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  <title>.: Pra que serve um festival de cinema? :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14289">
  <description>Caramba Tex, o Festival serve pra alimentar almas (teu texto Ã© prova cabal disso). Ano que vem quero ter tempo de conferir (que esse ano tÃ¡ passando e eu sÃ³ trabalhando ando ando...).</description>
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  <title>Comentário postado por Bia Marques</title>
  <dc:date>2007-2-26T14:54:43Z</dc:date>
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  <description>Arrebentou, RodrigÃ£o! Muito legal (e pessoal) o seu relato. </description>
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  <title>Comentário postado por Thiago Camelo</title>
  <dc:date>2007-2-27T17:02:53Z</dc:date>
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  <description>Vida longa ao Festival de Cinema de Campo Grande!</description>
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  <title>Comentário postado por Mi [de Camila] Cortielha</title>
  <dc:date>2007-2-28T02:08:23Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14515">
  <description>VocÃª respondeu, escrevendo, para que serve um festival de cinema, hehe</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14515</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Gurgel</title>
  <dc:date>2007-2-28T05:40:29Z</dc:date>
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  <description>tex o festival guarnicÃª de cinema de sÃ£o luis do maranhÃ£o esse ano completa 30 anos serÃ¡ que nÃ£o vale a pena?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14516</link>
  <title>Comentário postado por markinho</title>
  <dc:date>2007-2-28T06:06:17Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14522">
  <description>Bia, brigadÃ£o. tem q arranjar tempo sim sim sim! Alimentou a minhalma com certeza. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Valeu Thiago. Acho q a idÃ©ia do Overmundo Ã© escrever sempre de uma Ã³tica pessoal. E cada vez mais sÃ³ consigo escrever assim. abs&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Valei Mi e Felipe! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E Markinho com certeza vale a pena o Festival GuarnicÃª de Cinema de SÃ£o Luis do MaranhÃ£o. Ã este tipo de evento que faz com que estados do nordeste se desenvolvam bem mais nesta Ã¡rea do que este pedaÃ§o de chÃ£o chamado de Mato Grosso do Sul. Valeu! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14522</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2007-2-28T10:28:04Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14532">
  <description>rodrigÃ£o mano vÃ©io, esse seu texto Ã© muito instigante, as culatras desse brasilzÃ£o de dentro estÃ£o expostas, o mercado Ã© burro e cego e sÃ³ nÃ£o vÃª quem nÃ£o quer as potencialidades desse MatÃ£o daÃ­ de transformar cinema em dinheiro, oficinas que durem o ano todo Ã© uma forma de equalizar o regional, jÃ¡ que Copetti ganha todos coloquem ele para ministrar oficinas. e atores bons aÃ­ tem pra dar e vender, a tÃ©cnica tem que servir para a criatividade, domÃ­nio tÃ©cnico Ã© essencial mas sÃ³ ele nÃ£o leva a nada, entÃ£o oficinas, oficinas e mais oficinas de se fazer artÃ­sticamente. no mais vida longa a esse festival!!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14532</link>
  <title>Comentário postado por Balbino</title>
  <dc:date>2007-2-28T13:14:22Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14537">
  <description>sempre Ã© bom dar e ter espaÃ§o a essas movimentaÃ§Ãµes. em especial, Cpo Gde, Capital do Pantanal, precisa desses eventos para que a nossa populaÃ§Ã£o se lembre que hÃ¡ vida alÃ©m dos pastos e da boiada...valeu Teixeira</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14537</link>
  <title>Comentário postado por Edu Romero</title>
  <dc:date>2007-2-28T14:20:32Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14540">
  <description>Muito legal o texto. SÃ³ fiquei curiosa em saber mais sobre o &quot;Hercules 56&quot; vencedor do JÃºri popular. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14540</link>
  <title>Comentário postado por Luisa Pitanga</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:10:51Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14542">
