<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="style.xsl"?>
<!-- Generated by: http://www.phpclasses.org/rsswriter $Revision: 1.7 $ -->
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
 <channel rdf:about="http://www.overmundo.com.br/rss/rss_noticia.php?titulo=batuque-no-quilombo">
  <title>.: Batuque no Quilombo :.</title>
  <link>http://www.overmundo.com.br/overblog/batuque-no-quilombo</link>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
  <dc:date>2026-6-16T22:53:07Z</dc:date>
  <image rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/images/overmundo_06.gif"/>
  <items>
   <rdf:Seq>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43238"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43256"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43342"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43344"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43368"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43372"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43383"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43390"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43392"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43395"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43398"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43405"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43407"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43411"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43415"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43426"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43442"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43471"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43475"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44188"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44198"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44489"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44490"/>
   </rdf:Seq>
  </items>
  <textinput rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php"/>
 </channel>
 <image rdf:about="http://www.overmundo.com.br/images/overmundo_06.gif">
  <url>http://www.overmundo.com.br/images/overmundo_06.gif</url>
  <link>http://www.overmundo.com.br/</link>
  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
 </image>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43238">
  <description>Lindo relato, Claudia! JÃ¡ tinha visto o vÃ­deo, que dÃ¡ uma amostra de uma pequena parte disso tudo que vocÃª conta. Deve ser uma experiÃªncia inesquecÃ­vel. SÃ³ nÃ£o ficou claro pra mim se Ã© uma manifestaÃ§Ã£o que jÃ¡ foi descoberta pelo turismo (pelo seu relato e pelas fotos, parece que nÃ£o). Imagino que vÃ¡ gente do EspÃ­rito Santo para ver, mas tem gente de outros estados tambÃ©m?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43238</link>
  <title>Comentário postado por Helena AragÃ£o</title>
  <dc:date>2008-3-28T18:24:14Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43256">
  <description>Helena, realmente, o Ticumbi Ã© mais conhecido pelo pessoal daqui. NÃ£o existe muita divulgaÃ§Ã£o da manifestaÃ§Ã£o fora do estado.  Mas alguns estudiosos da mÃºsica jÃ¡ descobriram os caras. Ã o caso do Stasi, do &lt;a href=&quot;http://www.duoello.com/duoello.html&quot;&gt;Duo Ello&lt;/a&gt;, de SÃ£o Paulo, que estava lÃ¡ no ensaio e na festa e vem fazendo isso durante anos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Os turistas que estavam veraneando em ConceiÃ§Ã£o da Barra (a maior parte mineiros do interior) parece que nem ouviram falar do Ticumbi. Acho que a cidade fez uma opÃ§Ã£o de turismo bem estranha, oferecendo aos turistas trios elÃ©tricos e ignorando as inÃºmeras manifestaÃ§Ãµes culturais do municÃ­pio. A festa de SÃ£o SebastiÃ£o e SÃ£o Benedito em ItaÃºnas Ã© um exemplo disso: mais de 15 grupos folclÃ³ricos festejando pela Vila de ItaÃºnas durante 3 dias e pouquÃ­ssima divulgaÃ§Ã£o dessa riqueza toda. VÃ¡ entender isso!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43256</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-3-28T21:59:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43342">
