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  <title>.: O Funk ProibidÃ£o... :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62115">
  <description>AlÃ´ Hermano!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sei o quanto o tema Ã© polÃªmico. Acho muito legal a abordagem que vocÃª dÃ¡ a este tema.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A contribuiÃ§Ã£o que eu tenho a dar sobre o funk, baseado na pequena vivÃªncia que tenho morando aqui no Vidigal (pouco mais de um ano), Ã© que a minha Ãºnica preocupaÃ§Ã£o Ã© que ele nÃ£o seja hegemÃ´nico. Posso perceber que aqui no Vidigal a maior parte das pessoas sÃ³ quer escutar as mÃºsicas em ritmo de funk. Enfim, mesmo que seja uma mudanÃ§a natural, assusta um pouco, como assusta pensar que o jongo foi desaparecendo dos morros por intolerÃ¢ncia religiosa.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62115</link>
  <title>Comentário postado por AlÃª Barreto</title>
  <dc:date>2009-7-22T02:24:40Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62123">
  <description>Um uma publicaÃ§Ã£o de pesquisa sobre Carnaval da professora Rita Possamai, aqui de Porto Alegre, fala das proibiÃ§Ãµes aos desfiles de blocos carnavalescos no inÃ­cio do sÃ©culo 20. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Algumas festas precisavam ser liberadas na divisÃ£o de diversÃµes pÃºblicas das delegacias policiais. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais tarde, pÃ³s golpe de 64, tudo vedado, era no dops a coisa da ordem polÃ­tica e social e povo na rua. Mais de trÃªs Ã© comÃ­cio, circulando...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Lugar de festa popular Ã© na rua.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pergunta aÃ­ pra qualquer padre se tira alvarÃ¡ para liberar procissÃ£o religiosa ou missa campal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Metem a cara, o santo de barro no andor e toca a fila em frente, de noite ou de dia, luz de vela ou elÃ©trica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;No final da procisssÃ£o, das maiores, ainda rola uma tÃ´mbola, uma rifa, um &quot;joguinho de azar&quot;, proibido por lei.&lt;br /&gt;&#13;&#10;As pretensas autoridades querem Ã¡gua de coco fresca e palmeira junto (embora uns seja corintianos).&lt;br /&gt;&#13;&#10;Juntou povo, querem baixar o cacete, no anacrÃ´nico circulando, coisa do milÃªnio passado.&lt;br /&gt;&#13;&#10;As sociedades de massas vÃ£o arrebentando o estado formal ao expandir suas relaÃ§Ãµes... tÃ¡ escrito nos gibis, atÃ© o RÃ´ Marcenaro ilustrou um deles na dÃ©cada de 1970, chamava-se Manifesto Ilustrado.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AzaraÃ§Ã£o e droga tem na cada vez mais baixa alta sociedade, como cantaria Elis Regina. SÃ£o eles que fazem as cargas subir os morros. SÃ£o deles as lavanderias mais prÃ³speras aqui e no exterior.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Caso de polÃ­cia Ã© o Senado, que nem precisava existir. &lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ hÃ¡ cmÃ¢mara de de_putadas e de_putados.&lt;br /&gt;&#13;&#10;LÃ¡ fazem festÃ£o sem licenÃ§a da polÃ­cia, embora sejam cada vez mais local de diversÃ£o pÃºblica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vamos ver o que vai pintar de programa de palco na queima de fogos do Ano Novo para 2010... quem sabe nÃ£o se faz um baile fÃ£nqui Ã¡ beira-mar, assim a Globo ajudaria O Globo.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62123</link>
  <title>Comentário postado por Adroaldo Bauer</title>
  <dc:date>2009-7-22T14:43:09Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62127">
  <description>OlÃ¡ hermano,&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;entendo que seja casativo p&apos;ra vocÃª falar sobre esse assunto, mas acho necessÃ¡rio. Olhar o Funk por esse Ã¢ngulo foi totalmente novo p&apos;ra mim. Estou longe dessa realidade. Espero que a publicaÃ§Ã£o seja lida, votada e alcaÃ§e a o pÃºblico alvo, os prÃ³prios porta-vozes dessa festa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Obrigada por acrescentar sempre. Ã um prazer visitar esse site!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um abraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62127</link>
  <title>Comentário postado por Danielle Barros Santos</title>
  <dc:date>2009-7-22T18:25:09Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62142">
