-complexo-esportivo-do-sesi</link>
  <title>guia .: NÃO Ã GRANDE, NÃO: Ã ENORME - COMPLEXO ESPORTIVO DO SESI</title>
  <dc:date>2007-7-10T10:08:47Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/ale-ou-sua-visao-de-poesia-nunca-mais-sera-a-mesma">
  <description>HÃ¡ que se dizer: talvez o mais importante da criaÃ§Ã£o eletrÃ´nica seja, hoje, que ela nÃ£o pode ser determinada a um espaÃ§o. EntÃ£o se diz: a poesia eletrÃ´nica brasileira. Como a internet acaba derrubando muitas das fronteiras impostas, o que se pode dizer, quando muito, Ã© se tratar da criaÃ§Ã£o de um poeta brasileiro, catarinense. E em portuguÃªs. AliÃ¡s, eis o grande âuauâ desse texto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Da primeira vez que ouvi falar de Alexandre Venera, o nome passou despercebido. JÃ¡, na segunda, tratei de pesquisar a respeito no Google, e eis a minha surpresa. Venera, que Ã© dramaturgo, poeta, vj e multimÃ­dia Ã© celebrado em alguns dos sites mais bacanas de poesia visual da web. E pela primeira vez pude perceber um âAlexandre Venera mora no Sul do Brasil, em Blumenauâ. Isso em inglÃªs ou francÃªs, nÃ£o lembro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas foi a primeira vez que topei com a sÃ©rie aCaRamBoLa. A sÃ©rie silÃ¡bica de mÃºltiplas interpretaÃ§Ãµes (do artista, sÃ£o 64 â e, claro, as nossas se ilimitam) varia entre o surpreendente e o improvÃ¡vel e dÃ¡ um novo significado Ã  poesia em lÃ­ngua portuguesa. Eis a surpresa: ao mesmo tempo em que se pode procurar uma classificaÃ§Ã£o Ã  poesia de Venera dentre as escolas literÃ¡rias tradicionais (bem poderÃ­amos dizer tratar-se de um pÃ³s-concreto, pois agora lida com movimento, som, 3D etc.) nos afastamos da racionalizaÃ§Ã£o para podermos contemplar. Contemplamos a obra (e seus mÃºltiplos significados) e contemplamos o artista (e suas mÃºltiplas tentativas de significaÃ§Ã£o) para enfim determinÃ¡-lo, neste caso, poeta. Mais, nÃ£o me arrisco.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No sÃ­tio determinado, encontramos tambÃ©m o recÃ©m lanÃ§ado cd-rom 6x Juliana Teodoro Alexandre Venera . Ricamente prefaciado pelo poeta visual Jorge Luiz AntÃ´nio, 6x JT AV Ã© um resumo de esforÃ§os empenhados entre 2000 e 2001 e que agora Ã© lanÃ§ado em formato cd pela FundaÃ§Ã£o Cultural de Blumenau, via Lei Municipal de Incentivo Ã  Cultura. Os trabalhos apresentados sÃ£o resultado da uniÃ£o de esforÃ§os de Juliana Teodoro e Alexandre Venera, ambos parceiros ativos na produÃ§Ã£o dignamente chamada marginal do Vale do ItajaÃ­, em reler, recriar e co-criar arte eletrÃ´nica. Em parceria com 6 artistas do Brasil, da Alemanha, da Argentina e do Uruguai, 6x JT AV remete, copia, transfere significados (sempre mÃºltiplos) Ã s originais criaÃ§Ãµes desta dupla atuante da cena artÃ­stica catarinense.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No site aLe, tambÃ©m nos deparamos com o mundo paralelo em que somos inseridos ao lidar com informÃ¡tica. A sÃ©rie PIXELS, que poderia bem ser uma viagem lisÃ©rgica, permite outras leituras acerca da denominaÃ§Ã£o tecnolÃ³gica, ainda mais quando eles, os pixels, parecem invadir o nosso mundo, do lado de fora da tela, para nos levar com eles para a matrix digital de onde surgiram.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Colaborativo, porque fruto sempre de mÃºltiplos esforÃ§os oriundos sempre de vÃ¡rios lugares ao mesmo tempo, e interativo (isso o leitor vai perceber, com certeza) o conteÃºdo desta pÃ¡gina da internet vai muito, muito alÃ©m do esperado e certamente traz novos significados Ã quilo que podemos chamar literatura brasileira. Ou melhor: literatura feita no Brasil. Ou ainda melhor: literatura produzida por brasileiros.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;aLe merece muitas visitas, merece muitas falas e certamente aplausos. No entanto, fica o leitor, por hora, convidado a entrar nesse mundo â esse sim! â paralelo e tomar as suas conclusÃµes. Ou nÃ£o. aLe nÃ£o Ã© um sÃ­tio conclusivo, mas provocante, pois provoca ao mesmo tempo o leitor e a literatura. Deixe-se provocar, entÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/ale-ou-sua-visao-de-poesia-nunca-mais-sera-a-mesma</link>
  <title>guia .: aLe ou Sua visÃ£o de poesia nunca mais serÃ¡ a mesma.</title>
  <dc:date>2007-11-02T12:13:17Z</dc:date>
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 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
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  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
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