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  <title>.: A cidade visÃ­vel :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2651">
  <description>Oi SÃ©rgio, gostei do texto (te mandei vÃ¡rios comentÃ¡rios por email). Esperamos que o pessoal que faz graffiti, sticker e stencil de qualidade nÃ£o nos leve a mal pelo trecho de nossa fala que vocÃª escolheu para colocar no texto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Grande abraÃ§o,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Marcelo</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2651</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-7-21T09:34:23Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2652">
  <description>E claro... obrigado pelo espaÃ§o de divulgaÃ§Ã£o para o trabalho do Poro!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2652</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-7-21T09:49:30Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2661">
  <description>Oi Marcelo. Gostei das sugestÃµes e jÃ¡ fiz as alteraÃ§Ãµes. Valeu!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em relaÃ§Ã£o ao graffiti, sticker e stencil, eu acho que Ã© uma discussÃ£o bacana de ser feita e espero que reverbere quando a matÃ©ria for ao ar. Sou da opiniÃ£o que a street art tem que ser feita de uma maneira consciente, porque senÃ£o acaba sendo mais uma poluiÃ§Ã£o nas ruas. Acho que o espaÃ§o pÃºblico taÃ­ pra ser usado de maneira interessante e criativa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2661</link>
  <title>Comentário postado por Sergio Rosa</title>
  <dc:date>2006-7-21T16:26:42Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2688">
  <description>oi Marcelo, acho que a declaraÃ§Ã£o Ã© pertinente. NÃ£o adianta um grafiteiro &apos;pixar&apos; a cidade de um jeito mais bonitinho e achar que aquilo nÃ£o estÃ¡ poluindo. Acredito no engajamento da street art, e sÃ³ assim ela irÃ¡ ganhar o devido respeito. ParabÃ©ns pela iniciativa. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2688</link>
  <title>Comentário postado por Yuno Silva</title>
  <dc:date>2006-7-23T11:44:02Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2704">
  <description>eu mesmo tive algumas notas carimbadas .. excelente artigo, gostaria de saber se &apos;o vigia&apos; tambÃ©m Ã© trabalho do grupo Poro .</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2704</link>
  <title>Comentário postado por victorb</title>
  <dc:date>2006-7-23T19:03:57Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2709">
  <description>Essa idÃ©ia de ironizar a propaganda polÃ­tica foi muito boa, parabÃ©ns!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ a questÃ£o de arrancar a etiqueta da roupa acho bem discutÃ­vel, penso que serve muito mais como uma forma de chamar a atenÃ§Ã£o, pois quase ninguÃ©m carrega propaganda inconscientemente. Ã bastante consciente, eu diria.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2709</link>
  <title>Comentário postado por Eduardo EGS</title>
  <dc:date>2006-7-24T09:43:55Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2711">
  <description>Oi victor, esse trabalho &quot;o vigia&quot; nÃ£o Ã© do Poro. Conte aÃ­ para gente um pouco como ele Ã©. Fiquei curioso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eduardo, o lance do &quot;Arranque a etiqueta&quot; Ã© justamente para levantar a discussÃ£o sobre a presenÃ§a das marcas. As vezes em que colocamos a proposta e uma tesoura disponÃ­veis, muita gente aderiu...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª jÃ¡ tentou comprar roupa/mochila/tÃªnis sem uma logo estampada? Sabe quanto custa um artigo desses antes das grifes colocarem as etiquetas? Escrevi um pouco sobre isso no artigo &quot;Poro - IntervenÃ§Ãµes por uma cidade sensÃ­vel&quot;, se ficar afim de dar uma olhada, Ã© sÃ³ clicar &lt;a href=&quot;http://www.revistaetcetera.com.br/18/grupo_poro/index.html&quot;&gt;aqui &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ainda sobre as grifes, uma vez um grupo gringo fez o levantamento de quanto custava a uma marca fazer propaganda em cada meio de comunicaÃ§Ã£o. AÃ­ eles criaram uma tabela de preÃ§os de quanto custaria &quot;fazer propaganda&quot; nas roupas/mochila/tÃªnis que usavam. EntÃ£o fizeram a conta de quanto as marcas deveriam pagar a eles e foram nas empresas cobrar essa grana, por &quot;servirem&quot; de outdoor ambulante... claro que eles nÃ£o receberam nada, mas deu a maior discussÃ£o... mas diga mais sobre o que vocÃª acha...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Outra grande pedida sobre o assunto Ã© o livro &quot;No Logo&quot; da Naomi Klein...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os,&lt;br /&gt;&#13;&#10;marcelo</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2711</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-7-24T11:01:05Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2712">
