<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="style.xsl"?>
<!-- Generated by: http://www.phpclasses.org/rsswriter $Revision: 1.7 $ -->
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
 <channel rdf:about="http://www.overmundo.com.br/rss/rss_noticia.php?titulo=indios-adeus">
  <title>.: Ãndios adeus! :.</title>
  <link>http://www.overmundo.com.br/overblog/indios-adeus</link>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
  <dc:date>2026-4-30T07:34:16Z</dc:date>
  <image rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/images/overmundo_06.gif"/>
  <items>
   <rdf:Seq>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28609"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28617"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28634"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28905"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28947"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28959"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28983"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28985"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c68022"/>
   </rdf:Seq>
  </items>
  <textinput rdf:resource="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php"/>
 </channel>
 <image rdf:about="http://www.overmundo.com.br/images/overmundo_06.gif">
  <url>http://www.overmundo.com.br/images/overmundo_06.gif</url>
  <link>http://www.overmundo.com.br/</link>
  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
 </image>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28609">
  <description>    Rodrigo, seu texto me tocou profundamente. Fiquei &quot;sem noÃ§Ã£o total&quot; assim como vocÃª. Ainda tinha comigo que os indÃ­genas nÃ£o estavam afim de misturar com brancos. Eles nÃ£o estÃ£o preparados para tanta informaÃ§Ã£o e consumismo, por isso deu no que deu. JÃ¡ estÃ£o precisando de terapeutas, psicÃ³logos, enfim, se nÃ£o se tratarem vÃ£o virar TODOS pseudo-branco. JÃ¡ nem respeitam os mais velhos, os conselheiros da tribo. JÃ¡ estÃ£o aprendendo a viver sem limites. SerÃ¡ que seus nomes jÃ¡ estÃ£o sujo no SPC? E pensar que os seus anscestrais viviam com os limites que a natureza os ensinou. Socorro!!!!! Sai pensamento ruim que tomou conta de mim agora. Que pena!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28609</link>
  <title>Comentário postado por anamineira</title>
  <dc:date>2007-8-14T22:05:55Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28617">
  <description>Oi Ana que bom que o texto a fez refletir! Lembro que no caso dos terena eles elaboram e querem a aproximaÃ§Ã£o com o branco numa boa, mas nÃ£o assim com TODOS os Ã­ndios, como ressaltou a Professora Dulce. Depende de muitos fatores certo! Acho que nem brancos e nem Ã­ndios estÃ£o preparados para esta aproximaÃ§Ã£o. Mas nÃ³s estamos em bem maior vantagem que eles! abs</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28617</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2007-8-15T02:01:05Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28634">
  <description>   Hoje revendo meu comentÃ¡rio atÃ© assustei. Olha onde meu pensamento chegou: SPC. Peguei pesado. Fora as perdas que eles tiveram ao longo desses anos, agora a luta Ã© muito maior. O indÃ­gena precisa acordar senÃ£o vai virar mesmo um pseudo-branco. De quem Ã© a culpa?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28634</link>
  <title>Comentário postado por anamineira</title>
  <dc:date>2007-8-15T09:27:29Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28905">
  <description>OlÃ¡, Rodrigo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Meus parabÃ©ns pelo excelente trabalho, que eu nÃ£o sei se chamo de um ensaio ou de um artigo. Estou mais para a primeira opÃ§Ã£o, mas, isto sÃ£o apenas rÃ³tulos, deixa prÃ¡ lÃ¡... O importante Ã© que ele fique. Fique nos anais do Overmundo para leituras futuras, consultas e mesmo utilizaÃ§Ã£o no ambiente educacional.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Trabalho de fÃ´lego, bem-feito, deve ter te custado nÃ£o poucas horas... Meus parabÃ©ns e meu votinho colocado aos seus pÃ©s, com os mais efusivos cumprimentos de admiraÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Baduh</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28905</link>