  <description>Emocionante e belo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Obrigada por nos contar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;beijos</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43342</link>
  <title>Comentário postado por Saramar</title>
  <dc:date>2008-3-31T08:12:43Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43344">
  <description>Grande Ilha! Grande!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estava tambÃ©m, mesmo sem cobrar, esperando ansioso esta matÃ©ria. Tinha visto o material que vocÃª mandou, assim, aos capÃ­tulos. Sou completamente apaixonado por estas coisas, vocÃª jÃ¡ sabe. O mais engraÃ§ado que Ã© uma paixÃ£o assim meio esquisita porque, mesmo sendo filho de capichaba, nunca fui ver o Ticumbi daÃ­ de perto. Ficava sÃ³ lendo e vendo vÃ­deos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esta de ler, contudo, vai me servir para alguma coisa agora porque,  vi num livro angolano que tive (sumiu!) do etnÃ³logo angolano-lusitano Ãscar Ribas que o Ticumbi acontece em Luanda, quase como ocorre aqui. Ele fala de uma origem africana bem remota de um rito de passagem no qual os homens se vestem de noivas (vi uma foto com aqueles mesmos lencinhos enfeitados na cabeÃ§a do Ticumbi daÃ­)&lt;br /&gt;&#13;&#10;Li tambÃ©m (no livro do Luiz Edmundo &apos;No tempo dos Vice Reis&apos;) que  Ticumbis praticamente igualzinhos a este daÃ­, ocorriam na Corte do Rio jÃ¡ quando D.JoÃ£o VI chegou, em frente ao PaÃ§o, ali na PraÃ§a XV.&lt;br /&gt;&#13;&#10;No seu  texto uma boa novidade pra mim foi o enredo deles, que eu nÃ£o sabia que era o mesmo, atÃ© hoje, aliÃ¡s, como algumas congadas dali do &apos;nariz&apos; de Minas, entrando em GoiÃ¡s tambÃ©m fazem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Me animei. Vou catar o livro do Ãscar Ribas na internet. Vai que reencontro o fio da meada deste tema tÃ£o candente para quem Ã© brasileiro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43344</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2008-3-31T09:21:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43368">
  <description>SpÃ­rito, segundo o que consegui pesquisar sobre o Ticumbi, esse nome, aqui no estado, foi dado pelo pesquisador e historiador Guilherme dos Santos Neves, que o tirou de uma das partes do auto (nÃ£o sei se exatamente da parte em que eles cantam o verso: &quot;AruÃª, meu Ticumbi&quot;. Originalmente o nome da manifestaÃ§Ã£o era baile de congo de SÃ£o Benedito. &lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o entendo todas as referÃªncias dos versos, mas me parece que tem a ver com a luta de Mouros e CritÃ£os, assim como o Alardo, outra manifestaÃ§Ã£o cultural da regiÃ£o. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Aproveito para consertar um erro no texto, que sÃ³ agora vi: a igreja onde Ã© realizada a festa Ã© a de SÃ£o Benedito, e nÃ£o de SÃ£o SebastiÃ£o, como escrevi. FaÃ§amos justiÃ§a ao Santo! A igreja de SÃ£o SebastiÃ£o fica em ItaÃºnas, distrito de ConceiÃ§Ã£o da Barra onde se realiza a festa de SÃ£o Benedito e SÃ£o SebastiÃ£o e o festival de folclore, em meados de janeiro.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43368</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-3-31T15:01:48Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43372">
  <description>Ilha, &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Muito curiosa a sua informaÃ§Ã£o sobre o nome da manifestaÃ§Ã£o. NÃ£o conheÃ§o as alegaÃ§Ãµes do Historiador Guilherme dos Santos, mas, receio que elas tenham algum outro fundamento, alÃ©m deste que vocÃª citou. O assunto Ã© muito complexo mesmo, mas, algumas coisas estÃ£o jÃ¡ perfeitamente comprovadas e estabelecidas. O baile de Congo de SÃ£o Benedito daÃ­ do EspÃ­rito Santo, por exemplo, tecnicamente, pode mesmo ser chamado de Ticumbi - e nÃ£o sÃ³ por causa do verso do ponto nÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Congadas (ou Congos) como jÃ¡ sabemos, Ã© um nome genÃ©rico que se dÃ¡ a uma manifestaÃ§Ã£o sÃ³, composta por um sem nÃºmero de DanÃ§as &apos;de preto&apos;(como se diz) espalhadas por este Brasil. Do pouco que sei, estas danÃ§as sÃ£o todas aparentadas, variantes que sÃ£o de uma matriz cultural localizada, exatamente, num lugar que hoje chamamos de RepÃºblica Popular de Angola (e adjacÃªncias). A razÃ£o Ã© Ã³bvia: A maioria esmagadora dos escravos do Brasil, vieram desta regiÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pouco se fala disto porque existe na &lt;em&gt;Academia &lt;/em&gt;o que chamo de âreducionismo NagÃ´â que atribui tudo da cultura negra brasileira ao CandomblÃ© bahiano-nigeriano, desvio fruto dos equÃ­vocos racistas de Nina Rodrigues e quejandos, fazer o quÃª?