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  <title>.: Ivan Lins em 3 atos :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>Que reclamÃ£o vc hein! hehehe&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu sempre tendo a achar que essa questÃ£o do comeÃ§ar antes ou nÃ£o, de educar o povo ou nÃ£o (afinal, serÃ¡ mesmo que esse seria o papel do produtor?) Ã© complicada. Ã uma ressalva que sempre faÃ§o a mim mesmo, justamente porque costumo com freqÃ¼Ãªncia utilizar de artifÃ­cios que reclamo Ã  beÃ§a para benefÃ­cio prÃ³prio. Exemplos sÃ£o muitos - pedir um &quot;quebra-galho&quot; pro vaga-certa nÃ£o cobrar a vaga, jÃ¡ que &quot;vou ali rapidinho&quot;&amp;#059; o trocado que vocÃª dÃ¡ pra alguÃ©m que te fez AQUELE favor&amp;#059; o guardar lugar no cinema&amp;#059; enfim, sÃ£o pequenas atitudes que fazem parte de uma certa construÃ§Ã£o de brasileiro complicada e difÃ­cil de subverter. A nossa diposiÃ§Ã£o de &quot;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Jeitinho&quot;&gt;homem cordial&lt;/a&gt;&quot;, termo pejorativo para muitos, nÃ£o para mim, que vejo com um quÃª de emocionante sinceridade essa informalidade brasileira) faz com que nÃ³s - mesmo honestos na tentativa de reclamar - acabemos utilizando dos mesmos artifÃ­cios aos quais sempre tacamos pedra. Seria um preÃ§o difÃ­cil a pagar (embora eu esteja realmente disposto a tentar mudar) se tudo isso, que naturalmente nÃ£o se resume apenas a atrasos de espetÃ¡culos, fosse cumprido Ã  regra. As coisas nÃ£o me parecem simples, preto no branco, Ã© cultural e tudo o que Ã© cultural requer um enorme esforÃ§o de ceder para entender... e mudar. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5211</link>
  <title>Comentário postado por Thiago Camelo</title>
  <dc:date>2006-9-29T15:31:46Z</dc:date>
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  <description>Meu amigo Thiago! Discordo. Isso vem sendo tÃ£o comum entre nÃ³s, hahaha! Com a licenÃ§a da grosseria, mas homem cordial Ã© o car#$&amp;%!!!!!!!!!!!!!! Sou completamente contra esse conceito quando ele Ã© tomado como arma de resignaÃ§Ã£o. A resignaÃ§Ã£o desse homem cordial Ã© insuportÃ¡vel! O homem cordial Ã© que nem o bonzinho, soh se fode. O homem cordial vai reeleger o Lula no primeiro turno. TambÃ©m nÃ£o acredito nos que usam a idÃ©ia da miscigenaÃ§Ã£o como justificativa. Isso Ã© uma falÃ¡cia. A gente vive as consequÃªncias eternas da sociedade patriarcal portuguesa, hierarquizada, do favor, daqueles que deixaram de ser escravo por favor e nao por consquista. Ã© a sociedade da divida da gratidao, da nao colocaÃ§ao. Ã© a sociedadeque se nao se reconhece individualmente, o que eh uma grande contradicao. Uma sociedade Ã© o grupo de indivÃ­duos e o meio termo de suas particularidades. Pelo menos eu acho. E acho esse papo chatissimo, meio anos-70, meio quase-comunista, meio-luta operÃ¡ria. Nao gosto mesmo. Me pego chato falando isso tudo. NÃ£o quero que o texto seja visto como mais uma reclamaÃ§ao, ainda que nao tenha nenhum controle sobre a leitura que cada um faz dele. Acho que ele vai de acordo com o lance que o Eduardo Valente falou na sua entrevista, de sair pra se divertir, mas continuar sendo critico em relaÃ§Ã£o a realidade e ao que se ve. Seja uma obra de arte, seja a realidade que a cerca. Pensar Ã© bonzÃ£o. DÃ¡ onda. Foi sÃ³ por isso que eu dividi o texto em trÃªs atos, que na verdade compÃµe uma &apos;peÃ§a&apos; sÃ³.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O lado bom da coisa foi que vc foi o primeiro a me chamar de reclamao... Acho que atras de vc vao vir vÃ¡rios... Senti falta do seu comentÃ¡rio sobre a Lucinha Lins. Ela nÃ£o era demais?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5213</link>