  <description>O livro &quot;No logo&quot; mais tarde se desdobrou num site: &lt;a href=&quot;http://www.nologo.org/&quot;&gt;www.nologo.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E tem o Adbusters tambÃ©m, conhece? Vale dar uma boa olhada: &lt;a href=&quot;http://www.adbusters.org&quot;&gt;www.adbusters.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os,&lt;br /&gt;&#13;&#10;marcelo&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://virgulaimagem.redezero.org/&quot;&gt;http://virgulaimagem.redezero.org/&lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2712</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-7-24T11:05:10Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2717">
  <description>Lendo o comentÃ¡rio do Marcelo e o texto do SÃ©rgio, lembrei imediatamente de um poema que adoro&lt;a href=&quot;http://www.antigreja.hpg.ig.com.br/euetiqueta.htm&quot;&gt; Eu, etiqueta&lt;/a&gt;, do Drummond. &quot;Eu Ã© que mimosamente pago para anunciar, para vender (...) e bem Ã  vista exibo essa etiqueta global, que desiste de ser veste e sandÃ¡lia de uma essÃªncia tÃ£o viva, independente, que moda ou suborno algum a compromete&quot;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2717</link>
  <title>Comentário postado por Tati MagalhÃ£es</title>
  <dc:date>2006-7-24T13:07:38Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2719">
  <description>Marcelo,&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Creio que faltou dizer que me referia a pessoas que compram roupas por estÃ©tica e nÃ£o por necessidade de cobrir o corpo, digamos assim. AtÃ© porque quem compra roupa da Vide-bula definitivamente nÃ£o estÃ¡ precisando apenas cobrir o corpo...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E mais: acho que ao invÃ©s de R$ 100, a Vide-Bula deveria cobrar R$ 1.000 por esse vestido. E quem decidir comprar dificilmente vai cortar a etiqueta. Heh.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas o que importa Ã© que a iniciativa Ã© muito legal, mesmo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2719</link>
  <title>Comentário postado por Eduardo EGS</title>
  <dc:date>2006-7-24T13:59:57Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2730">
  <description>Opa, eu gostei da matÃ©ria. E dos comentÃ¡rios da galera aÃ­.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Vigia Ã© um trampo do grande &lt;a href=&quot;http://www.fotolog.com/xerel&quot;&gt;Xerel&lt;/a&gt;, que Ã© um dos mais antigos baluartes da arte urbana em aÃ§Ã£o aqui no Curral del Rey...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E deixo minha mensagem overmÃºndica&amp;#059; &quot;Pois entÃ£o povo desacreditado na mÃ­dia, uni-vos e sejam a mÃ­dia!&quot; </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2730</link>
  <title>Comentário postado por Psychojoanes</title>
  <dc:date>2006-7-24T21:33:56Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2787">
  <description>tudo muito interessante, inclusive os didÃ¡ticos comentÃ¡rios.&lt;br /&gt;&#13;&#10;a aÃ§Ã£o de distribuir santinhos entÃ£o...oportuna. essa, aliÃ¡s, Ã© uma discussÃ£o onde cabe pontuaÃ§Ãµes quanto as (pequenas) alteraÃ§Ãµes na legislaÃ§Ã£o eleitoral no que se refere Ã  poluiÃ§Ã£o das ruas (visual, sonora, fÃ­sica...)&lt;br /&gt;&#13;&#10;aÃ§Ãµes cruzadas</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2787</link>
  <title>Comentário postado por Luciana Hernandes</title>
  <dc:date>2006-7-27T11:15:05Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2792">
  <description>Em relacao a propaganda politica, parece que esse ano estÃ¡ tendo um &lt;a href=&quot;http://www.uai.com.br/uai/noticias/agora/politica/251632.html&quot;&gt;policiamento&lt;/a&gt; maior. Na verdade, acho que as pessoas tÃªm se preocupado mais com a conservaÃ§Ã£o da cidade nos Ãºltimos anos, de uma maneira geral. Em muitas cidades do interior que estÃ£o em pleno desenvolvimento e ainda dÃ¡ tempo de mudar as coisas (o que Ã© muito mais complicado numa cidade jÃ¡ construÃ­da como BH) estÃ¡ ocorrendo todo um planejamento urbano e visual da cidade, um tipo de consciÃªncia (atÃ© mesmo polÃ­tica) que nÃ£o tinha hÃ¡ alguns anos atrÃ¡s.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2792</link>
