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  <title>.: Samba ontem, funk hoje :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Overblog :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17363">
  <description>Caro absurdos&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Parabens pelo texto. E muito dificil encontrar quem analise esse movimento de forma tao sobria, sem os costumeiros chiliques elitistas de sempre. Muito legal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;lembro tambem que, durante os anos 70, com a explosao da industria fonografica no Brasil houve um movimento semelhante de segregacao, desta vez focado na black music que a populacao negra consumia cada vez mais em detrimento do que era prescrito pela elite branca brasileira - o samba (veja so) que era visto como autentica musica brasileira popular.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acontece que o negro brasileiro, naquele momento, acabou se identificando mais com a cultura de afirmacao etnica norte-americana do que com aquela musica (nesse momento ja glamourizada) que gostariamos que ele cultivasse. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O funk nao corre o risco de virar genero nacional porque esta tarefa ja foi cumprida pelo samba como voce bem lembrou.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;parabens novamente pelo texto</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17363</link>
  <title>Comentário postado por ValÃ©rio Fiel da Costa</title>
  <dc:date>2007-3-30T19:19:05Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17460">
  <description>Oi, Absurdosturos&amp;#059; certamente hÃ¡ muitos que corcordam contigo sim. Eu tambÃ©m fico um tanto &quot;passado&quot; com a falta de visÃ£o dos que nÃ£o percebem que a histÃ³ria se repete. Aqui no ParÃ¡ Ã© moda hoje no meio acadÃªmico o estudo do carimbÃ³, por exemplo. Mas, com rarÃ­ssimas exceÃ§Ãµes, os acadÃªmicos nÃ£o ligaram pra essa manifestaÃ§Ã£o na Ã©poca &quot;Ã¡urea&quot; dela, certamente motivados por preconceitos anÃ¡logos aos que tu descreves.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hoje Ã© o tecnobrega que Ã© alvo das mesmas crÃ­ticas por aqui - harmonias simplÃ³rias&amp;#059; o carÃ¡ter ritmico se sobrepondo ao harmÃ´nico (que em muitas cabeÃ§as &quot;valem&quot; mais)&amp;#059; letras banais e etc. Fico apenas esperando o passar do tempo, quando o brega virar &quot;coisa do passado&quot;, pra ver a elite se voltando para ele a fim estudÃ¡-lo, analisÃ¡-lo - tÃ­pico de quem prefere tratar as criaÃ§Ãµes populares como que dentro de um tubo de ensaio&amp;#059; pra nÃ£o tocar e se contaminar.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17460</link>
  <title>Comentário postado por FÃ¡bio Cavalcante</title>
  <dc:date>2007-4-01T13:43:06Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17473">
  <description>Absurdoturos, &lt;br /&gt;&#13;&#10;A idÃ©ia Ã© maneira mas acho Ã© preciso aprofundÃ¡-la mais. HÃ¡ que se ter muito cuidado com a histÃ³ria da cultura negra do Brasil. Sempre. EstÃ¡ tudo meio mal explicado ainda. VocÃª (s?) quando defendem o Funk parece(m?) intuir isto. Pena que parece(m?) estar apenas repetindo a histÃ³ria oficial do Samba e reportando a histÃ³ria do Funk muito superficialmente. Muito legal mas, que tal dar uma aprofundada, pesquisar mais  (nÃ£o Ã© sÃ³ nos livros nÃ£o, na rua tambÃ©m) o Funk carioca por exemplo e voltar num novo post com mais forÃ§a ainda?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abs, </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17473</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2007-4-01T17:06:52Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17474">