  <title>Comentário postado por Bruno Maia (sobremusica.com.br)</title>
  <dc:date>2006-9-29T15:56:18Z</dc:date>
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  <description>ComeÃ§ando pelo fim, infelizmente, atualmente sÃ³ tenho a visÃ£o da Lucinha Lins como uma mulher madura e bonita e nÃ£o me lembro de tÃª-la como um sÃ­mbolo de beleza da infÃ¢ncia como vc sugere no texto : )&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas sÃ©rio, repito aqui, nÃ£o concordo tambÃ©m com a postura do homem cordial... - cara, odeio escrever sobre coisas que na verdade penso nÃ£o ser nem um pouco preparado para falar, uma vez que li &lt;a href=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/2002/07/03/001.htm&quot;&gt;o livro&lt;/a&gt; hÃ¡ anos e ainda em tempo de faculdade. Tudo o que vc falou aqui, o SÃ©rgio Buarque conta no livro e eu concordo. SÃ³ que, ao mesmo tempo, tenho um certo encanto em relaÃ§Ã£o Ã  atitude &quot;informal&quot; e &quot;acalorada&quot; brasileira (por mais que o RIo tem mais fama de ser assim do que, de fato, Ã©). E acho que muito do atraso, do mau-trato e de tudo o que vocÃª combate no texto Ã© fruto tambÃ©m do que nÃ³s somos, do que o produtor Ã©, do que a velhinha na fila Ã©... E, me parece (me parece!), que, Ã s vezes, pelo calor do momento e da indignaÃ§Ã£o, algumas visÃµes podem soar unilaterais, um tanto sem pensar no produtor, um tanto sem pensar no contexto. Mas cara, Ã© um pensamento aqui jogado no ar, para que todo mundo comente e ajude a pensar junto como respeitar a velhinha na fila, os nossos direitos e o sucesso do produtor, que, longe de ser vilÃ£o absoluto, tambÃ©m estÃ¡ na ciranda da nossa cultura. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5215</link>
  <title>Comentário postado por Thiago Camelo</title>
  <dc:date>2006-9-29T16:15:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5265">
  <description>Oi Bruno. Que pena q naum deu para colocar as fotos, porque vendo o espaÃ§o ficaria mais fÃ¡cil de &apos;visualizar&apos; a sua crÃ­tica. Morei na Santa Clara por 7 anos e fui testemunha do comeÃ§o destes shows, que antes era mais com mÃºsicos instrumentistas mesmo, e aos poucos foi se transformando nestes pocket-shows com artistas mais famosos. Na verdade, assim como jÃ¡ reclamaram que algumas vezes as discussÃµes do estados distantes do Rio-SP ficam inteligÃ­veis para o resto do Brasil, o seu texto aqui tb deixa boiando quem nunca foi ao Rio e muito menos pisou na Modern Sound. O espaÃ§o para estes shows na loja Ã© literalmente em um cafÃ©-restaurante, superinformal, para pessoas que gostam de mÃºsica, cercado de milhares de discos (caros), dentro de uma loja que Ã© um sonho distante para a maioria dos brasileiros. Ainda com um &apos;showzinho&apos; do Ivan Lins! Vc sabe hÃ¡ quanto tempo o Ivan Lins nÃ£o faz um show em Campo Grande? Quando o Thiago fala que vc Ã© raclamÃ£o, comeÃ§o a concondar com ele, nÃ£o que isso seja um demÃ©rito. Afinal, alguÃ©m tem q ter um olhar mais &apos;reclamÃ£o&apos; das coisas tb. Mas nÃ£o sei atÃ© aonde isso Ã© um fenÃ´meno BRASILEIRO. Quando fui a Nova Iorque, por exemplo, fiz um esforÃ§o e fui ver o StÃ©phane Grappelli no Blue Note, provavelmente a Ãºltima apresentaÃ§Ã£o do MÃ¡gico do Violino. Cheguei 40 minutos antes, sentei em uma (reservada) com mais 3 casais norte-americanos, gastei todo o meu inglÃªs cucaracho