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  <title>.: Contos de um canto sÃ³ :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Banco de Cultura :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>Nato,&lt;br /&gt;&#13;&#10;De onde vocÃª tirou a (brilhante) idÃ©ia de metamorfosear um pÃ¡ssaro em macieira? Confesso que gostaria que o segundo microconto (o que mais gostei) fosse mais longo, surpreendendo-nos mais vezes. Gostaria de ler mais coisas suas. Um abs e parabÃ©ns!</description>
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  <title>Comentário postado por Marcelo Bretton</title>
  <dc:date>2007-5-25T14:52:50Z</dc:date>
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  <description>Muito bom, Nato...&lt;br /&gt;&#13;&#10;TambÃ©m acho que deveriam ser mais extensos!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas esse clima de suspense, de deixar o leitor imaginar finais aos contos, Ã© genial!&lt;br /&gt;&#13;&#10;ParabÃ©ns...&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§o</description>
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  <title>Comentário postado por Ronye Pires</title>
  <dc:date>2007-5-25T15:09:08Z</dc:date>
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  <description>Nato, achei e gostei. E foi atÃ© bom sÃ³ achar hoje Ã s 7 e pouco:&lt;br /&gt;&#13;&#10;        descansado e sem ressaca que ontem ninguÃ©m ousou nos chamar, &quot;vai pagar uma gelada pro Mestre? Li e estou relendo,&lt;br /&gt;&#13;&#10;   um abraÃ§o, andre</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/contos-de-um-canto-so#c34172</link>
  <title>Comentário postado por Andre Pessego</title>
  <dc:date>2007-5-26T07:26:19Z</dc:date>
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  <description>Eu gostei do teu trabalho, parabÃ©ns.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Carlos Magno.</description>
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  <title>Comentário postado por carlos magno</title>
  <dc:date>2007-5-27T21:22:32Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/contos-de-um-canto-so#c34637">
  <description>Li recentemente &apos;Retrato do artista quando jovem cÃ£o&quot;, do Dylan Thomas e um pouco mais alÃ©m &quot;Pico na veia&quot;, do Dalton Trevisan, mergulhos diferentes no mesmo rio da ficÃ§Ã£o moderna. De Thomas o suave frescor da geografia galesa sai das pÃ¡ginas direto pro cerrado amapaense, pulsando como se vida prÃ³pria adquirisse. De Trevisan, a inverossÃ­mel literatura quer nos fazer crer que o absurdo, na verdade, Ã© transfigurar a realidade em realidade absurda. MÃ©rito da boa literatura. Nato dÃ¡ sinais de que o absurdo Ã©, muitas vezes, a prÃ³pria realidade. MÃ©rito do artista quando mergulha no profundo oceano do lirismo. O teatro do absurdo, contudo, soa mais singelo que a prÃ³pria realidade. Ou quem vÃª graÃ§a ou lirismo nos noticiÃ¡rios do horÃ¡rio nobre?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/contos-de-um-canto-so#c34637</link>
  <title>Comentário postado por PepÃª Mattos</title>
  <dc:date>2007-5-29T08:39:01Z</dc:date>
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  <description>BRETTON, grato pela gentileza da leitura e dos elogios. Seguiu comentÃ¡rio no teu perfil... ainda nÃ£o domino bem essas &quot;regrinhas&quot; do Overmundo. Coloco ainda hoje, segunda, um dos sonetos que mais aprecio. Conto com vossa crÃ­tica. AbraÃ§os do &quot;NATO&quot; AZEVEDO</description>
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  <title>Comentário postado por &quot;NATO&quot; AZEVEDO</title>
  <dc:date>2007-5-29T13:49:54Z</dc:date>