  <description>Gostaria de aduzir estas consideraÃ§Ãµes:&lt;br /&gt;&#13;&#10;a) O referencial estatÃ­stico tem pouco valor social. Porque houve sempre uma dissociaÃ§Ã£o entre o &quot;espÃ­rito&quot; (ou estÃ´mago) do estado e do povo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;a.1 - quem mais deu emprego no Brasil, foi o jogo do bicho, atÃ© o aparecimento do comercio de droga&amp;#059; &lt;br /&gt;&#13;&#10;a.2 - na mesma ponta foi quem mais movimentou capital, atÃ© idem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;B -HÃ¡ uma diferenÃ§a nas demais &quot;atividades proibidas&quot; e o caso em apreÃ§o. &lt;br /&gt;&#13;&#10;b.1 - Em meados da dÃ©cada de 1960 a CAPOEIRA era proibida em Brasilia, na estaÃ§Ã£o rodoviÃ¡ria por ex, sÃ³ era permitida no Campus da Universidade Brasilia&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;b.2 - conheci, ainda na dÃ©cada de 1950, samba de Roda ser proÃ­bido e olha que duas proibiÃ§Ãµes. A proibiÃ§Ã£o do Estado e a pribiÃ§Ã£o dos padres das Santas MissÃµes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;C - QUAL A DIFERENÃA&lt;br /&gt;&#13;&#10;c.1 - A diferenÃ§a Ã© que tanto a CAPOEIRA, (ativista consciente politicamente), quanto o samba de umbigada e os demais, (meros folguedos, meras manifestaÃ§Ãµes culturais), queriam ENTRAR, para o CORPO SOCIAL. Nunca, pensaram em criar VALORES PARALELOS. queriam ser incorporados no e pelo contexto social.&lt;br /&gt;&#13;&#10;c.2 - O pessoal do FUNK, a maioria, os mentores, ou aproveitadores querem criar uma NOVA ORDEM DE VALOR. Isto ninguÃ©m pode negar. Sem ter idÃ©ia do que isto significa, mas querem. &lt;br /&gt;&#13;&#10;c.3 - Esta ORDEM DE VALOR, jÃ¡ existe, contra o Estado mas com auspÃ­cios de funcionÃ¡rios e organismos diversos ela existe.&lt;br /&gt;&#13;&#10;e o FUNK, com ou sem conhecimento dos seus adeptos vem sendo um instrumento para isto. E existe, como nÃ£o poderia deixar de ser, debaixo do cano da Arma.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Diferente de todo o processo de repressÃ£o histÃ³rico do Brasil.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Brasil, pais da repressÃ£o contra o pobre e contra o negro e contra o Ã­ndio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;       Resta a pergunta o que fazer? - NÃ£o sei.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hermano - um abraÃ§o&lt;br /&gt;&#13;&#10;andrÃ©</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62142</link>
  <title>Comentário postado por Andre Pessego</title>
  <dc:date>2009-7-23T14:54:42Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62228">
  <description>Ancelmo GÃ³is do Globo, &lt;br /&gt;&#13;&#10;essa midia acanhada, &lt;br /&gt;&#13;&#10;pediu um depoimento pro overmano Hermano &lt;br /&gt;&#13;&#10;sobre proibiÃ§Ãµes de bailes do funk carioca. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como tambÃ©m penso, &lt;br /&gt;&#13;&#10;a defesa do funk, diz ele,&lt;br /&gt;&#13;&#10;tem que ser feita por seus prÃ³prios porta-vozes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas, como o espaÃ§o da coluna era generoso porÃ©m pequeno,  Hermano nos brinda com essa &quot;versÃ£o mais detalhada da argumentaÃ§Ã£o&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Diz bem da importÃ¢ncia pra economia, pro mercado e pra circulaÃ§Ã£o do produto cultural, no paÃ­s e no planeta, desse produto carioca, regurgitado da ocupaÃ§Ã£o inicial que era, aquentado com remelexo, pezinho, bamboleio e Ã¡gua de cÃ´co, embalado nas ondas da Guanabara, quais as naus que cÃ¡ vieram a nos cobrir as vergonhas expostas uma vez e nos legaram tanto, inclusive a escravidÃ£o e a exploraÃ§Ã£o colonialista e sucedÃ¢neos, alÃ©m de um certo ar imperial, de uma corte rufiÃ£ que ainda nos domina... e abomina.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em razÃ£o de um tantÃ£o de outras coisas e das de per si, recomenda Hermano tipo um &lt;a href=&quot;http://letras.terra.com.br/joao-bosco/46531/&quot;&gt;samba plataforma&lt;/a&gt;, pro pessoal botar bronca:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;NÃ£o pÃµe corda no meu bloco,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nem vem com teu carro-chefe,&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o dÃ¡ ordem ao pessoal&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o traz lema, nem divisa&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que a gente nÃ£o precisa&lt;br /&gt;&#13;&#10;que organizem o nosso carnaval&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E tasca um programa pros de baixo:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;o pessoal dos bailes (donos de equipes, DJs, MCs, pÃºblico e trabalhadores das festas em geral) precisa se unir para apresentar e negociar suas propostas.