e nada do &apos;velhinho&apos;. Passados 30 minutos do horÃ¡rio marcado, jÃ¡ com a lotaÃ§Ã£o da casa esgotada (umas 250 pessoas no mÃ¡ximo) e com 3 Blood-Mary na cabeÃ§a, vejo dois negÃµes enormes descendo a escada com o Grapelli em uma cadeira de roda e o colocando em cima do palco. No estado q ele estava, tive quase certeza q naum iria sair nenhuma nota daquele &apos;histÃ³rico&apos; violino. Mas Ã© claro q naum foi o q aconteceu. AlÃ©m de &apos;destruir&apos; o violino (eu paguei mico na frente dos ianques, pois em dois momentos do show meu sangue latino esquentou e me levou as lÃ¡grimas), o cara que foi um dos mais importantes mÃºsicos do sÃ©culo XX recebeu no camarim dezenas de pessoas para autografar discos (o meu, em que ele divide com o italiano Michel Petrucciani tÃ¡ bem guardado) e, sim, bater papo. Acho que o importante nem Ã© tanto esta coisa inglesa q vc pede principalmente quando nÃ£o Ã© um show em locais imensos ou mesmo em teatros, em que nÃ£o hÃ¡ mais nada a fazer a nÃ£o ser ouvir mÃºsica. Acho q vc tÃ¡ precisando relaxar Bruno e dar uma volta pelo Brasil para ver q &apos;atraso&apos; Ã© muito pouco quando a maioria dos BRASILEIROS NÃO SABE O QUE Ã VER UM SHOW DO IVAN LINS OU DE MÃSICOS DO NAIPE DELE. Quem me dera poder ficar esperando o show de um Ivan Lins por 40 minutos... acho que estamos falando de realidades tÃ£o diferentes, uma discrepÃ¢ncia tÃ£o grande de prioridades, uma diferenÃ§a tÃ£o grande de REALIDADES CULTURAIS q mostra o verdadeiro continente q vivemos. Grande abraÃ§o!&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5265</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2006-10-01T12:27:33Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5268">
  <description>Salve Rodrigo,&lt;br /&gt;&#13;&#10;uma coisa Ã© o atraso e a diferenÃ§a acintosa que existe na distribuiÃ§Ã£o dos artigos e produtos culturais por um paÃ­s tÃ£o desigual como o Brasil. Outra Ã© o desrespeito. NÃ£o acho que meu texto seja invÃ¡lido quando vem vocÃª e diz que &quot;ah, sabe quanto tempo eu nao tenho a chance de ver o Ivan Lins...&quot; Me dÃ¡ a sensaÃ§Ã£o que vocÃª faz parte do grupo a que fiz referÃªncia num outro comentÃ¡rio dos que parecem estar sempre agradecidos quando conseguem qualquer coisa, tipico de brasileiros. Uma coisa servil, menorizada. Acho que vocÃª podia rebater meu texto falando que ainda que se tenha esses problemas a que me refiro, existem coisas piores, mas que nao invalidam o que eu digo. As coisas se somam na tentativa de se fazer um cenÃ¡rio melhor para todos. Penso ainda que esses exemplos que venho falando sobre o descaso e desrespeito dos produtores, seja com atrasos, seja com as casas esgotadas por vip (nÃ£o me venha reclamar que Campo Grande nÃ£o tem vip, por favor!) sÃ£ metÃ¡foras de posturas que acontecem da mesma forma em outros setores sociais. NÃ£o me venha com esse papo de vitimizaÃ§Ã£o de Campo Grande e de que eu deveria me sentir culpado por morar no Rio e de ter acesso a coisas que nÃ£o estÃ£o, infelizmente chegando a ir. Acho que cada um deve lutar o seu combate no seu campo de atuaÃ§Ã£o. A minha situaÃ§Ã£o Ã© a carioca, Ã© a minha realidade, Ã© o meu contexto e Ã© dela que eu posso falar. NÃ£o posso discorrer mais do que duas linhas sobre Campo Grande, Novo Hamburgo ou Sobral. Acho seu argumento tÃ£o bobo quanto se eu virar pra vocÃª e falar que vocÃª nÃ£o deve reclamar dessa distribuiÃ§Ã£o desigual da cultura pelo paÃ­s. &quot;Ah, cara, vocÃª mora em Campo Grande. PaciÃªncia. Todo mundo sabe que no Brasil o capital estÃ¡ sobretudo no sudeste e a cultura se divide em RJ-SP. Vc estÃ¡ sendo chorÃ£o, nÃ£o vai adiantar nada vocÃª fazer isso&quot;... Claro que nÃ£o. Acho que cada um tem que botar a boca no trombone pelo que estÃ¡ ao seu alcance. Assim se faz uma democracia, assim se faz um paÃ­s.