  <description>Absurdosturos, gostei do teu texto. SÃ³ diferencio o samba e o funk carioca em um ponto: o samba tem um carÃ¡ter mais orgÃ¢nico, com percussÃ£o feita na hora e com as mÃ£os nos instrumentos, jÃ¡ no funk predominam as batidas fixas e eletrÃ´nicas, o que (sem entrar em julgamentos definitivos) impede que se compare, pelo menos sonoramente, os dois estilos musicais. JÃ¡ a analogia entre os processos histÃ³rico-sociais Ã© possÃ­vel, sim, e foi bem explorada por ti.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17474</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Obrer</title>
  <dc:date>2007-4-01T17:08:37Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17476">
  <description>Bem... quem sou eu para discordar de Spirito Santo. So posso esperar que ele se disponha a trocar conosco sua vivencia no assunto. Ainda estou sem entender o seu post pois a meu ver ninguem esta atacando ou defendendo coisa nenhuma, nem fazendo coro a uma visao oficialesca do samba. Muito pelo contrario. Porem, voce pode usar esse espaco para esclarecer-nos sobre o seu ponto de vista. Por favor.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17476</link>
  <title>Comentário postado por ValÃ©rio Fiel da Costa</title>
  <dc:date>2007-4-01T17:49:25Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17480">
  <description>Calma, ValÃ©rio!:)))&lt;br /&gt;&#13;&#10;NinguÃ©m falou que vocÃª estÃ¡  atacando nada. Defendendo sim. Ou nÃ£o? Pelo menos o Funk, ao que parece, o que nÃ£o tem nada de errado, pelo contrÃ¡rio. &lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª pode - e deve - discordar, de quem vocÃª quiser (do Spirito Santo, da Virgem Maria e atÃ© de Deus). TambÃ©m nÃ£o falei que vocÃª &apos;estÃ¡ fazendo coro&apos; com a visÃ£o oficialesca de Samba. Eu disse apenas que a histÃ³ria oficial do Samba (na qual vocÃª se baseou, certo?) nÃ£o Ã© lÃ¡ muito confiÃ¡vel. Discorde dela, ValÃ©rio. Discorde de tudo que Ã© oficial, foi o que eu falei. A gente sÃ³ evolui com a dÃºvida, sabia? Agora quanto estar disposto Ã¡ &apos;trocar vivÃªncias&apos; com vocÃª (ou serÃ¡ vocÃªs, nÃ£o sei ainda) , ora ora, claro, ValÃ©rio. Com o maior prazer.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Calma, ValÃ©rio. estou do mesmo lado de vocÃªs.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os&lt;br /&gt;&#13;&#10;  </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17480</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2007-4-01T18:50:19Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17482">
  <description>Em tempo:)&lt;br /&gt;&#13;&#10;ValÃ©rio, &lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª Ã© o (ou um dos) Absurdosturos? Pela seu comentÃ¡rio fiquei na dÃºvida. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17482</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2007-4-01T19:16:09Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17492">
  <description>Oi Spirito.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o defendo, tampouco. Estou tentando lanÃ§a uma luz Ã  discussÃ£o sobre o samba a partir da crÃ­tica ao oficialesco. Minha matÃ©ria aqui sÃ£o os enunciados e nÃ£o os objetos em si. Nesse sentido estÃ¡ tudo aÃ­. Quando te provoquei a dizer o que pensas sobre o tema foi para ver se novas luzes se acendiam e novas nuances fossem acrescentadas ao problema. Estamos em movimento, duvidando, duvidando sempre. Mas nÃ£o Ã© pelo carÃ¡ter permanentemente provisÃ³rio dos objetos que devemos evitar posicionamentos eventuais. SÃ£o atualizaÃ§Ãµes e recortes dentro de um processo maior de busca infinita.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que apontamentos vocÃª acrescentaria Ã  histÃ³ria oficial do samba? Pode ser que a gente avance bastante no problema a partir de tua posiÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o sou absurdosturos... e sei bem que estamos do mesmo lado (relax).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17492</link>
  <title>Comentário postado por ValÃ©rio Fiel da Costa</title>
  <dc:date>2007-4-01T22:09:08Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17493">