  <title>Comentário postado por Sergio Rosa</title>
  <dc:date>2006-7-27T12:09:57Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2948">
  <description>Legal este espaÃ§o para debates e criticas, &lt;strong&gt;construtivas &lt;/strong&gt;eu espero. Interesante a proposta do coletivo (?) Poro de reapropriaÃ§Ã£o de espaÃ§os publicos. Dificil Ã© acreditar em uma &quot;utilizaÃ§Ã£o critica&quot;. Sua &quot;anti-publicidade&quot; se revela em sintonia perfeita com o &quot;establishment&quot; cultural onde subversÃ£o Ã© a nova palavra de ordem para fazer parte do mainstream artistico.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Agora mesmo, gaban-se de ter 2 vaquinhas na midiÃ¡tica cowparade. E Viva a sociedade do espetÃ¡culo!&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c2948</link>
  <title>Comentário postado por marcusVS</title>
  <dc:date>2006-8-04T22:42:50Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3027">
  <description>Marcus, espetÃ¡culo mesmo Ã© vc escrever âgabam-seâ com &quot;N&quot; e âinteressanteâ com apenas um &quot;S&quot;. Feio demais!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas isso a parte, pelo que foi discutido aqui e pelo que estÃ¡ no site do Poro, a Ãºnica pessoa que estÃ¡ (pre)ocupada com mainstream artÃ­stico por aqui Ã© vc. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os caras estÃ£o na estrada hÃ¡ um tempÃ£o, o trabalho deles Ã© massa. VocÃª nÃ£o tem nenhum lugar melhor para ficar jogando pedra nÃ£o?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3027</link>
  <title>Comentário postado por maripereira</title>
  <dc:date>2006-8-08T12:46:09Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3033">
  <description>pessoal: seria bom evitar que essa conversa vire uma briga, ou troca de provocaÃ§Ãµes, coisa tÃ£o comum em outros sites, mas que estamos conseguindo evitar com brilhantismo aqui no Overmundo - pegando o lado positivo, o marcusvc coloca uma questÃ£o importante para a arte contemporÃ¢nea: hÃ¡ alguma maneira de escapar da tal sociedade do espetÃ¡culo, que tem aparentemente capacidade espantosa de digerir todas as crÃ­ticas? </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3033</link>
  <title>Comentário postado por Hermano Vianna</title>
  <dc:date>2006-8-08T16:34:30Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3045">
  <description>Oi Hermano, Mari, Marcus e pessoal,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Gostei da chamada do Hermano, pois esse espaÃ§o aqui nÃ£o Ã© para ficar pegando no pÃ© de ninguÃ©m por que a pessoa digitou errado ou para ficar &quot;jogando pedras&quot;. Temos de aproveitar o que o Overmundo tem de mais legal: ser um espaÃ§o aberto para idÃ©ias circularem (seja via colaboraÃ§Ãµes, seja via comentÃ¡rios construtivos). Vejam que Ã© sempre mais fÃ¡cil (e simplÃ³rio) &quot;criticar por criticar&quot; do que apresentar propostas ou realizar coisas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Voltando a questÃ£o colocada pelo Hermano: nÃ£o sei se a melhor estratÃ©gia Ã© tentar escapar, mas talvez criar modos de atuaÃ§Ã£o que mantenham autonomia de pensamento e aÃ§Ã£o. AÃ­ incluindo a possibilidade de atuar dentro da sociedade do espetÃ¡culo, se isso for viabilizar projetos e se nÃ£o for ferir seus princÃ­pios. Dois casos que ilustram o que estou tentando colocar aqui: &lt;br /&gt;&#13;&#10;1.&#9;O exemplo do &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Moby#Besides_music&quot;&gt;Moby&lt;/a&gt;, que faturou milhÃµes compondo mÃºsicas para publicidade da indÃºstria de carros e com a grana financiou grupos e campanhas ativistas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;2.&#9;O outro exemplo Ã© bem mais prÃ³ximo da nossa realidade. Ã o caso do &lt;a href=&quot;http://eia05.zip.net/&quot;&gt;EIA â Experimento de ImersÃ£o Ambiental&lt;/a&gt; que Ã© um âsalÃ£oâ de intervenÃ§Ãµes urbanas realizado de forma independente em SÃ£o Paulo (criado com inspiraÃ§Ã£o no SalÃ£o de Maio realizado pelo &lt;a href=&quot;http://www.giabahia.blogspot.com/&quot;&gt;GIA&lt;/a&gt; em Salvador). O pessoal do EIA realizou duas ediÃ§Ãµes do seu âsalÃ£oâ, depois foram convidados a org</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3045</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-8-09T11:32:35Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3046">