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Historicamente, a origem social desta manifestaÃ§Ã£o das Congadas (caracterizada pelos seus diversos tipos de danÃ§a) guarda talvez (eu acho), de um lado, uma forte ligaÃ§Ã£o com prÃ¡ticas diplomÃ¡ticas africanas muito antigas e comuns nas culturas do continente, notadamente, na regiÃ£o etnolingÃ¼Ã­stica conhecida como &apos;Ã¡rea bantu&apos; (embaixadas guerreiras ou diplomÃ¡ticas marcadas pela curiosa utilizaÃ§Ã£o protocolar de mÃºsica e danÃ§a). Pois Ã© desta primeira vertente, ao que parece, que nasceu o auto teatral africano (por ser o enredo, tÃ­pica e literalmente, africano) &apos;&lt;em&gt;Ticumbi&lt;/em&gt;&apos;, descrito por Luiz Edmundo (exatamente, com este nome) no livro que citei acima. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por outro lado, esta prÃ¡tica das Congadas &apos;africanas&apos; (Ticumbis) parece, pelo que se diz por aÃ­,  ter sido utilizada (ou tolerada) pela igreja catÃ³lica, como instrumento de evangelizaÃ§Ã£o e catequese (aculturaÃ§Ã£o), desde que sincretizada, misturada Ã  manifestaÃ§Ãµes de rua tÃ­picamente europÃ©ias (como as procissÃµes e as quermesses, por exemplo).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã desta segunda vertente, digamos, &apos;catÃ³lica&apos; que algumas Congadas (nÃ£o todas) assimilaram este enredo da &lt;em&gt;Luta dos Mouros e CristÃ£os&lt;/em&gt; que, pelo que pude constatar, vem do livreto medieval europeu denominado, se nÃ£o me engano,  &lt;strong&gt;&quot;Carlos Magno e os doze pares de FranÃ§a&apos;&lt;/strong&gt; (um Ã©pico popular em versos, sobre as Cruzadas) , muito usado pelos jesuÃ­tas (ous eriam os capuchinhos?) como material didÃ¡tico em sua evangelizaÃ§Ã£o, pelo menos a partir do sÃ©culo 18. O livreto (que Ã© na origem, pura literatura de cordel) famosÃ­ssimo no mundo colonial de entÃ£o, virou um best seller, passando a ser o enredo deste tipo de Congada, enquanto o outro enredo, o âafricanoâ, foi desaparecendo, sincretizando-se.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O &lt;em&gt;Ticumbi angolano&lt;/em&gt; que citei (o do Ãscar Ribas, o das ânoivasâ), contemporÃ¢neo que Ã© deste nosso aÃ­ do ES, deve ser uma mistura parecida (mas nunca igual) pois, a influÃªncia da cultura portuguesa em Angola (em Luanda), Ã© tanta (ou atÃ© maior) quanto a que âsofremosâ aqui  no Brasil. Curioso Ã© que o figurino do Ticumbi de lÃ¡, Ã© idÃªntico ao daÃ­. Impressionante.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Complexa âe esperta- a nossa diversidade, como podemos ver.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;(Desculpa aÃ­...quase fiz uma outra matÃ©ria. Ã que jÃ¡ tinha estas reflexÃµes prontas, no meu livro)&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Grande abraÃ§o</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43372</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2008-3-31T16:06:43Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43383">
  <description>Que bela manifestaÃ§Ã£o cultural, fiquei com vontade de conhecer quem sabe um dia! Belo, belo, votado com muito prazer&lt;br /&gt;&#13;&#10;bjs&lt;br /&gt;&#13;&#10;sinva</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43383</link>
  <title>Comentário postado por Sinvaline</title>
  <dc:date>2008-3-31T20:22:07Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43390">
  <description>Muito bom!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Viva a pluralidade cultural!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;http://www.overmundo.com.br/overblog/graffiti-na-galeria-do-conjunto-cultural-da-caixa</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43390</link>
  <title>Comentário postado por Denis Sen@</title>
  <dc:date>2008-4-01T00:50:13Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43392">