&lt;br /&gt;&#13;&#10;E discordo tambÃ©m da sua percepÃ§Ã£o de que eu queira uma coisa inglesa... NÃ£o Ã© isso. Talvez eu nao saiba me expressar em meus textos. A questÃ£o Ã© a aÃ§Ã£o por desrespeito, por agir achando que assim vc estÃ¡ conseguindo ganhar algo do outro, Ã© o tal do jeitinho. VocÃª nÃ£o tenha dÃºvidas de que nÃ£o vou chegar aqui e ficar contando os minutos de atraso de cada apresentaÃ§Ã£o que vou. Claro que nÃ£o. Mas questionar essa coisa Vampeta do &quot;vcs fingem que me pagam, eu finjo que jogo&quot;, de cada um faz vistas grossas ao erro dos outros porque eu quero agir errado tambÃ©m, isso sim. AtÃ©por isso, meu texto nÃ£o estÃ¡ focado nessa questÃ£o. SÃ£o trÃªs atos, trÃªs partes de um todo. E nÃ£o era eu reclamando. SÃ³ agi como jornalista que sou para perceber as reclamaÃ§Ãµes a minha volta e registrÃ¡-las, ouvindo, inclusive, o produtor da casa. Afora isso, expressei minha opiniÃ£o em vez de me esconder sobre a capa falsa da &quot;imparcialidade jornalistica&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Concordo com vc quando vc diz que o texto nÃ£o ajuda a contextualizar o ambiente em que a histÃ³ria se passa. Nnguem tÃ¡ obrigacao de entender o que eh a Modern Sound. Obrigado! Pena que nÃ£o dÃ¡ mais pra mexer no texto... se tivesse recebido essa dica na fila de ediÃ§Ã£o, talvez tivesse feitos as alteraÃ§Ãµes devidas. Obrigado mesmo!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Grande abraÃ§o,&lt;br /&gt;&#13;&#10;BM</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5268</link>
  <title>Comentário postado por Bruno Maia (sobremusica.com.br)</title>
  <dc:date>2006-10-01T13:52:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5270">
  <description>Oi Bruno! Sei lÃ¡, mas acho que vc leu outro texto, nÃ£o foi o q eu escrevi naummm. Primeiro nÃ£o falei q seu texto seja invÃ¡lido. Pelo contrÃ¡rio, eu leio todos os seus textos aqui no Overmundo e descobri com eles o sobremusica. Com certeza vc sabe se expressar MUITO BEM com seus textos (deu uma de coitadinho tb hehehe). Pq vc jÃ¡ veio com um monte de peadras na mÃ£o meu chapa! A sua sensaÃ§Ã£o Ã© q faÃ§o parte dos q ficam agradecidos com qq coisa. Onde eu escrevi q seu texto nÃ£o Ã© vÃ¡lido? Onde eu escrevi q vc deveria se sentir culpado por qq coisa? Ã sÃ³ um contraponto a sua lÃ³gica neste texto. Eu sÃ³ tentei te dar a perspectiva de alguÃ©m q estÃ¡ lendo seu texto de &apos;longe&apos;. Vc tÃ¡ falando q eu me escondo &apos;sobre a capa falsa da imparcialidade jornalÃ­stica&apos;? Por acaso vc leu algum texto meu aqui no Overmundo? Sabe da minha trajetÃ³ria na profissÃ£o? Quem eu sou, mesmo q naum seja grande coisa? Eu sei quem vc Ã© e o respeito como um dos principais jornalistas culturais do paÃ­s, que lamentavelmente, para mim particularmente, ainda nÃ£o consegue escrever mais q duas linhas sobre Campo Grande. Em nenhum momento o achincalhei no post acima. Pelo contrÃ¡rio. Quando li esta matÃ©ria, marcava 0 nos Overpontos. Antes de sair deixei meu voto com os atuais 10 pontos. E ainda naum me arrependi do voto. Grande abraÃ§o Bruno! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5270</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2006-10-01T14:13:34Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5271">
