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  <title>.: INDEPENDÃNCIA E MÃSICA! :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41176">
  <description>Muito interessante seu relato, Manuh. Legal nÃ£o ter se limitado ao resgate histÃ³rico e ter trazido a conversa pro presente.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Da discussÃ£o toda, fiquei na dÃºvida: o Ãºnico foco de produÃ§Ã£o musical realmente organizado hoje em dia estÃ¡ ligado ao rock, nÃ£o Ã©? E como estÃ£o outros ritmos e propostas musicais nessa histÃ³ria?&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41176</link>
  <title>Comentário postado por Saulo Frauches</title>
  <dc:date>2008-2-15T17:06:40Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41203">
  <description>Aloha Saulo,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Obrigada pela opiniÃ£o. Oficialmente, aqui na cidade, sÃ³ existe uma associaÃ§Ã£o organizada ligada Ã  mÃºsica: a A.R.M.C.R.. Existe tambÃ©m o Coletivo Retomada (que, devido a problemas internos, me parece, nÃ£o chega ao fim do ano de 2008). Mas o coletivo tambÃ©m enfoca, de certa forma, o rock. O fanzine UHU! (do qual sou fundadora e editora) engloba outros estilos, dando enfoque Ã  mÃºsica experimental. Mas o UHU! nÃ£o publica apenas matÃ©rias musicais&amp;#059; Ã© cultura diversa: mÃºsica, teatro, cinema, danÃ§a...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;Espero que tenha respondido a sua pergunta&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;=)</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41203</link>
  <title>Comentário postado por Manuh Morango</title>
  <dc:date>2008-2-16T09:32:24Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41333">
  <description>Manuh, tambÃ©m adorei seu histÃ³rico sobre o rock de Montes Claros. Por mais que os movimentos, associaÃ§Ãµes e fanzines ainda nÃ£o tenham conseguido mudar a situaÃ§Ã£o, acredito que este Ã© o caminho mais certo em busca de uma reviravolta. Ã a longo prazo mesmo. SÃ³ de ler um relato como esse, tÃ£o detalhado e ligado nos detalhes da mÃºsica da cidade, dÃ¡ pra perceber que hÃ¡ gente se importando em buscar novos rumos. Com o contato com o EspaÃ§o Cubo e outros bons &quot;agregadores&quot; culturais independentes, sÃ³ posso concluir que vocÃªs estÃ£o no caminho certo. AbraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41333</link>
  <title>Comentário postado por Helena AragÃ£o</title>
  <dc:date>2008-2-18T13:32:36Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41374">
  <description>Manuh, parabÃ©ns pelo seu texto. VocÃª estÃ¡ aprendendo. A reflexÃ£o sobre a sustentabilidade Ã© fundamental. NÃ£o descuidem disso. Criem maneiras de viabilizar o sustento de vocÃªs e apÃ³s isso maneiras de financiar a continuidade do sonho de vocÃªs. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Espero conhecer sua cidade. ParabÃ©ns!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41374</link>
  <title>Comentário postado por AlÃª Barreto</title>
  <dc:date>2008-2-19T01:08:50Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41387">
  <description>Obrigada Helena e AlÃª.. Ã bom saber, atravÃ©s da opiniÃ£o de pessoas mais experientes no assunto, que, apesar das inÃºmeras dificuldades, vale Ã  pena continuar correndo atrÃ¡s do fomento musical aqui no sertÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Espero que possam conhecer nossa cidade e nossas bandas!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;=)</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41387</link>
  <title>Comentário postado por Manuh Morango</title>
  <dc:date>2008-2-19T09:31:14Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41689">