  <description>oi Ilhandarilha: adorei o relato de todos os momentos da festa - acho que seu texto poderia ser o inÃ­cio de vÃ¡rias coberturas nacionais: uma sobre festas para SÃ£o Benedito e Nossa Senhora do RosÃ¡rio (jÃ¡ vi vÃ¡rias, e muito diversas entre si, em todo o paÃ­s: o &lt;a href=&quot;http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/brasil/pa/pa_comunidades_amazonas_festa.html&quot;&gt;marambirÃ©&lt;/a&gt; do quilombo do Pavocal no municÃ­pio de Alenquer (perto de SantarÃ©m, ParÃ¡) ou no &lt;a href=&quot;http://www.cantadoresdolitoral.com.br/12macambiques/mt-fd.htm&quot;&gt;maÃ§ambique&lt;/a&gt; da cidade de OsÃ³rio no Rio Grande do Sul) - mas formidÃ¡vel mesmo seria uma sÃ©rie (quase infinita, por certo) descrevendo todas as festas de santos que acontecem pelo Brasil afora!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43392</link>
  <title>Comentário postado por Hermano Vianna</title>
  <dc:date>2008-4-01T01:51:00Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43395">
  <description>Ilha, que bom, duas vezes bom&lt;br /&gt;&#13;&#10;a) a receptividade - demorou tÃ£o pouco na fila de votaÃ§Ã£o&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;b) as solictaÃ§Ãµes de mais e mais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;          E assim nos convence de que nenhuma guerra acabou crenÃ§a alguma, que a beleza, a vontade, o desejo do belo vai triunfar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;um abraÃ§o, andre</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43395</link>
  <title>Comentário postado por Andre Pessego</title>
  <dc:date>2008-4-01T05:38:58Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43398">
  <description>Relato muito interessante, assisti ao Congo na Barra do Jucu hÃ¡ alguns anos, coisa de apaixonar. Este de ConceiÃ§Ã£o da Barra que vocÃª conta nos detalhes deu Ã¡gua na boca. AbraÃ§o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43398</link>
  <title>Comentário postado por Regina - poesia em volta</title>
  <dc:date>2008-4-01T09:37:32Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43405">
  <description>SpÃ­rito, isso do nome do Ticumbi ter sido introduzido por Guilherme Santos Neves eu tirei &lt;a href=&quot;http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2005/marco/12_13/reportagens/reportagens/12_03_01.asp&quot;&gt;desse texto do RogÃ©rio Medeiros&lt;/a&gt;. O RogÃ©rio Ã© jornalista e fotÃ³grafo que recebeu tambÃ©m o tÃ­tulo de vassalo do Ticumbi, devido ao seu trabalho de pesquisa e divulgaÃ§Ã£o da manifestaÃ§Ã£o, que jÃ¡ dura anos. Ã dele quase todo registro fotogrÃ¡fico do Ticumbi atÃ© os anos 90, quando outras pessoas comeÃ§aram a se interessar pelo baile de congo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hermano, acho a idÃ©ia de fazermos aqui uma espÃ©cie de levantamento e registro de relatos das festas de santos &quot;dos pretos&quot; que ocorrem no Brasil muito boa. Aqui tÃ­nhamos, atÃ© meados do sec. XX, uma irmandade do RosÃ¡rio muito forte. Os relatos das festas antigas realizadas pela irmandade sÃ£o muito ricos. Pena que essa tradiÃ§Ã£o acabou, ou pelo menos se tornou inexpressiva. O forte aqui hoje Ã© a festa da Penha (que aliÃ¡s terminou ontem), padroeira do estado.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã a grande festa religiosa do estado. Apesar de ser totalmente comandada pela igreja, hÃ¡ manifestaÃ§Ãµes em comunidades isoladas, como a de Roda D&apos;Ã gua, em Cariacica, onde a padroeira Ã© festejada com o Congo de MÃ¡scaras. Dizem que a tradiÃ§Ã£o do Congo de MÃ¡scaras veio do fato dos escravos fugidos quererem prestar sua homenagem Ã  santa e inventarem as mÃ¡scaras para nÃ£o serem reconhecidos durante a festa. As mÃ¡scaras e uma estranha indumentÃ¡ria de folhas de bananeira tornavam impossÃ­vel a identificaÃ§Ã£o dos participantes do congo. AtÃ© hoje roupas e mÃ¡scaras sÃ£o usadas em Roda D&apos;Ãgua na ocasiÃ£o da festa da Penha. A banda do Congo de MÃ¡scaras tem ainda um outro diferencial em relaÃ§Ã£o Ã s bandas de congo do estado que Ã© o fato do Mestre usar uma espÃ©cie de megafone artesanal feito de folha de flandes para &quot;puxar&quot; a cantoria. Ã bem bonito de se ver.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43405</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-4-01T13:00:02Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43407">
