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  <title>.: Entrevista com Max Gehringer :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>Minha pergunta inevitÃ¡vel Ã©: palestrantes profissionais, para Max Gehringer, sÃ£o executivos que decidiram seguir a carreira artÃ­stica? :)</description>
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  <title>Comentário postado por Viktor Chagas</title>
  <dc:date>2008-7-08T14:15:43Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48187">
  <description>AÃª P.L. vc consegue cara, essa entrevista ta muito bacana.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Se vocÃª manter esse humor, acho que da p/ segurar por duas horas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;:)</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48187</link>
  <title>Comentário postado por Alberto Nanet</title>
  <dc:date>2008-7-09T00:52:49Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48198">
  <description>Valeu, Alberto! Se um dia eu realmente conseguir segurar um leitor por duas horas em um texto meu, arrisco-me de imediato a escrever meu primeiro romance! Rs.  Valeu a forÃ§a! :)</description>
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  <title>Comentário postado por Ewerton Martins Ribeiro</title>
  <dc:date>2008-7-09T10:37:33Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48227">
  <description>Alberto, parabÃ©ns pela entrevista e por conseguir o contato. E faÃ§o minha a questÃ£o viktor. NÃ£o concordo com o &quot;f...&quot; Max. A arte pode surgir numa pessoa depois de uma crise de algum movimento que desorganize o que estÃ¡ cristalizado. DaÃ­ vale a pergunta do Viktor. Esses &quot;viraram&quot; artistas? </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48227</link>
  <title>Comentário postado por CompulsÃ£o DiÃ¡ria</title>
  <dc:date>2008-7-09T19:45:31Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48243">
  <description>Legal, conhecia muito pouco (conheÃ§o pouco ainda) sobre o entrevistado e muito menos ainda sobre as teorizaÃ§Ãµes do sucesso alheio. Acho temerÃ¡rio estas investidas de decifrar, tecer, receitar&lt;br /&gt;&#13;&#10;uma trilha de alguÃ©m que possa servir a outrÃ©m. Acho tudo isto igual a receituario de traficante. Traficante de droga. SÃ³ tem dois caminhos a droga e a bala.Acho igual temerÃ¡rio se nÃ£o igual&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§o&lt;br /&gt;&#13;&#10;andre.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48243</link>
  <title>Comentário postado por Andre Pessego</title>
  <dc:date>2008-7-10T07:10:08Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48247">
  <description>ParabÃ©ns !!! Grande trabalho!! perfeito!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Meus votos&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§o</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48247</link>
  <title>Comentário postado por celina vasques</title>
  <dc:date>2008-7-10T11:11:52Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48252">
  <description>Ewerton, cÃ¡ pra nÃ³s, o Max nÃ£o entende nadinha do mundo das artes! Em primeiro lugar ele sugere a necessidade da &quot;panelinha&quot; ao falar da importÃ¢ncia de um bom networking para a carreira. Em segundo lugar ele reforÃ§a esse conceito romÃ¢ntico de que o artista jÃ¡ nasce pronto quando diz que se o talento nÃ£o se manifesta aos 20 anos nÃ£o vai se manifestar mais (certamente ele nÃ£o conhece a obra de Saramago, por exemplo, que comeÃ§ou sua &quot;carreira&quot; bem depois dos 40 e Ã©, reconhecidamente, um dos grandes escritores mundiais contemporÃ¢neos). Depois, ainda, sugere que o pretenso artista que nÃ£o consegue viver de sua arte deve procurar uma colocaÃ§Ã£o paralela que o sustente, numa clara induÃ§Ã£o ao conformismo e Ã  mediocridade (pq se o cara Ã© um artista tÃ£o medÃ­ocre que nÃ£o se sustenta, vai tambÃ©m ser um empregado medÃ­ocre, obviamente).  