  <description>E nÃ£o me venha falar q atraso sÃ³ acontece no Brasil! Por favor!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5271</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2006-10-01T14:18:28Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5274">
  <description>Salve Rodrigo!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;QuÃ© isso digo eu, rapaz... hahaha! Foi mal aÃ­... agora tenho CERTEZA de que nao sei escrever!!!!!!! nenhuma das referencias que vc comentou aÃ­ eram pra vc!!!!!!!! JURO QUE NAO!!!! Desculpa se pareceu, mas JURO QUE NAO. Tentei tambÃ©m contrabalanÃ§ar algumas coisas.... Deixa eu te falar, as unicas linhas que me refiro a vc, sao diretas e nao camufladas. Falei que acho que o seu argumento parece parte daqueles brasileiros que eu ja havia citado anteriormente, mas sem querer assim agredi-lo. De forma nenhuma. Era sÃ³ uma provocaÃ§Ã£o por, justramente imaginar, que vc nÃ£o fazia parte deles. Admito, sim, que seu texto me pareceu uma vitimizaÃ§Ã£o de Campo Grande a partir do fato de nao terem shows como o Ivan Lins aÃ­ direto e esse foi o unico ponto que me exaltou um pouco mesmo, pois combato com ardor uma postura de vitimizaÃ§ao. Alem do que, tinha me parecido que vc estava esvaziando o meu argumento, ou querendo dizer que ele nao era tao importante quanto outras questoes e que eu tava me incomodando com bobagem. Isso eu senti sob essa frase sua&amp;#059; &quot;Acho q vc tÃ¡ precisando relaxar Bruno e dar uma volta pelo Brasil para ver q &apos;atraso&apos; Ã© muito pouco quando a maioria dos BRASILEIROS NÃO SABE O QUE Ã VER UM SHOW DO IVAN LINS OU DE MÃSICOS DO NAIPE DELE&quot;. Desculpe se te compreendi mal, mas foi assim que eu entendi e por isso minha resposta nesse sentido. Nao quis tampouco dizer que voce se esconde atrÃ¡s da imparcialidade jornalistica. Imagina!!! SÃ³ explicando a forma como fiz o meu texto. Tentei ouvir os dois lados e colocar minha opiniao no fim, ao contrario do que dizem os manuais de redacao por ai que negam inteiramente o posicionamento do jornalista, achando que cabe a ele apenas apresentar os fatos. Eu discordo disso. Mas, indubtavelmente, nao era referencia a vocÃª!!! Jamais. Vamos seguir na boa, sem stress, imagina! Todas as desculpas do mundo se vocÃª se sentiu em algo agredid pelas minhas palavras. Definitivamente isso nÃ£o era a minha intenÃ§Ã£o. Respeito muito a todos que estÃ£o aqui no Overmundo e a todos que cumprem com a mesma paixÃ£o que eu a vontade de fomentar a cultura desse paÃ­s. Sei que vocÃª Ã© o maior leitor e participante do Overmundo, com o maior karma e, por isso, justamente, tem o voto mais &apos;pesado&apos; do site. Isso me torna ainda mais envaidecido de tÃª-lo recebido. Que bom que minhas tortas linhas nÃ£o te renderam arrependimento de ter votado em mim. Nem sei se eu merecia ele, afinal de contas, como vocÃª pode ver pela pontuaÃ§Ã£o, nem eu votei nele ainda. To pensando aqui se ele vale mesmo.... heheh!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fica bem, meu amigo! Paz aÃª!&lt;br /&gt;&#13;&#10;BM </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5274</link>
  <title>Comentário postado por Bruno Maia (sobremusica.com.br)</title>
  <dc:date>2006-10-01T14:54:31Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5280">