  <description>... pensando bem esse lance de &quot;estar do mesmo lado&quot; Ã© um pouco sÃ©culo XX demais pro meu gosto. reformulo: estamos ambos buscando ver a coisa em perspectiva e, daÃ­, Ã© possÃ­vel crescimento mÃºtuo.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17493</link>
  <title>Comentário postado por ValÃ©rio Fiel da Costa</title>
  <dc:date>2007-4-01T22:13:01Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17494">
  <description>Vendo a discusÃ£o constato o Ã³bvio: Cada um estÃ¡ do lado de dentro da sua pele.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17494</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Obrer</title>
  <dc:date>2007-4-01T22:16:38Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17495">
  <description>Mas, ValÃ©rio...Eu sou memso um cara do sÃ©culo 20 (escapei por pouco de ser do 19) e, cÃ¡ pra nÃ³s...pra dizer a mesma coisa vocÃª gasta um tempÃ£o, heim?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17495</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2007-4-01T22:17:52Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17499">
  <description>!&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17499</link>
  <title>Comentário postado por ValÃ©rio Fiel da Costa</title>
  <dc:date>2007-4-01T22:47:42Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17501">
  <description>Estou costumado a discutir temas no overmundo e nÃ£o ficar desqualificando os outros gratuitamente. Se nada mais hÃ¡ para se aproveitar desse aqui (Sr. absurdosturos que me perdoe), migro para algum outro onde a interlocuÃ§Ã£o seja mais promissora e respeitosa.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17501</link>
  <title>Comentário postado por ValÃ©rio Fiel da Costa</title>
  <dc:date>2007-4-01T22:52:19Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17513">
  <description>?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17513</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2007-4-02T06:43:38Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17522">
  <description>Camaradas, agradeÃ§o pelos edificantes comentÃ¡rios que vocÃªs fizeram a este texto. Ã a minha primeira publicaÃ§Ã£o no Overmundo, e fiquei muito satisfeito com o resultado. Concordo que Ã© sempre preciso aprofundar as pesquisas, trocar opiniÃµes e impressÃµes, e creio que isto estÃ¡ sendo feito. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Fabio:&lt;/strong&gt; o tempo jÃ¡ apssou, me amigo. Existem pesquisadores (como o Hermano Vianna, por exemplo) saindo daqui do Rio e indo pra BelÃ©m (minha terra natal, siga-se de passagem ) estudar o tecno-brega que, assim como o funk de outrora, nÃ£o conta com o aval das elites e dos meios de comunicaÃ§Ã£o e, mesmo assim, atrai milhares de pessoas interessadas no som das aparelhagens (diz a pesquisa que sÃ£o mais de 4.000 festas mensais no ParÃ¡!).  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Felipe:&lt;/strong&gt; tens razÃ£o, meu caro. Enquanto mÃºsico, embora eu goste de alguma coisa de funk e hip hop, acabando dando mais valor (musical, pelo menos) para a mÃºsica orgÃ¢ncia, aquela tocada com bocas, mÃ£os e pÃ©s nos instrumentos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Spirito:&lt;/strong&gt; amigo, embora eu jÃ¡ tenha ido a muitos bailes funk, meu interesse maior Ã© pelo consumo deste estilo pelas elites. O artigo acima nÃ£o se propÃµe a contar a histÃ³ria do funk, e sim trabalhar uma analogia que faÃ§o entre este estilo e o samba do inÃ­cio do sÃ©culo XX (o nosso sÃ©culo, aliÃ¡s. Creio que todo mundo que comenta aqui Ã© do tempo em que PlutÃ£o ainda era planeta!).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E obrigado a geral pelos apontamentos, crÃ­ticas e sugestÃµes. Aquele abraÃ§o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17522</link>
  <title>Comentário postado por absurdosturos</title>
  <dc:date>2007-4-02T10:04:02Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17523">