Por Ãºltimo, como um golpe certeiro no papel da arte e do artista na sociedade, compara o palestrante profissional a um artista, como se uma coisa tivesse a ver com outra: serÃ¡ assim que o cara vÃª a arte? (Votando Ã  pergunta do Viktor)  E serÃ¡ que Ã© assim que devemos ver a arte e a cultura?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Espero que a opiniÃ£o do cara nÃ£o influencie sua carreira de escritor, pois se for levar em conta o que ele diz, com seus 27 anos vc jÃ¡ pode perder todas as suas esperanÃ§as! heheh&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os e boa carreira! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48252</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-7-10T12:33:00Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48257">
  <description>Claudia, achei bacanÃ©rrimas suas colocaÃ§Ãµes. Realmente vocÃª analisou tudo de uma outra perspectiva - muito coerente, por sinal. Penso que tudo isso Ã© muito interessante atÃ© mesmo para percebemos o hiato que existe entre as profissÃµes &quot;normais&quot; e as profissÃµes &quot;artÃ­sticas&quot;. SÃ£o realidades bem diferentes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pelo lado profissional, no entanto, concordo com o Max em relaÃ§Ã£o Ã  importÃ¢ncia do network. Mas concordo que isso nÃ£o pode ser fator &lt;em&gt;sine qua non&lt;/em&gt; para definir o espaÃ§o de alguÃ©m que Ã© bom no mercado. NÃ£o podemos ficar refÃ©ns do networking, atÃ© porque muitos artistas nÃ£o tem uma habilidade natural para esta prÃ¡tica. Acho que Ã© tudo muito incipiente nesta discussÃ£o em relaÃ§Ã£o Ã  atividade artÃ­stica profissional e, para falar a verdade, estou achando legal demais esta coisa de Overmundo. Postei este primeiro texto e acabei vendo opiniÃµes que vÃ£o muito alÃ©m de meu raciocÃ­nio inicial na elaboraÃ§Ã£o do texto, o que me acrescenta muito. Show de bola.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48257</link>
  <title>Comentário postado por Ewerton Martins Ribeiro</title>
  <dc:date>2008-7-10T14:20:34Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48260">
  <description>Ewerton, primeiramente, parabÃ©ns pela matÃ©ria. Lendo seu postado agora, em especial, o que o entrevistado diz sobre mundo corporativo, mundo das artes etc., lembrei rapidamente de vÃ¡rios amigos meus, artistas, que tÃªm que &quot;se virar e revirar&quot; pra vender o &quot;seu pÃ£o&quot;. Em muitos pontos, acho plausÃ­vel o que o entrevistado diz quanto ao fato de que, nÃ£o estamos sozinhos ou nÃ£o podemos ficar sozinhos, mesmo em se tratando do mundo das artes. Tenho amigos que jÃ¡ sÃ£o reconhecidos pela sua arte e que somente passaram a  ganhar uma boa grana depois de assinar contratos, de se unir a outras pessoas para divulgar e vender o seu trabalho, etc. Foi exagero do entrevistado dizer que &quot;quando nÃ£o acontece algo atÃ© os 30 anos dificilmente acontecerÃ¡ depois&quot;? Foi! Mas entendo o raciocÃ­nio que Ã©: &quot;se vocÃª nÃ£o desenvolve e nÃ£o persiste no seu talento cedo, quando vocÃª tiver na idade de pagar muitas contas, talvez nÃ£o seja possÃ­vel recuperar o tempo perdido e daÃ­, o jeito Ã© se entregar ao mercado corporativo&quot;. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Ewerton, talvez eu esteja sendo chata por concordar em alguns pontos com o &quot;fodÃ¡stico&quot; (?) como vocÃª diz, e atÃ© jurei pra mim mesma nÃ£o fazer mais comentÃ¡rios contrÃ¡rios dos demais nos postados aqui pra nÃ£o ser mal interpretada. Mas, como gostei da sua matÃ©ria, achei interessante a abordagem e lembrei da realidade que vejo aqui, com pessoas que gosto muito, preferi deixar minha opiniÃ£o. Por aqui esse network Ã© algo que estÃ¡ dando muito certo, o problema, Ã© o pouco acesso a isso para alguns poucos artistas. Tenho um amigo que teve virar um microempresÃ¡rio em algo que nÃ£o tem nada a ver com seu talento artÃ­stico porque nÃ£o poderia viver somente dos quadros que