  <description>(continuando pois nÃ£o coube aÃ­ em cima...)&lt;br /&gt;&#13;&#10;O pessoal do EIA realizou duas ediÃ§Ãµes do seu âsalÃ£oâ, depois foram convidados a organizar um evento dentro do Virada cultural de SÃ£o Paulo (dentro de um evento enorme). O que eles fizeram? Criaram um espaÃ§o para inÃºmeras apresentaÃ§Ãµes de videoativismo, performance e intervenÃ§Ã£o dentro do Virada Cultural e com a grana que receberam ainda vÃ£o viabilizar o DVD de registros das duas primeiras ediÃ§Ãµes do âsalÃ£oâ EIA. Abriram espaÃ§o e ainda viabilizaram a circulaÃ§Ã£o dos trabalhos participantes do âsalÃ£oâ.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Existem &lt;a href=&quot;http://arte.coletivos.zip.net/&quot;&gt;vÃ¡rios exemplos de pessoas e grupos&lt;/a&gt; que atuam de forma independente e que, em determinada situaÃ§Ã£o, atuam dentro da sociedade do espetÃ¡culo de maneira inteligente e criativa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Gostaria de fazer um esclarecimento sobre o cowparade: o evento das vaquinhas aglutina uma galera variadÃ­ssima, de artista-de-feira Ã  estilista. Ã muito natural que pessoal que faz trabalhos de arte na rua em BH tambÃ©m esteja participando, como Ã© o caso do &lt;a href=&quot;http://paocomdurex.gigafoto.com.br/&quot;&gt;PÃ£o com Durex&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;http://www.fotolog.com/popstencil/&quot;&gt;Popstencil&lt;/a&gt; e do &lt;a href=&quot;http://poro.redezero.org/&quot;&gt;Poro&lt;/a&gt;. No Cowparade vc sÃ³ vai encontrar um ou dois artistas de ârenomeâ, pois a maioria desses circula em outros circuitos. Mainstream artÃ­stico estÃ¡ em grandes salÃµes de arte (SalÃ£o da Bahia, SalÃ£o Victor Meirelles, Fiat Mostra Brasil), Bienais Internacionais ou grandes premiaÃ§Ãµes como</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3046</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-8-09T11:35:26Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3047">
  <description>(continuando mais um pouquinho...)&lt;br /&gt;&#13;&#10;ou grandes premiaÃ§Ãµes como o PrÃªmio Marcantonio VillaÃ§a (eventos muuuuito maiores que o Cowparade). Ainda assim, vc vai encontrar nesses eventos pessoas que conseguem realizar trabalhos artÃ­sticos muito bons e extremamente crÃ­ticos, como o trabalho do Cildo Meireles na Documenta de Kassel.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Desculpem o comentÃ¡rio enorme, mas queria muito colocar essas coisas. &amp;#059;)&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Marcelo&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://virgulaimagem.redezero.org/&quot;&gt;http://virgulaimagem.redezero.org/&lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3047</link>
  <title>Comentário postado por Marcelo TerÃ§a-Nada!</title>
  <dc:date>2006-8-09T11:36:22Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3049">
  <description>OlÃ¡, pessoal,&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Marcelo me mandou o link dessa matÃ©ria e eu achei que seria interessante contribuir com algumas reflexÃµes sobre a discussÃ£o aqui encaminhada. Legal o texto do Poro, atÃ© porque considero o grupo um dos mais inteligentes e instigantes dessa nova geraÃ§Ã£o de artistas e coletivos brasileiros. O que eu gostaria de complementar refere-se a pelo menos dois aspectos aqui tratados: um possÃ­vel âescapeâ da sociedade do espetÃ¡culo e idÃ©ias sobre algumas iniciativas culturais e artÃ­sticas independentes.   &lt;br /&gt;&#13;&#10;O Marcelo citou o exemplo do Moby. Lembrei tambÃ©m de um caso da banda inglesa anarcopunk &lt;a href=&quot;http://www.chumba.com&quot;&gt;Chumbawamba&lt;/a&gt;. O Chumbawamba sempre trilhou pelos caminhos do punk rock e, inesperadamente, pelo pop e pela dance music. Em 1997, depois de anos no underground, a banda assinou cm uma grande gravadora e lanÃ§ou uma mÃºsica, &quot;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=WfbneDm4miY&quot;&gt;Tubthumping&lt;/a&gt; &quot;, que vendeu milhÃµes. Ã claro que muita gente ficou interessada no hit, entÃ£o o Chumbawamba vendeu os direitos para um comercial (o qual eu nÃ£o me lembro no momento). Com a grana, a banda doou todo o dinheiro pro site do indymedia da Inglaterra. Dei este exemplo porque acho que, em alguns casos, Ã© possÃ­vel apropriar-se (ao invÃ©s de nÃ£o se apropriado) pelo mainstream e assim tirar proveito.  Na esfera das artes visuais, EIA e SalÃ£o de Maio sÃ£o duas incitativas excelentes e que merecem todo o apoio para que continuem. Ã nisso que eu acredito&amp;#059; se existem cole</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3049</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:40:20Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3050">