  <description>Em tempo: entrei agora no link do marambirÃ© e nÃ£o Ã© que as roupas e enfeites sÃ£o muito parecidas com as do Ticumbi? Interessante isso, nÃ£o? Como jÃ¡ disse o SpÃ­rito, essa conexÃ£o deve ser mesmo via Ticumbi Angolano.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43407</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-4-01T13:10:32Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43411">
  <description>Que coisa linda essas fotos e as manifestaÃ§Ãµes religiosas dos Quilombolas. Esses espaÃ§os sÃ£o importantes para divulgar e sensibilizar as pessoas quanto as comunidades afrodescendentes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um abraÃ§o cheio de nuito axÃ©.&lt;br /&gt;&#13;&#10;JoÃ£o Everton </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43411</link>
  <title>Comentário postado por JoÃ£o Everton da Cruz</title>
  <dc:date>2008-4-01T14:01:42Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43415">
  <description>JÃ¡ tinha visto as fotos e ouvido relatos esparsos diretamente de ti, nos  e-papos em tempo real, Ilha, mas agora fiquei contente ao ver tudo condensado nessa colaboraÃ§Ã£o... &lt;br /&gt;&#13;&#10;AlÃ©m disso, pude ver que gerou comentÃ¡rios bem mais relevantes que este meu.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Beijo e atÃ© jÃ¡,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Felipe</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43415</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Obrer</title>
  <dc:date>2008-4-01T14:54:35Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43426">
  <description>Ilha,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que beleza este seu trabalho de divulgaÃ§Ã£o de &quot;O Ticumbi, ou baile de Congo de SÃ£o Benedito&quot;, tudo o mais jÃ¡ foi dito nos comentÃ¡rios acima.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Excelente!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs&lt;br /&gt;&#13;&#10;Beto</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43426</link>
  <title>Comentário postado por Roberto Girard</title>
  <dc:date>2008-4-01T17:45:01Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43442">
  <description>Fui lÃ¡ no texto do RogÃ©rio Medeiros que vocÃª linkou citando a versÃ£o sobre o nome do Ticumbi.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Permita que eu volte ao asunto porque ele, embora nÃ£o pareÃ§a, tem uma importancia fundamental neste caso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ticumbi, Cacumbi e Cucumbi sÃ£o, na verdade a mesma palavra para denominar aquelas danÃ§as &apos;aparentadas&apos; sobre as quais eu falei. Etmologia Ã© uma das chaves principais para o estudo destas coisas. A palavra origem de tudo Ã© Nkumbi, que vem de uma lÃ­ngua angolana (preciso conferir se Ã© Kimbundo, Mbundo ou Benguela). Todas estas lÃ­nguas, gramaticalmente semelhantes costumam ser declinadas com prefixos, dos quais o &apos;Ka&apos; Ã© o diminutivo e &apos;Ku&apos; o infinitivo. o &apos;Ti&apos; Ã©, certamente, um destes prefixos(posso verificar). No caso do &apos;Ka&apos;, observei que toda manifestaÃ§Ã£o original, recebe aqui o prefixo diminutivo, como uma espÃ©cie de chancela de que &apos;sucedÃ¢neo&apos; do original (Ã© o caso de Ka-Ndombe, que deu em CandomblÃ© aqui no Brasil)&lt;br /&gt;&#13;&#10;O importante da histÃ³ria, como sugeri acima, Ã© que neste campo, praticamente tudo estÃ¡ a ser pesquisado sobre o assunto por culpa de um formidÃ¡vel equÃ­voco, muito recorrente em nossas ciÃªncias sociais que Ã© desconhecer que a histÃ³ria e a cultura do negro brasileiro nÃ£o se inicia quando ele chega aqui, escravizado, ela Ã© muito anterior a isto, anterior atÃ© Ã  prÃ³pria existÃªncia do Brasil. Sem estes nexos com a cultura negra lÃ¡ na Ãfrica, nÃ£o se conseguirÃ¡ compreender absolutamente nada, virando tudo estas vagas suposiÃ§Ãµes e especulaÃ§Ãµes espalhadas aqui e ali por honestos, porÃ©m (nem sempre, Ã© claro) equivocados estudiosos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Desculpe insistir neste ponto, mas, considero necessÃ¡rio e urgente que  aspectos de nossa cultura tÃ£o importantes, como este que vocÃª tÃ£o bem levantou, se encaminhem para um rumo, cientificamente mais lÃ³gico.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs     &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43442</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2008-4-02T07:30:12Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43471">