  <description>REALMENTE MUITO BACANA...PARABÃNS PELA INICIATIVA MANUH(posso te chamar assim?) E MUITO OBRIGADO PELO APOIO...ALÃM DE DIZER A VERDADE ESSE HISTÃRICO SERVIU MUITO PRA MIM, APRENDI SOBRE AS RAÃZES DA MÃSICA EM MONTES CLAROS. ATITUDES COMO ESSA JUNTAMENTE COM NOSSA SATISFAÃÃO PESSOAL FORMAM O COMBUSTÃVEL PRA QUE AGENTE NÃO PARE DE CORRER ATRÃS E CONTINUE TENTANDO DIVERSIFICAR A CULTURA OU AO MENOS CRIAR ESPAÃO PARA DESENVOLVERMOS A NOSSA!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c41689</link>
  <title>Comentário postado por Chico Santos</title>
  <dc:date>2008-2-26T11:30:13Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c44522">
  <description>&lt;b&gt; De Manu para Manu&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Minha cara Manu, meu nome Ã© Manoel Alves, tenho 39 anos, sou professor de inglÃªs formado pela Unimontes e nas (poucas) horas vagas, sou baixista da banda COVER Sabbothage. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Quero comeÃ§ar meu comentÃ¡rio elogiando sua narrativa. Um texto muito bem escrito e historicamente coeso. Acredito que poucas pessoas definiram a cultura alternativa (ou underground, ou indie, como vocÃªs queiram rotular) de Montes Claros tÃ£o bem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas o seu texto tambÃ©m me alertou muito. Nunca imaginei que o som que nÃ³s fazemos com tanta dedicaÃ§Ã£o, hÃ¡ mais de sete anos era alienador. Nunca imaginei que tocar as mÃºsicas que tanto gostamos (temos o direito de gostar delas, nÃ©?) estÃ£o contribuindo pra destruir a cena alternativa de Montes Claros. Pra te falar a verdade, quando fazemos releituras de mÃºsicas, estudamos os arranjos e as harmonias, quando quebramos a cabeÃ§a pra entender porque tal banda usou determinada escala em detrimento a outra, exatamente naquele trecho da mÃºsica, nunca imaginei que estÃ¡vamos optando pelo caminho mais fÃ¡cil... Sem falar que pesquisamos a histÃ³ria da banda, sua formaÃ§Ã£o, suas influÃªncias, o contexto histÃ³rico quando a mÃºsica foi composta. E tudo isso Ã© escolher o fÃ¡cil...&lt;br /&gt;&#13;&#10;AliÃ¡s, na semana passada, centenas de pessoas foram alienadas pela Orquestra SinfÃ´nica de Minas Gerais, (inclusive eu) em plena PraÃ§a de Esportes quando a referida orquestra nÃ£o tocou mÃºsicas prÃ³prias, optando pelas mÃºsicas âmais fÃ¡ceisâ como Strauss e Liszt.&lt;br /&gt;&#13;&#10;E ainda tenho que lembrar de um cara que eu respeito muito, e Ã© meu amigo, o Ageu Marques da banda COVER dos Beatles &lt;i&gt; Hocus Pocus&lt;/i&gt;, que pra nosso orgulho, jÃ¡ foi considerada a melhor banda cover dos meninos de Liverpool do mundo...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os meninos da Star PromoÃ§Ãµes, a galera da GÃªmeos ProduÃ§Ãµes sÃ£o profissionais, e independente do tipo de evento que fazem, respeitam muito o pÃºblico e as bandas com as quais eles trabalham.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fiquei muito triste ao ver que um texto tÃ£o bem elaborado se mostra preconceituoso quando chama o pÃºblico que nÃ³s tanto respeitamos de tolo. Fiquei triste tambÃ©m com o fato de nÃ£o termos o direito de tocar o que queremos e do jeito que bem entendemos. SerÃ¡ que para salvar a cidade teremos que compor? SerÃ¡ que teremos que abrir mÃ£o de nosso direito de &quot;fazer o que der na telha&quot; para que o pÃºblico se torne mais inteligente?