  <description>KINEMANDARA: O PONTO DE MISTÃRIO DO CINEMA BRASILEIRO. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;POR CARLOS PARÃ* &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;- Nossa HistÃ³ria sÃ³ terÃ¡ realidade quando o nosso ImaginÃ¡rio a refizer, a nosso favor. VFC - Manifesto Curau.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;- Agora, abrir os olhos. Agora, comeÃ§ar a sonhar o sonho de ver como somos vistos&quot;. VFC : &quot;Tarkovsky: AtravÃ©s de uma fina pelÃ­cula transparente&quot;. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Vicente Franz Cecim&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Volta a ter sua produÃ§Ã£o cinematogrÃ¡fica exibida na cidade.   &quot; KinemAndara: 30 anos de Cinema do InvisÃ­vel.&quot; curtas-metragens poÃ©ticos produzidos em BelÃ©m na dÃ©cada de 70 em super-8 mm. Os filmes foram, pela ordem de realizaÃ§Ã£o: &apos;Matadouro(1975) &apos;, &apos;PermanÃªncia(1976)&apos;, &apos;Sombras(1977)&apos;, &apos;Malditos Mendigos(1978)&apos; e &apos;Rumores(1979)&apos;, que eram projetados em cineclubes, garagens, auditÃ³rios, passava em qualquer lugar, onde desse para ligar o projetor, armar a tela, mandava ver. Os anos de 1975 atÃ© 1980 apesar de ser um caminho exaustivo de Cinema e Loucura para VFC, foi principalmente, um ritual sagrado, solitÃ¡rio, existencial e essencial. Enquanto as fÃ¡bricas de filmes estimulavam o consumo de mÃ¡quinas de filmar para registrar &quot;os momentos felizes da sua vida&quot;, batizado, casamentos, aniversÃ¡rios, piqueniques, passeios, Cecim utilizava sua CÃ¢mera como um meio de interrogar, espreitar as aparÃªncias da realidade e ir atÃ© as Ãºltimas conseqÃ¼Ãªncias com seu roteiro que era abandonado logo no comeÃ§o das gravaÃ§Ãµes, pois nada do que tinha sido filmado obedecia ao que tinha sido escrito, captava a realidade em frames fora ou alÃ©m da Ã³tica estabelecida como beleza e como verdade, &quot; espelhos de mistÃ©rios, revelando outros mistÃ©rios&quot;,  poemas visuais em Super-8, Cinema com um custo relativamente barato. As principais dificuldades de se fazer Cinema na Ã©poca sÃ£o as mesmas de hoje: falta de dinheiro e a insensibilidade para criar, imaginar e ser. &lt;br /&gt;&#13;&#10;  &lt;br /&gt;&#13;&#10;Cada rolo tinha trÃªs minutos de gravaÃ§Ã£o e na hora de editar aproveitava por completo as filmagens e tudo ia pro filme, nÃ£o perdia nada na seleÃ§Ã£o e organizaÃ§Ã£o das imagens, jÃ¡ sabia o que queria, quando colocava a CÃ¢mera, jÃ¡ sabia o que ia fazer, dessa forma acreditava e fazia os filmes, como tudo Ã© miragem,  tinha miragens, tanto as recordaÃ§Ãµes, projeÃ§Ãµes e especulaÃ§Ãµes sobre o futuro, quanto miragens do presente, miragens imediatas. Se nÃ£o fosse uma miragem nÃ£o havia a poÃ©tica, entÃ£o, porque fazia arte? Por que nÃ£o sÃ³ viver, ouvir, ver, se conformar com tudo o que estÃ¡ pronto e condicionado para nÃ³s vivermos. Ã preciso recriar, ver a realidade atravÃ©s de uma fina pelÃ­cula transparente? Uma fina pelÃ­cula entre o olhar e a realidade.   VFC concretizava seus sonhos que hoje possuem um grande valor artÃ­stico e documental. Na Ã©poca o material que utilizava era uma pequena mÃ¡quina de super-8 com filmes da Kodak, depois de filmar, enviava para revelar em SÃ£o Paulo atravÃ©s do Foto Keuffer, e depois voltava, pronto para serem exibidos. Depois que parou de fazer seus filmes, por uma questÃ£o de princÃ­pios, deu todo seu equipamento. Tinha decidido dedicar-se unicamente a um novo Caminho &quot;VIAJAR A ANDARA&quot;, determinou fazer uma coisa sÃ³, para avanÃ§ar, ir mais fundo na sua ExistÃªncia, pois havia a IntuiÃ§Ã£o que um novo caminho devia ser seguido, o Caminho da Escritura. A partir de 1979, ano que realizou do seu Ãºltimo filme &quot;RUMORES&quot;, escreveu e publicou o seu primeiro livro &quot;A asa e a serpente&quot;, primeiro passo do seu Projeto de &quot;Andara - O livro invisÃ­vel&quot;. E assim se impÃ´s a Literatura como um ritual Ãºnico. Seus filmes tÃªm muito da Literatura pelo poÃ©tico, e seus livros tÃªm muito do Cinema, pelo visual. NÃ£o fazer filmes foi uma escolha radical e com isso deixou esquecidos seus trabalhos e levava-os consigo como o inconsciente que de quando em vez se manifesta. Atualmente os pequenos rolos de filmes em super-8 se encontravam dentro de seu Caos onde mora, serenos, perdidos dentro de um saco de plÃ¡stico com a boca amarrada debaixo duma televisÃ£o que nunca Ã© ligada, onde por ocasiÃ£o desta Mostra realizado pela Revista PZZ em parceria com o Governo do Estado do ParÃ¡ atravÃ©s da Secretaria de Cultura e do MIS-PA, resolveu guardar no Museu da Imagem e do Som â ParÃ¡, para preservÃ¡-los. Em  2005 os filmes voltaram a ser exibidos, no formato digital, em BelÃ©m e em SÃ£o Paulo, incentivado pelo Projeto de resgate dos resÃ­duos, dos raros vestÃ­gios do Cinema paraense, desenvolvido pela Universidade Federal do ParÃ¡, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃ­fico e TecnolÃ³gico â CNPQ. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Os filmes foram restaurados e adaptados Ã  tecnologia digital, um processo de filmagem da projeÃ§Ã£o dos filmes e digitalizados para DVD, assim, puderam garantir a salvaguarda do conteÃºdo e da sua informaÃ§Ã£o histÃ³rica, pois seus filmes mostram aspectos do cotidiano de BelÃ©m e dos esquecidos em sua Ã³tica visionÃ¡ria poÃ©tica numa trilha sonora emocionante.  &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14542</link>
  <title>Comentário postado por CARLOS PARÃ</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:50:21Z</dc:date>
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  <description>Os filmes dialogam com o invisÃ­vel que nÃ£o podemos ver. NÃ£o Ã© cinema mudo nem falado, Ã© uma organizaÃ§Ã£o intuitiva de imagens, silÃªncio e mÃºsica  que se compÃµe num mosaico onÃ­rico. O cinema sempre fala como linguagem para dialogar, transmitir a emoÃ§Ã£o, a miraÃ§Ã£o, a migraÃ§Ã£o, o ato de olhar do autor. &quot;Kinema = Movimento, Andara = Andar= AmazÃ´nia, Kinam Andara, revela imagens que nÃ£o se vÃªem habitualmente, a imagem da morte, a imagem dos esquecidos, a imagem da velhice, a imagem da transitoriedade das coisas, a imagem interior, o silÃªncio e o vazio sÃ£o povoados de alucinaÃ§Ãµes e significados. Fazer filme nÃ£o com o olho que vÃª ou o olho mecÃ¢nico da mÃ¡quina que filma, fazer com o desespero e com a alma, louco, apaixonado a filmar,  a iluminar, a editar, sonorizar, incansÃ¡vel no seu ofÃ­cio mÃ¡gico e alquÃ­mico, solitÃ¡rio em seu ritual sagrado, existencial-essencial, pessoal-impessoal, para expressar a matÃ©ria-prima da vida, alguma coisa brutal noutro sentido figurado, para as pessoas se tocarem.   Mostrar a realidade bruta trans-figurada, experimentar, recriar cenÃ¡rios. O cinema trabalha com a matÃ©ria-prima prÃ©-existente,  a libertar o sentido das coisas, criando um mundo inteiro com as imagens diferentes do que sÃ£o usadas, faz entrar num espelho energÃ©tico e voltar desconhecido, diferente do que era antes, com aparÃªncias de realidade e o Cinema nÃ£o depende sÃ³ da realidade para existir, entrar num espelho de mistÃ©rios e ver-se como mistÃ©rio Ã© o que VFC queria mostrar,  queria olhar, ver-se, na vida, na tela, atÃ© conseguir captar a dimensÃ£o oculta na realidade visÃ­vel. E por isso Kinem Andara Ã© o Cinema do In-visÃ­vel. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &#9;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Existe um rico Universo imagÃ©tico com raÃ­zes na memÃ³ria do homem moderno, mas que este nÃ£o tem acesso, permanecendo oculta ou ignorada, sua fonte original de criaÃ§Ã£o, que se encontra invisÃ­vel aos olhos e insensÃ­vel ao coraÃ§Ã£o, nÃ£o pertencendo ao universo da percepÃ§Ã£o profunda da noÃ§Ã£o de realidade que regem nossa compreensÃ£o do mundo e de nÃ³s prÃ³prios. Todas as coisas que acontecem na ConsciÃªncia se refletem a partir duma visÃ£o-vivÃªncia que renova memÃ³rias, o que estÃ¡ em baixo (inconsciente-passado) assemelha-se ao que estÃ¡ em cima (vivÃªncia). Uma linguagem de grande riqueza imagÃ©tica pelo recurso da poÃ©tica, dos momentos de iluminaÃ§Ã£o, da fotografia e do movimento das cenas com alegorias fantasmagÃ³ricas, e aos jogos de imagens na busca pelo elemento de mistÃ©rio das coisas, re-vela o Kinem Andara. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14543</link>
  <title>Comentário postado por CARLOS PARÃ</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:51:59Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14544">