pinta depois de se casar. Entende? NÃ£o sei a realidade em Minas, SÃ£o Paulo, Rio, etc. mas aqui, interior do CearÃ¡, viver da arte nÃ£o Ã© fÃ¡cil e &quot;juntar as mÃ£os&quot; Ã© o que estÃ¡ dando certo para muitos! Quase todos os meus amigos que sÃ£o artistas, buscam a net para divulgar o seu trabalho e estÃ£o se unindo a outros, na net ou nÃ£o... No mundo real, na prÃ¡tica, essa uniÃ£o estÃ¡ sendo imprescindÃ­vel e o talento nÃ£o serÃ¡ nada se nÃ£o houver persistÃªncia em desenvolvÃª-la e divulgÃ¡-la da forma correta. A oratÃ³ria tambÃ©m Ã© uma arte. NÃ£o Ã© qualquer um que tem esse dom da fala, e olha, posso te dizer isso por experiÃªncia prÃ³pria atÃ© pelo meu ofÃ­cio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ewerton, por favor, nÃ£o leve a mal a minha opiniÃ£o. Mas cara, Ã© que, como falei, o que vejo aqui de talento sobrando e nÃ£o reconhecido x contas pra pagar e famÃ­lia constituÃ­da nÃ£o tÃ¡ no &quot;gibi&quot;! SÃ³ quem tÃ¡ na &quot;pele&quot; Ã© quem sabe! AbraÃ§os e sucesso na carreira.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48260</link>
  <title>Comentário postado por JACK CORREIA</title>
  <dc:date>2008-7-10T16:00:05Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48263">
  <description>Ainda bem que vc entendeu que a crÃ­tica Ã© pro Max, e nÃ£o para o seu texto!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sobre a questÃ£o das networkings, que a Jack tambÃ©m fala aqui, Ã© preciso nÃ£o confundir uma rede de ajuda mÃºtua, organizada ou nÃ£o em associaÃ§Ãµes e cooperativas, que sÃ£o sempre vÃ¡lidas e necessÃ¡rias, com a tal rede a que ele se refere, que no mundo empresarial Ã© mesmo a tal da panelinha (Ã© quem janta com quem ou janta quem). E acho que um dos grandes problemas da produÃ§Ã£o artÃ­stica aqui Ã© exatamente a tal panelinha: se o artista estÃ¡ fora dela (ou seja, nÃ£o conhece as pessoas certas, nos lugares certos), tem poucas chances de mostrar e vender seu trabalho. E, cÃ¡ pra nÃ³s, a lÃ³gica da arte nÃ£o deve nem pode ser a lÃ³gica do mercado: o mercado nÃ£o estÃ¡ nem ai pra arte, quer mais Ã© o lucro que pode vir dela.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A gente pode ver a cultura como produto sem medo. Mas Ã© preciso saber que Ã© um produto com certas especificidades, pois Ã© o que a humanidade tem de subjetivo, de nÃ£o mensurÃ¡vel. NÃ£o dÃ¡ pra colocar a produÃ§Ã£o artÃ­stica numa planilha, fazer quadros comparativos e traÃ§ar um plano de metas. Nem dÃ¡ pra saber direito, como artista, qual Ã© exatamente a prÃ³pria meta! (isso atÃ© lembra aquela canÃ§Ã£o do Gil, metÃ¡fora). E muito menos qual Ã© a meta do &quot;consumidor&quot; de arte. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã claro que Ã© preciso pagar as contas! E, tambÃ©m, buscar maneiras inteligentes de paga-las com seu trabalho. Mas enquadrar a produÃ§Ã£o artÃ­stica na mesma forma da produÃ§Ã£o empresarial Ã© dar um tiro no prÃ³prio pÃ© descalÃ§o.  </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48263</link>
  <title>Comentário postado por Ilhandarilha</title>
  <dc:date>2008-7-10T16:36:11Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48268">
  <description>Invertendo o raciocÃ­nio com um pequeno exemplo: sem grana nenhuma, chego Ã  frente de um escultor que fez uma linda peÃ§a que estÃ¡ exposta, e daÃ­, passo um tempÃ£o conversando com ele falando da sua obra, das caracterÃ­sticas dela, etc., deixando claro o quanto aprecio e compreendo a sua arte. Chega depois uma outra mulher, mal olha a peÃ§a e diz: &quot;eu compro, quanto Ã©?&quot; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Pergunta: a quem vai pertencer a escultura?&lt;br /&gt;&#13;&#10;ConclusÃ£o: o mercado talvez nÃ£o se importe com a verdadeira arte, mas o artista que sobrevive dela, precisa dos consumidores/mercado.