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  <description>RONYE, meu jovem, quanta honra... o troÃ§o tem tÃ­tulo, Ã© &quot;CONTOS&quot; DE UM CANTO... SÃ!&quot;,  mas o computador do Overmundo barrou, nÃ£o sei porque. AidÃ©ia veio de um comerciante perto de casa, que tinha/tem ainda uma gaiolinha de palmo e meio com uma baita sabiÃ¡ toda maltratada dentro. Aprendi os minicontos com um Ã³timo escritor lÃ¡ de Londrina, o LECO (JoÃ£o dos Santos) e, agora, Vs. querem que eu volte aos meus rabiscos com 4 ou 5 pags? HOMESSA! &lt;br /&gt;&#13;&#10;Tive que cortar trechos, era mais extenso, mas tenho outras 11 pags com umas 40 dessas &quot;coisinhas&quot; Aguardem! AbraÃ§os do &quot;NATO&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;PS: entro hoje com um soneto sobre doaÃ§Ã£o de Ã³rgÃ£os, nÃ£o os seus Ã© claro, meu caro fumante inveterado. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/contos-de-um-canto-so#c34668</link>
  <title>Comentário postado por &quot;NATO&quot; AZEVEDO</title>
  <dc:date>2007-5-29T13:57:01Z</dc:date>
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  <description>&lt;strong&gt;Salve Nato!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vc sempre elaborando novas formulas pra contar histÃ³rias - achei genial microcontos. Tem que ser bom pra fazer isso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Parabens garoto!&lt;br /&gt;&#13;&#10;saudaÃ§Ãµes do mato</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/contos-de-um-canto-so#c75239</link>
  <title>Comentário postado por arlindo fernandez</title>
  <dc:date>2007-10-11T19:58:12Z</dc:date>
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  <description>&lt;strong&gt;OBSERVAÃÃO: desconheÃ§o quando esse conto ficou &quot;desmembrado&quot; de suas minipartes, mas REPRISO abaixo a obra completa, na forma original.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;      &lt;strong&gt; CONTOS DE UM CANTO... SÃ !&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Amanhecia. A insÃ´nia consumia-lhe as entranhas, devorando cÃ©lulas como os vermes aos restos de outros sÃªres. Desligou a TV, com suas imagens de crimes hediondos, sequestros, estupros, assassinatos bÃ¡rbaros.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Foi atÃ© a janela da sala tragando mortÃ­fero cigarro, enquanto o gato da vizinha estraÃ§alhava ratos no seu quintal, com o fiel &quot;pitbull&quot; alerta e pronto para estraÃ§alhÃ¡-lo em seguida. Enfim, tudo estava na mais santa paz, o Mundo corria conforme suas prÃ³prias leis. Recostou-se lentamente no sofÃ¡ e... adormeceu !&lt;br /&gt;&#13;&#10;***** ***** *****&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por vÃ¡rios anos a sabiÃ¡ passou ali, imÃ³vel, os pÃ©s cravados no Ãºnico poleiro da minÃºscula gaiola. Era o orgulho maior de seu dono e algoz, passarinheiro renomado na regiÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;--&quot;Valia mais que um carro&quot;... vociferava, vaidoso. Um dia o pÃ¡ssaro amanheceu com ares de &quot;auve&quot; e sonhando ser macieira, de cujos frutos gostava tanto. Abriu as asas... e os olhos do patrÃ£o -- do tipo que engorda o gado, segundo o dito popular --  notaram algo estranho. Por entre as penas nasciam folhas e, Ã  tardinha, jÃ¡ se percebiam minÃºsculos frutos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;-- &quot;Milagre&quot;... gritaram as beatas do lugar, enquanto as fÃ£s de seitas e das demais religiÃµes afirmavam ser coisa do DemÃ´nio. De noite surgiram-lhe raÃ­zes sob os pÃ©s e, na manhÃ£ seguinte, de coisa viva na bichinha sÃ³ restavam os olhos. movendo-se angustiados para todos os lados.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Seu dono agora estÃ¡ triste! &quot;Aquilo&quot;, do jeito que ficou, nÃ£o vale nada para Ãªle. Aos cientistas que o procuram nÃ£o vende por dinheiro algum, pois acha que Ãªles nÃ£o sabem apreciar um belo espÃ©cime.