  <description>Vicente Cecim faz parte das Vozes que se insurgem contra a mediocridade e ao modo de produÃ§Ã£o mercadolÃ³gico que se transformou o Cinema, revela a coragem e a vontade em utilizar para benefÃ­cio prÃ³prio as tÃ©cnicas de ComunicaÃ§Ã£o contra o niilismo e as concessÃµes que o cenÃ¡rio audiovisual se define e se resolve em expressÃµes obscuras. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Sempre que falamos abertamente nÃ£o falamos nada, sempre que usamos uma linguagem que recorremos Ã s imagens, ocultamos a verdade. E tudo o que dissermos duma Obra de Arte serÃ¡ insufi[ciente ou inÃºtil.  Diferente Ã© a experiÃªncia de nos iniciarmos diretamente em seus filmes. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;Quando sÃ³s, face a face com eles, sempre nos falam com ampla generosidade, se entregando profundamente, em retribuiÃ§Ã£o ao nosso silÃªncio . Respeito e prudÃªncia, ao falarmos deles, entÃ£o se impÃµem. Deixar que eles se digam. E, previamente, apenas deles falar por alusÃµes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;  &lt;br /&gt;&#13;&#10;Esse est percipi/ Ser Ã© ser percebido â nos diz Berkeley.                                           E quando o olho humano vem fazer companhia a esse Olho mecÃ¢nico, vem humanizÃ¡-lo, digamos assim, no sentido pleno  das visÃµes, intuiÃ§Ãµes, carÃªncias, indagaÃ§Ãµes, ilusÃµes, possÃ­veis saberes,  esperanÃ§as, miragens, que fazem dele um olho humano?                                &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esse est percipere / Ser Ã© perceber -  nos diz Berkeley. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &quot;Um filme de Vicente Cecim sendo entÃ£o uma dessas raras oportunidades que nos sÃ£o dadas pela Via EstÃ©tica de confrontar - no sentido jÃ¡ dissimulado pelo uso mais ainda vivo na palavra, de colocar frente a frente - vida e homem, o percipi e o percipere, o percebido e o perceber. (A imagem e o olhar). &lt;br /&gt;&#13;&#10;Bergson nos diz: Se &apos;percipi&apos; Ã© passividade pura, o &apos;percipere&apos; Ã© pura atividade. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A fina pelÃ­cula entÃ£o Ã© o elemento intermediador entre a epiderme do Real, que se entrega a Cecim em percipi , se deixando ser percebida, e lhe permite o ato de percipere , perceber e, o por ele percebido, nos revelar. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas, a esta altura, ainda estamos falando da fina pelÃ­cula que Ã© um filme, ou imperceptivelmente jÃ¡ ingressamos no coraÃ§Ã£o obscuro do nosso assunto: jÃ¡ nos surpreendemos falando da matÃ©ria como uma fina pelÃ­cula transparente situada entre o homem e Deus? &lt;br /&gt;&#13;&#10;A ambivalÃªncia das palavras, ah: tanto nos naufragam como nos socorrem. &lt;br /&gt;&#13;&#10;E o que leremos a seguir, ao lermos a palavra doutrina , seja lido como sinÃ´nimo da palavra vida .  &lt;br /&gt;&#13;&#10;Pois Ã© implicitamente a ela, como visÃ£o de mundo de Berkeley, que Bergson se refere, quando nos diz: Dela nos aproximaremos se pudermos atingir a imagem mediadora (...) - uma imagem que Ã© quase matÃ©ria, pois se deixa ainda ver, e quase espÃ­rito, pois nÃ£o se deixa tocar â fantasma que nos ronda enquanto damos voltas em torno da doutrina e ao qual Ã© necessÃ¡rio que nos dirijamos para obter o signo decisivo, a indicaÃ§Ã£o da atitude a tomar e do ponto para onde olhar. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã permitido ao homem, atravÃ©s da mediaÃ§Ã£o da Arte, nÃ£o somente percipere/perceber mas tambÃ©m dar a perceber aos outros homens o que, atravÃ©s da fina pelÃ­cula transparente, percebeu? &lt;br /&gt;&#13;&#10;No cinema, em todas as Ã©pocas, a alguns, isso foi consentido: Bresson, Ozu, Antonioni, Dreyer, mais recentemente a Alexander Sacha Sokurov, Tarkosky e ao prÃ³prio Cecim. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; &quot;Diante do Abismo que Ã© o Assombro de existirmos, humanos, face a face com a espessura e as transparÃªncias da Vida que nos habita e na qual habitamos, sutis como uma sombra, densos como um corpo, deveu ser grato a eles, pela vertigem que em nÃ³s sempre despertam, pelas quedas para o alto em que sempre nos precipitam, nos impedindo de adormecer na desoladora fronteira que inventamos para nossas omissÃµes, no passo que nÃ£o damos, entre o Imanente e o Transcendente.&quot; &lt;br /&gt;&#13;&#10; Tarkovsky entendeu o Cinema como a arte de Esculpir o Tempo . &lt;br /&gt;&#13;&#10;E no livro que escreveu com esse tÃ­tulo, e nÃ£o apenas atravÃ©s das imagens dos seus filmes, nos fala de uma urgÃªncia alarmante: - O homem moderno nÃ£o quer fazer nenhum sacrifÃ­cio, muito embora a verdadeira afirmaÃ§Ã£o do eu sÃ³ possa se expressar no sacrifÃ­cio. Aos poucos vamos nos esquecendo disso, e, inevitavelmente, perdemos ao mesmo tempo todo o sentido da nossa vocaÃ§Ã£o humana. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Que vocaÃ§Ã£o Ã© essa? &lt;br /&gt;&#13;&#10;A vocaÃ§Ã£o de uma entrega total, de um consentir permanente que luzes lampejem em nÃ³s, nos permitindo ver - mesmo que por breves clarÃµes, na vida como numa escura sala de projeÃ§Ãµes, sacrificando nossas consolaÃ§Ãµes vazias, nossas paixÃµes condenadas a cinzas, nossa avidez de um agora efÃªmero â aquela que ama ocultar-se e que, em seu Pudor, Ã© a Fonte &lt;br /&gt;&#13;&#10;Permanente do nosso mais intenso fascÃ­nio? &lt;br /&gt;&#13;&#10;ClarÃµes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Ainda que estonteantes, cegantes. Mas de uma cegueira que nos liberte de continuar vendo atravÃ©s de um cristal escuro e nos conceda outros olhos capazes de ver atravÃ©s dessa fina pelÃ­cula transparente situada entre o homem e Deus - sabemos o que essa Palavra significa, em todas as suas metamorfoses. &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14544</link>
  <title>Comentário postado por CARLOS PARÃ</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:52:44Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14545">
  <description>Ã esse o olhar que reivindicava Berkeley, segundo Bergson. &lt;br /&gt;&#13;&#10;E esse Ã© o olhar que buscou Franz Cecim, com seus filmes que sÃ£o fendas abertas na espessura da matÃ©ria, e que ele, tambÃ©m, reivindica como Tarkovsky, quando afirma: &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- E o que sÃ£o os momentos de iluminaÃ§Ã£o, se nÃ£o percepÃ§Ãµes instantÃ¢neas da verdade? &lt;br /&gt;&#13;&#10;Ou quando denuncia: &lt;br /&gt;&#13;&#10;- A moderna cultura de massas (...) estÃ¡ mutilando as almas das pessoas, criando barreiras entre o homem e as questÃµes fundamentais da sua existÃªncia, entre o homem e a consciÃªncia de si prÃ³prio enquanto ser espiritual. &lt;br /&gt;&#13;&#10;SÃ£o palavras que devemos manter acesas em nÃ³s quando as luzes &lt;br /&gt;&#13;&#10;se apagarem e os filmes comeÃ§arem a cintilar para os nossos olhos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Nesses Templos de um tempo sem templos em que podem se transformar as salas de projeÃ§Ãµes, ante filmes como os de Cecim, jÃ¡ nÃ£o se trata de simplesmente ver, mas de penetrar profundamente, atravÃ©s da fina pelÃ­cula transparente que o seu cinema nos oferece, atÃ© nos revelarmos a nÃ³s mesmos, e orando em silÃªncio: &lt;br /&gt;&#13;&#10;- Agora, abrir os olhos. Agora, comeÃ§ar a sonhar o sonho de ver como somos.&quot; &lt;br /&gt;&#13;&#10; A alusÃ£o aqui acima Ã© ao texto de Vicente Cecim &quot;Tarkovsky: AtravÃ©s de uma fina pelÃ­cula transparente&quot;, que nos remete Ã  prÃ³pria idÃ©ia central do pensamento de Vicente . E assim, passo a passo, nos damos conta que foi dito, algo sobre o cinema de Vicente Cecim, ele prÃ³prio por ele prÃ³prio, mas obliquamente: por reflexos de vozes ecoando em espelhos que constroem sua Imagem em Movimento. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Quem inadvertidamente, penetrar neste campo semiÃ³tico, depara de sÃºbito com um sistema caÃ³tico de referÃªncias, com uma rede de cÃ³digos e normas, de nomes e de sÃ­mbolos relativos a substancias arcanas (segredos, mistÃ©rios) em permanente mutaÃ§Ã£o, em que aquilo que Ã© aparente, pode ter sempre um significado diferente do que aparenta-ser e a noÃ§Ã£o de que a projeÃ§Ã£o dos fenÃ´menos onÃ­ricos nÃ£o podem ser manipulÃ¡vel a nÃ£o ser por alusÃµes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Para Marcelo Ariel que viu os filmes de Cecim na PUC de SÃ£o Paulo em Abril de 2005, fala na Revista CritÃ©rio que &quot;sÃ£o filmes que transfiguram o sentido das imagens e se inserem como &apos;documentÃ¡rios do fantasmagÃ³rico&apos; incrustado em nossa &apos;ficÃ§Ã£o-vida&apos; 9 ela mesma um sonho onde sonhamos que nÃ£o sonhamos como nos lembra Borges). (...) Cecim Ã© um criador radical que trabalha entranhado entre o ser e o nÃ£o-ser evitando separar os dois do sagrado porque ele em sua obra sobrevoa dualidades que se dissolvem num estado poÃ©tico acessÃ­vel a qualquer um dotado de sensibilidade que ele chama &quot;nos dando a chave&quot; de VER A TERRA DO CÃU. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14545</link>
  <title>Comentário postado por CARLOS PARÃ</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:54:02Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14546">