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vou te falar com toda sinceridade: O pÃºblico vai a todos os eventos procurando diversÃ£o, satisfaÃ§Ã£o, e principalmente qualidade. Sabe, nÃ³s conhecemos toda a galera que faz trabalho autoral, como o Chikin (meu chegado, abraÃ§o!) da Umeazero, CÃ©sar NegÃ£o, o Thiago da Calm Scream, AÃ­rton e Clayton da VÃ´mer, respeitamos muito o trabalho deles e damos a maior forÃ§a. E quer saber? Eles nos respeitam muito tambÃ©m, pois todos nÃ³s sabemos a dor e a delÃ­cia de tocar rock (cover ou &quot;indie&quot;) e duvido que eles concordem que a galera que vai aos shows Ã© alienada. AliÃ¡s, provavelmente vocÃª, Manu, nem foi ao Ãºltimo show na garagem que estava cheio de pessoas para ouvir bandas de trabalho autoral tocar Led Zeppelin. SÃ³ a gente era banda 100% cover no show, e mesmo com todos os problemas que acontecem em todos os shows, todo mundo se divertiu e gostou do evento. Acho muito bom defender o trabalho autoral, a &quot;des&quot;alienaÃ§Ã£o do pÃºblico, mas acho que antes de mais nada, o respeito Ã s bandas, e ao pÃºblico Ã© fundamental.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Existe pÃºblico para o AxÃ©, para o Sertanejo, para o Hip-hop e por quÃª o publico do rock tem que se dividir? Antigamente, (vocÃª era muito jovem e nÃ£o era jornalista na Ã©poca) as prÃ³prias bandas que vocÃª citou eram super unidas, compartilhavam equipamentos, shows, se uniam pra trabalhar, sem preconceito se fulano era cover ou nÃ£o. Tenho certeza que o pessoal da associaÃ§Ã£o entende bem o que eu estou dizendo e que nÃ£o concordam com algumas coisas que vocÃª citou no seu texto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ³s somos cover porque escolhemos ser cover (deve ser porque Ã© fÃ¡cil tocar Deep Purple, nÃ©, Manu?) e por enquanto, nÃ£o deixaremos de ser. E o pessoal vai aos nossos shows, justamente porque em primeiro lugar, respeitamos todos, tocamos com muito profissionalismo e coraÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas por favor, nÃ£o pense que esse texto Ã© uma negaÃ§Ã£o ao trabalho da associaÃ§Ã£o. Pelo contrÃ¡rio, estamos sempre apoiando os eventos que eles produzem, trocando idÃ©ias, dando apoio para que a associaÃ§Ã£o cresÃ§a cada vez mais e mostre Ã  todos que a cultura &lt;i&gt;underground&lt;/i&gt; Ã© sÃ©ria, responsÃ¡vel e profissional, alÃ©m de rica em diversidade de gÃªneros e manifestaÃ§Ãµes. E por isso mesmo, nunca vamos deixar de tocar o que queremos tocar. Liberdade Ã© a primeira bandeira do rock. Ou por sermos COVER o som que tocamos deixa de ser rock?&lt;br /&gt;&#13;&#10;De qualquer forma, espero que publiquem esse texto, pois sei que a associaÃ§Ã£o Ã© democrÃ¡tica e respeita a opiniÃ£o de todos, e que quem dÃ¡ sua opiniÃ£o sobre um assunto, deve estar pronto pra ouvir a opiniÃ£o dos outros tambÃ©m.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c44522</link>
  <title>Comentário postado por Manoel Alves</title>
  <dc:date>2008-4-20T12:36:41Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c44523">
  <description>NÃ£o se ofenda com meu comentÃ¡rio. Espero que entenda que eu estou apenas defendendo meu direito de livre pensar, e gostaria que vocÃª analisasse bem o que eu acabei de escrever.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Beijos e novamente parabÃ©ns pelo texto. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;b&gt; Manoel Alves&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c44523</link>
  <title>Comentário postado por Manoel Alves</title>
  <dc:date>2008-4-20T12:37:19Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c45317">