  <description>Absurdosturos, ainda bem que o autor da colaboraÃ§Ã£o chegou e deu uma boa dose e bom senso a esta profusÃ£o de comentÃ¡rios. E tambÃ©m fiquei contente com o ponto de concordÃ¢ncia a respeito da mÃºsica orgÃ¢nica. Eu sou apaixonado mesmo pela &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/overblog/sussurro-instrumental-a-musica-que-poucos-ouvem&quot;&gt;instrumental brasileira&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17523</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Obrer</title>
  <dc:date>2007-4-02T10:10:31Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17524">
  <description>boa dose &lt;strong&gt;de &lt;/strong&gt;bom senso, quis dizer</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17524</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Obrer</title>
  <dc:date>2007-4-02T10:11:38Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17564">
  <description>Ã isto aÃ­, gente boa!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Desde o tempo em que se via &apos;buguiug&apos; com pandeiro e violÃ£o, orgÃ¢nicos somos, unidos seremos. Tudo vai bem quando acaba bem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pra frente Absurdosturos! Fui!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17564</link>
  <title>Comentário postado por SpÃ­rito Santo</title>
  <dc:date>2007-4-02T19:57:14Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17597">
  <description>Oi Absurdosturos. SÃ³ um pequeno esclarecimento: quando falei em &quot;passar o tempo&quot;, me referi a quando o tecnobrega virar &quot;moda do passado&quot;, nÃ£o a quando pesquisadores como o Hermano estudarem o movimento. E o Hermano certamente estÃ¡ muito longe de ser um representante da elite que quer tratar das criaÃ§Ãµes populares sem se contaminar - como falei no meu comentÃ¡rio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Outra constataÃ§Ã£o minha que acho engraÃ§ada em relaÃ§Ã£o a esse &quot;movimento do preconceito&quot;: &lt;br /&gt;&#13;&#10;ConheÃ§o pessoas que tinham enorme repugnÃ¢ncia ao brega paraense nos anos 80, e agora reconhecem nele um certo valor melÃ³dico, atÃ© uma delicadeza nas letras... E hoje voltam o seu asco para o Tecnobrega, usando os mesmos argumentos. Ã meio parecido com essa relaÃ§Ã£o samba-funk que descrevestes, nÃ£o?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um grande abraÃ§o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17597</link>
  <title>Comentário postado por FÃ¡bio Cavalcante</title>
  <dc:date>2007-4-03T08:58:53Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17600">
  <description>SÃ³ pra ajudar: JoÃ£o de Barro, vulgo BRAGUINHA. E vocÃª esqueceu de Henrique Brito. Quanto ao assunto propriamente dito, acredito que o samba tem raÃ­zes muita mais profundas. Os valores sÃ£o outros, principalmente se formos levar em conta o atual funk carioca, expressÃ£o musical do mais baixo calÃ£o, enfim...fora isso, o texto tÃ¡ muito bacana.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17600</link>
  <title>Comentário postado por FILIPE MAMEDE</title>
  <dc:date>2007-4-03T09:46:36Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17603">
  <description>Bem, gostei do tema e da abordagem. Acho que tem tudo a ver sim, o sentido de resistÃªncia e de manifestaÃ§Ã£o na mÃºsica daqueles que ainda sÃ£o discriminados, hoje por motivos diferentes. SÃ³ acho, pessoalmente, o samba mais rico. Muito mais...rs.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17603</link>
  <title>Comentário postado por Roberta Tum</title>
  <dc:date>2007-4-03T09:54:25Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17606">
  <description>Desculpe Felipe, mas, pelo que eu entendi, o texto trata justamente da similaridade dos valores e, sobretudo, das ACUSAÃÃES que versam sobre seu valor reduzido atribuÃ­do ao samba ontem e ao funk hoje! </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17606</link>
  <title>Comentário postado por Diogo Lyra</title>
  <dc:date>2007-4-03T10:53:27Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17607">
  <description>Ã por aÃ­ mesmo, FÃ¡bio!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17607</link>