  <description>Vicente Cecim pode ser entendido de modo mais livre do que os outros do seu tempo que tentaram fazer Cinema, senÃ£o de modo mais evidente e mais claro, com um Cinema mudo de uma extrema complexidade na sua expressÃ£o. Mais do que imagem-palavra, miragens. AtravÃ©s da miraÃ§Ã£o do olhar e do pensamento do cineasta atingir o intelecto-coraÃ§Ã£o do espectador num processo alquÃ­mico de revelaÃ§Ã£o transformando a massa cinza do cÃ©rebro em massa de verdade e transubstanciaÃ§Ã£o do espÃ­rito. O conhecimento visionÃ¡rio, substitui a compreensÃ£o literÃ¡ria do texto, a compreensÃ£o imagÃ©tica do filme, a projeÃ§Ã£o na cÃ¢mera obscura que atravessa o Olho que agora nÃ£o vÃª, vÃª-se e vive-se no que sente. O olho humano Ã© uma imagem do Universo. O branco do olho corresponde ao oceano de mistÃ©rio, que rodeia o universo por todos os lados . ANDARA Ã© o ponto central de tudo, a partir do qual se torna visÃ­vel o aspecto do universo inteiro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Para Vicente Cecim, nÃ£o lhe agrada a rotaÃ§Ã£o do girar, girar, girar, filmar, filmar, filmar com uma Ã³rbita rotineira. Nesse processo, misterioso e caÃ³tico, simples e violento de interpretar as coisas que nÃ£o lhe incomodam mais, em que os opostos se encontram ainda in-conciliÃ¡veis, num conflito pacÃ­fico-violento, de ver e ser transformado progressivamente num estado de libertaÃ§Ã£o de harmonia perfeita, a Pedra Filosofal. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;- Agora, abrir os olhos. Agora, comeÃ§ar a sonhar o sonho de ver como somos vistos&quot;. VFC. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; Foto Cecim &lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;Fazer um filme foi e sempre serÃ¡ um sonho, em qualquer circunstÃ¢ncia: antes de realizar o filme, Ã© o sonho de fazÃª-lo, e, depois de ele pronto, Ã© o convite ao sonhar se manifestando plenamente. Naqueles anos, o super-8 foi para nÃ³s o que hoje Ã© a facilidade do vÃ­deo. Equivalia, e equivale, a ter na mÃ£o um lÃ¡pis e algumas folhas de papel. EntÃ£o, escrevemos, com imagens ou com palavras. Com isso se eliminava, e se elimina, ou atenua muito, o impasse, melhor dizer: o bloqueio que o dinheiro representa&quot; . &lt;br /&gt;&#13;&#10; OLHO  &lt;br /&gt;&#13;&#10;VFC queria olhar, ver e mostrar a vida como os seus olhos e o da cÃ¢mera conseguisse captar a dimensÃ£o oculta na realidade visÃ­vel. E por isso KinemAndara Ã© o Cinema do InvisÃ­vel. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Foto Cecim&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;O Cinema Ã© o Olho que tudo vÃª e tudo mostra. Essa foi e serÃ¡ a sua essencialidade em qualquer Ã©poca, qualquer tempo. Atualmente, quando parece que todos estamos vendo tudo, o mundo inteiro e o que se passa nele, acabamos nÃ£o percebendo que hÃ¡ muito mais oculto do que de fato revelado. A comunicaÃ§Ã£o de massa mistifica o Real, ilude o Homem. Ã manipulada conforme interesses freqÃ¼entemente sujos e suicidas para a nossa espÃ©cie. A invasÃ£o do Iraque pela AmÃ©rica de Bush Ã© um exemplo brutal. HÃ¡ tantos. Nestes tempos que estamos vivendo, o Cinema deve assumir, com enorme responsabilidade, o desafio que Berkeley, citado acima, nos faz, e que eu entendo assim: - Dar a perceber a Realidade submersa no cristal escuro das imagens que os engenhos e maquinaÃ§Ãµes das comunicaÃ§Ãµes de massa, agora, nos ocultam. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;CARLOS PARÃ (8859-4664)&lt;br /&gt;&#13;&#10;EDITOR DA REVISTA PZZ â ARTE POLÃTICA E CULTURA&lt;br /&gt;&#13;&#10;COORDENADOR EXECUTIVO DA MOSTRA ITINERANTE KINEMANDARA: 30 ANOS DE CINEMA DO INVISÃVEL DE VICENTE FRANZ CECIM. &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14546</link>
  <title>Comentário postado por CARLOS PARÃ</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:54:53Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14547">
  <description>Ã ISSO AÃ RODRIGO ESTAREMOS NO PRÃXIMO Festival de Cinema de Campo Grande. SAUDAÃÃES&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;CARLOS PARÃ</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14547</link>
  <title>Comentário postado por CARLOS PARÃ</title>
  <dc:date>2007-2-28T15:56:46Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14574">
  <description>A gente </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14574</link>