  <description>&lt;strong&gt;Continuando....&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã nisso que eu acredito&amp;#059; se existem coletivos, redes colaborativas entre artistas, porque nÃ£o ajuntar forÃ§as e constituir espaÃ§os temporÃ¡rios de reflexÃ£o e conhecimento? Ã isso que deve ser feito e Ã© claro que as instituiÃ§Ãµes estÃ£o de olho nesses artistas, apesar da minha desconfianÃ§a de que muitas delas nem ao menos sabem dos contextos que esses grupos estÃ£o tratando. No capitalismo cultural, Ã© natural que as instituiÃ§Ãµes se interessem por novas formas de subjetividade artÃ­stica vindas de uma contra/subcultura. Veja o exemplo do graffiti nos anos 80. O Hal Foster dÃ¡ um exemplo bastante pertinente nesse sentido: atÃ© mesmo nas ruas, o graffiti âse tornou seu prÃ³prio ritual reificado. NÃ£o apenas esses signos âvaziosâ sÃ£o preenchidos com o conteÃºdo da mÃ­dia, mas alguns sÃ£o investidos com o valor (econÃ´mico) da arte, marcas anÃ´nimas se tornaram assinaturas de celebridades. Mais do que circular contra o cÃ³digo, agora o graffiti Ã© estabelecido por ele: Ã© uma forma de acesso a ele, e nÃ£o uma transgressÃ£oâ.   &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E eu acho muito curioso (pra nÃ£o dizer inevitÃ¡vel ou trÃ¡gico) ver a forma como as grandes indÃºstrias do capital cultural sem apropriam de uma linguagem urbana em busca de lucro. Recentemente, a Sony contratou gente pra grafitar nas ruas as imagens de garotos andando de skate, sendo o skate um joystick do vÃ­deo game &lt;a href=&quot;http://adsoftheworld.com/files/images/PX10212290631_0.jpg&quot;&gt;playstation&lt;/a&gt;.   &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3050</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:42:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3051">
  <description>&lt;strong&gt;continuando...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O que Ã© mais interessante nessa publicidade Ã© que vocÃª nem vÃª o nome do videogame grafitado, ou qualquer outra informaÃ§Ã£o sobre o produto. Isso quer dizer que a marca nÃ£o vende um produto, mas um valor, um estilo de vida, uma percepÃ§Ã£o que faz o consumidor associar-se Ã quilo que ela quer que vocÃª compre. Claro, aÃ­ a gente entra em aspectos muito complicados de âbrandingâ e estratÃ©gias de marketing das empresas gerenciando seus produtos a um pÃºblico alvo. Mas o que eu quero dizer Ã© que essas estratÃ©gias de cooptaÃ§Ã£o acontecem o tempo todo. EntÃ£o o que fazer? Responder de forma semiÃ³tica a artÃ­stica a essas estratÃ©gias de consumo, assim como os &lt;a href=&quot;http://www.sniggle.net&quot;&gt;culture jammers&lt;/a&gt; e a adbusters pretendem conduzir? Ok, acho uma manifestaÃ§Ã£o simbÃ³lica interessante, mas sÃ³ isso nÃ£o basta. AÃ­ acredito que entra o papel do âautor como produtorâ, ou seja, que os artistas, mÃºsicos e produtores culturais reflitam sobre todo um sistema de produÃ§Ã£o e circulaÃ§Ã£o, que estejam dispostos a criarem âzonas autÃ´nomas temporÃ¡riasâ e, principalmente, refletirem sobre os diversos processos de inclusÃ£o e exclusÃ£o cultural e social. Se Ã© pra usar um termo âda modaâ, entÃ£o que a criaÃ§Ã£o de zonas autÃ´nomas temporÃ¡rias seja bem compreendida e compartilhada. Na minha opiniÃ£o, seja graffiti, intervenÃ§Ã£o urbana, manifestaÃ§Ãµes de rua, sticker ou qualquer outra forma de trabalho de arte no espaÃ§o pÃºblico Ã© sempre bem-vinda. Toda intervenÃ§Ã£o propÃµe uma tomad</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3051</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:43:33Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3052">
  <description>continuando.......&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Toda intervenÃ§Ã£o propÃµe uma tomada de posiÃ§Ã£o&amp;#059; se vocÃª intervÃ©m na rua Ã© porque vocÃª nÃ£o se sente representado pelos meios oficiais, tampouco, sabe que o nosso espaÃ§o de questionamento social diminuiu brutalmente o longo dos anos. Numa sociedade em rede, quem nÃ£o se adequa ou nÃ£o estÃ¡ conectado na rede (seja ela virtual e principalmente na rede de relacionamentos efetivos, capitalistas etc), estÃ¡ perdido, Ã© âdesplugadoâ. E acho que Ã© nessa hora que Ã© preciso dar voz aos independentes, Ã s pessoas e contextos que precisam ser discutidos. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3052</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:44:20Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3053">