  <description>Oww Bruno, fui dar uma votadinha ali e voltei! &lt;br /&gt;&#13;&#10;Q bom q vc levantou a bandeira da paz, pq minha intenÃ§Ã£o nÃ£o era brigar, muito pelo contrÃ¡rio. Com vc, eu quero Ã© debater idÃ©ias! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quanto a imparcialidade jornalÃ­stica eu tb concordo. Eu me formei em 1993 e desde entÃ£o tenho provas de que esta tal imparcialidade Ã© coisa de professor que nÃ£o sai da sala de aula. (Ou jornalista de impresso diÃ¡rio, q acaba tendo espaÃ§o apenas para a informaÃ§Ã£o, jÃ¡ passei por isso). E com certeza, quanto menos parcial o jornalista, mais cativante ele serÃ¡. Os exemplos estÃ£o todos aÃ­ e VC Ã© um deles. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu gosto, leio e procuro seus textos justamente pq Ã© vc ali naquelas palavras. Quando vc reclama dos produtores e o horÃ¡rio, sinto q vc estÃ¡ inteiro naquela crÃ­tica e SIM, CLARO Q Ã IMPORTANTE SERMOS ORGANIZADOS, O PÃBLICO SER TRATADO COM RESPEITO, ISSO Ã ÃBVIO (vc naum mencionou o atraso q falei lÃ¡ no Blue Note, de um mÃºsico... bem o Grapelli! e na terra do bussinesss... hehehe) SÃ³ quis te mostrar como sÃ£o diferentes nossas realidades. Como Ã© complexo nosso estado cultural num paÃ­s tÃ£o imenso. NÃ£o consegui!  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vc meu velho, Ã© um contador de histÃ³rias, e isso nÃ£o Ã© para qq um. Isso nÃ£o se escolhe. Ã dom!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fiquei pensando no q vc escreveu: &apos;A minha situaÃ§Ã£o Ã© a carioca, Ã© a minha realidade, Ã© o meu contexto e Ã© dela que eu posso falar. NÃ£o posso discorrer mais do que duas linhas sobre Campo Grande, Novo Hamburgo ou Sobral...&apos; Fico triste com isso e vou fazer de tudo para vc mudar de idÃ©ia. NÃ£o dÃ¡ para mudar as coisas no paÃ­s pensando assim. Se vc quer saber eu sigo seus textos e de alguns outros jornalistas (Alexandre Matias, Pedro Alexandre Sanches...) na esperanÃ§a de ver justamente o contrÃ¡rio (AGORA TO FALANDO DE MS, SENDO BAIRRISTA MESMO): algumas linhas sobre o q vc nÃ£o conhece, q estÃ¡ tendo contato pela primeira vez... algo como quando os irmÃ£os Villas-Boas tiveram contato com os primeiros Ã­ndiossss (rssss)... umas linhas suas sobre um lugar do Brasil q vc naum teve contato com a sua arte. Ã atÃ© sei lÃ¡, imbecil, quase constrangedor, eu falar isso aqui para todo mundo ouvir, mas estou sendo sincero. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Porque pior q nÃ£o ter uma produÃ§Ã£o cultural Ã© tÃª-la e nÃ£o ter a dimensÃ£o dela, nÃ£o ter uma referÃªncia, uma olhadela das cabeÃ§as importantes do paÃ­s! Fico pensando atÃ© q ponto isso tem q acontecer naturalmente ou se temos q dar um empurrÃ£ozinho para q jornalistas como vc vire a cabeÃ§a um pouco para este lado do Brasil. Vou ficar com a segunda opÃ§Ã£o, atÃ© pq a primeira pode nunca acontecer! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Te mando links entÃ£o, de um disco (&lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/cd-geracoes-clube-da-outra-esquina&quot;&gt;GerAÃ§Ãµes&lt;/a&gt;) sÃ³ com mÃºsicos de MS, recÃ©m-lanÃ§ado e fresquinho! No final da matÃ©ria tem os MP3! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um outro de um compositor sÃ­mbolo daqui (Ã© o nosso Caetano Veloso rsssss): Geraldo EspÃ­ndola! Em sua homenagem &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/banco/forasteiro-geraldo-espindola-ms&quot;&gt;FORASTEIRO&lt;/a&gt; (hehehhe)!  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E por fim, uma POLCA-ROCK, q vc poderia dizer se Ã© ou nÃ£o um rock diferente em comparaÃ§Ã£o ao restante do paÃ­s! &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/banco/salinger-polck-rodrigo-teixeira-mandioca-loca-ms&quot;&gt;SALINGER POLCK&lt;/a&gt;! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã isso Bruno! Continue assim... quem sabe um dia nossos TROMBONES acabem num duo afinado? Grande abraÃ§o! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5280</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2006-10-01T17:31:16Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5299">
