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  <title>.: Concreto Ã© amar um horizonte aberto :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Banco de Cultura :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>Poeta Ã© saber fazer do sofrimento pessoal e coletivo um poema gracioso e ao mesmo tempo de denÃºncia. Gostei, Bonita!</description>
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  <title>Comentário postado por CompulsÃ£o DiÃ¡ria</title>
  <dc:date>2008-10-16T08:03:01Z</dc:date>
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  <description>Pelo Ã³timo poema, receba um abraÃ§o amazÃ´nico.&lt;br /&gt;&#13;&#10;vede-me Verde que te quero bem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Boa, JU.</description>
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  <title>Comentário postado por Benny Franklin</title>
  <dc:date>2008-10-16T08:29:58Z</dc:date>
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  <description>Grata,&lt;strong&gt; Benny&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Agradecida, &lt;strong&gt;CompulsÃ£o&lt;/strong&gt;.</description>
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  <title>Comentário postado por Juliaura</title>
  <dc:date>2008-10-16T14:05:14Z</dc:date>
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  <description>Ã a regra, Ã© a rÃ­spida forma de viver que os &lt;em&gt;sapiens&lt;/em&gt; construÃ­ram.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ainda bem que existem os poetas para chorar sobre as calÃ§adas de cimento, tÃºmulos da humanidade, antes um sentimento e hoje, um coletivo homicida.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;beijos</description>
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  <title>Comentário postado por Saramar</title>
  <dc:date>2008-10-16T23:07:11Z</dc:date>
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  <title>Comentário postado por CompulsÃ£o DiÃ¡ria</title>
  <dc:date>2008-10-18T08:12:33Z</dc:date>
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  <description>&lt;strong&gt;muito bom.votado.&lt;/strong&gt;</description>
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  <title>Comentário postado por O NOVO POETA.(W.Marques).</title>
  <dc:date>2008-10-18T11:48:10Z</dc:date>
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  <description>De fato. Os tubarÃµes estÃ£o por aÃ­.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Alguns em forma humana, sorrateiros....&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um abraÃ§o</description>
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  <title>Comentário postado por EdimoGinot</title>
  <dc:date>2008-10-18T12:17:29Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/concreto-e-amar-um-horizonte-aberto#c307876">
  <description>Deu no Correio do Povo de Porto Alegre&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;VENDA DE DOAÃÃES&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O grande pensador Jean-Jacques Rousseau era bom de frases. Um dia, saiu-se com esta: &apos;A gente sempre sabe o que se ganha com o progresso. O problema Ã© saber o que se perde&apos;. TraduÃ§Ã£o: cuidado com a sacanagem! A modernidade Ã© uma serpente especialista em autopromoÃ§Ã£o. Essa imagem Ã© de pÃ©ssimo gosto. Assim como certas manobras para iludir a plebe. Ã costumeiro que, em nome do desenvolvimento e da criaÃ§Ã£o de preciosos empregos, o Estado doe um terreno para que uma empresa privada se instale. Passam-se os anos e a dita empresa entrega os pontos. AÃ­ surge um novo e sensacional projeto para a mesma Ã¡rea e, embora contrariando interesses coletivos, defende-se o livre uso do espaÃ§o em questÃ£o por ser uma propriedade privada. O ciclo Ã© claro e recorrente: o pÃºblico vira privado pelo bem comum. Depois, o bem comum deixa de ser atendido por ser considerado anacrÃ´nico colocar o interesse pÃºblico acima do bem privado. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Recebi um nÃºmero tÃ£o grande de e-mails sobre a questÃ£o do Pontal do Estaleiro que nÃ£o pude sequer responder a cada remetente. A leitora NÃ©ia Uzon, porÃ©m, enviou-me uma informaÃ§Ã£o que precisa ser compartilhada, ainda mais que ela fala &apos;na condiÃ§Ã£o de quem jÃ¡ coordenou a Ã¡rea de patrimÃ´nio do municÃ­pio de Porto Alegre&apos;. Os seus dados provam o funcionamento desse ciclo da serpente que privatiza pelo bem pÃºblico: &apos;Toda a Ã¡rea da orla (da Ponta da Cadeia Ã  Ponta do Melo e desta Ã  Ponta do DionÃ­sio) foi doada pelo Estado do RS ao municÃ­pio de Porto Alegre. Na Ã©poca, corriam tratativas para a doaÃ§Ã£o desta Ã¡rea Ã  empresa Estaleiro SÃ³ S/A por parte do Estado, e a orla veio ao domÃ­nio do municÃ­pio com a condiÃ§Ã£o de essa doaÃ§Ã£o ter continuidade. A Procuradoria do municÃ­pio elaborou a minuta do projeto de lei autorizativa, bem como da escritura de doaÃ§Ã£o ao Estaleiro SÃ³ S/A, com clÃ¡usula de reversÃ£o ao patrimÃ´nio pÃºblico em caso de desvirtuamento das finalidades, doaÃ§Ã£o ou falÃªncia da empresa. Sabe o que aconteceu?&apos;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Isto: &apos;Veio uma carta do entÃ£o governador do Estado ao prefeito ordenando que a doaÃ§Ã£o fosse feita sem qualquer clÃ¡usula de reversÃ£o (o que Ã© de praxe, por motivos Ã³bvios, em doaÃ§Ãµes de Ã¡reas pÃºblicas) por &apos;MOTIVOS DE SEGURANÃA NACIONAL&apos;. Eram os anos de chumbo, prefeito nomeado, mandava quem podia e obedecia quem precisava... E agora? Qual Ã© a desculpa do prefeito para nÃ£o ter invocado vÃ­cio de iniciativa? Se a moda pega, lÃ¡ se vÃ£o os (poucos) limites que ainda mantÃªm um mÃ­nimo de moralidade na conduÃ§Ã£o da questÃ£o urbana. Assim sendo, o municÃ­pio ou o Estado deveriam ter recomprado algo que era do povo desta cidade e que foi doado para &apos;preservar a seguranÃ§a nacional&apos;, coisa que atÃ© hoje nÃ£o consegui entender nem engolir. Em que a privatizaÃ§Ã£o de parte da orla ao Estaleiro afetava positivamente a seguranÃ§a do paÃ­s? A administraÃ§Ã£o pÃºblica Ã© um troÃ§o kafkiano. Agora sÃ³ nos resta espernear. E vamos continuar esperneando atÃ© o fim porque atÃ© paciÃªncia de contribuinte (que parece nÃ£o ter fim) tem limite! Obrigada pelos teus artigos!&apos;. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A proverbial falta de memÃ³ria dos brasileiros quase sempre ajuda a enterrar detalhes que atrapalham a &apos;marcha inexorÃ¡vel do progresso&apos;. HÃ¡ sempre alguÃ©m, no entanto, para lembrar o que deveria ser esquecido pelo bem dos que adoram os bens pÃºblicos com tanto apego que os pegam para eles. SerÃ¡ que recordaÃ§Ãµes desse gÃªnero incÃ´modo nÃ£o influenciam os votos dos vereadores de Porto Alegre?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;juremir@correiodopovo.com.br&lt;/em&gt;</description>
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  <title>Comentário postado por Juliaura</title>
  <dc:date>2008-11-14T10:59:21Z</dc:date>
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