  <description>SpÃ­rito, contribuiÃ§Ã£o bem rica essa sua. Por nÃ£o entender essas conexÃµes Ã© que a gente acaba agindo e pensando com a Ã³tica eurocentrista, esquecendo que outros possibilidades de civilizaÃ§Ã£o existem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Veja se acha esse material sobre o Ticumbi de Angola. NÃ£o fazia a menor idÃ©ia de que esses prefixos eram declinaÃ§Ãµes verbais (para nÃ³s ocidentais os sufixos Ã© que sÃ£o declinaÃ§Ãµes, nÃ©?). Grande aula! Isso vai entrar no seu livro?&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43471</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-4-02T17:46:27Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43475">
  <description>Ilha, &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na verdade isto (esta crÃ­tica a Ã³tica eurocentrista de nossas ciÃªncias sociais) Ã© o cerne do livro. Andei garimpando hoje e descobri coisas mais &apos;viajantes&apos; ainda (o tema Ã©, como jÃ¡ disse, apaixonante e quase que totalmente virgem no Brasil). Achei a pista do livro na internet mas, do texto em, si, nada. AmaldiÃ§oei mil vezes a pessoa que surrupiou o meu livro do Ãscar Ribas que, lembrei agora, se chama &quot;Izomba&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O tema geral do livro - do qual me lembro bem- Ã© que me deu este insigth sobre esta dicotomia no estudo da cultura negra brasileira (que afinal , devia ser tratada como cultura brasileira, simplesmente, nÃ©?). Veja sÃ³: &quot;Izomba&apos; Ã© um livro que trata de associativismo e recreativismo na cultura tradicional angolana, desde o sÃ©culo 19. Fala portanto da ancestral tradiÃ§Ã£o angolana de se organizar em sociedades secretas (como o Jongo que -pasme- antes de tudo, na origem, Ã isto: Sociedade secreta). Fala tambÃ©m de grupos culturais especÃ­ficos (feitos para praticar certos tipos de danÃ§a ou de mÃºsica), grupos de ajuda mÃºtua (como irmandades) e etc. Me lembro de ter visto no livro fotos de antigos carnavais em Luanda, da dÃ©cada de 40/50 (entre as quais vi este que se veste - e se denomina- igual ao nosso Ticumbi). O Gancho do meu raciocÃ­nio Ã© simples: Izomba/Kizomba = Associativismo, sacou? Abrindo a cabeÃ§a, abre-se um mundo de possibilidades de estudo. Do TiKunbi se pode descortinar um mundo cultural bem complexo. Over.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bem. Parece que este Ã© o caminho das pedras. Quem quiser seguir, Ã© sÃ³ abrir os olhos e o coraÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c43475</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2008-4-02T18:23:26Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44188">
  <description>SpÃ­rito, nÃ£o consigo lembrar do nome dos autores, mas (nÃ£o sei se jÃ¡ falei nisso tambÃ©m) li um livro chamado &quot;CrÃ­tica da imagem eurocÃªntrica&quot;. Vale a pena procurar no google. Acho que tem muita a ver com sua pesquisa, embora fale mais da questÃ£o da imagem. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44188</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-4-14T00:03:06Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44198">
  <description>Vou lÃ¡ agora mesmo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A propÃ³sito, jÃ¡ aprontei o post 2 da sÃ©rie do &apos;Crioulo doido. Deve se chamar  &apos;Jongo, Jinongo&apos; ou algo assim. Quando ostar eu te dou o link.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44198</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2008-4-14T08:06:06Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44489">