  <description>&lt;strong&gt;Continuando...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nesse sentido, fica mais fÃ¡cil pra mim dar alguns exemplos de iniciativas que participo (nÃ£o especificamente nas artes visuais, mas em mÃºsica), mostrando como certas coisas podem ser muito bem realizadas sem qualquer forma de patrocÃ­nio. Um exemplo Ã© a Verdurada (www.verdurada.org), um evento organizado por mim e por um coletivo em SP hÃ¡ 10 anos e que se constitui como um show com apresentaÃ§Ãµes de bandas punk (e de outros gÃªneros musicais), apresentaÃ§Ã£o de palestras, vÃ­deos de conteÃºdo polÃ­tico e artÃ­stico divergentes. Tudo no esquema âfaÃ§a-vocÃª-mesmoâ, sem qualquer patrocÃ­nio de empresas ou divulgaÃ§Ã£o na mÃ­dia, apenas com divulgaÃ§Ã£o no site e cartaz colado na rua. Com o dinheiro arrecadado, fizemos uma sÃ©rie de projetos em conjunto com grupos e movimentos, tais como: ajuda de uma reforma em ocupaÃ§Ã£o localizada na Avenida 9 de Julho em SP. Ajudamos na reforma da biblioteca comunitÃ¡ria e abertura de um cybercafÃ©&amp;#059; com o MTST, ajudamos a ocupaÃ§Ã£o Anita Garibaldi, em Guarulhos, SÃ£o Paulo, atravÃ©s de material de construÃ§Ã£o e alimentos&amp;#059; fizemos o pagamento de parte da impressÃ£o do jornal do coletivo anarquista Terra Livre de SP&amp;#059; ajudamos com a ediÃ§Ã£o do livro âAnarquistas Expropriadoresâ, do coletivo Luta LibertÃ¡ria (SP) e realizamos campanhas sobre vegetarianismo  Ã©tico. Pra se ter uma idÃ©ia, domingo passado fizemos uma ediÃ§Ã£o especial sobre vegetarianismo e conseguimos uma lotaÃ§Ã£o esgotada: 1.200 pessoas num galpÃ£o. Pra mim foi um</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3053</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:44:51Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3054">
  <description>&lt;strong&gt;continuando...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pra mim foi uma grande surpresa, o coletivo trabalhou em dobro, mas o resultado nÃ£o poderia ter sido melhor. Acho que nessas horas a gente consegue perceber que fazer as coisas do nosso jeito Ã© sempre muito compensador. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ufa, Escrevi demais. Vou terminar o texto com um trecho de uma entrevista com Ian Mackaye, da banda Fugazi e dono da gravadora norte-americana Dischord records. Dischord e Fugazi no meio punk sÃ£o sinÃ´nimos de integridade musical, seus discos sÃ£o distribuÃ­dos de forma independente e mais barata possÃ­vel. Esse trecho diz bastante sobre algumas das idÃ©ias que eu pretendi passar: &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um aspecto do faÃ§a-vocÃª-mesmo Ã© que vocÃª realmente precisa fazer por si mesmo. Ã um trabalho! NÃ³s mesmos empresarÃ­amos, marcamos os shows, montamos o nosso prÃ³prio equipamento, fazemos as nossas prÃ³prias gravaÃ§Ãµes, nossos prÃ³prios preÃ§os. Isto Ã© o que fazemos e nos toma tempo. A forma como as pessoas percebem o sistema musical hoje Ã© que vocÃª tem que ter todas essas outras pessoas fazendo esse trabalho pra vocÃª. Mas isso nÃ£o Ã© punk rock. NÃ³s viemos de um mundo onde vocÃª faz por si mesmo. A razÃ£o para fazermos as coisas desse jeito Ã© porque assim Ã© como nos sentimos confortÃ¡veis em apresentar nossa mÃºsica. As pessoas dizem que nÃ£o Ã© um processo lÃ³gico, mas isso Ã© besteira. Ã totalmente lÃ³gico! Eu acho que a razÃ£o pela qual nÃ³s abordamos a mÃºsica dessa maneira Ã© que em Ãºltima instÃ¢ncia nÃ³s temos o controle completo sobre como nÃ³s fazemos nossa mÃºsi</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3054</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:46:14Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3055">
  <description>fim........&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu acho que a razÃ£o pela qual nÃ³s abordamos a mÃºsica dessa maneira Ã© que em Ãºltima instÃ¢ncia nÃ³s temos o controle completo sobre como nÃ³s fazemos nossa mÃºsica e como operamos como uma banda. &lt;strong&gt;O processo Ã© uma parte central da arte. Isto Ã© a arte&lt;/strong&gt;.        &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os e desculpas pelo texto cortado. tÃ´ aprendendo a usar isso aqui. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3055</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-09T13:47:14Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3057">