  <title>Comentário postado por baduh</title>
  <dc:date>2007-8-17T13:25:07Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28947">
  <description>Obrigada Baduh! E legal Ana que vc reviu as suas palavras. Superbj! &lt;br /&gt;&#13;&#10;xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Agora colo aqui o email que recebe do Marcelo, que eu entrevistei para esta matÃ©ria! Pedi para ele a professora Dulce participar do debate aqui. Estou aguardando! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;DE MArcelo Eduardo &lt;br /&gt;&#13;&#10;Para Rodrigo Teixeira &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;OlÃ¡, Rodrigo! Legal a forma como estruturou a matÃ©ria... acaba com aquelas chatÃ­ces formatadas e tem muito dos sentimentos do repÃ³ter... isso Ã© legal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Seguinte: NÃ£o entendi o tÃ­tulo &quot;Ãndios adeus!&quot;. Vc quis falar q o Ã­ndio estÃ¡ integrado Ã  outras culturas? Que ele perdeu sua cultura?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os terena sÃ£o a segunda maior populaÃ§Ã£o indÃ­gena do MS. Segundo a Funai, os terena somam 19.851 pessoas, os guarani somam 10.496, os que se autoentitulam guarani e kaiowÃ¡ sÃ£o 564, os kaiowÃ¡ sÃ£o 30.018. Somando-os (eles vivem em aldeias comuns - na verdade sÃ£o de etnias guarani nhandeva e guarani kaiowÃ¡) chegam a 41.078. Portanto, os terena sÃ£o a segunda maior populaÃ§Ã£o indÃ­gena em MS, nÃ£o a primeira como estÃ¡ na matÃ©ria. http://sis.funasa.gov.br/portal/detalhe_dsei.asp?strcddsei=20&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Outra coisa... ââAldeia nÃ£o Ã© coisa do outro mundo. Ã como se fosse um bairro pobre de Campo Grandeââ &lt;br /&gt;&#13;&#10;poxa, meu colega... Essa frase fora de contexto nÃ£o diz nada! Pode soar preconceituosa! Como assim, âbairro pobre de Campo grandeâ? Em que sentido? Realmente disse isso sim, mas, da forma como vc estruturou seu texto, pode dar uma outra conotaÃ§Ã£o Ã  frase. Pode parecer que afirmo que nÃ£o hÃ¡ mais aldeias, ou que cultura alguma existe lÃ¡ que diferencie terena de nÃ³s.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tentei dizer (se me recordo, quando vc perguntou sobre âaculturaÃ§Ã£oâ â palavra sua! â sobre como eles viviam lÃ¡!) a respeito da estrutura local (casas de alvenaria â embora nÃ£o dÃª pra generalizar, porque partes da casa ou mesmo casas inteiras sÃ£o de paredes de bambu) tipo de local, casas prÃ³ximas... energia elÃ©trica... etc...&amp;#059; coisas que muita gente pensa que nÃ£o existe em aldeias. Ã essa visÃ£o de aldeia com Ã­ndios nus e tal e coisa que eu quis mostrar que jÃ¡ estÃ¡ de certa forma ultrapassada (lembro que sÃ³ posso afirmar sobre a Ã¡rea indÃ­gena Buriti â embora jÃ¡ tenha ido a outras, posso falar somente sobre a Ã¡rea Buriti â mesmo assim, a cada dia descubro novas coisas que me trazem novos conhecimentos sobre o local), mas, eles nÃ£o deixam de se vestir com trajes tÃ­picos, de cantar suas mÃºsicas (quando eles querem, claro)&amp;#059; ou seja, nÃ£o deixam de ser terena por estarem prÃ³ximos da cultura do ânÃ£o-Ã­ndioâ.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Qualquer hora, liga pra gente... pra ir nas aldeias. Seria legal se vc conseguisse visitÃ¡-las um dia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais uma outra coisinha.... Embora vc nÃ£o tenha errado... afinal... todos somos sempre estudantes - sempre aprendemos algo novo a cada momento - realmente entrei no projeto enquanto acadÃªmico (em maio de 2005 - quando estava no Ãºltimo ano na UFMS), mas jÃ¡ sou jornalista profissional.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aqueles links sobre as entrevistas comigo e a professora Dulce.... nÃ£o vÃ£o pra local algum... se der pra mandar os links diretos das pÃ¡ginas a gente agradece.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estamos aguardando as fotos! Um abraÃ§o... atÃ© mais Rodrigo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;xxxxxxxxxx </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28947</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2007-8-17T20:01:21Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28959">