  <description>Ilha, &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Voltei - questÃ£o de ordem! -:)&lt;br /&gt;&#13;&#10;Revirando meus alfarrÃ¡bios procurando nÃ£o sei o que, achei um release do filme &apos;Ticumbi&apos; de 1977/78 de um importante documentarista da Ã©poca chamado &lt;strong&gt;Elyseu Visconti Cavalleiro&lt;/strong&gt; (um especialista em curtas sobre folclore). Acho que vocÃª conhece.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Transcrevo parte (trechos interessantes) do texto pela curiosidade de se comparar com o seu, um relato de, exatos, 30 anos atrÃ¡s:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;&quot;... Registro da festa do Ticumbi como se apresenta na cidade de ConceiÃ§Ã£o da Barra, EspÃ­rito Santo, executada pelos remanescentes do quilombo local, notÃ¡vel pela pureza Ã©tnica... SÃ£o 16 personagens e um violeiro, que cantam e danÃ§am ao som de vigorosos pandeiros de influÃªncia Ã¡rabe...A participaÃ§Ã£o na danÃ§a Ã© vitalÃ­cia e Ã© regida por hierarquia no quilombo. Cada personagem sÃ³ Ã© substituido por invalidez ou morte, geralmente por seu filho ou parente prÃ³ximo...O Ticumbi ou baile de Congo Ã© uma danÃ§a dramÃ¡tica que sÃ³ ocorre nonorte do EspÃ­rito Santo nÃ£o se confundindo com nenhuma congada ou congo do resto do paÃ­s &lt;/em&gt;(o que nÃ£o Ã© verdade). &lt;em&gt;Sua origem remonta Ã  Ã©poca da escravatura &lt;strong&gt;quando o escravo RogÃ©rio fundou o Quilombo de Santana&lt;/strong&gt;, nos arredores da atual ConceiÃ§Ã£o da Barra...Os 17 membros participantes pertencem ao que resta deste quilombo, sendo &lt;strong&gt;interditada a participaÃ§Ã£o de brancos e forasteiros&lt;/strong&gt;... Postados Ã  frente de Chico Dantas, o violeiro de 79 anos que hÃ¡ 62 anos brinca o Ticumbi&quot;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O texto, ao que parece Ã© de Ana Teresa Lemos Ramos e foram consultores do filme os folcloristas HermÃ³genes da Fonseca e RogÃ¨rio Medeiros.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Seria uma boa resgatar este filme (tomara que esteja no acervo de alguma TV Futura ou Canal Brasil da vida)&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44489</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2008-4-19T13:36:46Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44490">
  <description>O folclorista HermÃ³genes (jÃ¡ falecido) era um estudioso entusiasmado das coisas da terra, especialmente do norte do estado. Tem estudos tanto na Ã¡rea das manifestaÃ§Ãµes folclÃ³ricas quanto da arte e do artesanato, bem como das comidas tÃ­picas. Adoraria ver publicada parte do material que ele recolheu nos anos em que viveu. Tinha um sÃ­tio Ã s margens do CricarÃ© onde recebia quem chegasse com seus casos sobre a tradiÃ§Ã£o cultural de ConceiÃ§Ã£o da Barra. RogÃ©rio Medeiros ainda estÃ¡ na ativa, Ã© fotÃ³grafo dos bons e responsÃ¡vel pela maior parte das imagens do Ticumbi que a gente encontra. Ã jornalista atÃ© hoje e edita o &lt;a href=&quot;http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2008/abril/18/index.asp&quot;&gt;SÃ©culo DiÃ¡rio&lt;/a&gt;, jornal online muito bom. Ã, tambÃ©m, vassalo do Ticumbi de SÃ£o SebastiÃ£o, esse a que o documentÃ¡rio se refere, e conquistou esse posto graÃ§as ao acompanhamento initerrupto que faz do Ticumbi.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas existem outros Ticumbis na regiÃ£o, o de ItaÃºnas e o do Bongado (tem fotos deles no post &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/banco/benedito-e-sebastiao&quot;&gt;Benedito e SebastiÃ£o&lt;/a&gt;).  Enquanto que no Ticumbi de SÃ£o Benedito as coisas ocorrem exatamente como o documentÃ¡rio conta, nos outros jÃ¡ existe uma flexibilidade maior. O Ticumbi de ItaÃºnas, por exemplo, tem congueiro branco. Outra diferenÃ§a Ã© no som deles: o de ItaÃºnas Ã© mais livre, mas cheio de influÃªncias, conforme dÃ¡ pra sentir &lt;a href=&quot;http://br.youtube.com/watch?v=fVFiwIQft-U&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. O de SÃ£o SebastiÃ£o Ã© mais tradicional e parece nÃ£o ter sofrido modificaÃ§Ãµes significativas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Acho que jÃ¡ vi esse filme, mas nÃ£o tenho certeza. Valeu pela dica. Vou procurar.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/batuque-no-quilombo#c44490</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-4-19T14:31:16Z</dc:date>
 </item>
 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
  <link>http://www.overmundo.com.br/home/busca.php</link>
  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
 </textinput>
</rdf:RDF>