&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Porque, supÃµe a anÃ¡lise:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;As tentativas atÃ© agora foram tÃ­midas, episÃ³dicas, revelando muitas vezes divisÃµes internas enfraquecedoras.&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;DaÃ­  a candura da proposta que, de onde olha, ensina:&lt;br /&gt;&#13;&#10;- O movimento funk deve se organizar de modo permanente e tomar a frente de sua defesa e do diÃ¡logo com quem Ã© contra os bailes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais um tiquinho, torna-se uam agremiaÃ§Ã£o polÃ­tica, quem sabe embriÃ£o do verdadeiro partido revolucionÃ¡rio dos de baixo,&lt;br /&gt;&#13;&#10;a &quot;gente do movimento, que vive do funk e para o funk&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Receita dada... d&quot;uma maneira de mudar essa situaÃ§Ã£o&quot;... pra superar a repressÃ£o pollicial do estado opressor e explorador...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Assaltar-se-iam os cÃ©us, em pleno inverno... porque no verÃ£o Ã© carnaval... que Ã© samba, hoje em dia liberadÃ£o... &lt;br /&gt;&#13;&#10;atÃ© pagode Ã© sensaÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E viverÃ­amos novos tempos gloriosos...&lt;br /&gt;&#13;&#10;felizes na favela,&lt;br /&gt;&#13;&#10;na refavela, &lt;br /&gt;&#13;&#10;sem chicote, &lt;br /&gt;&#13;&#10;senzala, &lt;br /&gt;&#13;&#10;nem bicanca embotada&lt;br /&gt;&#13;&#10;nem escorraÃ§ada &lt;br /&gt;&#13;&#10;nem algemada, &lt;br /&gt;&#13;&#10;nem cintada &lt;br /&gt;&#13;&#10;ou fivelada...&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pois vem aÃ­ &lt;a href=&quot;http://letras.azmusica.com.br/letras_chico_buarque_de_holanda/letras_otras/letra_bom_tempo.html&quot;&gt;bom tempo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;Vou que vou&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pela estrada que dÃ¡ numa praia dourada&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que dÃ¡ num tal de fazer nada&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como a natureza mandou&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vou&lt;br /&gt;&#13;&#10;Satisfeito, alegria batendo no peito&lt;br /&gt;&#13;&#10;O radinho contando direito&lt;br /&gt;&#13;&#10;A vitÃ³ria do meu tricolor&lt;/em&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62228</link>
  <title>Comentário postado por Juliaura</title>
  <dc:date>2009-7-27T11:32:33Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62318">
  <description>Eh o que o Catra falou : o forroh tem o PavilhÃ£o de SÃ£o CristovÃ£o, o samba tem o sambodromo e o funk ???</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62318</link>
  <title>Comentário postado por dudavalle</title>
  <dc:date>2009-8-03T14:02:44Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62319">
  <description>Aih vÃ£o algumas questÃµes relacionadas ao artigo que fala sobre o funk.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Coloquemos numa perspectiva da histÃ³ria recente:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃªs acham que os sambistas nÃ£o sofreram e sofrem ainda , mas hoje em dia menos o mesmo preconceito e repressÃ£o que os funkeiros ?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃªs nÃ£o acham que torcedores de futebol tem o mesmo tratamento que eh dado aos funkeiros ???&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃªs nÃ£o acham que o pessoal do hip hop e do rap em SÃ£o Paulo nÃ£o tem o mesmo tratamento que os funkeiros ?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tempos atrÃ¡s em SÃ£o Paulo proibiram torcedores de entrarem no estÃ¡dio com a camisa de seus respectivos clubes e ainda proibiram torcidas de entrarem com bandeiras e tambores, vocÃªs nÃ£o acham isso semelhante a um DJ de funk ser proibido de tocar certas mÃºsicas ??? &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c62319</link>
  <title>Comentário postado por dudavalle</title>