  <title>Comentário postado por Andreh Jonathas</title>
  <dc:date>2007-2-28T20:46:28Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14575">
  <description>aqui no cearÃ¡, tem o Cine CearÃ¡, que trata do chamado cinema alternativo.  A movimentaÃ§Ã£o Ã© grande em busca da telona, mas falta empolgaÃ§Ã£o ainda. Cresce a cada ano. EstÃ£o todos convidados. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O texto estÃ¡ fantÃ¡stico. Impressionaista! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14575</link>
  <title>Comentário postado por Andreh Jonathas</title>
  <dc:date>2007-2-28T20:49:55Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14576">
  <description>Muito bom o seu texto! Morei 10 anos em MaceiÃ³-AL, afirmo existir por lÃ¡, muita gente interessada em cinema, muitos Ã³timos documentÃ¡rios e maravilhosos cineastas, um clube de cinema e, apesar disso, ainda nÃ£o acontece na cidade, um festival de cinema... Creio eu, que nesse comentÃ¡rio, estarei tambÃ©m respondendo a sua pergunta-tÃ­tulo: um festival de cinema, faria com que os apaixonados - por cinema e arte - se encontrassem, se conhecessem, se ajudassem etc. Um festival teria a forÃ§a de unir forÃ§as e anseios, sabedorias e necessidades... Falta um lÃ¡ em AL... torÃ§o para que os participantes do clube, tenham esse ano, garra para realizar o primeiro!&lt;br /&gt;&#13;&#10;ParabÃ©ns pelo seu texto, estÃ¡ muito bom!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14576</link>
  <title>Comentário postado por Laura Utsch</title>
  <dc:date>2007-2-28T21:46:11Z</dc:date>
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  <description>Drigo!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que show sua matÃ©ria...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Deu atÃ© dor no peito de sÃ³ ter visto os filmes... pelo computador! (desde que descobri o e-mule minha vida tem ficado sedentÃ¡ria.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas teu texto me fez pensar nessa posiÃ§Ã£o egoÃ­sta da gente, de ver uma obra de arte de tanta gente tÃ£o sÃ³. Fiquei doidim por ter estado lÃ¡ e pelo menos estar perto desse burburinho de cultura.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bem, ano que vem tÃ¡ ai e jÃ¡ aprendi a liÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salve, Rodrigo!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14585</link>
  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-01T00:10:48Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14598">
  <description>Opaaaa... &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Carlos ParÃ¡ estamos te esperando aqui no prÃ³ximo festival. E q post grande, ainda nÃ£o consegui ler... &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Andreh que Fortaleza se una e a moÃ§ada force a barra para virar o Cine CearÃ¡. Quando acontece? &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Laura que Alagoas faÃ§a seu primeiro festival. Depois do primeiro nÃ£o pÃ¡ra mais. Com certeza juntar apaixonados pela mesma causa Ã© o grande lance de qq festival. Sorte pro ce! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ow ZÃ©eee... brigadu amigo... aproveita mais ano que vem e vamu em frente! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abs a todos! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14598</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2007-3-01T06:09:16Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14600">
  <description>MatÃ©ria interessaante, misto de cobertura de evento, resenha cultural, crÃ­tica de filmes... tudo num texto muito fluido!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aqui no CearÃ¡, temos o Cine CearÃ¡, um festival anual que costuma agitar a rotina dos cinemas de shopping center a que estamos submetidos no resto do ano.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acho esses eventos  importantes, porque dÃ£o espaÃ§o pra produÃ§Ãµes geralmente fora do circuito nacional e atÃ©se contrapÃµem Ã  pirataria, Ã  comodidade dos filmes em casa.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14600</link>
  <title>Comentário postado por DÃ©bora Medeiros</title>
  <dc:date>2007-3-01T06:23:12Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14653">