&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ as &quot;panelinhas&quot; existem de todas as formas, em todos os lugares... Ã© difÃ­cil destruÃ­-las, e sÃ£o realmente injustas para os pequenos artistas que nÃ£o tÃªm conhecimento de como &quot;vender seu peixe&quot; da melhor forma.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O meu amigo que virou microempresÃ¡rio e que dei como exemplo no comentÃ¡rio anterior (e que nÃ£o estÃ¡ nas &quot;panelinhas&quot;) me disse: &lt;em&gt;&quot;A coisa Ã© sÃ©ria, primeiro a gente Ã© artista pra fazer arte, depois, tem que ser artista pra vender nossa arte!&quot;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A arte tem sua essÃªncia, claro, e Ã© nela que estÃ¡ o seu valor real! Muitos artistas querem, nÃ£o somente ter seu talento reconhecido por suas peÃ§as, mas tambÃ©m, ganhar dinheiro com elas, e, nÃ£o podemos culpÃ¡-los nem julgÃ¡-los por isso! Ã isso... mera opiniÃ£o, somente, e respeito muito todas as opiniÃµes contrÃ¡rias. Ewerton, acho que sua matÃ©ria abre discussÃµes para vÃ¡rios outros postados aqui, nÃ£o acha? Bjs.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48268</link>
  <title>Comentário postado por JACK CORREIA</title>
  <dc:date>2008-7-10T17:36:55Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48273">
  <description>&quot;&lt;em&gt;Ewerton, acho que sua matÃ©ria abre discussÃµes para vÃ¡rios outros postados aqui, nÃ£o acha?&lt;/em&gt;&quot;. Com certeza, Jack, haja vista estes desdobramentos que vocÃªs tem feito nestes post que, como escrevi no post anterior, vÃ£o muito alÃ©m do que eu pensava inicialmente quando da realizaÃ§Ã£o a entrevista. Concordo plenamente com vocÃª.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Essa questÃ£o do network Ã© super complicada mesmo. Definir estes &quot;limites Ã©ticos&quot; entre a simples rede de contatos e as panelinhas, que se vendem internamente, talvez seja mais complicado ainda. Limite muito tÃªnue. Realmente a questÃ£o se desdobra em um debate amplo, mas bem interessante. Legal demais. (E Ã© isso mesmo, ClÃ¡udia: entendi perfeitamente as suas colocaÃ§Ãµes e crÃ­ticas - nÃ£o se preocupe!).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu acho que, neste contexto, o grande desafio que se apresenta para os artistas Ã© conseguir tornar o seu trabalho rentÃ¡vel, capaz de sustentÃ¡-lo (evitando assim a ter de ter &quot;&lt;em&gt; uma carreira paralela, em uma empresa formal&lt;/em&gt;&quot; citada por Max) mas mantendo sua produÃ§Ã£o Ã­ntegra e honesta. Coisa difÃ­cil...</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48273</link>
  <title>Comentário postado por Ewerton Martins Ribeiro</title>
  <dc:date>2008-7-10T18:50:17Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48276">
  <description>OlÃ¡ Ewerton e Max,&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Gostaria de saber o que pensam sobre: &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No quesito arte, que tipo de artista se refere? E o que Max considera uma carreira de sucesso? Sucesso nÃ£o Ã© um conceito pessoal, ou sucesso Ã© igual para todo mundo?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Essa idÃ©ia de &lt;strong&gt;atÃ© os trinta &lt;/strong&gt;ainda vigora? EntÃ£o para os homens seria a idade limite do poder, assim como Ã© para as mulheres a idade limite para a beleza...Isso que entendÃ­?&lt;br /&gt;&#13;&#10;E qa InovaÃ§Ã£o e a gestÃ£o em carreiras? Existe?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Outra? O que seria uma carreira/vida de sucesso para uma mulher? ela tem que virar uma workaholic tambÃ©m?&lt;br /&gt;&#13;&#10;QuestÃµes que gostaria que comentassem...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§Ã£o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48276</link>
  <title>Comentário postado por NatÃ¡lia Amorim</title>
  <dc:date>2008-7-10T19:38:26Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48282">