  <description>Ã importante que tenha sido retomado um caminho de discussÃ£o respeitosa, acho que sÃ³ assim ela vai para frente. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bom, esse tema rende muito (como tÃ¡ rendendo). As vezes me pergunto se ainda faz sentido ficar pensando nessas separacoes underground x mainstream, o que Ã© vendido ou nÃ£o, o que consegue manter uma aura intacta, enfim...  Se antes essas separacoes jÃ¡ causavam muitas armadilhas, acho que no contexto atual o perigo Ã© ainda maior. Nao eh uma tentativa de esvaziar esse debate, mas de talvez leva-lo para outro ponto de vista, como o AndrÃ© bem explicou acima. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Essa&lt;a href=&quot;http://bh.cowparade.com/&quot;&gt; Cow Parade&lt;/a&gt; que tÃ¡ rolando aqui em BH e em outras cidades tem gerado reaÃ§Ãµes interessantes, como &lt;a href=&quot;http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/06/356384.shtml&quot;&gt;essa&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/agenda/cow-parodia-bh-vacas-magras-comvida&quot;&gt;essa&lt;/a&gt;.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3057</link>
  <title>Comentário postado por Sergio Rosa</title>
  <dc:date>2006-8-09T15:26:01Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3065">
  <description>O AndrÃ© citou o exemplo do Chumbawamba. Mas lembro logo de outro exemplo mais conhecido: Sex Pistols. Foi uma jogada fascinante de trÃªs amigos situacionistas - &lt;a href=&quot;http://revistacult.uol.com.br/96_mataberta01.htm&quot;&gt;Malcolm McLaren&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www2.uol.com.br/modaalmanaque/estilistas/estilistas_vivienne.htm&quot;&gt;Vivienne Westwood&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.eyestorm.com/exhibitions/Jamie_Reid_Introduction.aspx&quot;&gt;Jamie Reid&lt;/a&gt;, em parceria com Johnny Rotten &amp; cia. (uma boa crÃ´nica da jogada, incluindo a comparaÃ§Ã£o com o &lt;a href=&quot;http://www.rizoma.net/interna.php?id=130&amp;secao=potlatch&quot;&gt;situacionismo&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Dada%C3%ADsmo&quot;&gt;dadaÃ­smo&lt;/a&gt;, pode ser encontrada no &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/gp/product/0674535812/103-9490256-9353437?v=glance&amp;n=283155&quot;&gt;Lipstick Traces&lt;/a&gt;, do Greil Marcus)-, da qual atÃ© hoje vivemos as consequÃªncias em todos os campos da cultura contemporÃ¢nea.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Claro que tenho muito mais coisa para falar sobre este assunto todo e seus mil desdobramentos (os mil platÃ´s...): mas o tempo Ã© curto no momento... Voltarei aqui em breve...&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3065</link>
  <title>Comentário postado por Hermano Vianna</title>
  <dc:date>2006-8-10T03:24:41Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3066">
  <description>Hermano,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Legal vc ter comentado sobre o&lt;em&gt; lipstick traces&lt;/em&gt; do Greil Marcus. Apensar de certas &quot;forÃ§aÃ§Ãµes de barra&quot; em algumas partes do livro, Ã© uma Ã³tima referÃªncia! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3066</link>
  <title>Comentário postado por andrÃ© mesquita</title>
  <dc:date>2006-8-10T03:33:17Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3079">
  <description>Interessante fenÃ´meno: &apos;resistÃªncia&apos;, &apos;resistir&apos; etc. nÃ£o aparecem em nenhum comentÃ¡rio que, pela riqueza, servem como uma boa introduÃ§Ã£o para (vou colocar o hÃ­fen) arte-resistÃªncia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aplausos para o artigo, para o Poro e principalmente para o Overmundo (que agora, vi, Ã© um lugar possÃ­vel).</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3079</link>
  <title>Comentário postado por dedalu</title>
  <dc:date>2006-8-10T13:49:17Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3101">
  <description>uma boa leitura para quem sabe inglÃªs: &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/The_KLF&quot;&gt;o verbete da wikipedia sobre o KLF&lt;/a&gt;, que contÃ©m o bÃª-Ã¡-bÃ¡ da &quot;resistÃªncia&quot; artÃ­stica hoje, e descreve com detalhes o projeto recente mais radical de uso do &quot;sistema&quot; que eu tive notÃ­cia&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;o verbete foi finalista no &lt;a href=&quot;http://wikimania2006.wikimedia.org/wiki/Wikimania_Awards/Finalists&quot;&gt;wikimania awards&lt;/a&gt;, premiaÃ§Ã£o da qual tive notÃ­cia hoje via rss do blog do &lt;a href=&quot;http://www.lessig.org/blog/&quot;&gt;Lessig&lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3101</link>
  <title>Comentário postado por Hermano Vianna</title>
  <dc:date>2006-8-11T01:01:17Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3485">