  <description>ParabÃ©ns pelo texto Rodrigo! Como sempre arrasando! E um questionamento: o que se fazer para que as poltronas do Cine Cultura sejam tÃ£o ocupadas quanto na Ã©poca do Festival?! Isso me intriga porque a programaÃ§Ã£o durante o ano Ã© sempre de qualidade... mas quantas vezes essas poltronas nÃ£o ocupadas me incomodam ou jÃ¡ me incomodaram durante o restante do ano, pÃ³s festival?!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14653</link>
  <title>Comentário postado por TÃ¢nia Brito</title>
  <dc:date>2007-3-01T11:29:24Z</dc:date>
 </item>
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  <description>quem dera chegasse um festival desses por aqui. mal vemos os blockbusters no cinema, quanto mais &quot;o cÃ©u de suely&quot;. temos de esperar sair em vÃ­deo. parabÃ©ns pela matÃ©ria.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14663</link>
  <title>Comentário postado por AndrÃ© GonÃ§alves</title>
  <dc:date>2007-3-01T12:54:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14780">
  <description/>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c14780</link>
  <title>Comentário postado por Georges Kirsteller</title>
  <dc:date>2007-3-02T16:18:49Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c15428">
  <description>OlÃ¡ Rodrigo, quero parabenizar pela reportagem, mas comentar dois erros. O primeiro deles Ã© que nÃ£o disse que faÃ§o cinema &quot;surrealista&quot;. Disse que faÃ§o cinema de gÃªnero &quot;realismo fantÃ¡stico&quot;. O que Ã© completamente diferente. Apesar de admirar o surrealismo, nunca realizei nada do gÃªnero. Gostaria que colocasse o comentÃ¡rio em sua veracidade. O outro: quando fala sobre o Transtorno, de Fernanda Teixeira, diz que &quot;Gisele me conta que...&quot; Cuidado com os nomes! AbraÃ§os</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c15428</link>
  <title>Comentário postado por werneck</title>
  <dc:date>2007-3-09T13:04:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c15435">
  <description>Oi Gisele! Tenho a nossa conversa guardada e falamos em surrealismo e realismo fantÃ¡stico. Ambos. Mas jÃ¡ estÃ¡ registrado. Desculpem leitores, Ã© REALISMO FANTÃSTICO. Mas continuo achando q Ã© um gÃªnero quase que inÃ©dito no Brasil. NÃ£o? &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E mil perdÃµes pela troca de nome. No texto estÃ¡ assim &apos;Com olheiras profundas e um curta de arrepiar (eu gostei de Transtorno!), &lt;strong&gt;Gisele&lt;/strong&gt; me conta que teve de trocar de ator (sÃ³ tem 1 no filme) no meio das filmagens.&apos; Claro que nÃ£o Ã© Gisele (que nÃ£o tem olheiras, muito pelo contrÃ¡rio) e sim Fernanda. Desculpe pela confusÃ£o! &lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c15435</link>
  <title>Comentário postado por Rodrigo Teixeira</title>
  <dc:date>2007-3-09T14:14:58Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/pra-que-serve-um-festival-de-cinema#c47356">
  <description>&lt;strong&gt;[b]HaverÃ¡ Banca de CapacitaÃ§Ã£o Profissional (IN nÂº 004/99) em CuiabÃ¡/MT no dia 13 de julho de 2008. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Seja Profissional de fato e de direito tenha DRT!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Banca de CapacitaÃ§Ã£o Profissional para o Candidato em se Habilitar (DRT) ao ExercÃ­cio Profissional na Categoria Regulamentada pela Lei Federal nÂº 6.533/78 e Decreto nÂº 82.385/78, que abrangem os Trabalhadores nas seguintes Ã¡reas:&lt;br /&gt;&#13;&#10;I â Artes CÃªnicas (Circo, Teatro, DanÃ§a, Moda, Opera, ProduÃ§Ã£o e Shows de Variedades...)&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;II â Cinema&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;III â Fotonovela&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;IV â RadiodifusÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Contato SATED/MT: &lt;br /&gt;&#13;&#10;(65) 3321-8095 / 8415-3992 / 9212-7575 &lt;br /&gt;&#13;&#10;E/mail: satedmt@hotmail.com&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sede: Rua Sete de Setembro (prÃ³ximo ao MISC e ao IPHAN), nÂº 427, Centro (HistÃ³rico), CuiabÃ¡/MT&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;SaudaÃ§Ãµes culturais&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nestor Defletas&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pres. do SATED/MT &lt;/strong&gt;</description>
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  <title>Comentário postado por Defletas</title>
  <dc:date>2008-6-22T15:12:17Z</dc:date>
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