  <description>NÃ£o sei se o Max estÃ¡ acompanhando este debate tÃ£o bacana sobre esta despretensiosa entrevista que fiz com ele, NatÃ¡lia, mas creio que nÃ£o... :)&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas de qualquer forma, digo o que eu penso. Eu, no meu caso, sou um pretenso escritor, mas nas perguntas tentei dar uma abordagem mais generalizada, de forma Ã s respostas servirem nÃ£o sÃ³ para este pretenso literato aqui, como tambÃ©m para, sei lÃ¡, um cara que quer ser malabarista, por exemplo, e que vÃª no futuro desta pretendida carreira uma enorme dificuldade para pagar as contas e comprar o leite dos futuros malabaristazinhos (filhos). Rs.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Concordo com vocÃª que o conceito de sucesso Ã© especÃ­fico para cada um. Para mim, tem muito a ver com me sentir realizado com o que faÃ§o e, ao mesmo tempo, ganhar dinheiro com isso de forma que dÃª para pagar as contas e viver com certo conforto. Ah, e no meu caso especÃ­fico, sucesso tambÃ©m estÃ¡ um pouco relacionado com reconhecimento. Almejo ser reconhecido. Tenho lÃ¡ meu egozinho, fazer o quÃª? Rs. Quanto ao que o Max define como sucesso, para isso realmente nÃ£o obtive resposta na entrevista. Infelizmente...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esse lance de atÃ© os trinta realmente acho complicado. Temos exemplos interessantes de gente que sÃ³ apareceu bem depois, como Saramago (do qual nem sabia isso, que sÃ³ tinha comeÃ§ado apÃ³s os 40), citado pela ClÃ¡udia, ou Lya Luft, citada por uma colega de trabalho. Mas em minha opiniÃ£o, sÃ£o casos pontuais. Levando-se em conta que as carreiras artÃ­sticas, em alguns casos, prescindem de uma formaÃ§Ã£o acadÃªmica tradicional, creio que a questÃ£o das &quot;habilidades que podem ser constatadas muito cedo&quot; apontada por Max faz sentido. Creio que Ã© preciso realmente que o cara se avalie para perceber se tem talento e vocaÃ§Ã£o ou se apenas acha que tem os dois (ou se realmente tem, mas nÃ£o em tÃ£o grande proporÃ§Ã£o como imagina). Mas nÃ£o vi nas respostas dele alguma construÃ§Ã£o que dÃª direcionamento para estas conclusÃµes e relaÃ§Ã£o ao limite para a beleza (mulheres) e limite do poder (homens). Mas creio que interpretaÃ§Ã£o Ã© uma questÃ£o particular, nÃ£o Ã© verdade? Quero mesmo refletir sobre isso para entender melhor este desdobramento que vocÃª fez. A construÃ§Ã£o textual parece mesmo um organismo vivo, se desdobrando em mais e mais informaÃ§Ã£o, nÃ£o? Interessante...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot; InovaÃ§Ã£o e a gestÃ£o em carreiras? Existe?&quot;. Rs... estou ainda na fase de tentar &quot;comeÃ§ar&quot; a carreira. A inovaÃ§Ã£o deixo para depois... rs.&lt;br /&gt;&#13;&#10;E quanto Ã  carreira de sucesso no caso da mulher, nÃ£o creio que se diferencia muito do caso dos homens, ou seja: tem a ver com o conceito de sucesso decada pessoa, questÃ£o que vocÃª levantou. Ã isso. Obrigado pelas questÃµes. Agora vamos esperar o Max se pronunciar... rs. (Para falar a verdade, do tanto que ele Ã© simpÃ¡tico e solÃ­cito, eu nÃ£o me assutaria se, de repente, aparecesse um comentÃ¡rio dele aqui). Rs.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48282</link>
  <title>Comentário postado por Ewerton Martins Ribeiro</title>
  <dc:date>2008-7-10T21:12:57Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48289">
  <description>Consegui, Ton! Vou continuar sempre torcendo por vocÃª. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48289</link>
  <title>Comentário postado por Luana Damasceno</title>
  <dc:date>2008-7-10T22:51:06Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48297">