  <description>Ã claro que eu nÃ£o me ofenderia com o seu comentÃ¡rio, caro Manoel. E sinto imensa gratidÃ£o pelo tempo gasto na leitura e eventuais crÃ­ticas feitas ao meu texto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tenho algumas explicaÃ§Ãµes a dar... (como jornalistas, nos esquecemos como as palavras podem ser entendidas de diferentes formas). Primeiro, eu nÃ£o pretendi, de forma alguma, enaltecer a mÃºsica &quot;indie&quot; em detrimento da arte &quot;cover&quot;. Em certo momento, no texto, atÃ© cito uma Ã©poca em que o cover estava &apos;em alta&apos; em Montes Claros:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;(...) E quando tudo parecia perdido para o cenÃ¡rio indie (que na Ã©poca era conhecido apenas como independente), surgem, em 1995, as bandas grunge. Foi uma Ã©poca marcada por Ã³timas bandas cover, e poucas com trabalhos autorais. (...)&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nem sempre o &quot;indie&quot; nÃ£o pode ser considerado &quot;cover&quot;, se Ã© que vocÃª me entende. Indie nÃ£o Ã© sÃ³ &quot;independÃªncia musical&quot;, Ã© mais um estilo, quase uma ideologia arraigada Ã  arte (se Ã© que vocÃª me entende).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Posso ter generalizado (errar Ã© humano?), mas quando eu disse que o cover aliena, eu supunha ter deixado claro que: primeiro, a mÃ­dia impÃµe artistas, mÃºsicas, bandas (em sua maioria de qualidade discutÃ­vel) que, como se nÃ£o bastasse escutarmos o dia inteiro atravÃ©s dos mass mÃ©dia, ainda somos obrigados a ver as bandas da regiÃ£o &quot;copiando&quot;. Veja bem, essa parte Ã© importante: &quot;copiando&quot;. E &quot;copiando&quot; o que Ã© ruim.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ ouvi cover dos beatles, led, ramones, pink e iron... Todos maravilhosos! Se digo que o cover aliena, Ã© porque nÃ£o considero (e admito que prezo o jornalismo opinativo mais que qualquer outro) esse tipo de produÃ§Ã£o um &quot;simples cover&quot;, como eu mesma jÃ¡ havia citado no texto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Se nÃ£o me expressei da melhor maneira possÃ­vel, me desculpem! Me desculpem as bandas que fazem um trabalho &quot;cover&quot; bacana, de qualidade. Acho, entretanto, que eu nÃ£o argumentei tÃ£o mal assim, a ponto de distorcerem completamente as minhas crÃ­ticas. Mesmo porque, o fato da banda Seu Stylinga ter sido a primeira capa da nossa revista (UHU! fanzine), antes mesmo que comeÃ§arem a tocar as autorais, deve significar alguma coisa (nÃ£o Ã© mesmo, Manoel?).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E por Ãºltimo... NÃ£o! NÃ£o acredito que tocar Deep Purple seja fÃ¡cil. Como nÃ£o acredito que ser DJ Ã© fÃ¡cil, que compor Ã© fÃ¡cil, que fazer arte Ã© fÃ¡cil! Releituras sÃ£o Ã¡rduas, vocÃª acredita que aquilo Ã© bom, vai atrÃ¡s, mostra que sabe entender o que o cara quis passar pro pÃºblico naquela Ã©poca, naquela melodia... Eu acredito no &quot;cover artÃ­stico&quot;, nÃ£o acredito no &quot;cara-de-pau&quot;. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c45317</link>
  <title>Comentário postado por Manuh Morango</title>
  <dc:date>2008-5-06T09:40:26Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c45336">
  <description>&lt;strong&gt;Manuh querida, acho que a situaÃ§Ã£o que vc. relata, diga-se, muito bem fundamentada, Ã© extensiva a todo o Brasil. Eu que faÃ§o parte do Outro Brasil, que nÃ£o circula no eixo-Globeleza-Rio-Sampa, pelas minhas andanÃ§as sÃ³ vi chororÃ´. NÃ£o sÃ³ dos roqueiros, mas os da MPB, instrumental e do cover artÃ­stico tambÃ©m. Por que nÃ£o? Meu filho tem uma banda de nome JUCKBOX e eu vejo como a turma ensaia. TambÃ©m tenho um pÃ© na mÃºsica popular, faÃ§o letras e mÃºsica, jÃ¡ tive um quarteto vocal nos idos de 70.O que eu realmente acho, jÃ¡ passado na &apos;casca do alho&apos;, Ã© que temos que saber dialogar com essa nossa sociedade capitalista neo-liberal com o mesmo liquidificador com  que eles nos espremem. AÃ­ sim, poderemos servir o suco da tribo.AÃ­ em Minas, ao que eu saiba, existem muitas fundaÃ§Ãµes particulares que investem em arte. Sei de duas: Camargo CorÃªa e a Andrade Gutierrez. Tenho oferecido no Conselho de Cultura, oficinas de empreendedorismo e confecÃ§Ã£o de projetos. Mas, infelizmente a moÃ§ada que mais lamenta nÃ£o estÃ¡ nem aÃ­...nem seu Souza... Ã isso. Mas seu relato espicaÃ§a para que debatamos o assunto. Fui.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um cheiro da floresta&lt;/strong&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c45336</link>