  <description>Salve Rodrigo,&lt;br /&gt;&#13;&#10;AgradeÃ§o seus elogios, mas respondi Ã s questÃµes pessoais que envolvem nossos interesses por e-mail.. Acho que a galera nao ia curtir muito que eu continuasse por aqui...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quando eu disse que minha area de atuaÃ§ao era o Rio, nao o fazia por bairrismos. Mto pelo contrario. Adoraria poder falar mais de outros lugares, viver outras realidades, mas acredito na atuaÃ§Ã£o no microcosmo querendo ser global. Agir na sua regiao, na sua tribo, eh a melhor forma de ser universal, jÃ¡ diria Tolstoi. Adoro a chance de estar olhando para outros nortes e tento praticar isso com o meu prÃ³prio esforÃ§o e grana. Ano passado fui ao Recife, conhecer melhor o cenÃ¡rio de lÃ¡. Esse ano estava planejando uma ida a Manaus, mas o receio de voar e essa recente tragÃ©dia estÃ£o ajudando a adiar o plano. Recentemente fiz uma matÃ©ria sobre o grupo &lt;a href=&quot;http://www.matutomoderno.com.br&quot;&gt;Matuto Moderno&lt;/a&gt; que mistura Hendrix com viola caipira, os caras tocam viola com captador de guitarra e pedal de distorÃ§Ã£o, cantando letras tÃ­picas do sertanejo de verdade (e nao dos pastiches radiofonicos). TambÃ©m estive numa &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/naurea-apresenta-o-sambaiao&quot;&gt;conversa bem bacana&lt;/a&gt; com o &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/usuarios/alex-santanna&quot;&gt;Alex Sant&apos;anna&lt;/a&gt;, do grupo &lt;a href=&quot;http://www.naurea.com&quot;&gt;naurÃa&lt;/a&gt;, de Sergipe, aqui no overmundo sobre a estÃ©tica da banda dele (que eu nao gosto). A conversa foi tÃ£o bacana que ele me pediu pra enviar o cd do grupo e eu acabei de recebe-lo e vou ouvir com todo o interesse para poder continuar a dialÃ©tica com ele. Acho que tem que ser por aÃ­... Eu tento ao mÃ¡ximo cobrir com informaÃ§oes o que meus sentidos reais nao podem ver, cheirar, tocar, ouvir, etc... Mas acredito mesmo na aÃ§Ã£o local e foi isso que eu quis dizer.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Agora, outra coisa. A intenÃ§Ã£o original desses meus textos era, sim, questionar o trabalho do produtor cultural e de toda a cadeia de produÃ§Ã£o de eventos no paÃ­s, que Ã© velha e burra. Mas a principal metÃ¡fora que eu quis usar para isso era a da cultura insuportÃ¡vel dos VIP&apos;S!!! Acho que isso acabou se perdendo nas minhas mal-traÃ§adas linhas. Esse fenomeno Ã©, SIM, culpa dos produtores e do establishment! O lance dos atrasos tambÃ©m Ã© um absurdo (ainda que lÃ¡ fora isso tambÃ©m exista, mas cada um que cuide do seu. AÃ§Ã£o local!!! AÃ§Ã£o local!!!), mas Ã© mais questionÃ¡vel como todos os comentÃ¡rios fizeram ver aqui. Agora, o lance dos &apos;vi-Ã¡i-pis&apos;, nÃ£o!! Esse Ã© todo na conta dos produtores! Esse e vÃ¡rios outros aspectos da fomentaÃ§Ã£o da cultura. LÃ³gico que nao sao todos, mas creio que a maioria, sim. Talvez seja tarde para tentar recuperar a discussÃ£o em torno dessa cultura lamentÃ¡vel dos vips e do trabalho burro que vem sendo feito em vÃ¡rias partes desse setor. Quem quiser colocar outras questoes, manda brasa! De certa forma,&lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/aqui-nao-tem-mais-loja-de-discos&quot;&gt; a