  <title>Comentário postado por absurdosturos</title>
  <dc:date>2007-4-03T11:03:42Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17643">
  <description>Diogo, Ã© Filipe, nÃ£o Felipe. OpiniÃ£o Ã© pessoal e intrasferÃ­vel.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17643</link>
  <title>Comentário postado por FILIPE MAMEDE</title>
  <dc:date>2007-4-03T14:39:42Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17644">
  <description>Vi agora que tem um Felipe por aqui tambÃ©m. De qualquer forma jÃ¡ foi. Mas lembremos que opiniÃ£o sÃ³ exite que existem opiniÃµes contrÃ¡rias. Do contrÃ¡rio, estaremos diante de um concenso. NÃ£o faltei Ã s aulas de OpiniÃ£o PÃºblica. AbraÃ§o pra todos.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17644</link>
  <title>Comentário postado por FILIPE MAMEDE</title>
  <dc:date>2007-4-03T14:53:35Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17647">
  <description>Na verdade agora fiquei em dÃºvida sobre a quem se dirigia o comentÃ¡rio do Diogo... </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17647</link>
  <title>Comentário postado por Felipe Obrer</title>
  <dc:date>2007-4-03T15:08:58Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17804">
  <description>Foi pro Filipe. &lt;br /&gt;&#13;&#10;SÃ³ queria esclarecer que Ã© justamente sobre este antagonismo de perspectivas que trata o texto (no caso, os diferentes valores atribuÃ­dos ao samba e ao funk a despeito de suas gritantes similaridades de fundo). &lt;br /&gt;&#13;&#10;Creio que, se vocÃª tivesse mesmo ido a todas as aulas de OpiniÃ£o PÃºblica teria aprendido que um bom debate se faz justamente assim - sobretudo que uma opiniÃ£o contrÃ¡ria nÃ£o desmerece nem pretende anular a outra.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas tÃ¡ valendo, afinal opiniÃµes sÃ£o pessoais e intransferÃ­veis...&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c17804</link>
  <title>Comentário postado por Diogo Lyra</title>
  <dc:date>2007-4-04T14:21:43Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c24432">
  <description>pois Ã© nÃ© cara, Ã© interessante a questÃ£o do eterno retorno!&lt;br /&gt;&#13;&#10;talvez seja isto que estaja ocorrendo, o retorno de uma situaÃ§Ã£o jÃ¡ passada, mas com uma roupagem nova, mas serÃ¡ que Ã© nova mesmo?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como vc mesmo disse as criticas que rendem ao funk, sÃ£o as mesmas que outrora foram apregoadas ao samba. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Portanto Ã© interessante pontuar algumas coisas:&lt;br /&gt;&#13;&#10;primeiramente - aqueles que hoje produzem funk sÃ£o herdeiros do samba.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Analisando as situaÃ§Ãµes o universo em que o samba surgiu era de uma atmosfera direfente, apesar de geograficamente estarem situados nos mesmos lugares.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Agora veja sÃ³, os sambista que acompanharam o nascimento do samba e que participaram deste momento, cantavam a exaltaÃ§Ã£o boemia, o doce-amargo da vida, o amor, a felicidade pueril e mais uma outra gama de temas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Agora o funk: sua linguagem Ã© mais direta e enfÃ¡tica, dentro de todas as suas vertentes, o neurotico, o proibidÃ£o, o consciente , eles apontam a metralhadora giratoria direto pro sistema. Apresentando sua realidade com poucos recursos musicais, mas muito o gritar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã© interessante percebermos as mudanÃ§as que ocorreram deste o samba atÃ© o funk, e talvez possamos entender melhor quais os lugares comuns e tambem os incomuns.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Curti o seu texto e tambem comungo de sua ideia!&lt;br /&gt;&#13;&#10; sou pesquisador de musica popular brasileira e estou interessado em trocar figurinhas sobre este tema&lt;br /&gt;&#13;&#10;e isso aÃ­!!!!!!!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Douguinssimo NÃ£t&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c24432</link>