  <description>Gente, o Brasil precisa de um livro sobre isso. Acho que tem muita coisa que aconteceu aqui, mas tÃ¡ fragmentada. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Latente na minha cabeÃ§a tÃ¡ o cearense Yuri Firmeza (que eu li pela primeira vez por aqui, mas nÃ£o encontrei o link agora). &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AlguÃ©m poderia traduzir o http://www.sniggle.net/ que eu achei fascinante?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3485</link>
  <title>Comentário postado por Psychojoanes</title>
  <dc:date>2006-8-25T02:22:21Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3486">
  <description>belo debate! finalemente participo do overmundo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;uma inictiva que procura estimular essa questÃ£o Ã© o memefest.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://www.memefest.org/brasil &quot;&gt;http://www.memefest.org/brasil &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AlÃ©m do &quot;No Logo&quot;  de Naomi Klein um texto bastante interessante para esta discussÃ£o Ã© o CoerÃ§Ã£o, de Douglas Rushkoff:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://www.memefest.org/brasil/2005/coercion.htm&quot;&gt;http://www.memefest.org/brasil/2005/coercion.htm&lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3486</link>
  <title>Comentário postado por paulohartmann</title>
  <dc:date>2006-8-25T10:49:43Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3887">
  <description>Sergio, adorei os trabalhos, principalmente a recriaÃ§Ã£o-remixaÃ§Ã£o do conceito do Cildo Meireles de usar os carimbos para veicular mensagens/palavras de ordem. Quando vocÃªs virÃ£o a Sampa? Precisamos disto por aqui!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3887</link>
  <title>Comentário postado por FÃ¡bio Fernandes</title>
  <dc:date>2006-9-03T18:49:05Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3925">
  <description>oi pessoal!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;vale a vista destes 2 trabalhos do poro:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://www.memefest.org/en/index.php?meme=gallery&amp;submeme=preview&amp;work_id=632&quot;&gt;http://www.memefest.org/en/index.php?meme=gallery&amp;submeme=preview&amp;work_id=632&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://www.memefest.org/en/index.php?meme=gallery&amp;submeme=preview&amp;work_id=630&quot;&gt;http://www.memefest.org/en/index.php?meme=gallery&amp;submeme=preview&amp;work_id=630&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abs&lt;br /&gt;&#13;&#10;paulohartmann</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c3925</link>
  <title>Comentário postado por paulohartmann</title>
  <dc:date>2006-9-04T17:20:06Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c17430">
  <description>Caro SÃ©rgio Rosa, estÃ¡ para ocorrer em Lisboa um seminÃ¡rio de estudos urbanos e pela primeira vez deparei-me com uma reverso do meu conceito de &quot;espaÃ§o vazio&quot;. Aqui o paradigma Ã© lidar com o &quot;vazio Ãºtil&quot;. A mesma coisa, com um outro olhar lanÃ§ado. A proposta envolve: &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;1. Flexibilidade: Ã© talvez umas das caracterÃ­stica mais positivas e Ãºteis do Vazio Urbano: este torna-se âlugar do possÃ­velâ e da contÃ­nua mudanÃ§a de funÃ§Ã£o, no sentido positivo de multiplicidade de eventos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;2. Estrutura: os vazios urbanos formam o esqueleto das cidades. Formam o mapa fÃ­sico e tambÃ©m o mapa mental do nosso ambiente urbano e com isso da nossa organizaÃ§Ã£o colectiva. SÃ£o, na realidade, os âcheiosâ da cidade numa visÃ£o positiva da sua essÃªncia negativa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; 3. EfÃ©mero: Ã© uma atitude de se apresenta como condiÃ§Ã£o do ser temporÃ¡rio. Normalmente entendido como situaÃ§Ã£o privada de significado, sem interesse, na actualidade torna-se condiÃ§Ã£o para o projecto e elaboraÃ§Ã£o das arquitecturas e dos espaÃ§os vazios, enquanto uma das poucas formas de intervir na sociedade de hoje.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;4. ContemporÃ¢neo: a arquitectura tem de aprender a trabalhar com o Vazio no seu sentido imaterial, ausente, superficial e indeterminado. Trabalhar com o Vazio torna-se o paradigma para a re-qualificaÃ§Ã£o das cidades e dos espaÃ§os urbanizados na sua globalidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://seu2007.saau.iscte.pt/#&quot;&gt;http://seu2007.saau.iscte.pt/# &lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/a-cidade-visivel#c17430</link>
  <title>Comentário postado por MaÃ­ra Campos</title>
  <dc:date>2007-4-01T08:19:38Z</dc:date>
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