  <description>Oi Ewerton, muito legal sua iniciativa, que penso farÃ¡ muita gente que pensa em viver na Ã¡rea cultural pensar nos seus passos com mais estratÃ©gia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Respeito muito o Max e gostaria de deixar algumas indagaÃ§Ãµes, como contraponto, para pensarmos:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;1 - Max afirma &quot;(...) No mundo das Artes, o que conta Ã© o talento individual&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu penso que nem tanto ao cÃ©u, nem tanto a terra. Para o que eu visualizo dos diferentes mundos das artes, conta tambÃ©m o coletivo e nÃ£o sÃ³ individual.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;2 - Max cita tambÃ©m &quot;(...) O que existe em comum em dois mundos tÃ£o dÃ­spares Ã© a necessidade de construir um bom networking&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acho que a gente pode pensar no tal do networking como algo mais amplo, nÃ£o apenas a lista de potenciais pessoas podem vir a me indicar para algo e que em funÃ§Ã£o deste interesse preciso aturar tudo e viver sendo um eterno diplomata, mas pessoas com as quais posso ter prazer em trocar e construir idÃ©ias, projetos, realizaÃ§Ãµes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;3 - Esta considero a mais polÃªmica. Max Ã© enfÃ¡tico em dizer &quot;(...) Ao contrÃ¡rio do mundo corporativo, em que uma carreira Ã© progressiva, e vai sendo construÃ­da atravÃ©s dos anos, o mundo das artes requer habilidades que podem ser constatadas muito cedo. Um escritor que nÃ£o tenha imaginaÃ§Ã£o aos 20 anos nÃ£o a terÃ¡ aos 40. Qualquer pessoa que pretenda viver da arte deve ter em mente que, se nada acontecer atÃ© os 30 anos, dificilmente algo irÃ¡ acontecer depois disso&quot;. Eu comecei quase aos 30 anos a desenvolver a minha atividade de produtor cultural independente e acho que muita gente neste paÃ­s comeÃ§a mais tarde, como eu, pela falta de informaÃ§Ã£o e por causa de &quot;dogmas&quot; como este.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas acho que procede a preocupaÃ§Ã£o de ter um outro trabalho. Como o mercado cultural brasileiro estÃ¡ se estruturando e ainda estÃ¡ muito concentrado, nÃ£o Ã© fÃ¡cil realmente viver somente de uma atividade cultural. Mas Ã© possÃ­vel e muita gente estÃ¡ virando o jogo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por fim, acho que iremos avanÃ§ar, no desenvolvimento de conteÃºdo e mÃ©todos que auxiliem o desenvolvimento de carreiras nas diferentes Ã¡reas da cultura, se ao invÃ©s de nos apoiarmos no que jÃ¡ foi provado que Ã© possÃ­vel em outras Ã¡reas, buscarmos compartilhar as experiÃªncias e as tecnologias contemporÃ¢neas que estÃ£o proporcionando sustentabilidade para muitas pessoas no paÃ­s.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um abraÃ§o!&lt;br /&gt;&#13;&#10;AlÃª Barreto </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48297</link>
  <title>Comentário postado por AlÃª Barreto</title>
  <dc:date>2008-7-11T10:13:23Z</dc:date>
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  <description>No meu mundo utÃ³pico todo mundo Ã© artista. HÃ¡ quem ganhe dinheiro com isso, hÃ¡ quem nÃ£o ganhe. Quem tem mais talento, amigos, contatos, sei lÃ¡ mais o quÃª, ganha dinheiro. Quem nÃ£o tem nada disso, nÃ£o ganha dinheiro. Mas continua sendo artista. E daÃ­ se nÃ£o for bem sucedido financeiramente? Tem muita coisa em jogo entre ganhar dinheiro ou nÃ£o fazendo arte. Uma delas Ã© o talento, sem dÃºvida. Mas certamente hÃ¡ outras. E, mesmo sem talento e sem dinheiro, que se diga artista quem se vÃª como tal. Tem uma frase no Interiores (do Woody Allen)  que a personagem da Diane Keaton fala sobre a personagem da Mary Beth Hurt: &quot;Coitada, ela tem alma e angÃºstia de artista, sÃ³ nÃ£o tem talento para ser fotÃ³grafa&quot;. Cruel, nÃ£o? Deve ser muito ruim ter a sensibilidade de artista e nÃ£o poder ser um. O Max peca quando associa o sucesso na arte ao talento, que, por sua vez, traz dinheiro. E a lÃ³gica, para mim, nÃ£o estÃ¡ nem no talento, nem no sucesso. EstÃ¡ em colocar para fora &quot;a alma e a angÃºstia&quot; de artista. Nem que seja fazendo algo &quot;ruim&quot;, porque daÃ­ o julgamento Ã© subjetivo. E Ewerton, gostei muito do teu texto, inclusive da ironia fina em algumas passagens. Gostei muito dos textos do seu blog tambÃ©m. Temos uma afeiÃ§Ã£o comum pelo Kundera :)    </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48308</link>