  <title>Comentário postado por DouguinissÃ­mo NÃ£t</title>
  <dc:date>2007-6-22T17:12:26Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c26107">
  <description>absurdosturos, muito interessantes tanto o texto em si como o enfoque. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Coloquei na fila de ediÃ§Ã£o minha monografia sobre a relaÃ§Ã£o do funk carioca com o Direito, que aborda, entre outras coisas, esta relaÃ§Ã£o funk/samba, que se presta a muitas comparaÃ§Ãµes mais. Se quiser dar uma olhada e opinar, estÃ¡ em&lt;br /&gt;&#13;&#10;http://www.overmundo.com.br/banco/direito-e-cultura-popular-o-batidao-do-funk-carioca-no-ordenamento-juridico &lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c26107</link>
  <title>Comentário postado por Denis Martins</title>
  <dc:date>2007-7-15T14:35:51Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c26689">
  <description>&lt;em&gt;E quem nÃ£o conhece alguÃ©m que defende a tese de que âfunk nÃ£o Ã© mÃºsicaâ? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu acho que o ritmo do funk, eh musicasim. Agora, certas letras colocadas em baixo desse, levam muita gente, principalmente quem nao compatua com certas imoralidades que sao funkiadas, faz um servico de deseducacao, muita gente vota que o funk, nao serve pra ser musica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ateaih, gosto musical, inclusive, tem livre arbitrio, e dependendo do grau espiritual e educacional de que ouve o &apos;funk&apos;, o ritmo poderah se perder, a funcao, e ate ser classificado de outra coisa, que musical.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Comparar samba, baiao (que nao eh esse produto &apos;brega&apos; em voga) com o funk, estilo musical, e pra que funcao social, buscando lah atras no pessoal que mandava ver na parte ritmica e lirica, deixa lacunas, e nao encaixa muito as veses no que se poderia enfocar pra definr, e posicionar o funk em questao.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O tema, eh interessante... a musica... bom, eu gosto muito mais do ritmo, em geral, do que do produto escrito, letra, que produzem. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abr&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c26689</link>
  <title>Comentário postado por Mestre Jeronimo - JC</title>
  <dc:date>2007-7-22T21:41:13Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c64691">
  <description>Se me permite, quero dividir contigo algumas consideraÃ§Ãµes sobre o chamado âfunk cariocaâ a tÃ­tulo de reflexÃ£o. A disseminaÃ§Ã£o da lascÃ­via, que Ã© a marca registrada das mÃºsicas do funk carioca, com letras descaradamente chulas, coreografias indecentes, roupas agarradas e decotadas, suor e muita &quot;pegaÃ§Ã£o&quot;, nÃ£o pode ser confundida com forÃ§a revolucionÃ¡ria, transformadora, libertÃ¡ria. Penso nos jovens funkeiros, assim como nos timbaleiros e nos pagodeiros (nÃ£o confundir aqui pagode com samba de raiz), como vÃ­timas inconscientes de uma ideologia que permite a expansÃ£o do desejo na construÃ§Ã£o de uma &quot;cultura&quot; juvenil irreverente, libertina e irresponsÃ¡vel, atrelada a estruturas de poder que legitimam o corpo como mercadoria. Parece paradoxal para vocÃª? Vamos entÃ£o dissecar essa afirmaÃ§Ã£o. A massa favelada de seres humanos maltratados historicamente por uma civilidade oca, inconsistente, segregacionista, negricida e economicamente antagÃ´nica, estÃ¡ refletida sim nas letras do funk carioca que falam da vida das pessoas da favela: assassinato e trÃ¡fico no horÃ¡rio comercial, sexo e drogas Ã  noite para relaxar... DestituÃ­dos de sua cultura popular original, sÃ£o &quot;escravos momentaneamente felizes&quot; que sugam gulosamente sua prÃ³pria misÃ©ria nas formas culturais miserÃ¡veis que consomem. Agora, o funk carioca nÃ£o nasceu nas favelas do Rio. Assim como os maiores traficantes de droga nÃ£o estÃ£o no morro, mas nos