  <title>Comentário postado por ANIBAL BEÃA</title>
  <dc:date>2008-5-06T13:46:53Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c45508">
  <description>Oi, minha cara Manuh.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fiquei muito feliz com sua resposta.&lt;br /&gt;&#13;&#10;TÃ¡ vendo como aquela velha mÃ¡xima do &quot;conversando Ã© que se entende&quot; realmente funciona? &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Antes de mais nada, acho necessÃ¡rio te contextualizar: Vi seu texto pela primeira vez no blog da A.R.M.C.R. e postei lÃ¡ um comentÃ¡rio. Como nÃ£o tive sequer uma resposta deles e o encontrei aqui no Overmundo, postei de novo o mesmo comentÃ¡rio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Seu texto foi pra gente (pra banda) um gatilho que desencadeou a percepÃ§Ã£o de algo que nÃ³s - por acreditarmos no associativismo e na uniÃ£o das minorias pra ganhar forÃ§a - teimÃ¡vamos em nÃ£o enxergar. Tudo ficou muito claro pra nÃ³s agora. A oportunidade de criar esse debate foi construtivo para a banda e com certeza para vocÃª como profissional das palavras.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu me lembro que conversamos hÃ¡ algum tempo no Festival da Santo Agostinho e senti bons fluidos em vocÃª (e nÃ£o costumo errar nessas sensaÃ§Ãµes) e tanto seu texto inicial como sua resposta me mostraram isso. Eu tambÃ©m me amarro no jornalismo opinativo, inclusive minhas publicaÃ§Ãµes preferidas seguem essa linha, como a revista Trip, que em minha opiniÃ£o Ã© a melhor do paÃ­s.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acreditamos muito no nosso âtrabalhoâ, e fazemos tudo com muito amor e dedicaÃ§Ã£o. Usei as aspas por que nunca tivemos pretensÃµes de ser mÃºsicos profissionais, embora nossa tecladista seja musicista e lecione no ConservatÃ³rio Lorenzo Fernandez e seja no fim das contas, uma profissional da mÃºsica. Todos nÃ³s temos nossas profissÃµes e a banda Ã© pra gente uma diversÃ£o, uma fonte de prazer. A sensaÃ§Ã£o de ver o pÃºblico agitando nÃ£o tem como descrever em palavras. Isso sem falar no orgulho de saber que muita gente conheceu trabalhos legais de bandas importantes do mundo do rock em nossos shows, pois nunca nos prendemos a tocar sÃ³ as mÃºsicas &quot;conhecidas&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Penso que para uma cena underground crescer Ã© preciso existir respeito mÃºtuo, cooperaÃ§Ã£o e nunca distinÃ§Ã£o entre suas manifestaÃ§Ãµes. E o que vejo aqui na nossa cidade Ã© exatamente o contrÃ¡rio. Mas nÃ£o vai ser por isso que vamos deixar de lutar pelo que acreditamos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª a cada dia (e a cada texto) estÃ¡ se tornando uma profissional mais completa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;ParabÃ©ns minha cara, e um grande abraÃ§o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Manoel Alves&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/independencia-e-musica#c45508</link>
  <title>Comentário postado por Manoel Alves</title>
  <dc:date>2008-5-10T11:20:12Z</dc:date>
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 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
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  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
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