  <description>Rodrigo, entendo perfeitamente sua surpresa nesse primeiro contato com os indÃ­genas na cidade. HÃ¡ quase um ano, tive a oportunidade de visitar uma aldeia, no Oiapoque. Estava lÃ¡ a passeio e descobri, por acaso, que aconteceria naqueles dias a AssemblÃ©ia dos Povos IndÃ­genas do Oiapoque, que sÃ³ rola de dois em dois anos. Consegui ir com o pessoal da Funai e viajei seis horas numa voadeira pequena, super lotada e pesada (inclusive com combustÃ­vel) para chegar Ã  aldeia KumenÃª, sede do encontro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Nada do que vi se parecia com minha idÃ©ia de uma aldeia. Havia mais telefones pÃºblicos/orelhÃµes (como chamamos no Rio) lÃ¡ do que Ã  primeira vista na cidade de Oiapoque. Eles tambÃ©m tÃªm um telecentro, com acesso Ã  internet (embora aparentemente fosse pouco usado). Quanto Ã  religiÃ£o, oficialmente a aldeia Ã© evangÃ©lica e, por isso, nÃ£o tivemos a danÃ§a do TurÃ©, tradicional na regiÃ£o, porque era contra a religiÃ£o da maioria na aldeia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Havia um conflito enorme em relaÃ§Ã£o ao asfaltamento de uma rodovia, ligando a capital ao Oiapoque, porque corta terras indÃ­genas e um acordo firmado com o governo nÃ£o estava sendo cumprido pelas autoridades. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Havia um conflito entre os que eram a favor da abertura de um atalho atÃ© a aldeia - o que facilitaria o acesso (cerca de meia hora de automÃ³vel) - e os que eramcontra, principalmente por temerem esse acesso fÃ¡cil. Lembro que na cidade, um jornal publicou um texto, assinado por um tal Caveirinha, denunciando as mÃ¡fias na cidade, incluindo uma suposta mÃ¡fia dos Ã­ndios - acusando-os de quererem sempre mais dinheiro, tevÃªs, carros, voadeiras, quando jÃ¡ seriam beneficiados com terras e muitos bens materiais. Ajudei o pessoal da AssemblÃ©ia a redigir uma carta em protesto ao artigo (aquilo nem era artigo de tÃ£o ridÃ­culo!) e exigir a publicaÃ§Ã£o na ediÃ§Ã£o seguinte do tal jornal, como direito de resposta.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Apesar de todos os aparentes luxos (por assim dizer) na aldeia, algo que me chamou muito a atenÃ§Ã£o tambÃ©m foi que havia uma epidemia de malÃ¡ria lÃ¡, e uns 140 Ã­ndios tinham sido contaminados nos Ãºltimos dois meses.&lt;br /&gt;&#13;&#10;No perÃ­odo em que fiquei na AmazÃ´nia, pesquisei um pouco sobre os Ã­ndios e algo que me chamou a atenÃ§Ã£o Ã© a questÃ£o do crescente alcoolismo entre eles. Vi atÃ© em manchetes de jornais que polÃ­ticos tinham sido presos contrabandeando bebidas alcoÃ³licas para as aldeias. E eram reincidentes! AtÃ© por esse problema de alcoolismo, descobri que em aldeias menores, principalmente, que concentram pessoas de uma mesma famÃ­lia, jÃ¡ tÃªm mulheres como caciques. cheguei a conversar com uma no AmapÃ¡, que destituiu o marido do cargo (?) exatamente porque ele se meteu numa briga por estar alcoolizado e perdeu a moral na aldeia. como vice-cacique ela o condenou a serviÃ§os na mata e o substituiu como cacique.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bom, jÃ¡ contei muitas histÃ³rias. Desculpe se me prolonguei demais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o e tomara que vc prossiga nas suas pesquisas por aÃ­. E possa compartilhar mais e mais informaÃ§Ãµes com a gente.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28959</link>
  <title>Comentário postado por TetÃª Oliveira</title>