&lt;br /&gt;&#13;&#10;**** **** ****&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ricardinho nÃ£o era um mau menino... apenas, garotos naquela idade tinham por hÃ¡bito destruir tudo o que encontravam pela frente. Naquele momento dedicava-se a matar interminÃ¡vel fila de formigas, metÃ³dicamente, uma por uma.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Arrependeu-se tarde demais! Deveria ter deixado ao menos algumas vivas, pensou com tristeza. AmanhÃ£ nÃ£o terÃ¡ nada para fazer o dia inteiro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;**** **** ****&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã luz de velas, jantavam... os Ã¢nimos exaltados substituindo nos corpos a energia elÃ©trica que faltava. A esposa, irada, gritava com o cÃ´njuge, instalado no paÃ­s vizinho:&lt;br /&gt;&#13;&#10;-- LuÃ­s Felipe, venha jÃ¡ para o Brasil... aÃ­, vocÃª nÃ£o fica nem mais um minuto!&lt;br /&gt;&#13;&#10;-- &quot;QuÃ¨ pasa, su tonta&quot;! O menino vai ficar comigo... estÃ¡ no contrato &quot;eso&quot;!&lt;br /&gt;&#13;&#10;-- OuÃ§a bem, Ricardo: isso Ã© lei aÃ­ na Argentina. Aqui, os filhos pequenos ficam com a mÃ£e. Vem, Felipinho !&lt;br /&gt;&#13;&#10;-- &quot;Entonces, la niÃ±a&quot; Mercedes volta para mim. &quot;Usted no puede quedar con los dos. Volve para su padre, muchachita&quot; !&lt;br /&gt;&#13;&#10;-- Mas, &quot;papito&quot;, eu... &quot;estoy bien acÃ¡&quot;!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esse &quot;tango Ã  meia luz&quot; continuaria indefinidamente se o pai, irritado, nÃ£o se retirasse da sala com estrÃ©pito, abandonando a mesa de jantar e recolhendo-se ao quarto do casal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em um futuro qualquer, havendo nova guerra entre os paÃ­ses, a casa -- situada sobre a imaginÃ¡ria linha de fronteira -- seria dividida em dois, ficando parte da sala e a cozinha com a esposa, brasileira, e o restante com seu ex-marido argentino.&lt;br /&gt;&#13;&#10;**** **** ****&lt;br /&gt;&#13;&#10;A &quot;lulu&quot; era &quot;filha Ãºnica&quot; da madame &quot;TetÃª&quot; Strump, milionÃ¡ria do high society. Tinha lugar Ã  mesa, pratinho prÃ³prio, guardanapo e empregada para lhe escovar os delicados caninos apÃ³s as refeiÃ§Ãµes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Banhavam-se juntas, dormiam na mesma cama, vestiam-se com idÃªntico &quot;modelito&quot; Saint Laurent -- a cadela de &quot;papatinhos&quot; de crochÃª -- e eram as duas &quot;paparicadas&quot; pelas amigas (interesseiras) da ricaÃ§a.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acordaram, um belo dia, ambas &quot;meio de lua&quot;... madame ganindo pelos cantos e a &quot;lulu&quot;, em pÃ© nas charmosas patinhas, pedindo com os olhos o cafÃ© da manhÃ£ Ã  criadagem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Durante o chÃ¡ das cinco -- servido com biscoito para cÃ£es -- as amigas estranharam o comportamento da &quot;socialite&quot;, encolhida sob a mesinha de centro, mas nada disseram. &quot;Caprichos de gente grÃ£-fina&quot;, concluÃ­ram.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ontem foi refeito o testamento: depois que a &quot;totÃ³&quot; morrer, dona &quot;TetÃª&quot; herdarÃ¡ dez milhÃµes de dÃ³lares !&lt;br /&gt;&#13;&#10;       &lt;strong&gt; &quot;NATO&quot; AZEVEDO&lt;/strong&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/contos-de-um-canto-so#c502924</link>
  <title>Comentário postado por &quot;NATO&quot; AZEVEDO</title>
  <dc:date>2012-4-05T20:07:45Z</dc:date>
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