  <dc:date>2009-8-03T14:04:28Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c63751">
  <description>OlÃ¡, Adrolado Bauer! Como faÃ§o para ter acesso a essa pesquisa da professora Rita Possamai sobre as proibiÃ§Ãµes aos blocos carnavalescos? Com as informaÃ§Ãµes que deste, nÃ£o encontrei nada na internet. Obrigado!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c63751</link>
  <title>Comentário postado por Ismael</title>
  <dc:date>2009-11-30T06:46:15Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c64520">
  <description>Frequentei esses bailes no Canto do Rio, em 1977. Tinha 12 anos e me lembro bem que a programaÃ§Ã£o do Canto do Rio era a seguinte: samba no sÃ¡bado e domingo baile funk na matinÃª. Me lembro de tocar Stevie Wonder e o baile vir abaixo. Na mesma Ã©poca tinha a onda disco, que repercutia nas boates mais pra zona sul de NiterÃ³i, em SÃ£o Francisco e Charitas: coisa de classe mÃ©dia alta, baseada na onda carioca Dancing Days (Morro da Urca). E deu no que deu...:)    </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c64520</link>
  <title>Comentário postado por Mansur</title>
  <dc:date>2010-3-02T00:00:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c65589">
  <description>OlÃ¡ Hermano&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sou estudante do curso de comunicaÃ§Ã£o social e o assunto da minha monografia Ã© o funk carioca.Vou falar sobre a narrativa visual do baile funk carioca. JÃ¡ li suas publicaÃ§Ãµes e estÃ£o sendo de grande ajuda. VocÃª tem alguma indicaÃ§Ã£o pra me ajudar? AgradeÃ§o a atenÃ§Ã£o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c65589</link>
  <title>Comentário postado por Dayana Lima</title>
  <dc:date>2010-9-09T03:19:22Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c65731">
  <description>OlÃ¡,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sou estudante do curso de HistÃ³ria da Faculdade de FormaÃ§Ã£o de Professores-UERJ que fica em SÃ£o GonÃ§alo e estamos construindo um projeto para o prÃ³ximo encontro regional dos estudante de histÃ³ria e  definimos como eixo temÃ¡tico a marginalizaÃ§Ã£o da pobreza e o papel do educador, visto que nossos uma faculdade de licenciaturas numas das regiÃ£o mais pobres do estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nosso objetivo Ã© discutir problemas que estarÃ£o presentes na nossa sala de aula e que precisamos encarÃ¡-los. O uso de drogas, a marginalizaÃ§Ã£o dos moradores de favelas, a opressÃ£o policial e a ditadura militar, a luta dos homossexuais, das mulheres, dos negros, o processo de criminalizaÃ§Ã£o dos movimentos sociais e muito mais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tudo isso, sem perder a abordagem teÃ³rica e histÃ³rica, e compreendendo como esse processo se desenvolveu nÃ£o&lt;br /&gt;&#13;&#10;sÃ³ em nosso paÃ­s, tentando contemplar as especificidades de cada estado da regiÃ£o. FicarÃ­amos imensamente felizes se pudermos contar com sua presenÃ§a e contribuiÃ§Ã£o em uma das mesas. O encontro se realizarÃ¡ no fim do mes de abril de 2011.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Desde jÃ¡ agradecemos,&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c65731</link>
  <title>Comentário postado por Denise Eldochy</title>
  <dc:date>2010-10-26T10:08:55Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c68170">
  <description>Gostaria que comentasse os artigos da Adriana Calcanhoto em O Globo, e a nota da coluna de Mauricio Dias na Carta Capital.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;http://oglobo.globo.com/cultura/vai-vai-vai-vai-vai-10440185&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;http://www.cartacapital.com.br/revista/773/a-criminalizacao-do-funk-1282.html&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E de quebra, se nÃ£o for pedir demais, que fale sobre o processo de domesticaÃ§Ã£o do funk promovido pela TV Globo em seus programas &quot;populares&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Muito obrigado</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/o-funk-proibidao#c68170</link>
  <title>Comentário postado por Ricardo Gomes</title>
  <dc:date>2013-11-05T22:33:24Z</dc:date>
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 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
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  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
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