  <dc:date>2007-8-17T23:33:33Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28983">
  <description>Rodrigo, um alerta: cuidado com a histÃ³ria das &quot;polÃ­ticas pÃºblicas para Ã­ndios&quot; em MS. FreqÃ¼entemente, nÃ£o passam de uma boa desculpa para evitar a demarcaÃ§Ã£o das terras tradicionais no estado, hoje ocupadas pelos empresÃ¡rios do agronegÃ³cio e muito valorizadas. Nada mais conveniente que transformar os Ã­ndios em lÃºmpen desterrado nas periferias de Campo Grande e Dourados... E dÃ¡-lhe educaÃ§Ã£o, saÃºde, cesta bÃ¡sica... Desde que nÃ£o peÃ§am mais terra... Vide o lamentÃ¡vel debate sobre a desnutriÃ§Ã£o das crianÃ§as guarani-kaiowa. Para quem se interessar, um artigo meu publicado na Carta Maior e na RepÃ³rter Brasil, ano passado: http://reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=559</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28983</link>
  <title>Comentário postado por spensy</title>
  <dc:date>2007-8-18T12:03:52Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28985">
  <description>Quando morei no Ms, em plena mortandade dos Ã­ndios dos &quot;guetos&quot; criados pelo governo Estadual, sim, porque eles tiveram suas terras desapropriadas e foram &quot;colocados&quot; numa Ã¡rea semi-Ã¡rida, sem Ã¡gua, sem condiÃ§Ãµes de plantio...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os indiozinhos morrendo de inaniÃ§Ã£o e o Governo achando que a responsabilidade era da Funai...Estava mais preocupado em se auto-promover! Com grandes &quot;Eventos&quot;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;AÃ­ saiu na primeira pÃ¡gina da Folha de SÃ£o Paulo, comeÃ§ou aquele jogo de empurra para apurarem as responsabilidades...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Agora estÃ£o comovidos com os indiozinhos, muitos jÃ¡ mortos, muitos morrendo...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estudava na Ã©poca SaÃºde da FamÃ­lia e uma colega enfermeira trabalhava num desses &quot;assentamentos&quot;....SÃ³ que os recursos nÃ£o chegavam, serviam farinha de mandioca para as crianÃ§as...A &quot;verba&quot; estava indo para outro lugar...</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c28985</link>
  <title>Comentário postado por crispinga</title>
  <dc:date>2007-8-18T12:32:07Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c68022">
  <description>Este PAÃS chamado Brasil Ã© interessante por isso, diferenÃ§a em vÃ¡rios aspectos. Sou casado com uma Ã­ndia Terena do LimÃ£o Verde, prÃ³ximo de Aquidauna/MS. Sou cuiabano, genÃ©ticamente um belo &quot;revirado&quot;, lado paterno negro e Ã­ndio, lado materno branco e Ã­ndio. Assim eram essas cidades fronteiriÃ§as e interiorana.  De ocupaÃ§Ã£o fundada na prea de Ã­ndios para escravisar nos engenhos e mineraÃ§Ã£o e das Ã­ndias pras lidas domÃ©sticas e para as &quot;redes do prazer&quot;. Acredito que metade do Brasil foi assim, nÃ£o sei na regiÃ£o Sul, Parana, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mas Ã­ndia sempre foi mecanismo de prazer, assim como as negras escravas se entregavam aos &quot;sinhosinho&quot; para livrar seus amados ou parentes do tronco e do aÃ§oite. Veja, insto Ã© Brasil, imagine lÃ¡ pro Norte deste continente. Parece que essas aÃ§Ãµes dantescas foi atenuada na AmÃ©rica do Sul e Central espanholada, pois suas populaÃ§Ãµes Ã© de predominÃ¢ncia de caracterÃ­sticas indÃ­genas, tambÃ©m nÃ£o posso afirmar se foram fecundadas por estupros das natinas, negociatas contra o uso dos troncos-das-chibatas, ou mesmo da falta das mulheres caucasÃ³ides, dos primeiros tempos desta AmÃ©rica abaixo do Equador. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/indios-adeus#c68022</link>
  <title>Comentário postado por MERIREU</title>
  <dc:date>2013-3-02T11:13:27Z</dc:date>
 </item>
 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
  <link>http://www.overmundo.com.br/home/busca.php</link>
  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
 </textinput>
</rdf:RDF>