  <title>Comentário postado por Thiago Camelo</title>
  <dc:date>2008-7-11T12:02:37Z</dc:date>
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  <description>Acho muito boa a colocaÃ§Ã£o do Thiago, mas acho que o Max nÃ£o estÃ¡ de todo errado ao fazer essa associaÃ§Ã£o entre talento e sucesso. Na verdade, o pensamento do Max (grande pensador &quot;fodÃ¡stico&quot;, aliÃ¡s) nÃ£o generaliza. Ele estÃ¡, no fundo, se referindo especificamente ao talento capaz de proporcionar o sucesso. Ã como se cada um de nÃ³s tivÃ©ssemos inÃºmeros talentos, mas sÃ³ um ou outro (dos talentos) sÃ£o capazes de nos proporcionar sucesso. A grande capacidade &quot;fodÃ¡stica&quot; do Max, para mim (e tambÃ©m para o FantÃ¡stico, a Ãpoca, a CBN hehe), estÃ¡ em conseguir descobrir este talento inculto em cada ser humano. Este talento Ãºnico capaz de lhe proporcionar o sucesso. Afinal, jÃ¡ demonstrava Kafka, todos nÃ³s somos artistas, mesmo os &lt;strong&gt;artistas da fome&lt;/strong&gt;. A questÃ£o aÃ­ estÃ¡ em saber se o nosso talento Ã© ou nÃ£o ser faquir. :)</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48311</link>
  <title>Comentário postado por Viktor Chagas</title>
  <dc:date>2008-7-11T12:15:00Z</dc:date>
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  <description>Ser artista faquir com crianÃ§a para alimentar Ã© fodÃ¡stiko tambÃ©m, nÃ£o acham????&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas, o que o Max precisa de grana para sobreviver, deva ter uma desnivelada com o que outras pessoas (artistas faquires) com crianÃ§as para manter precisem. Sucesso ou nÃ£o? AlÃ©m da fome, sofrimento psÃ­quico. Arte, e cultura??? Mais amor, carinho e afeto, com barriga cheia. E liberdade, como por exemplo, a de brincr livre, jogando bola na rua em frente a casa, ou mesmo no quintal, tÃ£o difÃ­cil hoje. Casa de praia? Campo??? Onde estÃ£o as transcriÃ§Ãµes das Sesmarias????!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para quem nÃ£o entendeu meu alento, para quem compartilhou da conversa, Agradecida. sempre!&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48317</link>
  <title>Comentário postado por NatÃ¡lia Amorim</title>
  <dc:date>2008-7-11T13:44:35Z</dc:date>
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  <description>ÃH! OÃH! Habilidades que podem ser constatadas muito cedo&quot;. Boa colocaÃ§Ã£o. Quem irÃ¡ constatar??! O professor, a famÃ­lia, a escola??? Um especialista??? Curso para constatores de &quot;Habilidades especÃ­ficas cedo&quot;. ConheÃ§o mil, aos montes, aos borbotÃµes...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48318</link>
  <title>Comentário postado por NatÃ¡lia Amorim</title>
  <dc:date>2008-7-11T13:50:43Z</dc:date>
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  <description>O Kundera... nem lembro mais...deve estar em alguma prateleira mofada por mais uma enchente em algum verÃ£o da Guanabara. Grata por refrescarem minha lembranÃ§a. Fui fÃ£ do kundera. Quendera. Kim Dera. Rs, rs, rs.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/entrevista-com-max-gehringer#c48319</link>
  <title>Comentário postado por NatÃ¡lia Amorim</title>
  <dc:date>2008-7-11T13:54:30Z</dc:date>
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  <description>ParabÃ©ns pela belÃ­ssima entrevista... Esclarecedora.</description>
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  <title>Comentário postado por Bruno Resende Ramos</title>
  <dc:date>2009-3-06T01:10:46Z</dc:date>
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  <description>Obrigado, Bruno!</description>
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  <title>Comentário postado por Ewerton Martins Ribeiro</title>
  <dc:date>2009-3-06T14:09:32Z</dc:date>
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