matÃ©ria sobre o sumiÃ§o das lojas de disco&lt;/a&gt; (que tambÃ©m Ã© local e, por isso mesmo, Ã© bem geral) joga outras questÃµes sobre o tema. E assim temos que ir indo. AlÃ©m disso, sem querer puxar a sardinha pro meu lado, jÃ¡ puxando, pÃ´, a matÃ©ria aqui em cima fala de outras coisas que acho importantes. Fala de personagens da cidade e de suas relaÃ§Ãµes estranhas com um bairro, com a arte... Fala do Ivan Lins, grande artista por vezes desmerecido, que agora lanÃ§ou um disco que me suscita uma questÃ£o estÃ©tica grande: atÃ© que ponto fazer um disco em ode ao Rio de Janeiro Ã© uma forma polÃ­tica de reafirmaÃ§Ã£o, ou Ã© sÃ³ uma demonstraÃ§Ã£o de quase apatia e medo de dar a cara pra bater? Qual Ã© o papel do romantismo e da utopia no meio a guerra urbana?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Afora isso tudo, tem o lance da maravilhosa Lucinha Lins&apos;86!!! Viva a Lucinha!! Beijos pra ela !!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Entao vamos aproveitar e fazer a roda girar. PeÃ§o essa ajuda aÃ­, vamos evoluir as discussÃµes para outros lugares a partir de agora?Me ajudem, heheh!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Beijos pra todos!!!!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5299</link>
  <title>Comentário postado por Bruno Maia (sobremusica.com.br)</title>
  <dc:date>2006-10-02T01:33:51Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5310">
  <description>Legal Bruno! Em frente. Desculpe a minha chatice! Tem vÃ¡rios outros pontos legais da sua matÃ©ria. Copacabana Ã© um microcosmo muito interessante e vale sim mostrar ao resto do Brasil um bairro cheio de personagens legais e um paraÃ­so musical q Ã© a Modern Sound. O q vou fazer Ã© tentar armar um esquema para te trazer a MS, conhecer as &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/rock-ms-grito-do-cerrado&quot;&gt;bandas&lt;/a&gt;, os &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/banco/sonhos-de-tangerinas-geraldo-espindola-1&quot;&gt;compositores&lt;/a&gt;, quem sabe tomar um chÃ¡ com o &apos;nosso grande poeta&apos;, comer o &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/soba-mania-campo-grandense&quot;&gt;SobÃ¡&lt;/a&gt;, ConceiÃ§Ã£o dos Bugres, &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/lidia-bais-santa-ou-paga&quot;&gt;LÃ­dia BaÃ­s&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.humbertoespindola.com.br&quot;&gt;Humberto EspÃ­ndola&lt;/a&gt;, ver o &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/antonio-porto-tuareg-global&quot;&gt;AntÃ´nio Porto&lt;/a&gt; tocar viola-de-cocho com distorÃ§Ã£o, dar uma entrevista no programa &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/ne-e-ngatu-a-revolucao-esta-no-ar&quot;&gt;Ãe Ã Ngatu&lt;/a&gt; e claro dar uma palestra sobre jornalismo cultural. Grande abraÃ§o Bruno e desculpe qq coisa. Valeuw!  </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5310</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2006-10-02T11:10:33Z</dc:date>
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  <description>hahahaha! Valeu Rodrigo! Vou catar tudo isso aÃ­ que vocÃª indica com mais calma durante a (corridisssssiiiima) semana!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Forte abraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/ivan-lins-em-3-atos#c5311</link>
  <title>Comentário postado por Bruno Maia (sobremusica.com.br)</title>
  <dc:date>2006-10-02T11:12:08Z</dc:date>
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