gabinetes e escritÃ³rios em arranha-cÃ©us do centro da cidade carioca ou de Nova York, de onde ditam suas regras sociais e econÃ´micas. Se o funk fosse tÃ£o subversivo assim como alguns o defendem, por que razÃµes a mÃ­dia televisiva iria dedicar tardes inteiras a esse tipo de mÃºsica, com as cÃ¢maras pegando Ã¢ngulos &quot;ginecolÃ³gicos&quot; das danÃ§arinas? Claro que as letras do funk carioca falam da vida das pessoas da favela: volto a citar, &quot;assassinato e trÃ¡fico no horÃ¡rio comercial, sexo e drogas Ã  noite para relaxar&quot;, com uma imodesta obtusidade, uma infantil crenÃ§a de que um mundo necessariamente melhor se situa nessa &quot;cultura&quot; funkeira. Mas se isso for a energia social transformadora que resta a esse povo eu gostaria de saber no que se deseja transformar a realidade social? Agora, se nÃ£o se sabe aonde se quer chegar nÃ£o se deveria sequer comeÃ§ar a andar. A isso se chama &quot;mÃ©todo&quot;. NÃ£o vamos confundir a libertinagem funkeira com a figura do &quot;malandro cariocaâ do final do sÃ©c. XIX e primeiras dÃ©cadas do sÃ©c. XX - negro, mestiÃ§o, afro-descendente, lÃºdico, vadio, absolutamente subversivo. E nunca Ã©poca onde nÃ£o havia globalizaÃ§Ã£o, pÃ³s-modernismos, indÃºstria cultural... O malandro carioca, distante do tipo de afro-brasileiro pacato e conformado, usava a malandragem como forma de resistÃªncia, porque nÃ£o hÃ¡ pacatez possÃ­vel diante da inexorabilidade da prÃ³pria misÃ©ria. A estandardizaÃ§Ã£o midiÃ¡tica do funk carioca, marcado por uma ambigÃ¼idade situada entre &quot;o bem e o mal&quot;, nÃ£o crucifica o funk, mas nÃ£o o apologiza: acende uma vela para Deus e outra para o demÃ´nio - uma vela para o sexo libertino e outra para o moralismo (igualdade, justiÃ§a), dois grandes clientes da indÃºstria cultural. O funk carioca nÃ£o significa liberdade lÃºdica para as massas reprimidas econÃ´mica e sexualmente, nÃ£o Ã©, nem nunca serÃ¡ o novo &quot;punk dos pardos&quot;. TambÃ©m nÃ£o se trata da velha histÃ³ria do princÃ­pio de prazer metendo bala no princÃ­pio de realidade. Ã a juventude social, histÃ³rica, econÃ´mica, polÃ­tica e emocionalmente doente mostrando sua cara. Seres miserÃ¡veis sugando gulosamente sua prÃ³pria misÃ©ria nas formas culturais miserÃ¡veis que consomem. Sexo dÃ¡ lucro! Aos afro-brasileiros favelados, destituÃ­dos dos prazeres de bem morar, bem vestir, comer bem, ter digno acesso Ã  educaÃ§Ã£o e Ã  saÃºde de qualidade, nÃ£o resta outro prazer senÃ£o o sexual. O mercado se nutre das idÃ©ias, dos modos de viver, de todas as nossas necessidades e formas de expressÃ£o: palavras, gÃ­rias, roupas, gestos, sexualidades... a lista beira o infinito. O capital toma posse de nossos desejos reprimidos, expectativas e atÃ© esperanÃ§as pra depois voltar nos vendendo essas mesmas coisas sob a forma de fantasias, promessas irreais de realizaÃ§Ã£o de prazeres frustrados, com a cara de pau de tentar nos convencer de que aquilo Ã© o que precisamos e devemos consumir pra nos mantermos felizes, livres e atualizados com e na moda. Pornografia vira sexualidade/sensualidade pra depois virar moda, pois esse estilo de vida possui bons predicados no mercado. Para a subversÃ£o crescer ela deve ser pop surreal? Um termo bonitinho atÃ©, pena tratar-se de mais um rÃ³tulo pÃ³s-moderno, onde a Ã©tica e todos os valores sÃ£o relativos e o velho bom senso das grandes verdades construÃ­das historicamente pela humanidade Ã© decapitado pela manhÃ£! &lt;br /&gt;&#13;&#10;O caos Ã© a &quot;nova JerusalÃ©m&quot;, o Ã©den perdido? Com todos os outros prazeres retirados de nÃ³s - que nos sÃ£o necessÃ¡rios como seres humanos - o que nos resta como redenÃ§Ã£o humana, como proclama de liberdade? Seria mesmo o gozo pornogrÃ¡fico proclamado pelo funk carioca? &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/revista/samba-ontem-funk-hoje#c64691</link>
  <title>Comentário postado por Gian22</title>
  <dc:date>2010-3-31T12:42:05Z</dc:date>
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